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dcpv – dia diez – florida – parabéns pra você e um dia gourmet em orlando. em orlando?

13/07/12

Dia diez – FlóridaParabéns pra você e um dia gourmet em Orlando. Em Orlando?

O dia seria de muita correria (que novidade!).

Tomamos um café da manhã no próprio hotel (correto e incluído na diária) e corremos pra fazer as compras quase que finais.

Bed, Bath & Beyond, …

… malas novas (e necessárias) e Best Buy (mais do que necessária).

Pronto! Lá se foi a manhã.

Aproveitamos o dia praticamente dedicado ao esporte que consagrou (e consagra) os brasileiros, pra dar um toque gastronômico a este pedaço da viagem. Dizem que Orlando não tem restaurante legal; que “se prepare pra comer junkie food“.

Pode ser que seja isso mesmo, mas procurando bem, você sempre encontrará lugares diferenciados. Tudo bem que tecnicamente, estes lugares, na maioria das vezes, podem não estar na localidade de Orlando.
Por exemplo, este do nosso almoço fica em Winter Park , uma cidade muito bonita e onde os turistas deveriam dar um tempo na maluquice das opções compras/parques.

O The Ravenous Pig (algo como porco esfomeado) dos chefs James e Jules Petrakis é um gastropub com bastante identidade.

Com decoração despojada e ambiente agradável, ele oferece, obviamente, muitos pratos com fundamentos porquísticos.

Chegamos no horário da reserva (feita pelo Open Table), fomos sentando e percebendo que a frequencia é basicamente de americanos. Optamos por pedir 2 entradas, 2 saladas e 1 prato principal.

Estava muito calor (e que calor! Quase 35ºC.) e o jeito foi nos refrescarmos com bastante água, chás e cervejas (talvez o unico defeito do lugar seja oferecer opções muito caras de vinhos em taças).

Pra iniciar, pedimos ótimos pretzels servidos com mostarda e molho , …

… um prato de charcuteria feito pelos próprios chefs, …

… uma salada de orgânicos da fazenda pra Re, …

… uma outra de pato com frutas pra Dé …

… e uma lombo ao ponto (praticamente churrasqueado) acompanhado dum curioso copo de excelentes batatas fritas.

Pra extrapolar um pouco, sobremesa. Gostosos e macios churros com uma calda de chocolate queimado.

Olha, não se esqueça do nome deste restaurante. Ele é um oasis (literalmente) e tem uma qualidade a mais: você dificilmente encontrará uma daquelas crianças aceleradas querendo ver o Mickey.

Voltamos à realidade e aproveitamos o caminho da volta pra dar uma olhada no Mall at Millenia, …

… um shopping modernoso e, ao menos por enquanto, fora do circuito dos “shopaholic” brazucas de plantão.

Lá tem lojas bacanas, um visual poderoso e melhor, um ar condicionado eficiente.

Voltamos pra região do hotel, deixamos a Re no trabalho e fomos nos preparar pro jantar de aniversário da Dé.

Deixa eu explicar melhor: esta viagem seria originalmente iniciada na data da cumpleaños da Dé. Só que devido a grande DHL, os nossos passaportes não chegaram a tempo e tivemos que adiar tudo.

Preferi manter a mesma programação e acabamos indo jantar no lugar pré-determinado, o The Chef’s Table at the Edgewater.

Até a esperada entrega de flores com um cartão especial aconteceu.

A região toda do restaurante é linda. Ele fica na cidade de Winter Garden (mais uma que quem vai pra Orlando tem que conhecer), numa rua toda arborizada e encantadora (estou parecendo a Dé).

Fomos pra lá (são aprox 40 km) apreciando um lindo por-do-sol.

E a tal mesa do chef é praticamente uma mesmo. Já que o lugar é metade um gastropub e metade, um restaurante com menu a preço fixo com a escolha entre 4 possibildades pra cada movimento (entrada, principal e sobremesa), além da chance de se harmonizar vários vinhos.

Toda a comida e o lugar tem uma estrutura bastante familiar.

O garçon que nos atendeu é casado com uma recifense (como se fala português em Orlando!) e aproveitou pra praticar conosco.

E nós escolhemos pratos excelentes.

A Dé, hipernaturalista, foi de salada de tomates e melancia com queijo de cabra.

Eu de tomate verde assado com milho.

Vinhos brancos foram servidos: um Marsanne Roussanne 2009; o outro um Tariquet Classic 2009, ambos bons e franceses.

Como principais, pra Dé um peixe do dia, um halibut com vôngoles e legumes 

… e pra mim, um costelão “derrrrretendo” com um purê rústico de batatas .

A Dé continuou no vinho branco, o Torrontés Santa Julia 2010 Chile e eu, estreei os tintos, o Shiraz Farway Farm 2008 South Africa.

Note que pelo tamanho dos pratos (apesar de estarem excelentes), normalmente não pediríamos sobremesas.

Mas como estavam incluídas …
A Dé pediu, e não se arrependeu, uma tremenda Millefeuilles de blueberries 

… enquanto eu me refresquei com um  sorbet de papaia!

Finalizamos com vinhos de sobremesa. Um Late Harvest chileno pra mim e  um  italiano de pedigree pra Dé, o espumante Zonin.

E pra arrematar, como o pessoal entendeu que realmente seria o aniversário da De, ainda recebemos um cartão simpático com velinha e tudo o mais.

Foi o que podemos chamar de “desaniversário” perfeito.

Portanto, quando você estiver em Orlando naquela fissura de compras/parques, dê uma parada, troque de dupla e vá conhecer a comida de Kevin e Laurie Tarter.

Você não se arrependerá.

See U.

.

PS – Antes de dormirmos demos uma passeada pelo BoardWalk e aproveitamos pra conhecer a Jellyrolls, …

… um bar onde dois caras tocam piano e cantam as músicas pedidas pelos frequentadores.

Experimente! É muito bacana.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia uno – Orlando/Miami – Aqui não tem nada de Miami vice. Só Timão campeão.
Miami – Flórida – Dia dos – Vendo o Art Deco sobre duas rodas.
Dia tres – Miami – Wynwood, quando grafite é puro encantamento.
Dia cuatro – Miami – Florida – Casa minha, casa nossa, Casa Tua.
Dia cinco – Flórida – La Donna è mobile em Miami?
Dia seis – Miami – Flórida – Será que o estádio do Timão vai ser assim?
Dia siete – Miami – Flórida – Passeando com os velhinhos em Palm Beach. Del Boca Vistaaaa!
Dia ocho – Palm Beach – Flórida – Fomos pra Jupiter.
Dia nueve – Flórida – Palm Beach/Orlando – O dia Seinfeld da viagem.

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dcpv – ava na guila, ava na guila, ava na disney…

25/05/2012

Ava na guila, ava na guila, ava na disney…

Eu sempre tive curiosidade em saber como é a comida dos judeus.

Toda vez que passo no sex shop, tenho vontade de trazer coisas que tenham a ver com a preparação pro Shabat (dia do descanso, comemorado a partir do entardecer de sexta-feira até o final de sábado); pro Yom Kipur (o dia do perdão); pro Pessach (a Páscoa judaica, que celebra a saída dos judeus do Egito, liderados por Moisés) ou pro Rosh Hashaná (o ano novo judaico, comemorado durante dois dias entre o final de setembro e meados de outubro, conforme o calendário judaico).

E até mesmo experimentar os alimentos kosher (que em hebraico significa bom e próprio).

A oportunidade veio com a compra de mais um daqueles livrinhos de R$ 2,99 da coleção Cozinha do Mundo da Abril, o sobre Israel.

As babe, como são chamadas as avós em dialeto iídiche, são as grandes responsáveis pela preservação da culinária judaica. Passadas de mãe para filha, as receitas sobreviveram ao longo dos séculos, mesmo dispersas por vários países. Não por acaso, enquanto chefs do mundo todo são na maioria homens, as mulheres permanecem as grandes chefs da gastronomia judaica”.

Vamos lá, pois.

Bebidinhas – Caipirinha de caju

Uma batida contendo uma simples fruta representante da mais autêntica culinária judaica, o caju. 🙂

Entrada I – Cebola frita.

Mais simples, impossível.

Coloque 4 cebolas grandes cortadas em cubos pequenos numa panela com 600 ml de óleo frio.

Ligue o fogo na temperatura máxima e frite as cebolas por 30 minutos, ou até ficarem bem douradas, mexendo sempre.

Depois, tire-as do óleo e escorra-as em papel toalha. Sirva em seguida.

Entrada II – Tzimes de cenoura.

Outra muito simples.

Refogue 4 cenouras cortadas em rodelas na manteiga numa frigideira de borda alta, mexendo sempre, por 2 minutos.

Adicione sal, diminua o fogo e acrescente suco de 1 laranja e 2 colheres de sopa de mel, misturando pra que tudo fico dissolvido.

Cozinhe com a frigideira tampada por 25 minutos, ou até as cenouras estarem macias. Sirva em seguida.

Entrada III – Salada de batata com especiarias.

Pra variar, esta receita também é muito fácil.

Cozinhe 6 batatas médias com casca em água e sal por 20 minutos. Escorra-as, descasque-as e corte-as em cubos pequenos, enquanto ainda estiverem quentes.

Numa vasilha, misture- as com 1/4 xícara de chá de azeite de oliva, 1/2 xícara de suco de limão, 1 colher de chá de pimenta da Jamaica, 1 colher de chá de cominho, 1 colher de chá de pimenta branca moída na hora, sal, cebolinha francesa e salsinha cortadas finamente a gosto.

Disponha as batatas temperadas numa travessa , junte 2 ovos cozidos cortados grosseiramente, mexa e sirva.

Entrada IV – Salada de pepino com creme azedo.

Fácil de novo.

Prepare o creme azedo da seguinte maneira: bata 500 ml de creme de leite com suco de 1/2 limão até obter uma mistura cremosa.

Enquanto isso prepare a salada: numa vasilha junte suco de 1 limão, 2 colheres de sopa de dill fresco, 1/2 colher de chá de pimenta do reino moída, sal e o creme azedo. Bata até obter um molho homogêneo.

Acrescente 2 pepinos cortados em lâminas e deixe na geladeira por 4 horas antes de servir.

Resultado final da equação : I + II + III + IV = delícia total.

É um prato muito saboroso, especialmente pros veggies. A Dé adorou!

Tomamos uma ótima cava espanhola pra acompanhar, a Cava Raventos i Blanc Gran Reserva 2006.

Principal – Frango assado com ervas e mel.

Esta receita é a menos fácil de todas as que formam este menu.

Pra fazê-la, basta temperar 4 coxas e sobrecoxas de frango com pele, com 1 colher de chá de páprica doce, 2 dentes de alho picados, sal e pimenta a gosto.

Coloque o frango numa assadeira, adicione ramos de tomilho …

… e cubra com papel-alumínio.

Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC, por 30 minutos.

Tire do forno, retire o papel-alumínio e coloque 2 xícaras de chá de vinho branco, o mesmo de caldo de frango e 2 batatas grandes cortadas em cubos.

À parte, misture 1/2 xícara chá de mel e suco de 1 limão.

Regue o frango com esta mistura e retorne a assadeira ao forno por mais 30 minutos ou até que o frango fique bem dourado. Sirva em seguida.
E olhe; ficou uma delícia.

Acompanhamos com um tinto chileno delicioso, o Special Edition Cordillera Maipo 2010.

Sobremesa – Bolo de semolina com damasco.

Este bolo tem realmente um jeitão daqueles de antigamente. Prepare a massa numa vasilha: misture 1 e 1/2 xícara de chá de semolina, o mesmo de farinha de trigo, 1 colher de chá de fermento em pó e 1/2 xícara de chá de açúcar.

Mexa bem e acrescente 200g de margarina, 1 copo de iogurte e 1/2 xícara de chá de coco. Mexa novamente até formar uma massa homogênea.

Coloque esta mistura numa forma retangular e leve ao forno pré- aquecido a 180ºC por 25 minutos.

Prepare uma calda com 3 xícaras de água e 1 xícara de açúcar. Acrescente suco de 1 limão.

Despeje esta calda sobre o bolo e decore com damascos.

“A história de um povo pode ser contada por seus hábitos à mesa. E para os judeus, que até 1948, ano do estabelecimento do Estado de Israel, não contavam com um país, a culinária sempre representou um forte ponto de identidade. Por esse motivo, a gastronomia judaica, além de saborosa, é temperada de simbolismos e tradições”.

Sabe que eu nunca tinha visto por este ângulo? Experimente a cozinha judaica. Você não se arrependerá (ops).

Lehitra’ot.

Nota da redação – Aconteceu um pequeno problema com as fotos originais deste post. Acontece que, sem querer, eu apaguei as que fizemos na noite da confraria.

E como ficamos de fazer um almoço pro pessoal que iria (na verdade, já estão lá há um mês) trabalhar na Disney (Guilherme, Mari, Aline,Marcelo, Rafa e a Re), resolvemos repetir o mesmo menu e assim, aproveitar as fotos deste domingo.
De qualquer forma, fica a brincadeira de encontrar os Hidden Mickeys, certo?

Bye.

.

dcpv – florida – day three – orlando – rtw no epcot

10/02/11

Flórida – Day Three Orlando –  RTW no Epcot.

O dia amanheceu broncolhão. Ou melhor, broncolhaço!

Chuva, muita chuva. Mas não esmorecemos.

Afinal de contas, a nossa guia, a Re (assessorada pelo namorado, o Hugo) não queria saber de nada. A programação teria que ser cumprida, “custe o que custar”.

Depois do café da manhã tomado no próprio hotel, rumamos pro Disney’s Hollywood Studios.

Lá veríamos algumas novidades duma parte inaugurada há pouco.

Pegamos um fastpass pro Toy Story Mania! e fomos passear (a chuva deu uma amainada). Passamos por vários lugares conhecidos e consequentemente, habitantes do nosso imaginário.

Até aprendemos a desenhar …

… no The Magic of Disney Animation.

Vimos como exatamente funciona uma seletiva do The American Idol Experience …

… com direito a transmissão ao vivo, …

… votação da platéia e banca de jurados. Sensacional. Só não nos inscrevemos pra participar porque não teríamos tempo de disputar a final! rs

Não resistimos a assistir novamente ao Muppet Vision 3-D.

Ainda mais com a Miss Piggy (que a Dé adora) dando o ar da graça.

Fomos duas vezes no Toy Story Mania!, um brinquedo em que além de ser em 3D, ainda te dá a oportunidade de treinar a sua (no meu caso, parca) pontaria. Fantástico!

Conhecemos mais um montão de lojinhas bacanas (sem trocadilhos, é chover no molhado falar da capacidade dos americanos de te fazer comprar tudo o que se vê por lá) e …

… também tomamos um ótimo café num ótimo Café.

Correria! Fomos pro Epcot pois a Re tinha marcado uma viagem de volta ao mundo (além de eu ter reservado pra almoçarmos num italiano).

Interessante como o Epcot não é tão valorizado como parque e, com o passar do tempo, você entende plenamente o que o sr Walter pretendeu passar pra todos com este espaço.

Você se sente fazendo uma RTW (Round The World Ticket ou melhor dizendo, um bilhete aéreo duma viagem ao redor do mundo) e em poucas horas. Além de, no nosso caso, ter a possibilidade de comprar um montão de excelentes coisas procedentes dos países visitados com um desconto de 40% (coisas de cast members!).

Fomos direto pro Via Napoli, um italiano da gema. Note que todos os restaurantes do Epcot  só utilizam mão-de-obra de origem comprovada. Portanto, lá só tinha italianos de verdade.

Pedi um vinho branco Gavi de Gavi e iniciamos o nosso tour carcamano com arancini e …

… um aperitivo de salame e provolone,

O lugar é uma belezura e os 3 fornos com nomes de vulcão dão o toque especial.

O Hugo pediu uma pizza especial (molho com tomates San Marzano e presunto de Parma),

A Re foi de fusilli com piselli e pinolli (isto parece um hai kai toscano).

A Dé aproveitou pra matar as saudades da boa comida (é, comer em Orlando ainda é dose pra leão, ou melhor, rato) e tascou uma lasanha canelônica à bolonhesa.

Eu fui simples e direto: espaguete com porpettas (as onas!).

Tudo ao dente e com a o sabor e a simpatia que os italianos emanam.
Saímos de lá e aproveitando tudo o que a Itália possui. Aí incluem-se belas paisagens e ótimos ingredientes.

Seguimos pela China (essa falsificação foi perfeita), …

.. pela Noruega (vimos tudo o que é tipo de chifres),…

…pelos Estados Unidos (e seu patriotismo), …

… pelo Japão (a Re comprou uma ostra que estava dentro da pérola), …

… pelo Marrocos (e seus inconfundíveis sabores), …

… pelo Canadá (e seus jardins vitorianos), …

…  pelo Reino Unido (e sua maravilhosa batata frita) …

… e só poderíamos finalizar pela França por razões óbvias.

Enfim, uma verdadeira volta ao mundo que só a Disney pode te proporcionar (rtw no wdw?).

Além da belíssima visão que a esfera padrão do Epcot te proporciona especialmente quando acesa.

Voltamos rapidinho ao hotel pois queríamos assistir ao Wishes, o espetáculo dos fogos de artifício do Magic Kingdon num ângulo totalmente inusitado.

O da sacada do nosso quarto.

E foi mesmo!

Apesar da chuva e da pouca dispersão da fumaça, foi emocionante ver aquele espetáculo e que de alguma maneira, parecia ter sido feito só pra nós.

Ainda tivemos tempo de passar mais uma vez em Dowtown Disney e sermos apresentados a mais algumas lojinhas muito legais …

… com produtos mais ainda (compramos um Mickey pintado pelo Romero Britto).

Pra finalizar este ótimo dia, nada como junkie food na veia.

E no Planet Hollywood, onde ao que parece , ainda vale a pena ir somente pra ver as memorabilias cinematográficas.

No mais foi descansar e dormir o sono dos justos com uma vista destas:

See U.

.

dcpv – florida – day one – orlando – entrando no mundo mágico.

08/02/11

Flórida – Day One  –  Orlando – Entrando  no Mundo Mágico.

Eu sei que é redundância, mas tivemos mais uma vez  um vôo super-tranquilo pela TAM pra Miami.

Tudo absolutamente no horário. Check-in, decolagem, entretantos, aterrissagem, etc.

Passamos, inclusive e com visibilidade  por Cuba e Bahamas.

Complicou um pouquinho na alfândega americana (muita gente) e um pouquinho mais quando fomos pegar o carro alugado na Hertz e fila era imensa (aviso aos navegantes, ops, aos motoristas: construíram um aeroporto (carroporto?) de locadoras, próximo ao aeroporto de Miami. Agora, todas estão juntinhas e num mesmo uber-prédio).

Resultado: rumamos pra Orlando com mais de uma hora de atraso (eram 17:30 hs) e pegamos alguns congestionamentos. Este fato me obrigou a dirigir a noite, mas mesmo assim chegamos tranquilamente e encontramos a Re (ufa, que saudades!) por volta das 21:30 hs.

Check-in feito no Grand Floridian, um resort dentro da Disney, com tarifas mais do que amistosas (quase U$200, se bem que neste caso, pesou bastante o fato de ter sido feita pelo Pluto!) e com uma vista diurna do castelo da Cinderela de tirar o fôlego.

E noturna também.

Como imprevisto na programação da guia Renata, tivemos que transferir o jantar no Victoria&Albert’s, o restaurante estrelado do hotel  pra quinta a noite. Paciência, aguardaremos!

De qualquer forma, descemos pra dar uma olhadinha no lobby e aproveitamos pra entrar no clima do lugar: junkie food na lanchonete do próprio hotel.

Hamburguer, …

…, fried chicken, …

… batatas fritas, …

… vinho rosé ruinzinho e …

… caminha. Merecemos, a família toda, uma bela noite de sono.

Amanhã iniciamos a maratona. A intenção é saber das novidades de Orlando (Harry Potter incluso) e fuçarmos um pouco mais (com a expertise da Re) em lugares que teoricamente deveríamos ter conhecido melhor nas outras vezes.

Nos aguarde, Mickey.

.


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