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dcpv – a procura do risotto perfeito

D2 do risotto?
26/06/10

A procura do risotto perfeito.

Tem coisa pior do que procurar uma coisa perfeita? Acho que pior do que isso é tentar fazer a tal coisa.

Pois foi exatamente o que eu fiz. Aproveitei que os caros amigões EmíliaArnaldo estariam por aqui e os convidei pra atestarem se este risotto seria realmente “o perfeito”.

Na verdade, já tinha feito dois deles (um de ricota defumada e agrião; outra de legumes, o primavera) num jantar anterior, mas como utilizei um arroz que não foi o arbóreo (um violane nano), o resultado foi um tanto quanto irregular. Traduzindo: eles ficaram bem esquisitões e um pouco passados (apesar da Emília e do Arnaldo insistirem que estavam bons! rs )

É claro que não faria só o risotto senão o jantar seria frugal demais.

Petiscamos com um creme de queijo de cabra, páprica doce (um presente marroquino deles) e sementes de nigella; salsão, baby-cenoura; azeite e flor de sal.

Pra variar, eles tiveram uma bela premonição e nos presentearam com um jogo de mesa (guardanapos, jogos americanos, saleiro, pimenteiro e porta-guardanapos) que a Dé, querida esposa/produtora, simplesmente adorou.

E imaginem que ela estava muito tristinha por não ter trazido uns daqueles bacanas que temos lá na sede. Impressionante! 🙂

Iniciamos o tasting bebendo um Catena Chardonnay 2009 e entrei na trilha do risotto perfeito.

Através de bruschettas de tomates e …

… uma salada de rúculas, figos frescos, queijo de cabra e molho de tomate fresco e frio.

Tudo excelente e ainda mais acompanhado dum rosé, o Palo Alto Reserva 2008.

Era chegada a hora.
Pausa pra explicação: pensei num montão de ingredientes que comporiam o risotto. Aspargos, presunto de Parma, frutos do mar, tomates, enfim, alternativas às pencas.
E resolvi pelo óbvio: segui o princípio da comida italiana e fiz o corriqueiro risotto à Milanesa. Na verdade pensei em inventar e fazer um à Istambulesa (com cúrcuma no lugar do açafrão), mas ainda bem que perguntei pro Arnaldo e ele me disse (na verdade foi a Emília) que não gostava muito do gosto deste tempero.

Portanto e com tudo decidido, parti pra execução. 18 minutos depois (frite acebola, o arroz, coloque vinho, bla, bla, bla) e pronto! Al dente, cremoso e, digamos,  perfeito!

Ainda mais acompanhado duma bela perna de leitoa assada (by sex shop).

Crocante, macia e saborosa!

E praticamente um complemento do tinto italiano Barbera D’Alba Gianni Gagliano La Matta .

Que noite! (mais uma).
A companhia sempre agradável da Emília e do Arnaldo com uma conversa muito interessante e com aquela sensação de que realmente nos conhecemos há muito mais tempo do que parece. (eu já falei sobre isso?)

Comemos uns docinhos (by sex shop. Quando será que eles vão nos patrocinar? ) e terminamos tudo muito cedo (por volta da 1:00 ) pois a Emília , pasmem, teria que trabalhar em pleno sábado de manhã!

Todo mundo adorou, mas eu ainda continuo com a saga. Acho que o tal risotto poderia ter ficado um pouquinho mais al dente e com uma cremosidade mais acentuada.
Perfeccionismo? Talvez, mas acho que já fiz alguns melhores.

E a Emília e o Arnaldo continuam convidados pra experimentar o risotto perfeito. Aceitam?

Até o próximo.

.

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bottagallo nisso!

spetaccollo
06/06/10

 BottaGallo nisso!

Emília e Arnaldo estavam na praia. Sinal que teríamos altas conversas, muito divertimento e que faríamos muitos planos. Ainda vamos abrir uma verdadeira agência  personalizada de viagens.
E pra que isso aconteça, temos a missão de visitarmos todos os lugares que venderemos.

Estamos chegando lá. (EmíliaArnaldo acabaram de voltar de Maurícios)


Não precisa nem dizer que a foto acima é de lá e dele, né?
Voltando ao nosso encontro, escolhi a Bottega BottaGallo pra beliscarmos à italiana.

A proposta do lugar, uma associação inédita entre a Adega Santiago (vulgo Ipe) e o pessoal da Ciatc (Astor, Braz, Quintal do Braz, Pirajá e quetais) é de fazer comida italiana como se fossem tapas, ou seja,  tudo em pequenas porções com a intenção que todos da mesa experimentem o máximo possível e melhor, dividam as comidas.
Como nós (a Dé, eu, a Emília e o Arnaldo) já somos partidários deste formato, estava montado o palco!! rs

O site deles ainda não está pronto, mas uma pequena amostra já diz quase tudo: usando ingredientes, receitas e clássicos da cozinha da Botta,  questo Gallo criou as suas próprias Bottas: picolle porzione ou “tapas italianadas” pra que você possa degustar de tutto um pocco. Questo Gallo quer que você se divirta muito, bebendo do bom e do melhor enquanto curte uma scarpetta, doppo um beliscone e encerre a farra com uma bella macarronada entre amici. Mas se quiser fazer tudo de outro jeito, é só chamar o seu camariere!
Pois era isso. Em pleno domingo à noite, chegamos no horário, mas mesmo assim depois deles.

Eles estavam todos prosas e nos contaram minuciosamente tudo o que viram de bom lá  na Ilha (dê um pulinho lá no Fatos&Fotos de Viagens e tenha uma aula completa sobre o lugar e de fotos, inclusive!)
Nós também estávamos pois teríamos uma noite muito descontraída com nossos amigos de infância.
Começamos tudo pedindo um Arnaldo. O quê? É isto mesmo, um Anima Arnaldo Caprai 2006 diretamente da Umbria. Vinho gostoso e leve, feito sobre  medida pra se desgustar as tais Bottas, pequenas porções de especialiades italianas.

Conversa vai, conversa vem e pedimos uma scarpetta com molho vero. O que é isso? Simplesmente um molho extremamente encorpado e que você usa o pão pra experimentá-lo e finalmente, pra limpar o prato. Delicioso e exatamente do jeitinho que a Dé gosta!

Seguimos bebendo o Arnaldo,  0 vinho. Falamos sobre tudo e todos e comemos mais um pouquinho pois chegaram alguns belisconnes.

Um era o famoso pastel de vento.
E eram pastéis de vento mesmo. Uma massa crocante que não tinha recheio algum. A não ser a possibilidade de você mesmo recheá-lo com embutidos (salames, presuntos, queijos) e até um confit de abacaxi. Ou comê-los sem nada já que eram bastante crocantes. Delícia!

O outro eram bolinhos de risotto e linguiça.  Macios, cremosos e muito bem temperados. Na verdade apimentados. O Arnaldo não é muito fã delas, as pimentas, mas mesmo assim todos, inclusive ele, comemos os legítimos representantes da Botta . Foi uma boa desculpa pra pedirmos um outro Arnaldo. É claro que  o vinho!

Papo vai, papo vem e chegou mais um belisconne: batatas rústicas com ovo frito e lâminas de presunto frito.
Dá pra imaginar o prazer que foi comer estas batatas  rústicas e ainda por cima, misturadas com a gema bem molinha do ovo?

Em vez de pedirmos as outras tentações do cardápio (agnolotti, polentas, massas, ovos, etc) preferimos investir nas sobremesas. A esta altura e após esta quantidade de Arnaldos, só apelando pra eles pra lembrarmos quais eram? rsrs
E não é que eles lembraram e me disseram que eram uma torta de maçãs com sorvete de creme …

… e uma  outra  torta de fromaggi.

Também pudera: elas são muito parecidas, né mesmo?

Resumão: a BottaGallo é um lugar pra se ir sempre. E de preferência com amigos da melhor qualidade.  Ou seja, cumprimos com os requisitos.
Conta paga, só nos restou marcar a próxima reunião da agência. E degustando o risotto perfeito ( ô máscara!) em plena praia.

Arrivederci!

PS- Todas as mãos e dedos que aparecem nas fotos são do Arnaldo. rs

.

fasano II – o segundo café da manhã no rio e o champagne na terrazza

… continua lindo …
o9 a 11/04/1o

Fasano II – O segundo café da manhã no Rio e o Champagne na Terrazza

Continuando o post anterior …

Salmão, foie gras, arroz pipoca, caviar tapioca, magret, doces. Tudo o que se poderia esperar do Chef Claude Troisgros.

Nunca o nome dum menu, o Confiance foi tão perfeito.  

Ainda tomamos um legítimo Troisgros, o vinho tinto da família vindo diretamente de Roanne e formado somente por uvas Gamay.

A única coisa ruim foi a iluminação, que não nos permitiu tirar fotos decentes. Se bem que foi bom, pois certamente voltaremos no almoço pra celebrarmos as boas gastronomia e amizade, né Emília e Arnaldo. Marrrrravilha!

Terminamos a noite na Lapa, no Rio Scenarium onde todos os vnviajantes se confraternizaram novamente com direito a pins e banners.

Outra manhã e pra nossa surpresa, mais bonita ainda do que a anterior.

Mais uma bela olhada nos quartos.

Mais uma bela sonhada  na varanda e sentados numa confortável poltrona  Diz, do grande Sergio Rodrigues (viu, Mara! rs).

Mais um belo café da manhã na piscina.

Quase tudo foi repetido como na manhã de sábado. E tudo muito diferente apesar de parecer tão igual. Vocês me entendem, né?

Curtimos muito o café. A Dé não passa sem ele em qualquer situação.
Eu agradeci muito por isso, pois mais uma vez  o Rio nos brindou com um belíssimo desjejum.
E contemplativo!

Daí pra frente, tudo acelerou bastante.

Almoço com a Emília e o Arnaldo no Antiquarius da Barra…

… precedido de um tremendo city-tour (este, eu recomendo) …

… e com direito a conhecer a Terrazza…

.. com serviços de primeira (até parece um das mesas que a Dé monta lá em casa!), …

… e caminhada na floresta.

É, a vida foi muito dura por aqui.

Rapidez no translado (grato Affonso’s Tours), paisagens bacanas …

… e ponte aérea antecipada em 20 minutos.
Pronto! Tudo passou muito rapidamente e certamente (Dé e Re aprovaram), a família voltará pra degustar a cidade com a calma que ela merece!

Nos aguardem, mérrrrrmãos!!

Fomos! Mas voltaremos.

.

fasano I- o primeiro café da manhã pra lá de especial no rio

… cheia, de encantos mil …
10/04/10

Fasano  I – O primeiro café da manhã pra lá de especial no Rio

Sabe o que é ficar mais de meio século sem ir a um lugar?

Pois foi o que aconteceu comigo! (Com a Re e com a Dé, o intervalo de tempo foi muito menor! rs)

E além de tudo, este lugar simplesmente era uma mancha irreparável no nosso currículo de viajantes. Um lugar tão lindo, tão próximo e no nosso caso, tão inalcançável.

Pois bem, por causa da ConVnVenção Mundial do VnV e especialmente pela capacidade de convencimento dos nossos queridos amigos cariocas, marcamos a nossa tão esperada  primeira visita à Cidade Maravilhosa.

Passaríamos um final de semana inteiro (9 a 11/04) por lá e escolhemos, com uma grande ajuda do Arnaldo e da Emília, a  hospedagem em alto estilo: em plena Ipanema e no hotel Fasano.

Chegamos tarde da noite de sexta devido a um grande engarrafamento (o Rio ainda sentia efeitos da temporal que caiu por lá). Ficamos quase duas horas “engarrafados”.

A expectativa (segundo a duvidosa previsão do tempo) era chuva em todo o final de semana.
E ela caiu nesta noite.

Vimos o hotel e os quartos muito rapidamente e fomos jantar na RS.

Só deu tempo de observar as poltronas de design que ficavam no hall dos quartos.

Acordamos no sábado com bastante sol (gracias) e a real possibilidade de curtir um pouco mais este hotel tão badalado.

Quartos (pra nós e pra Re) de frente pro mar que com a ressaca, estava esplendoroso.

Eles, os quartos, são bastantes espaçosos. O nosso era mais largo e o da Re, mais comprido.
Aqui fica uma dica:  se vai se hospedar por lá, cacife um quarto de frente pro mar. Eles são muito melhores  e maiores dos que os que não tem vista.

Ambos tinham as mesmas características: varandas com poltronas de madeira confortáveis  e que te proporcionam uma visão do mar tão impressionante que dá vontade de pegar uma prancha e pular com ela a partir da própria sacada (ah! se eu soubesse surfar).

Já a parte interna é bastante “philippestarckiana”. Espelhos em forma de gotas, …

… banheiros confortáveis e com fotos muito bonitas nas portas (o da Re tinha uma veneziana que quando aberta, se podia tomar banho vendo o mar!)…

… e o must: camas com vista panorâmica!!
Você abre janela e cortina, deita e tem uma visão de deixar qualquer um doido. Uma beleza.

Optamos por tomar café da manhã na piscina.

E que piscina!

Ela fica na cobertura e você tem um panorama  de toda Ipanema que te faz pensar em ficar ali o dia inteiro só contemplando a beleza do Morro 2 Irmãos, da Pedra da Gávea, do mar, da orla, enfim, do Rio!

Pedimos 2 cafés continentais (frutas, sucos, pães, geléias, etc).
Me diga se com uma paisagem dessas você também não chamaria a vida e a cidade de  maravilhosas?

Sabe quando tudo passa bem lentamente, quase em câmera lenta?

Era exatamente isso!

O dia foi corrido. Visita ao IML, ops, IMS com o pessoal do VnV, …

…  almoço no Forneria com  a mesma turma (por sinal, divertidíssimo. Grato, Majô) e jantar no Olympe, do grande Claude Troisgros.

Fomos com a Emília, o Arnaldo e mais uns amigos. Senhores, que comida!

Salmão, foie gras, arroz pipoca, caviar tapioca, magret, doces. Tudo o que se poderia esperar.

Pô, este post está enoooorme. Acho melhor continuar no sábado …

Até.

.

dcpv – maníacos pelo Maní

mani… pulador
21/03/10

Maníacos pelo Maní.

Somos maníacos pelo Maní. Toda vez que pensamos em ir comer fora, um de nós (eu ou a Dé) diz: vamos ao Maní?

E ultimamente fomos pouquíssimas vezes  porque na maioria delas, só conseguimos chegar até a porta, pois a fila e a espera nos impediam.

Desta vez, não! Iríamos nos encontrar com os nossos grandes amigos, a Emília e o Arnaldo e surpresa: descobri que eles agora fazem reservas.

Reservei e marquei pras 13:30 hs. Era certeza de altos papos e  altas comidas!

Chegamos primeiro e fomos nos acomodando junto ao famoso couvert com o biscoitão de polvilho e as pastas de coalhada seca e queijo de cabra com pimenta rosa além da manteiga salgadinha e cremosa.

Emília e o Arnaldo chegaram logo depois e iniciamos realmente o estudo do cardápio além de fazermos um breve relato sobre as nossas últimas viagens (Paris e Marrocos). Com direito a presente e tudo o mais.

Todo mundo  estava com fome e sabendo da fama de excelentes cozinheiros da Helena Rizzo e do Daniel Redondo, analisamos o menu como quem vê o seu roteiro final de viagem (vocês me entendem, né?)

A Emília pediu como entrada Tartar de Vieiras que contém leite de amendoim  aerado e caramelo de amendoim. Belo prato.

Arnaldo foi de Feijoada esferificada com carpaccio de pé de porco. Um prato bonito e tão bom, mas tão bom que ele comeu rapidinho!!

Como todo mundo (no caso, eu) queria mais, fomos obrigados a pedir mais uma.

A Dé pediu um quadro. Uma salada Waldorf  formada por gelatina de maçã com sorbet de aipo, nozes caramelizadas e emulsão de gorgonzola.

E ou não é uma verdadeira obra de arte?

Eu fui de Ovo Perfecto.Ele é cozido por 2.5 horas a 63 C ( que precisão!) e servido com emulsão de pupunha. Resumo da obra e como diria o Arnaldo: um bom mingauzinho de ovo.

Tudo acompanhado pelo belo espumante rosé italiano Martelozzo que o gentil sommelier Felipe nos indicou. E acertou!

Ah! Também nos oferecemos (nós merecemos! rs) um bonus: bombons de foie gras cobertos por uma película de vinho do Porto e um pedacinho de goiabada como recheio. Esta vale a descrição do ato de comê-lo: você  o coloca na boca e sente um leve gosto do foie. Dá uma bela mastigada e percebe a goiabada e sua doçura. De repente, se pergunta: onde está o foie?

E aí, ele reaparece no retrogosto, como o bis tão esperado num show do cantor que você mais gosta que contém aquela música! Um verdadeiro espetáculo!

Papo vai, papo vem e resolvemos pedir os principais.
Emília foi de Atum levemente grelhado com quinua, chutney de amoras, espuma de gengibre e shissô. Comeu tudinho!

Arnaldo escolheu um Arroz negro com lulas extremamente cremoso. Acho que ele gostou. (esqueci de perguntar, mas ele também comeu tudinho!!)

A Dé foi de Peixe com terrine de batatas, cebolas, tomates cereja e vinagrete de alho e alecrim. Lindo e muito bom.

Eu pedi um Rosbife com crosta de Lapsang Souchang com um purezâo que me parecia de quirera (ô pessoal do Maní, vamos atualizar o site ou responder a e-mails?).  Carne macia e com o acompanhamento  mostrando a que veio, apesar não lembrar extamente o que o continha.

Tomamos vinhos branco e tinto vindos diretamente do Atacama, Chile. Seria esta fato uma pista pruma próxima viagem? 
Pra continuar o nosso tour “maneiro”, sobremesas.
Emília experimentou o famoso Café Padoca. Creme de leite, sorvete de doce de leite, gelatina de café e lascas de pão com manteiga. Ou seja, um Café de Padoca mesmo!

Já o Arnaldo foi  de Arroz  de leite.  Ele gostou bastante a achou que continha algum tipo de macarrão. Obs : o dedão é dele! 

A Dé pediu uma Espuma de Nutella com sorvete de gengibre e calda de mexirica. Ela achou gostoso, mas muito grande!

Eu, que não gosto de açaí, pedi justamente o Açaí já que tinha lido/visto a descrição lá no Que bicho me mordeu. Se todo açaí for assim, pode contar comigo.

Cafés pedidos/tomados, mais um pouquinho duma boa prosa, outro tanto sobre planos futuros e nos despedimos. Debaixo de chuva e sol.

E com a certeza de que o Maní caminha, cada vez mais a passos largos, pra se tornar um lugar onde se come muito bem e melhor, com divertimento certo. Tudo é muito divertido por lá.

Tá na cara que na próxima vez que sairmos pra comer, nós todos (acredito que os quatro, já que a Emília e o Arnaldo adoraram)  falaremos: Vamos no Maní?

Ciao.

.


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