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dcpv – dia tredicésimo – itália – milão – che bella cidade!

10/04/2021 (vivido em 22/1/2019)

Dia Tredicesimo – ItáliaMilão – Che bella cidade.

Dia de dizer até breve à nossa querida Itália.

E nada mais representativo do que fazer o Dolce Far Niente aqui em Milão.

Tudo bem que esta cidade, …

… contemporânea que é, …

… não seria bem um lugar pra não se fazer nada.

Mas optamos por fazer isso à nossa maneira.

Como cabe bem ao clima milanês, …

… estava chovendo.

Mas isto não nos abateu.

Tomamos o nosso café da manhã e …

… fomos bater pernas, …

… aproveitando pra fazer as últimas compras.

E seriam muito especiais.

Zarpamos direto pra Peck.

Pra quem não sabe, …

… ela é um super sex shop.

Lá você encontra o fino da gastronomia italiana, …

… que convenhamos, não é pouca coisa.

Extrapolamos um pouquinho e fizemos uma boa feira.

Tomates, cebola, alho, erva doce e …

… carne (pra fazer uma legítima carne cruda) foram providenciados.

Além da visita obrigatória à adega deles …

… que é um verdadeiro santuário.

Passamos também na Princi, …

… aquela padoca de respeito …

… onde compramos pães e …

… focaccias de primeira.

Também demos uma boa volta pelo famoso centro, …

… Duomo e Galleria incluídos.

Resolvemos beliscar no bar do próprio hotel.

Caprese pra Dé, …

… hambúrguer de fassona pra mim e …

… pinots pra nós (Grigio pra Dé e Noir pra mim).

Pronto!

Daí foi só dividir o peso de tudo o que compramos nas malas (trabalho árduo), …

… pegarmos o nosso transfer, …

… nos divertindo muito com a italianice do driver Marco e …

… Latam diretamente e sem escalas pra Nova Toscana.

É, esta viagem foi muito legal e …

… nos deixou muitas boas experiências.

1 – Passear pelo Piemonte com os olhos do chef Giuseppe Gerundino foi incrível.

Não imaginávamos, a esta altura do campeonato, que uma viagem em grupo seria tão legal.

Tudo bem que o grupo também ajudou muito, mas a liderança inconteste e o charme do GG uniram tudo.

2 – Estamos nos devendo um tour solo pelo Piemonte pra curtir mais as cidades e comer um pouco menos.

Acho que esta viagem deveria acontecer fora do período dos tartufos biancos. 🙂

3 – A Suíça é mesmo uma maravilha.

A parte italiana estava faltando no nosso currículo e não foi surpresa alguma descobrir que ela é incrível.

Ah, Lugano é uma cidade maravilhosa.

4 – Já marcamos uma viagem só pra região dos Lagos italianos (em tempo, mal sabíamos o que aconteceria).

Lagos Maggiore, d’Orta, Como e Garda merecem exclusividade.

5 – Milão é charmosa demais.

Arrivederci.

Veja os outros desta viagem espetacular:
Dia primo – Itália – Milao/Piemonte – Em busca da trufa branca,o fungo perfeita!
Dia secondo – Itália – Piemonte – O verdadeiro giro com Giuseppe.
Dia terzo – Itália – Piemonte – Barolo, a terra dos Barolos.
Dia quarto – Itália – Piemonte – Em busca da trufa perdida. Ou melhor, do tartufo achado.
Dia quinto – Itália – Piemonte – Visitando uma vinícola e uma grapperia piemontesas. Ah, já viu como se abre uma forma de parmigiano?
Dia sexto – Itália – Piemonte – Dá pra comer caracol, ops, escargots?
Dia settimo – Itália – Piemonte – Cerveja piemontesa. Tudo a ver.
Dia ottavo – Itália/Suíca – Piemonte/Lugano – Do primeiro pro primeiríssimo mundo.
Dia nono – Suíça – Lugano – Orta San Giulio, Stresa, Bellinzona: cidades ítalo-suíças ou seriam suíço-italianas?
Dia decimo – Suíça/Itália – Lugano – Onde, quando, como? Sim, o lago.
Dia undicesimo – Suíça/Itália – Lugano/Milão – Cidades maravilhosas com ugares tanto quanto (LAC, Parco Ciani, La Rinascente, Starbucks Reserve 
Dia dodicesimo – Itália – Milao – Seguindo os passos do leozinho, o Da Vinci.

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dcpv – dia undicesimo – suíça/itália – lugano/milão – cidades maravilhosas com lugares tanto quanto (lac, parco ciani, la rinascente, starbucks reserve).

20/03/2021 (vivido em 20/11/2019)

Dia undicesimo – Suíça/ Italia – Lugano/MilãoCidades maravilhosas com lugares tanto quanto(LAC, Parco Ciani, La Rinascente, Starbucks Reserve).

Vou fazer uma pergunta que nunca formulei.

Dia de troca de hotel é dia perdido? Hahaha

Pois acredito que não.

Iniciamos tudo com um lauto café da manhã com view nublada, …

… mas view no The View.

Depois pegamos o nosso Smart elétrico, ô carrinho bacana e …

… fomos conhecer Lugano pessoalmente.

Sem contar que hoje seria o dia, segundo a previsão, …

… que teríamos sol.

Optamos por parar no estacionamento do LAC por absoluta falta de opções.

Mas a decisão foi correta.

O prédio é bonitérrimo e …

… o entorno dele não fica atrás.

É a junção perfeita do lago Lugano, …

… com árvores em plena autumn fall e …

… muita arte.

Uau!

Deixamos o carro por lá e fomos bater pernas.

Passeamos pelo centro, …

… que é pequeno, …

… mas que tem um urbanismo bonito, …

… muitas lojas bacanas, …

… comércios de alimentos de primeiríssima linha …

… (vejam só: …

… chocolates incríveis, …

… (a Läderach é hours councours) e …

… chegamos à piazza Riforma.

Mais um lugar marcante da cidade.

Neste momento o sol estava a pleno vapor e …

… podíamos ver o resplandecer da natureza e do lago.

Como a expectativa era grande, …

… fomos andando pela borda do lago …

… até chegar ao Parco Ciani.

Ele é um tipo de Ibirapuera upgradeado, …

… quase um Stanley Park.

E toda a natureza de lá estava no auge da sua beleza.

Nada melhor do que deixar as fotos falarem (porque estas falam):

Depois deste banho de adoração, …

… retornamos pro LAC …

… pela borda do lago e …

… em vez de ir pro hotel, …

… pegamos o nosso piccolo Smart e …

… fomos até Morcote.

A cidade, não a mexerica.

Ela fica a uns 20 minutos de Lugano e …

… pra se chegar lá é necessário …

… margear o lago.

Ou seja, é maravilhoso.

E a cidadezinha não fica trás.

É muito graciosa e …

… infelizmente, não tivemos tempo de ficar muito por lá.

Retornamos pro hotel, fizemos o checkout, …

… (certamente retornaremos) e …

… tocamos pra Milão …

… pra curtirmos a última perna da viagem.

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Antes de irmos pro hotel que reservamos, …

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… resolvemos conhecer a Casa Milan, do time de futebol homônimo.

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E foi uma decisão acertada.

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Tudo é muito bacana e bastante rubro-negro pro meu gosto. 🙂

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Como estávamos com fome, optamos por comer uns lanches, …

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… por sinal, ótimos, …

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… no bistrô de lá.

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Depois, fomos conhecer propriamente o museu.

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Que é espetacular.

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Utiliza bastante holografia …

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… pra nos mostrar tudo o o que o Milan foi.

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Porque hoje em dia, o time italiano não mete mais medo em ninguém, …

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… mas no tempo do Berlusconi, o mandão, …

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… os caras ganhavam quase tudo.

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O museu é muito moderno e …

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… a sala de troféus é um dos pontos altos.

Ver a “oreiuda” ao vivo é demais!

Não esqueçamos a importância do Kaká na história mais recente dos milaneses.

Acho que ele não precisará pagar mais nenhuma pizza quando estiver por aqui. 🙂

Finalizamos na excelente lojinha …

… onde acabei comprando alguma coisinha!

E sempre fica a pergunta: …

… porque os times brasileiros (Timão incluso) não conseguem fazer alguma coisa parecida?

Chegamos no Hotel Armani e …

… confirmamos o óbvio: …

… ele também é o máximo.

Quartos imensos, …

… muita mordomia e …

… amenidades de fazer qualquer um chorar.

Demos um gás pra devolver o carro alugado em tempo …

… na Estação Central.

Aliás, a belíssima Estação Central.

Foi só o tempo de curtir um pouco o hotel e …

… irmos até a charmosa região da dupla de ouro, …

… Galleria Vittorio Emanuele/ …

… Duomo, …

… pra dar uma passada na La Rinascente.

Enquanto eu fiquei tomando um Aperol Spritz e …

… a Dé passeava pela loja toda em busca de algum presente pra mim (amanhã seria o meu niver).

Foi bem divertido, …

… fora a possibilidade de estar no mesmo nível do telhado do Duomo.

Lindo!

Dali, andamos mais um pouquinho e …

… fomos, finalmente, …

… conhecer a nossa queridinha de sempre.

Starbucks Reserve Roastery daqui é monumental.

O prédio é histórico (era o antigo Correio) e …

… a parte interna é deslumbrante.

O princípio das outras que conhecemos (Seattle e NY) é o mesmo.

A intenção é ter um lugar amplo, muito moderno, …

… com uma trilha sonora incrível e …

… uma torrefadora de cafés especiais …

… bem na sua frente.

Além disso, tomar uns bons drinks à base de café …

… num bar de cinema e …

… comer algumas coisinhas muito italianas, tais como focaccias e pão com mortadela.

É realmente viciante e certamente retornaremos.

Ufa, agora posso responder à pergunta lá de cima.

Se for um dia como hoje, certamente não é perdido.

E tenho dito!

Veja os outros desta viagem espetacular:
Dia primo – Itália – Milao/Piemonte – Em busca da trufa branca,o fungo perfeita!
Dia secondo – Itália – Piemonte – O verdadeiro giro com Giuseppe.
Dia terzo – Itália – Piemonte – Barolo, a terra dos Barolos.
Dia quarto – Itália – Piemonte – Em busca da trufa perdida. Ou melhor, do tartufo achado.
Dia quinto – Itália – Piemonte – Visitando uma vinícola e uma grapperia piemontesas. Ah, já viu como se abre uma forma de parmigiano?
Dia sexto – Itália – Piemonte – Dá pra comer caracol, ops, escargots?
Dia settimo – Itália – Piemonte – Cerveja piemontesa. Tudo a ver.
Dia ottavo – Itália/Suíca – Piemonte/Lugano – Do primeiro pro primeiríssimo mundo.
Dia nono – Suíça – Lugano – Orta San Giulio, Stresa, Bellinzona: cidades ítalo-suíças ou seriam suíço-italianas?
Dia decimo – Suíça/Itália – Lugano – Onde, quando, como? Sim, o lago.

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dcpv – dia primo – itália – milão/piemonte – em busca da trufa branca, o fungo, perfeita

12/01/2021 (vivido em 10/11/2109)

Dia Primo – Itália – Milão/PiemonteEm busca da trufa branca, o fungo, perfeita.

E lá estávamos nós, pela terceira vez, vindo pro Piemonte.

Pra quem não sabe, esta é uma região que fica no norte da Itália e …

… é notabilizada por produzir grandes vinhos, …

… refeições vigorosas e demoradas …

… (foi lá que surgiu o Slow Food) …

… utilizando ingredientes de primeiríssima linha …

… entre eles a trufa, mais conhecida por aqui como tartufo.

Mas vamos com calma.

Como nós quatro chegamos até aqui (a Lourdes e o Eymard também estavam conosco)?

Vocês conhecem o chef Giuseppe Gerundino?

Ele fez aquele ótimo programa sobre o Itália, o Giro com Giuseppe que ainda está passando no GNT.

E através dele, fomos fazer um curso na Accademia Gastronômica, a sua escola que fica em São Paulo.

Um dia, recebi um email deles onde informavam que o Giuseppe também fazia tours gastronômicos pelas regiões da Itália.

Daí a me interessar pelo do Piemonte e a Lourdes e o Eymard toparem foi uma moleza.

Portanto, estamos indo passar uma noite em Milão …

… pra nos encontrarmos com o grupo (são 12 pessoas no total) em Turim e …

… aí ficarmos uma semana com o Giuseppe (ele vai estrear um programa na Sony no final de janeiro) nos mostrando …

… o que que o Piemonte tem ,…

… inclusive trufas brancas.

O voo pela Latam foi super tranquilo.

Saímos a noite, …

… com direito a ver a esplendorosa Barcelona por cima e …

… chegamos em Milão às 16:00 do domingo.

Optamos pelo conhecido e maravilhoso: …

… nos hospedamos no Hotel Armani.

Super bem posicionado e …

… com aquele toque de modernidade necessário …

… quando se está numa cidade cosmopolita como esta.

Pausa: nós simplesmente adoramos Milão!

É uma cidade diferente daquele estereótipo que imaginamos quando pensamos na Itália.

A Lourdes e o Eymard (eles chegaram antes) estavam no Centro e descobriram que o Aimo e Nadia tem uma filial que se chama Vòce, bem do lado do Scala.

Ou seja, nem bem chegamos no hotel e já saímos, mas foi por uma boa causa.

Demos aquela passeada por Milão, certamente a São Paulo que deu certo.

O lugar é muito bacana e …

… selamos a nossa amizade com taças da velha conhecida Ferrari.

O clima era de happy hour; …

… como em toda boa, não poderiam faltar os Aperol Spritz.

Retornamos pro hotel …

… com tempo de tomar um bom banho, …

… (como são  ótimos os shampoos do Armani) e resolvemos jantar num lugar querido de todos nós.

Il Coriandolo é o nosso restô milanês preferido.

Chegamos sem muita fome, mas com alta expectativa.

O lugar continua o mesmo e graças a Deus, a comida também.

Mandamos ver num clássico bianchetto Rossj Bass do Gaja.

A Lourdes e a Dé pediram um tremendo risoto com flor de  abobrinha e bacon.

Eu e o Eymard fomos no que viemos fazer: dois pratos de spaghetti ao vongole verace. Que maravilha!

Choramos muito e ainda arriscamos algumas sobremesas, …

… mas só sobrou a certeza de que realmente este espaguete é inesquecível.

Voltamos pro hotel, …

… tomamos flutes de Champs …

… só pra dar uma última curtida antes do Piemonte.

Que venham as trufas e que seja em forma de muitas raladas.

Arrivederci.

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dcpv – days ten/eleven and last – usa – uma nba gelada em ny!

29/02/2019 (curtido em 20, 21 e 22/01/2019)

Days ten, eleven and last – USAUma NBA gelada em NY!

Iniciamos o domingão dum jeito que ele merecia.

Afinal de contas, estava muito frio mesmo …

… e a Starbucks Reserve Roastery era logo ali pertinho.

Café da manhã tomado …

… demos uma passada na Anthropologie

… pra Dé dar uma abastecida  no guarda roupa …

… e nas velas lá de casa.

Fomos de Uber até a Sacks 5th Avenue, …

… uma loja de deptos …

…  multifacetada …

… e bastante interessante.

Com o frio e a chuva reinantes …

… foi um jeito bom pra passar o tempo.

Nos divertimos por lá, …

… mas não compramos quase nada …

… e fomos almoçar no Armani.

O clima broncolhaço …

… e friozaço pedia um italiano.

Foi o que fizemos.

Pãezinhos supergostosos iniciaram a nossa refeição.

Um polvo cozido à perfeição abriu os trabalhos.

A Dé pediu um tagliatelle à bolonhesa …

… e eu, um espaguete à carbonara.

Tudo ótimo …

… e acompanhado de taças dum também ótimo Vermentino.

Continuamos babando na escada da loja …

… e fomos pra fora, sentir o drama.

Olha, fazia quase -20°C.

Mesmo assim, demos mais uma secada na fachada maravilhosa …

… da Louis Vuitton …

… passamos na Nike novamente (com o mesmo péssimo atendimento) …

… e resolvemos retornar …

… pois o por do sol prometia e foi uma belezura (sim, o tempo mudou muito rapidamente)!

É claro que o vento atrapalhava muito …

… deixando a sensação térmica …

… próxima dos -30ºC, …

… mas foi perfeito.

Simplesmente perfeito!

Terminamos a nossa tarde …

.. tomando uns bons drinks …

… no nosso queridinho …

… o Starbucks.

Aproveitamos pra comprar o nosso jantar: …

… pizzas …

… que seriam degustadas no calorzinho do nosso quarto assistindo às finais de conferência da NFL e muito bem acompanhadas.

Acordamos também um pouco mais tarde na segunda.

O frio continuava.

O café foi tomado no primo pobre, …

… o Starbucks convencional, …

… já que o Reserve estava fechado pra manutenção.

Por sorte, tínhamos comprado ingressos …

… pra ver o jogo da NBA …

… e finalmente, …

… conhecer o Madison Square Garden.

Pra variar, foi muito divertido assistir a um jogo, …

… ainda mais com atletas do tamanho …

… do Russel Westbroock.

Sim, o OKC não negou fogo.

O problema foi o NY Knicks.

Ô timinho ruim, sô!

Deu até vergonha.

Ver os coitados dos torcedores sofrendo …

… pra ver um time que não acerta uma.

Resultado?

Uma lavada do OKC …

… que só não foi maior …

… porque eles se desinteressaram do jogo.

Voltamos pro hotel …

… e engatamos uma visita à Container Store …

… (que loja) …

…e a Bed Bath & Beyond.

Até que não compramos muita coisa desta vez …

… e resolvemos dar mais uma passada estratégica …

… no Chelsea Market …

… pra fugir do frio.

Acabei marcando um jantar bem próximo ao hotel …

… no hyppado asiático Buddakan.

E o lugar é surpreendentemente bonito.

Todo cenográfico …

… e com uma mesona coletiva espetacular.

Pedimos somente coisinhas pra repartir, além de duas flutes duma Louis Roderer.

Dumplings de edamame, …

… bolinhos de couve flor, …

… bolinhos de camarão e frango …

… e rolinhos primavera.

Tudo muito competente, …

… mas realmente o que se sobressaiu, …

… foi o visual.

Atravessamos a rua e estávamos prontos pra dormir.

O último dia foi trivial.

Último café da manhã  …

… na Starbucks Reserve Roastery  (que novidade), …

… com um nascer do sol incrível.

Nos despedimos da nossa queridinha.

Fomos até perto da Union Square …

… e passamos na Body Works …

…. na Whisky …

… e retornamos pra região do hotel.

A intenção era, …

… apesar do frio, …

… dar uma olhada na nova coleção da Story (nota – esta loja não existe mais. Ela foi comprada pela Macy’s)

Só para lembrar, é aquela loja que pretende ser como uma revista …

… ou seja, troca tudo o que está a venda de 3 em 3 meses.

Olha, achei um pouco de enrolação, porque mudou um pouco a decoração, mas os produtos, não.

Pronto!

A nossa viagem/trabalho estava terminando.

A conclusão é que vale muito a pena misturar lazer com negócios …

… desde que você saiba fazer um bom roteiro.

Foi o que fizemos.

Ah, ainda fomos brindados …

… com mais um tremendo por do sol …

… em pleno voo de volta.

See U.

Veja os outros dias desta viagem:
day One – USA – New York, New York.
day Two – USA – Andando muito nas lojas diferenciadas de NY.
days Three and Four – USA – Varejando por NY.
days Five and Six – USA – Supermercadeando por NY, parte I.
day Seven – USA – Supermercadeando por NEY, a vinganca. Já ouviu falar do Vertical Horizon?
dia – Eight – USA – Conhecendo a periferia de NY.
day Nine – USA – Vendo o verdadeiro lado B de NY.

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dcpv – dia fifteen and last – eau – abu dhabi – o louvre no deserto e no mar. já a ferrari …

18/04/2018

Dia fifteen and last – EAU – Abu Dhabi – O Louvre no deserto e no mar. Já a Ferrari …

A tempestade de areia continuou.

Ou seja, o alcance da vista não era muito grande, …

… mas tudo se tornava mais misterioso.

A nossa guia de ontem teve um problema e foi substituída pela carioca Cacá.

Tomamos o nosso café da manhã e …

… zarpamos pra Abu Dhabi, …

… o outro estado importante dos Emirados Árabes Unidos.

São quase 1,5 horas de carro, …

… em estradas de primeiro mundo e …

… a nossa primeira parada seria na Mesquita Sheikh Zayed.

Eu não sei se chamar somente de Mesquita, …

… este templo espetacular não seria uma blasfêmia.

Mesmo porque, o construção detém tantos recordes e …

… é tão espetacular …

… que você fica estupefato.

Esta é uma boa maneira de associar o teu sentimento.

Como uma coisa pode ser tão grandiosa, …

… religiosa e …

… magnânima ao mesmo tempo?

Estando lá, ela te coloca  no teu devido lugar.

E você agradece por tudo o que acontece na sua vida.

Enfim, é um lugar memorável e …

… olhe que não vou nem falar dos números que são certamente imensuráveis.

Uma pena que o Sheikh Zayed morreu antes de ver a sua grande obra concluída.

Demos uma passeada pela orla de Abu Dhabi e …

… aproveitamos pra conhecer o hotel mais famoso de lá, o Emirates Palace.

Pra variar, ele também é incrível.

Note que tudo o que reluz, não é a nossa Re.

Neste caso, é ouro mesmo.

Imaginem o que foi gasto pra fazê-lo?

Aproveitamos pra comer um docinho, logicamente com ouro, …

… (estou otimista quanto ao subproduto desta operação, 😁) e …

… rumamos pra conhecer o que, imagino, …

… seja a atual maior atração de Abu Dhabi.

O museu do Louvre.

É claro que é uma filial de lá, …

… mas, pra variar, é espetaculosa.

O famoso arquiteto francês Jean Nouvel se superou.

O prédio é, de verdade, a grande atração.

As fotos não conseguem transparecer a sua beleza e …

… e harmonia.

A cobertura é um espetáculo e …

… o posicionamento da obra, …

… que fica praticamente dentro do mar …

… te deixa eufórico.

Foi exatamente como ficamos.

Boquiabertos com a dimensão e a harmonia de tudo.

Certamente é um lugar pra ficar o dia inteiro só observando cada ângulo,

.

E as obras de arte?

Elas existem e são muito bem distribuídas em suas salas, …

… com alguns destaques de primeira grandeza, …

… como Rodin, …

… Van Gogh e …

… Leonardo da Vinci, …

… mas o que marca realmente, …

… é a belíssima harmonização da construção com o ambiente em que está inserida.

Perfeito!

Almoçamos rapidamente no restaurante do próprio museu e …

… mesmo assim, a vista estava presente.

Partimos, claro que atrasados, pra próxima atração.

E a expectativa era enorme.

Afinal de contas, o parque da Ferrari dispensa apresentações.

Só a visão da sua parte externa …

… te deixa pensando que deve ser o Louvre dos parques de diversão!

Mas, sinceramente, não gostamos muito.

Tudo bem que é uma questão de expectativa.

Se você está esperando, assim como nós, uma exposição de “cavalinhos rompantes” como o do museu da Ferrari na Itália,…

… pode ir tirando o seu cavalinho(😀) da chuva.

Existem alguns modelos em exposição, …

… mas é tudo meio caótico e sem sentido.

Pra quem conhece o Soarin do Epcot, o parque tem um brinquedo similar só que com imagens da Itália.

Tinha tudo pra dar certo, mas é tudo tão distorcido, escuro e sem graça que a decepção é grande.

Assim como escuro e sem vida é todo o parque.

Ainda tem algumas montanhas russas excelentes, …

… especialmente a Rossa, mas como não é a nossa praia, não gostamos.

Voltamos pro carro frustrados e desanimados, mas a Cacá percebeu e nos disse que não sairíamos deste jeito do passeio.

Ela sugeriu conhecer o autódromo de F1 que era ali ao lado.

E foi um tremendo acerto. O lugar é lindo e só a ida ao hotel, já valeria a visita.

Além de que o autódromo é mesmo uma beleza.

De lá, retornamos felizes pro hotel.

Reflexo no Burj Khalifa incluído.

E foi bom porque era justamente lá que iríamos jantar.

Seria a despedida em grande estilo no restaurante indiano do hotel Armani, o Amal.

Pra quem não sabe, o Armani fica justamente no terceiro andar do Khalifa.

E a recepção faz jus à classe do hotel.

Além de dois artistas indianos estarem tocando, cantando e encantando logo na entrada do restaurante.

Sentamos na parte interna …

… pedimos duas flutes dum belo Champagne rosé e …

… e escolhemos os pratos dum variado menu.

Note que pela proximidade é fácil ver a dança das águas da Fonte de Dubai.

A Dé escolheu samosas como entrada e …

… peito de frango como principal.

Tudo muito bem temperado e gostoso.

Eu, fui num prato típico de legumes como entrada e …

… camarões como principal.

Deliciosos e spices.

Tomamos meia garrafa dum Sancerre e …

… percebemos o quanto foi estranho estar no Burj Khalifa e …

… ao mesmo tempo, não poder vê-lo.

Foi uma grande final duma grandíssima viagem.

Certamente, voltamos muito diferentes do que fomos, …

… coisa que é dever duma viagem bem feita cumprir.

É claro que toda esta criatividade e megalomania dos Emirados impressionam.

Mas conhecer o Japão é um outro degrau.

Toda a cultura, educação, empenho, organização, dedicação do povo japonês jamais será esquecida por nós.

Voltamos de lá pensando que o Brasil pode ter jeito.

Basta sermos japoneses! 🙂

Hasta la vista.

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
dia Ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.
dia San – Japão – Tóquio – Hakone e o Inhotim nipônico.
dia Shi – Japão – Tóquio – Shibuya e Meijin Jigu, multidões japonesas.
dia Go – Japão – Kanazawa – Os primeiros Shinkansen e Ryokan, a gente nunca esquece.
dia Roku – Japão – Yamashiro Onsen – Gueixas, samurais e cerejeiras, tudo a ver.
dia Shichi – Japão – Kyoto – Uma flor japonesa desabrochando só pra nós.
dia Hachi – Japão – Kyoto – Um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.
dia Kyu – Japão – Kyoto – Estatuas diferentes, templos diferentes: mesma emoção!
dia Jyu – Japão – Kyoto – Fushimi dos 1000 tori ao saquê.
dia Juyiti – Japão – Tóquio – Conhecendo o original l’Atelier du Jöel Robuchon.
dia Jun-ni/Thirteen – Japão – Tokyo/ EAU – Duba i- Choque de culturas, o jardim milagroso no deserto e o Van Gogh!
dia Fourteen – EAU – Dubai – Incrível o que os dubaienses conseguiram fazer no mar (inclusive o Burj al Arab).

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dcpv – giorno ventotto – itália – toscana – despedida: o castello di ama é imbatível.

15/06/2019 (vivido em 26/10/2017)

Giorno Ventotto – Itália – Toscana Despedida: o castello di Ama é imbatível.

Hoje seria dia retornar ao fantástico Castello di Ama.

Afinal de contas, é sempre um prazer visitar esta vinícola que tem um conceito sensacional.

Já tínhamos ido anteriormente duas vezes até lá, mas desta vez seria especial já que a Re estaria junto.

O dia amanheceu bem broncolhão e com cara de chuva, …

… coisa rara por aqui.

Rumamos pra região de Gaiole in Chianti.

O tour começaria às 10:30 e chegamos no horário.

Como novidade, ficamos sabendo que ele seria privativo.

Nós sete (Lourdes, Eymard, Marcia, Deo, Re, Dé e eu) tivemos o privilégio de sermos guiados pela Alice, que foi extremamente informativa.

Iniciamos vendo, literalmente, como se produz um vinho, …

… mesmo porque, estávamos em plena época pós colheita.

E pra quem não sabe, o Castello di Ama é quase que um pequeno Inhotim, …

… com várias obras de arte de famosos autores, tais como Daniel BurenAnish Kapoor e outros menos votados …

… sendo mostradas durante o tour.

Segue um foto blog com as fotos de várias destas instalações.

Terminamos o passeio com o famoso neon escrito Revolution ao contrário …

… e onde é frisada a palavra Love.

É muito bacana.

Ainda tivemos tempo pra ver a produção de azeite.

É sensacional ver aquele olio verde aparecer depois das azeitonas serem espremidas.

Melhor que isso, só degustá-lo, que foi o que fizemos quando da prova de 4 vinhos da vinícola.

Foram 4 rossos, iniciando com o Chianti, logo após o super Toscano Haiku, mais um Chianti de 10 anos e um reserva 2011 que estava espetacular.

Terminamos o tour muito felizes, não só pela quantidade de bons vinhos provados, mas especialmente, pela quantidade de ótimas e esclarecedoras informações que a Alice nos passou.

Aproveitamos pra almoçar por lá mesmo.

É incrível, como tudo é muito bem cuidado no Castello di Ama.

A ideia principal de misturar arte com a elaboração de bons vinhos é louvável.

E ela continua no restaurante onde tudo é pensado para a sua satisfação.

Pedimos algumas entradas para compartilhar.

Abobrinha em forma de lasanha, abóbora gratinada e erva doce frito …

… foram os escolhidos.

Como principais, gnocchi ao sugo,…

… tagliata di manzo, …

… batatas crocantes e perfumadas, …

… lasanha, …

… enfim, tudo muito bom e ainda mais, acompanhado duma garrafa do Haiku.

Olha, este passeio beirou a perfeição, apesar do tempo não estar colaborando.

Resolvemos ir embora e devido a proximidade, …

… conhecer a bela Radda in Chianti.

Olhamos por fora, gostamos muito do que vimos, mas resolvemos ir pra Firenze, já que a neblina e a garoa eram muito fortes.

E quando chegamos, o clima tinha melhorado o suficiente pra fazermos o nosso manjado circuito a pé.

Iniciamos pela rua Tornabueno, a de lojas luxuosas, cruzamos a ponte Santa Trinitá …

… pra ter uma visão mais dramática da Ponte Vecchio e …

… tomamos mais um ótimo e último gelato na Gelateria Santa Trinitá.

Passamos por trás do Arno, cruzamos a Ponte Vecchio …

… até chegarmos a Piazza della Signoria e …

… ao Duomo.

Então resolvemos dar uma parada no Eataly e …

… como ainda tínhamos tempo, …

… andamos até a Officina di Profumo Sta Maria Novella.

Esta farmácia é muito antiga e …

… mesmo que você não compre nada, o que eu duvido, …

… visitá-la é sempre um ótimo passeio.

Ainda tivemos tempo de comer algumas boas mozzarellas …

… no Obicà, um restô especializado nelas.

Resolvemos voltar pra nossa casa em Impruneta e …

… simplesmente curtir a nossa estante forrada com todas as rolhas dos vinhos que bebemos aqui com os nossos queridos amigos.

O restante foi curtir a última noite na Toscana e …

… ficar feliz por ter conseguido levar adiante um projeto tão bacana como este.

Afinal de contas, comemorar os seus quase 60 anos passando quase um mês numa villa na Toscana não é mole, não!

Ou melhor, é sim. 🙂

E certamente, é uma experiência que será repetida.

Arrivederci.

PS (e vai ser dos graaaaaaandes!)

Nos separamos na manhã seguinte (note a presença na foto do genial Ivan, o caseiro “invisible”).

A Marcia e o Deo foram passear pela Europa e …

… nós 5 (Lourdes, Eymard, Re, Dé e eu) ainda fomos curtir Milão.

No caminho, conhecemos o outro restô do Massimo Bottura, o Franceschetta.

Comida variada …

… moderna (em Modena!) e …

… muito boa, como esperado.

Já em Milão, fomos só nos Greatest Hits.

Aimo e Nadia, …

… sempre excelente e …

… muito elegante.

Museu Armani Silos, …

… outro espetáculo, …

… moderno e …

… muito exótico.

Uma bela passada por Navigli …

… pra abastecer.

Uma outra pela cobertura …

… da La Rinascente …

… onde vimos, o por do sol mais raiz de toda a viagem.

Passamos em mais um …

… daqueles museus modernos …

… interessantes (é a Fondazione Prada) e …

… finalizamos este devaneio …

… com chave de ouro (passamos no Peck), …

… degustando o vero Spaghetti ao Vongole do Il Coriandolo.

Agora, sim. Arrivederci, querida Itália!

Veja os outros dias desta epopéia:
giorno uno – itália – toscana, amore mio ou o inicio duma bela jornada!
giorno due – itália – toscana – um simples domingo.
giorno tre – itália – toscana – antinori, o visionário.
giorno quattro – itália – florença – lindíssima, como sempre!
giorno cinque – itália – san gimignano, a verdadeira manhattan toscana e porque não dizer, uma über model
 giorno sei – itália – toscana – siena e monteriggioni, a maior e menor, são belíssimas.
giorno sette – itália – toscana – eu prefiro as curvas das estradas de chianti.
Itália – Toscana – Giorno otto – Em Impruneta, como os imprunetanos!
Itália – Toscana – Giorno nove – Certaldo, uma cidade pra se conhecer em camadas.
giorno diece – Itália – Toscana – Comida pantragruélica com o maior açougueiro do mundo!
giorno undici – Itália – Toscana – Retornando à Florença, que continua mais bela do que nunca!
giorno dodici – itália – prada na toscana? e lucignano, você conhece?
giorno tredici – Itália – Toscana – My name is … (by Suzanne Vega)
giorno quattordici – Itália – Toscana – San Gimignano e Monteriggioni, a vingança!
giorno Quindici – Toscana – Impruneta – Nunca foi tão bom ficar em casa.
giorno Sedici – Itália – Toscana – Fiesole, vicino a Firenze.
giorno Diciotto – Itália – Toscana – Repetido mas bom demais.
giorno Diciannove – Italia – Toscana – Colle di Volterra.
giorno Venti – Itália – Toscana – Jogo de Siena.
giorno Ventuno – Itália – Toscana – Estas top models toscanas San Gmignano e Monterriggioni são demais.
giorno Ventidue – Italia – Firenze – É sempre um prazer revê-la.
giorno Ventiquattro – Italia – Toscana será que deveríamos retornar pra Pisa e Luca?
giorno Venticinque – Itália – Toscana – San Gimignano/Monteriggioni – Esta dobradinha é demais!
giorno Ventisei – Itália – Toscana – Pienza e Lucignano –  Duas pérolas toscanas.
giorno Ventisetti – Itália – Toscana – Greve, Castellina e Antinori: é  muito Chianti minha gente!

 


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