Archive for the 'vinho' Category



dcpv – giorno quindici – toscana – impruneta – nunca foi tão bom ficar em casa

14/10/2017

Giorno Quindici – Itália – Toscana – Nunca foi tão bom ficar em casa. 

Hoje seria o dia da primeira turma familiar ir embora.

Vamos sentir muitas saudades de todos.

Especialmente da van que nos levava pra todos os lugares e ainda conseguíamos estacionar em lugares especiais.

Como não podíamos ir muito longe, optamos por conhecer Impruneta, já que além de ser dia de feira …

… ainda seria o início da festa do padroeiro da cidade, San Lucca.

Chegamos olhando tudo e até que compramos bastantes coisas.

Meias, camisetas (note que o tempo estava broncolhaço), …

… sementes …

… porchetta na nossa macelleria preferida, …

… e vários tipos de frituras, tais como frangos, linguiças, polentas, batatas fritas, …

… e muitas “otras cositas mas”.

Passeamos também pela rua principal de comércio, …

… onde adquirimos doces mais do que especiais (não tinha bomboloni).

Ou seja, foi um dia de descobertas imprunetanas.

De lá, partimos pra casa pra complementar o almoço.

Aproveitei pra fazer um risoto de salame que modéstia à parte, ficou muito bom.

Tomamos vários Vernaccias DOCG …

… e aproveitamos tudo, inclusive, mais um daqueles belíssimos céus azuis toscanos.

Chegou a hora do pessoal ir embora e brindamos a vida boa com um boliccine Ferrari.


Pronto, foram vários momentos muito bons …

… que certamente serão repetidos.

Aproveitamos (nós quatro) que não teríamos muito tempo pra ir em algum lugar turístico e…

… fomos turistar num hipermercado, o Coop de Poggibonsi (o Verano deles).

O lugar estava simplesmente lotado.

Dá gosto de ver os italianos comprarem grandes ingredientes …

… e pra nós, é impressionante ver como a variedade oferecida é excepcional.

Voltamos pra casa, pois tínhamos uma reserva pra jantar no restaurante Bellavista, em Impruneta.

Esta foi uma dica do proprietário da casa, o Pietro (foi até que boa, só boa. Acho que o dono é parente dele!).

O lugar é bem antigo (que novidade) e tradicional (que novidade).

Todos pedimos ravioli.

Com trufas negras, …

… com molho à bolonhesa …

…e com molho de rúcula e pistaches.

Além de tomarmos ótimo Chianti DOCG.

Ainda abusamos pedindo uma sobremesa, a torta Bellavista, que mais parecia um grande bolo Pullmann. 🙂

Como a Dé sempre diz, as sobremesas italianas são meio sem graça.

Voltamos pra casa mais do que felizes …

… e esperando que os novos hóspedes se divirtam tanto quanto nos divertimos com os que estiveram aqui.

Viva a Toscana!

Arrivederci.

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dcpv – giorno quattordici – Itália – Toscana – San Gimignano e Monteriggioni, a vingança!

13/10/2017

Giorno quattordici – ItáliaToscana –  San Gimignano e Monteriggioni, a vingança!

Mais um dia puxado.

Depois da esbórnia de ontem à noite, …

… e mesmo com todo mundo com sono, …

… teríamos que cumprir com o programado (que chato, né?). 🙂

Iniciamos num vizinho nosso, o Antico Frantoio Doglia.

Para quem não sabe, frantoio é um lugar onde azeitonas são transformadas em azeite. E nós fomos justamente descobrir como isso é feito.

Uma pena que desta vez, as azeitonas ainda não tinham sido colhidas.

Mas a nossa guia, a Ugheta, nos explicou tudo claramente (em italiano) …

… e pudemos perceber como o sistema hoje em dia, …

… é completamente mecanizado…

… e isso aumenta em muito …

… a qualidade do produto final.

Ainda tivemos uma pequena degustação de azeite em três formatos de comida: numa salada Caprese, em fagioli bianco e numa bruschetta simples.

Estava perfeito, ainda mais acompanhado dum bom Chianti rosso.

Resumindo, este passeio é super recomendável.

Por ser perto, passamos na vinícola Antinori nel Chianti Classico.

É um lugar pra se ir tantas vezes quantas forem possíveis.

Mesmo que não se faça um tour (altamente recomendável) …

… só a arquitetura já vale a visita.

Fuçamos em tudo o que era possível …

… e visível …

… e ainda consegui com que passassem o filme da história dos Antinori só para o nosso grupo.

Taí outro lugar que certamente retornaremos com os outros hóspedes.

Em seguida, rumamos para a belíssima San Gimignano.

Tudo bem que ela é muito turística …

… mas, ali, cada vista é uma obra prima.

Ainda mais com esta luz toscana.

Andamos bastante …

… curtimos muito …

… almoçamos num lugar bacana, a Locanda de Sto Agostinho, …

… onde comemos vários especialidades locais …

… tais como capreses, …

… pici, …

… lasanha de alho poró …

… gnocchi com trufas negras …

…e tomamos alguns Vernaccias.

Aproveitamos pra recarregar nossas energias tomando um sorvete campeão do mundo, o Dondoli.

Pronto, o dia perfeito estava terminando.

Mas resolvemos dar um up, passando na pequena jóia Monterriggioni.

E mais uma vez ela não nos decepcionou.

Esta minúscula e encantadora cidade …

… é sedutora …

… e o seu por do sol …

… é matador.

Pra terminar a noite, …

… pedimos uma tábua de frios e queijos …

… e tomamos mais um bianco Vernaccia DOCG.

Pronto, estávamos no estágio perfeito …

… em que só faltava emitir um ooooooooommmmm …

… e agradecer por este dia Toscano maravilhoso com a família.

Arrivederci.

 

 

 

dcpv – giorno tredici – itália – toscana – my name is … (by suzanne vega)

12/10/2017

Giorno tredici –  Itália – Toscana – My name is … (by Suzanne Vega)

Hoje seria mais um daqueles dias puxados.

Eu sei que estamos na fase slow trip.

Afinal de contas, 28 dias tranquilos numa villa na Toscana é o que todos desejam.

Mas quando a família está por aqui e somente por 5 dias, temos que acelerar.

Portanto, zarpamos pra Pisa rapidamente.

Ela fica a quase uma hora de Impruneta.

O caminho é bem bonito …

… e não tem como não chegar e não ficar impressionado com o conjunto todo do Batistério.

No período que você fica por lá …

… você só tira fotos dela, a torre inclinada.

Tudo bem que algumas são manjadas, mas não tem como não tirar …

… e de todas as maneiras possíveis.

É outra super model toscana.

Permanecemos lá por quase uma hora e meia …

… e partimos pra charmosa vizinha, Lucca, onde tínhamos uma reserva pro almoço, no restaurante Buca di Sant’Antonio.

O lugar é muito bacana e é realmente muito necessário utilizar o site de reservas The Fork.

Comemos ótimos bacalhaus, …

… gnocchi …

… stocafisso …

… pulpo ou polvo (adivinha pra quem?) …

… além de bebermos duas garrafas dum bianchetto da região.

As sobremesas também foram destaque.

Variadas e muito gostosas.

Logo após este regabofes slow food, aproveitamos pra conhecer a cidade.

E não tem como não lembrar da música da Susane Vega.

My name is Lucca. I live on the second floor … Hahahaha.

O lugar é muito charmoso …

… e tem várias alternativas para turistar.

Optamos por andar por toda a cidade, …

… atravessá-la …

… vendo os seus cantinhos mais belos até chegar na sua maior atração.

A muralha. Ela é um espetáculo.

Na verdade, é mais como uma rua pavimentada e arborizada.

E te dá vista, tanto da parte murada, como de paisagens externas.

Enfim, é uma grande passeio.

Retornamos pra Impruneta, porque o nosso objetivo seria fazer uma churrasco com a utilização da melhor matéria prima neste quesito, …

a carne Chianina.

Pra isto, contamos com a ajuda do Pietro, o proprietário da casa, que nos levou até um açougue espetacular em Impruneta, o Nannicini Simone.

Compramos tudo com, inclusive, suculentas Bistecas alla Fiorentina.

Voltamos pra casa e o Luiz, meu cunhado, assou a carne meticulosamente.

Comemos, graças a Dé, uma salada fresquíssima …

… e tomamos, Aperóis Spritz, …

… vários Chianti …

… junto com uma Magnum do Antinori (carraspanass vieram) …

… e depois, foi só curtir o ar …

… e as carnes toscanas.

Ma che Dario Cechini que nada!

É o Brasil superando a Itália…

… em todos os quesitos, especialmente na malemolência e na iireverência.

Arrivederci.

Veja os outros dias desta epopeia:
giorno uno – itália – toscana, amore mio ou o inicio duma bela jornada!
giorno due – itália – toscana – um simples domingo.
giorno tre – itália – toscana – antinori, o visionário.
giorno quattro – itália – florença – lindíssima, como sempre!
giorno cinque – itália – san gimignano, a verdadeira manhattan toscana e porque não dizer, uma über model
 giorno sei – itália – toscana – siena e monteriggioni, a maior e menor, são belíssimas.
giorno sette – itália – toscana – eu prefiro as curvas das estradas de chianti.
Itália – Toscana – Giorno otto – Em Impruneta, como os imprunetanos!
Itália – Toscana – Giorno nove – Certaldo, uma cidade pra se conhecer em camadas.
giorno diece – Itália – Toscana – Comida pantragruélica com o maior açougueiro do mundo!
giorno undici – Itália – Toscana – Retornando à Florença, que continua mais bela do que nunca!
giorno dodici – itália – prada na toscana? e lucignano, você conhece?

 

dcpv – giorno dodici – itália – prada na toscana? e lucignano, você conhece?

11/10/2017

Giorno dodici – Itália Prada na Toscana? E Lucignano, você conhece?

Este dia prometia.

Afinal de contas, a turma toda estava na Toscana ..

… e pronta pra passear.

Iniciamos o nosso tour diário fazendo o que provavelmente seria uma das coisas mais absurdas numa viagem à Toscana.

Ir a um outlet. 🙂

E neste caso, conheceríamos o da Prada, tida por ser uma marca, digamos, não muito barata.

Acontece que a nossa sobrinha e afilhada, a Luma, trabalha na Prada-SP e tem um desconto especial pra família.

Eu pensei que ficaríamos no máximo uns 30 minutos por lá, mas o negócio ficou tão bom que permanecemos quase 2 horas.

Todo mundo comprou algumas/muitas coisas (encontrei uma polo por 33€) e pasmem, até o Mingão se fartou.

De lá fomos direto para Lucignano.

Pra quem não conhece, é mais uma cidadezinha imperdível da Toscana.

Fotogênica ao extremo, …

… sua configuração lembra um labirinto.

Como estava passando um pouco da hora do almoço, …

… encontramos um restaurante aberto, o La Maggiolata…

… e demos uma tremenda sorte.

O lugar é muito bacana e a comida é excelente.

Pedimos vários pici…

fatto a mano …

… carnes …

… gnochi …

… mais gnocchi …

… penne …

… mais penne, …

… tortelli …

… e duas garrafas dum ótimo Nobile de Montepulciano.

Indicamos fervorosamente este lugar (procure pelo Fabrizio).

Continuamos andando em direção ao centro …

… e tirando muitas ótimas fotos (com suas respectivas lembranças).

As da igreja matriz não ficam atrás, …

… bem como de várias casinhas belíssimas.

Ainda tomamos um bom gelato …

… antes de partirmos para Pienza.

Que é a terra do queijo Pecorino….

… e do Papa Pio II (daí o Pienza, capisce?).

Chegamos lá …

… demos uma boa olhada em tudo …

… e percebemos o quanto Pienza é bonita, …

… e por isto, uma das nossas favoritas na Toscana (mais uma, hahaha).

A sua praça principal é muito imponente …

… e todos os seus prédios são representativos.

Mas o melhor estava por vir (ainda mais acompanhado por Aperois Spritz).

A vista de todo o vale …

… que se tem da sua muralha.

É, certamente, um dos espetáculos da natureza mais reconfortantes do Universo.

Tivemos que agradecer demais …

… por estarmos tendo este momento tão especial.

Ainda pensamos numa saideira, já que estava escurecendo.

Porque não passar na Enoteca la Fortezza, em Montalcino, …

… e fazer uma piccola degustação de Brunellos?

Foi exatamente o que fizemos.

Estar na Fortezza é algo muito “spitchiaale”!

Voltamos pra Impruneta e …

… aproveitamos pra comer uma pizza …

… no aprazível Il Chichibio

… acompanhados de duas garrafas dum Chianti DOCG do Frescobaldi.

Ou seja, o dia foi uma verdadeira (e literal) beleza.

É tudo isso sem dirigir, já que o meu cunhado, o Luiz, estava pilotando a sua van, com onze passageiros.

Só na Toscana mesmo.

Arrivederci.

 

 

dcpv – giorno undici – Itália – Toscana – Retornando à Florença, que continua mais bela do que nunca!

10/10/2017

Giorno undici – Itália – ToscanaRetornando à Florença, que continua mais bela do que nunca!

Nós já sabíamos que iríamos bem mais do que uma vez pra Florença nestas nossas férias.

Afinal de contas, a nossa villa que fica em Impruneta, é a menos de 20 minutos de lá.

E sabíamos também que a maioria dos nossos convidados iria querer conhecer esta belíssima cidade.

A trupe formada pela Katia, Luiz, Luma, João, Bia, Fernando e o sr Antônio foi a tripulação da vez.

Basicamente fizemos o mesmo roteiro que eu e a Dé traçamos na semana passada.

E saímos pelas estreitas estradinhas toscanas (nota, o Luiz dirigia uma van!).

Foi interessante demais.

Iniciamos estacionando a van (não se esqueça que a Regina e o Mingão também estavam juntos) na garagem próxima da estação Santa Maria Novella …

… e fomos passear.

Passamos pela igreja, …

.. andamos até o rio Arno,…

… pelas ruas com lojas de grifes (via de Tornabuoni) …

… e chegamos propriamente ao rio, …

… na ponte Santa Trinitá.

Estando lá, …

… não tem como não tirar grandes fotos das duas pontes próximas, …

… sendo que uma é a Ponte Vecchio. Belíssima!

É claro que passamos na nossa queridinha, a Gelateria Santa Trinita .

Sorvetes tomados …

… andamos do outro lado do rio (ah, Drexler) …

… até chegar à Ponte.

Atravessamos, passando pela usual horda de turistas (incluindo nós) …

… e nos encaminhamos pra Piazza della Signoria, …

… onde mais uma multidão de turistas se alojava.

Mas nem isso tira a beleza do lugar, pelo contrário.

Como estávamos em cima da hora e sem reservas, resolvemos almoçar num daqueles restaurantes com vista pra Piazza.

O Il Cavallino é turisticão, mas bem interessante e não comemos mal (coisa quase impossível de acontecer por aqui).

Pedimos um montão de pratos , …

… dois Vernaccias …

… e continuamos o nosso tour.

Fizemos uma leve parada…

… para reabastecimento.

Desta vez o objetivo seria observar uma das construções mais impressionantes de Florença, o Duomo.

Não tem como não ficar de boca aberta ao vê-lo …

… e pensar como foi concebido e construído, …

… tamanho o nível de todos os detalhes.

Sem contar a imensa Cúpula de Brunelleschi …

… que deixa qualquer engenheiro encafifado em imaginar como foi o seu projeto e execução.

Como o sol já estava se pondo, …

… voltamos para o estacionamento,…

… não sem antes dar uma passada na Officina Profumo Farmaceutica di Santa Maria Novella.

Este é um lugar que você não cansa de ir …

… e que dá vontade de passar algum tempo por lá, …

… só pra sentir a sua aura e o seu perfume (sou só eu que acha que usar os sabonetes da viagem pós-viagem prolonga a mesma? 🙂 ) .

Saímos correndo porque ainda pretendíamos ver o por do sol na Piazzale Michelangelo.

E valeu a pena.

Ver todo o skyline de Florença …

… com as variações de cores …

… e o anoitecer, foi, mais uma vez, espetacular.

Taí outro lugar imperdível, ….

…. especialmente se visto logo após uma boa caminhada por Florença.

Voltamos pra casa, …

… com o Luis dirigindo bravamente a van pelas ruas (??) estreitas de Impruneta …

… e fomos jantar no restaurante I Tre Pini, pra comemorar em alto estilo o níver da Katia.

Tudo bem que esperamos quase duas horas pra Regina e pro Mingão chegarem (estas ruas estreitas de Impruneta são incríveis).

Pedimos várias especialidades da região …

… como pici, …

… gnochettes, …

… penne …

… e outros quetais, …

… além de várias garrafas dum ótimo espumante Franciacorta.

Ainda comemos algumas sobremesas, .,.

… cantamos parabéns pra Katia, não esquecendo das presenças ilustres  …

… e fomos dormir embalados pelas curvas das Estradas do Chianti.

Arrivederci.

.

dcpv – giorno diece – Itália – Toscana – Comida pantragruélica com o maior açougueiro do mundo!

09/10/2017

Giorno diece – Itália – Toscana – Comida pantagruélica com o maior açougueiro do mundo!

Hoje estaríamos por conta do Dario Cecchini.

Afinal de contas, consegui fazer uma reserva pra comermos na famosa Officina della Bistecca.

Lá pelas 12:00 hs, pegamos o carro e rumamos pra Panzano in Chianti.

Aproveitamos pra conhecer o centro histórico, …

… já que não conseguimos na semana passada.

Ele é bem pequeno, …

…. é charmoso …

… com uma cara daquelas cidadezinhas paradas no tempo.

Ou seja, é muito interessante.

Saímos correndo pra chegar a tempo no Dario. E chegamos.

O lugar é muito italiano e é praticamente uma ONU se alimentando de carnes.

Aí você pergunta o que a Dé comeu?

Pois não é que eles têm uma versão veggie do almoço?

Composta de legumes frescos servidos com o sal deles, chamado de Profumo del Chianti, pappa al pomodoro (não podia faltar), caponata di verdure, fritatta de due uova, …

… fagioli all’olio, …

… formaggi del pastore e pere forti…

… e claro, Caprese.

Ou seja, tudo bom, mas em grande quantidade.

Já nós os carnívoros (eu, a Regina e o Mingão), começamos com Chianti crudo, …

… rosbife reale, …

… costata alla Fiorentina,…

… bistecca panzanese …

… e a famosa bistecca Fiorentina. Ufa!

Deu pra entender o pantagruélico? 😀

Ainda tínhamos a nossa disposição, os mesmos legumes frescos, fagioli e patate al cartoccio.

Puxa, foi um verdadeiro tour de force!

Talvez o maior problema foi o vinho, um Chianti não tão digno da fama do grande Dario Cecchini, um verdadeiro “pane allo zucchero”. 🙂

Mas de qualquer forma, foram 3 horas de pura diversão …

… e muita comilança.

Ainda tivemos tempo de visitar o The Chianti Sculpture Park.

A ideia é muito legal.

Você percorre uma trilha de um pouco mais de 1 km …

… e vê mais de 25 obras de arte moderna.

Este merece um fotoblog:

Acabamos achando tudo um pouco cansativo …

… pois realmente estávamos enfastiados por causa do almoço, …

… mas se você tiver um tempo livre por aqui, vale a pena vir.

Chegamos na nossa villa,…

… a tempo de recepcionar a primeira parte da família que veio nos visitar, Sr Antonio, Katia, Luiz, Bia, Fernando, Luma e João.

Todos diretamente do Brasil pra La Pietrina.

Fiz uma macarronada das boas, …

… tomamos proseccos e biancos do Antinori …

… e finalmente fomos dormir o merecido sono dos justos.

Arrivederci, que amanhã temos excursão e pra sempre bela Firenze! 🙂

Acompanhe os outros dias desta verdadeira epopéia:

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dcpv – dia tres – chile – vinícolas lapostolle e viu manent e copa do mundo: tudo a ver.

30/06/2018

Dia três – Chile Vinícolas Lapostolle e Viu Manent e Copa do Mundo: tudo a ver.

Hoje o dia seria muito diferente.

Afinal de contas não é sempre que se está viajando com uma Copa do Mundo acontecendo paralelamente.

Ainda mais com a abertura da fase de oitavas de final e com esta turma tão legal.

Bom, vamos começar do início.

O dia amanheceu broncolhaço …

… o que foi bom pra tomarmos o nosso café da manhã (e pras videiras) …

… e nos prepararmos pro jogaço França e Argentina.

Casa Lapostolle montou um telao numa sala, deixou um rosé da casa bem gelado e lá estávamos nós pra assistir ao grande embate.

E foi um jogão mesmo.

Torcemos muito (né, Dé e Álvaro?) e no final, os 4×3 pra França foi mais do que merecido.

Ainda deu tempo de acompanharmos o final do tour na Lapostolle.

E tudo por aqui é muito impressionante.

Desde a construção com 6 andares …

… passando pela escada espetacular …

… a sala de descanso dos barris (o santuário) …

… e a magnífica adega da Madame Lapostolle …

… que fica embaixo da mesa de degustação.

É um verdadeiro espetáculo.

Ainda passamos na lojinha …

… e fomos almoçar.

Em mais uma deferência especial, …

… o pessoal montou o nosso almoço na sala onde estava o telão …

… porque iria começar o jogo PortugalxUruguai.

Foi, digamos, uma refeição bastante desportiva.

Iniciamos com um tartar de Camarões e abacate …

… e como principal, um atum com molho vermelho e quinoa.

Tudo muito bom e bem temperado.

Os vinhos estavam ótimos e o Clos Apalta foi a estrela.

Ainda comemos um mil-folhas de maçã com sorvete de abacaxi e crumble.

Quando percebemos, o jogo já tinha acabado (vitória do Uruguai) …

… e estava no horário do nosso tour vespertino.

Iríamos conhecer a vizinha vinícola Viu Manent.

Ela é mais clássica e, aparentemente, não busca uma imagem natural ou biodinâmica.

Mas o mais interessante, …

… é que após uma explicação inicial, …

… mostrando toda a sua rica história, …

… nós fizemos um passeio de charrete …

… por toda a região de produção de uvas.

Não deixa de ser bacana …

…  charretear pela propriedade …

…  vendo todos os tons de marrom que as videiras sem folhas produzem.

Ainda passeamos pela área de produção de vinhos, …

… sim, foi aquele blá-blá-blá de colheita a mão e etc …

… e fomos pra degustação de 5 vinhos.

Confesso que não gostei muito da maioria deles, …

… mas o tour todo é bem bacana.

Voltamos pra Lapostolle, …

…. fomos dar uma descansada pra nos preparar pro nosso último jantar juntos por aqui.

Iniciamos com um grapefruit frizz e vários amuses.

Sentamos na nossa mesa exclusiva …

… e abrimos os trabalhos com uma casquinha de caranguejo que estava muito boa.

Acompanhamos com o razoável rosé Lapostolle do almoço.

Como principal, nos serviram um bife de tiras com beterraba e cebola assada.

E pra maridar, o glorioso ícone da Lapostolle, o Borobo 2014.

Perfeito.

Assim como foi todo o final de semana com o nosso grupo.

Ainda curtimos a sobremesa, que foi um musse de chocolate com sorvete de frutas vermelhas.

Foi um final doce para mais um doce encontro de todos.

Planejamos os próximos e certamente, tudo será regado a bom humor, gargalhadas e conversas impagáveis.

Que venham, então!

Hasta.

Acompanhe os outros dias desta mini big trip:
dia uno – Chile – Santiago – Vino, poesia, Isla Negra e ele, Neruda!
dia dos – Chile – Revisitando o vale do Colchágua e a magnífica vinícola Lapostolle.



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