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dcpv – o dia em que eles fizeram (quase) tudo.

número 394
29/07/2014

O dia em que eles fizeram (quase) tudo.

Olha, manter esta confraria é muito divertido. Mas dá um belo trabalho.

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Afinal de contas, ter praticamente que rotineiramente pesquisar um menu e executá-lo, quase que uma vez por semana é, digamos, um pouco estressante.

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Tudo bem que após estas fases, o fato de encontrar com o Deo e com o Mingão e juntos, comermos tudo (não esquecendo do maravilhoso acompanhamento da Dé) dá uma satisfação e um prazer imensos.

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E nós (eu e a Dé) vivemos dizendo que seria interessante quando os dois, o Deo e o Mingão, assumissem as rédeas.

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Foi o que aconteceu. Um, o Mingão, se responsabilizou por fazer uma entrada enquanto o outro, o Deo, cuidaria do prato principal. Já pra sobremesa, eu daria um jeito, afinal de contas, ninguém é de ferro! J

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Vamos lá, então, ver o que aconteceu nesta inversão de papéis.

Entrada – Sopa Thai.

O Mingão, experiente que é, escolheu uma sopa e daquelas fumegantes pra ser a sua entrada.

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Este prato é muito saboroso e combinou perfeitamente com o clima invernal que estamos vivendo. Pra fazê-lo, basta fritar filés de peito de frango junto com cebolas e alhos cortados.

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Depois que aqueles estiverem corados, junte 1 maçã grande descascada e cortada em pedaços pequenos.

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Deixe tudo refogar e acrescente caldo de galinha o suficiente pra formar uma grande sopa. Coloque um pouco de curry, pimenta dedo-de-moça e tempere com sal e pimenta.

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Deixe apurar e coloque um pouco de manjericão cortado.

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Quando for servir, coloque um pouco de leite de coco por cima (diretamente da garrafinha) e aproveite este sabor incrível.

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É lógico que com um acepipe destes, só poderíamos acompanhar com um legítimo champagne Laurent-Perrier Brut que foi “original, também amam, brutal, moi aussie“.

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Principal – Camarões ao limão.

Esta foi o Deo que escolheu e executou.

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São camarões limpos, temperados com Fondor e passados em farinha de trigo.

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Logo após, são fritos em azeite.

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Enquanto isso, frite também lâminas de alho no azeite e reserve.

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Volte tudo (camarões e alho) para uma frigideira com pouco azeite e finalize adicionando um pouco de suco de limão.

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Como acompanhamento, fiz um tremendo purê na Bimby, com um toque de noz moscada.

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Ficou simplesmente perfeito.

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Tomamos um vinho branco, o Sauvignon Blanc Lagarde que foi “a la gordaça, a la petit, alagardaça, a la creveux“.

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Sobremesa – Romeu e Julieta DOP.

Devemos esta sobremesa a Drix.

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Afinal de contas, foi ela que trouxe todos os ingredientes (queijo de Minas e goiabada cascão) diretamente de BH.

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O meu trabalho foi somente cortar os dois …

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… e servir esta maravilha.

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Eis a opinião dos cozinheiros:
Nada como ser a rainha da Inglaterra. Tudo parfait! (Edu)
Assassinaram os camarões. (Mingão)
Se sinto gratificante! (Deo)

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Bom, foi isso.

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A comida esteve impecável e este formato parece que veio para ficar.

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Mesmo porque já marcamos pra que uma vez por mês a nossa reunião aconteça deste jeito.

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Vamos aguardar a próxima.

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Inté.

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menu aleatório no dcpv.

numero 36
05/11/2013

Menu aleatório no dcpv.

Me dê motivos … Todo mundo conhece esta música, né?

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E foi pensando nela que eu resolvi o menu desta noite. Ou melhor, não resolvi nada justamente porque este menu não tem motivo e nem motivação alguma.

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Quer dizer, a motivação seria a de sempre. Nos encontrarmos ao menos uma vez por semana, falar um montão de abobrinhas e nos divertir, além de comer e beber bem.

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Então, aproveitei pra escolher um ingrediente pra entrada (as vieiras estavam disponíveis no nosso freezer), um risoto bacana, o contadino como prato principal e a sobremesa seria o famoso pudim de pão da minha mãe (nossa mãe, no caso do Deo), que ela fez especialmente pra este nosso encontro.

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Olha, com este menu, quem precisa de motivos?

Entrada – Vieiras gratinadas com manteiga de amendoim

Esta eu peguei no santo Google, já que a intenção principal seria gratinar os frutos do mar, mais conhecidos como os filés mignons da água salgada.

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E como o motivo parece ser musical, prestei uma homenagem ao grande Elvis ao colocar manteiga de amendoim no contexto. It’s now or never!

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Para fazer, basta colocar numa panela um pouco de vinho branco e uma cebola picada e quando começar a ferver, juntar as vieiras, cozinhando-as por uns 4 minutos de cada lado.

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Retire as vieiras e a cebola e deixe o vinho reduzir até a metade do volume inicial. Quando o vinho tiver reduzido, retorna-se a cebola e junte manteiga de amendoim, até levantar fervura.

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Numa outra panela, coloca-se manteiga e um pouco de farinha (o famoso roux) e adiciona-se leite. Espere engrossar e tempere com sal, pimenta e noz moscada.

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Monte numa concha da seguinte forma: coloque uma vieira, …

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… cobre-se com a mistura de cebola e manteiga de amendoim e o molho branco, finalizando com queijo ralado.

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Leve ao forno pré-aquecido a 200°C durante 15 minutos até gratinar.

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Se quiser fazer uma frescurite, sirva com um pouco de alface.

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Ficou uma verdadeira delicia elvisniana.

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Ainda mais com o acompanhamento do vinho branco português Albarinho Deu La Deu que foi “explosivo, hiperativo, alvilhinho, auspicioso”.

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Principal – Risoto Del Contadino.

Esta receita é do Luciano Boseggia (este livro autografado por ele é famoso aqui em casa).

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É um risotto feito como todos os outros, só que com a particularidade de se utilizar lingüiça descascada no seu início …

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… e justamente na metade, coloca-se feijão cozido.

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O restante é feito no mesmo formato (cebola refogada, vinho tinto, caldo de carne) …

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… e finalizado com manteiga e queijo ralado.

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Ficou verdadeiramente delicioso e bastante reconfortante para uma noite fria como esta.

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E como o prato pedia, tomamos um vinho tinto muito bom, o Finca La Valona 2010, que foi “maravilha jussa, castillona, tá bom, golden horse”.

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Sobremesa – Pudim de Pão.

Esta é mais uma das receitas da D. Anina. E como sempre, não tenho a descrição dela (se muita gente pedir, talvez ela passe! rs).

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Portanto, este pudim chegou aqui prontinho (o Deo que trouxe) …

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… e segundo a teoria do Mingão (ele afirma que um pudim fica especial quando passa pelo menos 3 dias na geladeira), melhor do que nunca, já que ele foi feito no sábado.

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Olha, estava bom mesmo.

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Eis a opinião dos desmotivados:
Nada como não ter um motivo definido. Jantar espetaculoso e o pudim foi pequeno. (Edu)
O risoto estava sensacional, o melhor feijão com arroz e linguiça que eu comi na minha vida, acompanhado pelo melhor pudim de pão. (Mingão)
Rizzi e fazzulo “du caramba”; espetáquila! (Deo)

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E já que o menu não tem justificativas, ficamos sem elas.

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Melhor, mesmo os pratos não estando conectados por algum motivo, tudo ficou bom demais.

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Até.

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dcpv – aula do alain “sous vide” poletto na casa da lu e do mike

13/04/2013

Aula do Alain “Sous Vide” Poletto na casa da Lu e do Mike.

O convite que a Lu e o Mike nos fizeram (o sócio também esteve nessa) conteria, além dum jantar com a “Turma de Vinhos de Araraquara“, uma aula com o Alain Poletto.

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Tudo isto aconteceria na nova casa paulistana/praiana deles.

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E quando se fala em Alain Poletto (lembram dele na Paola de Verona?), logo vem a mente o método sous vide de cocção de alimentos.

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O que é mesmo que isso significa?
Sous-vide, em francês, quer dizer “sob vácuo”, e refere-se a um método de cozinhar em sacolas plásticas seladas a vácuo em baixas temperaturas por um tempo maior que o tradicional. O tempo pode variar entre 2 horas e 72 horas e a temperatura precisa ser estável, normalmente entre 40°C e 70°C, dependendo do que se cozinha. O objetivo da técnica é manter a integridade do alimento, evitando a perda de umidade e sabor. Equipamentos profissionais podem custar algumas centenas de dólares, mas é teoricamente possível fazer em casa com máquinas de embalar a vácuo e água morna monitorada por um termômetro comum.

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Esta definição é precisa. E foi o que vimos na casa da Lu e do Mike.

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Inicialmente, o Alain nos explicou as questões técnicas deste tipo de cocção, …

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… e o porque da necessidade de se ter cuidados máximos com a higiene.

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Foi um tal de tabelas, gráficos e informações interessantes.

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Logo depois, passamos pra parte prática e aí segue o fotoblog da história toda.

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É claro que tudo terminaria no jantar propriamente dito.

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Com o detalhe que a entrada toda foi feita na aula: tomatinhos cereja …

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… e bacalhau confitados.

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Uma delícia!

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O restante da noite foi puro divertimento, com a turma de vinhos de Araraquara justificando os elogios que a Lu e o Mike sempre fizeram pra ela.

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Todos são realmente muito divertidos e interessantes …

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…inclusive, um outro convidado como nós, o Cláudio, o engraçado cunhado da Lu e do Mike.

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Até.

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dcpv – sociedade na e da mesa

número 341
22/01/2013

Sociedade na e da mesa.

O mundo do vinho na porta da sua casa.
A Sociedade da Mesa é o maior clube de vinhos do Brasil. Pertencente a um dos maiores grupos de vinho do mundo, leva com exclusividade a seus associados as melhores seleções de vinhos a valores especiais comparados aos do mercado, uma revista mensal gratuita, cursos, viagens, acessórios e mais que isso, uma oportunidade única pra desfrutar o mundo do vinho.

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É claro que eu sou um dos associados. Todo santo mês, recebo a minha caixa contendo 6 vinhos de várias partes do mundo (pra se ter uma idéia, o deste mês é da Romênia – sem piadinhas, please!).

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Os vinhos são sempre muito bons e melhor, uma cata deles vem impressa na excelente revista, que por si só, já seria um grande meio de informação da cultura vitivinícola.

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E pra melhorar ainda mais, normalmente dentre as matérias, surgem receitas interessantes e saborosas.

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Pois foi com elas que eu  montei este menu desta noite. Espero que vocês gostem (porque nós adoramos).

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Vamos lá!

Bebidinha – Caipirinhas

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Entradas – Gambas al Ajillo e Vieiras a la plancha.

Não preciso nem dizer que o Dario Taibo (dono da Sociedade da Mesa e do excelente restaurante Maripili) é espanhol.

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Estas receitas representam bem o que é tapear! E de uma maneira bem simples.

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Pra preparar as gambas (edição outubro/2012), os camarões, basta aquecer azeite numa frigideira, colocar 2 dentes de alho cortados na metade, até dourarem …

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… em seguida, 200 g de camarão médio (limpos), acrescentando 1 pimenta dedo de moça cortada em pedaços.

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Desligue o fogo, polvilhe com sal e sirva bem quente, com pães variados.

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Já pras vieiras (edição dezembro/12), coloque azeite numa frigigeira antiaderente e sele 12 delas rapidamente dos dois lados.

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Ao mesmo tempo, grelhe um alho poró cortado em tiras e flambe com 40ml duma cava rosé.

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Disponha o alho poró num prato e coloque as vieiras por cima.

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Finalize com azeite trufado e sal marinho a gosto, decore com brotos e sirva imediatamente.

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Os camarões com as vieiras juntos …

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… transformaram a nossa cozinha numa filial daqueles restaurantes bacanas de Barcelona (Bar Lobo? Taberna Del Clínic)

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É claro que teríamos que acompanhar tudo com uma bela e legítima cava rosé espanhola, a Elyssia, que foi “coberto, bojudo, teló, pouco mel“.

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Principal – Frango Assado na manteiga de Ervas.

“A cozinha caipira sempre nos remete à cozinha saborosa, cheirosa e cheia de descontração. Ela é desobediente às receitas dos livros e às técnicas dos cursos de culinária. E por isso tudo, é tão inventiva e inusitada em seus resultados”.

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É assim que esta receita é descrita na revista de dezembro/12 da Sociedade da Mesa.

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Na verdade, são coxas e sobrecoxas de frango, desossadas e marinadas num montão de coisas (vinagre balsâmico, suco de limão cravo, hortelã, alecrim, páprica doce, alho picado, azeite e sal), …

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… assadas no forno, inicialmente com papel alumínio (por 20 minutos) e depois, sem, pra dourar e dar crocância.

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Acompanhei com legumes grelhados …

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… e arroz com milho (simples arroz misturado).

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Ficou uma delícia, com a marinada formando um molho encorpado e super-saboroso (não se esqueça de retirar o ramo de alecrim quando for assar o frango).

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Tomamos, apesar de todo o tempero, um vinho tinto, o chileno Syrah Maycas del Limari que foi “inca, marcadíssimo, faimosas, guinardão”.

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Sobremesa – Sorvete de vinho

A idéia toda seria, em homenagem ao Dario e a Sociedade da Mesa, fazer sorvete de vinho.

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E fiz, batendo na Ferrari a junção de sorvete de creme e vinho tinto.

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Olha, ficou muito bom.

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Eis a opinião dos sócios:
Somos sócios em tudo. Até na mesa e no vinho! (Edu)
Foi bom pra mim. (Mingão)
Vinhático! Gostei muito! (Deo)

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Pessoal, fica então a dica. Se você quiser entrar no mundo dos vinhos, afilie-se a Sociedade da Mesa. Você receberá vinhos diferenciados mensalmente em casa com um preço legal e com opiniões que só os grandes entendedores podem dar sobre os referidos “sucos fermentados de uvas”.

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Ah! E não se esqueça de indicar o meu nome, pois assim eu também ganho duas excelentes taças de cristal para vinhos.

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Merci.

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dcpv – comida? pra que precisa? ou seria restô d’ontê?

número 320
08/05/12

Comida? Pra que precisa? Ou seria restô d’ontê?

Era uma daquelas noites pós-retorno de viagem de viagem.

A inspiração não vinha e muito menos a vontade de fazer qualquer coisa. Sabe quando você fica esperando, por exemplo, uma ligação do Mingão informando que não virá?

Ainda mais sabendo que o Déo estaria no Pará.
Lá pelas quatro da tarde, recebo um telefonema do Mingão perguntando se teríamos “a função”.

Pensei bem e respondi que sim. Não tinha bolado nada, mas daria um jeito na hora. Quem sabe um lanchinho chic, escolhendo algumas coisas da despensa e outras que trouxemos na mala?
A coisa melhorou (ou piorou?) quando o Déo me ligou também dizendo que tinha voltado (e que trouxe um licor de Flor de Jamburana??).

Pronto, estávamos com o time completo e pra aproveitar a oportunidade, escarafunchei todos os ingredientes disponíveis.

Eis o resultado.

Entrada – Minestrone italiano.

Esta foi fácil. O tempo pedia (muito frio) e nós tínhamos comprado uma daquelas misturas secas na feira do Campo de Fiori.

A Dé vibrou e foi só seguir as instruções da embalagem. Misturei o conteúdo com caldo caseiro de galinha.

Deixei ferver e juntei uma pouco de carne moída pra dar “sustância”. Cozinhei mais um tempo em fogo baixo e temperei com pimenta e sal.

Ficou reconfortante e muito bom. Apesar do sabor um pouco acentuado de carne, todos adoramos (Dé inclusa).

Também aproveitei a baguete que trouxemos de Paris, gratinei com um bom pedaço de gruyere e adicionei a tudo.

Muito bom mesmo.

Pra melhorar mais um pouco, comemos umas torradinhas com um excelente bloco de foie gras.

E acompanhamos com um  bom vinho tinto português, o Syrah Artefacto 2010 do Alentejo que foi “thiaguinho, mi dishcupe, tok&stock, artemis” segundo nós, os arrumadores de malas.

Principal – Pasta com molho de amêijoas.

Simplicidade era o meu nome nesta noite.
Portanto, abri duas latas de tomate pelado, refoguei numa panela com cebolas …

… e juntei duas latas de amêijoas chilenas de altíssima qualidade.

Cozinhei dois tipos de pasta, sobras de pacotes na despensa …

… e misturei ao molho.

Pronto!

Uma comida quente e reconfortante; era tudo que precisávamos.

Tomamos mais um vinho português do mesmo produtor, o reserva Artefacto 2010, que achamos “uótimo, breton, franco-luso, ardente” e continuamos a conversa.

Estávamos com saudades dos nossos papos.
Afinal de contas, fazia mais de um mês que não nos víamos.

Sobremesa – Panetone com creme inglês.

A receita é facílima. Pegue um panetone bacana com gotas de chocolate ganho no Natal.

Junte um creme inglês feito em 7 minutos na Bimby. Taí uma boa sobremesa! rs

Eis a opinião dos saudosos confrades:
Sobras? Não, inteiros. Muito bom mesmo! (Edu)
Volta triunfal!! (Mingão)
Excelência na simplicidade! (Deo)

Bom, e o que sobrou desta reunião? O de sempre.

Que  a melhor coisa a se fazer quando se tá desanimado, é justamente o contrário da provável primeira atitude.
Vença o desânimo e o cansaço, e faça o que deve fazer.

Imagine só se perdêssemos esta magnífica noite só por falta de inspiração?

“Hasta la pruêssima”.

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dcpv – taí a lândia.

06/03/2012
número 316

Taí a lândia.

“Eu morava em Nova York, nos anos 80, quando me encantei pela culinária tailandesa. Além do sabor, o que me chamou a atenção foi a estética dos pratos, a decoração dos restaurantes e a explosão de cores e texturas. Sem dúvida, é uma cozinha sem tédio, atraente, saborosa e surpreendente”

É isto mesmo. Aqui em casa a culinária tailandesa também é uma das preferidas.

Assim como a Ina de Abreu, dona do excelente restaurante Mestiço e que prefaciou o livro Tailândia – Cozinhas do Mundo (Abril Coleções), nós também somos adoradores desta comida cheirosa, bonita, temperada, saborosa e apimentada.

Quando eu tenho alguma crise de criatividade, a comida thai é sempre um bom coringa pra ser aproveitado.

E assim como a Ina escreveu, “o mais importante foi constatar que , todos os dias, homens e mulheres, ou seja, os tailandeses, devotam seu tempo para aperfeiçoar a refeição e torná-la cada vez mais estimulante ao paladar, agradável aos olhos e à alma”.

Vamos, então, agradar as nossas!

Entrada – Gaeng Jued

A tradução é simplesmente “sopa simples”. É o que esta sopa de macarrão com arroz é.

E olhe que eu, por defeito no controle de estoque da minha despensa, acabei improvisando e usei cabelo de anjo no lugar do macarrão de arroz. Mas mesmo, assim resultou numa delícia.
Pra preparar, basta misturar numa vasilha 300g de lombo de porco moído, ¼ colher de shoyu e ¼ de colher de pimenta do reino branca moída, mexendo bem até obter uma massa homogênea.

Modele almôndegas com esta massa e reserve-as.

Leve uma caçarola ao forno médio com 1 litro de caldo de frango caseiro e 5 dentes de  alho socados.

Quando levantar fervura, coloque as almôndegas no caldo, acrescentando 100 g de macarrão cabelo-de-anjo (ou o de arroz!), 1 colher de nam pla, 6 cogumelos picados e ¼ de colher de açúcar.

Cozinhe em fogo médio até as almôndegas ficarem firmes.

Retire do fogo e junte cebolinhas e coentro picados a gosto.

Olha, é pra tomar de joelhos!

Como todo mundo sabe que harmonizar comida apimentada com vinho é muito difícil, apelei prum ótimo espumante da Lídio Carraro, o DA’DIVAS que foi “dos deuses, lidiodadivoso, brut brutal”.

Principais – Salada de Papaia Verde, Arroz frito com alho e  Frango na Brasa.

Este prato é uma representação de tudo o que a comida thai tem como características: é picante, intenso, salgado, ácido e um pouco queimado.

Iniciamos com o arroz que foi feito pela Dé. Acabei me complicando um pouco por causa da utilização da churrasqueira.
Este arroz é pra ser feito a qualquer hora. Basta esquentar uma wok com 2 colheres de sopa de óleo de girassol, deixar esquentar e acrescentar 6 dentes de alho picados.

Quando começar a dourar, junte 400 g de arroz cozido e salteie em fogo alto. Abra uma cavidade no meio do arroz e coloque 1 colher de sopa de manteiga e 2 ovos batidos.

Mexa bem e salteie novamente.
Regue com 3 colheres de sopa de molho de soja e acerte o sal e a pimenta.

Antes de servir, acrescente cebolinhas picadas a gosto.

Já pra emblemática salada (esta é uma lídima representante da gastronomia tailandesa), basta colocar numa vasilha 300g de papaia verde descascada e cortada à julienne, pimentas-malaguetas picadas a gosto e 5 dentes de alho picados.

Dê uma leve amassada  e acrescente 50g de vagens cruas cortadas finas, 2 colheres de amendoins tostados (também coloquei um pouco dos pinoli que os sócios nos presentearam) e tomates-cereja cortados.

Misture bem e junte suco de limão e nam pla (na proporção de 3×1) e 1 colher de sopa de açúcar.

Sirva com um pouco de acelga e folhas de manjericão.

E finalizando, as coxas de frango.

Inicialmente, soque 10 dentes de alho e 4 colheres de sopa de grãos de pimenta do reino num pilão. Acrescente 4 colheres de sopa de molho de soja, 4 colheres de conhaque e acerte o sal.

Mergulhe 800g de coxas de frango nesta mistura e deixe marinar por umas 4 horas, na geladeira.

Passado este tempo, asse as coxas numa grelha até que estejam macias.

 Confesso que a conselho da Dé, embalei o frango em papel alumínio, porque os bichinhos começaram a queimar muito rapidamente.

Enquanto isso, faça o molho. Leve uma panela ao fogo baixo com 6 dentes de alho socados, 120g de açúcar, 450 ml de vinagre branco, 3 pimentas-malaguetas vermelhas picadas e a colheres de café de sal.

Cozinhe até encorpar e sirva o frango com esta belezura.

Aí  foi só montar o prato todo e comer como um Rei do Sião.

Peguei o vinho branco mais fraquinho que eu tinha em casa, o grego Cuvée Prestige Skouras 2010, mas acho que mesmo assim a coisa não combinou muito bem. De qualquer forma, o achamos “leve, laujes, penélope”.

Sobremesa  – Torta de Côco.

Côco nos faz lembra a Tailândia. E nada melhor do que uma torta dele pra sobremesa.

Leve uma panela ao fogo baixo com 300 ml de leite de côco e 200g de açúcar, mexendo sem parar até que o açúcar se dissolva. Retira a panela do fogo e deixe esfriar.
Acrescente 320g de côco ralado e 50g de farinha de arroz. Mexa até obter uma mistura homogênea. Unte uma forma redonda com óleo vegetal e despeje a massa. Leve-a pra assar em forno pré-aquecido a 180ºC por 30 minutos.

Desenforme e corte em fatias. Foi o que eu fiz e duas vezes pro Mingão. É praticamente uma queijadinha seca.

Eis a opinião dos dois Mosqueteiros (o terceiro está  no Pará):
Taí. Sou louco por thai. (Edu)
Na thai tudo é barato. (Mingão)

“A Tailândia é um  lugar encantador: exibe templos repletos de detalhes em ouro, ruínas cheias de história, lindas cidades rurais e litorâneas e uma culinária marcada pelo equilíbrio dos sabores”.

É isto mesmo. É tudo a mais absoluta verdade, apesar de ainda não conhecermos o país, mas sermos fãs de carteirinha de tudo o que é thai.

E se você está desconfiado, afirmo que não ficamos cheirando a alho, apesar de toda esta quantidade que foi ingerida.
Inclusive, vampiros passaram longe daqui de casa! 🙂

La gon.

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dcpv – how to cook everything

28/02/2012
número 315

How to cook everything.

Sou um fã inconteste das estrepolias do Mark Bittman.

Acompanhei todas as matérias dele no Paladar (leia os 10 mandamentos do Mark aqui) e adoro a facilidade com que ele passa as receitas e indica possibilidades de substituição de ingredientes.

Como a família toda fez a arca da Amazon no final do ano (compramos cds, dvds e livros que seriam entregues com um frete só), aproveitei pra incluir no pedido o excelente How To Cook Everything, 2000 simple recipes for great food.

Enquanto ele custa R$ 150,00 por aqui, lá nos USA eu paguei U$ 35. É um bom negócio, né?
O problema é que ele está todo escrito em inglês. Mas até aí, dá-se um jeito.

E pra entrar no clima, optei por descrever todas as receitas no idioma original, ou seja, em inglês. Se precisar de ajuda pra tirar alguma “doubt”, não pense duas vezes para “to ask”.

Let’s go!

Starters – Marinated Mozzarella and Quick-Cooked Bok Choi.

O Bittman dificilmente indica uma receita complexa. Então aproveitei e combinei ricota (apliquei o princípio dele e saí substituindo) com couve chinesa.

E melhor; tudo “healthy”.

Para o queijo, “if you can find small mozzarella balls, by all means use them. Other cheeses you can use: cubes of feta, queso fresco or ricotta salata.

Ingredients – 1/4 cup extra virgin olive oil, 1/4 cup chopped fresh basil, parsley, or oregano leaves or any combination, 1 pound mozzarrella, salt and freshly ground black pepper, hot red pepper flakes.
1 –  Combine the oil and the herbs; toss in a bowl with the mozzarella.

2 Taste and add salt and both peppers to taste. If possible, let stand for at least 30 minutes before serving”

Já pro Bok Choy, escolhi o formato “mediterranean” de preparo.

” Cut the leaves (1 head bok choy). Trim the stems as necessary then cut into peaces 1 inch or so long and, if you like, the greens into peaces or ribbons; rinse everything well.

Put the olive oil (3 tablespoons) in a large skillet over medium-high heat; a minute later, add the stems and cook, stirring occasionally, until they just lose their crunch, about 3 minutes.

Add the greens, a sprinkling of salt and pepper, and about 1/2 cup water or stock.

Cook with 2 tablespoons capers, 1/4 cup chopped olives and 1 tablespoon minced garlic.

Cook for another minute or so, stirring, then add freshly squeezed lemon juice or balsamic vinegar to taste. Cook for another 5 seconds and serve.”

Dá pra imaginar o “flavour” destas duas entradas juntas?

E o melhor foi dar uma passada de “bread” italiano no molho azeitado que se formou no fundo do prato.

Aproveitamos pra experimentar um espumante Millesime Brutt da Miolo (resquício da nossa viagem ao Vale dos Vinhedos) que foi “surpreendente, meditérrime, a la santésime”.

Side – Penne with Tomato- Shrimp Sauce

Esta receita é uma “beauty”. A idéia principal é fazer um tremendo molho, usando como base água (se bem que “bittmei” de novo e usei um bom caldo de legumes)

“This is an all-purpose recipe, usefull for almost any finfish or shellfish you have in the house.

Bring a large pot of water to a boil and salt. Put 3 tablespoons extra virgin extra olive oil in a large skiller over medium-high heat. When hot, add 1 small dried hot red chilli and 2 cloves garlic, lightly crushed and cook, stirring, until the garlic thurns brown.

Remove and discard the chilles and garlic and add 2 cups chopped fresh tomatoes seeded. Cook, stirring, until the tomatoes begin to liquefy, about 5 minutes; add 1 teaspoon minced fresh rosemary and a good sprinkling of salt and pepper.

Cook for another 5 minutes , then turn off the heat.

Cook the pasta in the boiling water. When the pasta just begins to soften, stir 3/4 pound large shirmp into the sauce – they nedd cook for only 3 or 4 minutes – along with most of the parsley.

Drain the pasta when is it tender but not mushy, then toss it with the sauce and remaining parsley.

 Serve immediately.”

E foi servido.

“Warminho” e “smellzinho”.

Ainda mais acompanhado do magnífico e fresquíssimo vinho branco Chardonnay Da’Divas Lidio Carraro 2011 que nos pareceu “feminino, da’divoso, quedou-me”.

Dessert – Grapefruit Granita and Sugar Syrup

Vou confessar; aproveitei o meu sorbet feito com legítimas uvas viniferas do Vale dos Vinhedos …

… e acompanhei com uma calda de fava de baunilha.

Esta calda foi feita assim: make this syrup in any quantity you need; the ratio – equal parts water and sugar – is always the same.

Combine the sugar and the water in a small pot; bring to a boil and cook until the sugar is dissolved, stirring occasionally. Set aside and cool to room temperature. Use immediately or store in a clean container or jar, covered, in the fridge for up 6 months.

O resultado foi “wonderful and terrific” (eu disse terrific, certo?)

Eis as “opinions” dos big fãs:
Mark Bittman sabe tudo. E nós também. (Edu)
British delicious, só faltou o Pierre. (Mingão)

O livro é “the biggest” (são 1044 páginas) e é referendado por um montão de gente graduada. Mario Batali, Bobby Flay, Jean-Georges Vongerichten estão entre eles.

E nós, off course!

See U.

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