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dcpv – dia uno – Chile – Santiago – Vino, poesia, Isla Negra e ele, Neruda!

28/06/2018

Dia uno – Chile – Santiago – Vino, poesia, Isla Negra e ele, Neruda!

E não é que o nosso grupo de vinhos resolveu retornar ao Chile?

Mais especificamente pra vinícola Lapostolle.

É um revival do que fizemos há 6 anos e neste caso, em plena Copa do Mundo!

Isso é que é amor!

Desta vez chegamos aos poucos em Santiago.

E nós fomos os primeiros.

Depois de termos alguns pequenos problemas com o nosso voo, …

..eh, Latam, …

… fomos premiados com vistas espetaculares …

… da majestosa Cordilheira dos Andes, …

… em pleno entardecer.

Que luz, senhores!

Chegamos quase a noitinha …

… demos uma olhada bem por cima no hotel e fomos jantar.

Desta vez, escolhemos o Ambrosia, …

… um restô fora do centro, …

… mas muito charmoso …

… e com uma comida excelente feita pela chef Carolina Bazán.

Pedimos um ceviche pra compartilhar como entrada …

… e como principais, a Dé optou por pejeperro com purê de alcachofras e chips de Jamón Serrano (que eu comi) …

… e eu, ciervo de casa, papas confitadas, manzana pochada y crumble.

Tomamos um Carmenere dos bons e fomos dormir.

O hotel é exatamente o que o nome dele propõe.

The Singular é singular mesmo.

Ele é clássico …

… e muito bacana.

Os quartos são super espaçosos …

… e a sua localização é muito boa (na Lastarria).

Acordamos e fomos tomar café da manhã junto com a Marcia e o Vianney que chegaram na noite passada.

Hoje faríamos um tour chamado Vino, poesia e Isla Negra.

Na verdade, eu e a Dé repetiríamos este passeio que fizemos em 2011.

Saímos direto pra Isla Negra.

Lá fica a casa que o Neruda mais gostava.

E ela é bem bacana.

E diferente demais.

Na verdade, Pablito é que era demais.

E um acumulador contumaz.

A casa é muito particular …

… e interessante ao extremo.

Neruda gostava muito do mar …

… e então fez a casa toda no formato dum barco.

Mas ao mesmo tempo, ele tinha medo do mar.

Como todo bom artista e gênio, era muito paradoxal.

Enfim, a casa toda é sensacional …

… e a visita, que é totalmente audioguiada, …

… é inesquecível.

Saciada a nossa fome de cultura …

… fomos almoçar.

E na vinícola Matetic, …

…onde faríamos um tour.

O restaurante El Equilibrio é bem bonito …

… e a comida também é muito boa.

Pedimos uma entrada só de frutos da mar pra compartilhar…

… e tomamos um Sauvignon Blanc da casa, ou seja, Matetic, pra acompanhar.

As meninas pediram peixe.

A Marcia um legítimo salmão chileno, …

… a Dé, uma pescada.

Já o Vianney, um gnocchi com ragu de carne …

… e eu, uma carne, que mais parecia um brontossauro. 🙂

Todos muito bons e …

… foi uma decisão sábia almoçar aqui.

Saímos de lá pro tour pra conhecer a vinícola.

Que tem fama de produzir ótimos vinhos, …

… mesmo porque ela é biodinâmica.

Todo o processo de vinificação não inclui qualquer tipo de pesticida (dá pra perceber, né?) …

… e eles utilizam formatos orgânicos.

Até feng shui é aplicado.

O passeio é muito instrutivo …

… e você sai de lá com vontade de beber …

… e comprar muitas garrafas.

Foi o que fizemos, …

… além de degustarmos mais dois ótimos vinhos …

… ao final do tour.

Retornamos muito felizes.

Este passeio (feito pela Enotour) é demais e se tiver alguma folga quando estiver em Santiago, faça-o.

Retornamos pro hotel (são quase duas horas de estrada), …

… passamos numa loja de vinhos do Centro Cultural Gabriela Mistral, …

… pra comprar alguns Tatay 2010 ( 🙂 ) entres outros e estávamos prontos pra bocanarizar.

E com a adição da Madá e do Álvaro ao grupo, a coisa melhorou ainda mais se é que isso seria possível.

Bocanariz, nosso bar de vinhos preferido em Santiago, fica ao lado do hotel.

O lugar é muito especial e foi feito pra conversar, comer e beber bem. Ou seja, pra nós!

Desta vez, em vez de fazermos os vuelos (passeios por vários tipos de vinhos), optamos por tomar garrafas.

Praticamente voamos por todo o Chile e comemos também um montão de coisas. Frios, queijos, empanadas, …

… peixes, carnes e quetais.

Não preciso nem dizer que foi extremamente divertido.

E ainda tomamos uma saideira no bar do hotel (com um espumante de quinta).

Só nos restou dormir (hic!) o sono dos justos …

… porque amanhã é dia de Lapostolle. O Colchágua vai tremer!

Adios.

.

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dcpv – Itália – Toscana – Giorno nove – Certaldo, uma cidade pra se conhecer em camadas.

08/10/2017

Itália – Toscana – Giorno noveCertaldo, uma cidade pra se conhecer em camadas.

Esta Toscana sempre nos surpreende.

O dia amanheceu parcialmente nublado e com um pouquinho de frio.

Isto não nos desestimulou a pegar o carro e dar uma “bella” passeada.

O nosso destino seria Certaldo.

Ela é conhecida por ser a terra de Giovanni Boccaccio …

… e da cebola, que é parecida com a nossa, mas tem um sabor mais acentuado.

E a cidade é muito bacana e, porque não dizer, diferente! 🙂

Começa que existe a cidade baixa e mais nova, …

… onde se pega um trenzinho …

… pra ir pra cidade alta, a mais antiga, …

… bonita …

… e histórica.

Na verdade, Certaldo tem somente uma rua.

Mas tudo é bastante encantador.

A única coisa que não contávamos era que uma feira estava acontecendo, …

… o que atraiu uma multidão de italianos para o local,…

… já que lá não é um destino conhecido por turistas.

De qualquer forma, caminhar por Certaldo é um verdadeiro prazer.

Todos os cantos são muito fotogênicos …

… e daí, pra se encantar é muito rápido.

Almoçamos por lá mesmo, numa vinoteca e bem frugalmente. Bruschettas de pomodoro, de queijo com geleia de cebola (óbvio), uma tábua de queijos e salames …

… além de duas boas taças de mais um Vernaccia.

Caminhamos mais um pouco, …

… descemos pelo trenzinho …

… e resolvemos dar uma passada numa feira em Scandicci, cidade grande próxima de Impruneta.

Como estava tudo muito cheio, optamos por ir pra nossa villa, a La Pietrina e curtir mais um belo por do sol.

Que “bella” Toscana!

Ainda deu tempo de reunir a turma …

… e fazer um risoto como manda o figurino.

Comecei fritando um bacon toscano de primeiríssima linha …

… e depois adicionei cebola de Certaldo.

Deixei curtir um pouco e adicionei arroz arbóreo.

Aí foi só juntar o caldo, mais conhecido como brodo e finalizar com parmeggiano reggiano 24 meses e burro local (a manteiga! 🙂 ).

Ficou uma verdadeira beleza, assim como este por do sol  …

… ainda mais acompanhado de grandes amigos.

Enfim, uma cena perfeita!

Grazie per tutti.

Arrivederci.

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dcpv – Itália – Toscana – Giorno otto – Em Impruneta, como os imprunetanos!

07/10/2017

Itália – Toscana – Giorno ottoEm Impruneta, como os imprunetanos.

Acordamos com um objetivo simples, dentro deste tour mensal pela Toscana.

Iríamos aproveitar o dia em Impruneta, a nossa cidade.

Não contávamos com um problema no sistema de aquecimento da água da nossa villa, mas mesmo assim curtimos muito.

Passamos na casa dos Marques de Paula, deixamos o carro e fomos a pé pro centro desta cidade da terracota.

Já sabíamos de antemão que uma feira livre, o famoso mercatto, estava acontecendo por lá.

A cidade é bem bacana.

A sua rua principal é bonita …

… e, de repente, chegamos à Piazza.

Tudo é muito fotogênico (até o Mingão ficou bem 🙂 ), …

… ainda mais com o ajuda desta tremenda luz solar.

A feira é incrível.

Tudo o que você possa imaginar é vendido por lá (comida, roupas, bugigangas, etc)

Não compramos muita coisa (pelo menos neste dia), …

…, mas quando chegamos na barraca da rotisseria tivemos um click.

Porque não aproveitar, levar algumas coisas e fazer um belo almoço na nossa villa? Perfeito!

Compramos dois frangos assados, polenta e batatas fritas, berinjela a parmeggiana, linguiça …

… e só faltava complementar com uma boa pasta.

Fomos pra casa …

… e a esbórnia toscana começou.

Pra iniciar, refrescantes Aperol Spritz.

Tem drink mais fotogênico do que este?

Ainda mais com esta paisagem.

Tivemos direito a uma recarga.

E aí, bebemos um bom bianchetto, um legítimo Vernaccia de San Gimignano.

É, estávamos felizes.

Continuamos com a parte gastronômica. E como menos é mais (ê, Fogaça! 🙂 ), um simples molho com pomodorini e muita depuração, se transformou numa iguaria.

Ainda mais acompanhado de ervas do nosso horto …

… e parmeggiano reggiano DOC 24 meses.

Era tudo o que queríamos (já viram isto? Pasta com raios de sol?).

O conjunto todo da obra, …

…. ou seja, pasta mais frango mais linguiça …

… mais vinho rosso …

… transformaram tudo num imenso prazer.

Foi uma tarde maravilhosa …

… que se transformou num tremendo por do sol.

Espetacular!

E que foi evoluindo a medida que o tempo passava.

Quando nos tocamos, já era 7 da noite e o céu nos dizia que era verdade, estávamos na Toscana.

Só nos restou tomar um Prosecco e comer uma pizza (xi, não tiramos fotos por  motivos óbvios!) …

… pra terminar o que poderíamos chamar de um dia perfeito.

Sono dos justos e felizes, é o que merecíamos.

Grazie per tutto!

Arrivederci.

dcpv – paris – dia six – vinhoteando pela cidade luz.

26/07/2016

Dia six – ParisVinhoteando pela cidade Luz.

Hoje seria dia de aumentar os nossos conhecimentos.

E na área de vinhos, coisa que apreciamos muito.

Como ontem foi muito atribulado, resolvemos acordar um pouco mais tarde …

… tomar um bom café da manhã no hotel …

… e ir andando até o local onde faríamos o curso, a lindíssima Galerie Vivienne, onde fica a loja de vinhos da Legrand.

É claro que cruzamos todo o bairro de St German de Pres, …

… passamos pelo Louvre …

… e pelo Jardin Royal, …

… onde aproveitamos pra dar uma de parisienses, …

… ou seja, ficar não fazendo nada e vendo o tempo passar.

Galerie Vivienne é logo ao lado, …

… portanto, chegamos no horário.

Lá, a Ana estava nos esperando pra ampliar os nossos conhecimentos do mundo de Bacco.

E todo o conteúdo do curso é muito bacana.

Ela nos levou por uma viagem pelo mundo vitivinicultor francês com todas as nuances sobre particularidades de cada região produtora …

… e ao mesmo tempo, nos explicou numa linguagem simplificada várias coisas que gostaríamos de saber.

Experimentamos um champanhe Bollinger rosé safrada …

… e 5 vinhos tintos, sendo um de cada região importante da França.

É claro que os comeretes não poderiam faltar.

Legumes, salames, frios, foie gras, …

… queijos, pães; a boa comida acompanhou tudo.

Depois de três horas, estávamos aptos a entender melhor este universo que as vezes, parece tão complicado.

Caso você esteja interessado, faça a sua reserva e você não se arrependerá.

Ainda aproveitamos pra tomar mais um vinho branco na própria loja …

… e comprar algumas coisinhas, pois não somos de ferro. Rs

Depois disso tudo, resolvemos voltar a pé, flanando pela cidade Luz. Não deu tempo pra muita coisa, pois tínhamos uma reserva pra jantar no Le Chateaubriand, um restaurante que já foi o 18º do mundo, segundo o ranking da revista Restaurant.

E o jantar foi bem decepcionante.

O menu degustação de 10 pratos é muito pretensioso e com alguns pratos beirando o ridículo. Vejam se não?

Iniciamos com gougères. Eram boas, mas gougères.

Logo depois, vieram ceviches sem peixe e com abacate no seu lugar. Meio sem graça.

A seguir, camarõezinhos fritos. Simplesmente isso!

Como complemento um do outro, serviram pão com tomate …

… e mariscos sem nenhum tempero. Oi?

Já estávamos desanimando quando uma sopinha japonesa (parecia um missô) com 4 miniraviolis foi servida. Parece simples, mas foi o melhor prato da noite!

Peixe com ervas que não conhecemos, …

… outro peixe com pepino e amêndoas cruas (pedi sal porque não estava temperado) , …

… e pra piorar, uma glândula frita com vagens refogadas complementaram o desastre.

Pensam que acabou? Nananinaná.

Como sobremesas um sorvete de cereja com, pasmem, alcaparras , …

… um pseudo toucinho do céu servido com uma gema crua (oi again) …

… e o grand finale, um pedaço de melão com especiarias indianas, que segundo o garçom, seria digestivo. Uma verdadeira balela!

Resumo da ópera bufa: não foi à toa que chef Iñake perdeu todas as suas posições no ranking. Foi merecido!

Au revoir.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
dia un – Vale do Loire – Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.
dia deux – Vale do Loire – Chateau de Villandry, este lugar é um espetáculo!
 jour troix – França – Vale do Loire – A mulherada fazendo a diferença em Chenonceau.
dia catre – França – Vale do Loire/Paris – Esta rota é um espetáculo.
Dia cinq – Paris – O dia de turistas serem turistas.

 

 

.

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dcpv – dia uno e único – chile – vinícola vik, um espetáculo!

agosto 2015

Dia uno e único – Chile – Vinícola VIK, um  espetáculo!

O que você diria de um visionário que pensou em fazer o melhor vinho do Chile, talvez do mundo, partindo do nada?

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Pois foi exatamente esta ideia a de Alexandre Vik.

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Bom, deixa eu começar do começo.

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A Marcia Lube teve (também) a brilhante ideia de fazermos a nossa reunião anual do grupo de vinho (formado por ela e o Vianney, a Madá e o Álvaro, a Lourdes e o Eymard, a Dé e eu) no Chile, mais exatamente na vinícola VIK, que fica na vale de Millahue.

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E o negócio todo foi muito bom.

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Primeiramente nos encontramos em Santiago onde aproveitamos pra matar as saudades dos vuelos do excelente Bocanariz

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… e conhecermos o muito bom restaurante …

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… do famoso chef Gaston Acurio, …

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… o Astrid y Gaston.

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No outro dia , após pernoitarmos no ótimo hotel Noi Vitacura, …

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… partimos pra conhecer esta ideia que aparentemente parece ser maluca, mas é espetacular.

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São quase duas horas de Santiago, …

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… mas quando se chega lá, …

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…  a visão desta maravilha que fica no cume do monte mais alto…

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… e com vista de 360° pra toda a vinícola deixa qualquer um de boca aberta …

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… e pensando, My Good, como é que pode existir visionários como o Alexandre no mundo?

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Programamos pra fazer o tour guiado pela vinícola logo na tarde do nosso primeiro dia aqui, uma sexta-feira.

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E o tour é exatamente o que se poderia imaginar.

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Nada mais do que extraordinário.

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Antes disso, deixe-me explicar alguma coisa sobre o hotel.

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É quase que um devaneio.

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Chegamos e tivemos esta visão.

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Fomos recebidos com chás e uma recepção maiúscula.

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Demos uma olhada nos quartos, sendo cada um deles decorados por arquitetos famosos e de forma individual.

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Estes valem o mini fotoblog.

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Logo depois, fomos almoçar.

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E frugalmente.

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As escolhas seriam Côngrio …

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… e Ossobuco para quem quisesse.

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E o melhor, com um indefectível vinho VIK 2010 (excelente e excelente) sendo servido com nenhuma parcimônia.

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A seguir faríamos o tour pela propriedade.

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É incrível imaginar que tudo isto …

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… foi iniciado em 2004, …

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…com a plantação das primeiras videiras em 2006.

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Ou seja, imagine que tudo era pura mata e que agora está transformado numa área produtora de vinhos.

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E, segundo a ideia do proprietário, o provável melhor vinho do mundo (será megalomania?).

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O tour é excelente.

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Você passeia pelos terroirs específicos de cada tipo de uva …

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… e, finalmente, chega à bodega …

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… com este ambiente futurista …

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… e impressionante, …

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… onde o que vale, é saber que o capricho de todo o projeto…

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… e sua execução, te fazem acreditar que tudo, desde que bem planejado, é possível (é claro, que com uma boa quantidade de dinheiro acompanhando).

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E aí, chega a hora da degustação.

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Você entra primeiramente na magnífica sala de Produção …

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… passa por um visual incrível …

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… e de repente, chega a uma sala de degustaçào …

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… feita com um tremendo bom gosto …

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… com obras assinadas por grandes artistas e é onde tudo começa a fazer sentido.

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O nosso guia explica que o assemblage do vinho VIK é feito com a combinação de diversas uvas (com a predominância de Cabernet Sauvignon e Carmenere) e aí você experimenta os varietais 2013 que formarão o vinho deste mesmo ano.

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Aí, do nada, surge a brincadeira de você fazer o seu assemblage. O meu, por exemplo, continha 50% de Cabernet Sauvignon, 40% de Carmenere e 10% de Syrah. Ficou um espetáculo!

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Só nos restou agradecer ao nosso guia pelo ótimo passeio e terminarmos tudo experimentando novamente o VIK 2010.

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Voltamos ao hotel, …

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… e resolvemos dar uma descansada, antes de partirmos para o jantar propriamente dito.

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Começamos tudo jogando uma partida de sinuca, comendo uma entradinha de cordeiro …

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… e vibramos com o experimento  do VIK  2011 …

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… e com a chegada dum peixe muito bom.

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Finalizamos com uma sobremesa  ….

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… e pensamos como a vida é boa.

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Ainda tivemos tempo de olhar as luzes da piscina de borda infinita ….

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… e dormir o verdadeiro sono dos justos.

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É, realmente a vida é muito boa ….

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… e a vinícola VIK…

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… com seu magnífico hotel são lugares que tem que ser visitados (ficamos mais um dia por lá só aproveitando o bom papo).

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E tenho dito.

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Adiós …

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… e hasta la vista.

.

 

 

 

 

dcpv – e não é que eles fizeram de novo novamente (sic)!

número 396
26/08/2014

E não é que eles fizeram de novo novamente (sic)!

Pronto! Estamos colocando pra funcionar o plano em que a cada 4 semanas, o Deo e o Mingão bolariam o menu e fariam a comida.

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Já fizemos isto uma vez e o resultado foi muito bom.
Esta seria a segunta e oportuna vez. Oportuna, porque acabamos de chegar de Miami e além de cansados (viajar cansa!!! rsrs), não tínhamos aquela usual válvula de escape de usar os ingredientes que trouxemos para compor os pratos.

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Ou então, seríamos muito criativos ao incluir roupas, eletrônicos e utensílios no menu!! 🙂
Vamos lá, então, ver o que que estes comedores contumazes aprontaram.

Entrada – Batatas à Moda Riojana.

Esta o Mingão tirou de um daqueles livrinhos da Coleção Cozinha País a País da Folha, a sobre a Espanha.
E estas batatas formam quase que uma sopa delas.

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Para fazê-la, basta refogar uma cebola pequena e dois dentes de alho (cortados bem finos) em uma panela funda, com um pouco de azeite.

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Acrescente ½ kg de paio (cortado em pedaços e sem pele).
Salteie por 5 minutos em fogo baixo.

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Acrescente 1 pimentão vermelho cortado em pedaços de tamanho médio, um pouco de páprica e pimenta malagueta. Refogue por mais 5 minutos em fogo baixo.

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Junte 1 ½ kg de batatas – descascadas e cortadas ao meio pelo Deo – salteie por 2 minutos, cubra com água, tempere e deixe ferver.
Tampe a panela pela metade e cozinhe em fogo baixo por, pelo menos, uma hora.

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Sirva bem quentinha e torça pra estar frio, como estava na grande FV.
Ficou muito bom mesmo.

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Ainda mais acompanhada duma legítima cava, a Codorniu Anna Freixenet, que foi “cunhada, irmmã, ao contrário, anacondesca“.

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Principal – Raviollonni de Cream Cheese e manga ao triplo burro.

Opa, este triplo burro não somos nós três!! 🙂
Ele é um molho feito à base de manteiga, creme de leite, temperado com noz moscada e finalizado com queijo parmeggiano reggiano.

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Já a massa (e aí o Mingão deu uma roubadinha) foi preparada pelo Valmir , um cozinheiro que tem um restaurante aqui mesmo, na grande FV, o Rotisserie Alve’z (fica na Rua das Garças, 100 – Jd Castelo). Era um raviollonni recheado com cream cheese e manga.

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Olha, ficou muito bom e certamente nos tornaremos clientes do Valmir.

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Pra melhorar, tomamos um vinho tinto, o Care Garnacha/Syrah 2012 que foi “cuidadoso, bicicletare, quércia, caríssimo“.

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Sobremesa – Doce de goiaba com queijo.

Pra variar, as duas peças, o Mingão e o Deo esqueceram da sobremesa. O jeito foi improvisar e usar um estupendo doce de goiaba (feito pela D. Vera) com um não menos, queijo holandês.

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Foi a chave de ouro!

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Vejam o que os desorientados acharam de tudo:
Tomara que esta moda pegue! (Edu)
Espetáculo ítalo-ibérico. (Mingão)
Tô cheio e feliz!!! (Deo)

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Bom, o resultado foi, mais uma vez, satisfatório.

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Acredito que este hábito, o do Deo e do Mingão, cozinharem por aqui veio para ficar. Mesmo porque, já estava na hora destes “figuras” darem um descansinho pra Dé e pra mim. (Nota da redação – Acredito que por preguiça deles, esta foi a última vez que fizeram isso. Se bem que neste último caso, eles nem tinham cozinhado tanto assim. 🙂 )

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E olha que no caso da Dé, ainda não achamos um substituto pra aquela charmosa montagem das mesas!

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Bye!

.

dcpv – o dia em que eles fizeram (quase) tudo.

número 394
29/07/2014

O dia em que eles fizeram (quase) tudo.

Olha, manter esta confraria é muito divertido. Mas dá um belo trabalho.

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Afinal de contas, ter praticamente que rotineiramente pesquisar um menu e executá-lo, quase que uma vez por semana é, digamos, um pouco estressante.

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Tudo bem que após estas fases, o fato de encontrar com o Deo e com o Mingão e juntos, comermos tudo (não esquecendo do maravilhoso acompanhamento da Dé) dá uma satisfação e um prazer imensos.

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E nós (eu e a Dé) vivemos dizendo que seria interessante quando os dois, o Deo e o Mingão, assumissem as rédeas.

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Foi o que aconteceu. Um, o Mingão, se responsabilizou por fazer uma entrada enquanto o outro, o Deo, cuidaria do prato principal. Já pra sobremesa, eu daria um jeito, afinal de contas, ninguém é de ferro! J

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Vamos lá, então, ver o que aconteceu nesta inversão de papéis.

Entrada – Sopa Thai.

O Mingão, experiente que é, escolheu uma sopa e daquelas fumegantes pra ser a sua entrada.

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Este prato é muito saboroso e combinou perfeitamente com o clima invernal que estamos vivendo. Pra fazê-lo, basta fritar filés de peito de frango junto com cebolas e alhos cortados.

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Depois que aqueles estiverem corados, junte 1 maçã grande descascada e cortada em pedaços pequenos.

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Deixe tudo refogar e acrescente caldo de galinha o suficiente pra formar uma grande sopa. Coloque um pouco de curry, pimenta dedo-de-moça e tempere com sal e pimenta.

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Deixe apurar e coloque um pouco de manjericão cortado.

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Quando for servir, coloque um pouco de leite de coco por cima (diretamente da garrafinha) e aproveite este sabor incrível.

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É lógico que com um acepipe destes, só poderíamos acompanhar com um legítimo champagne Laurent-Perrier Brut que foi “original, também amam, brutal, moi aussie“.

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Principal – Camarões ao limão.

Esta foi o Deo que escolheu e executou.

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São camarões limpos, temperados com Fondor e passados em farinha de trigo.

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Logo após, são fritos em azeite.

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Enquanto isso, frite também lâminas de alho no azeite e reserve.

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Volte tudo (camarões e alho) para uma frigideira com pouco azeite e finalize adicionando um pouco de suco de limão.

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Como acompanhamento, fiz um tremendo purê na Bimby, com um toque de noz moscada.

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Ficou simplesmente perfeito.

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Tomamos um vinho branco, o Sauvignon Blanc Lagarde que foi “a la gordaça, a la petit, alagardaça, a la creveux“.

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Sobremesa – Romeu e Julieta DOP.

Devemos esta sobremesa a Drix.

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Afinal de contas, foi ela que trouxe todos os ingredientes (queijo de Minas e goiabada cascão) diretamente de BH.

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O meu trabalho foi somente cortar os dois …

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… e servir esta maravilha.

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Eis a opinião dos cozinheiros:
Nada como ser a rainha da Inglaterra. Tudo parfait! (Edu)
Assassinaram os camarões. (Mingão)
Se sinto gratificante! (Deo)

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Bom, foi isso.

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A comida esteve impecável e este formato parece que veio para ficar.

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Mesmo porque já marcamos pra que uma vez por mês a nossa reunião aconteça deste jeito.

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Vamos aguardar a próxima.

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Inté.

.


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