Archive for the 'vinho' Category

dcpv – day five – canadá – vancouver – nem só de sol vive o turista.

16/10/2019 (vivido em 01/10/2018)

Day five – Canadá – Vancouver – Nem só de sol vive o turista.

Chuva. E dá-lhe plano B.

Aonde ir quando a chuva aperta?

Museus!

Sim, no plural.

E foi o que fizemos.

Antes de ir, tomamos um lauto café da manhã …

… e fomos resolver um imbróglio.

Desde a última viagem pra cá (2008) tenho 1000 dólares canadenses em travellers checks do Amex e não consigo trocar.

Desta vez eles não escapariam. Descobri através do site o ponto de troca mais perto do hotel e fomos até lá.

Olha, foi moleza de descobrir. Eles não trocam! Vou ter que dar um jeito aqui no Brasil mesmo (em tempo, já troquei na Confidence Câmbio).

Dali, rumamos para o Museu de Antropologia que fica na UBC.

Lembram da história dos Segway de ontem?

Pois este museu fica lá mesmo.

E ele é muito interessante.

Basicamente conta a história dos first people que chegaram ao Canadá.

E com maestria.

São inúmeros (mais de 40000) objetos …

… que mostram todas as culturas de quase todo o mundo.

Extremamente curioso e informativo.

Além da quantidade imensa …

… de totens …

… de todos os lugares …

… dos primórdios canadenses.

É claro que existe uma grande atração.

E ela é The Raven and The First Man.

A escultura foi feita pelo Bill Reid …

… e representa a criação do homem a partir de uma águia.

É linda, …

… super-fotogênica …

… e emblemática.

Como diria a Dé, encantadora.

Como o tempo continuava broncolhaço, …

… resolvemos conhecer outro museu.

No caso, o de Ciências.

Ele é quase infantil, mas bastante curioso.

Lá você (re)aprende um montão de coisas básicas.

São ilusões de ótica, …

… coisas de física, …

… toca instrumentos diferentões …

… enfim, se diverte muito.

Ainda tivemos a oportunidade de assistir a um filme sobre Pandas (aqueles tipos de ursos engraçadinhos) no cinema Imax …

… e explorar uma exposição especial …

… sobre como são feitos os desenhos animados da Pixar.

Olha, bota curioso nisso!

As imagens são fantásticas e realmente valem um foto blog.

Retornamos ao hotel pra deixar o carro e aproveitar pra conhecer algumas lojas que ficam em volta dele.

Afinal de contas, compras são sempre necessárias.

Andamos bastante e quando vimos,…

… estávamos prontos pro jantar.

Que hoje, seria em grande estilo.

Afinal de contas, ganhamos um menu degustação com paridade de vinhos totalmente grátis (obrigado Marcello Brito, nosso amigo e agente de viagens).

E a coisa toda foi incrível. Começa que por ser cortesia, imaginávamos que o jantar seria meia-boca.

E nos surpreendemos positivamente. Foi absolutamente perfeito e incrível.

Iniciamos com uma Búfalo Burratta Grilled BC Stone Fruit, Agrodolce, Thai Basil. Perfeita!

Continuamos com o Birch Syrup Smoked Salmon Frozen Chilliwack Tomato Sableée. Perfeito 2.

Acompanhou mais um vinho branco Barbera Gastrique.

A Terceira belezura: Heritage Angus Beef Carpaccio Cured Yolk. Perfeito 3.

Combinou com um Barbera D’Asti, claro.

Quarta maravilha: Haida Gwaii Sablefish Mahogany Clam Vin branco House Cured Bacon. Perfeito 4.

Mais um vinho branco, agora um francês.

Só restou a sobremesa, Chanagan Apple Mille-feuille Vanilla Ice Cream White chocolate Caramelo. Perfeito 5.

Finalizamos com um Tokaji 5 Putonnyos.

Enfim, foi uma noite perfeita ao custo de 6,30 dólares canadenses (é, a água não estava incluída! Hahaha).

Vai ser perfeita lá na …

Au revoir!

Veja como foi o primeiro dia desta viagem:
day One – USA/Canadá – Como chegar em Vancouver após divertidas 43 horas.
day Two – Canadá – Vancouver – Fazendo city tours, inclusive de hidroavião.
day Three – Canadá – Vancouver – Voando na NBA.
day Four – Canadá – Vancouver – Passeio por Granville Island/.

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dcpv – day four – canadá – vancouver – passeio por granville island.

24/09/2019 (vivido em 30/09/2018)

Day four – Canadá Vancouver – Passeio gastronômico por Granville Island.

A previsão do tempo indicava que choveria o dia todo.

Até tentei aplicar um plano B (é sempre bom ter um), mas o passeio de Segway já estava marcado há um bom tempo.

Resultado?

Tomamos o café no hotel …

… e zarpamos pra UBC, mais precisamente pro Jardim Botânico.

A chuva continuava caindo, o que não impedia de curtirmos muito o visual incrível …

… que a folhagem de outono nos proporcionava.

Chegamos lá no horário previsto, …

… pagamos os tickets …

… andamos um pouco vendo a maravilhosa paisagem …

… e chegamos ao ponto de encontro.

Lá estava nos esperando o Nicolas, …

… que surpreendentemente nos recebeu falando português.

E explicou que, com aquelas condições, seria impossível andar de Segway pra conhecer os jardins.

Como opções, ou receberíamos o dinheiro de volta …

… ou remarcaríamos o passeio.

Resolvemos remarcar porque simplesmente adoramos tudo.

Tanto, que ficamos mais um pouco, …

… apesar da chuva.

Tiramos belas fotos do jardim das ervas …

… e quando a chuva diminuiu a sua intensidade, …

… voltamos pra incrível lojinha…

… onde aproveitamos pra comprar muitas coisinhas interessantes.

Voltamos pro hotel, pois tínhamos um tour gastronômico em Granville Island.

Cheguei nele através do AirBnB Experiences.

Achei alguns passeios interessantes, entrei em contato e rapidamente fechei o negócio.

Foi assim que conhecemos a Kimberley.

As 15:00 hs estávamos no ponto de encontro e voilá.

A empatia foi imediata.

E daí pra frente foi um desfilar de ótimas informações …

… com a degustação de excelentes produtos.

Iniciamos experimentando um croissant de amêndoas que estava maravilhoso.

Logo em seguida, foram frutos do mar.

Camarões, carangueijo e salmão em todos os formatos, sendo alguns doces.

Interessantes e saborosos.

Continuamos …

… vendo…

… muitos …

… ingredientes …

… de …

… primeira …

… linha.

Além de fornecedores com tradição …

… e certificado de qualidade dos seus produtos,…

… o Granville Island é realmente maravilhoso.

O ponto alto do passeio, foi quando a Kimberley montou um verdadeiro picnic na área de alimentação do mercado.

Salames (com figos e zest de laranja)…

… presunto com trufas negras, …

… maçã com um tipo de patê de porco, pera canadense, …

… pão de azeitona, focaccia de ervas, …

… focaccia de blueberry (espetacular) …

… e um doce canadense que não lembro o nome. 🙂

Tudo muito saboroso e melhor, com muita história.

Passamos também num fornecedor de azeites e acetos …

… bem como num de picles (compramos tudo) …

… indo finalizar numa cervejaria.

Nada melhor do que comemorar um passeio deste quilate …

… bebendo umas cervejas canadenses …

… e de raiz.

Olha, recomendamos este tour com a maior intensidade.

Kimberley se esforça e consegue entregar uma experiência de imersão total na cultura canadense.

Voltamos pro hotel felizes.

É claro que a chuva continuou (a previsão do tempo por aqui é infalível), mas quem ligou pra ela?

Aproveitamos pra dar uma descansada e resolvemos curtir o bar do hotel nesta noite.

Foi muito tranquilo.

Só descer nove andares e estávamos prontos pra beber flutes de Champagne, …

… e comer batatas com trufas e parmeggiano, …

… além de tostadas de queijo.

Tudo absolutamente certo, a companhia perfeita, prum lugar perfeito.

Não importa se com chuva ou não, Vancouver é sempre uma bela cidade a ser descoberta.

E tenho dito (até encontramos uma daquelas casas reformadas pelos Irmão à Obra!).

Bye.

Veja como foi o primeiro dia desta viagem:
day One – USA/Canadá – Como chegar em Vancouver após divertidas 43 horas.
day Two – Canadá – Vancouver – Fazendo city tours, inclusive de hidroavião.
day Three – Canadá – Vancouver – Voando na NBA.

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dcpv – day three – canadá – vancouver – voando na nba.

21/09/2019 (vivido em 29/09/2018)

Day three – Canadá – Vancouver – Voando na NBA.

O dia amanheceu broncolhaço.

O que era algo esperado nesta época do ano em Vancouver.

Tomamos o nosso variado café da manhã no hotel …

…e zarpamos pro Canadá Place.

Antes passamos num supermercado …

… ao lado do hotel …

… só pra ver o nível dos ingredientes.

Têm potencial!

Tínhamos uma reserva pra fazer o passeio FlyOver Canada.

Ele é quase um Soarin canadense.

Foi espetacular.

Uma pena que não é possível tirar fotos, mas a experiência toda é um espetáculo.

Aproveitamos pra dar uma passada pela cidade.

E que cidade!

Vancouver é um daqueles lugares que você se apaixona à primeira vista.

E fica pensando o porque de não morar lá? 😀

Aproveitamos pra passar numas lojas que a Cecilia, a nossa guia de ontem, indicou.

E não nos arrependemos.

Tudo é encantador e algumas marcas unicamente canadenses fazem produtos de alta categoria.

Ainda por cima, acompanhamos um protesto de brasileiros.

É, o #elenao é universal! (seria premonição?)

Retornamos ao hotel, pois iríamos almoçar no The Teahouse.

Este restô fica no queridinho Stanley Park.

E é muito charmoso.

Chegamos e a chuva começou a cair.

Pegamos um lugar na parte interna e pedimos somente coisas convencionais.

Abrimos os trabalhos com um mix de entradas.

Hummus, azeitonas, caponata , ricota e nan.

Tudo perfeito.

Acompanhamos com meia garrafa dum ótimo Prosecco natural e chamamos os pretensos principais.

A Dé escolheu uma salada Mediterrânea acompanhada de peito de frango …

… e eu, um “lerrítimo” Fish&Chips, crocante e saboroso.

Estávamos satisfeitos, mas tínhamos que correr.

Afinal de contas, o programa da tarde seria assistir a um jogo da NBA.

Toronto Raptors (o único representante canadense) …

… e Portland Trail Blazers fariam o amistoso da pré temporada da Season 2018/2019.

E, pra variar, o espetáculo foi sensacional.

Pra começar, tinha comprado ingressos prum lugar até que legal, mas não tinha noção que seria no nível da quadra.

Chegamos lá e quando vimos, estávamos atrás da tabela, …

… mas muito próximos da quadra.

Tão próximos, que foi possível ver os grandes astros quase que tete a tete.

Pra eu, que sou um aficcionado, foi inesquecível.

Ver o Kawhi Leonard, o Kyrie Irwing, o Valanciunas, o Danny Green, o Ibaka e outros menos votados tão de perto foi mesmo de tirar o fôlego.

E o jogo foi surpreendentemente bom.

Além de que o clima de qualquer espetáculo destes é memorável.

Nos divertimos muito …

… e tive ainda a possibilidade de pisar na quadra …

… e tudo o mais.

Até as Wags nós vimos.

Quem já assistiu, sabe do que estou falando! 😂

Enfim, curtimos muito e aproveitamos demais o clima da cidade, …

… já que fomos e voltamos a pé pro ginásio.

Corremos mais um pouco (a chuva deu uma apertada), chegamos no hotel e nos preparamos pro jantar.

Que seria no Blue Water Cafe (dica do Álvaro), um famoso restaurante de frutos do mar de Vancouver.

O lugar é muito charmoso …

… e por não estarmos com fome, …

… optamos por degustar somente entradas.

A primeira foi um multi prato com …

… ceviche, …

… tartar de atum, …

…  bolinho de crab …

… e uma tortinha de salmão.

Tudo estava mesmo especial …

… e fechamos com chave de ouro, tomando flutes de Taittinger e duas taças dum vinho branco francês espetacular.

Foi o coroamento de mais um dia especial nesta ótima viagem.

Que venham mais dias assim.

See U.

Veja como foi o primeiro dia desta viagem:
day One – USA/Canadá – Como chegar em Vancouver após divertidas 43 horas.
day Two – Canadá – Vancouver – Fazendo city tours, inclusive de hidroavião.

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dcpv – day two – canadá – vancouver – fazendo city tours, inclusive de … hidroavião.

18/09/2019 (vivido em 28/09/2018)

Day two – Canadá – Vancouver – Fazendo city tours, inclusive de … hidroavião.

Como eu já falei, conhecemos Vancouver há 10 anos.

E certamente não tínhamos noção de como a cidade estava.

A partir disso, o raciocínio lógico foi: precisamos procurar alguém que nos dê dicas sobre a cidade.

Encontrei a Cecília da Vancouver by Locals no santo Google.

E a escolha se mostrou mais do que acertada.

Bom, vamos começar do princípio.

Acordamos cedo, apesar do jet leg, …

… tomamos o nosso lauto café da manhã no hotel …

… e as 9:00 em ponto estávamos no lobby esperando nossa guia.

Nos apresentamos e aí começou o nosso city tour personalizado.

Como o princípio seria nos posicionarmos na cidade, …

… nos deslocamos com a van da Cecília.

Iniciamos reconhecendo a região próxima ao hotel …

… e logo depois chegamos a, …

… segundo a nossa opinião, …

… um dos parques mais bonitos do mundo.

Stanley Park é certamente o Ibiraquera que deu certo!

Rodamos bastante por lá, …

… nos maravilhamos com as cores das folhas de outono, …

… revimos os emblemáticos totens, …

,.. com os seus significados enigmáticos …

… e seguimos em direção a Lions Gate.

As vistas são espetaculares …

… e marcantes.

Passeamos pela English Bay …

… e chegamos ao Granville Island.

Lá tem um mercado com ingredientes de altíssimo nível.

E certamente um lugar que voltaremos muitas mais vezes.

Ele merece este belíssimo fotoblog.

De lá, rumamos para o Park Queen Elizabeth.

E o que é aquela exuberância toda?

Todos os ângulos te mostram uma face maravilhosa …

.. deste belíssimo parque.

O que é aquilo, minha gente?

Tudo é tão lindo …

… que fica difícil escolher o mais bonito.

Demos uma passada rápida na decadente Chinatown …

… e também pela retumbante zona de Gastown.

É claro que tiramos a clássica foto do famoso relógio a vapor …

… e encerramos o tour passando pelo icônico Canadá Place.

Ao nos despedirmos, anotamos um montão de dicas da Cecília …

… que colocaremos em prática (façam este tour. É muito bom!)…

… e voltamos ao hotel pra nos preparar pro passeio da tarde.

Que seria mais um citytour, só que aéreo. Aéreo?

Sim, senhores.

Iríamos pegar um hidroavião da Harbour Air

… e sobrevoar a belíssima Vancouver.

Ah, consegui convencer a Dé a subir na aeronave …

…. apesar das condições serem um pouco, digamos, estranhas. 🙂

Entre mortos e feridos, salvaram-se todos.

Assim como foi muito cômico escolher o lugar num quase teco teco.

Mas o voo foi brilhante …

… e ninguém reclamou de nada.

Este merece, mais do que nunca, um merecido convite pra participar do happening.

Fotoblog de novo? Claro que sim.

Ao término do passeio, fomos ao encantador prédio da Marinha …

…e a Torre Vancouver Lookout

… para além de ter as vistas aéreas fixas mais bacanas da cidade, …

… ainda sermos brindados …

… com um maravilhoso por do sol.

Cá pra nós, …

… por do sol combina muito bem com Vancouver.

Sente só a maravilha deste skyline?

Ainda aproveitamos o calorzinho reinante, …

…. pra tomar um ótimo sorvete da Bella.

Estávamos com fome e prontos pra ir  jantar.

Fomos ao Botanist, …

… o restô do chiquésimo hotel Fairmont Pacific Rim.

O lugar é muito bacana …

… e a comida não fica atrás.

Iniciamos os trabalhos com a Dé pedindo um Gaspacho muito especial, hiper saboroso.

Eu fui no que eu adoro, vieiras.

Como principal, a Dé escolheu um prato veggie meio estranho …

… e o meu foi um tremendo salmão, saboroso e muito bom!

Tomamos duas flutes de Champagne e duas taças dum vinho branco do Vale de Okanagan.

Resumo da ópera: o dia foi muito produtivo e variado.

Foram varios tipos de city tours, mas todos com o mesmo objetivo: ter uma pincelada de como Vancouver funciona …

… e aproveitá-la ao máximo.

Foi o que fizemos e faremos.

Adiós.

Veja como foi o primeiro dia desta viagem:
day One – USA/Canadá – Como chegar em Vancouver após divertidas 43 horas.

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dcpv – day one – usa/canadá – como chegar em vancouver após divertidas 43 horas.

14/09/2019 (vivido em 27/10/18)

Day One – Usa/Canadá – Como chegar em Vancouver após divertidas 43 horas.

A Dé é apaixonada por Vancouver (e eu também).

E foi ela que insistiu que precisaríamos retornar a esta bela cidade canadense.

Estivemos lá em 2005, por apenas 3 dias e adoramos.

Aproveitei que tinha pesquisado um pouco …

… e acrescentei Seattle no roteiro.

Afinal de contas a terra do rock, ou melhor do grunge, e da chuva não poderia ficar de fora.

O problema seria como chegar lá?

Voo direto não existe.

Aproveitamos que estávamos com muitos pontos e compramos passagens para Miami.

E pra não dar zebra pra pegar o outro voo, optamos por ficar 10 horas por lá.

Foi um verdadeiro happening.

Aluguei um Mustang (pela Hertz) e aproveitamos um montão.

Reservamos um day use no Sheraton do aeroporto …

… e fomos passear por downtown.

Iniciamos fazendo uma visita ao museu de Ciências Frost.

É muito interessante, …

… pois tem um belo aquário, …

… com muitas coisas bacanas, …

… um tremendo planetário …

… e é uma construção maravilhosa.

Cá pra nós, o centro de Miami está um espetáculo.

Depois passeamos (tudo foi motivo pra curtir o carrão) …

… pelo renovado Design District, …

… onde constatamos como são bonitos os estacionamentos de lá.

Sim, os parkings são espetaculares!

Como estava muito calor, …

… passamos em Wynwood.

Olha, o lugar também está maravilhoso.

Tem grafites sensacionais pra onde você olha…

… um mais bacana do que o outro.

Wynwood Walls está de cair o queixo.

Este realmente merece um fotoblog.

Era chegada a hora do almoço.

E só poderia ser no nosso queridinho, o Milos, que fica em South Beach.

Continua excelente e muito carismático.

Pedimos a usual e ótima salada grega acompanhada de fresquissimas sardinhas portugas …

… e um peixe branco com aspargos al dente…

… com um ótimo vinho branco grego.

Que maravilha!

Na volta pro hotel, demos uma revisitada no prédio ícone da Bacardi.

Pronto, era chegada a hora do nosso voo pra Seattle.

Passamos um bom tempo no avião …

… e chegamos por volta da meia noite.

A ideia foi pegar o carro na Sixt, …

… dormir no Crowne Plaza que fica lá perto, …

… acordar cedo e zarpar pra Vancouver.

Foi o que fizemos.

O dia amanheceu lindamente com direito a vista do Mt Rainier …

… e das primeiras cores das folhagens de outono, …

… outra das maravilhas da natureza.

Acho que vamos tirar zilhões de fotos destas cores tão vivas.

No caminho pra Vancouver, demos uma parada no Premium Outlets.

É um ponto de compras muito bom e com vistas muito legais.

Uma hora depois cruzamos, pela primeira vez, a fronteira.

Foi muito tranquilo …

… e você só não pode esquecer que é necessário um visto comum pra atravessá-la.

Daí pra frente, foi só passear, …

… continuar nos maravilhando com as autumn falls …

… e chegar ao hotel Shangri La.

Que por sinal é muito bem localizado …

… e tem o nosso perfil (né, Marcello Brito?).

Adoramos hotéis com acento asiático.

O quarto é imenso …

… e tem vistas muito interessantes da cidade.

Aproveitamos pra dar uma situada …

… e fomos caminhar em direção ao Canadá Place …

….onde vimos mais um daqueles …

… memoráveis pores do sol …

… com direito a pouso de hidroavião.

Retornamos pro hotel …

… e fomos nos preparar pra jantar no Market, o restô do JG, o badalado Jean Georges, que fica no hotel.

Ele é moderno …

.. e clássico ao mesmo tempo.

Iniciamos os trabalhos tomando duas flutes da Viuvinha …

… e degustando um pão muuuuuuito crocante.

A Dé pediu um halibut como principal …

… e eu, um veal muito macio acompanhado dum ótimo purê de batatas.

Harmonizamos com um branco da NZ e um tinto italiano, um Barbera D’Asti, ambos espetaculares.

Aí foi só subir 9 andares (de elevador, claro!) …

… e dormir o merecido sono dos justos e cansados.

Até amanhã que, efetivamente, começa a viagem. Ufa, chegamos!

See U!

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dcpv – dia XI e l’ultimo – itália – em roma, literalmente como os romanos.

11/09/2019 (vivido em 14/06/2018)

Dia XI e l’ultimo – ItáliaEm Roma, literalmente como os romanos.

Deixamos este último dia desta inesquecível viagem pra curtir como os romanos.

E como turistas também, que realmente somos.

Ou seja, não teríamos nenhum tour ou nenhuma coisa muito específica pra fazer.

E também faríamos as nossas comprinhas costumeiras de última hora.

Tudo bem que a globalização já tirou aquela coisa de que não se consegue achar bons produtos italianos em SP.

Mas, ainda é muito legal comprar queijos, salames, frutas, verduras e pizzas (???) por aqui.

Opa, calma que vou explicar melhor.

Acordamos um pouco mais tarde, …

… não tomamos o apenas regular café da manhã do hotel …

… e demos um upgrade indo direto pro Caffé Roscioli,..

… que fica perto do Campo dei Fiori.

Olha, foi muito bom.

Pedimos dois tremendos capuccinos, …

… um sanduba com mortadela, …

… um bomboloni …

…e finalizamos com expressos curtíssimos.

Comemos tudo de pé e com um monte de romanos.  Até a Hande nós encontramos.

Dali fomos fazer a feira.

Eu disse que ela está um pouco descaracterizada e é verdade.

Mas a parte referente a produtos frescos continua imbatível.

Resultado? Compramos cerejas, …

… tomatinhos, alho, (vejam só estes ruibarbos!) …

… favas, …

… limão siciliano e alcaparras.

Logo ali na esquina, está a padoca Forno que é uma daquelas instituições romanas.

Compramos um pão romano, uma inesquecível pizza bianca com mortadela e a Dé não resistiu e comeu uns moranguinhos.

Aproveitamos que estávamos perto e …

… demos mais uma olhada no Arco degli Acetari.

Que lugar …

… sensacional!

Voltamos ao hotel pra descarregar tudo …

… e resolvemos dar uma incrementada cultural no dia.

Já que o belíssimo Chiostro del Bramante fica bem ao lado.

Taí mais um lugar imperdível na cidade eterna.

E pra dar um up, …

… se é que isso seria possível, …

… tinha uma exposição do gênio e pintor inglês William_Turner.

O cara era um visionário …

… que já pelos idos de 1800 …

… pintava coisas em aquarela …

… que, certamente, …

… prenunciavam o Impressionismo.

Que o digam Monet, Rothko e quetais.

Olha foi uma aula de técnica e de cultura.

Além do mais, o bar que existe no segundo andar do Chiostro é uma beleza.

É claro que os Aperol Spritz não nos escaparam.

Como era hora do almoço, aproveitamos pra confirmar a reserva numa outra instituição romana, o Armando al Pantheon.

Como era ao lado, nos abastecemos de salumi, formaggio e olio…

… na L’Antica Salumeria.

Como lerê, uma passada básica …

… no belíssimo Pantheon …

… mais uma obra do Adriano, o verdadeiro Imperador.

Chegamos ao Armando e estava lotado.

Mais uma vez eu digo: recomenda-se fazer uma reserva.

E olha que além de nós, alguém também famoso esteve por aqui.

O lugar é clássico e a comida, imperdível.

A Dé escolheu um spaghetti verde, com um molho à base de limão.

Maritou, como dizem os italianos, com um ótimo Bianchetto.

E eu, já que estávamos numa instituição, instituí.

Pedi um bucatini ao cacio e pepe de babar. De babar!

Dois expressos depois e estávamos prontos pra voltar pro hotel.

Só não contávamos com a chuva torrencial.

Que cá pra nós, aumentou ainda mais a beleza de Roma.

Compramos um providencial guarda-chuva e fomos dar uma geral no nosso belíssimo hotel.

Dali partimos pra Piazza del Popollo.

A ideia seria andar pela zona comercial e continuar com algumas comprinhas.

É claro que a passada pela Piazza di Spagna era obrigatória.

Só não contávamos com a volta do sol, que deu um toque todo especial a tudo….

… e a chegada pelo lado oposto, acabou evidenciando a beleza da Piazza …

… ser sem ofuscada pela magnífica Scalinata …

… e pela Barcaccia.

Continuamos pela vil dei Condotti …

… (incrível como tem gente que compra na Louis Vuitton) …

… e chegamos à nova La Rinascente.

Tudo é incrível, …

… mas o último andar supera os limites.

Lá fica o Food Hall.

Sim, um monte de coisas pra serem compradas e degustadas.

Compramos azeites, pastas, molhos, …

… e decidimos encerrar esta parte do dia com duas flutes dum bom Champagne francês.

A ocasião merecia.

Cansados, optamos por pegar um táxi e retornar com as muambas pro hotel.

Pensam que o dia acabou? Nananinaná.

Ainda tínhamos que cumprir o planejado desde o projeto da viagem.

A importação de pizzas da nossa pizzaria favorita.

Da Baffetto é um daqueles lugares ame-o ou deixe-o.

Não precisa nem dizer que nós amamos (até o Al Pacino trabalha lá).

Quase tudo é desorganizado, com um serviço meio caótico, mas a pizza é inesquecível.

Tanto que numa reunião de família decidimos repetir o plano de 5 anos atrás.

Sim, esta seria a segunda vez que levaríamos pizzas romanas pra comer na grande Ferracci di Vasconcelli e tudo deu certo.

Comemos a nossa margherita lá mesmo, tomamos um bom bianchetto em copos “esquisitos” …

… e falamos pro Paulo, o garçom que queríamos duas pra levar pro Brasil.

O cara deu risada, mas depois entendeu a maluquice.

Pronto, com as pizzas ainda quentes na mão, estávamos indo pro hotel, …

… quando passamos na frente da Cul de Sac, a nossa enoteca preferida.

É claro que a Dé concordou e perto da meia noite …

… estávamos lá curtindo as nossas duas últimas taças dum buoníssimo bianchetto.

Ufa! Que dia, que noite, que viagem!

Tudo correu perfeitamente …

… e nos divertimos como nunca.

Se bem que no nosso caso, vir pra Itália é quase como passear na casa da Nona.

Não tem como não gostar!

O resto foi acordar bem cedo, …

…em mais um dia maravilhoso, …

… pegar um voo diurno, …

… e curtir muito …

… com o bom astral da Alitalia …

… e com a verdadeira aula de geografia …

… que a janelinha nos oferecia.

Nunca gostei tanto de um voo diurno.

Arrivederci, Itália (esta é a pizza, já pronta na Nova Toscana) …

… e que venha a Puglia. E a Sicília. E Roma …

Arrivederci!

Acompanhe o que aconteceu nos outros dias desta magnífica viagem:
dia I – Itália – Caserta – Iniciando a Costiera Amalfitana com história!
dia II – Itália – Costiera Amalfitana – Maiori e Minori, tem nome mais bacana pra colocar em cidades? De quebra, Ravello e Positano.
dia III – Itália – Costiera Amalfitana – Tarantella do crioulo doido: templos gregos, mozzarella de búfala e vinhos.
Dia IV – A Costiera Amalfitana – Almocamos em Capri e jantamos em Positano. Sempre com a companhia dos Faraglioni. Plus, a Gruta Azul.
dias V e VI – Itália – Costa Amalfitana/Roma – Tudo icônico:  bate e volta para Ostia Antica, Segway noturno e pizza na Da Baffetto.
Dia VII – Itália – Roma – Tour pelo centro e pelo bairro do diabo, o -Ttrastevere
dia VIII – Itália – Roma alternativa: Mercado de Testaccio.
dia IX – Itália – Roma – Mais um bate e volta: Frascati, aquela dos vinhos. Ah, tem o Mercato Centrale.
dia X – Itália – Roma – Mais um bate e volta: caramba, eu não sabia que Tivoli (Villas Adriana e D’Este) era tão bacana.

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dcpv – dia X – itália – roma – mais uma bate e volta: caramba, eu não sabia que tivoli (villas adriana e d’este) era tão bacana!

09/09/2019 (vivido em 13/06/2018)

Dia X – Itália – Roma – Mais um bate e volta: caramba, eu não sabia que Tivoli (Villas Adriana e D’Este) era tão bacana!

Hoje o dia seria de surpresa total.

Queria conhecer Tivoli (e as Villas Adriana e D’Este) em alto estilo.

Para tanto, cotei alguns tours com guia e transporte privativo.

Confesso que levei um susto com os preços, coisa de 700€!

Parti pra outra coisa mais light.

E acabei caindo no queridinho Get Your Guide.

Fiz a reserva pagando cerca de 70€ por cabeça e pronto.

As 10:00 hs estávamos no escritório da empresa (fica em Termini) pra iniciar a nossa aventura.

Chegamos lá e percebemos que o grupo era bem eclético.

Formado por 3 mexicanas, 1 canadense, 1 australiana, 1 americana, 1 italiana e 10 indianos além de nós dois, ítalo-brasileiros. Sim, a maioria era de indianos.

Como o tour não poderia ser em indiano, acabou sendo em inglês mesmo e num ônibus.

O caminho de Roma até Tivoli é relativamente curto.

Foi o suficiente pra nossa ótima guia passar as informações necessárias sobre os lugares que visitaríamos.

Chegamos na Villa Adriana meia hora depois.

E, pra variar, o lugar é espetacular.

São ruínas da mansão feita pelo Imperador Adriano, no século I, …

… e que acabam por te mostrar como seria viver naquela época sendo um verdadeiro imperador.

A megalomania dele está estampada em tudo.

Mas a inteligência e a cultura também.

Como ele era praticamente um arquiteto (o Pantheon também foi obra dele) …

… e viajante, gostava muito de incorporar os seus conhecimentos às suas construções.

Portanto, a Villa Adriana toda é muito organizada …

… com setores muito bem definidos e …

… confortáveis.

Até uma tremenda academia, …

… ele tinha.

Fora as piscinas …

… com toda a ormanentação ….

… que as tornam super charmosas.

Saímos de lá um pouco molhados …

… (choveu um pouco) …

… mas, felizes por adquirir tantos conhecimentos.

O tour ainda incluía um almoço.

Confesso que não tínhamos grandes expectativas, se bem que estávamos na Itália.

Aproveitamos pra conhecer …

… o centro charmoso de Tivoli …

… e comer na Trattoria del Falcone.

Iniciamos com uma pasta a carbonara (al dente e muito boa) …

… e continuamos com um excelente penne al sugo.

Enfim, foi muito bom e divertido.

Dali, fomos para a Villa D’Este que é muito próxima do centro histórico.

E o lugar todo é estrepitoso.

Começa que a construção em si já é um espetáculo.

São várias salas com afrescos …

… muito bem pintados por grandes artistas.

Mas quando se chega aos jardins …

… aí você vê vê como o Cadeal D’Este era pra lá de megalômano também.

Só o barulho da água correndo …

.. já seria o suficiente pra despertar a curiosidade.

Mas as imagens, como diria o Datena, são fortes!

Pra cada lado que você olha, …

… se vê …

… e se degustam …

… vistas de tirar o fôlego.

As fotos são bacanas …

… mas não representam metade da beleza de tudo.

Segue o mais que necessário e obrigatório fotoblog.

Ufa, foi sensacional e inesquecível.

Deu pra perceber que recomendamos fortemente este bate e volta pra Tivoli.

A volta foi tranquila …

… e logo estávamos perambulando por Roma.

Um ótimo sorvete do Giolitti e estávamos prontos pra jantar bem.

Este dia merecia um grand finale.

E foi o que fizemos.

Fomos a pé até o L’Arcangelo …

… só pra descobrir porque o seu chef foi denominado o rei do supli.

E na verdade, encontramos uma cozinha de primeira categoria.

O lugar todo é muito bacana e foi uma grande sacada colocar carrinhos miniatura na mesa.

Brinquei muuuuito. Hahaha

Mas a comida não era brincadeira.

Iniciamos pedindo uma salada de vegetais com guanciale e pão torrado (fresquissima e crocante) e os óbvios supli, bolinhos que poderiam ser descritos como uma mistura de coxinha e croquete de batatas.

Ótimos, tanto que esquecemos de tirar fotos! Hahaha

Harmonizamos, ainda mais depois da aula de ontem, com um boliccini rosé.

Como principais, a Dé foi no peixe do dia com vegetais ligeiramente cozidos e um molho com base em limões que estava muito bom.

Eu, escolhi um prato do dia, um linguini al dente com um tipo de ova de peixe.

Bom e marítimo, que combinou muito bem com o bianchetto da casa.

Terminamos com uma especialidade italiana, o expresso forte e curto.

Sensacional.

Só nos restou chamar um táxi (estava chovendo muito) e dormir o sono dos justos.