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dcpv – dia diez – florida – parabéns pra você e um dia gourmet em orlando. em orlando?

13/07/12

Dia diez – FlóridaParabéns pra você e um dia gourmet em Orlando. Em Orlando?

O dia seria de muita correria (que novidade!).

Tomamos um café da manhã no próprio hotel (correto e incluído na diária) e corremos pra fazer as compras quase que finais.

Bed, Bath & Beyond, …

… malas novas (e necessárias) e Best Buy (mais do que necessária).

Pronto! Lá se foi a manhã.

Aproveitamos o dia praticamente dedicado ao esporte que consagrou (e consagra) os brasileiros, pra dar um toque gastronômico a este pedaço da viagem. Dizem que Orlando não tem restaurante legal; que “se prepare pra comer junkie food“.

Pode ser que seja isso mesmo, mas procurando bem, você sempre encontrará lugares diferenciados. Tudo bem que tecnicamente, estes lugares, na maioria das vezes, podem não estar na localidade de Orlando.
Por exemplo, este do nosso almoço fica em Winter Park , uma cidade muito bonita e onde os turistas deveriam dar um tempo na maluquice das opções compras/parques.

O The Ravenous Pig (algo como porco esfomeado) dos chefs James e Jules Petrakis é um gastropub com bastante identidade.

Com decoração despojada e ambiente agradável, ele oferece, obviamente, muitos pratos com fundamentos porquísticos.

Chegamos no horário da reserva (feita pelo Open Table), fomos sentando e percebendo que a frequencia é basicamente de americanos. Optamos por pedir 2 entradas, 2 saladas e 1 prato principal.

Estava muito calor (e que calor! Quase 35ºC.) e o jeito foi nos refrescarmos com bastante água, chás e cervejas (talvez o unico defeito do lugar seja oferecer opções muito caras de vinhos em taças).

Pra iniciar, pedimos ótimos pretzels servidos com mostarda e molho , …

… um prato de charcuteria feito pelos próprios chefs, …

… uma salada de orgânicos da fazenda pra Re, …

… uma outra de pato com frutas pra Dé …

… e uma lombo ao ponto (praticamente churrasqueado) acompanhado dum curioso copo de excelentes batatas fritas.

Pra extrapolar um pouco, sobremesa. Gostosos e macios churros com uma calda de chocolate queimado.

Olha, não se esqueça do nome deste restaurante. Ele é um oasis (literalmente) e tem uma qualidade a mais: você dificilmente encontrará uma daquelas crianças aceleradas querendo ver o Mickey.

Voltamos à realidade e aproveitamos o caminho da volta pra dar uma olhada no Mall at Millenia, …

… um shopping modernoso e, ao menos por enquanto, fora do circuito dos “shopaholic” brazucas de plantão.

Lá tem lojas bacanas, um visual poderoso e melhor, um ar condicionado eficiente.

Voltamos pra região do hotel, deixamos a Re no trabalho e fomos nos preparar pro jantar de aniversário da Dé.

Deixa eu explicar melhor: esta viagem seria originalmente iniciada na data da cumpleaños da Dé. Só que devido a grande DHL, os nossos passaportes não chegaram a tempo e tivemos que adiar tudo.

Preferi manter a mesma programação e acabamos indo jantar no lugar pré-determinado, o The Chef’s Table at the Edgewater.

Até a esperada entrega de flores com um cartão especial aconteceu.

A região toda do restaurante é linda. Ele fica na cidade de Winter Garden (mais uma que quem vai pra Orlando tem que conhecer), numa rua toda arborizada e encantadora (estou parecendo a Dé).

Fomos pra lá (são aprox 40 km) apreciando um lindo por-do-sol.

E a tal mesa do chef é praticamente uma mesmo. Já que o lugar é metade um gastropub e metade, um restaurante com menu a preço fixo com a escolha entre 4 possibildades pra cada movimento (entrada, principal e sobremesa), além da chance de se harmonizar vários vinhos.

Toda a comida e o lugar tem uma estrutura bastante familiar.

O garçon que nos atendeu é casado com uma recifense (como se fala português em Orlando!) e aproveitou pra praticar conosco.

E nós escolhemos pratos excelentes.

A Dé, hipernaturalista, foi de salada de tomates e melancia com queijo de cabra.

Eu de tomate verde assado com milho.

Vinhos brancos foram servidos: um Marsanne Roussanne 2009; o outro um Tariquet Classic 2009, ambos bons e franceses.

Como principais, pra Dé um peixe do dia, um halibut com vôngoles e legumes 

… e pra mim, um costelão “derrrrretendo” com um purê rústico de batatas .

A Dé continuou no vinho branco, o Torrontés Santa Julia 2010 Chile e eu, estreei os tintos, o Shiraz Farway Farm 2008 South Africa.

Note que pelo tamanho dos pratos (apesar de estarem excelentes), normalmente não pediríamos sobremesas.

Mas como estavam incluídas …
A Dé pediu, e não se arrependeu, uma tremenda Millefeuilles de blueberries 

… enquanto eu me refresquei com um  sorbet de papaia!

Finalizamos com vinhos de sobremesa. Um Late Harvest chileno pra mim e  um  italiano de pedigree pra Dé, o espumante Zonin.

E pra arrematar, como o pessoal entendeu que realmente seria o aniversário da De, ainda recebemos um cartão simpático com velinha e tudo o mais.

Foi o que podemos chamar de “desaniversário” perfeito.

Portanto, quando você estiver em Orlando naquela fissura de compras/parques, dê uma parada, troque de dupla e vá conhecer a comida de Kevin e Laurie Tarter.

Você não se arrependerá.

See U.

.

PS – Antes de dormirmos demos uma passeada pelo BoardWalk e aproveitamos pra conhecer a Jellyrolls, …

… um bar onde dois caras tocam piano e cantam as músicas pedidas pelos frequentadores.

Experimente! É muito bacana.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia uno – Orlando/Miami – Aqui não tem nada de Miami vice. Só Timão campeão.
Miami – Flórida – Dia dos – Vendo o Art Deco sobre duas rodas.
Dia tres – Miami – Wynwood, quando grafite é puro encantamento.
Dia cuatro – Miami – Florida – Casa minha, casa nossa, Casa Tua.
Dia cinco – Flórida – La Donna è mobile em Miami?
Dia seis – Miami – Flórida – Será que o estádio do Timão vai ser assim?
Dia siete – Miami – Flórida – Passeando com os velhinhos em Palm Beach. Del Boca Vistaaaa!
Dia ocho – Palm Beach – Flórida – Fomos pra Jupiter.
Dia nueve – Flórida – Palm Beach/Orlando – O dia Seinfeld da viagem.

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dcpv – dia ocho – palm beach – flórida – fomos pra Jupiter.

11/07/2012

Dia ochoPalm BeachFlórida Fomos pra Jupiter.

Os planos foram feitos na noite anterior.

Acordaríamos cedo, pegaríamos as bicicletas, daríamos uma voltas pela região do hotel e iríamos passar pelo pier.

Voltaríamos, tomaríamos um café da manhã no próprio hotel e ficaríamos a manhã toda na praia.

Tudo no condicional. Perfeito, né?

Se não chovesse desde ontem a noite (lembram-se do jantar?). Acordamos com o tempo broncolhaço e o único programa decente foi ficar na cama (estava chovendo muito).

E do planejamento descrito acima, a única missão que cumprimos foi tomar o café.

Resolvemos sair do hotel de carro e dar um pulo no centro de Palm Beach.

E foi a coisa mais acertada que fizemos.

Além da chuva dar uma amainada (só parou de chover bastante), aproveitamos pra conhecer o eixo central de lojas chiques do lugar, a Worth Avenue.

Ela é toda organizada (tanto que bobeamos e tomamos uma multa por ficar estacionado por mais de 2 horas. Menos 50 doletas na conta), …

… limpa, …

… com muitas lojas de grife (melhor, todas que você puder imaginar), …

… e aquelas lojas de departamento chics que a Dé adora, a Neiman Marcus e a Saks Fifth Avenue.

Você já ouviu falar de BlahnikChooLouboutin e cia?

Pois são nestas lojas que todos eles estão concentrados e fazem com que a Dé pareça uma criança indo pela primeira vez na Disneyland.

Ficamos um tempão lá dentro (a Dé também visitou a seção de vestidos que estavam em promoção).

Além de que é muito legal ficar vendo aquelas velhinhas americanas saracoteando pelos lugares.

Resolvemos almoçar por lá mesmo, …

… e dentro duma passagem da Worth Avenue.

Estas passagens são famosas, pois parecem aquelas galerias parisienses (guardadas as devidas proporções). Merecem um fotoblog:

Retornamos pra mais uma loja de deptos (com o dia nubladíssimo) e enquanto fuçávamos nas coisas, o sol deu as caras.

Prepare-se pra esta situação quando estiverem por aqui. O clima muda constantemente.

Com o a aparecimento do astro-rei, voltei ao plano anterior.

Iríamos pra Jupiter.

Tudo bem que estamos perto do Cabo Canaveral, mas não é bem este Jupiter que você está pensando.

Esta Jupiter é uma cidadezinha ao norte de Palm Beach e que tem um estádio de baseball onde os Marlins e os Cardinals vem fazer o seu treinamento de verão.

Fomos ver um jogo da segunda divisão da Minor League Baseball (algo parecido como o clássico XV de Piracicaba x Noroeste de Bauru), com o time da casa, os Hammerheads (tradução livre = os cabeças de martelo) contra o quase vizinho Dunedin Blue Jays.

E foi uma aventura.

O estádio é pequenininho e bonitinho (quase uma Rua Javari upgradeada).

O público foi mediano em quantidade, mas muito interessante.

Imagine ver muitos velhinhos dando risadas, mesmo com o seu time perdendo por 4×0?

É, neste jogo o Jupiter Hammerheads estava mais pra Juventus da Mooca.

Por nosso lado, adoramos tudo.

A junkie food (nachos e um hotdog a italiana), …

… a lojinha, …

… e o conjunto da obra.

Continuo dizendo que assistir a um espetáculo esportivo quando estiver viajando é um ótimo meio de experimentar o cotidiano dos locais.

E cá pra nós, eles também se divertem muito, viu?

Hasta.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia uno – Orlando/Miami – Aqui não tem nada de Miami vice. Só Timão campeão.
Miami – Flórida – Dia dos – Vendo o Art Deco sobre duas rodas.
Dia tres – Miami – Wynwood, quando grafite é puro encantamento.
Dia cuatro – Miami – Florida – Casa minha, casa nossa, Casa Tua.
Dia cinco – Flórida – La Donna è mobile em Miami?
Dia seis – Miami – Flórida – Será que o estádio do Timão vai ser assim?
Dia siete – Miami – Flórida – Passeando com os velhinhos em Palm Beach. Del Boca Vistaaaa!

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dcpv – dia sis – barcelona – espanha – ai,ai,aiai. tá chegando a hora. a rambla já vem chegando, meu bem …

07/01/2012

Dia sis –  Barcelona – Espanha – Ai, ai, aiai. Tá chegando a hora. A Rambla já vem chegando, meu bem …

Era dia de ir embora.

Tudo bem que o voo seria somente as 20:00 hs, mas mesmo assim, era dia de ir embora.

E como sou minoria absoluta, o “grupo” optou por aproveitar as rebajas espanholas (se bem que eu também gosto do ato).

Tomamos um cafezão da manhã no hotel e rumamos pras compras.

Primeiro destino: fnac. Eu e a Re fomos descobrir os novos talentos do rock pop catalão. Você já ouviu falar em Sopa de Cabra? Nem nós; comprarmos ótimos cds.

Segunda parada: El Corte Inglés (que é um tipo de Mappin deles). Olhamos muito e descobrimos que a Desigual, a loja que a Re adora, tem uma filial no subsolo.

Pronto! Mais uma horinha lá dentro e estávamos quase que na hora do almoço.

Só que como ir almoçar, se ainda tínhamos muitas compras por fazer (azeites, azeitonas, frios, cavas, chocolates, etc)?

Resolvemos, ou a Dé resolveu, praticamente e voltamos ao hotel pra descarregar tudo e fazer um nham nham no Tentempié. Como eu já informei, o Casa Camper apresenta esta facilidade ao substituir o frigobar individual de cada quarto, por um frigibarzão no térreo onde além de ser o local do café da manhã, …

… você ainda tem disponíveis bebidas em geral e várias comidinhas. Tudo incluído na diária (agradecemos muito a Fernanda que nos atendeu com muito carinho enquanto estivemos hospedados por lá).

Saimos rapidamente pra dar uma última passeada.

Rumamos pras Ramblas.

Taí, podem chamá-las de turísticas, perigosas e até de kitschs, mas nós adoramos.

A intenção seria descer tudo pra reeditar uma foto da família na fachada do Maremagnum.

Enquanto isso, passamos por tudo o que foi lugar famoso.

Na Pasteleria Escribà, …

… na Xarcuteria La Pineda, …

… no Mercat La Boqueria, …

… e enfim, chegamo ao shopping Maremagnum.

Que fica praticamente dentro do mar.

Até fizeram uma Rambla del Mar pra que se consiga chegar nele.

Quanto a tal foto, nada mais é do que a família refletida na fachada toda espelhada.

Chega a ser um clássico de Barcelona.

A esta hora, estávamos próximos do horário de voltar pro hotel, pois tínhamos que terminar de arrumar as malas.

Como também queríamos almoçar (sim, as 16:00 hs. Parecíamos barcelonenses), resolvemos repetir a refeição no Bar Lobo.

Pedimos pão com tomate (de novo) …

… sopa de alho porró (pra Dé), …

… peixe frito (pra mim), …

… batatas bravas (de novo e pra todos), croquetas (a Re adorou), …

… e o que, presumíamos, a última rodada de cavas.

Tudo excelente (como sempre), e o lugar é mesmo imperdível, além de barato pros padrões barcelonísticos.

O que restou foi organizar tudo, dividir o peso das bagagens (recomendo firmemente o uso duma balança digital. Ela não apresenta erros), …

… transfer, …

…, um tremendo por-do-sol, …

… aeroporto,  real penúltima rodada de cavas na sala Vip,

… voo e última rodada de cavas no próprio avião .

Pronto, finalizamos mais uma excelente e curta viagem pruma cidade que é daquelas pra se voltar sempre que possível..

Hasta.

Veja os outros dias da viagem:
Dia un – Barcelona – Espanha – Mercat de la Boqueria e Xocolateria Fargas; prazer em revê-los. Em todos os sentidos.
Dia dues – Barcelona – Espanha – O Barça passou como um Segway por cima do Osasuña
Dia tres – Barcelona – Espanha – O dia em que comemos numa tinturaria.
Dia quatre – Barcelona – Espanha – Pra turistas, um bus turistic. Pra nós, o Moo.
Dia cinc – Passeio gourmet por Barcelona. E visita ao hospital.

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dcpv – roma – itália – giorno undici – cantem conosco: arrivederci, roma.

17/11/2011

Giorno Undici – Roma – Itália – Cantem conosco: arrivederci Roma.

Este seria o último dia da nossa giornata.

Ele foi quase que todo dedicado às compras, e como vimos alguns lugares legais, acho que vale a pena listá-los.

Vamos as lojas e lugares de compras:

Campo de Fiori: super-turístico, mas tem uma feira-livre muito boa (funciona todos os dias, exceto aos domingos), …

… uma padaria incrível, a Forno Campo de’Fiori, …

… uma loja de alimentos excelente, a Roscioli …

… e vários lugares pra comer, como o  Obikà.

# Na Via della Croce: tem 2 ótimas lojas de alimentos, a Focacci e a Fratelli Fabbi.

# A padoca Panetteria Romana, que fica no Trastevere. Experimente os pães de pistache e não se arrependerá.

# O sorvete na Giolitti. Não importa a temperatura exterior, simplesmente experimente.

# A Castroni, na via Flavinia. Antigona e faz você se arrepender de não ter levado 8 malas grandes (como se isto fosse possível!).

Aproveitamos um tempinho pra irmos conhecer e almoçar na pizzaria que o sócio indicou: a Al Leoncino.

É um programaço. O lugar é antiquissimo (que novidade!) e muito bem cuidado pela Nonna.

Incrível como eles conseguem tocar um negócio com tão poucas pessoas. Vimos o Nonno no caixa, a Nonna tirando os pedidos, dois pizzaiolos e mais ninguém. Isto numa sexta-feira, com a casa cheia.

Chegamos, fomos acomodados e a Nonna veio nos atender, perguntando qual pizza queríamos?

Como a intenção também era comparar, pedimos uma Margherita,…

… uma bruschetta de pomodorini

… e a Dé, adivinhem, uma caprese.

Tomamos um vinho branco Chardonnay Ville Ludos não muito qualificado e ficamos apreciando o ambiente.

A clientela é formada basicamente de romanos, o que já é um bom sinal e a pizza é excelente, um “pó” úmida no centro e crocante nas bordas.

Como tínhamos pressa, não pedimos sobremesa. Mas ainda conseguimos conversar com a Nonna, que ficou toda feliz quando dissemos que éramos do Brasil e portadores dum abração da familia Loguercio (além da merecida gorjeta que demos).

E abaixo, o devido resumo das enotecas que visitamos, já que estes lugares são bem legais pra tanto experimentar queijos, frios, comidas ligeiras, quanto pra provar bons vinhos em taças:
‘Gusto – um lugar muito bom que na verdade é mais do que uma enoteca.

Antica – esta é bem antigona mesmo, mas com uma comida de qualidade.

Cul de Sac – talvez a comida menos boa que experimentamos neste percurso. Ao menos, é bem perto da Baffetto. rs

Corsi – esta é tipicíssima e dependendo da mesa, você come quase que na rua.

Cavour 313 – os pratos de formaggio e salumi foram espetaculares.

Palatium – modernosa e com uma tábua de frios muito boa também.

Il Chianti – esta é imperdível e melhor, ao lado da Fontana di Trevi.

Pra finalizar, chegamos ao término da Operação Baffetto. Já no hotel, transformamos as duas caixas de papelão numa só pra armazenar as duas pizzas.

Daí pra frente, foi colocar na mala, passar pela alfândega, ligar pra Re, esperar anoitecer em Ferracci, esquentá-las no forno e comer em família.

Isto mesmo; pizzas da Baffetto sobrevivem muito bem a viagens transoceânicas.

A família toda agradece e já temos os planos montados pra fazer a mesma coisa com as Millefeuille do Lenotre.

Arrivederci.

Acompanhe todos os outros dias desta viagem:
Giorno uno – Roma – Mucho gusto. Molto ‘Gusto.
Giorno due –Roma – A primeira (e a segunda, e a terceira, e a enésima) vez na Pizzerie Bafetto a gente nunca esquece.
Giorno Tre – Roma – Itália – Aquarela do Brasile nos jardins do Vaticano.
Giorno Cuatro – Roma – Itália – A biga moderna.
Giorno cinque – Roma – Itália – Mamma mia na terra dela mesma.
Giorno Sei – Roma – Itália – Ben (o) Hur(so) amico.
Giorno Sette – Roma – Itália – Campo de Fiori, frutas, legumes e verduras, além de queijos e massas.
Giorno Otto – Roma – Italia – Io sono un po’ ubriaca.
Giorno Nove – Roma – Itália – Você conhece Viterbo? Civita? Como se faz um bom azeite?
Giorno Diece – Roma – Itália – Cozinhando no Trastevere; comendo pizza na Baffetto. Enfim, um dia perfeito.

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dcpv – miami – day eight – scarpetta, o “mafioso” latino!

  /02/11

MiamiDay EightScarpetta, o “mafioso” latino!

Mais um dia de pleno sol.

Mais um dia dedicado as compras.

Acordamos relativamente cedo (7:30 hs) e fomos tomar um café da manhã no Starbucks da Lincoln Drive. Foi muito bom, mas gastamos umas duas horas (time is shopping). A “Debra” não estava gostando nada disso!

É claro que não sobrou tempo pra passear pelo Duck Tours (e, gracias, evitamos um grande “mico”).

Resolvemos conhecer o Dadeland Mall, um shopping razoavelmente grande e com o predicado de ter a maior Macy’s de toda a Florida.

Resultado? Quase que o dia inteiro passado lá dentro com direito a aquisições das mais variaqdas coisas nos mais variados lugares (cá pra nós: se você for um cara disciplinado e seguir à risca a missão de deixar pra comprar por aqui tudo o que você evitou adquirir no Brasil; vai viajar, comer bem e ainda economizar um bom dinheirinho).

Passamos na volta e de tardezinha por Coconut Grove, na esperança de encontrarmos o Cafe Tu Tu Tango e assistirmos ao céu alaranjado do por-do-sol.

Pura ilusão, pois achamos o CocoWalk, um shopping a céu aberto bem mezza-boca e pior, com uma vizinhança mais meia-boca ainda. Ah! Não dançamos o  tal Tu Tu Tango por lá também.

Voltamos pro hotel a tempo de dar mais uma bela olhada nos ambientes dele.

O lobby é fantástico, …

… o bar mais ainda  e a piscina, iluminada pela luz da lua, aumentava ainda mais a boa aura do lugar.

Como tínhamos uma reserva pra comer no italiano do hotel Fontainebleau, ex-Hilton, subimos pra tomar banho e nos arrumarmos. Sempre observados pelo The Boss.

O Scarpetta  fica bem próximo do W (e é vizinho do ótimo chinês Hakkasan).

O lugar é bem bacana, apesar de escuro (incrível como os restaurantes de Miami tem esta “qualidade”) e o ambiente é muito agradável além de ser italianíssimo (é quase um Záccaro).

Logo após o bom couvert (pão italiano massudo, uma fogazza deliciosa e um ótimo azeite), pedimos duas entradas e o garçom gentilmente nos serviu os pratos já com a divisão de ambas pra que experimentássemos tudo.

Uma foi a Mozzarella in  Carroza (o queijo frito numa crosta de pistaches com tomates cerejas confitados) e …

… a outra, um Crispy Fritto Misto, uma frittata com frutos do mar, vegetais, ervas e limão.

Excelentes. Pedimos um conhecido piemontês, um branco Gavi de Gavi e partimos pros principais.
A Dé estava bem basiquinha e foi dum espaguete com molho de tomate e manjericão.

Eu, como não estava tão básico assim, experimentei o ótimo Scialatelli com camarões, vôngole e manjericão.

Tá escuro? Então tente imaginar com este magnífico prato um pouco mais bem iluminado.

O Scarpetta merece todos os A’s e os diamantes que lhe foram dados.
Dois expressos muito bem tirados depois e super alimentados (por favor, quando estiver em Miami vá tanto ao Scarpetta como ao Hakkasan), resolvemos ir pra “casinha” dormir.
Não sem antes dar uma passada pela Collins Ave e ver como andavam as coisas.

Pelo visto, a balada vai ser boa!

E o sol amanhã cedo também.

See U.

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jour onze – dia monumental em paris (e sem ver nenhum monumento)

rechechê!
14/02/10

Dia monumental em Paris (e sem ver nenhum monumento)

Começamos o dia ouvindo Coeur de Pirate (uma excelente descoberta musical da Re).

E resolvi fazer uma coisa que quero há um bom tempo: tirar um day-off na própria viagem. É claro que a Dé concordou!

Ou seja, não fazer nenhum lerê e nada de programação pré-definida.

Sómente andar pelo nosso bairro, o Marais e descobrir o que ele tem de bom.

Nem café da manhã tomamos pois os suprimentos praticamente tinham acabado e resolvemos dar uma diminuída na quantidade de calorias ingeridas diariamente.

                     

Fomos descobrir cantos e ângulos diferentes.

Praças, …

… o Musée Carnavalet, que por sinal  não entramos, em pleno Carnaval ….

… mais praças e recantos. Uns mais bonitos do que os outros. 

Fizemos compras slow (sabe aquelas que você não programa e só compra o que achou legal) e ainda comemos aquele que elegemos (desculpem os críticos de plantão) o melhor doce de Paris: o millefoglie do Lenôtre.

É maravilhoso, além de que a loja/joalheria dele deixa qualquer Ladurée, Hermé e Aoki no chinelo. Ou melhor, no Louboutin!!

Pra melhorar as coisas (se é que poderiam), resolvemos almoçar novamente no Léon de Bruxelles. No da Bastille.

Isto mesmo: moulles et frites de novo .

Simplesmente muito bom e me desculpem mais uma vez os puristas, uma comida inesquecível. Como toda de Paris deve ser.

Voltamos ao apê pra descarregar as compras e percebemos pelas lojas do caminho (ôpa, mais uma comprinha!) o porque do Marais ser tão popular. 

Passeamos mais um pouco, chegando bem pertinho do Beauborg, o Pompidou onde vimos um arremedo de Carnaval  com um montão de mini-pseudos-escolas de samba desfilando (?!) pra gringo ver e na volta, demos mais uma passada pela nossa queridinha.

 

Voltamos ao apê e nos arrumamos prum jantar de gala já que era o Valentine`s Day. Dia de comemorar o nosso namoro!

Reservamos num restaurante do bairro (estávamos naquela de prestigiar o “nosso” comércio), o Vins des Pyrenées.

Que por sinal era bem bonitinho, familiar e com um montão de velhinhos. Mais uma vez achamos que éramos os únicos não-franceses de lá, ao lado da família de italianos (que bellos!) que estava ao nosso lado.

Comida honestissima e muito boa. Repare no detalhe do menu queimado por cigarro!

Um penne com frango ao curry pra Dé e um Magret de Canard (provisoriamente virei patólogo) com molho de mostarda e mel pra mim  além dum Bordeaux pra nós.

Coroou este dia monumental em que não vimos nenhum monumento a não ser a nossa vizinha maravilhosa, a Place des Vogues com todos os seus belos ângulos.

E fica aqui um conselho: não vá muito atrás de dicas de lugares pra comer em Paris pois lá você encontra de tudo e especialmente, a maioria dos estabeleciemntos primam por oferecer comidas simples, muito bem feitas e saborosas.

Escolha os do seu bairro e vá experimentado aqueles com que simpatizou. Pela primeira vez fizemos isso e certamente ficamos satisfeitíssimos.

Au revoir.

.

miami, baseball e OLA – comida new cubana

sports
04/05/09

Miami, Baseball e OLA – comida new cubana

Baseball ou beisebol? De qualquer forma, pra muitos brasileiros um grande mistério .  A maioria pensa assim  : como é que estes americanos conseguem gostar de um jogo tão complicado ?

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Pois pra nós ( da família Luz) sempre foi um jogo atraente. E olhando por esta perspectiva, dei uma olhada no Ticketmaster e descobri que tinha um jogo do Florida Marlins bem na segunda-feira, que estaríamos por lá,  04/05.

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Batata! Comprei os ingressos ( excelentes, por sinal) e lá fomos nós ( eu e a Dé) assistir  a um belo jogo de taco. Lembram-se de como era ?

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Parece um pouco mesmo e é só  fazer a equivalência entre o retângulo imaginário e a “casinha”; entre as bases e a “cruzada”; entre o taco e o “taco”.

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O clima é contagiante. Em volta do estádio, o Dolphins Stadium, um monte de gente traz as suas churrasqueiras, assam uma “carninha” e tomam várias cervejas. Alguns nem chegam a entrar no estádio pra ver o jogo ! rs

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Já os que entram (como nós) tem junkie food à vontade, lugares marcados e limpos, circulação tranquila e estacionamento mais ainda. Ou seja, tudo o que os nossos estádios jamais terão!!

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O clima do jogo também é espetacular. Muita narração, animação de torcidas (apesar do estádio estar muito mais pra vazio) …

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… cheer leaders, mascotes e brindes. Quando, com um pouco de sorte,  você não consegue levar a própria bola do jogo pra casa !!

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O adversário era o Cincinati Reds e o resultado foi 3 x 2 pros Marlins após empate nos 9 innings regulamentares. Sacou ?

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Logo após, fomos conhecer uma dica da Ale Forbes ( bigboss do excelente blog Boa Vida), o restaurante new cubano OLA, que fica no Sanctuary Hotel. Fomos a pé pois ele fica bem perto do nosso hotel, o Loews e no centrão de South Beach.

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Apesar de ser quase na Lincoln Drive, a rua é muito sossegada e o hotel parece aquelas pensões antigonas.

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É lá que o chef Douglas Rodriguez  experimenta  a tal da nova cozinha cubana. O restaurante é muito bonito e com um ambiente extremamente aconchegante.

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E os pedidos que fizemos ( que eram excessivos e foram corrigidos prontamente pelo competente garçon) mostraram que o chef sabe o que faz.

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Começamos experimentando uma grande surpresa : pão de queijo! E doce. Sim, ele colocou um pouco de açucar na massa e ficou bem diferentão!

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Como entradas ( os pratos são feitos pra serem divididos) um ceviche Fire and Ice  onde são misturadas as duas sensações com o “fogo” de um peixe marinado em laranja, pimentas thai e coentro e o “frio” de uma granita de pera asiática.

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E uma Lobster Empanada feita com nero de sepia e molhos rosé e de guacamole. Ambos excelentes.

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Um prato principal foi o suficiente: Plantain Crusted Mahi. Um mahi com carne louca e um escabeche de tomates. É, carne louca e foi uma grande surpresa misturada ao sabor marítimo. A verdadeira vertente terra/mar.

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Ah! Tomamos um conhecido nosso, o Crios Malbec Rosé 2008 Argentina, super apropriado pro clima e pra comida. 

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Terminamos com uma Desconstructed  Key Lime Pie ( uma sobremesa típica das Key, quase uma torta de limão), onde o Douglas apresentou a torta  num formato diverso com uma cama de merengue tostado, sorvete de fava de baunilha e finalizada com uma tuille de canela. 
Mais um ponto pra tal “Nuevo Latino Cuisine”.

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Finalizamos realmente com um chazinho de apricot/baunilha que nos provou que a cozinha do Douglas é um espetáculo e super-aromatizada.

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E nada melhor do que voltar pra casa andando e saboreando as cores que os neons das construções Art Deco nos proporcionam. Um luxo !

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Até !

PS – Acompanhe os outros capítulos da saga ferrazense pela Flórida : Miami/Key WestKey West e Key West/Miami

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