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dcpv – dia fourteen – dubai – incrível o que os dubaienses conseguiram fazer no mar (inclusive o burj al arab)!

25/07/2019 (vivido em 17/04/2018)

Dia fourteen – Dubai – Incrível o que os dubaienses conseguiram fazer no mar (inclusive o Burj Al Arab)!

O dia amanheceu muito estranho.

Aparentemente, estava sol, mas tudo estava bastante nebuloso.

De repente, caiu a ficha.

A junção do vento com a quantidade absurda de areia que existe em Dubai, só poderia resultar numa coisa: tempestade de areia!

Sim senhores, era isto o que estava acontecendo. A primeira tempestade de areia a gente nunca esquece.

Tínhamos um tour de meio período com uma guia brasileira, a Clara, pra conhecer The Palm e o centro.

Como estava tudo nublado, optamos por ir primeiro para a região de Deira.

Tomamos o nosso café da manhã indiano (não preciso nem dizer quem rede do nosso hotel, o Taj é de lá) e fomos.

Pra variar a surpresa é imensa.

Quando estivemos em Dubai (há 10 anos) esta região era curiosa e bem primitiva …

… uma vez que a movimentação que acontecia era em torno de barcos …

… com suas cargas.

Agora, não.

Tudo está novo.

Fizeram um tremendo deck, …

… com vários restaurantes bacanas, …

… e um jeitão bem moderno.

Na continuação, pra se juntar com Bastakya, o bairro histórico …

… reproduziram mais um montão de bares, restaurantes e comércios …

… com o jeitão de antigamente.

Aproveitamos pra revisitar a região dos souks.

Inicialmente, fomos ao de tecidos, …

… onde a Dé se abasteceu de pashiminas…

… e nós, nos caracterizamos. 🙂

Atravessamos o rio, usando um abra, um barquinho bem rudimentar.

Esta travessia é bastante clássica por aqui.

Aí fomos conhecer o Joseph e suas especiarias.

O cara é uma figura e além de arranhar um tremendo português, …

… ainda é um excelente vendedor (que novidade!).

Resultado?

Saímos de lá com uma sacola contendo tâmaras, açafrão, favas de baunilha, chás e mais um montão de especiarias da mais alta qualidade.

Mesmo com continuidade da tempestade de areia, …

… fomos pra The Palm.

Pra quem não sabe, esta palmeira fica dentro do mar …

… e nela estão construídas varias casas e muitos bons hotéis.

Até árvores artificiais embaixo de viadutos eles adaptaram.

Não dá pra acreditar que eles fizeram um montão de ilhas com o formato duma palmeira …

… e que o tamanho dela é descomunal.

Só pra você ter uma ideia, aí vai a sua vista por cima.

Atravessamos toda ela e fomos até o seu extremo.

A quantidade de construções sendo feita é absurda …

… e o hotel mais famoso de lá é o Atlantis.

Ele é imenso e igual ao famoso irmão gêmeo dele das Bahamas.

Descemos por lá, …

… pra dar uma olhada no parque aquático do hotel …

… e tomamos o monorail …

… pra voltar pro início da palmeira …

… e ter uma melhor ideia da construção.

É realmente incrível.

Como bônus, a Clara ainda nos brindou com uma visão maravilhosa.

A vista do skyline da Marina, …

… onde dentro da visão daquele monte de prédios modernos e retorcidos, …

…  está a torre.

Ela foi construída de maneira que o seu eixo desse uma volta de 90 graus (movimente a foto e terá a impressão que ela se mexe!).

E o resultado visual é encantador.

Retornamos pro hotel, …

… e aproveitamos pra ir ao Dubai Mall

… com as suas marcas de grife.

Fomos conhecer o Eataly de Dubai.

E como em todo bom Eataly, …

… comemos pratos italianos de classe.

Burrata com salada de tomatinhos, …

… batata frita (muito italiana! rs) …

… e mozzarella frita foram aprovados.

O único pecado é que não tem licença pra vender bebidas.

Sendo assim, ficamos devendo uma garrafa de espumante Ferrari pros nossos corpos.

Continuando, a ideia seria subir no Burj Khalifa, o prédio mais alto do mundo, …

… mas como a tempestade continuava, …

… optamos por um programa mais cândido.

Fomos ao Aquário.

E não nos arrependemos.

Ele é muito diversificado …

.. e a quantidade de informações …

… e de espécimes é impressionante.

Só a entrada pelo túnel de vidro já seria o suficiente.

Mas o restante de todo o passeio é mesmo incrível.

A proximidade de tudo valeu boas fotos.

Então, segue o fotoblog.

Voltamos correndo (literalmente, pois os motoristas de táxi gostam de enfiar o pé no acelerador) pro hotel …

… e saímos pra conhecer o bar Sky do Burj Al Arab.

O Burj, apesar de toda a concorrência, …

… continua sendo um ícone.

Afinal de contas, majestade não se perde.

E ele continua muito charmoso, …

… e dentro do esperado, bem brega também.

Faz parte do pacote.

O bar fica no último andar …

… mas a esperança de vista, especialmente da palmeira, …

… é frustrada, pois não se enxerga quase nada.

Já a do skyline de Dubai é bem bonita, especialmente se você consegue uma mesa frontal.

Pedimos coquetéis diferentões …

… o meu mais ainda, …

… e alguns petiscos pra “petiscar”.

Gostamos do passeio, mas …

… e até pelo preço, …

… é pra ser feito uma vez só. 😃

Portanto, está devidamente ticado.

É claro que na saída tiramos aquela foto clássica do shape multicolorido do Burj, …

… e retornamos pro hotel.

A tempestade continuava e tornava toda a paisagem mais encantadora.

Incrível!

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
dia Ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.
dia San – Japão – Tóquio – Hakone e o Inhotim nipônico.
dia Shi – Japão – Tóquio – Shibuya e Meijin Jigu, multidões japonesas.
dia Go – Japão – Kanazawa – Os primeiros Shinkansen e Ryokan, a gente nunca esquece.
dia Roku – Japão – Yamashiro Onsen – Gueixas, samurais e cerejeiras, tudo a ver.
dia Shichi – Japão – Kyoto – Uma flor japonesa desabrochando só pra nós.
dia Hachi – Japão – Kyoto – Um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.
dia Kyu – Japão – Kyoto – Estatuas diferentes, templos diferentes: mesma emoção!
dia Jyu – Japão – Kyoto – Fushimi dos 1000 tori ao saquê.
dia Juyiti – Japão – Tóquio – Conhecendo o original l’Atelier du Jöel Robuchon.
dia Jun-ni/Thirteen – Japão – Tokyo/ EAU – Duba i- Choque de culturas, o jardim milagroso no deserto e o Van Gogh!

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dcpv – giorno ventotto – itália – toscana – despedida: o castello di ama é imbatível.

15/06/2019 (vivido em 26/10/2017)

Giorno Ventotto – Itália – Toscana Despedida: o castello di Ama é imbatível.

Hoje seria dia retornar ao fantástico Castello di Ama.

Afinal de contas, é sempre um prazer visitar esta vinícola que tem um conceito sensacional.

Já tínhamos ido anteriormente duas vezes até lá, mas desta vez seria especial já que a Re estaria junto.

O dia amanheceu bem broncolhão e com cara de chuva, …

… coisa rara por aqui.

Rumamos pra região de Gaiole in Chianti.

O tour começaria as 10:30 e chegamos no horário.

Como novidade, ficamos sabendo que ele seria privativo.

Nós sete (Lourdes, Eymard, Marcia, Deo, Re, Dé e eu) tivemos o privilégio de sermos guiados pela Alice, que foi extremamente informativa.

Iniciamos vendo, literalmente, como se produz um vinho, …

… mesmo porque, estávamos em plena época pós colheita.

E pra quem não sabe, o Castello di Ama é quase que um pequeno Inhotim, …

… com várias obras de arte de famosos autores, tais como Daniel BurenAnish Kapoor e outros menos votados…

… sendo mostradas durante o tour.

Segue um foto blog com as fotos de várias destas instalações.

Terminamos o passeio com o famoso neon escrito Revolution ao contrário …

… e onde é frisada a palavra Love.

É muito bacana.

Ainda tivemos tempo pra ver a produção de azeite.

É sensacional ver aquele olio verde aparecer depois das azeitonas serem espremidas.

Melhor que isso, só degustá-lo, que foi o que fizemos quando da prova de 4 vinhos da vinícola.

Foram 4 rossos, iniciando com o Chianti, logo após o super Toscano Haiku, mais um Chianti de 10 anos e um reserva 2011 que estava espetacular.

Terminamos o tour muito felizes, não só pela quantidade de bons vinhos provados, mas especialmente, pela quantidade de ótimas e esclarecedoras informações que a Alice nos passou.

Aproveitamos pra almoçar por lá mesmo.

É incrível, como tudo é muito bem cuidado no Castello di Ama.

A ideia principal de misturar arte com a elaboração de bons vinhos é louvável.

E ela continua no restaurante onde tudo é pensado para a sua satisfação.

Pedimos algumas entradas para compartilhar.

Abobrinha em forma de lasanha, abóbora gratinada e erva doce frito …

…foram os escolhidos.

Como principais, gnocchi ao sugo,…

… tagliata di manzo, …

… batatas crocantes e perfumadas, …

… lasanha,…

… enfim, tudo muito bom e ainda mais, acompanhado duma garrafa do Haiku.

Olha, este passeio beirou a perfeição, apesar do tempo não estar colaborando.

Resolvemos ir embora e devido a proximidade, …

… conhecer a bela Radda in Chianti.

Olhamos por fora, gostamos muito do que vimos, mas resolvemos ir pra Firenze, já que a neblina e a garoa eram muito fortes.

E quando chegamos, o clima tinha melhorado o suficiente pra fazermos o nosso manjado circuito a pé.

Iniciamos pela rua Tornabueno, a de lojas luxuosas, cruzamos a ponte Santa Trinitá …

… pra ter uma visão mais dramática da Ponte Vecchio …

… e tomamos mais um ótimo e último gelato na Gelateria Santa Trinitá.

Passamos por trás do Arno, cruzamos a Ponte Vecchio …

… até chegarmos a Piazza della Signoria …

… e ao Duomo.

Então resolvemos dar uma parada no Eataly

… e como ainda tínhamos tempo, …

… andamos até a Officina di Profumo Sta Maria Novella.

Esta farmácia é muito antiga …

… e mesmo que você não compre nada, o que eu duvido, …

… visitá-la é sempre um ótimo passeio.

Ainda tivemos tempo de comer algumas boas mozzarellas …

… no Obicà, um restô especializado nelas.

Resolvemos voltar pra nossa casa em Impruneta, …

… e simplesmente curtir a nossa estante forrada com todas as rolhas dos vinhos que bebemos aqui com os nossos queridos amigos.

O restante foi curtir a última noite na Toscana …

… e ficar feliz por ter conseguido levar adiante um projeto tão bacana como este.

Afinal de contas, comemorar os seus quase 60 anos passando quase um mês numa villa na Toscana não é mole, não!

Ou melhor, é sim. 🙂

E certamente, é uma experiência que será repetida.

Arrivederci.

PS (e vai ser dos graaaaaaandes!)

Nos separamos na manhã seguinte (note a presença na foto do genial Ivan, o caseiro “invisible”).

A Marcia e o Deo foram passear pela Europa…

… e nós 5 (Lourdes, Eymard, Re, Dé e eu) ainda fomos curtir Milão.

No caminho, conhecemos o outro restô do Massimo Bottura, o Franceschetta.

Comida variada …

… moderna (em Modena!) …

… e muito boa, como esperado.

Já em Milão, fomos só nos Greatest Hits.

Aimo e Nadia, …

… sempre excelente …

e chique.

Museu Armani Silos, …

outro espetáculo, …

… moderno …

… e muito exótico.

Uma bela passada por Navigli …

… pra abastecer.

Uma outra pela cobertura …

… da La Rinascente …

… onde vimos, o por do sol mais raiz de toda a viagem.

Passamos em mais um …

… daqueles museus modernos …

… interessantes (é a Fondazione Prada)…

… e finalizamos este devaneio …

… com chave de ouro (passamos no Peck) …

… degustando o vero Spaghetti ao Vongole do Il Coriandolo.

Agora, sim. Arrivederci, querida Itália!

Veja os outros dias desta epopéia:
giorno uno – itália – toscana, amore mio ou o inicio duma bela jornada!
giorno due – itália – toscana – um simples domingo.
giorno tre – itália – toscana – antinori, o visionário.
giorno quattro – itália – florença – lindíssima, como sempre!
giorno cinque – itália – san gimignano, a verdadeira manhattan toscana e porque não dizer, uma über model
 giorno sei – itália – toscana – siena e monteriggioni, a maior e menor, são belíssimas.
giorno sette – itália – toscana – eu prefiro as curvas das estradas de chianti.
Itália – Toscana – Giorno otto – Em Impruneta, como os imprunetanos!
Itália – Toscana – Giorno nove – Certaldo, uma cidade pra se conhecer em camadas.
giorno diece – Itália – Toscana – Comida pantragruélica com o maior açougueiro do mundo!
giorno undici – Itália – Toscana – Retornando à Florença, que continua mais bela do que nunca!
giorno dodici – itália – prada na toscana? e lucignano, você conhece?
giorno tredici – Itália – Toscana – My name is … (by Suzanne Vega)
giorno quattordici – Itália – Toscana – San Gimignano e Monteriggioni, a vingança!
giorno Quindici – Toscana – Impruneta – Nunca foi tão bom ficar em casa.
giorno Sedici – Itália – Toscana – Fiesole, vicino a Firenze.
giorno Diciotto – Itália – Toscana – Repetido mas bom demais.
giorno Diciannove – Italia – Toscana – Colle di Volterra.
giorno Venti – Itália – Toscana – Jogo de Siena.
giorno Ventuno – Itália – Toscana – Estas top models toscanas San Gmignano e Monterriggioni são demais.
giorno Ventidue – Italia – Firenze – É sempre um prazer revê-la.
giorno Ventiquattro – Italia – Toscana será que deveríamos retornar pra Pisa e Luca?
giorno Venticinque – Itália – Toscana – San Gimignano/Monteriggioni – Esta dobradinha é demais!
giorno Ventisei – Itália – Toscana – Pienza e Lucignano –  Duas pérolas toscanas.
giorno Ventisetti – Itália – Toscana – Greve, Castellina e Antinori: é  muito Chianti minha gente!

 

dcpv – comida eatalyana e ferrazense.

28/04/2015
número 415

Comida eatalyana e ferrazense.

Acabamos de voltar de Nova York.

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E, certamente, uma visita a esta grande metrópole nunca será completa se não incluir ao menos uma incursão pelo maior sex shop do mundo, o Eataly.

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Trocadilhos a parte (este do nome com o da Itália é sensacional), este lugar é realmente um espetáculo.

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Lá você encontra alimentos italianos legítimos e ainda pode fazer uma grande refeição tanto nos seus inúmeros restaurantes, como simplesmente comendo burratas, tábuas de frios e tomando espumantes Ferrari.

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Foi o que fizemos ao menos seis vezes (né, Lourdes e Eymard?). E é claro que não voltaríamos de lá sem fazer umas boas comprinhas que nos rendesse uma grande noite aqui na grande FV.

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Vamos lá, então, a noite eatalyana (e ferrazense) aqui no dcpv.

Entrada – Salumi, Formaggio & Bruschettas.

Este prato é tão simples quanto a maioria dos que experimentamos por lá.

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Foi só desembalar os frios, …

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… cortar o parmeggiano, …

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… esquentar o molho siciliano especial para bruschettas, …

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… assim como as fatias do pão italiano que as formariam …

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… e montar tudo num prato. Taí a belezura!

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Como não poderia deixar de ser, tomamos um tinto italiano, o Schola Sarmenti Rosso 2011, que foi “abac, morais, cyrus, rosenesco“.

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Principal – Pasta ao pesto de Finnochio.

Pasta ao pesto? Muito bom foneticamente.

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E melhor ainda ao paladar. Feito como?

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Simplesmente cozinhando uma massa bastante interessante (já que era formada por muitos tipos de macarrão) …

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… e misturando com um pesto de finnochio (erva-doce), …

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… além de pimenta malagueta seca e moída, …

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… que deu um toque especial ao prato.

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Complementamos com um vinhaço italiano, o tinto Barbera D’Asti Pomorosso Coppo 2011, que foi “quivinho, copporosso, pomodoso, v.q.c“.

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Sobremesa – Cantuccini al Pistachio e Baci di Dona.

Esta foi fácil de fazer. Bastou abrir os dois pacotes dos biscoitos e estava pronta.

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Não precisa nem dizer que tanto os cantuccini (biscoitos feitos com farinha de amêndoa), como os baci de dona (recheados com nutella) estavam excepcionais.

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E melhoraram quando acompanhados pelo famoso anisete da D Anina.

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Eis a opinião dos verdadeiros italianos:
Eatalyano ao extremo. Quero ver fazer um negócio desse parecido por aqui. rs (Edu)
Que venha a Itália. (Mingão)
Depende é “probremático”, mas a comida é boa demais! (Deo)

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Pronto! É claro que não consegui reproduzir fielmente o conjunto que é formado pela comida e pelo ambiente deste magnífico estabelecimento que é o Eataly novaiorquino.

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Mas certamente a nossa união, amizade, conversa fiada e risadas colaboraram muito pra que tudo estivesse bem próximo.

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Viva o Eataly! Dizem que um Eataly será inaugurado brevemente em SP. Torço pra que tudo dê certo, mas duvido que conseguirão manter o equilíbrio entre qualidade e preço dos similares pelo mundo. (Em tempo, já visitamos o Eataly praiano e apesar de alguns contratempos, gostamos muito).

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Arrivederci.

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dcpv – piemonte – dia cinque – vendo as borbulhas de asti e sexshopeando no Eataly.

26/11/14

Piemonte – dia Cinque Vendo as borbulhas de Asti e sexshopeando no Eataly.

Acordamos junto com o dia mais broncolhão de todos. Tudo muito nublado e chuvoso.

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Tomamos o nosso café da manhã no hotel

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… e zarpamos pra Asti

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Que não é uma cidade usualmente utilizada como referência piemontesa.

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Mas que é bem bacana, ah, isso é.

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Dirigimos bastante (quase uma hora) até chegarmos lá.

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A neblina continuava pesada.

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Chegamos e andamos muito.

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Estacionamos próximos a uma feira livre.

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Ver produtos de qualidade é sempre muito bom.

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Asti é conhecida além dos espumantes que produz, pelas sua Torres antigas …

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… e por ter um Pálio que concorre com o de Siena.

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Vimos várias destas torres.

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Também passamos pela igreja de San Secondo …

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… e pelo Duomo.

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Sabe que foi legal nos perder por uma cidade totalmente desconhecida …

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… e praticamente sem referências?

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Até tomamos um sorvetinho na GROM.

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Como já estávamos perto do horário do almoço, rumamos pro restaurante que havíamos reservado, o Angolo del Beato.

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Em tempo, o livreto Itália – Para Comer e Beber Bem, do Juscelino Piselli e do Gerardo Landulfo é imperdível pras situações de escolha de bons restaurantes em toda a Bota.

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E foi mais uma refeição memorável.

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O lugar é pequeno e bastante aconchegante.

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E como estávamos na terra do espumante, fomos logo chamando um Ruinart.

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Acatamos a sugestão do proprietário, e pedimos um misto de entradas típicas da região. Alcachofras cruas com parmeggiano, …

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… coniglio tonato, …

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… salsiccia (mais conhecida como lingüiça) cruda de Bra …

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… e uma tremenda e típica salada russa. 🙂

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Tudo muito bem temperado e em quantidade suficiente pra nos saciar.

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Tomamos um Barbera D’Asti (um vinho da casa) …

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… e até exageramos um pouco, ao pedir talharim na manteiga com trufas brancas pra todos.

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Mas estava tão bom que ninguém reclamou e todos comeram tudo.

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Com tudo tão agradável, ainda sobrou um espacinho pra experimentarmos (especialmente a Lourdes) ótimas pêras a Belle Helene.

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Pronto!

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E num clima de forte emoção, resolvemos dar um pulo em Turim (mais meia hora de carro) pra visitarmos novamente o nosso queridinho, o Eataly, a matriz.

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Taí um loja que merece a alcunha de sex shop.

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Tudo lá é tão perfeito que a toda hora você fica se perguntando o porque de ainda não ter alguma coisa parecida em SP (em tempo, já temos o nosso Eataly!).

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Iniciamos tudo pela enorme …

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… e diferenciada seção de vinhos.

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Logo após passeamos pela mercearia, …

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… pelos queijos, …

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… pelos presuntos de Parma, …

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… pelos hortifruti (segue o necessário fotoblog)…

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… e finalizamos o tour com um obrigatório pitstop no balcão …

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… onde tomamos um espumante Ferrari …

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… e comemos duas tábuas de frios: uma de queijos e salames …

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… e outra de presunto e mozzarela de búfala.

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Enfim, certamente podemos comparar a Eataly com o que seria uma Disney gastronômica, só que onde tudo é de verdade.

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Retornamos ao hotel com um pouco de chuva e bastante neblina.

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O negócio foi optarmos por ficar por lá mesmo.

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Como não estávamos com muita fome, quebramos o galho tomando um vinhozinho tinto da casa, um Dolcetto …

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… e comendo saladas …

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… cardos com trufas …

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… e uma carne especial ..

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… no próprio restaurante do hotel.

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Uau! Que dia mais maluco!

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Passamos por Asti, …

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… por Turim …

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… pelo Eataly …

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… e finalizamos onde começamos.

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Só no Piemonte mesmo!

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Arrivederci.

Veja os outros dias desta viagem:
dia uno – Chegando e reconhecendo o Piemonte
Dia due – Barolo, a cidade.
dia tre – Piemonte – Olha que nome legal de cidade: La Morra.
Dia cuatro – Uma trinca quase perfeita: Coppo, Piazza Duomo e Vietti.

 

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dcpv – ny – dia eight – a mim, a ti, a voce.

18/10/2013

NY – Dia eight – A mim, a ti, A Voce.

Mais um dia eclético.

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Fizemos compras, turistamos e até andamos de Pedicab.

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Vamos começar pelo princípio.

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Tomamos um bom café da manhã no Obikà, do Trump Tower.

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De lá, descemos pra passear a pé por NY.

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A intenção seria ir no sentido de downtown e almoçar na Grand Central Station.

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Só que enquanto isso, aproveitamos pra conhecer a Biblioteca Municipal, que é bastante antiga e lindíssima.

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Demos uma boa olhada em  tudo …

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… e percebemos o valor que o americano dá pra informação (vide o xará Snowden).

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Aproveitamos que estávamos próximos e almoçamos no Grand Central Oyster Bar .

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Inicialmente, encontramos com a prima do Eymard, a Maria e aí fomos comer.

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O lugar é muito tradicional …

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… e tem bastante história.

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Apesar que a comida nos pareceu um tanto quanto meia-boca.

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É claro que iniciamos pedindo um grande pratos de ostras (ótimas)…

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… e uma entrada de camarões pra Dé, que não aprecia muito as bivalves.

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Acompanhamos tudo com um Sancerrrrrrre Fournier 2011 que não estava a altura das ostras.

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O problema apareceu quando resolvemos escolher os principais.

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Pedimos vários tipos de peixes, mas todos pareciam variação do mesmo tema. Sempre um peixe com o acompanhamento de brócolis/batatas/cenouras.

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Ou seja, não existia a mínima imaginação e o gosto de tudo parecia um pouco pasteurizado.

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Conversamos bastante e nos despedimos da prima do Eymard.

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O nosso próximo destino seria o museu da Matemática, uma dica da Drix, que caiu como uma luva no nosso programa.

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Descemos toda a Madison Ave e na altura da 26th, chegamos.

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E foi uma grata surpresa.

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O museu é iterativo …

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… e você aproveita cada uma das experiências que lá são mostradas.

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Inclusive, andar numa bicicleta com rodas quadradas.

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Logo depois da visita, mais uma vez aproveitamos a proximidade pra curtir mais uma happy hour na Eataly (que sex shop!!).

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Espumante Ferrari, burratas e prosciuttos fizeram parte do menu.

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Resolvemos inovar e voltamos de pedicab pro hotel.

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Pra variar, foi muito divertido.

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O jantar seria no restaurante A Voce, um italiano decente e muvucado que fica no Time Warner.

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E olha, certamente foi a segunda melhor refeição que fizemos nesta viagem.

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Iniciamos pedindo um vinho branco californiano …

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…dividindo entradas de atum …

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… e uma burradita. Ambos perfeitos.

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Como principais, todos optaram por massas com exceção da Dé que foi de bacalhau.

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A Lourdes escolheu orecchiette de beterraba, …

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… o Eymard, raviolis de lagosta, …

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… e eu, polvólogo que sou, um gnocchi com molho do octopussy.

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Como estávamos no embalo, tomamos mais um branco, um Chassignon Montrachet Les Champs-Gains que harmonizou perfeitamente com tudo.

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Num arroubo, pedimos sobremesas. Uma, farofa de azeite de oliva com sorvete de manjericão, …

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… e outra, uma torta de chocolate com sorvete de leite condensado.

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Olha, foi realmente uma refeição memorável e digna da despedida noturna desta grande cidade.

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Mesmo porque ainda haveria uma despedida diurna.

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Bye.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Dia one – New York, niu iorque.
New York – Dia two – Eeeeeéééé touchdown.
NY – Dia three – Linha alta; High Line. E Fiiiiiiiiiiiiígaro.

NY – Dia four – O rei MoMA.
NY – Dia five – Compras, trufas e mais trufas.
NY – Dia six – Mais uma bola de três.
NY – Dia seven – Per che, Per Se.

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dcpv – ny – dia five – compras, trufas e mais trufas.

16/10/2013

NY – Dia five  – Compras, trufas e mais trufas.

Tiramos estes dois dias pra praticar o esporte que consagrou os brazucas: comprar.

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Fomos na Nike, na Bloomingdale’s, …

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… na Victoria’s Secret e a muitos outros lugares.

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Almoçamos no Le Train Bleu, restaurante da loja de deptos Bloomingdales. A comida foi Ok.

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Especiais de frango e couscous pro Eymard e pra Lourdes, …

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paillard de frango pra Dé …

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… e moulles et frites para mim.

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Tudo correto. apenas isso.

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O acontecimento do dia seria no Eataly, o sex shop nova-iorquino. Faríamos uma aula/jantar sobre trufas.

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E tudo começou assim: tivemos um pequeno frisson por conta do tempo de demora do trajeto do hotel até o Eataly.

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Saímos com meia hora de adiantamento e conseguimos chegar com 10 minutos de atraso. A sala estava lotada e a organização era impecável.

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Tudo se iniciou com explicações sobre o tubérculo dadas por um especialista, um produtor italiano (o que facilitou bastante a nossa compreensão, dado o inglês macarrônico dele).

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Em seguida serviram o primeiro prato, bruschetta com ricota, abóbora, mel e trufa negra.

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Era muito boa e foi acompanhada por um ótimo espumante italiano, o Contratto Millesimato Brut 2007.

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Continuamos a conversa com algumas curiosidades sobre o mercado de trufas e mais um prato foi servido, a óbvia carne cruda con vinagrete al tartufo nero. Esta também estava muito boa e muito bem temperada.

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A Dé comeu legumes empanados.

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A harmonização foi feita com um vinho branco Pomino Marchesi Frescobaldi DOC 2012.

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Era tempo de perguntas. E todas foram muito bem respondidas pelo especialista.

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Enquanto isso, o prato que mais representa o movimento trufístico foi servido, um tagliatelle con burro ao tartufo, mais conhecido como tagliatelle com manteiga e trufa branca. Uma verdadeira pasta al dente que foi devorada por todos os presentes, inclusive nós.

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Pra beber, nos serviram um vinho tinto do Langhe, um Nebbiolo Brandini DOC 2009. Frise-se que todos os vinhos eram excelentes.

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Você pensa que acabou? Nananinaná. Terminamos tudo com um arrosto (eu disse arrosto!) com tartufo bianco, bietola e purê de verdura.
Os três pedaços de carne foram um certo exagero, mas ela estava deliciosa.

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Já pra Dé (eles perguntaram quem não comia carne vermelha e ela prontamente levantou a mão) ofereceram Canelonni de cogumelos.

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Olha, foi uma aula/jantar muito legal, bastante informativa e como não podíamos deixar de esperar, com uma comida de alto nível.
Recomendo bastante um evento deste tipo, caso você esteja passeando por esta maravilha que é o Eataly.

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Ainda aproveitamos pra dar mais uma olhada na loja e compramos algumas coisinhas bastantes úteis.

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Só nos restou, caçar literalmente um taxi, retornar pro hotel a tempo de tomarmos um Cremant gelado para relaxarmos um pouco mais.

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New York, New York.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Dia one – New York, niu iorque.
New York – Dia two – Eeeeeéééé touchdown.
NY – Dia three – Linha alta; High Line. E Fiiiiiiiiiiiiígaro.

NY – Dia four – O rei MoMA.

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dcpv – ny – dia three – linha alta; high line. e fiiiiiiiiiiiiígaro.

15/10/2013

NY – Dia threeLinha alta; High Line. E Fiiiiiiiiiiiiiígaro.

Acordamos meio que não sabendo exatamente o que fazer.

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Até que o Eymard indicou pra tomarmos café no hotel Standard.

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Ele é bem diferentão, hyppado e fica no Meatpacking (perto do The High Line).

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Depois dali, aproveitamos pra andar pela vizinhança e fomos conhecer o Chelsea Market.

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Uau, que lugar.

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Pode pensar em qualquer coisa excelente na área gastronômica que você encontrará por lá.

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Este vale o fotoblog:

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Saímos e entramos no High Line.

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Pra quem não conhece, é um parque suspenso que foi construído sobre uma linha de trem elevada que estava desativada.

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É muito legal, pois você anda por sobre a cidade, …

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… cruzando ruas …

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… margeando edifícios (ah, o voyerismo)…

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… e ao mesmo tempo, tendo uma vegetação exuberante ao seu lado.

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Enfim, é uma grande idéia (não, não acredito que dê pra fazer alguma coisa parecida no nosso Minhocão).

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Vale mais um mini-fotoblog.

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Saímos do The High Line na 32 (como se anda por aqui!) e passamos pela região atacadista de flores:

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Mais um pouquinho e …

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… chegamos em outra maravilha nova-iorquina, o Eataly (este nome/trocadilho é sensacional, né?).

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Esta loja italiana de alta gastronomia propicia compras incríveis e melhor, comidas irresistíveis.

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É claro que sentamos no balcão da seção de frios …

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… e pedimos mozzarella di búfala, …

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… salumi, …

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… saladas, …

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… formaggi, …

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… e azeitonas, …

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… além dum espumante Ferrari Brut bem geladinho.

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Pegamos um taxi, voltamos pro hotel e fomos nos concentrar pra Ópera.

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Iríamos ao MetOpera pra assistir ao espetáculo Norma.

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Olha, a experiência é inesquecível.

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Além da arquitetura externa …

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… e da interna …

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… o MetOpera é especial e borbulhante.

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Uma pena não podemos tirar muitas fotos, mas ficou a sensação de que este mundo operístico tem que ser melhor explorado por nós.

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E tem mais, a Sondra Radvanovsky, a solista, canta demais.

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Dali, aproveitamos pra fazer uma boquinha no Bar Bouloud. Ele fica bem na frente do Met.

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E é a casa mais tranquila do conglomerado Boulud.

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Devido ao adiantado da hora, fomos frugais nos pedidos. Sopas de abóbora pra Lourdes, …

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… de beterraba pra Dé …

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… e hambúrgueres gourmets (afinal de contas, tem a grife Boulud) pra mim e pro Eymard, com as batatinhas mais crocantes que eu já comi.

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Tudo isso acompanhado por um vinho tinto Côte du Rhône muito bom, o L’Elementaire.

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Bom, foi isso! Podemos classificar este dia como 5 estrelas. Chelsea Market, …

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… High Line, …

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… Eataly …

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… e Ópera. Todos espetaculares! Bravo!

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Bye.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Dia one – New York, niu iorque.
New York – Dia two – Eeeeeéééé touchdown.

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