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dcpv – dia uno e único – chile – vinícola vik, um espetáculo!

agosto 2015

Dia uno e único – Chile – Vinícola VIK, um  espetáculo!

O que você diria de um visionário que pensou em fazer o melhor vinho do Chile, talvez do mundo, partindo do nada?

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Pois foi exatamente esta ideia a de Alexandre Vik.

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Bom, deixa eu começar do começo.

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A Marcia Lube teve (também) a brilhante ideia de fazermos a nossa reunião anual do grupo de vinho (formado por ela e o Vianney, a Madá e o Álvaro, a Lourdes e o Eymard, a Dé e eu) no Chile, mais exatamente na vinícola VIK, que fica na vale de Millahue.

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E o negócio todo foi muito bom.

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Primeiramente nos encontramos em Santiago onde aproveitamos pra matar as saudades dos vuelos do excelente Bocanariz

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… e conhecermos o muito bom restaurante …

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… do famoso chef Gaston Acurio, …

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… o Astrid y Gaston.

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No outro dia , após pernoitarmos no ótimo hotel Noi Vitacura, …

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… partimos pra conhecer esta ideia que aparentemente parece ser maluca, mas é espetacular.

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São quase duas horas de Santiago, …

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… mas quando se chega lá, …

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…  a visão desta maravilha que fica no cume do monte mais alto…

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… e com vista de 360° pra toda a vinícola deixa qualquer um de boca aberta …

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… e pensando, My Good, como é que pode existir visionários como o Alexandre no mundo?

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Programamos pra fazer o tour guiado pela vinícola logo na tarde do nosso primeiro dia aqui, uma sexta-feira.

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E o tour é exatamente o que se poderia imaginar.

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Nada mais do que extraordinário.

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Antes disso, deixe-me explicar alguma coisa sobre o hotel.

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É quase que um devaneio.

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Chegamos e tivemos esta visão.

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Fomos recebidos com chás e uma recepção maiúscula.

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Demos uma olhada nos quartos, sendo cada um deles decorados por arquitetos famosos e de forma individual.

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Estes valem o mini fotoblog.

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Logo depois, fomos almoçar.

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E frugalmente.

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As escolhas seriam Côngrio …

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… e Ossobuco para quem quisesse.

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E o melhor, com um indefectível vinho VIK 2010 (excelente e excelente) sendo servido com nenhuma parcimônia.

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A seguir faríamos o tour pela propriedade.

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É incrível imaginar que tudo isto …

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… foi iniciado em 2004, …

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…com a plantação das primeiras videiras em 2006.

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Ou seja, imagine que tudo era pura mata e que agora está transformado numa área produtora de vinhos.

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E, segundo a ideia do proprietário, o provável melhor vinho do mundo (será megalomania?).

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O tour é excelente.

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Você passeia pelos terroirs específicos de cada tipo de uva …

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… e, finalmente, chega à bodega …

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… com este ambiente futurista …

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… e impressionante, …

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… onde o que vale, é saber que o capricho de todo o projeto…

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… e sua execução, te fazem acreditar que tudo, desde que bem planejado, é possível (é claro, que com uma boa quantidade de dinheiro acompanhando).

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E aí, chega a hora da degustação.

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Você entra primeiramente na magnífica sala de Produção …

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… passa por um visual incrível …

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… e de repente, chega a uma sala de degustaçào …

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… feita com um tremendo bom gosto …

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… com obras assinadas por grandes artistas e é onde tudo começa a fazer sentido.

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O nosso guia explica que o assemblage do vinho VIK é feito com a combinação de diversas uvas (com a predominância de Cabernet Sauvignon e Carmenere) e aí você experimenta os varietais 2013 que formarão o vinho deste mesmo ano.

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Aí, do nada, surge a brincadeira de você fazer o seu assemblage. O meu, por exemplo, continha 50% de Cabernet Sauvignon, 40% de Carmenere e 10% de Syrah. Ficou um espetáculo!

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Só nos restou agradecer ao nosso guia pelo ótimo passeio e terminarmos tudo experimentando novamente o VIK 2010.

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Voltamos ao hotel, …

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… e resolvemos dar uma descansada, antes de partirmos para o jantar propriamente dito.

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Começamos tudo jogando uma partida de sinuca, comendo uma entradinha de cordeiro …

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… e vibramos com o experimento  do VIK  2011 …

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… e com a chegada dum peixe muito bom.

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Finalizamos com uma sobremesa  ….

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… e pensamos como a vida é boa.

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Ainda tivemos tempo de olhar as luzes da piscina de borda infinita ….

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… e dormir o verdadeiro sono dos justos.

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É, realmente a vida é muito boa ….

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… e a vinícola VIK…

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… com seu magnífico hotel são lugares que tem que ser visitados (ficamos mais um dia por lá só aproveitando o bom papo).

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E tenho dito.

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Adiós …

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… e hasta la vista.

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dcpv – mendoza – dia cuatro – vinícolas cobos, achaval ferrer com almoço na ruca malen

10/08/13

Mendoza – Dia Cuatro – Vinícolas Cobos, Achaval Ferrer com almoço na Ruca Malen.

Mais um dia maravilhoso em Mendoza.

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Acordar cedo e ver esta vista da Cordilheira dos Andes é mesmo um espetáculo.

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E pra completar, tomar um lauto café com a mesma vista te acompanhando é mais espetacular ainda.

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Hoje aproveitaríamos pra sair um pouco mais cedo e dar uma passada na Viña Cobos.

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Ela fica bem ao lado do hotel e estávamos a fim de comprar alguns dos seus vinhos ícones.

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Foi bom ter passado por lá, pois além das compras, ainda pudemos fazer uma boa degustação …

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… e dar uma pequena espiada no visual clean, despojado e organizado que ela tem.

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Logo após, passamos na Achaval Ferrer, no que seria só pra fazer umas comprinhas (vinhos são absolutamente necessários).

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O lugar é muito bacana e tem o mesmo quilate que os vinhos que eles produzem.

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O upgrade foi que conseguimos fazer uma visita-degustação mesmo sem reserva e após ela ter iniciado.

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O que neste caso, significou termos perdido a prova do vinho mais fraco e aproveitarmos todos os outros muito bons.

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Outra curiosidade foi que tomamos vinhos diretamente do barril de carvalho, utilizando, inclusive, uma pipeta.

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Passeamos pela entorno da vinícola, …

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… que pra variar, tem uma vista maravilhosa da onipresente Cordilheira, …

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… e aproveitamos pra comprar algumas garrafas de vinho para serem entregues no Brasil (depois eu conto como foi a experiência).

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O programa verdadeiro do dia se iniciaria com uma visita a Bodega Ruca Malen, …

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… que é tida e conhecida como boutique, já que produz vinhos em pouca quantidade e de excelente qualidade.

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Além do mais, todo o método de execução do néctar de uvas é bastante rudimentar.

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Acompanhe o fotoblog do tour:

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Logo após, fomos almoçar lá mesmo.

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E certamente foi a melhor refeição que fizemos aqui em Mendoza.

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Inicia que o restaurante é muito bonito …

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… e com uma vista da Cordilheira de impressionar.

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Pra variar, o menu é de cinco passos e do tipo degustação.

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Começamos com dois aperitivos: um, a salada de abobrinhas de tronco, creme de queijo branco, limão, amendoim japonês, uvas passas, maçãs caramelizadas e azeite picual. Uma delícia e com uma apresentação inusitada.

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Acompanhou o correto e simples Chardonnay Yauquen 2010.

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O segundo aperitivo foi um pastel de milho amarelo sobre creme de pimentões marrons assados.

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Foi mais uma delícia acompanhada do vinho tinto Yauquen Cabernet Sauvignon 2012.

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Já a entrada veio na forma do tradicional locro, um guisado de trigo e linguiça do campo, apresentado num vasinho e fechado por uma massa, além do enfeite de alecrim.

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A harmonização foi feita por um vinho tinto Ruca Malen Merlot 2011 que caiu muito bem com o prato.

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O prato principal, o quarto passo, foi, no caso da Dé, uma simples pasta com molho de tomates

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… e no caso dos outros, a Márcia, o Vianney, a Lourdes, o Eymard e eu (a Madá e o Álvaro ficaram no hotel por motivos técnicos) um medalhão de filé mignon grelhado com croquete de batatas, vegetais salteados e chimichurri.

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Pra nossa surpresa, a harmonização foi feita com dois vinhos tintos: um, o Ruca Malen Reserva 2010 e o outro, o top de linha Kinién Malbec 2009, ambos excelentes.

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Só ficou faltando a sobremesa que nos foi servida na forma duma torta úmida de chocolate amargo sobre fondant de doce de leite e zest de casca de laranja.

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Enfim, este almoço na Ruca Malen foi certamente a refeição mais equilibrada que fizemos neste curto giro por Mendoza, além de ser a mais saborosa. É um lugar altamente recomendado.

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Corremos um pouquinho pensando em visitar a Luigi Bosca, mas como estávamos atrasados, acabou ficando pruma próxima vez.

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De qualquer forma, voltamos pro hotel, pois além de termos que arrumar as malas, ainda tínhamos marcada uma degustação de vinhos na sua adega.

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Sendo assim, as 19:00 hs, estávamos todos no hall do hotel bebericando uns espumantes e aguardando o início da aula do sommelier.

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Descemos pra bonita adega, e nos informamos bastante sobre o mundo do vinho …

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…além de experimentarmos 3 vinhos, sendo dois da própria produção do hotel, um Sauvignon Blanc e um Malbec/Cabernet e outro Malbec dum produtor consagrado, o Durigutti Malbec Reserva 2008 (grato, Márcia) .

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Terminamos a degustação e resolvemos jantar no próprio hotel (deixamos pra outra vez a reserva que tínhamos no Azafrán).

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E fomos frugais: a Dé e o Álvaro pediram uma salada com queijo de cabras, a Madá e a Lourdes sopa de tomates, …

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… a Márcia o salmão, …

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… o Vianney uma sopa de abóboras

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… e eu e o Eymard dividimos uma degustação de carnes.

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Todos os pratos estavam excelentes e pra acompanhar, tomamos um vinho tinto da junção Catena/Rotischild da linha Caro e um Cheval dos Andes, ambos muito bons.

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Como o tempo urgia, pagamos a conta e fomos dormir, espiando e nos deleitando com um dos ceús mais bonitos que vimos até hoje.

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E fizemos juras de que estes encontros anuais desta excelente turma sejam eternizados (a Toscana que nos aguarde).

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Amém.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Santiago do Chile – Bocanáriz, olhos e ouvidos; Puerto … Fuy!
Mendoza – Dia uno – Cavas Wine Lodge, que hotel!
Dia dos – Mendoza – Vinícolas Familia Zuccardi (com almoço) e La Rural.
Mendoza – Dia tres – Vinícolas Catena Zapata e Achaval Ferrer com almoço na Lagarde.

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dcpv – mendoza – dia tres – vinícolas catena zapata e achaval ferrer com almoço na lagarde

09/08/13

Mendoza – Dia Tres – Vinícolas Catena Zapata e Achaval Ferrer com almoço na Lagarde.

Outro dia mendocino.

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E desta vez muito mais típico pruma região praticamente desértica.

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Afinal de contas, acordar com uma paisagem …

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… e iluminação destas da Cordilheira dos Andes não é pra qualquer um, né não?

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Depois deste verdadeiro deleite, …

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… nada como se deleitar com um bom café da manhã ao lado de grandes amigos.

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Saímos na corrida pra conhecer (em alguns casos, rever) a mais do que icônica vinícola Catena Zapata.

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A arquitetura por si só já é cinematográfica.

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Afinal de contas, tudo ali parece pertencer a um outro continente.

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Certamente, a Catena Zapata poderia estar localizada em qualquer lugar da França e da Itália e não faria feio.

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Iniciamos o tour pelo coração da vinícola.

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Passamos pelo berço dos barris de vinho da melhor qualidade …

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… continuamos no lugar onde as garrafas descansam por mais dois anos (com a maioria delas custando por volta de U$ 300 cada) …

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… voltamos pra sala de degustação mais espetacular que já vimos, …

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… com direito a sentar na célebre mesa feita com tábuas exclusivas e que pesa aprox 700kg…

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… subimos pela maravilhosa escada …

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… até termos a vista mais estonteante que um ser pode ter na combinação videiras+Cordilheira.

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Descemos do prédio que se assemelha muito a uma pirâmide …

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… e fomos fazer a tão esperada degustação.

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A sommelier Tatianna nos ensinou como degustar um bom vinho do jeito correto.

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E experimentamos 3 deles, todos Angélica Zapata; um Chardonnay, um Cabernet Sauvignon e obviamente, um Malbec.

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É claro que passamos na lojinha, totalmente extasiados pela magnitude da visita.

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Saimos de lá, pensando no almoço que seria na vinícola Lagarde.

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Na verdade, faríamos uma visita também, mas devido ao adiantado da hora, resolvemos só comer.

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E a surpresa foi grata, já que esperávamos uma refeição mais frugal e quando percebemos estávamos  num lugar muito bacana e muito bem bolado.

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O menu todo aconteceu no formato degustação com cinco tempos e os correspondentes vinhos da própria Lagarde.

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Iniciamos com as indefectíveis empanadas (que desta vez vieram assadas e pareciam com pastéis de carne) , …

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… harmonizadas com um Blanc de Noir 2012, mais conhecido como Rosé.

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Continuamos com rolls de zuchinis grelhados, ricota fresca, manzanas e hinojo sobre crema de rúcula. Uma verdadeira delicia refrescante.

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Mais uma harmonização, agora com o branco Viogner 2012. Perfeita.

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Logo depois chegou uma sopinha, um locro de trigo mote blanco y alubias cubierto de queso de cabra fundido. Estava gostoso, mas um pouco pesado.

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Já o vinho equilibrou bem. O Lagarde Cabernet Sauvignon 2012 deu conta do recado.

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O último prato salgado foi um filé con vegetales al rescoldo y chimichurri de tomates secos. Estava bom também, mas certamente nenhum ser humano agüentaria tanta comida, e nós não fomos diferentes.

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E o vinho tinto Guarda Cabernet Franc esteve tão bem que até a Márcia e o Vianney aproveitaram o embalo pra comprar um.

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Terminamos e adoçamos tudo com uma trufa de chocolate amargo y biscuit perfumado com naranjas, também muito boa.

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Coisa que não ocorreu com o espumante Altas Cumbres Extra Brut que pareceu fraquinho e aguado demais.

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Bom, no geral foi um bom almoço e pra variar, muito divertido.

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Saímos correndo de lá pensando em dar uma passada na Achaval Ferrer, mas quando chegamos, estava fechada.

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Só nos restou voltar pro hotel e aproveitar o tempo livre pra dar uma volta de bicicleta.

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Lá fomos nós, Lourdes, Madá, Dé e eu dar um rolê pelas dependências do hotel

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… e ter uma visão diferente do entorno dele.

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Pra coroar o dia, ainda tivemos um belo por do sol …

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… por sobre a Cordilheira.

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Correndo mais um pouquinho, nos preparamos pra dar uma passada em Mendoza e conhecer a loja Sol y Vino, onde acontecia uma degustação de azeites…

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… da empresa da famîlia da sommelier que nos atendeu hoje cedo na Catena Zapata. A degustação foi rápida, mas bem informativa.

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É claro que o objetivo seria jantar num lugar legal.

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E fomos ao Nadia O.F., um restaurante charmoso e pertencente a esposa do dono da vinícola O.Fournier, a própria Nádia.

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O ambiente é bem aconchegante e ficamos numa sala separada do restante do pessoal.

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O esquema funciona no formato degustação (são seis passos) com direito a algumas escolhas. Os aperitivos são fixos e todo mundo experimentou os ótimos tempura de zuchinni y palta em emulsion de limon

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… e camote cocinado al vácuo con manteca de cenizas de berenjenas. Ambas excelentes e muito fotogênicas.

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Além do mais foram muito bem acompanhadas pelo Sauvignon Blanc BCrux 2012.

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Como entradas tínhamos que escolher. Alguns optaram pela “harira” (uma sopa marroquina de tomates) com garbanzos e filet salteado, que era muito bonita e com um charme, servida em dois tempos.

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Outros, pelo nido de papa com hongos y huevo cocinado a baja temperatura al aceite de trufa negra.

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Continuamos tomando o Sauvignon Blanc.
Como principais as opções eram o risotto de hinojo y naranja em  bufanda de puerro (pedido pela Márcia, pela Lourdes, pelo Álvaro e pela Dé), …

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… o sorrentino de ragout en su demi glace con salsa de aceitunas (pedido pela Madá e pelo Vianney) …

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… e o bife de lomo con guarnicion de papas aplastadas y mojo rojo (pedido por mim e pelo Eymard).
Todos estavam bons, mas e pra variar, neste momento da refeição, pareciam grandes demais.

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Em compensação, tomamos um ótimo tinto varietal da linha BCrux (Tempranillo + Malbec).

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Calma aí que as sobremesas (sim, são duas) ainda não tinham chegado. Uma, o curd de mandarina foi “curdo” e rápido. Uma espuminha de mixirica bem leve e muito fácil (gracias) de comer.

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A outra, um postre de manzana y crema de yogurt com infusion de tabaco.
Ambas refrescantes e praticamente digestivas.

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Conta paga (como é difícil de ser aceito qualquer cartão de crédito com pin por aqui), voltamos felizes pro hotel e com a certeza de que a natureza é muito pródiga nesta região, especialmente nos dias ensolarados.

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Pra terem uma idéia, vimos nesta noite um dos céus mais bonitos das nossas vidas.

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Hasta.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Santiago do Chile – Bocanáriz, olhos e ouvidos; Puerto … Fuy!
Mendoza – Dia uno – Cavas Wine Lodge, que hotel!
Dia dos – Mendoza – Vinícolas Familia Zuccardi (com almoço) e La Rural.

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dcpv – dia dos – mendoza – vinícolas familia zuccardi (com almoço) e la rural.

08/08/13

Dia dos – Mendoza – Vinícolas Familia Zuccardi (com almoço) e La Rural.

Este foi efetivamente o nosso primeiro dia mendocino.

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Iniciamos vendo o sol (um sol ainda ameno) nascer em plenos campos viníferos e fomos tomar o nosso ótimo café da manhã no hotel.

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Começamos o programa indo visitar a icônica vinícola Familia Zuccardi.

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O programa seria completo.

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Ou seja, faríamos um “manjado” tour com todas as descrições das fases de feitura de um vinho.

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Melhor; acabamos fazendo um tour espetacular.

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Tivemos a possibilidade de ouvir um especialista dissertando sobre o terroir mendocino e todas as possibilidades existentes de combinações entre os tipos de solos e de uvas existentes por aqui.

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Antes passamos por um salão de artes muito bacana. Segue o minifotoblog do lugar:

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Na seqüência, visualizamos toda a produção …

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… com direito a ver um tanque sendo limpo …

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… e uma verdadeira cascata de borra (eu disse borra!) jorrando do fundo dos tonéis de aço.

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Passamos também pela fase do armazenamento em barris de carvalho …

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… e finalmente, fomos pra degustação.

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Experimentamos um ótimo Chardonnay, um bom Bonarda e um razoável Chenin Douce.

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Logo após, terminamos o tour passando pela lojinha pra comprarmos os primeiros souvenires da nossa viagem.

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Também tínhamos reservado um almoço no excelente restaurante da vinícola.

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Foi no esquema mini-degustação e como dizem nuestros hermanos, “a la grande”.

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Sentamos na mesa separada especialmente …

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… e iniciamos experimentando os bons azeites da casa, acompanhados de grissinis.

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Como entradas, empanadas assadas de carne, queijo e cebola nos foram servidas.

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Foram harmonizadas com uma garrafa daquele ótimo Chardonnay Viogner Zuccardi 2012.

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Na seqüência, vieram uma salada bem variada …

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… acompanhada de tomates frescos …

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… legumes assados e vários tipos de carnes, a famosa parrilla, formada por lingüiças, morcillas, frango, carnes de porco e de boi (em tempo – esta foi a última foto perdida da nossa máquina. A partir daí, passamos a usar outra).

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Tudo muito bem assado e com aquele sabor característico da carne Argentina.
Tomamos mais dois vinhos e ambos derivados da Malbec: um tinto e um rosé.

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Finalizamos tudo com tortas, sorvetes de dulce de leche…

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… e um bom vinho de sobremesa, o Soleria (que nos rendeu boas risadas).

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Foi o tempo de nos dirigirmos pra van …

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… e resolvermos que ainda passaríamos na Rutini/La Rural pra, pelo menos, comprar alguns vinhos.

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Não só os compramos como ainda conseguimos dar uma boa olhada no Museo del Vino de lá.

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Segue mais um minifotoblog:

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Voltamos rapidamente pro hotel, já que haveria um show de tango por lá.

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E olhe que apesar de não sermos (eu e a Dé) muito fãs deste tipo de música, nos surpreendemos com a qualidade de tudo.

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Foi o que podemos chamar dum show de tango de raiz.

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Como estávamos prontos, rumamos pra vinícola Escorihuela Gascón, onde jantaríamos no restaurante 1884, do mago dos fornos quentes, o famoso Francis Mallmann. Quem passa regularmente por aqui, sabe que não morremos de amores por ele.

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Mas como a turma queria conhecer, concordamos. Chegamos lá e o restaurante estava muito cheio; ainda bem que fizemos uma reserva (detalhe: a Madá e o Álvaro não foram).

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O ambiente é bem bacana e classudo.

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Como já sabíamos da fama do Mallmann de fazer pratos muito grandes, fomos comedidos nos pedidos.

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A Márcia e o Vianney dividiram um Ojo de Bife com fritas, que estava bom, mas mesmo assim foi muito grande.

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A Dé e a Lourdes dividiram um linguado com legumes, que estava bom, mas muito grande.

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O Eymard foi de bife de salmon com suflé de espinacas babies, que estava bom e quase na medida certa pra ele.

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Eu escolhi um Coelho com peras ao sal e endívias assadas, que estava bom, mas muito grande. 🙂

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Tomamos dois ótimos vinhos brancos; um sauvignon Blanc da Ruttini …

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… e um Chardonnay Luca 2009.

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É obvio que passamos as sobremesas e o café, …

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… e só nos restou cair nos braços de Morfeu, já que o frio convidava a uma boa noite de sono.
Enfim, foi um grande jantar, ou melhor definindo, um jantar grande.

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Hasta.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Santiago do Chile – Bocanáriz, olhos e ouvidos; Puerto … Fuy!
Mendoza – Dia uno – Cavas Wine Lodge, que hotel!

dcpv – mendoza – dia uno – cavas wine lodge, que hotel!

07/08/13

Mendoza – Dia uno – Cavas Wine Lodge, que hotel!

Nota do editor: nós tivemos um problema com o cartão da nossa máquina fotográfica e perdemos as fotos dos dois primeiros dias desta viagem. O jeito foi apelar pros amigos e utilizar as fotos que tanto a Márcia/Vianney como o casal Lourdes/Eymard tiraram. Portanto, não reparem se o post resultar um tanto quanto remendado. Podem ter certeza que não foi o vinho! 🙂

Era dia de se embrenhar no enomundo de Mendoza.

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Tudo bem que o sacrifício seria grande.

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Afinal de contas, acordar as 6:00 hs e com frio não é lá muito agradável, né? Mas tínhamos vôo (curto e extremamente turbulento) as 10:20 pela LAN.

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Chegamos (agora já com a Madá e o Álvaro junto conosco) e embarcamos no transfer pro hotel Cavas Wine Lodge. E que hotel!

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Ele fica no meio de videiras e os quartos são estonteantes.

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Grandes, …

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… muito bem decorados …

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…  e charmosos.

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É o mínimo que podemos falar deles.

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Aproveitamos pra conhecer tudo (a área comum também é incrível), já que separamos este dia pra curtir o local e pra dar uma descansada.
Se bem que, antes disso, a fome apertou e fomos obrigados a almoçar!

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Como o pessoal qua atende é muito atencioso, tudo estava preparado pra nossa lauta refeição (não precisa nem dizer que foi o Vianney que tirou as fotos, né?).

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O restaurante é bem bacana e não tivemos problema nenhum em escolher os pratos do menu.

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Quase todos aproveitaram pra pedir algumas empanadas de entrada e  curtir o excelente vinho Kaiken 2008 (pedimos duas garrafas).

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Tudo foi perfeito e estávamos preparados pra pedir os pratos principais.

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A Márcia e o Vianney atacaram na especialidade da casa, as carnes. Um bife de ancho para cada um e os espíritos carnívoros foram saciados.

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Já a Madá, a Lourdes e a Dé escolheram uma sopa de tomates que estava bem clara e muito saborosa.

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O Álvaro e o Eymard pediram uma massa com ragu de cabrito e eu, um maltagliatti com ragu de ossobuco.

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Todas al dente e com o molho bem característico.
Como a sede ainda era grande, pedimos mais uma garrafa dum Malbec (pra quem não sabe, a uva característica da Argentina) Luca 2007 e refletimos sobre a excelência dos vinhos mendocinos.

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Quando terminamos, já eram 17:30 hs. Foi o tempo de todo mundo dar uma descansada e aproveitar pra curtir o quarto …

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… e o visual dele.

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Veja que apesar do mau tempo, deu pra ter uma idéia do entorno do hotel. Imaginem tudo isto com sol?

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Tínhamos também uma degustação pra ser feita, mas, sabiamente, adiamos a tal pra noite de sexta.

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De qualquer forma, sobrou o jantar de boas vindas no próprio restaurante do hotel. E as 21:00 hs, estávamos a postos pra mais uma dura batalha.

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Iríamos comer e num lugar especial: na adega do lugar.

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A nossa mesa foi montada sobre uma pirâmide de vidro (praticamente um mini Louvre) e estava linda.

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Ainda sobre o efeito da almoço tardio, resolvemos todos dar uma maneirada e pedir somente um prato. Alguns (tais como a Dé e o Álvaro) apelaram e escolheram uma salada frugal como principal.

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Outros (como a Lourdes) foram de sopa de cenoura. A Márcia pediu salmão no vapor com folha de figo e risoto de quinua vermelha, …

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…, a Madá foi de chivo (o famoso cabrito) em 3 cocções com gnocchi de queijo de cabra, o Vianney pediu o tortellini com pato confit, …

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… o Eymard escolheu um cordeiro cozido por 24 hs em baixa temperatura com creme de batatas trufadas, e eu, um legítimo bife de chorizo acompanhado de batatas fritas.

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Todos, por incrível que pareça, estavam ótimos.
Experimentamos, por conselho da sommelier Márcia Lube, vinhos únicos. Um o Petit Verdot Gran Lorca 2008 e o outro, um Cabernet Franc XI Pulenta 2010.

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Olha, foi o complemento dum primeiro dia muito bom e altamente enogastronômico.

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Este passeio à Mendoza promete.

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Hasta.

Leia sobre o outro dia desta viagem:
Santiago do Chile – Bocanáriz, olhos e ouvidos; Puerto … Fuy!

.

dcpv – sexiésimo dia – chile – de volta pro aconchego, ops, santiago

28/10/2012

Sexiésimo diaChileDe volta pro aconchego, ops, pra Santiago.

Era dia de sair do sonho lapostóllico.

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E as casitas, as nossas moradias temporárias, necessitam de uma melhor explica/explanação.

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Você não imagina o quão reconfortante é chegar no seu quarto e ter a visão que elas te proporcionam.

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A sala de dormir (podemos chamá-la assim) é espaçosa e agradável.

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Ela tem vista de todo o vale.

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É espetacular.

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E ainda mais quando se tem a oportunidade de ver um nascer-do-sol sensacional como este.

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Fomos tomar café, o derradeiro café …

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… e nos prepararmos pra volta pra Santiago.

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Enquanto a Márcia e o Vianney e a Madá e o Álvaro voltariam pro Rio, nós e os sócios ainda ficaríamos mais uma noite em Santiago.

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E desta vez, experimentando o The Aubrey, um hotel boutique pequeno e que fica ao lado da La Chascona, a casa do Neruda .

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Antes de conhecer o hotel, fizemos o caminho de volta do Vale do Colchágua, vendo paisagens bacanas …

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…  e em apenas duas horas (um tremendo upgrade em relação ao tempo gasto na ida).

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Deixamos os casais no aeroporto, nos despedimos dos mais novos velhos e bons amigos, …

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… e fomos conhecer o hotel.

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Ele é bem bacana (claro que não comparável ao W Santiago), …

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… com bons toques de modernidade …

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… e uma administração pessoal do seu presente dono.

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Estávamos com fome e fomos procurar um restaurante.

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O problema é que esquecemos completamente que aqui no Chile também seria um domingo de eleições. Ou seja, quase tudo estaria fechado e pior, não se poderia tomar nenhuma bebida alcóolica.

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Paradoxo dos paradoxos, tivemos que seguir a Lei Seca em plena Santiago.

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Por sorte (ou azar, você verá) o famoso restô Como Agua para Chocolate estava aberto.

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Conseguimos uma mesa (me parece que normalmente os chilenos não saem pra almoçar aos domingos, daí a maioria deles não funcionar) e fomos passar pela pretensa culinária afrodisíaca do lugar.

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Apesar de ser um pouco fake, tudo é bem bonito …

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… e temático.

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Mas a comida, sinceramente, ficou a desejar.

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Tudo bem que tivemos que tomar cerveja sem álcool…

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Pedimos uma entrada com camarões e machas num molho de 3 queijos.

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Como principais, a Lourdes pediu um peixe, …

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… a Dé um péssimo Côngrio, …

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…. o Eymard um mediano atum ,…

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… e eu, um péssimo macarrão com frutos do mar.

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Inclusive, tinha alguns fios que nem cozidos estavam.

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Fomos insistentes e pedimos sobremesas.

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Foi mais uma burrada. O tal pudim de 3 lêches e…

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… o Como agua para chocolate eram muito ruins.

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Só nos restou perceber todo o engraçado do entorno. Dá pra imaginar o único restaurante da região cheio e com brasileiros querendo furar a fila de espera de qualquer jeito?

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Voltamos ao quarto, demos uma boa dormida (slow travel, minha gente) e fomos conhecer o Parque Metropolitano.

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Se bem que com o calor reinante (quase 35ºC), …

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… demos somente uma voltinha, o suficiente pra ver belíssimas vegetações …

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… e flores.

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Retornamos ao hotel e nos livramos definitivamente da lei seca…

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… tomando um (a calhar) Cremant de Loire. 

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Tudo isto pra nos prepararmos pra conhecer o restaurante Arola, que fica no hotel Ritz Carlton.

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Já tivemos ótimas experiências por lá, especialmente no de Paris.

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E cá pra nós, chegar a um Ritz Carlton é outra coisa.

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O restaurante é um daqueles moderninhos e com mobília chique.

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Como já conhecíamos o sistema, fomos logo escolhendo tanto o vinho, como os tapas quentes e frios. O vinho branco foi um Chardonnay E.Q. Matetic 2011.

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Antes dos pratos, o tradicional pan com tomate foi servido.

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E melhor, no modelo monte você mesmo.

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Logo em seguida vieram os tapas frios: aspargos empanados ,

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carpaccio de cogumelos, …

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carpaccio de cerdo

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… e centolla e cangrejo.

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E os tapas quentes: as legítimas batatas bravas,

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pulpo (ai, pulpito), …

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croquetes de jamon

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… e empanadas de atum.

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Todos perfeitos e no formato pra compartilhamento total.

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Tomamos mais um vinho branco, o Chardonnay Sol del Sol 2009. Mais um excelente.

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E pedimos uma degustaçào de 4 sobremesas (não se esqueçam que estávamos com muita fome): espuma de crema Catalunha, …

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7 formas de chocolate, …

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chocolate branco

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… e torta de maçã .

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Como era o nosso último jantar desta viagem, resolvemos homenagear a Márcia e o Vianney, tomando um Late Harvest Erasmo, …

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.. e também ao som dos Ramones, homenageamos a Madá e o Álvaro. One, two, three, four… I Wanna be sedated.

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Voltamos ao The Aubrey pra dormirmos o sono dos justos, acordar cedo pra arrumar as malas e partirmos.

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Tivemos tempo de experimentar o bom café de manhã…

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… e pronto!

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Continuo insistindo que o Chile, um país próximo a nós, ainda é (apesar do aumento considerável do fluxo), pouco visitado pelos brasileiros.

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Suas montanhas, seus desertos, suas geleiras, suas ilhas, mesmo a sua capital deveriam ser explorados mais costumeiramente por nós.

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E no nosso caso, ainda tivemos uma ótima experiência com um grupo que certamente veio pra ficar.

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Foi (mais uma) excelente viagem.

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Adiós.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Unésimo dia – Santiago – Chile – Início promissor e gastronômico (Coquinaria+Osaka)
Segundésimo dia – Santiago – Chile – Visitando a Concha y Toro mais uma vez, além de passear de bicicleta pela cidade.
Triésimo dia – Santiago – Chile – Isto é que é uma dobradinha ao quadrado. La Chascona/Bocanáriz e Almaviva/Boragó.
Quatriésimo dia – Colcha e água? Casa Lapostolle.
Quinquésimo dia – Chile – Vale do Colchágua – Conhecendo a Neyen e a Lapostolle como se deve.

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dcpv – quinquésimo dia – chile – vale do colchágua – conhecendo a neyen e a lapostolle como se deve.

27/10/2012

Quinquésimo diaChileVale do ColcháguaConhecendo a Neyen e a Lapostolle como se deve.

Acordamos cedo e apesar do tempo não muito católico, decidimos andar de bike.

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A descida do hotel para o vale é brava, mas fomos fortes.

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Demos uma boa volta pela vinícola e …

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… tivemos o prazer de ver belas paisagens.

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Vale o mini fotoblog:

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Note que até animais …

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… e paqueras entre eles, nós vimos.

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Voltamos, tomamos banho e tivemos um ótimo café da manhã.

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Tínhamos marcado uma visita a uma vinícola simples e próxima, a Neyen com os seus vinhos premiados (94 RP).

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A Márcia acabou torcendo o pé na noite anterior e justamente por isto, tanto ela como o Vianney não puderam conhecer o lugar.

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Chegamos e logo fomos percebendo como o trabalho por lá é no esquema familiar e tradicional.

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Demos uma volta pelas videiras (algumas tem 100 anos!) e …

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… fomos conhecer todo o processo de fabricação dum vinho que é muito famoso no Chile.

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A vista destas janelas abertas na área de preparação são maravilhosas.

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Além de que, fizemos uma degustação especial …

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… num salão antigo/novo (foi construído em 2008) muito bonito.

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Note que uma das paredes foi muito afetada pelo recente terremoto de 2010…

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… assim como as casas que estavam no caminho de volta.

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Aproveitamos que a fome apertou e iniciamos o processo do almoço.

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Antes, demos uma voltinha pela horta que estava um pouco caída, mas dava (literalmente) um bom caldo.

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Começamos tudo com os famosos aperitivos: …

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…. roll de salmonete abumado y lechuga, …

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queso fresco, aji papaia

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… e empanada de queso tapenade.

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Tudo perfeito e combinando muito bem com o vinho Lapostolle Sauvignon Blanc 2011.

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Ah, quem disse que éramos só nós 8 no hotel?

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A entrada foi formada por carpaccio de pulpo (adivinhem se eu gostei???)…

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ceviche mixto (diga miquisto) e mix de hojas verdes.

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Tudo perfeito, ainda mais acompanhado por um Lapostolle Chardonnay Casas 2011.

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Era chegada a hora dos principais.

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Que foram lomo de cerdo. …

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mote campero, vegetables e salsa Carmenere.

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Como alternativa aos não-carnívoros, serviram um peixe (ou um frango? Help me!!).

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Perfeitos, assim como o vinho Lapostolle Cabernet Sauvignon Cuvée 2010.

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Como sobremesas, suspiro de naranja e raougt de frutos secos.

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Enfim, um allmoço frugal. rs

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O dia estava cada vez mais pequeno.

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A visita pra Clos Apalta estava marcada pras 16:00 hs.

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E a esta hora, lá estávamos nós, com o Vianney e sem a Márcia que foi, merecidamente, descansar.

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Enfim, conheceríamos a famosa a vinícola do hotel.

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E por mais que se tente descrever, não dá pra passar o que se sente ao entrar/estar lá.

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O passeio é muito interessante e educativo, …

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… mesmo porque o prédio chama muita atenção.

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É claro que não vou descrever todo aquele blá-blá-blá de como os vinhos são produzidos. Fica o minifotoblog:

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Vou me ater a falar como é a adega particular da Madame Alexandra (por sinal, ficamos na casita dela).

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No último estágio da ótima visita, você vai fazer a desgustação numa mesa grande e … surpresa!

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O tampo se abre e embaixo da mesa, tem uma escada que leva pra tal adega da proprietária.

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E que adega!

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São dois andares com vinhos de todas as safras e produtores que se possa imaginar

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O visual chega a ser de ficção científica …

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… e você não tem como não ficar emocionado…

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… e devaneado.

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Passamos pela loja, compramos alguns vinhos e fomos nos preparar pra aula de gastronomia (??).

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Ela não foi muito boa, já que a professora só se preocupou em misturar ingredientes pré-cortados …

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… e que formariam um pastel de jaiba. …

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… mais conhecida como “Casquita de Cangrejo”.

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Esta foi uma das entradas do nosso jantar.

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Antes dele e próximo das 20:00 hs, ou seja, ao anoitecer , …

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… tivemos, certamente, um dos melhores poentes das nossas vidas.

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O céu …

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… se pintou …

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… de cores dramáticas …

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… e tudo …

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… mudava …

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… a cada segundo.

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Deborizando, estava encantador…

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… e absolutamente lindo.

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Era chegada a hora do jantar.

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Iniciamos tomando um Pisco Kappa estrela Azul…

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… e comendo camarones apanados a la inglesa, …

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bocado de salmon a las hierbas

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… e empanadas de queso, tomate e orégano.

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Neste momento, o som dos DJs internacionais, Álvaro e Eymard, estava bombando.

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Como entradas, experimentamos a nossa criação coletiva, o pastel de jaiba com uma apimentada galleta de merquén.

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Tudo regado a Lapostolle Cuvée Alexandre Chardonnay 2011.

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Os principais foram pechuga de pato, polenta cremosa, zapallo italiano salteado e salsa de Carmenere.

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Foi muito bem harmonizado com um Lapostolle Cuvée Alexandre Carmenere 2011.

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Aproveitamos o embalo e chamamos mais um Legítimo Clos Apalta 2009, …

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…. enquanto esperávamos pela sobremesa, um bombon de quinua com raougt de kiwi.

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Vocês devem ter percebido que não falei nenhuma vez sobre a qualidade das refeições, justamente porque todas foram absolutamente adoráveis, …

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… seja pelo resultado propriamente dito, …

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… seja pela excelente companhia

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Pronto! Terminou o nosso último jantar na Casa Lapostolle e tudo foi tão bacana que já estamos colhendo dados pra nossa próxima reunião enoamigável.

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Hasta.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Unésimo dia – Santiago – Chile – Início promissor e gastronômico (Coquinaria+Osaka)
Segundésimo dia – Santiago – Chile – Visitando a Concha y Toro mais uma vez, além de passear de bicicleta pela cidade.
Triésimo dia – Santiago – Chile – Isto é que é uma dobradinha ao quadrado. La Chascona/Bocanáriz e Almaviva/Boragó.
Quatriésimo dia – Colcha e água? Casa Lapostolle.

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