Archive for the 'vinho' Category

dcpv – dia deux – vale do loire – chateau de villandry, este lugar é um espetáculo!

22/07/2016

Dia deux – Vale do Loire – Chateau de Villandry, este lugar é um espetáculo!

Acordamos bem mais cedo, …

… tomamos um lauto café da manhã no hotel …

… e zarpamos pra conhecer um castelo charmoso, o Villandry, …

… que tem a fama de ter os jardins mais maneiros do Vale do Loire.

Ele fica há 55 min do hotel, mas vale cada metro percorrido.

Ainda mais que no caminho você passa em muitas cidadezinhas bonitas e sempre margeadas pelo elegante rio Loire.

Uma delas é Vouvray, renomada entre os conhecedores de vinho …

… e onde vimos até uma mini- feira livre.

Chegamos em Villandry por volta do meio-dia, com tempo suficiente pra fazer a visita completa.

Ou seja, visitamos o interior do castelo …

… com todas as encenações de cenas daquela época …

… bem como passeamos muito nos jardins que são maravilhosamente bem feitos …

… e bem cuidados.

Segue o fotoblog com os melhores momentos desta visita:

Além do mais, se você quer ver um jardim espetacular, Villandry é este lugar.

Aproveitamos pra almoçar frugalmente no próprio restaurante do Castelo.

Pedimos quiche, salada e rillete de amêndoas, além de duas taças dum rosé da região.

Rodamos mais um pouco e fomos conhecer o castelo Azay-le-Rideau.

A cidade é muito legal, mas o prédio estava sendo reformado, especialmente a fachada.

Resolvemos continuar viagem e conhecer o Château d’Ussé.

Esta é uma visita muito bacana, já que este castelo serviu de inspiração pra Bela Adormecida.

Andamos bastante no seu interior, …

… passamos pela Capela, …

… pela estrebaria,…

… pela cave …

… e finalizamos no jardim.

Taí uma visita mais do que completa.

Como estávamos perto, resolvemos conhecer uma das cidadezinhas mais charmosas da região, chamada Candes-Saint-Martin.

Ela fica na beira do rio …

… e a igreja de seu padroeiro é um espetáculo à parte.

Para melhorar, chegamos lá justamente as seis horas, horário da Ave Maria.

Imagina se a Dé não adorou?

Ah, o caminho estava interditado e tivemos que fazer um daqueles desvios adoráveis e inesperados. Andamos numa estrada de terra …

… e topamos com uma plantação de girassóis que era inspiradora.

Chegamos a pensar que estávamos na Toscana!

Por incrível que pareça, ainda deu tempo de passar em Langeais, …

… pra ver o seu belo castelo central …

… e admirar a simpatia da cidade.

É um lugar pra ficar um tempo e ver o próprio passar.

Ufa, tínhamos que voltar pro hotel, tomar uma banho rápido e zarpar pra Amboise, pois assistiríamos a um espetáculo noturno de som e luzes no Castelo Clos Lucé, o do Da Vinci.

A ideia é muito bacana.

Você encontra o castelo iluminado, música ao vivo através dum piano, um desenhista reproduzindo obras do Leonardo e atores interpretando textos sobre o gênio.

Tudo muito bom com a exceção de que o nosso parco francês não permitia uma compreensão mais profunda do texto.

Uma pena, mas recomendamos o espetáculo de qualquer maneira.

Ainda deu tempo de chegar no hotel (a cidade estava toda fechada) e conseguirmos boas saladas estreladas acompanhadas de duas taças dum Vovray branco seco na medida.

Olha, o sono dos justos nunca foi tão justo!

Au revoir.

Acompanhe o primeiro dia desta viagem:
dia un – Vale do Loire – Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.

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dcpv – é molise e basilicata?

número 422
23/06/2015

É Molise e Basilicata?

Você já ouviu falar destas regiões italianas?

Pois elas ficam ao Sul da Itália e são lugares que “parecem ter parado no tempo. Nos vilarejos de pescadores a beira-mar ou nas aldeias cravadas nas montanhas, os moradores de Molise e Basilicata jogam conversa fora ou simplesmente apoiam-se nas janelas para apreciar a vida que segue seu curso lento e tranquilo”.

Tudo isso (e mais as receitas desta noite) foram tirados do livro Coleção Folha Cozinhas da Itália.

Não tem como não se apaixonar e ao mesmo tempo, sonhar em como seria conhecer este ritmo de vida tão intenso! 🙂

Vamos lá.

Entrada – Cappelle di funghi al forno.

Estes cogumelos ao forno são bem charmosos.

Para fazê-los, basta limpar bem 12 cogumelos grandes (Portobello ou Shitake), destacando os cabinhos.

Pique estes cabinhos e misture-os com 2 colheres de sopa de salsinha picada, 2 dentes de alho socados, 1 colher de sopa de farinha de rosca, 2 colheres de sopa de parmesão ralado e sal e pimenta a gosto.

Recheie o chapéu dos cogumelos com esta mistura e reserve.

Corte 6 batatas descascadas em fatias finas e espalhe-as no fundo de um refratário untado com azeite.

Regue as fatias de batata com um fio de azeite e disponha os cogumelos recheados sobre elas.

Distribua pedacinhos de manteiga sobre cada cogumelo e leve ao forno preaquecido a 180°C por 30 minutos ou até dourarem.

Resultou num prato com os cogumelos muito saborosos e as batatas bem crocantes.

Pra melhorar, tomamos um vinho branco, o Pinot Grigio Vitis Castellargo 2013, que foi “pulo do gato, larguíssimo, ponta grossa, grandino”.

Principal – Polenta al ragú di salsiccia.

Esta foi covardia, já que a Dé é uma polentóloga militante.

O ragu, o molho desta polenta é imperdível.

Pra fazê-lo, basta ferver 2 linguiças suínas num pouco de água, escorra e pique-as, retirando a pele.

Aqueça duas colheres de sopa de azeite e refogue 1 talo de salsão picadinho, 1 cenoura ralada e 1 cebola picadinha até dourarem.

Junte a linguiça e regue com 4 colheres de sopa de vinho tinto. Depois que o álcool evaporar, acrescente 2 latas de tomate pelado.

Cozinhe por 20 minutos, regando com água sempre que o molho secar (eu usei um bom caldo de legumes).

Enquanto isso, faça a polenta de acordo com a embalagem.

Sirva regada com o molho bem quente.

Estava tão boa que todos comemos (Dé inclusa) pelo menos duas vezes!! 🙂

Ainda mais harmonizando com o vinho tinto italiano, o Barbera D’Asti Castelvero 2012 que foi “paixão, veríssimo, vulu, paisano”, segundo nós mesmos.

Sobremesa – Torta al limone.

Este bolo (cuidado que torta em italiano significa bolo) de limão é muito peculiar.

Para fazê-lo, bata 4 claras em neve bem firme. Depois, bata as 4 gemas com 100g de açúcar manualmente até ficar bem espumoso. Acrescente 150g de farinha de trigo, 150g de fécula de batata, 150g de manteiga derretida, baunilha a gosto e 1 colher de sopa de fermento em pó.

Incorpore raspas e suco de 1 limão siciliano e adicione um copo de licor de cereja, 1 pitada de sal e as claras em neve. Despeje a massa numa forma de aro removível com 20cm de diâmetro untada com manteiga e enfarinhada.

Asse em forno preaquecido a 180°C por 30 minutos, até que fique ligeiramente dourado.

Olha, não sei se foi a fécula ou não, mas o bolo ficou muito bom e diferente.

Eis a opinião dos, nesta hora, bem molises:
Molise e Basilicata? Onde ficam? Mas a comida é muito boa! (Edu)
Troppo grandíssimo o jantar! (Mingao)
Cosa che qui? Uno espetacolo! (Deo)

Realmente a Itália é uma caixinha de surpresas.
“Molise, desconhecida até mesmo por alguns italianos, é uma das menores regiões da Itália, tendo sido desmembrada de Abruzzo apenas em 1963”.

“Outro destino ainda fora dos principais roteiros turísticos é a montanhosa e pacata Basilicata, cuja capital é Potenza. Na região, que tem em media apenas 58 habitantes por quilometro quadrado, é bastante comum percorrer horas de estrada sem encontrar uma única pessoa”.

É, nós precisamos ir pra lá!.

Arrivederci.

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dcpv – dia un – vale do loire – não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.

21/07/16

Dia un – Vale do Loire –  Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão francês.

Esta será uma viagem especial.

Afinal de contas, misturar França e Itália, Paris e Milão, Vale do Loire e Toscana, com o upgrade de ver o show do Andrea Bocelli na casa dele, dá um tom bem bacana a tudo, né não?

Bom, o primeiro dia foi no Vale do Loire.

Chegamos em Paris, pegamos o carro alugado e zarpamos diretamente pra essa região de mágicos castelos.

Escolhemos o hotel  Domaine Hauts de Loire e não nos arrependemos.

Os quartos são espaçosos e ficamos numa posição privilegiada pra iniciar o nosso périplo pelos verdadeiros palácios.

Enquanto isso, aplacamos a nossa fome num jantar espetacular no próprio hotel.

Foi uma verdadeira maravilha.

Quanto aos castelos, iniciamos, no outro dia, pela manhã e por Amboise.

Antes disso, tomamos o excelente café da manhã do Domaine.

Perdemos a hora porque o jet lag (5 horas) nos pegou de jeito.

O caminho até Amboise é tranquilo e a cidadezinha é linda.

É claro que o rio Loire está sempre presente.

O castelo fica bem no centro.

E ele tem uma grande importância histórica.

Foi construído no século XI como uma fortaleza medieval …

… e serviu como residência aos reis Luís XI e Carlos VIII.

No século XV, passou por uma reforma que resultou no estilo renascentista que pode ser visto hoje.

Aproveitamos pra comer alguma coisa na famosa Pâtisserie Bigot, que fica na frente do castelo.

Junto ao castelo, encontra-se a capela St Hubert , onde está enterrado o gênio Leonardo da Vinci.

E onde Da Vinci entra nesta história?

Acontece que ele passou, a convite do rei, os últimos anos da sua vida numa mansão, próxima de Amboise,  …

… o Clos Lucé.

E criando, como sempre.

Dizem até que existe uma passagem subterrânea ligando o Castelo à mansão.

Voltando ao pseudo castelo, é muito legal ver como foi o processo criativo do Leozinho (íntimo, não?).

Ver todos os projetos premonitórios de coisas importantes, tais como pontes, armas, bicicleta, paraquedas, etc, é muito emocionante.

E além disso, ainda existe um parque onde as suas criações estão no tamanho natural.

Segue o fotoblog desta maravilha:

Na volta, tomamos um sorvete Amorino …

…  retornamos pro hotel pra dar uma descansada …

… e ver a horta onde é produzido uma boa parte do jantar que teremos a seguir.

Optamos por jantar novamente no hotel.

É, que com a amostra que tivemos ontem, ficamos entusiasmados.

Iniciamos com flutes de Taitanger rosé e alguns amuses.

Logo depois, adentramos ao salão e escolhemos somente os principais, já que contávamos com a degustação de maravilhosos pães e, chover no molhado, da excepcional manteiga.

A Dé escolheu, segundo ela, o melhor peixe que ela comeu na vida dela, o Le Brochet et L’Ecrevisse, que realmente estava bom demais.

Eu fui num frango maneiríssimo, o Le Poulet de Michel Revault, o chef do lugar.

Olha, é uma comida de cinema e daqueles filmes franceses inesquecíveis.

Por sorte, o nosso quarto estava no andar de cima e só nos restou dormir o sono dos justos (e dos bons viajantes).

Au revoir!

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dcpv – calábria calabresa.

número 421
16/06/2015

Calábria calabresa.

A minha mãe, a D Anina, é calabresa legítima. E é claro que fico tentado a reproduzir todas as receitas do livro Coleção Folha Cozinhas da Itália que versa sobre esta região italiana.

Ainda farei isso.

“No extremo sul da península Itálica, a Calábria é banhada pelos mares Tirreno e Jônico. As invasões no passado levaram a população a refugiar-se nas montanhas, dando origem a uma culinária simples, de sabor peculiar, ressaltado pela pimenta vermelha”.

Vamos lá, então, apimentar a sua e as nossas vidas.

Entrada – Zuppa di Fave.

Esta sopa de favas veio a calhar, já que a temperatura caiu bastante.

Inicie, refogando uma cebola grande picada no azeite até começar a dourar …

… e junte 2 tomates maduros picados (substituí por uma lata de tomates pelados), 50 g de carne de sol cortada em cubos …

… e uma lata de favas.

Refogue mais um pouco, cubra com água, ajuste o sal e tempere com pimenta a gosto.

Cozinhe, mexendo de vez em quando, até a carne ficar bem macia e o caldo, espesso.

Enquanto isso, toste fatias de pão italiano no forno.

Distribua as fatias em pratos e despeje a sopa bem quente.

Certamente, quem inventou a comfort food, estava justamente pensando neste prato.

Pra acompanhar, tomamos um vinho tinto, o Malbec Triuno 2012 que foi “refresco, no dos outros, trinta e um, MICTMR“.

Principal – Bracholas de Carne de Porco.

Estas Braciole di Maiale são muito boas.

Na verdade, são quase que um bife a rolé, só que de carne de porco. Comprei alguns bifinhos de lombo no sex shop.

Temperei-os com sal e pimenta a gosto e espalhei, sobre cada um , uma porção de pecorino, salsinha e alho.

Enrolei e fechei com barbante culinário.

Derreti um pouco de manteiga numa frigideira e dourei, em fogo alto, as bracholas de todos os lados.

Reguei com vinho branco e deixei cozinhar em fogo médio, com a panela tampada, por 15 minutos.

Servi as bracholas regadas com o caldo de cozimento e um risoto básico pra acompanhar.

Ficou uma verdadeira delícia.

Harmonizamos esta maravilha com um vinho branco, o Sauvignon Blanc/Chardonnay Mapu 2013 que foi “chi-chi-chi, le-le-le, puma, viva chile“.

Sobremesa – Biscoitos de anis.

Esses ciccitielli são muito curiosos (não preciso nem dizer que foi a Dé quem os fez, né?).

Pra fazer a massa, misture numa vasilha 3 ovos, 2 gemas, 75g de açúcar, 75g de manteiga, 1 cálice de licor de anis (by D Anina, off course) e 1 pitada de de sal.

Vá adicionando 500g de farinha de trigo e 1 colher de sopa de fermento em pó aos poucos, enquanto trabalha a massa, até ficar lisa e compacta. Deixe em repouso por uma hora.

Estenda a massa (este trabalho foi o Deo que fez) até atingir 1 cm de espessura e recorte os biscoitos em formatos variados.

Frite-os (aí foi o Mingão o encarregado) submersos em óleo quente até dourarem e escorra-os.

Já para a calda, ferva 150g de mel com 1/2 copo de água por 10 minutos. Retire do fogo e mergulhe os ciccitielli, misturando delicadamente.

Olha, eles não são Cheetos, mas é impossível comer um só!

Eis a opinião dos linguicinhas:
A mamãe sabe tudo! (Edu)
Piangere, piangere, cche maravilha! (Mingão)
Cosa cche qui?? (Deo)

“Limitada pela geografia e sem a fartura de outras regiões, a Calábria tirou proveito de seus ingredientes e criou sabores peculiares”.

Minha mãe, a legítima calabresa D Anina, sempre nos mostrou estas características.

Já que ela cozinha muito. Viva a Calábria!

Arrivederci.

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dcpv – dia twaalf – amsterdã – finalmente conhecemos os jardins (maravilhosos) de keukenhof.

27/03/2016

Dia twaalf – AmsterdãFinalmente conhecemos os jardins (maravilhosos) de Keukenhof.

O dia amanheceu com muito sol (a previsão acertou).

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E ainda bem, pois hoje seria o dia de conhecermos Keukenhof.

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Pra quem não sabe, os jardins de Keukenhof são famosos …

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… e quase uma Disney das flores.

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Na verdade, eles não ficam em Amsterdã e sim, em Lisse.

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Portanto, é necessário transporte pra ir pra lá.

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Optamos por comprar tanto o ticket antecipado (pela Internet), como o combo com transporte incluído. E aí surgiu um pequeno problema.

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Ninguém explica exatamente como você, estando hospedado no centro de Amsterdã, consegue chegar até o ponto inicial do ônibus que é justamente no aeroporto de Schipol. Nós resolvemos da seguinte maneira: pegamos um trem da central Station até o aeroporto e de lá, o transfer pro parque.

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A fila era imensa (primeiro final de semana de funcionamento e feriado de Páscoa), mas a quantidade de ônibus era grande e embarcamos rapidamente.

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Chegamos e uma multidão estava lá.

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Mas tudo foi muito tranquilo, já que o espaço é muito grande.

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É claro que nos embasbacamos com tudo o que vimos.

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A organização, …

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…  a limpeza, …

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… o charme, …

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… os jardins …

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… de tudo o que é formato …

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… com os mais variados tipos de flores, …

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… enfim, um primor.

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Mas a surpresa maior foi quando entramos numa estufa imensa e vimos as famosas tulipas.

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Elas são o tema do parque …

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… e não ficam nada a devera tudo o que você imagina.

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São tão lindas e …

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… tão diferentes …

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… que seria impossível não fazer um fotoblog destas estrelas florais:

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Depois desta maravilhosa visão,…

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… ainda fomos dar uma olhada em exposições especiais de orquídeas,…

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… de arranjos florais …

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… e até um legítimo moinho nós conhecemos.

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Só sobrou tempo pra comermos algumas coisas por aqui mesmo (o lugar tem muitos restaurantes) …

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… tais como sopas pra Re e pra Dé, …

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… um bom steak pra mim…

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… e continuarmos a nossa visita.

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Dizem que está não é exatamente a melhor época pra se visitar Keukenhof, …

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… (o ideal seria na segunda quinzena de abril …

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…. quando a floração está na sua plenitude) …

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… mas, mesmo assim, gostamos muito.

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A volta também foi tranquila …

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… e fizemos o caminho inverso, pegando o trem do aeroporto para a Central Station.

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Só sobrou tempo pra fazermos umas últimas comprinhas …

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… comer mais umas perfeitas batatas fritas …

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… e terminar o nosso tour europeu …

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… numa legítima casa de champanhes.

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Bubbles & Wines é um bar a vin e fica muito perto do hotel.

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O lugar é bem bacana é muito tradicional.

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Chegamos lá e a Re e a Dé pediram um voo de champagne, ou seja, 3 taças de diferentes produtores (entre eles o Louis Roederer).

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Eu aproveitei uma promoção (como sou econômico!) e experimentei um taste neozelandês, composto de dois vinhos brancos e dois tintos.

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Pra acompanhar, comemos parmesão com mel trufado, …

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… um prato de charcuteria …

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… e tâmaras com parmesão e bacon.

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Tudo absolutamente delicioso e num ambiente que te faz ficar a vontade.

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Bom, foi isso pessoal.

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Este giro europeu por lugares tão bacanas como Paris,…

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… Berlim …

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… e Amsterdã, …

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… nos deixou, mais uma vez, encucados quanto a dificuldade que temos em viver bem por aqui, em comparação com eles.

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É uma pena, mas espero que um dia consigamos chegar lá.

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Até a próxima!

Veja os outros dias desta viagem:

 

dcpv – de veneza à toscana, não há nada igual.

número 420
09/06/2015

De Veneza à Toscana, não há nada igual.

Eu sempre quiz fazer uma viagem que incluísse, no mesmo roteiro, tanto a Toscana, quanto Veneza.

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Nós quase fizemos isso quando fomos pra cidade aquática e logo após, para Florença.

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Tecnicamente Florença fica na Toscana, mas apesar de belíssima, ela é uma cidade grande e não nos remete ao bucolismo daquela região.

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Aproveitei este insight e bolei um menu com uma mistura de receitas destes lugares.

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E, vocês verão, ficou muito típico e bacana.

Entrada – Linguiça Ensopada com Feijão Branco

Esta Salsicce all Ucclelletto vem diretamente da Toscana.

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Taí uma receita pra comer até com um lanchinho a noite.

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Fure 8 linguiças de porco (eu preferi cortá-las) e refogue-as no azeite com dois dentes de alho socados e algumas folhas de sálvia.

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Assim que as linguiças estiverem douradas, junte 500 g de tomate maduro picado, tempere com sal e pimenta a gosto e cozinhe por mais 10 minutos.

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Adicione 300g de feijão branco cozido (pode ser em lata), espere aquecer bem e sirva.

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Ficou realmente simples e delicioso.

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Ainda tivemos um upgrade ao optar pelo vinho tinto francês Villa Chavin Merlot Reserve que foi “facioli, cassoulento, bolaños, fazzulo

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Principal – Massa fresca com molho de anchovas.

Bigoli in salsa d’acciughe. Esta seria a receita escolhida do Vêneto.

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A Dé fez o macarrão mais uma vez.

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E eu optei pelo cabelo de anjo em vez do bigoli.

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O molho é muito simples (e supersaboroso). Aqueça um fio de azeite e refogue 3 cebolas grandes cortadas em fatias finas até ficarem transparentes.

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Aumente o fogo, acrescente 150g de anchovas com o azeite da sua conserva e mexa até o pescado se desfazer.

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Abaixe o fogo novamente, confira se o molho está homogêneo, tempere com pimenta e retire do fogo.

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Cozinhe a massa em água abundante até ficar al dente, escorra e coloque-a na panela do molho.

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Aqueça por mais 2 minutos, sacudindo a panela para que o molho se espalhe pelo macarrão, salpique salsinha picada e sirva.

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Olha, é mais uma daquelas receitas pra se guardar no fundo do coração.

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Resultou ainda melhor com a experiência que fizemos ao tomar um champagne Moet Chandon Frizz que por ser demisec foi “leviana, gelosa, icecube, felomenal” (este champagne é aquele que foi feito pra ser tomado com pedras de gelo).

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Sobremesa – Pudim de arroz ao leite

Eu vivo arrumando trabalho pra Dé. Afinal de contas, este Budino di riso al latte da região do Vêneto é até que um pouco complicado de se fazer (especialmente em se tratando de uma receita italiana).

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Inicie hidratando 100g de uvas-passas em água morna, deixando escorrer e secar.

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Em fogo baixo, aqueça 1 litro de leite e acrescente 1 fava de baunilha. Antes do leite ferver, adicione 150 g de arroz para risoto e sem parar de mexer, cozinhe por 15 minutos.

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Acrescente uma pitada de sal e 70g de açucar e deixe cozinhar por mais 10 minutos. Incorpore as passas, 100g de amêndoas em lâminas e raspas de um limão siciliano.

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Mantenha em repouso por 5  minutos e distribua em forminhas untadas com manteiga.

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Leve ao forno praquecido a 200°C por 3 minutos, desenforme e sirva quente ou frio. O resultado ficou muito bom e o doce lembra bastante um panetone feito de arroz.

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Eis a opinião dos mais do que italianinhos:
Que comida! Cche comida! (Edu)
Beatifull moment!!! Espetáculo. (Mingão)
Cosa che qui! Espetáquila! (Deo)

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“Destino quase obrigatório dos turistas que desembarcam na Itália, o Vêneto exibe uma culinária tão sedutora quanto os canais e as famosas gôndolas da sua capital, Veneza”.

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“Não são apenas as paisagens românticas difundidas no cinema que atraem turistas para a Toscana. A região também embriaga os sentidos pelos aromas e sabores de sua cozinha”.

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Me diz se eu fiz certo ou não de juntar estas duas belezuras?

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Arrivederci.

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dcpv – dia elf – amsterdã – Van Gogh e cerveja, tudo a ver.

26/03/2016

Dia elf – Amsterdã- Van Gogh e cerveja, tudo a ver.

O dia prometia muita chuva.

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E realmente começou chovendo.

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Tomamos o café da manhã no mesmo lugar de ontem (gostamos bastante) …

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… e resolvemos fazer um tour pelo nosso hotel.

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O prédio é histórico, tem mais de 500 anos …

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… e salas muito bacanas …

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… como a de casamentos …

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… além do salão principal onde a rainha Beatrix se casou em 1966.

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Ah, o restaurante principal tambem é bem bacana …

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… e tem uma obra de arte muito legal em sua parede.

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Depois desta aula de história, resolvemos bater pernas.

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A Re descobriu um Pet Shop nas cercanias …

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… e aproveitamos pra ir passear em lugares onde normalmente turistas não vão.

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Apesar do tempo ruim, foi muito interessante, não fosse a chuva que aparecia de vez em quando.

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Passamos no famoso Mercado de Flores …

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… e fomos para o Van Gogh Museum.

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Chegamos ao museu e uma multidão estava na fila para comprar ingresso.

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Como tínhamos comprado pela Internet, não precisamos participar daquela bagunça e entramos diretamente.

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O museu é lindo.

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E, certamente, foi um dos mais bacanas que fomos até hoje.

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Primeiro pela mais absoluta especialização, já que o tema Vincent Van Gogh é muito bem explorado.

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Segundo, pelo áudio guia que é imperdível e funciona no melhor português do Brasil.

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Se é que existe algum pecado, ele é a proibição de se tirar fotos.

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Sempre se dá um jeito, …

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… mas não consigo entender o porque desta proibição.

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Segue um mini fotoblog com as fotos proibidas 🙂 :

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Aproveitamos pra almoçar no restaurante dele mesmo.

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Também exploramos a lojinha que tem produtos bacanas e diferenciados.

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Quando saímos do tour, o sol estava a pino.

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É claro que todas as fotos tiradas nesta condição tornavam tudo mais bonito ainda.

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Como estávamos perto, …

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… e também tínhamos comprado o ingresso antecipadamente, fomos até o Heineken Experience.

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Assim como no Van Gogh, o ato de comprar os tickets antecipadamente é muito sábio, ante as enormes filas de cada um dos locais.

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Sem contar, que os ingressos para o museu da Heineken não tem data determinada e assim você pode ir no dia que quiser.

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Portanto, cortamos a fila oficialmente e iniciamos o tour.

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Ele é muito legal e se destaca por ser realmente uma experiência única.

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Lá você fica sabendo sobre todo o ciclo de fabricação da cerveja, …

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… encara um filminho numa sala especial onde você se sente como se estivesse participando internamente de todo o processo,…

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… desde a escolha da matéria prima até o engarrafamento …

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… e ,finalmente, o ato da garrafa ser aberta numa balada.

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Você experimenta o mosto inicial, …

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… aprende a degustar a loira …

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… e ao final, toma 2 chopes de 250 ml cada.

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Sem contar das incontáveis experiências que você tem…

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… e que transformaram esta cerveja numa prestigiada marca.

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O divertimento é total …

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… e até direito a uma foto virtual com a taça da Champions League você tem.

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Enfim, é um passeio imperdível.

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Voltamos a pé para o hotel …

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… e finalmente conhecemos um coffee shop.

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Depois deste laboratório, comemos mais cones de batatas fritas (especialidade holandesa) …

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… e fomos dormir um soninho mais do que tranquilo.

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Goedenavond!

Veja os outros dias desta viagem:

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