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dcpv – mendoza – dia uno – cavas wine lodge, que hotel!

07/08/13

Mendoza – Dia uno – Cavas Wine Lodge, que hotel!

Nota do editor: nós tivemos um problema com o cartão da nossa máquina fotográfica e perdemos as fotos dos dois primeiros dias desta viagem. O jeito foi apelar pros amigos e utilizar as fotos que tanto a Márcia/Vianney como o casal Lourdes/Eymard tiraram. Portanto, não reparem se o post resultar um tanto quanto remendado. Podem ter certeza que não foi o vinho! 🙂

Era dia de se embrenhar no enomundo de Mendoza.

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Tudo bem que o sacrifício seria grande.

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Afinal de contas, acordar as 6:00 hs e com frio não é lá muito agradável, né? Mas tínhamos vôo (curto e extremamente turbulento) as 10:20 pela LAN.

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Chegamos (agora já com a Madá e o Álvaro junto conosco) e embarcamos no transfer pro hotel Cavas Wine Lodge. E que hotel!

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Ele fica no meio de videiras e os quartos são estonteantes.

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Grandes, …

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… muito bem decorados …

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…  e charmosos.

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É o mínimo que podemos falar deles.

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Aproveitamos pra conhecer tudo (a área comum também é incrível), já que separamos este dia pra curtir o local e pra dar uma descansada.
Se bem que, antes disso, a fome apertou e fomos obrigados a almoçar!

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Como o pessoal qua atende é muito atencioso, tudo estava preparado pra nossa lauta refeição (não precisa nem dizer que foi o Vianney que tirou as fotos, né?).

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O restaurante é bem bacana e não tivemos problema nenhum em escolher os pratos do menu.

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Quase todos aproveitaram pra pedir algumas empanadas de entrada e  curtir o excelente vinho Kaiken 2008 (pedimos duas garrafas).

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Tudo foi perfeito e estávamos preparados pra pedir os pratos principais.

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A Márcia e o Vianney atacaram na especialidade da casa, as carnes. Um bife de ancho para cada um e os espíritos carnívoros foram saciados.

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Já a Madá, a Lourdes e a Dé escolheram uma sopa de tomates que estava bem clara e muito saborosa.

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O Álvaro e o Eymard pediram uma massa com ragu de cabrito e eu, um maltagliatti com ragu de ossobuco.

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Todas al dente e com o molho bem característico.
Como a sede ainda era grande, pedimos mais uma garrafa dum Malbec (pra quem não sabe, a uva característica da Argentina) Luca 2007 e refletimos sobre a excelência dos vinhos mendocinos.

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Quando terminamos, já eram 17:30 hs. Foi o tempo de todo mundo dar uma descansada e aproveitar pra curtir o quarto …

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… e o visual dele.

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Veja que apesar do mau tempo, deu pra ter uma idéia do entorno do hotel. Imaginem tudo isto com sol?

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Tínhamos também uma degustação pra ser feita, mas, sabiamente, adiamos a tal pra noite de sexta.

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De qualquer forma, sobrou o jantar de boas vindas no próprio restaurante do hotel. E as 21:00 hs, estávamos a postos pra mais uma dura batalha.

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Iríamos comer e num lugar especial: na adega do lugar.

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A nossa mesa foi montada sobre uma pirâmide de vidro (praticamente um mini Louvre) e estava linda.

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Ainda sobre o efeito da almoço tardio, resolvemos todos dar uma maneirada e pedir somente um prato. Alguns (tais como a Dé e o Álvaro) apelaram e escolheram uma salada frugal como principal.

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Outros (como a Lourdes) foram de sopa de cenoura. A Márcia pediu salmão no vapor com folha de figo e risoto de quinua vermelha, …

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…, a Madá foi de chivo (o famoso cabrito) em 3 cocções com gnocchi de queijo de cabra, o Vianney pediu o tortellini com pato confit, …

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… o Eymard escolheu um cordeiro cozido por 24 hs em baixa temperatura com creme de batatas trufadas, e eu, um legítimo bife de chorizo acompanhado de batatas fritas.

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Todos, por incrível que pareça, estavam ótimos.
Experimentamos, por conselho da sommelier Márcia Lube, vinhos únicos. Um o Petit Verdot Gran Lorca 2008 e o outro, um Cabernet Franc XI Pulenta 2010.

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Olha, foi o complemento dum primeiro dia muito bom e altamente enogastronômico.

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Este passeio à Mendoza promete.

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Hasta.

Leia sobre o outro dia desta viagem:
Santiago do Chile – Bocanáriz, olhos e ouvidos; Puerto … Fuy!

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dcpv – sexiésimo dia – chile – de volta pro aconchego, ops, santiago

28/10/2012

Sexiésimo diaChileDe volta pro aconchego, ops, pra Santiago.

Era dia de sair do sonho lapostóllico.

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E as casitas, as nossas moradias temporárias, necessitam de uma melhor explica/explanação.

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Você não imagina o quão reconfortante é chegar no seu quarto e ter a visão que elas te proporcionam.

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A sala de dormir (podemos chamá-la assim) é espaçosa e agradável.

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Ela tem vista de todo o vale.

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É espetacular.

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E ainda mais quando se tem a oportunidade de ver um nascer-do-sol sensacional como este.

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Fomos tomar café, o derradeiro café …

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… e nos prepararmos pra volta pra Santiago.

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Enquanto a Márcia e o Vianney e a Madá e o Álvaro voltariam pro Rio, nós e os sócios ainda ficaríamos mais uma noite em Santiago.

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E desta vez, experimentando o The Aubrey, um hotel boutique pequeno e que fica ao lado da La Chascona, a casa do Neruda .

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Antes de conhecer o hotel, fizemos o caminho de volta do Vale do Colchágua, vendo paisagens bacanas …

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…  e em apenas duas horas (um tremendo upgrade em relação ao tempo gasto na ida).

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Deixamos os casais no aeroporto, nos despedimos dos mais novos velhos e bons amigos, …

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… e fomos conhecer o hotel.

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Ele é bem bacana (claro que não comparável ao W Santiago), …

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… com bons toques de modernidade …

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… e uma administração pessoal do seu presente dono.

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Estávamos com fome e fomos procurar um restaurante.

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O problema é que esquecemos completamente que aqui no Chile também seria um domingo de eleições. Ou seja, quase tudo estaria fechado e pior, não se poderia tomar nenhuma bebida alcóolica.

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Paradoxo dos paradoxos, tivemos que seguir a Lei Seca em plena Santiago.

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Por sorte (ou azar, você verá) o famoso restô Como Agua para Chocolate estava aberto.

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Conseguimos uma mesa (me parece que normalmente os chilenos não saem pra almoçar aos domingos, daí a maioria deles não funcionar) e fomos passar pela pretensa culinária afrodisíaca do lugar.

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Apesar de ser um pouco fake, tudo é bem bonito …

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… e temático.

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Mas a comida, sinceramente, ficou a desejar.

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Tudo bem que tivemos que tomar cerveja sem álcool…

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Pedimos uma entrada com camarões e machas num molho de 3 queijos.

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Como principais, a Lourdes pediu um peixe, …

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… a Dé um péssimo Côngrio, …

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…. o Eymard um mediano atum ,…

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… e eu, um péssimo macarrão com frutos do mar.

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Inclusive, tinha alguns fios que nem cozidos estavam.

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Fomos insistentes e pedimos sobremesas.

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Foi mais uma burrada. O tal pudim de 3 lêches e…

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… o Como agua para chocolate eram muito ruins.

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Só nos restou perceber todo o engraçado do entorno. Dá pra imaginar o único restaurante da região cheio e com brasileiros querendo furar a fila de espera de qualquer jeito?

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Voltamos ao quarto, demos uma boa dormida (slow travel, minha gente) e fomos conhecer o Parque Metropolitano.

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Se bem que com o calor reinante (quase 35ºC), …

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… demos somente uma voltinha, o suficiente pra ver belíssimas vegetações …

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… e flores.

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Retornamos ao hotel e nos livramos definitivamente da lei seca…

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… tomando um (a calhar) Cremant de Loire. 

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Tudo isto pra nos prepararmos pra conhecer o restaurante Arola, que fica no hotel Ritz Carlton.

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Já tivemos ótimas experiências por lá, especialmente no de Paris.

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E cá pra nós, chegar a um Ritz Carlton é outra coisa.

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O restaurante é um daqueles moderninhos e com mobília chique.

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Como já conhecíamos o sistema, fomos logo escolhendo tanto o vinho, como os tapas quentes e frios. O vinho branco foi um Chardonnay E.Q. Matetic 2011.

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Antes dos pratos, o tradicional pan com tomate foi servido.

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E melhor, no modelo monte você mesmo.

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Logo em seguida vieram os tapas frios: aspargos empanados ,

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carpaccio de cogumelos, …

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carpaccio de cerdo

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… e centolla e cangrejo.

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E os tapas quentes: as legítimas batatas bravas,

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pulpo (ai, pulpito), …

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croquetes de jamon

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… e empanadas de atum.

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Todos perfeitos e no formato pra compartilhamento total.

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Tomamos mais um vinho branco, o Chardonnay Sol del Sol 2009. Mais um excelente.

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E pedimos uma degustaçào de 4 sobremesas (não se esqueçam que estávamos com muita fome): espuma de crema Catalunha, …

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7 formas de chocolate, …

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chocolate branco

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… e torta de maçã .

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Como era o nosso último jantar desta viagem, resolvemos homenagear a Márcia e o Vianney, tomando um Late Harvest Erasmo, …

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.. e também ao som dos Ramones, homenageamos a Madá e o Álvaro. One, two, three, four… I Wanna be sedated.

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Voltamos ao The Aubrey pra dormirmos o sono dos justos, acordar cedo pra arrumar as malas e partirmos.

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Tivemos tempo de experimentar o bom café de manhã…

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… e pronto!

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Continuo insistindo que o Chile, um país próximo a nós, ainda é (apesar do aumento considerável do fluxo), pouco visitado pelos brasileiros.

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Suas montanhas, seus desertos, suas geleiras, suas ilhas, mesmo a sua capital deveriam ser explorados mais costumeiramente por nós.

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E no nosso caso, ainda tivemos uma ótima experiência com um grupo que certamente veio pra ficar.

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Foi (mais uma) excelente viagem.

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Adiós.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Unésimo dia – Santiago – Chile – Início promissor e gastronômico (Coquinaria+Osaka)
Segundésimo dia – Santiago – Chile – Visitando a Concha y Toro mais uma vez, além de passear de bicicleta pela cidade.
Triésimo dia – Santiago – Chile – Isto é que é uma dobradinha ao quadrado. La Chascona/Bocanáriz e Almaviva/Boragó.
Quatriésimo dia – Colcha e água? Casa Lapostolle.
Quinquésimo dia – Chile – Vale do Colchágua – Conhecendo a Neyen e a Lapostolle como se deve.

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dcpv – quinquésimo dia – chile – vale do colchágua – conhecendo a neyen e a lapostolle como se deve.

27/10/2012

Quinquésimo diaChileVale do ColcháguaConhecendo a Neyen e a Lapostolle como se deve.

Acordamos cedo e apesar do tempo não muito católico, decidimos andar de bike.

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A descida do hotel para o vale é brava, mas fomos fortes.

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Demos uma boa volta pela vinícola e …

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… tivemos o prazer de ver belas paisagens.

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Vale o mini fotoblog:

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Note que até animais …

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… e paqueras entre eles, nós vimos.

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Voltamos, tomamos banho e tivemos um ótimo café da manhã.

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Tínhamos marcado uma visita a uma vinícola simples e próxima, a Neyen com os seus vinhos premiados (94 RP).

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A Márcia acabou torcendo o pé na noite anterior e justamente por isto, tanto ela como o Vianney não puderam conhecer o lugar.

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Chegamos e logo fomos percebendo como o trabalho por lá é no esquema familiar e tradicional.

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Demos uma volta pelas videiras (algumas tem 100 anos!) e …

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… fomos conhecer todo o processo de fabricação dum vinho que é muito famoso no Chile.

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A vista destas janelas abertas na área de preparação são maravilhosas.

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Além de que, fizemos uma degustação especial …

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… num salão antigo/novo (foi construído em 2008) muito bonito.

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Note que uma das paredes foi muito afetada pelo recente terremoto de 2010…

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… assim como as casas que estavam no caminho de volta.

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Aproveitamos que a fome apertou e iniciamos o processo do almoço.

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Antes, demos uma voltinha pela horta que estava um pouco caída, mas dava (literalmente) um bom caldo.

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Começamos tudo com os famosos aperitivos: …

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…. roll de salmonete abumado y lechuga, …

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queso fresco, aji papaia

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… e empanada de queso tapenade.

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Tudo perfeito e combinando muito bem com o vinho Lapostolle Sauvignon Blanc 2011.

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Ah, quem disse que éramos só nós 8 no hotel?

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A entrada foi formada por carpaccio de pulpo (adivinhem se eu gostei???)…

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ceviche mixto (diga miquisto) e mix de hojas verdes.

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Tudo perfeito, ainda mais acompanhado por um Lapostolle Chardonnay Casas 2011.

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Era chegada a hora dos principais.

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Que foram lomo de cerdo. …

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mote campero, vegetables e salsa Carmenere.

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Como alternativa aos não-carnívoros, serviram um peixe (ou um frango? Help me!!).

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Perfeitos, assim como o vinho Lapostolle Cabernet Sauvignon Cuvée 2010.

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Como sobremesas, suspiro de naranja e raougt de frutos secos.

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Enfim, um allmoço frugal. rs

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O dia estava cada vez mais pequeno.

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A visita pra Clos Apalta estava marcada pras 16:00 hs.

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E a esta hora, lá estávamos nós, com o Vianney e sem a Márcia que foi, merecidamente, descansar.

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Enfim, conheceríamos a famosa a vinícola do hotel.

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E por mais que se tente descrever, não dá pra passar o que se sente ao entrar/estar lá.

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O passeio é muito interessante e educativo, …

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… mesmo porque o prédio chama muita atenção.

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É claro que não vou descrever todo aquele blá-blá-blá de como os vinhos são produzidos. Fica o minifotoblog:

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Vou me ater a falar como é a adega particular da Madame Alexandra (por sinal, ficamos na casita dela).

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No último estágio da ótima visita, você vai fazer a desgustação numa mesa grande e … surpresa!

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O tampo se abre e embaixo da mesa, tem uma escada que leva pra tal adega da proprietária.

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E que adega!

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São dois andares com vinhos de todas as safras e produtores que se possa imaginar

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O visual chega a ser de ficção científica …

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… e você não tem como não ficar emocionado…

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… e devaneado.

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Passamos pela loja, compramos alguns vinhos e fomos nos preparar pra aula de gastronomia (??).

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Ela não foi muito boa, já que a professora só se preocupou em misturar ingredientes pré-cortados …

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… e que formariam um pastel de jaiba. …

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… mais conhecida como “Casquita de Cangrejo”.

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Esta foi uma das entradas do nosso jantar.

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Antes dele e próximo das 20:00 hs, ou seja, ao anoitecer , …

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… tivemos, certamente, um dos melhores poentes das nossas vidas.

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O céu …

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… se pintou …

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… de cores dramáticas …

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… e tudo …

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… mudava …

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… a cada segundo.

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Deborizando, estava encantador…

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… e absolutamente lindo.

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Era chegada a hora do jantar.

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Iniciamos tomando um Pisco Kappa estrela Azul…

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… e comendo camarones apanados a la inglesa, …

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bocado de salmon a las hierbas

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… e empanadas de queso, tomate e orégano.

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Neste momento, o som dos DJs internacionais, Álvaro e Eymard, estava bombando.

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Como entradas, experimentamos a nossa criação coletiva, o pastel de jaiba com uma apimentada galleta de merquén.

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Tudo regado a Lapostolle Cuvée Alexandre Chardonnay 2011.

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Os principais foram pechuga de pato, polenta cremosa, zapallo italiano salteado e salsa de Carmenere.

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Foi muito bem harmonizado com um Lapostolle Cuvée Alexandre Carmenere 2011.

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Aproveitamos o embalo e chamamos mais um Legítimo Clos Apalta 2009, …

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…. enquanto esperávamos pela sobremesa, um bombon de quinua com raougt de kiwi.

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Vocês devem ter percebido que não falei nenhuma vez sobre a qualidade das refeições, justamente porque todas foram absolutamente adoráveis, …

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… seja pelo resultado propriamente dito, …

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… seja pela excelente companhia

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Pronto! Terminou o nosso último jantar na Casa Lapostolle e tudo foi tão bacana que já estamos colhendo dados pra nossa próxima reunião enoamigável.

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Hasta.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Unésimo dia – Santiago – Chile – Início promissor e gastronômico (Coquinaria+Osaka)
Segundésimo dia – Santiago – Chile – Visitando a Concha y Toro mais uma vez, além de passear de bicicleta pela cidade.
Triésimo dia – Santiago – Chile – Isto é que é uma dobradinha ao quadrado. La Chascona/Bocanáriz e Almaviva/Boragó.
Quatriésimo dia – Colcha e água? Casa Lapostolle.

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dcpv – quatriésimo dia – colcha e água? casa lapostolle

26/10/2012

Quatriésimo diaChileColcha e água? Casa Lapostolle.

Hoje era o dia de passear de van.

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Rodaríamos quase 150 km até o vale do Cochágua, mais precisamente no hotel da vinícola Casa Lapostolle, o  Lapostolle Residence .

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Pra ser mais preciso ainda, fecharíamos o hotel só pro nosso grupo, já que as 4 casitas seriam totalmente ocupadas por nós.

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Tomamos um café da manhã reforçado no hotel e …

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… tome chá de van.

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Duas horas depois , chegamos.

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E que lugar!

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A vinícola Casa Lapostolle é uma belezura, …

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… e o hotel, bem, é melhor descrever a seguir, porque é simplesmente maravilhoso.

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Imagine chegar num local, descobrir que todas as casitas estão localizadas no topo do morro e com a melhor vista de todas as videiras?

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Pois foi o  que aconteceu .

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A Casa Lapostolle é extremamente bonita e charmosa.

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Demos uma boa olhada na sede …

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… e cada um começou a imaginar como seria a sua casita.

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Lourdes e Eymard ficariam na Cabernet Sauvignon, a casita número 1 e mais próxima do chamadoa “centro de recreações”, …

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… Madá e Álvaro na número 2, a Petit Verdot, …

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… Márcia e Vianey na Merlot, a número 3 …

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… e nós, na número 4 e mais distante, que além de ter uma visão espetacular das plantações, …

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…. se chamava Carmenere.

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Como chegamos muito cedo (por volta das 13:00 hs) optamos por almoçar (e que almoço) pra depois conhecer cada uma das nossas “moraditas”.

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Iniciamos a refeição ainda na beira da piscina com os seguintes aperitivos: Queijo fresco, tomate cherry, manjericão, …

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…. Brunoise de tomate, mousse de palha e caviar

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… e empanaditas de queso e ciboulette.

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Tomamos um vinho branco Sauvignon Blanc Casa Lapostolle 2011 que caiu como uma luva.

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Como entrada, pobre de mote com camarones e mix de hojas verdes del huerto.

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Perfeito, assim como o vinho Chardonnay Casa Lapostolle 2011.

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Era chegada a hora das fotos oficiais do evento ( a revista Caras estava cobrindo tudo! 🙂 ):

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Para o prato principal, um Filet com purê ao olivo, vegetables salteados e salsa de Merlot, para a maioria.

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Alguns, entre eles a Dé, pediram um Salmonete no lugar do Filet e também se deram bem.

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Mais que perfeito, assim como  o ícone vinho tinto Clos Apalta 2009 que nos foi servido.

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Faltava a sobremesa, que era um bocado de berries, helado de vanilla e salsa de naranjas, …

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… acompanhado duma dose de Grande Marnier (elas serão muitas).

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Foi o que podemos chamar de uma grande recepção.

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Depois disso e do cafezinho …

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… estávamos os livres para, finalmente, conhecer a nossa casita.

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Que era simplesmente um luxo,como diria o Athaide Patrese.

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Enorme, confortável, …

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… e certamente, tinha o banheiro com a vista mais bonita que vimos (desculpem a redundância) até  hoje.

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Enfim, sensacional …

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….  e melhor, com uma bela visão do skyline de todo o Vale do Colchágua.

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Demos uma descansada básica (né, Dé!)…

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… e saímos pra conhecer mais um ícone, a vinícola Montes.

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Ela fica bem perto da Lapostolle e tem como conceito o Feng Chui.

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Básicamente, significa que cada lugar tem a sua orientação …

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… e tudo tem o seu devido lugar.

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Iniciamos o tour passeando num caminhãozinho …

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… que nos levou até um belvedere onde …

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… vimos  o quão linda é a vinícola, …

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…além de achar uma tremenda similaridade entre uma sala de descanso …

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… e uma maternidade.

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É claro que após experimentarmos 4 ícones (entre eles, Montes Alpha, Purple Angel), …

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… estávamos prontos pra dar uma descansada.

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Até chegarmos à nossa morada, passamos na casita da Lourdes e do Eymard …

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… e da Márcia e do Vianney.

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Tudo preparado pra mais uma refeição, que seria o jantar.

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Como estávamos somente nós no lugar, …

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… escolhemos o horário e fomos observar o lindíssimo por -do-sol.

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Pronto! Dinner’s time.

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E o ambiente estava encantador.

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Iniciamos com um Pisco Sour, enquanto esperávamos pela Márcia e pelo Vianney.

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Quando eles chegaram, começamos os trabalhos com vários amuses: tacita de pepino, queso crema e alcaparra, …

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…. huevo de codorna frito

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… e empanada de queso y jamon Serrano.

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Todos perfeitos.

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Continuamos com um crema de choclo y albahaca, pincho de zuchinni  y ostion. Mais um acerto do chef, harmonizado magnificamente por um Lapostolle Cuvée Chardonnay 2011.

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Como principal, uma corvina al sésamo, com quinoa estacional e acelgas salteadas, …

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… e uma ótima trilha sonora (que ficou a cargo do DJ Álvaro), além do vinho ícone Borobo.

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Foi quase que um acinte do sommelier, mas o danado acertou.

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Faltava a sobremesa pra coroar um grande dia de um grupo que veio pra ficar. Clery de frutilla, helado de vanilla e salsa de framboesa …

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… seguido duma outra boa dose dum Grand Marnier, que segundo o Álvaro, se tomasse 3; ele mesmo cairia pelado na piscina ! rsrs

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Ainda bem que nada disso aconteceu, mas ficou a certeza que o Lapostolle Residence é um daqueles hotéis que, você, amante das boas vida e gastronomia…

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… deve conhecer pelo menos uma vez na vida.

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Ou seja, o hotel e a vinícola são perfeitos e complementares.

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Além do nosso grupo, claro?

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Até.

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DCPV – triésimo dia – santiago – chile – isto é que é uma dobradinha ao quadrado: la chascona/bocanáriz e vinícola almaviva/boragó.

25/10/2012

Triésimo diaSantiagoChileIsto é que é uma  dobradinha ao quadrado: La Chascona/Bocanáriz e Vinícola Almaviva/Boragó.

Era dia da turma toda se juntar. Os casais Marcia/Vianney e Madá/Álvaro chegaram tarde da noite  de ontem e nos encontraríamos nesta manhã.

Na verdade, a Márcia e o Vianney fariam o tour a casa do Neruda, a La Chascona conosco, enquanto a Madá e o Álvaro se juntariam ao grupo no almoço no wine bar Bocanáriz.

Acordamos cedo e fomos tomar mais um bom café da manhã no hotel.

Saímos de van, pra passarmos pelo hotel da Márcia e irmos todos pra La Chascona (que significa a descabelada).

Pra quem não sabe, a casa de Pablo Neruda tem este nome por causa dos cabelos da sua inicialmente amante e, posteriormente mulher, Matilda Urrutia.

Ela foi construída em 1953, e após a sua separação, Pablito (que tinha como nome original Neftali Ricardo Reys Basoalto) e Matilda viveram lá até 1973, ano da sua morte.

Esta casa é fisicamente muito interessante, já que é toda labiríntica e cheia de detalhes em cada canto.

E foi nesta lojinha que praticamente começou esta formação de grupos pela internet (daí veio o célebre post, teorema de neruda : mar + terra = céu), né Drix?

É um local com personalidade e que representa tudo aquilo que imaginamos da formação multicultural do gênio Neruda.

Terminamos a visita e cruzamos o bairro Bellavista a pé …

… e por estarmos um pouco adiantados, optamos por dar mais uma passada, …

… agora com mais tempo pra conhecer os espaços …

… do Centro Cultural Gabriela Mistral, …

… um lugar realmente especial, …

… e com exposições gratuitas muito bacanas.

Era hora de ir ao BOCANÁRIZ, um wine bar muito aconchegante, localizado próximo a praça Mulato Gil y Castro e ao lado do GAM.

O lugar é muito bonito e bem bolado.

Esta lousa contendo todos os 300 rótulos chilenos que estão a disposição dos clientes dá mais charme ainda a tudo.

Quando chegamos, o nosso grupo realmente se completou com a junção da Madá e do Álvaro que já estavam nos esperando.

Todos pedimos taças dos mais diferentes vinhos (alguns bons, outros nem tanto) e então, um dos proprietários veio nos explicar a filosofia do estabelecimento e como tudo funciona.

Optamos por escolher vôos de degustação (5 escolheram o autoral constituído de um Chardonnay Gran Reserva Alto las Gredas, Pinot Noir Montsecano e Red Blend Rukumilla) …

… e 3, o biodinâmico, composto dum Sauvignon Blanc EQ Costal Matetic, Merlot Cuvée Alexandre Casa Lapostolle e Rede Blend Coyam Emiliana)…

… e por indicação do proprietário, algumas porções para tapear.

Ostras de border negro com pan de centeio, …

tartar de salmão tibio, queso de cabras y almendras 

morcilla grillada, betarraga y mermelada de mango y piña, …

bocaditos de mozzarella derretida com tomates y albahaca e …

carpaccio de corvina, algas y alcaparras.

Foi o suficiente pra voarmos pela diversificação e o charme do Bocanáriz .

Uma das donas e sommelieres, também veio a mesa nos informar tudo sobre os vinhos e aproveitou pra perguntar sobre a querida Mari Campos (valeu pela dica!). Este é um lugar pra ficar horas, talvez morar um pouco lá, né Álvaro?

Nos despedimos rapidamente da Madá e do Álvaro, porque tínhamos reservado uma visita ao ícone dos ícones, a vinícola Almaviva.

Passamos no hotel, pegamos a van e partimos pra Puente Alto.

Chegamos lá e nos surpreendemos com a beleza de tudo.

O lugar é especialmente bem tratado…

… e com paisagens estonteantes.

A nossa guia, a Adelaida, estava nos esperando e além de muito bem informada e apaixonada pelos vinhos produzidos na vinícola, também era muito bem humorada.

Ela nos contou rapidamente o objetivo da joint venture entre a francesa Baron Philippe de Rotschild e da chilena Concha y Toro, que foi criar um vinho de categoria superior, o Almaviva

… além de nos explicar que o nome representa a  cultura francesa (Conde de Almaviva, herói do Casamento de Fígaro)…

… e o símbolo, a cultura Mapuche (expressa a visão da terra e do cosmos).

Passamos pelas videiras onde pudemos verificar tipos diferentes de solo donde provêem as uvas Cabernet Sauvignon , …

… Merlot  …

… e Cabernet Franc.

Adentramos à construção estilosa e aí a explicação recaiu sobre as manjadas etapas pra se criar um vinho.

Só que neste caso, ficou patente a qualidade que eles colocam em cada uma delas.

Desde a colheita manual, …

… passando por todas as fases utilizando máquinas moderníssimas e …

… movimentação gravitacional …

… até o engarrafamento e …

… o armazenamento pra pra enviar para a venda.

Este lugar é o berço onde a safra de 2011 está descansando.

É claro que tínhamos uma degustação de um vinho 2009 que nos mostrou o que realmente esperamos quando se toma um Almaviva.

Todos apaixonados, …

… nos despedimos da Adelaida (por favor, nada a ver com a anã paraguaia) com algumas expressões que ela usou no tour inteiro: “Oh! Que rico!!!” ou Como vocês são simpáticos“.

Voltamos pro hotel …

… e como bateu uma fominha, aproveitamos o tempo pra dar uma olhada no skyline santiaguino …

…  a partir da visão da piscina que fica no último andar …

… e finalmente experimentamos uns cones interessantes de batatas fritas e de empanaditas , …

… com o devido acompanhamento de drinques das mais variadas cores e sabores.

Era chegada a hora do jantar e do que seria o verdadeiro happening do nossa estadia no Vale do Colchágua.

A Madá e o Álvaro se juntaram novamente ao grupo e fomos todos conhecer a comida endêmica, a cucina del fin del mundo, do Rodolfo Guzmán no ótimo restaurante Boragó.

É claro que todos optamos pelo menu degustação de 8 tempos com a devida harmonização de bebidas.

Então, como já estivemos aqui antes (a Madá e o Álvaro também) esperávamos algumas repetições dos pratos destas outras refeições.

Ledo engano.

Tudo foi absolutamente original e mostrando o que o Chile tem de melhor.
Iniciamos com uns amuses muito gostosos e diferentes tais como beterraba com purê de abóbora e coentro; …

batatinha desidratada recheada com cebolas picadas, …

… uma foggazza chilena e …

… um viciante mandiopã de lagostim e bergamota.

Foi servido um espumante rosé …

… e também os famosos pãezinhos quentes dentro dos saquinhos de padaria juntos com a terra/patê.

Próximo e primeiro efetivo prato: uma concha com ostras e peixe de roca em Ceviche, coberto com um tipo de azedinhas chilenas e flores comestíveis (ORILLAS DE qUINTAY).

Tomamos um vinho branco Sauvignon Blanc.

Mais um prato endêmico: uma cebolinha cozida no vapor, flores de ciboulette, um caldo concentrado de cebola caramelizada e o primeiro galho comestível (comi muuuuuuuuitos) (cEBOLLAS y queso fresco de vaca).

Outro prato mais do que endêmico, surpreendente: um caldo extremamente defumado de mariscos e servido duma forma nada ortodoxa, num ninho gravetos, com um pãozinho macio que parecia ser batata, um pão de queijo grudento, mas de excelente sabor (cURANTO).

Mais um e desta vez uma arraia. Sim, senhores, uma arraia com algas fritas, uma tronco de algas que mais pareciam cartilagens e um caldo bem concentrado (MANTA rAYA y algas de Tunquén).

Acompanhamos com um Pinot Noir Montsecano (o segundo da degustação do BOCANÁRIZ) que foi um dos melhores vinhos da noite.

Próximo e último prato salgado: um frango orgânico assado no formato campestre, ou seja, sobre as brasas de gravetos

e servidos com um creme do alimento dele (pOLLO ORGANICO AL RESCOLDO,topinambur y alpiste).

Este ótimo prato foi harmonizado com um excelente vinho tinto Carignan Vigno Gillmore 2009.

Dessert’s time: pra limpar papilas gustativas, um sorvete de leite orgânico com um disco de queijo de cabra e molho de  pepino (PASTEL DE YOGUR pAJARITO).

Nos preparamos com um Late Harvest Muscat Tabali 2010.

A sobremesa principal é bonita, pero, indescritível.

Um sorvete, frutas secas, cacau chileno e muita conversa (eSPINO CHILENO DE CHACABUCO).

Encerramos com um cerveja Stout chilena (há quem não gostou, mas eu adorei), …

… a marca registrado do restaurante, o fRÍO glacial, onde todo mundo soltou fumaça pelos orifícios (do ROSTO! rs) …

… cafés, chás e a “dolorossa”.

Pronto! Era hora de ir embora, …

… arrumar as malas e “go to” Vale do Colchágua.

Hasta mañana.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Unésimo dia – Santiago – Chile – Início promissor e gastronômico (Coquinaria+Osaka)
Segundésimo dia – Santiago – Chile – Visitando a Concha y Toro mais uma vez, além de passear de bicicleta pela cidade.

.

dcpv – triésimo dia – santiago – chile – isto é que é uma dobradinha ao quadrado: la chascona/bocanáriz e vinícola Almaviva/Boragó.

25/10/2012

Triésimo diaSantiago ChileIsto é que é uma  dobradinha ao quadrado: La Chascona/Bocanáriz e Vinícola Almaviva/Boragó.

Era dia da turma toda se juntar. Os casais Marcia/Vianney  e Madá/Álvaro chegaram tarde da noite  de ontem e nos encontraríamos nesta manhã.

Na verdade, a Márcia e o Vianney fariam o tour a casa do Neruda, a La Chascona conosco, enquanto a Madá e o Álvaro se juntariam ao grupo no almoço no wine bar Bocanáriz.

Acordamos cedo e fomos tomar mais um bom café da manhã no hotel.

Saímos de van, pra passarmos pelo hotel da Márcia e irmos todos pra La Chascona (que significa a descabelada).

Pra quem não sabe, a casa de Pablo Neruda tem este nome por causa dos cabelos da sua inicialmente amante e, posteriormente mulher, Matilda Urrutia.

Ela foi construída em 1953, e após a sua separação, Pablito (que tinha como nome original Neftali Ricardo Reys Basoalto) e Matilda viveram lá até 1973, ano da sua morte.

Esta casa é fisicamente muito interessante, já que é toda labiríntica e cheia de detalhes em cada canto.

E foi nesta lojinha que praticamente começou esta formação de grupos pela internet (daí veio o célebre post, teorema de neruda : mar + terra = céu), né Drix?

É um local com personalidade e que representa tudo aquilo que imaginamos da formação multicultural do gênio Neruda.

Terminamos a visita e cruzamos o bairro Bellavista a pé …

… e por estarmos um pouco adiantados, optamos por dar mais uma passada, …

… agora com mais tempo pra conhecer os espaços …

… do Centro Cultural Gabriela Mistral, …

… um lugar realmente especial, …

… e com exposições gratuitas muito bacanas.

Era hora de ir ao BOCANÁRIZ, um wine bar muito aconchegante, localizado próximo a praça Mulato Gil y Castro e ao lado do GAM.

O lugar é muito bonito e bem bolado.

Esta lousa contendo todos os 300 rótulos chilenos que estão a disposição dos clientes dá mais charme ainda a tudo.

Quando chegamos, o nosso grupo realmente se completou com a junção da Madá e do Álvaro que já estavam nos esperando.

Todos pedimos taças dos mais diferentes vinhos (alguns bons, outros nem tanto) e então, um dos proprietários veio nos explicar a filosofia do estabelecimento e como tudo funciona.

Optamos por escolher vôos de degustação (5 escolheram o autoral constituído de um Chardonnay Gran Reserva Alto las Gredas, Pinot Noir Montsecano e Red Blend Rukumilla) …

… e 3, o biodinâmico, composto dum Sauvignon Blanc EQ Costal Matetic, Merlot Cuvée Alexandre Casa Lapostolle e Rede Blend Coyam Emiliana)…

… e por indicação do proprietário, algumas porções para tapear.

Ostras de border negro com pan de centeio, …

… tartar de salmão tibio, queso de cabras y almendras …

… morcilla grillada, betarraga y mermelada de mango y piña, …

… bocaditos de mozzarella derretida com tomates y albahaca e …

… carpaccio de corvina, algas y alcaparras.

Foi o suficiente pra voarmos pela diversificação e o charme do Bocanáriz .

Uma das donas e sommelieres, também veio a mesa nos informar tudo sobre os vinhos e aproveitou pra perguntar sobre a querida Mari Campos (valeu pela dica!). Este é um lugar pra ficar horas, talvez morar um pouco lá, né Álvaro?

Nos despedimos da Madá e do Álvaro rápidamente, porque tínhamos reservado uma visita ao ícone dos ícones, a vinícola Almaviva.

Passamos no hotel, pegamos a van e partimos pra Puente Alto.

Chegamos lá e nos surpreendemos com a beleza de tudo.

O lugar é especialmente bem tratado…

… e com paisagens estonteantes.

A nossa guia, a Adelaida, estava nos esperando e além de muito bem informada e apaixonada pelos vinhos produzidos na vinícola, também era muito bem humorada.

Ela nos contou rapidamente o objetivo da joint venture entre a francesa Baron Philippe de Rotschild e da chilena Concha y Toro, que foi criar um vinho de categoria superior, o Almaviva

… além de nos explicar que o nome representa a  cultura francesa (Conde de Almaviva, herói do Casamento de Fígaro)…

… e o símbolo, a cultura Mapuche (expressa a visão da terra e do cosmos).

Passamos pelas videiras onde pudemos verificar tipos diferentes de solo donde provêem as uvas Cabernet Sauvignon , …

… Merlot  …

… e Cabernet Franc.

Adentramos à construção estilosa e aí a explicação recaiu sobre as manjadas etapas pra se criar um vinho.

Só que neste caso, ficou patente a qualidade que eles colocam em cada uma delas.

Desde a colheita manual, …

… passando por todas as fases utilizando máquinas moderníssimas e …

… movimentação gravitacional …

… até o engarrafamento e …

… o armazenamento pra pra enviar para a venda.

Este lugar é o berço onde a safra de 2011 está descansando.

É claro que tínhamos uma degustação de um vinho 2009 que nos mostrou o que realmente esperamos quando se toma um Almaviva.

Todos apaixonados, …

… nos despedimos da Adelaida (por favor, nada a ver com a anã paraguaia) com algumas expressões que ela usou no tour inteiro: “Oh! Que rico!!!” ou “Como vocês são simpáticos“.

Voltamos pro hotel …

… e como bateu uma fominha, aproveitamos o tempo pra dar uma olhada no skyline santiaguino …

…  a partir da visão da piscina que fica no último andar …

… e finalmente experimentamos uns cones interessantes de batatas fritas e de empanaditas , …

… com o devido acompanhamento de drinques das mais variadas cores e sabores.

Era chegada a hora do jantar e do que seria o verdadeiro happening do nossa estadia no Vale do Colchágua.

A Madá e o Álvaro se juntaram novamente ao grupo e fomos todos conhecer a comida endêmica, a cucina del fin del mundo, do Rodolfo Guzmán no ótimo restaurante Boragó.

É claro que todos optamos pelo menu degustação de 8 tempos com a devida harmonização de bebidas.

Então, como já estivemos aqui antes (a Madá e o Álvaro também) esperávamos algumas repetições dos pratos destas outras refeições.

Ledo engano.

Tudo foi absolutamente original e mostrando o que o Chile tem de melhor.
Iniciamos com uns amuses muito gostosos e diferentes tais como beterraba com purê de abóbora e coentro; …

… batatinha desidratada recheada com cebolas picadas, …

… uma foggazza chilena e …

… um viciante mandiopã de lagostim e bergamota.

Foi servido um espumante rosé …

… e também os famosos pãezinhos quentes dentro dos saquinhos de padaria juntos com a terra/patê.

Próximo e primeiro efetivo prato: uma concha com ostras e peixe de roca em Ceviche, coberto com um tipo de azedinhas chilenas e flores comestíveis (ORILLAS DE qUINTAY).

Tomamos um vinho branco Sauvignon Blanc.

Mais um prato endêmico: uma cebolinha cozida no vapor, flores de ciboulette, um caldo concentrado de cebola caramelizada e o primeiro galho comestível (comi muuuuuuuuitos) (cEBOLLAS y queso fresco de vaca).

Outro prato mais do que endêmico, surpreendente: um caldo extremamente defumado de mariscos e servido duma forma nada ortodoxa, num ninho gravetos, com um pãozinho macio que parecia ser batata, um pão de queijo grudento, mas de excelente sabor (cURANTO).

Mais um e desta vez uma arraia. Sim, senhores, uma arraia com algas fritas, uma tronco de algas que mais pareciam cartilagens e um caldo bem concentrado (MANTA rAYA y algas de Tunquén).

Acompanhamos com um Pinot Noir Montsecano (o segundo da degustação do BOCANÁRIZ) que foi um dos melhores vinhos da noite.

Próximo e último prato salgado: um frango orgânico assado no formato campestre, ou seja, sobre as brasas de gravetos …

… e servidos com um creme do alimento dele (pOLLO ORGANICO AL RESCOLDO,topinambur y alpiste).

Este ótimo prato foi harmonizado com um excelente vinho tinto Carignan Vigno Gillmore 2009.

Dessert’s time: pra limpar papilas gustativas, um sorvete de leite orgânico com um disco de queijo de cabra e molho de  pepino (PASTEL DE YOGUR pAJARITO).

Nos preparamos com um Late Harvest Muscat Tabali 2010.

A sobremesa principal é bonita, pero, indescritível.

Um sorvete, frutas secas, cacau chileno e muita conversa (eSPINO CHILENO DE CHACABUCO).

Encerramos com um cerveja Stout chilena (há quem não gostou, mas eu adorei), …

… a marca registrado do restaurante, o fRÍO glacial, onde todo mundo soltou fumaça pelos orifícios (do ROSTO! rs) …

… cafés, chás e a “dolorossa”.

Pronto! Era hora de ir embora, …

… arrumar as malas e aguardar pelo visita ao Vale do Colchágua.

Hasta mañana.

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dcpv – unésimo dia – santiago – chile – início promissor e gastronômico (coquinaria+osaka).

23/10/2012

Unésimo diaSantiagoChileInício promissor e gastronômico (Coquinaria+Osaka).

Este é o primeiro post duma viagem que foi concebida levando em consideração as amizades feitas pela internet.

Todo este pessoal surgiu nas nossas vidas através do blog Conexão Paris.

A aparição da Lourdes e do Eymard já é mais do que conhecida, mesmo porque eles são nossos sócios.

Já os casais Madá/Álvaro …

… e Márcia/Vianney apareceram propriamente das conversas pitacadas do CP. Especialmente porque todos gostam muito de vinhos, de viajar, enfim, de viver bem.

Sendo assim, combinamos, após uns experimentos e zilhões de bem-humorados emails, que o tour propriamente dito seria no hotel Lapostolle Residence, que fica na vinícola homônima situada no Vale de Colchagua.

Pra que a logística desse certo, optamos (nós e os Loguercio) por ir pra Santiago na terça de manhã.

E no vôo das 8:20 hs da TAM.

Foi mais um vôo tranquilo e panorâmico, …

…pois degustar todos os ângulos da Cordilheira dos Andes …

… é sempre um grande prazer.

Chegamos ao hotel W Santiago e tivemos alguns probleminhas no check in.

Enquanto o Eymard tinha recebido um tremendo upgrade (agora ele fez jus a alcunha de presidente, já que ficou numa suite daquelas), mas ao mesmo tempo teria que esperar até as 17:30 hs pra entrar no quarto, …

… nós entraríamos rapidamente, mas o nosso quarto era bem pequeno e sem vista nenhuma da Cordilheira.

Nada que não resolvêssemos com uma boa reclamação e … pronto!

Subimos do quinto pro décimo andar …

… e, melhor,  com vista e varanda.

Enquanto esperávamos os quartos, decidimos almoçar no Coquinaria que fica praticamente no subsolo do hotel.

Ele é uma loja de muitas iguarias que, inclusive, tem um restaurante modernoso e com excelente comida.

Sentamos num mesão comunitário e fizemos um laboratório, chamando um vinho branco Chardonnay Montes Alpha 2010 da melhor qualidade.

Escolhemos os seguintes pratos: pra Lourdes, um Filé de Côngrio a la plancha, gremolata de limão siciliano e salsinha

… pra Dé um Peixe de Rocha (olha o corporativismo!) em crosta de has el hanout, purê de batata e laranja e emulsão de curry indiano, …

… pro Eymard um Filé de atum com crosta de pistaches, purê de abobrinha e frutas secas salteadas. …

… e pra mim um Surf and Turf, uma mistura maluca e boa de carne e camarão, molho holandês, folhas verdes e incríveis batatas fritas.

Pagamos a conta (barata, por sinal) e enfim, conseguimos entrar nos nossos quartos.

Resolvemos dar uma passeada pela região do hotel, o bairro de Las Condes, antes do jantar, que seria num dos restôs do próprio, …

… sempre tendo a Cordilheira a nossa espreita.

Fomos conhecer (e a pé) o novo Shopping Costanera Center, uma junção de inúmeras lojas dos mais variados tamanhos e brandies, além do complexo todo contar com a curiosa torre mais alta de América Latina.

Voltamos, …

… nos trocamos e fomos, finalmente, jantar no Osaka, o restaurante nipo-peruano do hotel.

O lugar é uma belezura oriental …

… e a comida surpreende.

Tudo bem que comer quaisquer frutos do mar por aqui são uma covardia, esendo assim, você adora a qualidade final de tudo.

Iniciamos os trabalhos pedindo um vinho branco Sauvignon Blanc Casas del Bosque 2011, que tem um exuberante sabor alimonado.

Como entradas para degustar e compartilhar (o menu todo é pensado com esta filosofia), fomos de Causas de centolla, abacate e creme de rocoto

Ceviche nikkei (composto do mesmo, pepino, cebola e quinoa crispy, molhados num yuzu mix) e …

Sachimi de salmão, na opinião de todos, o mais fresco já experimentado em todos os tempos.

Continuamos, escolhendo (com a sábia ajuda do sommelier) um espetacular Pinot Noir Calyptra 2007.

E como pratos, Guiosas de patos confitados, cebolas carmelizadas e shitake salteados no wok

Patas de caranguejo (ou de jaiba) acompanhadas dum molho nikkei com aji amarillo, …

Ostiones gratinados  com parmesão (os famosos ostiones ao estilo Osaka, ou seja, inflamados) …

… e Camarões jumbo a parrilla, com molho batayaki e aromas de coentro.

Tudo absolutamente perfeito.

Ainda pedimos mais uns fresccos sashimis e salmão e de polvo, …

… antes das sobremesas.

Que foram duas e de acordo com as filosofias do restaurante e nossa, totalmente compartilhadas. Experimentamos um Trio de suspiros limeños

… e Dim sum de chocolate.

Mais um acerto nosso, com a colaboração dos eficientes garçons que nos serviram.
Enfim, o Osaka é um lugar onde se alimentar é pura diversão.

É claro que a companhia foi formidável, mas tudo indica que este restaurante merece uma visita de cada brasileiro que passeia pelo Chile.

E temos dito!

Hasta.

.

dcpv – final de semana no Rri, méerrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrmão.

31/03 a 01/04/2012

Final de semana no Rri, méerrrrrrrrrrrrrrrmão.

Dizem que o Rio é muito perigoso.

E além do mais, que o tempo não ajudaria.

Tínhamos prometido a alguns novos acionistas (Madá, Álvaro, Marcia Lube e Vianney) que mostraríamos a quantas anda o desempenho das ações da LoNgueLuze, melhor, ao vivo.
É claro que toda esta turma foi unida pelo excelente Conexão Paris.

Partindo deste princípio, resolvemos passar um final de semana no RJ, apesar do perigo iminente. 🙂

Iríamos no sábado de manhã e retornaríamos, no domingo a tarde, sendo que nós sairíamos da praia e os sócios, da Capital Federal.
Organizamos os voos, sincronizamos os relógios; já que queríamos chegar no mesmo horário.

Alguém tem dúvida que, devido a eficiência dos nossos aeroportos, este plano não deu certo? O voo de Brasilia foi cancelado e o próximo aconteceu uma hora depois.

Resultado? Eu e a Dé passamos uma hora sentados do lado da esteira (correndo um tremendo perigo. rs), esperando os sócios chegarem, e ao mesmo tempo, nos divertindo e analisando o comportamento de todo o mundo. Sabe aqueles velhinhos fofoqueiros dos Muppets?

Até vips nós vimos. Gilliard “Aquela Nuvem que Passa”, Brunette “Re-lou” Fracarolli, Lourdes e Eymard Loguercio.

Pegamos um táxi e fomos viajar pra Barra.

É uma viagem (segundo alguns, perigosa) que dura quase o mesmo tempo de avião de SP ao RJ.

Quase uma hora depois, por volta das 14:00 hs, estávamos chegando ao Sheraton Barra, um daqueles hotelões de grife bacanas e muito bem posicionados.

Como hóspedes preferenciais Starwood que somos, obtivemos um upgrade e simplesmente ficamos de frente pro belo e reconfortante mar verde.

Tudo bem que só curtiríamos esta beleza toda na manhã seguinte, já que zarpamos rapidamente pro almoço grupal…

… que aconteceu no restaurante Cavist, que fica dentro duma loja/adega especial (ele não pareceu nada perigoso)

O pessoal, ou seja, a Márcia, o Vianney e a Madá já estavam nos esperando. O que não nos impediu de tomar uma  rodada dum ótimo espumante rosé …

… e outra dum não menos, branco.

Conversamos muito, falamos das nossas viagens, degustamos alguns ótimos canapés

… e aproveitamos pra experimentar um carpaccio bem carnudo.

Pedimos os pratos principais, não sem antes nos divertirmos muito com alguns outros causos viajísticos e fizemos o correto pra ocasião (sem nenhum perigo. Quer dizer, até teve, porque a Dé subiu na escada).

Fomos escolher o vinho que acompanharia tudo, entre os do acervo da própria loja.

E, com o pequeno auxílio do staff, optamos por um branco português Alvarinho (em homenagem ao, por enquanto, ausente Álvaro).

Os pratos começaram a chegar: fetuccini com camarão, aspargos, alcachofra pra Dé, pra Madá e pro Vianney.

A Márcia pediu um filé de cherne com espaguete de legumes.

A Lourdes foi de medalhão de avestruz com bacon e cama de baroa (a famosa mandioquinha).

O Eymard, escolheu cavaquinha grelhada com gnocchi.

E eu, costela de tambaqui com redução de cupuaçu e arroz de limão siciliano.

Sabiamente, passamos as sobremesas, já que tínhamos agendado um jantar bacana no Duo.

A Madá sugeriu e nós demos uma esticada até a Prainha.

É um lugar que tem uma aura incrível, com um pico de ondas de altíssimo nível.

Se eu fosse surfista, faria um teste drive neste lugar.

Pra variar, voltamos correndo pro hotel pra dar um “tapa no look” …

… e passarmos na casa da Madá e do Álvaro pra tomarmos um “aperó”.

Da casa deles, fomos pro Duo, que é bem perto, sendo que nós, os homens, fomos a pé pra lá, ou seja, perigosamente. 🙂

É um restaurante bem moderno e com uma decoração muito agradável.

Sentamos todos e fomos logo de cara experimentando um dos vinhos que a Márcia e o Vianney trouxeram, um legítimo e excelente Pinot Noir Gevrey Chambertin leve e perfeito (podemos considerar uma homenagem, né?) …

… pra começar a refeição.

O couvert é muito bom …

… e aproveitamos pra complementar com uns ravioli recheados com foie e regados com azeite trufados pra aguçar o palato.

Todos escolheram os seus pratos :

A Madá foi de massa, Maltagliatti com javali e funghi porcini seco, …

… o Álvaro, de carne, filé mignon grelhado, com farofa de amêndoas, foie gras e batata ao forno, …

… a Márcia, de Vermelho (o peixe) ao forno com legumes dourados, …

… o Vianney, de carne, paleta de cordeiro ao molho de vinho chianti com nhoque de queijo talleggio, …

… a  Lourdes, de ravioli de cordeiro com fonduta de parmeggiano,

… o Eymard, de stinco de vitela com polenta de pecorino e sálvia, …

… a Dé, de orecchiette al ragu clássico mediterrâneo

…. e eu, lombo de cordeiro ao tomilho com risoni ao parmegiano.

Era a hora também de fazer um laboratório e experimentar o Clos Apalta 2008 que o Álvaro trouxe do Chile.

Na verdade, tomamos dois deles que combinaram perfeitamente com todos os pratos que pedimos.

Falamos mais um pouco do tour que faremos, acertamos mais alguns detalhes, vimos algumas figuras carimbadas (o casal que apresenta o Fantástico, o Loco Abreu) e decidimos pedir uma sobremesa pra cada casal.

Massa folhada recheada com creme e calda de frutas vermelhas pro casal Madá/Álvaro, …

… pro casal Márcia/Vianney, torta de chocolate e avelã com sorvete de creme

pannacota com calda de framboesa pro casal Loguercio …

… e pra nós, Tiramisu.

Além da abertura dum lendário vinho chileno Epu, que nos deixou pensando na diversidade e qualidade deste nicho em todo o mundo.

O único perigo a vista era querermos abrir mais uma garrafa.

Só nos restou nos despedirmos e traçarmos os planos pros nossos próximos encontros.

Ainda ficamos a manhã toda no RJ, com direito a bate papo no café e uma vista cinematográfica.

O tempo colaborou demais …

… e a irradiante Barra da Tijuca coroou o nosso encontro.

Quanto ao perigo, acho que o maior e único é você ficar apaixonado (ou reafirmar a sua paixão) pelo Rio e pelos seus representantes.

E não é que isto aconteceu conosco?

Até, mérrrmão!

.


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