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dcpv – dias V e VI – itália – costa amalfitana/roma – tudo icônico: bate e volta para ostia antica, segway noturno e pizza na da baffetto.

28/08/2019 (vivido em 8 e 9/06/2018)

Dias V e VI – Itália – Costa Amalfitana/RomaTudo icônico: bate e volta para Ostia Antica, Segway noturno e pizza na Da Baffetto.

Este (dia 9) seria o nosso primeiro dia completo em Roma.

Ontem foi praticamente perdido, visto que fomos conhecer a pequena Praiano, na Costa Amalfitana,…

… pegamos o carro e dirigimos um montão até chegar em Roma.

Fora o stress de entrar numa zona de tráfico limitado, …

… (não se estresse. Basta pedir pro pessoal do seu hotel emitir uma autorização que te isenta da multa) …

… foi bem legal dirigir por Roma …

… e seus cartões postais.

Chegamos quase a noitinha no Raphael.

Ele é muito bom, não somente por ser um R&C.

Os quartos são ótimos …

… e a vista também …

… além de ser ao lado da Piazza Navona.

Ou seja, localização imbatível.

Como estávamos cansados, jantamos por lá mesmo.

A proposta do restô é fazer uma cozinha saudável, com ingredientes de primeira …

… e praticamente veggie.

Não preciso nem dizer que a Dé adorou.

Começamos pedindo uma especialidade da casa, a pizza fina.

Logo após, a Dé chamou uma alcachofra com molho e “chickenitos” veggie.

Ela amou.

Eu fui tradicional e pedi um clássico carbonara.

Também muito bom, além da vista mais do que matadora …

… do restaurante que fica na cobertura.

Acordamos cedo no outro dia, …

… porque tínhamos uma excursão marcada pra conhecer Ostia Antica.

Pra quem não conhece, Ostia é quase uma Pompeia mais light.

Ou seja, é uma cidade com ruínas romanas excepcionais, …

… mas sem aquele clima dark que Pompeia tem (pelo menos, pra nós).

E o passeio guiado é até que inusitado, pois o ponto de encontro é na estação Ostia Antica,…

… que fica em Ostia Antica. Hahaha

Pegamos o trem, chegamos no horário e nada do guia.

Liguei para a Get Your Guide e fui informado que ele estava nos esperando na porta do parque.

Só os italianos mesmo! 🙂

Marcam num lugar e te esperam em outro.

No final,deu tudo certo e fizemos um tour exclusivo, …

… já que éramos só eu e a Dé no passeio.

E olha, Ostia Antica é mesmo especial.

Não existe lugar melhor pra você conhecer como eram as cidades antigas …

… e perceber como quase nada foi criado durante este tempo todo.

Os romanos inventaram muitas coisas, …

… até os botequins, …

… e nós só fizemos aperfeiçoar.

Segue o fotoblog deste lugar tão mágico.

Depois de quase três horas de tour, nos despedimos do nosso guia, o Rubens …

… e zarpamos de trem para Roma.

Pela proximidade da estação final, vale uma visita ao Eataly romano…

… que fica ao lado da estação.

Aproveitamos pra conhecer a enorme loja …

… e resolvemos almoçar por lá.

Por sinal, muito bem.

A Dé pediu um spaghetti Eataly …

… e eu, um orecchiette com molho de tomate.

Massas básicas, bem temperadas e al dente são especialidades da casa.

Ainda aproveitamos pra comer um canolo ao creme que estava demais.

Só nos restou pegar um táxi pro hotel, …

… dar uma descansada …

… e nos preparar pro passeio noturno pela cidade eterna.

Saímos um pouco mais cedo pra reconhecer a maravilhosa zona em volta …

.. e como não somos de ferro, …

… tomamos sorvetes especiais …

… e bebemos dois Aperóis Spritz pra aplacar o calor.

As 7:30 estávamos a postos na Segway Tours pra fazer o passeio.

Seríamos em seis pessoas …

… e o guia Leonardo, que arranha bem o português, nos deu varias ótimas informações.

O passeio é completo.

Iniciamos passando pelo Castelo Sant’Angelo …

… e com a luz favorecendo, as fotos resultaram belíssimas.

Passamos por tudo que é ponto histórico e belo da cidade.

Este passeio merece um belo fotoblog como a seguir.

Terminamos por volta das 23:00 hs …

… com tempo de agradecer por tudo que o Leonardo (é o guia, não é o da Vinci, não!) nos proporcionou…

… além da bem-vinda contribuição da natureza …

… e com a certeza que os passeios de Segway são sempre imperdíveis.

Ufa, se vocês pensam que acabou, …

… estão redondamente enganados.

Ainda deu tempo de matar as saudades da nossa pizza preferida de Roma, …

… a da Da Baffetto.

Graças a Deus não tinha fila, chegamos e fomos entrando.

Pedimos uma maravilhosa margarita grande …

… e meia garrafa dum Pinot Grigio.

Incrível como a pizza da Da Baffetto está cada vez melhor.

E já estamos bolando um plano pra levar duas delas pra casa.

Como da outra vez, dará certo. Mesmo porque, a pizza da Da Baffetto, viaja muito bem, né Re?

Arrivederci!

Acompanhe o que aconteceu nos outros dias desta magnífica viagem:
dia I – Itália – Caserta – Iniciando a Costiera Amalfitana com história!
dia II – Itália – Costiera Amalfitana – Maiori e Minori, tem nome mais bacana pra colocar em cidades? De quebra, Ravello e Positano.
dia III – Itália – Costiera Amalfitana – Tarantella do crioulo doido: templos gregos, mozzarella de búfala e vinhos.
Dia IV – A Costiera Amalfitana – Almocamos em Capri e jantamos em Positano. Sempre com a companhia dos Faraglioni. Plus, a Gruta Azul.

dcpv – dia IV – itália – costiera amalfitana – almoçamos em capri e jantamos em positano. sempre com a companhia dos faraglioni. plus? a gruta azul!

24/08/2019 (vivido maravilhosamente em 07/06/2018)

Dia IV – Itália – Costiera Amalfitana Almoçamos em Capri e jantamos em Positano. Sempre com a companhia dos Faraglioni. Plus? A Gruta Azul!

Hoje seria de, finalmente, conhecer Capri.

Acordamos e tomamos um magnífico café da manhã …

… com uma visão estonteante do mar …

… e de Positano.

A ideia seria ir até (torna) Sorrento …

… pegar um barco rápido …

… e chegar na fantástica ilha de Capri as 11:00 hs, …

… pra fazer um tour guiado com o pessoal da Nessea …

… que nos mostraria o que que essa ilha charmosa tem.

Tudo bem que tivemos um pequeno stress porque, pra variar, chegamos em cima da hora …

… e o estacionamento próximo da Marina não tinha vagas.

Sorte ou não, achamos um valet do lado do embarque …

… e chegamos em Capri no horário.

A nossa guia estava nos esperando e iniciamos o passeio.

Subimos de funicular (2€ o trecho) …

… e acabamos vendo um lado muito interessante desta famosa ilha.

É claro que conhecemos a Piazzetta (que é mesmo uma Piazzetta) …

… mas, saímos do trajeto “caótico” …

… e fomos conhecer o lado mais “raiz” da cidade.

Andamos por pequenos becos, …

… visitamos uma igreja muito “particolare” …

… ficamos sabendo o significado do nome do hotel mais querido dos trends brasilianos, …

… o Quisisana.

Ele era um hospital e o Quisisana é justamente o lugar onde se curavam as pessoas.

Qui-si-sana (aqui se cura). Hahaha

Descemos para o Giardini di Augusto …

… lindíssimo …

.. e onde se tem uma vista especial,…

… tanto do mar, …

… como dos dois morros marítimos, …

… os Faraglioni.

O jardim todo é encantador …

… e a quantidade de flores …

… e de frutos bacanas …

… é imensurável.

Ainda deu tempo de conhecermos o museu, mais conhecido como Certosa, …

… um antigo e interessante mosteiro …

… que se transformou em museu …

… em homenagem ao grande artista alemão, o Karl Diefenbach.

Ele era um homem além do seu tempo, visto que além de pintar obras muito interessantes …

… já era, naquela época, próxima de 1900 …

… um defensor de alimentação natural e de muitas outras coisas consideradas modernas demais para a época.

Terminamos o tour lamentando, …

… porque foi muito interessante …

… e fomos almoçar no Il Geranio, …

… um restô que fica bem em frente ao mar …

… e melhor, dos Faraglioni.

Não bastasse a paisagem ser belíssima, …

… a comida era proporcionalmente espetacular.

Iniciamos com um carpaccio de peixe fresquissimo.

Emendamos com um vinho branco da região …

… e a Dé pediu a especialidade da casa, o ravióli caprese.

Eu fui num molhado arroz de frutos do mar, mais conhecido como um lambe lambe caprinoso.

Ambos excelentes e muito italianos.

Ou seja, comemos muito bem e alimentamos todos os nossos sentidos.

Aproveitamos que o clima e o horário eram propícios …

… e descemos até o porto pra fazer o tão esperado passeio na Gruta Azul.

E foi incrível.

Compramos o tour na hora, saímos do Porto …

… e em meia hora, …

… chegamos na entrada da Gruta.

O negócio parece bagunçado, mas não é.

Quando menos se espera, …

… vc está num botezinho a remo …

… e pronto pra entrar na Gruta.

E o choque é imenso.

Ela é muito azul …

… e a sensação que se tem …

… é que alguém acendeu uma lâmpada azulada no seu fundo.

É realmente incrível e imperdível.

Ainda tivemos a sorte de que o nosso piloto do barco era um exímio cantor …

… e se a gruta azul já é linda e envolvente, …

… imagine com uma trilha sonora maravilhosa, tal como Torna Sorrento?

Vc fica muito pouco lá, mas é tão bonito que parece que o tempo parou.

Voltamos pra Marina e como tínhamos tempo (sempre ele) …

… pegamos o funicular novamente …

… e retornamos para a Piazzetta.

Estranhamos bastante porque a multidão praticamente tinha desaparecido.

Ou seja, Capri era praticamente só nossa.

Aproveitamos pra ver as lojinhas, …

… passeamos pelos parques, …

… comemos um sorvete delicioso no Bonocuore …

… e pronto.

Estava na hora de pegar o ferry de volta pra Sorrento.

Ainda deu tempo pra tomar um Aperol Spritz …

… antes de atravessar o mar.

Pra completar este belo dia, …

… fiz uma reserva pro jantar no restaurante La Tagliata, em Positano.

Ele fica bem fora do centro da cidade, mais precisamente na parte altíssima.

E é muito particular, …

… já que é uma casa da nona, …

… e se comporta como tal.

A vista é matadora …

… e o menu é fixo.

Entradas tradicionais, …

… bruschettas, mozzarella de búfala, …

… tudo foi servido igualmente pra todos os clientes.

Nem carta de vinhos eles tinham, se escolhia entre o branco e o tinto da casa (saca os copos).

Pra complementar, massas diversas …

… e carnes diretamente da parrilha.

O clima era tão descontraído que até um papagaio falante (e com palavrões em italiano) fazia a sua parte.

Resumindo, foi incrível e recomendamos fortemente quando da sua visita usando estiverem por essas belíssimas plagas.

Quando fomos perceber, já era quase 11:00 da noite.

Ah,esqueci de falar que os Faraglioni estavam firmes no horizonte da vista sensacional do La Tagliata.

Acho que vamos sonhar com eles.

Que belo sonho teremos,

Arrivederci.

Acompanhe o que aconteceu nos outros dias desta magnífica viagem:
dia I – Itália – Caserta – Iniciando a Costiera Amalfitana com história!
dia II – Itália – Costiera Amalfitana – Maiori e Minori, tem nome mais bacana pra colocar em cidades? De quebra, Ravello e Positano.
dia III – Itália – Costiera Amalfitana – Tarantella do crioulo doido: templos gregos, mozzarella de búfala e vinhos.

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dcpv – da cachaça pro vinho – eymard – una passegiatta pela itália

dcpv – Una Passegiatta pela Itália.

O Edu me havia pedido um post comparando duas pizzarias históricas: a Da Michele, em Nápoles e a Baffetto, em Roma. Tentei cumprir a promessa. Infelizmente, a Baffetto funciona somente a partir das 18 horas e descobri isso tarde demais!
Então, para compensar, escrevo um post com uma passegiata pela Itália.

(I) Um napolitano que torna a Sorrento.

A escolha por começar a viagem pela região da Campânia não foi aleatória. Queria que a primeira visita dos meus filhos para a Itália começasse pela terra dos meus avós. Tudo pronto, embarcamos para Milão e de lá, um vôo doméstico de 1:30 até Napoli. Vôo tranqüilo. Tudo incrivelmente no horário. Desembarcamos e pegamos o carro rumo ao hotel para uma noite “a Napoli”.

Sempre me lembro da expressão “a primeira impressão é a que fica”. Nesse caso, procuro investir nessa ideia. Escolha do hotel: Grand Hotel Vesuvio. Um clássico em frente ao Castel Dell’Ovo.

Solicitei por e-mail que gostaria de quartos de frente e com vista para o Castelo (nunca deixo de solicitar cortesia para quartos com vista; upgrade de qualidade de quarto, etc.. Nem sempre consigo, mas quando há disponibilidade, há grande chance de lhe concederem).
Ao chegarmos ao hotel, nos sentimos como Angelina Jolie no filme “O Turista” ao chegar em Veneza e se hospedar no Hotel Danieli.

Um sóbrio cavalheiro nos acompanhou até os quartos e fez questão de “abrir” as janelas da sacada, com um sorriso napolitano no canto nos lábios. O visual era incrível e valeu todos os esforços para chegar até ali. Ficamos um tempo contemplando aquela paisagem antes de experimentarmos um belo spaghetti.

Bem, uma retificação: no nosso caso o armário não tinha os “mimos” recebidos pela Jolie no Hotel Danieli. Também nós não éramos Angelina e não estávamos em um filme embora tudo ao nosso redor parecesse um set de filmagem.
Acordamos e o visual da nossa janela era esse. Nada mal, heim!

Passegiata pelo centro de Napoli para chegar até a pizzeria Da Michele. O centro histórico de Napoli é mesmo um filme de Fellini. Depois de passear pelas vielas, com as tradicionais roupas penduradas e ver as nonas conversando nas varandas, chegamos lá.

Duas opções de pizzas: a margherita (com muzzarela) e a pomodoro (sem muzzarela). Tamanho único. Para beber? Refrigente ou birra. O lugar lembra a copa ou a cozinha de casa.

Agora entendemos porque a Julia Roberts, em Comer Rezar Amar abandonou o garfo e a faca para comer a pizza com as mãos. O que faz a diferença dessa pizza é o molho. Eles produzem os tomates para a fabricação do molho, ali bem na região do Vesúvio. Ela não poderia ser mais simples, mais básica. Mas de tão boa chega a doer!
Nos despedimos da Da Michele com um até breve!

II -Torna a Sorrento.

Escolhida a cidade como base para a passegiata pela Costa, Sorrento, é uma cidade estratégica. Um pouco maior do que as demais da região, mas fácil para circular. O hotel Vesúvio é estrategicamente localizado na Piazza Tasso. E tem uma das mais belas vistas da baia de Napoli …

… e do Vesúvio.

Fomos jantar no Il Buco, indicação do maravilhoso guia “Itália: para comer e beber bem”, do Juscelino Piselli Pereira e do jornalista Gerardo Landulfo. O restaurante é uma beleza; comida e serviço impecáveis.

Nos sentamos do lado de fora, com direito a música napolitana (se bem que, depois da gorjeta, o sujeito desapareceu!!!).

O chef se propõe a apresentar a comida local, valorizando os ingredientes da região da Campânia e, mais do que isso, da região do Vesúvio. Para mim, o menu degustação. Uma variedade dos clássicos locais, todos a base de peixe ou frutos do mar.

Para a Lourdes, o menu OKm. Achamos a ideia desse menu muito legal. Todos, literalmente, todos os ingredientes eram locais, daí o Okm.

E, para os filhos, um Chateaubriand que veio numa panela e foi devidamente fatiado e servido.

III – Ravello com Domenico De Masi.

Ravello já abrigou de Wagner …

…a Domenico de Masi, passando por Forster, Gide, …

…Gore Vidal e tantos mais.

A cidade merece a classificação de voltar sempre e até ficar por um bom tempo. Marcamos almoço no terraço do Palazzo Sasso e que vista. O vinho? Um local Greco di Tufo.

IV – Capri com Gable e Loren.

Clark Gable chega à ilha e encontra Sophia Loren no filme “Começou em Nápoles – It started in Naples”. Não encontramos Clark, nem Sophia, mas a ilha estava lá, com poucas diferenças.

Você pode conhecer a ilha de diversas maneiras: alugando um barco; passeando com transporte público local; contratando um serviço de micro-onibus ou alugando um pitoresco taxi. Fomos de taxi com o Sr. Vincenzo.

Vincenzo nos apresentou a ilha, Capri e Anacapri e nos levou para almoçar no La Piazzetta. Peixe fresco e essa vista:

Descobrimos que a família que trabalha no restaurante é “vizinha de porta do Sr. Vincenzo” (eu estava certo de que o Sr. Vincenzo nos levaria na casa da cunhada – coisas de “napolitanos”). Um peixe fresco cozido com azeite, limão e pomodoro. O outro, um peixe grelhado. Tudo simples e de boa procedência. Precisa mais?

Sugiro uma visita ao Jardim de Augusto para ter certeza de que Deus existe!

E, no centro de Capri e Anacapri, lojas sofisticadas ao lado de pequenos comerciantes locais.

V – Roma para não romanos.

A ideia era ir na Baffetto para comparar com a pizza da Michelle. Os deuses napolitanos conspiraram e não conseguimos ir na pizzaria. No entanto, fomos na pizzeria Il Leoncino.

E deu para saber que de pizza os italianos entendem mesmo. Crocante. Com poucos ingredientes. Mas com um sabor incomparável. Se a Da Michelle encanta pelo molho; a da Il Leoncino encanta pela crocância da massa. Sugiro que peçam de entrada uma foccacia (que vem só a massa) e em separado, prosciutto, muzzarela de búfala, azeitonas verdes e pretas e pronto; você mesmo monta a sua pizza.

Sem a preciosa ajuda do conectado Marcello Brito nossa viagem não teria sido o sucesso que foi e em Roma, contratamos os serviços do Alessandro Barnaba (http://descubraroma.blogspot.com/) para um tour histórico. Recomendo.

Para terminar, é verdade, Sueli! Os Luz estão fazendo escola. Aprendemos com eles muitas coisas.
Uma delas foi brindar e tirar foto dos brindes. Mas ainda estamos engatinhando … no fraldário!

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