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dcpv – vorwek, mas pode me chamar de thermomix ou ainda de bimby.

número 326
14/08/2012

Vorwek, mas pode me chamar de Thermomix ou ainda de Bimby.

E não é que após aquela aula espetacular que o seu Maurizio ministrou pra nós, eu tive o presságio que estava subutilizando o meu robot, o Bimby (nome estranho, né?).

Pra quem não conhece, ele é quase que um liquidificador só que com altos upgrades.

Afinal de contas, não é qualquer eletrodoméstico que pesa, aquece, cozinha no vapor, faz massas e muitas outras cositas mas.

E como eu tinha que ser muito prático neste noite, já que chegaria bem tarde, não encontrei outra solução pro menu de hoje que não fosse reutilizar esta máquina sensacional e que certamente, produz o melhor purê de batatas que nós comemos em nossas vidas, né Mingão?

Vamos lá, então, desvendar os segredos desta máquina maravilhosa.

Bebidinha. – Granizado de Champanhe.

E não é que o Bimby faz coquetéis? Este, por exemplo, é uma mistura de limão com o líquido que consagrou os Loguercio, o espumante.

Coloque no copo do Bimby, 4 limões com casca e partidos em 4 e 500g de champanhe (não estranhe. Todas as medidas são em peso devido a facilidade da trapizomba ter uma balança interna). Pressione o botão turbo 8 vezes.

Coe tudo prum jarro e reserve.

Coloque 800 g de gelo, 200 g de açúcar, a limonada de champanhe e bata uns segundos na veloc 5 até ouvir mudar o barulho das pedras de gelo.

Sirva.

Como dissemos todos, da pra tomar aos baldes.

Entrada – Creme de Ervilhas

Uma sopinha vai sempre bem, né?

Coloque  1 kg de ervilhas (podem ser congeladas), 200 g de cebolas, 1 dente de alho, sal, uma pitada de açúcar, cubra com água e programe 30 min, temp 100, vel 1.

Adicione 20 g de folhas de coentro e bata na veloc 7 durante 1 min ou até que o creme esteja aveludado.

Junte 30 g de manteiga e bata um pouco na veloc 3.

Sirva em taças e enfeite com um fio de freme de leite.

Acompanhamos com uma pasta de atum, especiarias, legumes …

… e torradas.

Não precisa nem dizer que a Dé adorou este creme acoentrado. Eis uma bela entrada!

Tomamos o vinho branco brasileiro Chardonnay Da’divas 2011 que foi “jilozado, rodado, bundentro, espetáquila”, segundo os robóticos, nós mesmos.

Principal – Chilli com carne e purê de batatas.

Como eu citei anteriormente, este purê é de comer ajoelhado.

E, nesta maravilha tecnológica, é muita fácil de fazer.

Coloque 1 kg de batatas descascadas e cortadas em pedaços, 400 g de leite, sal e pimenta quanto baste, no copo.
Programe 30 min, temp 90, vel 1.

Quando terminar, adicione 50 gr de manteiga e triture 20 seg na veloc 3.

Prontíssimo! O purê mais macio e aerado que você já experimentou.

Já pro Chilli, coloque 50 gr de azeite no copo e programe 3 min, temp Varoma (é a usada pra cozinhar no vapor) e veloc 2.

Em seguida, coloque 1 cebola, 1 dente de alho e 1 pimentão vermelho e pique por 10 seg na veloc 5.

Adicione 200 gr de tomate e pique tudo por 20 seg, veloc 7. Refogue 7 min, temp 100, veloc 2.

Adicione 500 g de carne moída (usei filé por causa da Dé), 1 caldo de carne, 1 colher de café de cominho, 1 pimenta picada e programe 10 min, temp 100, veloc 1.

Finalmente, incorpore 500 g de feijão preto cozido e temperado e programe 5 min, temp 100, veloc colher inversa.

Aí é só servir esta maravilha ao quadrado (feijão mais purê) …

… nos mais diferentes formatos.

Acompanhamos com o vinho tinto Beronia Crianza Rioja 2008 que se apresentou “casadinho, bimbônico, didi mocó colesterol sonrisal, esperanza” segundo nós, os eletro e domésticos.

Sobremesa – Arroz Doce

Este é um prato tipicísssimo de Portugal.

E um doce muito gostoso.

Coloque no copo 1 litro de leite, 130 g de arroz, 1 casca de limão, 1 pau de canela, 1 pitada de sal e programe 50 min, temp 90 e veloc colher inversa.

Quando terminar, junte 150 g de açúcar e 4 gemas batidas em fio e programe mais 10 minutos na mesma condição.

Coloque em recipientes e leve à geladeira.

Sirva polvilhando canela e finalize maçaricando açúcar.

Eis a opinião dos cibernéticos:

Tudo rápido. Saboroso. Enfim, bimbático. (Edu)
Espetáquila! (Deo)
Grande bimbada. (Mingão)

Bom, foi isso.

É certo que esta maquininha, o Bimby ainda vai  dar o que falar aqui em casa.

Ela consegue ser prática e ao mesmo tempo, gera refeições de altíssima qualidade.

Recomendo firmemente que todos dêem uma boa bimbada.

Inté.

.

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dcpv – a grande batalha intergaláctica: bimby x panela de barro.

número 285
05/04/11

A grande batalha intergaláctica: Bimby x Panela de Barro.

Eu me chamo EduLuz
De Ferraz, grande cidade
Vou mostrar pra todo mundo
A batalha desigual
Entre a Bimby e a panela de barro
Entre a tecnologia e a matutice
Qual resulta no melhor sabor? (nham, nham, nham, nham. Este nham nham é de duplo sentido. )

Não precisa nem dizer que eu não sou poeta e que nem manjo nada de literatura seja de cordel, seja da mais rastaqüera possível.

Mas estando próximo de fazer o meu curso sobre a utilização correta da minha Bimby(será na próxima quarta), resolvi praticar e fazer um menu só com as receitas dos grandes chefs portugueses, Vítor Sobral incluso.

E aí me veio a cabeça uma idéia: por que não fazer também alguma receita com uma simplória panela de barro?

E a questão básica não é nem comparar o resultado de cada uma das vertentes, mas sim, perceber as nuances dos sabores de cada uma.

Portanto, prepare-se pro grande confronto.

Aqui no dcpv
Vai rolar uma degustação
Você só vai ver
E nós vamos comer (nham nham nham nham. Mais uma!)

Xiii, esta ficou pior! rsrs

Entradas

1 – Creme de abóbora e maçã reineta com espuma de parmesão. 

Ingredientes: 1 abóbora, 1 maçã, água q.b, sal q.b, 100 gr de natas, 50 g de parmesão em lascas
Preparação: Pra preparar o creme, corte a abóbora e a maçã em pedaços.

Coloque os pedaços no copo, cubra com água e tempere com sal a gosto.

Deixe cozinhar 17 Min/90°/Vel 1. Terminado o tempo de cozedura, triture durante 15 seg/Vel 5 e mais 30 seg/Vel 7.
Pra preparar a espuma, coza as natas durante 3 Min/60°/Vel 2 e em seguida 15 Seg/Vel 7 de maneira que fique espumoso.

Sirva o creme e, em seguida, verta suaves porções de espuma. Espalhe a gosto e aleatoriamente as lascas de parmesão e sirva.

Comentário: uma receita esquisita que resultou numa sopa bastante rala. Mas com a adição da espuma de natas e, especialmente das lascas de parmesão, ela ficou um pouco mais encorpada e saborosa.

2- Gaspacho de morango com salada de tomate cereja e queijo chevre

Ingredientes: 250 g morangos lavados, 1/2 cebola, 1/2 pimentão vermelho, 1/2 pimentão verde, 1 dente de alho, 1 c. sopa vinagre, gelo, 10 tomatinhos veremelhos, 10 tomatinhos amarelos, sal, pimenta e açúcar q.b, azeite q.b, 10 folhas de manjericão, 1 queijo chévre.

Preparação: Coloque os morangos, a cebola, os pimentões, o vinagre e o alho no copo.

Triture na velocidade 7 durante 15 seg até obter um creme espesso. Adicione alguns cubos de gelo e bata novamente na mesma velocidade durante 1 min.

Refrigere cerca de 1 hora para apurar.

Numa taça misture o tomate cortado em metades, com um pouco de sal, açúcar e azeite.

Adicione as folhas de manjericão picadas, as fatias de queijo e sirva.

Comentário – É um gaspacho de  morangos. Temperado, refrescante, saboroso, enfim, um condimentado gaspacho de morangos. A Dé adorou!

3 – Creme de amêndoa com ovos de codorniz e trufa preta

Ingredientes: 100 g cebola cortada em quartos, 200 g alho francês só a parte branca cortada em rodelas, 1 caldo de galinha, 180 g amêndoas sem pele, sal q.b., 1 litro de água, 8 ovos de codorniz, 2 trufas pretas.

Preparação: Coloque no copo a cebola, o alho francês, o caldo, as amêndoas, o sal, a água e programe 17 Min /100ºC /Vel 2.

Programe 1 Min e vá progressivamente até à Vel 7. Sirva a sopa com os ovos e a trufa raspada por cima.

Comentário – Aproveitei a trufa preta, resquício da viagem Piemontesa e fiz esta receita que é bem estranha, especialmente devido a textura das amêndoas. Fica parecendo uma daquelas “papinhas de bebê”, só que com uma tremenda personalidade. Até a D Vera (a minha sogra) pediu a receita.
Resumão – Um passeio divertido sobre o mundo bimbístico. Texturas, fluidez, sabores; tudo muito bom. E que fique bem claro que quem quiser experimentar, basta adaptar toda esta parafernália pro simplório liquidificador.

Vinho – Cava Segura Viudas Heredad Espanha, já que até gaspacho tinha no menu. Achamos “efervescente, festivo, alça de caixão, viuva alegre, michelesco” (deu pra perceber que a Re estava nos visitando já que estamos fechando a programação pra reunião de número 300. Aguardem as novidades).

Principal – Moqueca de Siri.

Ingredientes – 1 maço de coentro, 2 tomates maduros, 1 cebola, 2 dentes de alho amassados, 1 colher de sopa de  sal, 3 colheres de sopa de azeite, 1 colher de sopa de colorífico, suco de l limão, 500 g de carne de siri desfiada.

Preparação : Ponha o colorífico já dissolvido em 3 colheres de azeite numa panela de barro.

Junte o alho, a cebola, o tomate e um pouco do coentro picadinhos.

Depois de 2 minutos, acrescente o siri e o vôngole desfiados. Tampe a panela e deixe cozinhar durante 15 minutos.

Antes de retirar do fogo, junte o suco de limão e o resto do coentro.

Comentário – Uma moqueca feita numa panela de barro é covardia! A Bimby vai ter que “camelar” bastante, ou melhor, eu terei que aprender muuuuuito pra superar o sabor caipirão!

Pra comemorar, tomamos um clássico brasileiro (afinal de contas, degustamos um clássico da culinária tupiniquim) o vinho tinto Lidio Carraro Tannat 2006. Ele foi “tá lá, picante, mateusa, lidio carvalho, rondé” segundo os repentistas.

Sobremesa – Zabaiaone

Ingredientes – 250 g de vinho branco, 130 g de açúcar, 2 ovos, 4 gemas.
Preparação : Coloque a “borboleta” e todos os os ingredientes no copo. Programe 7 min, temp 70ºC, vel 3.

Sirva quente ou frio em taças de vidro transparente.

Comentário – É um doce tradicional e muito gostoso. Não precisa nem dizer que foi facílimo de fazer, né?

Eis a opinião dos cordelistas juramentados:

Grande duelo: bimby x panela de barro. Tecnologia e tradição. (Edu)
Bimbão. (Mingão)
Sussa! Belíssimo. (Deo)

Bom é isso aí. Houve um vencedor? Claro que não. Sabendo usar cada um dos apetrechos, o resultado final será sempre satisfatório e prazeroso.  

Acabou a batalha
Do “muderno” com o antigo
Quem venceu, meu amigo?
E isso nunca falha
Olhando pro meu umbigo
Não importa a tralha
Que se usa na comida
O que importa realmente
É que vai tudo pro “estomigo”!

Vixe, acho que já sei qual será o meu próximo curso.
Hasta.

.

 

 

 

bimbando no dcpv

número 280
04/01/11

Bimbando no dcpv.

De tecnologia alemã, a Bimby reune num único aparelho todos os pequenos eletrodomésticos de cozinha: ela (?) pica, rala, bate, amassa, mói, tritura, emulsiona, pulveriza, pesa e cozinha de forma saudável sem saturação de gorduras, pois possui temperaturas controladas entre os 37 e 100ºC. Foi assim que se tornou conhecida como a “cozinha mais pequena do mundo“.

Foi com esse português (mais luso que brasileiro) que eu fui apresentado a minha Bimby.
Na verdade, eu nem imaginava que a tal Bimby seria o Thermomix, o aparelho mais indicado/desejado por uma grande parte de tudo o que é  grande chef (e não estou falando de índios).

E claro que quem patrocinou este arroubo, esta aparente maravilha foi a minha mecenas, a Dé (e justamente no meu aniversário).

Por que aparente? Porque eu ainda não sei usar da melhor maneira (falando sério, quase de maneira nenhuma), mas já estou agendando o curso que é um complemento do equipamento é numerado (como uma MontBlanc) e que te identifica como proprietário até o final dos teus dias! rsrs

Como o livro de receitas que faz parte do pacote também é muito bom, aproveitei pra fazer um menu simples com algumas delas e verificar uma das características da (o) tal Bimby: a de que foi feita também pra quem não sabe cozinhar (viu, Beth, Drix e sócio?).

Ou melhor, a de que se alguém não sabe utilizá-la, mesmo assim consegue bons resultados.
Veremos!

Bebidinhas –  Simples Portônicas. Com vinho do Porto branco e tawny.

Petiscos – Patês de Fumados e de Abacate.

Estes patês são simplesmente os ingredientes colocados no copo do Thermomix e misturados.
O de Fumados (não precisa nem dizer que as receitas também estão em português luso) é uma mistura de 225 g de arenque defumado, 150 g de cream cheese, 1 dente de alho, 1 colher de sopa de margarina, suco de 1/2 limão e pimenta.

Neste caso, são triturados na velocidade 6-8 até ficar homogêneo.
Já o de abacate leva 2 deles maduros, 50 g de cebola, 1 dente de alho, 1 tomate maduro, sal e tabasco triturados por 15 seg na velocidade 6.

Após limpar as paredes do copo, coloque a “borboleta” e programe 30 segundos na velocidade 4.

Pausa pra explicação:

Bimby-balança – é isto mesmo. O copo já é uma balança em que você zera no momento que quiser. Portanto, a máquina te permite  colocar os ingredientes um a um e com o peso correto.

Bimby-processador – o bicho (a bicha?) tem várias velocidades e as pás da hélice que cortam mais do que as facas Ginsu (lembram?)

Entradas – Souflé de Brocolis e Queijo e Creme de Abobrinhas.

O souflé é feito da seguinte maneira (e nuns 10 minutos): coloque 100 g de queijo gruyére no copo e rale por 20 seg na velocidade 9. Reserve.

Prepare um molho bechamel com 500 g de leite, 50 g de farinha e 50 g de margarina, programando a (o) Bimby por 6 minutos, temp 90ºC  e na velocidade 5.
Quando parar, adicione o queijo, 4 gemas, 100 g de brocolis cozido e 50 g de milho cozido. Tempere e triture durante 5 seg na velocidade 5.

A seguir incorpore 100 de brocolis e 50 g de milho cozido, misture e reserve.

Bata 4 claras com algumas gotas de limão e sal programando por 4 minutos, velocidade 3.

Quando terminar, misture delicadamente as claras com o bechamel e coloque a massa nas formas untadas.

Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por 20 minutos e aumente a temperatura pra 200ºC por mais vinte minutos. Sirva de imediato.

Para o creme, coloque 3 unidades de alho poró (só a a parte branca), 2 dentes de alho no copo e pique por 6 segundos na velocidade 5.

Adicione 50 g de azeite e retorne por 3 minutos, na velocidade 2 e temperatura 100ºC.
Junte 700 ml de caldo de legumes, 700 g de abobrinhas descascadas, sal, pimenta e cebolinha e programe por 20 minutos, temperatura 90ºC, velocidade 1.

Termine, batendo a sopa na velocidade 7 pra deixá-la aveludada.

Tudo absolutamente perfeito com o souflé bem macio (se bem que ele deu uma arriada federal! rs)

Tomamos um vinho que não nos fez bimbar: um tinto espanhol Pagos del Galir Mencia 2005 que foi “bonafonte, recebidos, mensurável, fu e mal …”.

Explicações bimbísticas –

Bimby-panela elétrica – toda vez que é indicada uma temperatura significa que o Thermomix vai cozinhar o que estiver lá dentro nas mesmas condições. O copo se transforma numa panela em que a temperatura interna é absolutamente uniforme.

Principal – Bacalhau à Bras e Arroz Malandrinho de Tomate e Pimentão.

Esta bacalhau é uma verdadeira moleza de se fazer (ainda mais numa (num) Bimby).
Coloque no copo 400 g de cebola, 2 dentes de alho e pique por 6 seg na velocidade 5. Retire e reserve.

Coloque 100 gr de azeite (repare que todos os ingredientes são pesados) e programe 3 min, temp Varoma e vel 1.
Incorpore a cebola e programe 12 min, temp Varoma e vel colher inversa.

Adicione 300 g de bacalhau desfiado e programe mais 3 min nas mesmas características.

Junte 200 de batata-palha e programe mais 3 min.

Coloque tudo numa frigideira aquecida. Bata 5 ovos e misture .

Adicione azeitonas e salsinha picadas.

Pronto! Um legítimo Bacalhau à Bras.

Quanto ao arroz é praticamente um risottão bem úmido e com uma tremenda cara de sopão.

Vou salvá-los deste tédio de velocidades, programações, etc e dizer que a receita inclui ainda pimentão vermelho (sem casca e sementes) e tomates além de água.

O conjunto da obra é um espetáculo já que a junção do seco do bacalhau com o úmido do arroz impressiona muito.

Já o vinho (parece que esta noite não foi tão perfeita enologicamente), nem tanto. Arriscamos num francês meia-boca (antes já tínhamos jogado fora um Blosson Hill do tempo do Zorro), o tinto Cotes du Rhone 2001 Guinchay que foi “retrô, cotes du rosé, curuca du Rhone, chinfrois” segundo os bimbadores, nós mesmos.

Explicação –
Bimby-vaporizador – uma das coisas mais legais do Thermomix é justamente um acessório que te permite cozinhar os ingredientes no vapor. E é neste momento que usamos a temperatura Varoma.

Bimby-batedeira – quando se usa o acessório borboleta, o Thermomix se tranforma numa batedeira perfeita (as claras firmes do souflé foram um belo exemplo).

Sobremesa – Leite creme tropical.

Eis aqui o melhor custo x benefício da noite.
Veja se não é? Coloque 800 g de leite de coco, 200 g de leite, 200 g de açúcar, 6 gemas de ovo e 60 g de farinha no copo da Bimby e programe 9 min, temp 90ºC e vel 3.

Dá tempo de tomar uma taça de vinho, falar mal do Timão (também, com estas contratações), ver um pouco de tv, voltar a tempo de retirar o leite creme e colocá-lo em forminhas bonitinhas (a Dé escolheu bem?).

Deixe esfriar, polvilhe açúcar e maçarique!

Ficou realmente uma delícia!

Este é pra fazer, tendo ou não uma (um?) Bimby.

Eis a opinião dos vel 10, temp 100ºC e 2 horas:

Foi uma bimbada enrolada. E gostosa. Não foi? (Edu)
Thermoplus! Adorei. (Mingão)
Apesar do Bacco ruim, excelente comida. (Déo)

Bom, é isso.

O meu Thermomix, a minha Bimby já está na cozinha (ao lado da Ferrari!). Agora só me resta fazer o curso (prometo marcar em breve) e  logo depois, cozinhar com a utilização correta desta maravilha da culinária.

Se bem que eu fiquei preocupado, pois não percebi entre os predicados dela (dele?) refrigerar, microondar, mpdezar e ao menos, ter uma tvzinha de led  com blueray acoplados. 🙂

Paciência!

.


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