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dcpv – jour cinq – frança – isto é que é um verdadeiro devaneio artístico-etílico: da alsácia pra champagne passando pelo pompidou.

08/12/2018

Jour cinq – FrançaIsto é que é um verdadeiro devaneio artístico-etílico: da Alsácia pra Champagne passando pelo Pompidou.

Dia de troca de hotel é dia perdido, certo?

Claro que não.

Vamos ver.

Iniciamos os trabalhos tomando um café da manhã no próprio hotel.

Foi o primeiro (estamos com essa mania de dispensar o café incluído na diária) …

… e olha, gostamos muito.

Como até chegar na região da Champagne o chão é grande (são quase 400 km) …

… optamos por dar uma passada na divisa com a Alemanha.

Jardin des Deux Rives fica na parte francesa …

… e tem um lado terminando no Rio Reno.

Foi justamente este fato que nos fez vir até ele.

Afinal de contas, não teria a menor graça visitar a Alsácia …

… e não conhecer esta famoso rio, um dos grandes responsáveis pela qualidade das uvas desta região e consequentemente, dos vinhos, em especial os Rieslings.

Depois de dar uma olhada rápida no parque …

… e pasmem, ficarmos emocionados, zarpamos.

E pra não ter que dirigir direto pra Champagne optamos por parar em Metz …

… que fica bem no meio do caminho e onde foi construída uma filial do Centre Pompidou.

Acontece que no meio do caminho tinha um pedágio e, por incrível que pareça, os gillet jeunes apareceram e deram ordem pra passarmos direto! Foi cool.

Voltando ao Centre Pompidou, o seu edifício é um espetáculo …

… e foi projetado pelo renomado arquiteto japonês Shigeru Ban.

Todo modernoso, …

… com ângulos muito diferentes …

… e extremamente fotogênico.

Quanto ao conteúdo, até que gostamos muito deste tipo de museu.

A arte moderna é meio ininteligível, mas tem muitas coisas interessantes.

E desta vez nos surpreendemos, mais uma vez, positivamente.

Todas as salas continham obras meio “malucas” …

… e com um senso estético…

… da mais alta qualidade.

A surpresa maior viria na forma de uma exposição especial.

Ela se chama Peindre la Nuit …

… e nada mais é do que uma ligação entre a arte e a escuridão.

Todo o enredo é absolutamente envolvente …

… e a iluminação combina demais com o conjunto de todas as obras expostas.

O resultado é que você fica maravilhado e imaginando como é que alguém pensou …

… em juntar todas estas obras que convergem pra um entendimento completo do tema.

Enfim, se tiver alguma chance de ver, não perca.

Continuamos o nosso périplo chuvoso, …

… mas nos deliciando com as paisagens …

… e como a influência alemã vai deixando de ter a importância à medida que nos direcionávamos mais pro centro da França.

O mais legal é que iríamos nos hospedar no Royal Champagne …

… um hotel que ficamos há 6 anos.

Ele era bom, mas estava fechando pra reforma e tudo era muito velho e clássico.

Após um bom tempo sendo reformado, ele reabriu recentemente (em julho/18) e em altíssimo estilo.

Na verdade, hoje é um hotel completamente diferente.

O estilo clássico foi substituído por um muito mais moderno, elegante …

… e, porque não dizer, espetacular.

Olha, resultou muito bom mesmo.

E pra chegar em alto estilo, como convém à região, …

… fizemos um tasting de Champagnes …

… de excelentes produtores …

… e quase que totalmente desconhecidos em terras brazucas.

Foi demais!

O melhor é que o sommelier Alberto,um espanhol “porraloca” nos fez experimentar 6 varietais excelentes.

Foi extremamente divertido …

… e aproveitamos pra …

… babar nos ambientes do renovado Royal Champagne.

Pra complementar, optamos por reservar uma mesa no jantar no restaurante gourmet do próprio hotel.

Escolhemos um menu degustação mais light, se é que isso existe! 🙂

Era a opção surpresa do chef, composta de entrada, dois principais e sobremesa (até parece!)

É claro que iniciamos com o envio de amuses muito bons.

Pra harmonizar, tomamos um branco Montrachet que era “daqueles”.

Em seguida, os pães foram servidos e com uma manteiga mais do que especial.

Mais uma surpresinha: um frango com purê e lentilhas. Sensacional.

Como entrada, foie gras com gelatina de laranja, sorvete de abacaxi e um brioche bem macio.

O primeiro prato, tanto meu como da Dé, foi um peixe maravilhoso com legumes diversos e cozido ao ponto.

O Alberto, o nosso sommelier espanhol, nos indicou um tinto leve, um pinot pra continuação do jantar.

Que veio em forma de frango com molho roti e legumes pra Dé …

… e com carne de veado, com os mesmos acompanhamentos, pra mim.

Ufa, estávamos mais do que satisfeitos.

Mas ainda viria a presobremesa, …

… e a própria, com alguma pirotecnia e muito sabor.

Cansados, satisfeitos (muuuuuita comida) e com bastante sono …

… só nos restava descer dois andares e …

… nos reconfortarmos na cama perfeita …

… dum quarto não menos.

É, hoje fomos direto dos brancos alsacianos pras buinhas champanhescas passando pela escuridão da noite em pleno dia!

Que dia!

Au revoir!

Veja os outros dias desta viagem:
jour Un – França – Alsácia – O primeiro chucrute e o primeiro riesling alsaciano a gente nunca esquece. Ainda mais passando pela Champagne.
jour Deux – França – Alsácia – A verdadeira Disney.
jour Trois – França – Alsácia – Andando e conhecendo a Strasbourg roots.
jour Quatre – França – Alsácia – Eu prefiro mesmo as curvas das estradas alsacianas.

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dcpv – jour quatre – frança – alsácia – eu prefiro mesmo as curvas das estradas alsacianas.

14/12/2019 (vivido em 07/12/2018)

Jour quatre – França – Alsácia – Eu prefiro mesmo as curvas das estradas alsacianas.

É, bem que eu tentei conhecer as cidadezinhas que compõe a região de vinho da Alsácia num só dia.

Claro que foi impossível, já que é muito difícil vê-las tão rapidamente.

Cada uma tem a sua particularidade e são tão bonitinhas, …

… que fica impossível correr.

Acabei, então, sacrificando uma reserva que tínhamos no restô do Villa Lalique (mesmo porque menu degustação cansa! 😄)…

… pra conhecer as que não conseguimos ver e rever as que gostamos mais.

No caso, Riquewihr (e com homenagem especial à Marcie).

Mas vamos começar pelo princípio. 😄

Acordamos cedo, …

… tomamos um cafezão próximo do hotel …

… e zarpamos pro Chateau Haut Koenigsbourg.

Ele fica a quase uma hora de Strasbourg …

… e é uma mini cidade.

E muito interessante.

É uma fortaleza bem situada em cima duma montanha …

… e tem tantos detalhes …

… e é tão grande …

… que você precisará de pelo menos umas três horas …

… pra conhecer uma parte das suas atrações.

O bom é que tem que seguir um circuito …

… o que torna tudo muito fácil,…

… até de ser entendido.

Segue o mais que obrigatório fotoblog:

Como tínhamos que ir pra Riquewihr, …

… optamos pelo drive thru …

…e retornamos pra cidade que achamos mais bonita até agora.

Antes e como fica pertíssimo, …

… passamos pela sua prima Unawihr que é minúscula …

… mas nos proporciona chegar a Riquewihr pela parte de cima, …

… ou seja, totalmente não turística e …

… com estradas no meio das videiras.

Na verdade, tínhamos visto Riquewihr (este nome é bem legal, né?) somente a noite, …

… com a iluminação especial de Natal …

… mas deu pra perceber que ela é imperdível.

Fazendo uma comparação, ela é quase uma San Gimignano alsaciana.

Tem somente uma rua principal e é toda cheia de charme.

Cada detalhe te faz prestar atenção no local …

… e tirar um montão de fotos bacanas.

E as vielas transversais …

… também são dignas de cenários cinematográficos.

Ah, o mercado Natal tem bancas …

… com produtores locais …

… e é claro que aproveitamos pra comprar uns queijinhos saborizados.

Como estaríamos por lá na hora do almoço, …

… aproveitei pra fazer uma reserva no Brendelstub.

Ele é o segundo restô do chef Jean-Luc Brendel.

A intenção é fazer uma cozinha mais leve e mais barata do que o restaurante estrelado dele …

… com um jeitão medieval …

… e ele cumpre facilmente esta promessa.

A Dé pediu gnocchi de espinafre como entrada …

… e uma torta, que na verdade era uma pizza fina de munster, que nada mais é do que o queijo mais famoso da Alsacia.

Eu fui do menu do dia que constava duma degustação da tal pizza …

… e dois tremendos nacos dum presunto muito bem cozido com uma batata perfeita!

Tomamos um Cremant pra começar …

… e, óbvio, Riesling do Marcel Deiss pra terminar.

Saímos meio que correndo (que novidade!) …

… já que a programação era intensa.

Próxima parada: Maison Trimbach, …

… um dos produtores mais famosos dos famosos vinhos alsacianos.

Experimentamos um Riesling espetacular (sempre eles) e fizemos a importação pra grande FV.

Caraca, como os vinhos Alsacianos são baratos!

Perto dali fica o centro de Ribeauvillé …

… mais uma cidadezinha muito bonita, …

… charmosa …

… e elegante.

O tempo urgia (não nos esqueçamos que anoitece por volta das 16:30) …

… e partimos pra próxima parada.

Vinhos! Brancos! Domaine Marcel Deiss.

Experimentamos mais alguns “biancowgen”, …

… no caso eles são especialistas em fazer assemblages …

… e nos apaixonamos por um mais redondo e sem aqueles nuances adocicados que uma boa parte dos brancos alsacianos apresentam.

Certamente aumentamos o nosso déficit da balança comercial. 😂

E, mais uma vez, como estávamos bem perto, fomos conhecer mais uma daquelas cidadezinhas charmosas.

Bergheim é a tal.

A cidade é bem diferente das demais …

… por ser um pouco mais rústica e menos cenográfica.

E pra combinar com este clima, estava rolando um Mercado de Natal Medieval …

… com tudo o que é tipo de produto e comida …

… além de fogueiras das mais diferentes espécies …

… e, pasmem, até passeios de pôneis. Demais.

Bom, já estava escuro pra caramba …

… e apesar de ainda ter mais algumas cidades pra conhecer, optamos por voltar pro hotel.

É, estávamos bem cansados!

Tanto que em vez de sair (tudo bem que estava chovendo bem forte) optamos por comer no bar do Sofitel e, tomando, pra variar um pouco, uns Puillys.

A Dé escolheu um prato típico da região, um omeletê!

E eu fui mais radical e alsaciano! Pedi um hamburguê com batatá frrrrritá!

Tudo “absolument délicieux”!

Só nos restou subir os quatro andares que nos separavam da nossa querida caminha.

Au revoir!

Veja os outros dias desta viagem:
jour Un – França – Alsácia – O primeiro chucrute e o primeiro riesling alsaciano a gente nunca esquece. Ainda mais passando pela Champagne.
jour Deux – França – Alsácia – A verdadeira Disney.
jour Trois – França – Alsácia – Andando e conhecendo a Strasbourg roots.

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dcpv – jour trois – frança – alsácia – andando e conhecendo a strasbourg roots.

11/12/2019 (curtido em 06/12/2018)

Jour trois – França – Alsácia – Andando e conhecendo a Strasbourg roots.

O dia prometia ser cheio de informação e portanto, novos conhecimentos.

O iniciamos tomando um cafezão no Starbucks da praça Kleber …

.. e as 9:00 estávamos encontrando com o nosso guia, o Frédéric.

Ele é francês, nasceu em Strasbourg, mas fala português porque é casado com uma carioca, méeermão.

Portanto, o passeio/city tour prometia e realmente foi demais.

Iniciamos andando pela própria praça Kleber …

… evoluindo por ruas bacanas, …

… e pelo famoso restô Au Crocodile.

Surpreendentemente, o sol saiu.

E tornou tudo mais bonito ainda.

Saímos da ilha …

… e fomos conhecer a parte germânica da cidade.

Pra quem não sabe, Strasbourg trocou tantas vezes de nacionalidade …

… que os próprios cidadãos se confundem quando perguntados se ela é alemã ou francesa?

Brincadeiras à parte, …

… o bairro que os alemães projetaram também é muito interessante.

Prédios muito grandes, …

… igrejas também muito grandes …

… e faculdades imensas, …

… além de ruas muito largas, …

… te fazem realmente pensar que se está em outro país, ou na Itu alemã.

Continuamos andando …

.. por praças aprazíveis …

… e chegamos na famosa Catedral Notre Dame de Strasbourg

… que é tão grande que …

… não se consegue enquadrá-la a menos que se esteja muito longe.

O seu interior, …

… assim como o de toda grande catedral …

… é bastante intimidador.

Mas apesar da sisudez, ainda é muito bonita.

Saímos de lá pra conhecer um lugar muito curioso.

A adega do porão do Hospital.

Sim, existe uma adega por lá …

… e melhor, é onde são feitos vinhos desde as priscas eras.

Na verdade, os vinhos são afinados nos seus barris …

… e levam no seu rótulo a chancela do Hospice.

Compramos alguns, óbvio, …

… e continuamos andando até chegarmos á famosa Petite France, …

… que é bem bonitinha …

… mas parece muito mais uma pétit Strasbourg.

Toda decorada como se fosse a Disney de verdade, …

… você fica muito radiante ao vê-la.

Passamos também pela Barrage Vauban, …

… um lugar muito bonito (que novidade) …

… com uma mistura sensacional de paisagens com água …

… e uma vegetação de primeira.

Neste momento, estávamos quase terminando …

… prontos pra finalizar o nosso ótimo tour …

… e almoçar na Maison des Tanneurs …

… um restô especializado em chucrutes.

Confesso que o achei bastante turístico, …

… mas não é o que somos? 😀

Pedimos pratos diferentes …

… com peixe e chucrute.

Se não foi uma maravilha, também não foi decepcionante.

Voltamos a pé pro hotel …

… e como passeamos muito pelos canais do rio, …

… pensei: porque não fazer um passeio por ele através do Batorama?

Batorama administra todos os tours feitos naqueles barcos cobertos.

E olha, é imperdível.

Tirei tantas fotos que fiquei até meio zureta.

Este vale o minifotoblog:

Ainda mais com a companhia de um por do sol discreto, mas muito cumpridor.

Que resultou num momento de agradecimento inesquecível.

Ah, o tour passa pela região do prédio do Parlamento Europeu, …

… que além de ser muito significativo, tem uma arquitetura muito marcante.

Voltamos a pé …

… e em meio à multidão …

… que procurava aproveitar ao máximo possível o mercado de Natal.

Incrível a quantidade de pessoas que se dedicam a este esporte.

Se bem que todo o clima da cidade é muito intenso …

… com iluminações diferenciadas …

… e vitrines típicas que …

… são charmosas demais.

A única dúvida seria o que fazer no jantar?

Uma das opções seria aproveitar pra comer alguma coisa leve e beber algum branco alsaciano.

Claro!

Um Wine bar. 😀

Black&Wine (nome pra lá de sugestivo) fica bem perto do hotel, parecia muito interessante e é.

Um lugar moderno, cool e com opções muito boas de vinhos em taça (pedimos um Riesling e um Pinot Gris) …

… acompanhados duma tábua de frios e queijos de primeira linha.

Curtimos muito e …

… já que estávamos perto …

… foi só caminhar mais um pouco …

… e dormir o soninho dos justos e alsacianos.

Afinal de contas, foram mais de 27000 passos só hoje.

É, manter a forma está muito fácil! 😂

Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:
jour Un – França – Alsácia – O primeiro chucrute e o primeiro riesling alsaciano a gente nunca esquece. Ainda mais passando pela Champagne.
jour Deux – França – Alsácia – A verdadeira Disney.

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dcpv – jour deux – frança – alsácia – a verdadeira disney.

07/12/20195 (vivido em 05/12/2018)

Jour deux – França – Alsácia – A verdadeira Disney.

Incrível!

Hoje seria dia de passear pela rota dos vinhos alsacianos.

O programa seria intenso pois a ideia era conhecer Colmar e todas as cidade que gravitam em torno dela …

… além de algumas vinícolas importantes.

Ah, os Riesling alsacianos; são muito minerais e totalmente diferentes do que você imagina dum vinho branco.

No caso deles, são ame-os ou deixe-os. No nosso caso, amamos muuuuuuuito!

Mas vamos começar do princípio.

Devido a overdose de comida ontem, …

… optamos por tomar um leve café da manhã no próprio quarto …

… e zarpamos pra vinícola Domaine Zind Humbrecht.

Ela fica bem pertinho de Colmar e é muito conceituada.

Chegamos com meia hora adiantados (que surpresa!) …

… então, aproveitamos pra conhecer uma bela cidadezinha que fica ao lado.

Ela se chama Thurkhan e é bonita mesmo.

Toda murada e com vistas belíssimas do seu rio  …

… confrontando com a luz do sol …

… e as folhas remanescentes do outono.

Voltamos rapidamente e estávamos prontos pro tour.

Que não aconteceu! 🙂

Após trocar uma serie de e-mails, o nosso contato, o Frédéric, faltou e um substituto nos acompanhou.

E foram mais de 10 vinhos, um após outro …

… (alguns maravilhosos), tanto que chegou um momento em que eu e a Dé começamos a dar muitas risadas.

Resultado? Não fizemos o tour usual, compramos algumas garrafas e zarpamos pra conhecer Eguisheim.

Taí outra cidadezinha bacana e muito disneyriana.

Ela é toda circular e com casinhas …

… que, certamente, inspiraram o pessoal da Disneylândia.

Tudo é muito cute cute e você fica horas observando os detalhes …

… além de fotografar de todos os ângulos possiveis.

Fizemos um montão de coisas, …

… compramos muitas balas …

… e quando percebemos, tínhamos que ir pra vizinha Colmar …

… onde almoçaríamos.

Aí surgiu um drama.

Onde conseguir estacionar, já que se a cidade é normalmente uma grande atração, …

… imagine com o seu mercado de Natal a pleno vapor? Foi difícil, mas conseguimos.

E rumamos direto pra Petite Venise.

Que na verdade, é pequena mesmo, quase uma minúscula Veneza, mas é muito fotogênica.

Todos os reflexos das casinhas coloridas na água identificam e caracterizam esta atração.

Aproveitamos a proximidade pra conhecer o mercado coberto da cidade.

Tudo bem, é bacana …

… mas também é bem pequeno.

Demoramos um pouco mais do que o normal, …

… mas o prazer foi total.

Como tínhamos que continuar com o nosso roteiro, saímos rapidamente de Colmar …

… pra Kaysersberg, onde visitaríamos um dos produtores mais conceituados de toda a Alsacia. O Domaine Weinbach é bastante diferentão.

Começa que ele fica num mosteiro muito antigo e com cara de mal assombrado.

E quando se entra nele, a sensação é que se está vivendo em 1900.

É claro que está sensação passa logo, pois quando se tem contato com a qualidade dos seus vinhos você passa a ser um grande admirador.

E a surpresa foi quando encontramos casualmente com o Ed, um dos donos, falando um bom português, já que ele morou 12 anos na praia.

Olha, o papo todo foi muito agradável, tanto que experimentamos muitos vinhos que acabaram em compras que serão muito bem curtidas em SP.

Como estávamos atrasados (pra variar), optamos por ir direto pra Riquewihr, …

… que é tida como uma das cidades mais bonitas de toda a região.

Foi fácil chegar lá, mas estacionar, não foi, não.

Quer dizer, achar o lugar até que  foi tranquilo. O problema foi pagar o estacionamento, já que a fila era imensa!

O jeito foi esperar mais de meia hora e ter como brinde a visão noturna da cidade com suas luzes de Natal …

… e a iluminação psicodélica da sua torre.

Incrível!

Mas gostamos tanto …

… que até mudamos a nossa programação (pulamos fora dum destes almoços estrelados) …

… pra podermos voltar daqui a dois dias.

Vale e muito.

Como estava muito escuro …

… (não se esqueça que nesta época do ano, escurece às 17:00), pensamos bem e voltamos pro hotel.

É isso, nem sempre dá pra se seguir o que foi programado, já que pensei visitar pelo menos mais duas vinícolas, três cidades e um castelo. Hahahaha.

Mesmo porque estávamos a quase uma hora do hotel, além do pequeno stress que ē passar pelo policiamento pois não é permitida a circulação de veículos por causa do Mercado de Natal.

Se por um lado é mala, por outro é uma maravilha, já que as ruas da região central estão totalmente vazias.

Tomamos um bom banho e saímos pra jantar.

E foi maravilhoso.

La Cloche à Fromage. é muito especial.

Antes de mais nada, cloche é aquela campânula de vidro que fica sobre os queijos.

E o restaurante, que também é uma loja, tem uma imensa protegendo os seus n queijos com os formatos e sabores inimagináveis pra nós, que somos praticamente acéfalos nesse quesito.

Já sabíamos o que queríamos.

A raclete é irrecusável.

Fornecida com batatas, …

… picles …

… e frios, …

… faz praticamente você se satisfazer com nada menos do que quantidades absurdas de queijo derretido.

E como funciona?

Eles têm um aparelho que de um lado fica um aquecedor e próximo a ele, um queijo espetado …

… que derrete a medida em que ele vai aquecendo.

E vc só se preocupa em degustar o queijo derretido e comê-lo.

Olha, é irresistível.

Você fica muito tempo comendo, …

… se divertindo e conversando sobre como uma coisa tão simples se transforma …

… num monumento gastronômico.

É, nós e o Michelin precisamos aprender muito sobre este assunto (já o pessoal do sr Walt, não!).

Au revoir!

Veja o primeiro dia desta viagem:
jour Un – França – Alsácia – O primeiro chucrute e o primeiro riesling alsaciano a gente nunca esquece. Ainda mais passando pela Champagne.

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dcpv – jour un – frança – alsácia – o primeiro chucrute e o primeiro riesling alsaciano a gente nunca esquece (ainda mais passando pela champagne).

04/12/18 (vivido e bebido em 04/12/2018)

Jour un – França – AlsáciaO primeiro chucrute e o primeiro Riesling alsaciano a gente nunca esquece (ainda mais passando pela Champagne).

Bom, a ideia desta viagem surgiu quase que do nada.

A Dé falou: precisamos ir pra França!

Ou melhor, temos que ir pra Paris.

Eu emendei: já que vamos pra nossa cidade, a cidade Luz, que tal também também conhecer alguma região que seja perto?

Com um esforço de reportagem, pensei na Alsácia!

Vinhos, chucrute, cidadezinhas bonitas, Natal!

Taí a combinação perfeita.

Como ir direto seria meio complicado (mais de quatro horas de carro logo após o voo) …

… a parada na região de Champagne tanto na ida …

… quanto na volta, seria obrigatória.

Meu Deus, que sacrifício! 😄

Iniciamos o nosso périplo, fazendo um voo tranquilo da Latam até Paris.

De lá, pegamos o nosso carro …

… e zarpamos pra Champagne.

Uma hora depois, …

… e com um por do sol daqueles, …

… estávamos no L’Assiette Champenoise, …

… um hotel 5 estrelas …

… e com um restô 3 estrelas do Michelin.

Era praticamente um céu estrelado.

O hotel é muito bacana …

… e o quartão, excelente.

Vale a pena ser um associado do R&C …

… e conseguir um upgrade quando da sua chegada.

Só tivemos tempo de dar uma descida até o bar …

… pra tomar duas flutes dum daqueles Champagnes desconhecidos (e maravilhosos) por nós …

… e já estávamos a postos pro jantar.

A minha opinião de que os restaurantes estrelados do Michelin …

…. são muito bons, …

… mas extremamente caros …

… e que você come demais, continua valendo.

Optamos pelo menu degustação mais simples…

… com paridade de vinhos, …

… mas ao final, tem-se a impressão de que comeu demais …

… e que, certamente, não é uma experiência a ser repetida (a partir deste jantar começamos a mudar a nossa opinião sobre este tipo de refeição).

Uma pena, pois tinha tudo pra dar certo.

Fomos dormir rapidamente no nosso ótimo quarto, …

… pois amanhã teríamos que dirigir por um bom trecho até Strasbourg, …

… no coração da Alsácia.

E foi o que fizemos.

Acordamos tarde …

… e pernas pra que te quero.

Demos uma parada pra tomar café num posto …

… e seguimos nos deliciando …

… com legítimas paisagens …

… de calendário.

Pra não ir direto pra Strasbourg, optamos por dar uma parada no Museu Lalique.

Pra quem não conhece, …

… René Lalique foi um daqueles gênios …

… além do seu tempo …

… que soube como nunca, explorar a sua capacidade de criação.

Primeiro, se transformou no primeiro joalheiro “profissa” do mundo …

… e logo depois, num mestre da arte de fazer tudo o que é obra de arte em forma de vidros.

Visitar o seu museu é extremamente emocionante …

… e educativo.

Todo o tour é ótimo.

De lá, partimos para Strasbourg.

Confesso que chegar ao Sofitel Grande Ile foi uma sucessão de surpresas.

Devido aos famosos Mercados de Natal, …

… o centro da cidade tinha o trânsito suspenso …

… e com a possível entrada de somente veículos autorizados.

Isto significava que você teria que ter uma autorização e passar por verificação policial, inclusive da sua bagagem.

Isto posto e feito, só nos restou chegar ao hotel após duas tentativas. 😀

Ele é muito bonito …

… e o quarto, bastante confortável.

Além de que ele se localiza muito próximo de tudo.

É claro que aproveitamos pra nos situar o mais rápido possível…

… indo conhecer os tão afamados Mercados de Natal.

Que beleza!

É tudo tão bonito …

… e tão iluminado …

… que você certamente volta a ser criança novamente …

… tamanha a graça de tudo.

Fomos ao mercado principal, …

… passamos pela Catedral …

… e pela árvore de Natal gigante da praça Kleber.

Olha, é demais …

… e você fica com a sensação de que tem que voltar muitas vezes mais.

Certamente, é o que faremos.

Tínhamos uma reserva no restô do hotel, mas ficamos na dúvida se valeria a pena ou não?

Por sorte, resolvemos honrar a reserva. E foi excelente.

Optamos por comer e beber frugalmente.

Um Sain Peter com purê de batatas e chucrute foi o prato escolhido por nós dois.

Um Riesling muito mineral alsaciano, um Frankstein, foi o vinho.

Subimos para o quarto felizes ao extremo e pensando, que é muito melhor simplificar, do que complicar.

É, la vie est belle!

Au revoir.

.

 

 


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