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dcpv – dia shi – japão – tóquio – shibuya e meijin jigu, multidões japonesas.

29/06/2019 (vivido em 07/04/2018)

Dia shi – Japão – Tóquio – Shibuya e Meijin Jigu, multidões japonesas.

Dia de passear por lugares populares na capital nipônica.

Acordamos um pouquinho mais tarde, fomos tomar o ótimo café da manhã do hotel …

… e encontramos a Toshico, a nossa guia no lobby.

A ideia seria darmos um pulo em lugares famosos que ainda não conhecemos em Tóquio.

Pegamos o metrô (apesar da língua, a sua utilização é muito simples e fácil) …

… e fomos direto pra Omotesando.

É lá que fica o templo xintoísta Meiji Jingu.

Ele foi construído por mais de 100000 voluntários em 1920, …

… em honra ao imperador Meiji.

O lugar é adorado pelos japoneses …

… e no Ano Novo, mais de 2 milhões de pessoas vão lá pra receber as suas bênçãos.

Ou seja, o crowd é dos grandes.

E hoje não foi diferente.

Mas uma coisa é verdadeira.

A paz de espírito que você tem ao cruzar os Toris …

… e respirar aquele ar puro …

… da floresta artificial que lá existe …

… (mais de 40000 árvores foram plantadas pela população há 100 anos) …

… é inenarrável.

Tudo te deixa num estado que é praticamente meditativo.

Só nos restou agradecer e continuar o passeio.

Conhecemos toda a região.

Harajuku, …

… com as multidões …

… consumindo …

… e fazendo qualquer coisa …

… pra se destacar no meio de toda esta gente.

Depois, passamos pela Omotesando Str …

… com suas lojas de grife …

… e com uma disputa diferente.

Uma boa parte delas contratou arquitetos famosos …

… pra fazerem projetos bacanas …

… e que se destacassem.

Ou seja, o resultado visual é incrível …

… e muito interessante.

E mesmo assim, ainda sobra bastante espaço …

… pra lojas tradicionais de produtos típicos japoneses …

… assim como, aquelas com tranqueiras …

… que você a princípio, acha que não vai se interessar …

… e de repente, encontra um monte de coisas “indispensáveis” pra sua vida. 😊

É verdadeiramente muito engraçado.

O nosso tour terminou em Shibuya.

Sim, aquele famoso cruzamento em que milhões de pessoas …

… cruzam as faixas de pedestres …

… ao mesmo tempo …

… e que também te deixa maravilhado …

… com a educação dos japoneses.

Sensacional!

A Toshico nos deixou e aproveitamos pra explorar um pouco mais a região.

Encontramos uma loja de deptos, bem legal, a Loft …

… e como estávamos bem cansados, optamos por voltar ao hotel.

E de metrô.

Foi muito divertido e prático.

Em meia hora, estávamos comprando coisas na loja gourmet do Mandarin, …

… almoçando …

… e saindo pra explorar a região, …

… especialmente, a loja Coredo, …

… composta de três prédios com muitos restaurantes …

… e algumas lojas muito interessantes.

Voltamos mais uma vez pro hotel, pois tínhamos que arrumar as malas, …

… já que amanhã, iremos pra Kanazawa de trem.

Pra facilitar também, já que sairemos cedo, optamos por jantar no restaurante “itariano” do Mandarin. Curiosamente ele se chama K’shiki.

E, mais uma vez, fizemos uma refeição com um visual incrível. Como entradas, a Dé foi de burrata …

… e eu de lula (ops).

Já como principais, a Dé escolheu um ravióli ao plin …

… e io, um spaghetti ao vôngole.

Dá pra perceber como os vôngoles nipônicos são grandes, né?

E, mais uma vez, notamos a educação e a simpatia dos japoneses.

Será que um dia seremos/teremos alguma coisa parecida no Brasil?

Otsukaresama deshita!

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
dia Ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.
dia San – Japão – Tóquio – Hakone e o Inhotim nipônico.

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dcpv -a alta sociedade no el celler de can roca, the best!

22/09/2018

A alta sociedade no El Celler de Can Roca, the best!

Os nossos sócios, a Lourdes e o Eymard, verdadeiros cidadãos espanhóis, estavam mais uma vez por Barcelona e resolveram dar uma voltinha na bela Girona.

É lá que fica o melhor restaurante do mundo, o El Celler  de Can Roca.

Opa, não foi fácil fazer a reserva.

O Eymard tentou um tempão através do site deles e conseguiu!

Inclusive seria pra irmos juntos, mas surgiram problemas com a nossa ocupada agenda (niver da Re e casório do Guigo). 🙂

De qualquer forma a experiência deles foi incrível!

É claro que neste caso você tem que ir preparado pra experimentar o máximo.

Mesmo porque não é todo dia que se come num lugar assim.

Vou deixar as imagens e algumas descrições (que nem sempre correspondem a foto) pra que tenham uma ideia de como é comer no the best!

Sim, eu sei que estes rankings são estranhos, mas quando acabarem de ver as fotos, me digam se concordam ou não com este primeiro lugar?

O menu escolhido foi o Festival.

Foram oficialmente 15 belos pratos (na verdade, bem mais com todos os agrados dos chefs).

Como diria o Eymard, “incontornável”!

“Ensalada roja: vinagreta de cereza, sandia caramelizada, gel de sisho rojo, cebolla morada, apio y cilantro”

“Tiempo de calabacin: la flor, el tronco y su salsa”.

“Cigala con artemisa, aceite de vainilla y mantequilla tostada”.

“Dorada dorada con leche de arroz y sake, tofu almendra tierna y lichi encurtido”.

“Sepia a la brutesca con salsa de rostido de conejo”.

“Pescado de mercado al vapor relleno de algas y anemonas con un suquet ligero”.

“Blanqueta de cochinillo con col fermentada y pilota”.

“Magret de pato curado y ahumado a la naranja”.

“Civet de pichón con su parfait”.

“Mel i mató: dulce de miel, jalea de albaricoque, helado de mató, crema de mató, caramelo de miel”.

Ainda encontraram com o “louquinho” do Jordi, o rei dos “postres”, aquele do Chef’s Table, no corredor. O Joan e o Josep também estavam lá!

Em suma, imperdível!

Na próxima, certamente iremos!

Hasta!

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dcpv – traveller flavours by Teresa Perez.

número 424
07/07/2015

Traveller flavours by Teresa Perez.

Pra quem não conhece, D Teresa Perez é proprietária da agência de turismo homônima, que vende tours, uns mais bacanas do que os outros.

Tivemos o prazer de fazer uma viagem ao Peru com a sua presença e o que podemos dizer é que ela é uma pessoa muito agradável e simpaticíssima.

Pois ela acabou de lançar um livro que trata obviamente de grandes viagens e melhor, com o upgrade de incluir receitas bacanas e muito divertidas de cada um destes lugares.

Daí a fazer um menu com elas foi um pulo, ou melhor, um city tour.

Vamos lá, então, as receitas do Traveller Flavours by Teresa Perez.

Entrada – Gaspacho de cerejas com neve de queijo fresco.

Antes de mais nada, fiquei bastante surpreso com esta receita pois ela é feita totalmente no Thermomix. E graças a Dé, eu tenho um na minha cozinha.

É claro que a sua origem é espanhola (é uma receita da chef Dani Garcia). Comece fazendo o Gaspacho.

Coloque no copo do Thermomix, 8 tomates maduros, 1/2 cebola, 1/2 pimentão verde, 1 pedaço de pão do dia anterior, 1/4 de dente de alho, 1 fio de vinagre de Jerez, 200g de polpa de cereja e sal a gosto.

Triture por 2 minutos, em velocidade progressiva de 5 a 10. Acrescente um fio de azeite e programe 15 segundos, em velocidade 15.

Retire do copo e deixe descansar na geladeira.

Para a neve de queijo fresco, ponha 100g de leite no copo do Bimby (este é o nome do Thermomix em português lusitano) e programe por 2 minutos, 100°C e velocidade 1.

Acrescente 250g de queijo fresco e 30g de glucose líquida (mais conhecida como Mel Karo) e triture por 1 minuto, velocidade progressiva de 5 a 10. Quando o creme de queijo estiver bem gelado, deixe descansar no congelador.

Para servir, coloque o gaspacho no prato, sobre ele o creme de queijo …

… e decore com filés de anchova e pistaches.

Aproveitamos o calor e tomamos um bom vinho branco, o Chardonnay Cefiro, que achamos “olé, margoso, bogart, chichichilelele“.

Principal – Murg Ka Soola.

Esta é claramente indiana, do chef Sameer Shah, do Taj Rambagh Palace, Palace, hotel que fica em Jaipur.

E são utilizadas coxas de frango desossadas e cortadas em dois pedaços.

Inicie aquecendo óleo numa panela e salteando 100g de cebola cortada bem fina em fogo baixo até que fique dourada. Retire e deixe esfriar.

Depois, num processador, triture até virar um pasta.

Para marinar, use 200g de coalhada seca, 2 colheres de sopa de pasta de gengibre, 1 colher de sopa de pasta de alho, 1 colher de chá de pimenta vermelha seca, suco de dois limões, 1/2 colher de chá de garam masala, a pasta de cebola dourada e sal a gosto.

Marine o frango com essa pasta e deixe ao menos 6 horas na geladeira.

Após esse tempo, cozinhe o frango no forno preaquecido a 180°C por 25 minutos.

Sirva quente, salpicado com coentro, chaat masala e suco de limão.

Aproveitei e fiz um arroz basmati, porque senão haja frango pra alimentar todos os que estão aqui. 🙂

Tomamos um vinho tinto, o espanhol Monastrell 2011, que foi “mozinho, curlyjoe, momô, manolão“.

Sobremesa – Bolo de cenoura do The Connaught.

Esta receita é do chef Romuald Feger, do restaurante Espelette que fica no famoso hotel The Connaught de Londres. E é um daqueles bolos com cara de veggie (pra variar, foi a Dé que fez).

Numa tigela grande, misture todos os ingredientes secos (250g de farinha de trigo, 25g de fermento em pó, 1 e 1/2 colher de chá de canela, 1 colher de chá de noz moscada e 125g de coco ralado seco). Em outra tigela grande, bata numa batedeira 250g de açúcar mascavo e 5 ovos até que o volume dobre.

Lentamente ponha 185ml de óleo vegetal, batendo o tempo todo. Acrescente os ingredientes secos de uma só vez e mexa lentamente com uma espátula.
Misture lentamente 500g de cenoura ralada e nozes e passas picadas (a gosto).

Despeje numa forma de bolo bem untada.

Ponha no forno a 170°C por uns 40 minutos (teste se está bom com um palito).

Ficou muito bom mesmo.

Eis o que os viajantes acharam de tudo:
Comida de primeira classe. Assim como as viagens da D Teresa. (Edu).
Maravilha D Teresa! Che comida! (Mingão)
Teresíssima! Espetaquilar! (Deo)

Bom, é isso. Se você gosta de viajar e de comer bem, este livro, o Traveller Flavours, sabores que alegram a vida, da D Teresa Perez é imprescindível.

Ele certamente alegrará a sua vida (e o seu estômago).

Bye.

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dcpv – desta campanha nós gostamos

número 409
27/01/2015

Desta Campanha nós gostamos.

“Uma Itália quente, festiva, colorida e agraciada pela natureza. O interior de vales e montanhas contrasta com a linda Costa Amalfitana e com a ilha de Capri.

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Em Nápoles, capital da Campanha com vista para o Vesúvio, nasceram dois dos principais símbolos da cozinha italiana: a pizza e o espaguete à Puttanesca”.

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É assim a apresentação do livro da coleção Cozinhas da Itália referente a região da Campanha.

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Mais uma vez (já nem sei contar quantas) apelei pra estas receitas simples e saborosas da gastronomia italiana.

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Vamos então, ver o que que a Itália tem.

Entrada – Insalata Caprese e Mozzarella in carrozza.

Bom, a Caprese eu nem preciso explicar, tamanha a facilidade que a encontramos nas cantinas italianas de SP.

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Segue o minifotoblog:

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Já a Muçarela (é estranho escrever com cedilha) “na carruagem” é quase que um minisanduba. E é delicioso.

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Pra fazê-los, basta cortar fatias de pão de forma em discos de 8 cm.

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Cubra metade deles com muçarela de búfala ralada e salpique sal.

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Feche com os discos restantes e empane com farinha e ovos batidos.

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Frite em óleo bem quente, dourando os dois lados. Sirva quente.

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No nosso caso, o azeite da Caprese deixou a Mozzarella mais gostosa ainda.

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Acompanhamos estas entradas com um vinho espanhol, o Garnacha Punto y Coma 2009 que foi “basta, punto final, manquinho, como y punto“.

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Principal – Spaghetti alla Puttanesca.

Esta receita também é manjada por aqui, mas não menos saborosa.

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Pra prepará-la, refogue um dente de alho picado e uma pimenta dedo-de-moça também picada em azeite.

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Junte 100g de filés de anchova e desfaça-os com um garfo.

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Adicione duas latas de tomate italiano (de preferência San Marzano), 100g de azeitonas pretas, 100g de alcaparras.

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Misture bem e deixe apurar, em fogo baixo, por cerca de 20 minutos.

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Enquanto isso, cozinhe a massa conforme as especificações.

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Sirva com o molho devidamente agregado.

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Olha, ficou espetacular.

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Harmonizamos, por incrível que pareça, com um vinho da Georgia (ideia do Mingão), o Saperavi Teliani Valley 2011 que não se sobrepôs ao espaguete e foi “sopa de letrinhas, pereira, gomide, sandresco”.

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Sobremesa – Tarallucci di liquore.

Estes biscoitinhos foram feitos pela Dé.

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Misture 2 ovos com 2 colheres de sobremesa de açúcar e 1 cálice de licor de laranja (Grand Manier) e acrescente essência de baunilha e canela a gosto.

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Vá juntando cerca de 300g de farinha de trigo aos poucos, enquanto amassa, até ficar consistente, como uma massa de pão.

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Divida esta massa em 30 porções, modele os rolinhos e una as pontas pra formar anéis.

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Frite-os submersos em abundante óleo quente e deixe-os escorrer em papel absorvente.

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Ficaram um pouco sem graça e o jeito foi colocar açúcar e canela, além de principalmente serví-los com uma boa dose do anisete da D Anina, minha mamãe.

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Eis o que os adoradores de Campanha (não política!!) acharam:
Que bela campanha. Viva a Itália! (Edu)
A melhor campanha do ano, Clio Awards (Mingão)
Ora dirias comer delícias! Foi isso! (Deo)

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Me diz se um lugar que prima por ter anchova, avelã, castanha, cogumelo, espaguete, figo, flor di latte, limão, muçarela de búfala, nhoque, presunto, tomate, ricota, vôngole como ingredientes representativos não tem tudo pra formar menus inesquecíveis?

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Pois foi o que a região italiana de Campanha nos deixou.

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E melhor, ficou também a extrema vontade de conhecer esta região toda e provar estas delícias in loco. Huuuuuuuuummmmm!

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Arrivederci.

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dcpv – dia ouit – champagne – visitando mais um ícone, a ruinart.

16/10/14

Dia ouit – ChampagneVisitando mais um ícone, a Ruinart.

Mais um dia broncolhão.

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Não nos apertamos e fomos passear.

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O café da manhã do hotel, pra variar, é muito bom.

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Aproveitamos dele e resolvemos ir conhecer as cidades bacanas que fazem parte da rota turística da Champanhe.

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Começamos passando em Ay, uma cidade bem pequena, …

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… mas charmosa …

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… e um grande centro de produção de grandes champanhes.

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Só aqui são 3,7 km2 de vinhedos classificados como Grand Crus.

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Dá pra imaginar o quanto em dinheiro existe acumulado nas suas caves?

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Passamos também em Avenay-Val-d’Or, esta minúscula e também muito charmosa.

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Atravessamos a região da grande Montagne de Reims.

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Além de ser uma mata espetacular …

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… é ali que estão plantadas as melhores videiras usadas pra produção do Champagne.

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Sem contar que as cores do outono na vegetação …

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… transformam estes passeios em verdadeiros devaneios.

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No caminho, cruzamos com Germaine, …

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Ludes

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… e terminamos o tour em Verzenay, …

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… com os seus curiosos moinho …

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… e farol (???) incrustados no meio de videiras de pedigrée.

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Seguimos direto pra região de Les Creyeres em Reims, pois tínhamos um tour agendado (faça uma reserva pela Internet) na lendária produtora Ruinart.

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Chegamos e notamos a imponência do lugar.

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Toda a sede é muito chique …

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… o que aumentou e muito a nossa curiosidade.

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Éramos em 10 pessoas (8 americanos e 2 brazucas, nós mesmos).

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Começamos com a história do champanhe e de Dom Ruinart.

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Logo depois, entramos na cave propriamente dita.

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Pra variar, é de ficar impressionado.

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São 8 km lineares de cavernas de gesso em dois níveis, sendo um a 24 m de profundidade …

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… e outro a 42 metros da superfície.

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Tudo isso com temperatura e umidade perfeitas pra fabricação e maturação deste néctar.

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Ficamos sabendo dum montão de curiosidades sobre este processo …

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… e finalizamos o tour fazendo uma tremenda degustação.

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São dois Champanhes Ruinart (um branco e um rosé) …

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… e dois Dom Ruinart no mesmo formato.

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Olha, este é mais um passeio imperdível e que você tem que fazer quando estiver em Reims.

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Tudo é impressionante, especialmente estas paredes que tem quase 9000 garrafas cada uma!

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Volto a pensar em quanto dinheiro está acumulado nestas caves?

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Saímos de lá e voltamos pro hotel.

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No caminho, paramos numa loja de vinhos pra comprar algumas garrafas de Champagne.

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Aproveitamos pra conhecer produtores que nem chegam ao Brasil e que são excelentes.

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Faremos este esforço (tomar as garrafas) pra explicar pra vocês se eles são realmente bons ou não?  (Nota da redação – já tomamos todos e eles são demais).

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Estávamos morrendo de fome (não sei se perceberam, mas nós não almoçamos).

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O negócio foi aguardar pelo jantar que seria no restaurante Le Theatre, em Epernay.

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Não precisa nem dizer que ele fica justamente ao lado do teatro municipal.

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O ambiente é bem teatral mesmo.

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E como estávamos com fome, pedimos a comida rapidamente.

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A Dé escolheu um peixe, o Filet de Turbot aux pousses d’epinards et pequillos.

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Eu fui em double cote de porc aux petit légumes.

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Ambos muito saborosos e perfeitos (como quase tudo aqui na França).

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Tomamos 1/2 garrafa dum champagne local, o H Goutorbe …

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… e duas taças de vinho, um branco pra Dé e um tinto local pra mim, que mostrou que as uvas daqui foram produzidas pra vinificar somente champagne. 🙂

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Enfim, o jantar foi muito bom e nos mostrou que comer acima da média aqui na França é uma moleza.

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Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.
Dia two – Dublin – Bebedeira à vista: Guinness e Jameson.
Dia three – Passeio gastronômico em Dublin.
Dia four – Dublin – City tour free. É legal?
Dia set – Champagne – Dia de Veuve Cliquot. Ou melhor, de viuvinha.

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dcpv – comida inWOKada

número 385
06/05/2014

Comida InWOKada.

“A Wok é um dos utensílios mais versáteis: é rápida de usar, fácil de cuidar e perfeita para cozinhar tudo, desde carne, peixe, legumes, até massas e frutas.”

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Com esta introdução do (antigo) livro Wok e Fritadas (editora Manole) e uma vontade danada de comer comida (sic) asiática, só me restou escolher as receitas e fazer um menu totalmente inWOKado.

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E aproveitei, inclusive, pra fazer atum, um peixe um tanto quanto difícil de ser encontrado por estas bandas (tudo bem que este é do sex shop).

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Vamos lá, então, saber se eu tenho WOKação ou não para cozinheiro! 🙂

Entrada – Salada quente de camarão

Pra iniciar, arrume uma salada de folhas em um lado dos pratos e …

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… ponha as fatias de manga em forma de leque do outro. Reserve.

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Aqueça um pouco de azeite na Wok e adicione vagens e cebolinhas até aquelas estarem com cor viva e estas começarem a amolecer. Retire e reserve.

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Adicione um pouco de manteiga e junte 500g de camarões limpos e cozidos. Frite por 1 ou 2 minutos até aquecer bem, não cozinhe demais. Retire.

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Despeje uma colher de licor de aniz (da D. Anina, se possível) e mexa. Cozinhe por um minuto, depois junte ¼ de xícara de creme de leite fresco e deixe ferver.

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Tempere com noz moscada, sal e pimenta. Junte 2 colheres de sopa de endro fresco picado, os camarões, as vagens e as cebolinhas, mexendo.

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Imediatamente, ponha a mistura às colheradas sobre a salada de folhas e guarneça com folhas de endro. Ficou verdadeiramente deliciosa.

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Tomamos um razoável rosé (ou seria laranjée?) vinho brasileiro D’Ádivas Lidio Carraro 2010 que foi “duvidoso, aperol, divergente, dá?divas”.

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Principal – Pedaços dourados de atum e Batata sautée.

As batatas são muito boas. Para fazê-las basta cortar em rodelas, 700g de batatas cozidas e sem casca e reservar.

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Enquanto isso, aqueça a Wok e frite toucinho em cubos em azeite e manteiga até ficar crocante. Acrescente 1 cebola fatiada e 1 dente de alho bem picado e frite por mais 2 minutos.

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Adicione as fatias de batata e um pouco de tomilho seco. Cozinhe delicadamente por 4 minutos, até as batatas estarem douradas e crocantes.

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Adicione 3 colheres de vinagre e tempere. Já pro atum, basta cortar 1Kg de atum em cubos e empaná-los, …

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… passando primeiramente numa mistura composta de ½ xícara de óleo, 6 colheres de sopa de suco de laranja, 6 colheres de sopa de vinagre de cidra e 2 colheres de sopa de mel e logo depois, numa mistura das seguintes especiarias: 2 colheres de chá de pimenta calabreza, 1 colher de chá de pimenta preta moída, 2 colheres de chá de coentro em pó, 1 colher de chá de cominho em pó, 1 colher de chá de açafrão-da-índia em pó e 2 colheres de chá de páprica. Cubra todos os lados do atum.

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Aqueça a wok em fogo alto até ficar bem quente. Adicione os pedaços de atum e frite por 3 minutos até ficar firme.

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Retire e acrescente a mistura de óleo que sobrou. Adicione 2 dentes de alho bem picados e 4 cebolinhas cortadas em fatias finas e frite mais um pouco.

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Coloque o molho sobre o atum e sirva com as batatas. WOKalizamos bem e gritamos: yeahhhh!

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Aproveitamos e tomamos um tinto Mo Monastrel 2011 Espanha que foi “bruto, inocente, abundância, el cid”.

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Sobremesa – Bananas ao rum com lima.

A Dé é quem fez (pra variar). Aqueça a Wok, adicione 55g de manteiga e derreta.

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Junte 55g de açúcar mascavo e ½ colher de chá de canela em pó, até o açúcar derreter e a mistura borbulhar.

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Adicione fatias de 4 bananas descascadas e cortadas na diagonal, mexendo para cobrir todos os pedaços.

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Adicione 70ml de rum claro e acenda para flambar. Acrescente a casca e o sumo de 1 limão e as amêndoas torradas e mexa delicadamente.

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Aproveitei que a sobremesa é quente e servi com sorvete de creme.

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Parece redundância, mas ficou muito bom.

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Eis o que os com muito WOKabulário acharam de tudo:
Sabores orientais em pleno ocidente. Uma delícia! (Edu)
Onipotentis spetaculo. (Mingão)
Nararinguinkô! Delicia de cabo a rabo. (Deo)

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“Embora seja usada há milhares de anos na China, a wok ainda é ideal na coiznha moderna, com sua ênfase na comida saudável.

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Numa wok, a comida é cozida rapidamente, em uma temperatura bem alta. Isso conserva o sabor e ajuda a reter a textura e a cor, assim como os nutrientes essenciais”.

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É isso aí. Você tem a sua wok?

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dcpv – menu junto e misturado

número 379
18/03/2014

Menu junto e misturado.

Eu tenho várias manias. Dentre elas, uma é recortar e guardar receitas que poderão formar um menu.

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No caso, tenho alguns completos (entrada, principal e sobremesa) reservados e que utilizo de vez em quando.

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O grande problema é quando não consigo lembrar qual foi o fio condutor (ingrediente? tipo de culinária? etc?) que me orientou? E muito menos, a real origem dele.

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Mesmo porque, fica difícil obter alguma informação através das únicas dicas, as receitas.

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Afinal de contas, Currywurst, Risoto de porcini e vino rosso e Bichierini ai frutti di bosco dão pistas (alemão? italiano? ítalo-germânico?) não muito conclusivas.

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Sabe o que vou fazer? Deixar você me ajudar e quem sabe, possamos juntos descobrir o real motivo do menu desta noite?

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Vamos lá, então!

Entrada – Currywurst.

Esta é uma receita popular em toda a Alemanha, sendo considerada, inclusive, uma boa comida de rua.

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Para fazê-la, basta colocar 1 litro de água pra ferver numa panela e logo que abrir fervura, desligue o fogo. Coloque 4 salsichões na água quente por 5 minutos. Escorra a água e reserve.

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Aqueça uma frigideira com um pouco de manteiga e frite as salsichas em fogo baixo até dourá-las.

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Disponha a salsicha cortada num prato e cubra com uma camada generosa de ketchup, polvilhe páprica doce e curry por cima.

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Pronto. É uma comida reconfortante e bastante saborosa.

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Aproveitamos pra tomar um vinho branco chileno, o Sauvignon Blanc Gran Tarapacá 2012 que nos pareceu “metalizado, água de salsinha, caratapa, danielesco”.

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Principal – Risotto de porcini e vino rosso.

Que ela é uma receita italiana, ninguém tem dúvida. E que é uma das manjadas por aqui, menos ainda.

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Afinal de contas, risoto é uma das especialidades da casa. E este é tão simples quanto todos os outros.

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O segredo, mais uma vez, está no ponto do arroz que deve estar al dente. E as diferenças são a utilização de vinho tinto pra refogar o arroz …

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…  e a colocação de presunto de Parma na finalização e logo após o Parmeggiano.

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Taí um prato substancioso, já que também contou com Funghi seco hidratado.

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Pra acompanhar perfeitamente, um vinho tinto espanhol, o Murviedro Reserva 2007 que foi “viva chile, poliedro, isoscélico, pentagramático”.

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Sobremesa – Bichierini ai frutti di Bosco.

Mais uma italiana. E simples, como sempre.

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A boa sacada dela é usar o mascarpone.

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Misture 400g dele com 50g de mel e 1 fava de baunilha, numa batedeira (e que batedeira, né?).

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Enquanto isso, coloque num bowl 50g de cada uma das seguintes frutas frescas: morangos, framboesas e amoras, além de 50g de açúcar. Deixe em repouso por 15 minutos para formar uma calda.

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Separe a mistura de mascarpone em duas partes iguais. Numa delas junte um pouco da calda das frutas.

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Monte numa taça com uma boa colherada de creme vermelho, outra de creme branco e um pouco de frutas.

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Decore com um ramo de hortelã e uma physalis.

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Eis a opinião dos indefinidos (ops):

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Simplesinho e gostosinho. (Edu)
Superação. (Mingão)
Deliciosinho! Saborosinho! Pero cumpridorzão (Deo)

Pronto! Sabe que de vez em quando até que é bom aproveitar a maluquice que se tem a mão e ver como tudo funcionará?

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Nesse caso, o menu funcionou a contento e deu margem a executar mais algum com o mesmo princípio.

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Ou o correto seria dizer sem princípio algum? 🙂

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Bye.

.


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