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dcpv – comida eatalyana e ferrazense.

28/04/2015
número 415

Comida eatalyana e ferrazense.

Acabamos de voltar de Nova York.

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E, certamente, uma visita a esta grande metrópole nunca será completa se não incluir ao menos uma incursão pelo maior sex shop do mundo, o Eataly.

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Trocadilhos a parte (este do nome com o da Itália é sensacional), este lugar é realmente um espetáculo.

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Lá você encontra alimentos italianos legítimos e ainda pode fazer uma grande refeição tanto nos seus inúmeros restaurantes, como simplesmente comendo burratas, tábuas de frios e tomando espumantes Ferrari.

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Foi o que fizemos ao menos seis vezes (né, Lourdes e Eymard?). E é claro que não voltaríamos de lá sem fazer umas boas comprinhas que nos rendesse uma grande noite aqui na grande FV.

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Vamos lá, então, a noite eatalyana (e ferrazense) aqui no dcpv.

Entrada – Salumi, Formaggio & Bruschettas.

Este prato é tão simples quanto a maioria dos que experimentamos por lá.

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Foi só desembalar os frios, …

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… cortar o parmeggiano, …

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… esquentar o molho siciliano especial para bruschettas, …

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… assim como as fatias do pão italiano que as formariam …

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… e montar tudo num prato. Taí a belezura!

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Como não poderia deixar de ser, tomamos um tinto italiano, o Schola Sarmenti Rosso 2011, que foi “abac, morais, cyrus, rosenesco“.

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Principal – Pasta ao pesto de Finnochio.

Pasta ao pesto? Muito bom foneticamente.

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E melhor ainda ao paladar. Feito como?

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Simplesmente cozinhando uma massa bastante interessante (já que era formada por muitos tipos de macarrão) …

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… e misturando com um pesto de finnochio (erva-doce), …

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… além de pimenta malagueta seca e moída, …

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… que deu um toque especial ao prato.

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Complementamos com um vinhaço italiano, o tinto Barbera D’Asti Pomorosso Coppo 2011, que foi “quivinho, copporosso, pomodoso, v.q.c“.

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Sobremesa – Cantuccini al Pistachio e Baci di Dona.

Esta foi fácil de fazer. Bastou abrir os dois pacotes dos biscoitos e estava pronta.

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Não precisa nem dizer que tanto os cantuccini (biscoitos feitos com farinha de amêndoa), como os baci de dona (recheados com nutella) estavam excepcionais.

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E melhoraram quando acompanhados pelo famoso anisete da D Anina.

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Eis a opinião dos verdadeiros italianos:
Eatalyano ao extremo. Quero ver fazer um negócio desse parecido por aqui. rs (Edu)
Que venha a Itália. (Mingão)
Depende é “probremático”, mas a comida é boa demais! (Deo)

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Pronto! É claro que não consegui reproduzir fielmente o conjunto que é formado pela comida e pelo ambiente deste magnífico estabelecimento que é o Eataly novaiorquino.

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Mas certamente a nossa união, amizade, conversa fiada e risadas colaboraram muito pra que tudo estivesse bem próximo.

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Viva o Eataly! Dizem que um Eataly será inaugurado brevemente em SP. Torço pra que tudo dê certo, mas duvido que conseguirão manter o equilíbrio entre qualidade e preço dos similares pelo mundo. (Em tempo, já visitamos o Eataly praiano e apesar de alguns contratempos, gostamos muito).

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Arrivederci.

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dcpv – piemonte – dia cinque – vendo as borbulhas de asti e sexshopeando no Eataly.

26/11/14

Piemonte – dia Cinque Vendo as borbulhas de Asti e sexshopeando no Eataly.

Acordamos junto com o dia mais broncolhão de todos. Tudo muito nublado e chuvoso.

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Tomamos o nosso café da manhã no hotel

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… e zarpamos pra Asti

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Que não é uma cidade usualmente utilizada como referência piemontesa.

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Mas que é bem bacana, ah, isso é.

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Dirigimos bastante (quase uma hora) até chegarmos lá.

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A neblina continuava pesada.

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Chegamos e andamos muito.

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Estacionamos próximos a uma feira livre.

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Ver produtos de qualidade é sempre muito bom.

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Asti é conhecida além dos espumantes que produz, pelas sua Torres antigas …

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… e por ter um Pálio que concorre com o de Siena.

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Vimos várias destas torres.

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Também passamos pela igreja de San Secondo …

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… e pelo Duomo.

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Sabe que foi legal nos perder por uma cidade totalmente desconhecida …

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… e praticamente sem referências?

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Até tomamos um sorvetinho na GROM.

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Como já estávamos perto do horário do almoço, rumamos pro restaurante que havíamos reservado, o Angolo del Beato.

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Em tempo, o livreto Itália – Para Comer e Beber Bem, do Juscelino Piselli e do Gerardo Landulfo é imperdível pras situações de escolha de bons restaurantes em toda a Bota.

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E foi mais uma refeição memorável.

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O lugar é pequeno e bastante aconchegante.

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E como estávamos na terra do espumante, fomos logo chamando um Ruinart.

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Acatamos a sugestão do proprietário, e pedimos um misto de entradas típicas da região. Alcachofras cruas com parmeggiano, …

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… coniglio tonato, …

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… salsiccia (mais conhecida como lingüiça) cruda de Bra …

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… e uma tremenda e típica salada russa. 🙂

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Tudo muito bem temperado e em quantidade suficiente pra nos saciar.

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Tomamos um Barbera D’Asti (um vinho da casa) …

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… e até exageramos um pouco, ao pedir talharim na manteiga com trufas brancas pra todos.

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Mas estava tão bom que ninguém reclamou e todos comeram tudo.

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Com tudo tão agradável, ainda sobrou um espacinho pra experimentarmos (especialmente a Lourdes) ótimas pêras a Belle Helene.

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Pronto!

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E num clima de forte emoção, resolvemos dar um pulo em Turim (mais meia hora de carro) pra visitarmos novamente o nosso queridinho, o Eataly, a matriz.

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Taí um loja que merece a alcunha de sex shop.

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Tudo lá é tão perfeito que a toda hora você fica se perguntando o porque de ainda não ter alguma coisa parecida em SP (em tempo, já temos o nosso Eataly!).

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Iniciamos tudo pela enorme …

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… e diferenciada seção de vinhos.

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Logo após passeamos pela mercearia, …

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… pelos queijos, …

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… pelos presuntos de Parma, …

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… pelos hortifruti (segue o necessário fotoblog)…

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… e finalizamos o tour com um obrigatório pitstop no balcão …

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… onde tomamos um espumante Ferrari …

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… e comemos duas tábuas de frios: uma de queijos e salames …

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… e outra de presunto e mozzarela de búfala.

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Enfim, certamente podemos comparar a Eataly com o que seria uma Disney gastronômica, só que onde tudo é de verdade.

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Retornamos ao hotel com um pouco de chuva e bastante neblina.

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O negócio foi optarmos por ficar por lá mesmo.

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Como não estávamos com muita fome, quebramos o galho tomando um vinhozinho tinto da casa, um Dolcetto …

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… e comendo saladas …

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… cardos com trufas …

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… e uma carne especial ..

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… no próprio restaurante do hotel.

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Uau! Que dia mais maluco!

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Passamos por Asti, …

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… por Turim …

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… pelo Eataly …

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… e finalizamos onde começamos.

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Só no Piemonte mesmo!

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Arrivederci.

Veja os outros dias desta viagem:
dia uno – Chegando e reconhecendo o Piemonte
Dia due – Barolo, a cidade.
dia tre – Piemonte – Olha que nome legal de cidade: La Morra.
Dia cuatro – Uma trinca quase perfeita: Coppo, Piazza Duomo e Vietti.

 

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dcpv – ny – dia eight – a mim, a ti, a voce.

18/10/2013

NY – Dia eight – A mim, a ti, A Voce.

Mais um dia eclético.

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Fizemos compras, turistamos e até andamos de Pedicab.

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Vamos começar pelo princípio.

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Tomamos um bom café da manhã no Obikà, do Trump Tower.

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De lá, descemos pra passear a pé por NY.

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A intenção seria ir no sentido de downtown e almoçar na Grand Central Station.

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Só que enquanto isso, aproveitamos pra conhecer a Biblioteca Municipal, que é bastante antiga e lindíssima.

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Demos uma boa olhada em  tudo …

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… e percebemos o valor que o americano dá pra informação (vide o xará Snowden).

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Aproveitamos que estávamos próximos e almoçamos no Grand Central Oyster Bar .

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Inicialmente, encontramos com a prima do Eymard, a Maria e aí fomos comer.

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O lugar é muito tradicional …

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… e tem bastante história.

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Apesar que a comida nos pareceu um tanto quanto meia-boca.

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É claro que iniciamos pedindo um grande pratos de ostras (ótimas)…

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… e uma entrada de camarões pra Dé, que não aprecia muito as bivalves.

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Acompanhamos tudo com um Sancerrrrrrre Fournier 2011 que não estava a altura das ostras.

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O problema apareceu quando resolvemos escolher os principais.

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Pedimos vários tipos de peixes, mas todos pareciam variação do mesmo tema. Sempre um peixe com o acompanhamento de brócolis/batatas/cenouras.

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Ou seja, não existia a mínima imaginação e o gosto de tudo parecia um pouco pasteurizado.

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Conversamos bastante e nos despedimos da prima do Eymard.

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O nosso próximo destino seria o museu da Matemática, uma dica da Drix, que caiu como uma luva no nosso programa.

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Descemos toda a Madison Ave e na altura da 26th, chegamos.

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E foi uma grata surpresa.

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O museu é iterativo …

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… e você aproveita cada uma das experiências que lá são mostradas.

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Inclusive, andar numa bicicleta com rodas quadradas.

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Logo depois da visita, mais uma vez aproveitamos a proximidade pra curtir mais uma happy hour na Eataly (que sex shop!!).

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Espumante Ferrari, burratas e prosciuttos fizeram parte do menu.

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Resolvemos inovar e voltamos de pedicab pro hotel.

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Pra variar, foi muito divertido.

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O jantar seria no restaurante A Voce, um italiano decente e muvucado que fica no Time Warner.

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E olha, certamente foi a segunda melhor refeição que fizemos nesta viagem.

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Iniciamos pedindo um vinho branco californiano …

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…dividindo entradas de atum …

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… e uma burradita. Ambos perfeitos.

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Como principais, todos optaram por massas com exceção da Dé que foi de bacalhau.

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A Lourdes escolheu orecchiette de beterraba, …

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… o Eymard, raviolis de lagosta, …

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… e eu, polvólogo que sou, um gnocchi com molho do octopussy.

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Como estávamos no embalo, tomamos mais um branco, um Chassignon Montrachet Les Champs-Gains que harmonizou perfeitamente com tudo.

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Num arroubo, pedimos sobremesas. Uma, farofa de azeite de oliva com sorvete de manjericão, …

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… e outra, uma torta de chocolate com sorvete de leite condensado.

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Olha, foi realmente uma refeição memorável e digna da despedida noturna desta grande cidade.

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Mesmo porque ainda haveria uma despedida diurna.

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Bye.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Dia one – New York, niu iorque.
New York – Dia two – Eeeeeéééé touchdown.
NY – Dia three – Linha alta; High Line. E Fiiiiiiiiiiiiígaro.

NY – Dia four – O rei MoMA.
NY – Dia five – Compras, trufas e mais trufas.
NY – Dia six – Mais uma bola de três.
NY – Dia seven – Per che, Per Se.

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dcpv – ny – dia five – compras, trufas e mais trufas.

16/10/2013

NY – Dia five  – Compras, trufas e mais trufas.

Tiramos estes dois dias pra praticar o esporte que consagrou os brazucas: comprar.

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Fomos na Nike, na Bloomingdale’s, …

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… na Victoria’s Secret e a muitos outros lugares.

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Almoçamos no Le Train Bleu, restaurante da loja de deptos Bloomingdales. A comida foi Ok.

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Especiais de frango e couscous pro Eymard e pra Lourdes, …

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paillard de frango pra Dé …

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… e moulles et frites para mim.

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Tudo correto. apenas isso.

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O acontecimento do dia seria no Eataly, o sex shop nova-iorquino. Faríamos uma aula/jantar sobre trufas.

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E tudo começou assim: tivemos um pequeno frisson por conta do tempo de demora do trajeto do hotel até o Eataly.

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Saímos com meia hora de adiantamento e conseguimos chegar com 10 minutos de atraso. A sala estava lotada e a organização era impecável.

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Tudo se iniciou com explicações sobre o tubérculo dadas por um especialista, um produtor italiano (o que facilitou bastante a nossa compreensão, dado o inglês macarrônico dele).

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Em seguida serviram o primeiro prato, bruschetta com ricota, abóbora, mel e trufa negra.

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Era muito boa e foi acompanhada por um ótimo espumante italiano, o Contratto Millesimato Brut 2007.

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Continuamos a conversa com algumas curiosidades sobre o mercado de trufas e mais um prato foi servido, a óbvia carne cruda con vinagrete al tartufo nero. Esta também estava muito boa e muito bem temperada.

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A Dé comeu legumes empanados.

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A harmonização foi feita com um vinho branco Pomino Marchesi Frescobaldi DOC 2012.

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Era tempo de perguntas. E todas foram muito bem respondidas pelo especialista.

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Enquanto isso, o prato que mais representa o movimento trufístico foi servido, um tagliatelle con burro ao tartufo, mais conhecido como tagliatelle com manteiga e trufa branca. Uma verdadeira pasta al dente que foi devorada por todos os presentes, inclusive nós.

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Pra beber, nos serviram um vinho tinto do Langhe, um Nebbiolo Brandini DOC 2009. Frise-se que todos os vinhos eram excelentes.

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Você pensa que acabou? Nananinaná. Terminamos tudo com um arrosto (eu disse arrosto!) com tartufo bianco, bietola e purê de verdura.
Os três pedaços de carne foram um certo exagero, mas ela estava deliciosa.

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Já pra Dé (eles perguntaram quem não comia carne vermelha e ela prontamente levantou a mão) ofereceram Canelonni de cogumelos.

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Olha, foi uma aula/jantar muito legal, bastante informativa e como não podíamos deixar de esperar, com uma comida de alto nível.
Recomendo bastante um evento deste tipo, caso você esteja passeando por esta maravilha que é o Eataly.

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Ainda aproveitamos pra dar mais uma olhada na loja e compramos algumas coisinhas bastantes úteis.

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Só nos restou, caçar literalmente um taxi, retornar pro hotel a tempo de tomarmos um Cremant gelado para relaxarmos um pouco mais.

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New York, New York.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Dia one – New York, niu iorque.
New York – Dia two – Eeeeeéééé touchdown.
NY – Dia three – Linha alta; High Line. E Fiiiiiiiiiiiiígaro.

NY – Dia four – O rei MoMA.

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dcpv – ny – dia three – linha alta; high line. e fiiiiiiiiiiiiígaro.

15/10/2013

NY – Dia threeLinha alta; High Line. E Fiiiiiiiiiiiiiígaro.

Acordamos meio que não sabendo exatamente o que fazer.

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Até que o Eymard indicou pra tomarmos café no hotel Standard.

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Ele é bem diferentão, hyppado e fica no Meatpacking (perto do The High Line).

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Depois dali, aproveitamos pra andar pela vizinhança e fomos conhecer o Chelsea Market.

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Uau, que lugar.

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Pode pensar em qualquer coisa excelente na área gastronômica que você encontrará por lá.

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Este vale o fotoblog:

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Saímos e entramos no High Line.

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Pra quem não conhece, é um parque suspenso que foi construído sobre uma linha de trem elevada que estava desativada.

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É muito legal, pois você anda por sobre a cidade, …

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… cruzando ruas …

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… margeando edifícios (ah, o voyerismo)…

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… e ao mesmo tempo, tendo uma vegetação exuberante ao seu lado.

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Enfim, é uma grande idéia (não, não acredito que dê pra fazer alguma coisa parecida no nosso Minhocão).

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Vale mais um mini-fotoblog.

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Saímos do The High Line na 32 (como se anda por aqui!) e passamos pela região atacadista de flores:

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Mais um pouquinho e …

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… chegamos em outra maravilha nova-iorquina, o Eataly (este nome/trocadilho é sensacional, né?).

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Esta loja italiana de alta gastronomia propicia compras incríveis e melhor, comidas irresistíveis.

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É claro que sentamos no balcão da seção de frios …

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… e pedimos mozzarella di búfala, …

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… salumi, …

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… saladas, …

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… formaggi, …

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… e azeitonas, …

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… além dum espumante Ferrari Brut bem geladinho.

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Pegamos um taxi, voltamos pro hotel e fomos nos concentrar pra Ópera.

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Iríamos ao MetOpera pra assistir ao espetáculo Norma.

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Olha, a experiência é inesquecível.

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Além da arquitetura externa …

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… e da interna …

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… o MetOpera é especial e borbulhante.

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Uma pena não podemos tirar muitas fotos, mas ficou a sensação de que este mundo operístico tem que ser melhor explorado por nós.

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E tem mais, a Sondra Radvanovsky, a solista, canta demais.

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Dali, aproveitamos pra fazer uma boquinha no Bar Bouloud. Ele fica bem na frente do Met.

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E é a casa mais tranquila do conglomerado Boulud.

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Devido ao adiantado da hora, fomos frugais nos pedidos. Sopas de abóbora pra Lourdes, …

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… de beterraba pra Dé …

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… e hambúrgueres gourmets (afinal de contas, tem a grife Boulud) pra mim e pro Eymard, com as batatinhas mais crocantes que eu já comi.

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Tudo isso acompanhado por um vinho tinto Côte du Rhône muito bom, o L’Elementaire.

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Bom, foi isso! Podemos classificar este dia como 5 estrelas. Chelsea Market, …

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… High Line, …

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… Eataly …

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… e Ópera. Todos espetaculares! Bravo!

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Bye.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Dia one – New York, niu iorque.
New York – Dia two – Eeeeeéééé touchdown.

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dcpv – il diario di eataly

22/03/11

Il diario di Eataly.

Eu já falei bastante sobre o sex shop ideal que é a Eataly.

Nós fomos na de Turim que é uma maravilha e na de Milano que é um apêndice não menos sensacional da loja de deptos milanesa, a Coin. E ainda não conhecemos a de NY (se bem que a a Re e o Hugo já bateram ponto por lá ) 

E foi lá que eu comprei uma agenda, a Il Diario de Eataly (o sócio também adquiriu. Taí mais um bom negócio.), que é uma verdadeira belezura.

Ela tem tudo o que uma excelente agenda deve ter, além de vários “pluses a mais” espetaculares: receitas, os produtos que estão em plena safra (inclusive no nosso quintal), …

… além de excelentes citações, textos e informações curiosas.

E sabe aquele dia em que se está com vontade de comer “a” legítima comida italiana?

Era hoje!
Vamos então as comidas indicadas pela Eataly e que levam em conta os fundamentos do Slow Food (esta referência, praticamente um trocadilho, Eataly com Italy não é genial?).

Bebidinhas – Chardonnay Jacobs Creek.

Precisa dizer alguma coisa?

Entradas – Cavolfiore strascinato, Finocchi con capperi e acciughe e Piselli, tonno e uova.

“La vita è troppo breve per mangiare e bebere male”.

Este cavalfiore, ou melhor, couve-flor é feito da seguinte maneira (per 4 persone):
– un chilo di cavolfiore, 2 etti di pomodori pelatti, uno spicchio d’aglio, una manciatta di capperi, 5 acciughe sotto sale, ólio extravergine di oliva, sale.

Preparate il caviolfiore pulito, lavato e subdiviso in cimette e lessatelo in acque bollente salata. Dopo una decima de minuti, con l’aiuto di un mestolo, toglietelo dalla pentala e asciugatelo.

Rosolate in un tegame uno spicchio di aglio con un goccio di ólio e dopo aver dissalato, diliscato e spezzettato le acciughe scioglietevele dentro. A questo punto unite le cimette e fatele cuocere a fuoco moderato per circa cinque minuti, per farle insaporire, facendo sempre attenzione a non farle attaccare. Aggiungette i pomodori pelati e passati e continuate la cottura per una decima di minuti. Infine, insaporite con capperi, aggiustate di sale e servite caldo in tavola.

Já o Finocchi é uma erva-doce e é feito assim: pegue “mezzo chillo di finocchi, 2 acciughe sotto sale, mezzo cucchiaio di capperi, una manciata di pangrattato, 2 – 3 cucchiai di pecorino grattugiato, 3 cucchiai di ólio extravergine di oliva, sale, pepe e peperoncino.

Private i finocchi della parte externa, lavateli, tagliateli a fettine sottili e lessateli perpochi minuti in acqua bollente salata.

Dissalate e diliscate le acciughe e scaldate i filetti nell’ólio, fino a farli scogliere. Unite il pangrattato e un pizzico di pepe.

Amalgamate questa salsa con i finocchi, aggiungete i capperi, un pizzico di peperoncino, il pecorino e portete in tavola.

Me fala se não é uma belíssima descrição de receita. Mais uma pra você fazer em casa e não se esqueça de levar em consideração que acciughe é anchova e que finocchio é erva-doce.

Pra completar o trio, o Piselli, tonno e uova.

Use “mezzo chilo di piselli (a ervilha, não o restaurante do grande Juscelino), 2 uova, 120 g di tonno sott’olio, una noce di burro (a manteiga! rs), ólio extravergine di olive e sale.

Sgranate i piselli e cuoceteli per pocchi minuti (esta eu passei e usei um saquinho de ervilhas congeladas e bem verdes). Rassodate le uova, lessandole per circa sette minuti dall’ebollizione; tuffatele in acqua fredda e, quando si sono intiepidite, sgusciatele e tagliatele a spicchi.

Riunite in un’insalatiera i piselli, gli spicchi di uovo, il tonno e sbriciolato. Irrorate con un filo di ólio extravergine, regolate di sale e servite.

Esta entrada toda mereceu esta descrição em italiano.

Mesmo porque ela é totalmente italiana. Tomamos um vinho tinto Pinot Noir Casas del Toque 2009 Chile que foi “tépido, piemonteno, pinot rosé, escadíssimo”, segundo os eatalianos, nós mesmos.

Principal – Risotto con la zucca.

“Mangiare è un atto agricolo”

É claro que este risotto não foi feito com a Gloria Pires. Esta zucca é abóbora.
Pegue “4 etti di riso violane nano, e  2 etti di polpa di zucca, 2 scalogni, uno spicchio d’aglio, un rametto di rosmarino, un litro e mezzo di brodo vegetale, un bicchiere di vino, un etto e mezzo di grana padano, burro, ólio extravergine di oliva, sale, pepe, un pizzico di zucchero, un pizzico di noce moscada e di canella.

Tagiate a dadini la polpa di zucca. In uma cassaruola fate sciogliere una noce di burro in ólio extravergine di oliva e soffriggetevi gli scalogni, l’aglio e alcuni aghi di rosmarino finemente tritati. Una volta che il tutto sarà imbiondito, aggiungete la zucca, salate, pepate, sfumate col vino e aggiungete un pizzico di zucchero.

Sevolete, insaporite con cannella e noce moscada. Continuate la cottura badando che la zucca si ammorbidisca senza disfarsi. Portate a ebollizione il brodo vegetale.
Versate il riso, mescolate, coprite il tegame e abbassate la fiamma a media potenza. Dopo circa un quarto d’ora, unite la zucca, cuocete per altri cinque minuti e ritirate dal fuoco.

Impiattate e cospargete di abbondante grana grattugiato.
Me fala se novamente a descrição italiana da receita do risotto não é “formidabile”?

Pra complementar, tomamos um outro tinto, só que desta vez um Cabernet Sauvignon Casas del Toque 2009 Chile que foi “cool, burn, transtorno, holístico“, segundo os comedores de coisas italianas, nós mesmos.

Sobremesa – Gelatto e Amaretti Morbidi

“I prodotti di stagione sono più buoni … e costano meno!”

Esta eu mesmo produzi. E da maneira mais fácil. Simplesmente abri um pacote de Amaretti Morbidi Classici e acrescentei uma bola do tremendo sorvete de baunilha do Vitor Hugo.

Mais uma verdadeira gemma (e não é a Aracy).

Tomamos um Limoncellinho que não somos de ferro! 

Eis o opinião dos tiffosi:

Buona notte! Cool night! (Edu)
Do carvalho!! Maravilhoso!! (Mingão)
Poronguito querido!!! (Deo)

Pronto! Uma pena não termos por aqui (nem no sex shop) uma agenda neste formato. Ela é utilíssima e a usarei pra marcar todas as posições plantadas na minha horta. Só não posso esquecer que todas as dicas de plantio são pro clima europeu. Senão …

Finalmente, um conselho: arrisque fazer estas receitas do jeito que eu fiz. Tente entender o que está escrito o máximo possível e aproveite pra exercitar a sua criatividade ao adivinhar o que realmente não compreendeu. Tenho certeza que tudo ficará maravilhoso!

Arrivederci.

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dcpv – eataly/NY – a família esteve por lá

final de fevereiro/2011

Eataly/NY A Família esteve por lá.

Como todos vocês já sabem, somos fãs incondicionais do sex shop Eataly. Conhecemos o de Turim e o de Milão.

Desta vez, os nossos correspondentes oficiais, a Re e o Hugo, foram ao Eataly New York e ficaram apaixonados por absolutamente tudo. Inclusive, fizeram um almoço no Manzo, um dos n restaurantes que existem por lá. Leia o relato dela (com os devidos comentários do Hugo):

Chegamos ao Manzo no horário marcado, 13h30, depois de descermos a pé desde o Central Park (mais ou menos da 59 até a 23), ou seja estavamos preparados e com fome!
Chegamos e entramos no espaço da Eataly. O restaurante escolhido, o Manzo, se localizava na parte de trás, à esquerda. Sem problemas, fomos para a mesa.

Logo de cara pedimos dois vinhos (bom na verdade, a pedidos do Hugo, eu pedi os dois vinhos). O meu era um Montepulciano, muito bom por sinal, o outro eu realmente não lembro o nome, só que era um Cabernet também muito bom e um pouco mais suave.

As entradas: pra mim Mozzarela di bufala Campana with fetunta. Uma delícia!!! Bem cremosa, com um pão delicioso e um azeite maravilhoso.

Pro Hugo, Carpaccio of Tenderloin with shaved parmigiano, lardo & olio Toscano. Segundo ele, “o carpaccio estava sensacional, derretendo na boca, entrada um pouco viking, mas uma boa pedida pros amantes da carne.”

Pro prato principal, Agnolotti del plin with brown butter & parmigiano, uma delícia, massa no ponto e sem intenção alguma, casou perfeitamente com o meu vinho. Ainda não sei do que se trata o agnolotti (e por sinal não sei até hoje, pq me recuso a saber uma coisa que eu não se vou gostar ahahahhaha).

O outro prato foi o Ribeye with potatoes, brodo & gorgonzola, que o Hugo achou uma delícia. A carne estava muito boa e fez um casamento perfeito com a batata souflé.

Já para a sobremesa dividimos um Limoncello torta – lemon liqueur cake with  yogurt  and cranberryEra uma delicía e até mesmo o Hugo, que não gosta de sobremesa, ficou com aquele gostinho de quero mais. Não era muito doce e por isso ele gostou, mas tinha açúcar o suficiente, que foi o que eu gostei. Então foi mais uma combinação perfeita!

Nota Gerais (sim, nossas notas foram iguais pra todos os pratos):

Entrada – 9.5
Prato Principal –9
Sobremesa – 10

Ou seja, é um restaurante super recomendado pra quem quiser ir.
E como bônus ainda fomos lá dois dias depois pra tomar sorvete, já que estavamos morrendo de vontade, já que no dia, depois de toda essa comida, não deu pra comer. Eu experimentei um de giandiua, o Hugo um de framboesa e banana;  todos os  sabores são sensacionais.


                    

Então, ir ao Eataly é uma boa pedida pra quem não quer almoçar e só passar pra conhecer em alguma tarde, ou mesmo pra quem quer almoçar e não quer perder muito tempo ou gastar um pouco a mais. Existem as outras opções de restaurantes rápidos dentro do Eataly, como La Piazza, onde dá pra comer queijos e embutidos e ainda tomar um ótimo vinho da adega, ou mesmo Le Verdure que tem o foco em vegetais e  nas suas preparações.
Enfim tem pra todo gosto.

PS – Puxa, não é que a nossa “filhinha” e o namorado estão pegando gosto pela boa gastronomia?
Que venham mais posts deste nível. A família agradece.

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