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dcpv – tag neuen – suíça – riveira de montreux – o museu do chaplin te deixa mudo! ah, lavaux tá novo!

21/08/2020 (vivido em 03/08/2019)

Tag Neuen – Suíça – Riviera de MontreuxO museu do Chaplin te deixa mudo! Ah, Lavaux tá novo!

Mais uma adaptada no roteiro original.

Deste jeito, ganharei um Oscar. Hahaha

É que com a realização da Fête des Vignerons, o trânsito no centro de Vevey ficou uma bagunça.

Como estávamos com o carro, inverti as visitas do dia e …

… iniciamos pelo Chaplin’s World.

Antes, tomamos o ótimo café da manhã no próprio hotel e …

… zarpamos pro museu.

Só a chegada já impressiona.

Estacionamento grande, …

… lojinha espetacular (como esperado), …

… compra de ingresso tranquila e …

… um filme de apresentação de 15 minutos sobre a obra do gênio …

… que te deixa verdadeiramente emocionado.

Parêntesis: Charlie Chaplin escolheu morar em Vevey …

… após ser expulso dos USA …

… acusado de ser comunista.

Retornando à visita, após o término do filminho …

… a tela do cinema abre e você …

… simplesmente se vê dentro de uma das obras primas dele.

Impossível não rir e se apaixonar.

Daí pra frente, a visita ao estúdio é um encantamento só.

A maioria dos cenários das grandes obras dele …

… estão reproduzidos perfeitamente e …

… melhor, tem sempre coisas interativas …

… pra que a sua participação seja a melhor possível.

Além do que, toda a iluminação foi projetada …

… pra se tirar grandes fotos.

O inevitável obrigatório e cinematográfico fotoblog vem a seguir.

Terminando esta parte do tour, …

… você ainda dá um passeio …

… pelo enorme jardim da casa …

… onde sente a tranquilidade que o Chaplin gostava de ter …

… além de admirar belíssimas árvores centenárias.

Pra finalizar este momento de puro prazer, …

… existe um trajeto pra se conhecer internamente …

… a casa (mansão?) que ele viveu com a sua esposa, Oona e …

… seus cinco filhos.

Tem muita memorabilia …

… autêntica lá …

… e você percebe que tudo foi …

… muito bem documentado.

Inclusive, mostra a sua amizade com …

… o outro gênio, o Einstein e …

… a sua proximidade com grandes estrelas da sua época.

É claro que passamos na cozinha e na lojinha, …

… nos abastecemos de várias lembranças …

… deste magnífico passeio.

Também é claro que compramos muitas coisas sobre forte emoção (hahaha), …

… mas certamente saímos de lá com a alma elevada.

Não falei que o dia estava absolutamente maravilhoso, né?

Mas estava.

Muito sol e …

… a possibilidade de se ter belíssimas vistas do lago Genebra.

Com esse clima, aproveitamos pra conhecer as plantações de uvas …

… da região de Lavaux …

… que foram tombadas pela Unesco em 2003.

E elas tem uma particularidade.

As uvas são plantadas em terreno exíguos, …

… em degraus …

… com muros de pedras apoiando o terreno.

Inclusive existe uma teoria de que as uvas produzidas nesta região são especiais …

… porque são banhadas por três tipos de sóis:

1 – o sol convencional, mais conhecido como astro-rei.

2 – o calor referente ao reflexo do sol nas águas do lago.

3 – o aquecimento que o calor acumulado nos muros de pedra exerce sobra as videiras. Curioso, né?

Bom passeamos por vários points famosos …

… tais como Saint Saphorim e …

… a loja Vinorama, …

… onde fizemos uma degustação …

… de vários vinhos brancos …

… feitos com a uva típica daqui, a Chasselais.

Continuamos passando em Epesses e Cully.

Note que todos dizem que é uma região pra se caminhar, …

… mas o sol estava tão abrasador …

… que resolvemos utilizar o ar condicionado …

… da nossa máquina o máximo de tempo possível. 🙂

Sem contar que o carro leva pra diversos lugares bacanas …

… onde se pode ter vistas incríveis da região.

Ainda tínhamos marcado uma degustação na vinícola Domaine du Daley.

Imaginamos alguma coisa mais informal e até que era.

Mas a estrutura do lugar é incrível.

Como tinha feito a reserva pra degustação (é necessário fazê-la) …

… chegamos lá e o Cyril Severin, um dos donos estava nos esperando …

… no restô deles …

… que, simplesmente, tem uma das vistas mais bacanas de Lavaux.

Imagine você sentado numa mesa, …

… com uma sombrinha perfeita e …

… tomando vinhos muito bons, …

… além de comer queijos e frios pra lá de especiais?

Pois foi exatamente o que aconteceu.

Experimentamos 4 vinhos cada, …

… o suficiente pra escolhermos o que levaríamos pra Nova Toscana.

E ficamos conversando o máximo possível …

… pra alongar o tempo desta verdadeira meditação prazerosa.

Com muito pesar, pedimos a conta e …

… aproveitamos pra fechar o dia com chave de ouro, …

… indo conhecer o badalado Museu da Alimentação.

Alimentarium fica em Vevey, …

… não tão afastado da muvuca da Fête des Vignerons.

E foi o que imaginamos!

Após dar umas voltas, conseguimos estacionar lá perto, caminhamos um pouco e …

… percebemos que uma parte da festa ficava na sua frente.

Antes de entrarmos, tiramos as famosas fotos da estátua do Chaplin …

… e do fotogênico garfo espetado no Lago Genebra, …

… conhecido também como Léman.

Quanto ao museu, a entrada é auspiciosa.

Uma horta bacana …

… fica na sua frente …

… com muitas ervas, …

… legumes …

… flores …

… verduras e …

… tomates …

… sendo cultivados.

Trocamos os nossos ingressos e …

… finalmente adentramos.

Confesso que esperava muito mais…

… de um espaço dedicado à alimentação (vejam só a premonição) e …

… todo o seu processo.

Achamos tudo meio sem graça e …

… aparentemente, ele é feito para que as crianças …

… entendam sobre a importância dos alimentos e …

… sua relação com o nosso corpo.

Como se os adultos soubessem! Hahaha

Levemente decepcionados, retornamos para o hotel.

Estávamos pensando sobre o jantar.

Decidimos que um dia maravilhoso como esse …

… com a visita ao Chaplin e …

… a Lavaux não poderia terminar deste jeito.

Aí fizemos um passeio muito legal.

Pegamos o funicular, …

… descemos na segunda estação, …

… a Chardonne e …

… fomos andar pela cidade homônima.

Foi encantador.

A cidadezinha estava quase vazia, …

… mas conseguimos ver como as pessoas vivem lá e …

… como o local é cativante.

Por ser uma região vinícola, …

… pudemos ter contato com as videiras …

… e vermos qual o estado de crescimento que estão as frutas.

Foi muito bem mesmo e …

… finalizou com chave de ouro um dia …

… que merecia mesmo terminar deste jeito.

Quanto ao jantar, optamos por comer no restaurante mais descontraído do hotel.

E com um por do sol maravilhoso nos acompanhando.

Frise-se que o poente é perto das 21:30, …

… o que torna o dia bem longo e muito aproveitável.

Pedimos uma Caprese desconstruída muito bonita e saborosa como entrada pra dividirmos.

Como principais, aproveitamos uma sugestão do chef.

Ingredientes fritos numa pedra quente que vem até a sua mesa.

A Dé escolheu Camarões …

… e eu Costeletas de Vitela.

Ambos excelentes e acompanhados por taças do mesmo Chasselais, que vimos hoje a tarde.

Como diria o grande Chaplin, “quem olha só pra baixo, nunca irá ver um arco íris”.

É isso aí!

Veja os outros dias desta estupenda viagem:
Tag ein – Suíça/Liechtenstein – Zurich/Vaduz – Museu de árvore? Adega do Príncipe?
Tag zwei – Liechtenstein/Alemanha/Suíça – Visitando 3 países num dia só e de carro.
Tag drei – Suíça – Zurich/Basel – City tour guiado e museu Vitra Design combinam? Sim e muito.
Tag vier – Suíca – Zurich – Furka Passs and my name is Luz, Eduluz e com licença pra jantarmos com a Pink.
Tag fünf – Suíça – Zurich – Lucerna e Pink: duas superstars.
Tag sechs – Suíça – Zurich/Andermatt – Bondinhos de todos os tipos: circulares, telefericos, regulares e até conversíveis.
Tag sieben – Suíça – Andermatt/Vevey – O dia de babar em cima de Lauterbrunnen. Ou quase.
Tag acht – Suíça – Riviera de Montreux – Nada como comer um queijo gruyere na-cidade onde foi feito. Você sabe o que é a Fête des Vignerons?

.

 

 

 

dcpv – mais uma dobradinha: santinho e carlitos. grandes diminutivos.

23/10/08
que belezinha

Mais uma dobradinha: Santinho e Carlitos. Grandes diminutivos.

Ao reunir raro material diretamente do acervo da família, esta exposição de Charles Chaplin conduz o espectador ao fascinante universo criativo do ator, cineasta – e bailarino -, como certa vez havia comentado Nijinsky sobre Carlitos. Por meio de filmes, projeções, fotografias, cartazes, manuscritos, o curador Sam Stourdzé coloca uma lente sobre a vida e a produção deste criador de imagens que iluminaram a cena da sociedade moderna e se mantêm atemporais ao denunciarem questões latentes na humanidade“.

Pois é: fizemos mais uma dobradinha. E desta vez foi no Instituto Tomie Ohtake.
Aproveitaríamos pra fazer o verdadeiro e inédito dois em um. Conheceríamos o novo restaurante do Instituto, o Santinho que é uma filial do Capim Santo e comandado brilhantemente pela chef Morena Leite.

De quebra, veríamos uma exposição muito interessante sobre o Charles Spencer Chaplin, o Carlitos. São fotos, filmes e memorabílias, a maioria inéditos e que levam a nossa imaginação e memória a Tempos Modernos, ops, antigos.

Chegamos e fomos direto pro Santinho. Não quis ser um Grande Ditador, mas como ainda tinham mesas vagas, aproveitamos pro almoçar.

Pausa pra explicar o ambiente do restaurante e que acompanha o do próprio Instituto: …

… é muito moderno, contemporâneo, …

… elegante e esportivo ao mesmo tempo, além de ter aquela aura cultural (frequentadores inclusos) que certamente melhoram a qualidade da comida.

Ele funciona no formato de buffet. Mas como? Achamos bom um buffet?

Sim, achamos pois a Morena conseguiu equilibrar e qualificar a comida toda. São estações que, na maioria das vezes, mantém o sabor e a temperatura exata dos pratos.

Iniciamos a Busca do Ouro pelas saladas.
Antes, pedimos os sucos (é, estou muito bem comportado). De Capim Santo pra Dé, de Luz (ô corporativismo), bem que podia ser de Luzes da Ribalta  pra Re e de Melancia com Gengibre pra mim. Com direito a brinde sustentável e tudo o mais !

Quanto as saladas e guarnições, a variedade é imensa: cogumelos salteados, frango empanado com gergelim, chips de batata doce, guacamole, …

… brotos de feijão, lulas ultra-temperadas, mussarelas de búfala e mais um montão de coisas.

Voltamos pra escolher os principais. A estação de grãos é muito boa (arroz de tudo o que é tipo), a de carnes também e tem até uma de massas feitas na hora, que passamos devido a quantidade de coisas que tínhamos escolhido.

Eu, inclusive, montei uma feijoda estillizada bem bacana com feijão preto, arroz com ervas, carne seca com abóbora, farofa e brocolis no vapor.

Mais um interregno e partimos pro sacrifício; sobremesas. Escolhemos brigadeiro de pistache, doce de coco (quase um quebra-queixo. Alguém lembra?) e queijo de Minas.

Conta paga. fomos diretamente ver o Carlitos, o Garoto,  já que a exposição é no térreo e ao lado do Santinho.

Ela é toda visual (como deveria ser alguma coisa baseada no cinema-mudo). É proibido tirar fotos, mas com jeitinho, conseguimos algumas.

Uma coisa é certa: o divertimento é total, pois existem muitos áudio-visuais com trechos dos filmes do Charles Chaplin.

Além de informações de ciclo total do personagem: nascimento, crescimento e morte, quando da chegada do cinema sonoro.

Enfim, é imperdível. A exposição vai até 27/11/2011 e aproveite pra ver as outras que estão sendo exibidas no mesmo local (é tudo grátis, com a óbvia exceção do Santinho), …

… agregando a provável visita às excelentes lojinhas.

Eu sei que muita gente diz que o prédio do Instituto é uma trapizomba, mas nós gostamos. Especialmente das cores, ..

… das curvas …

… e do contraste com o cinzento da praia.

Aproveite, pegue a família e vá se iluminar mais uma vez com o Carlitos. Nós nos transformamos em verdadeiras Luzes na Cidade.

The end.

.


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