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dia dodici – italia – toscana – um giro pela terra do pio II, pienza.

02/08/2016

Dia dodici – Itália – ToscanaUm giro pela terra do pio II, Pienza..

Dia de troca de hotel é dia perdido, certo?

Nem sempre.

Acordamos cedo pois tínhamos que ir pra Montalcino.

Melhor, iríamos para o Castello Banfi.

A expectativa era grande, apesar de já conhecermos o hotel quando de nossa outra viagem pra Toscana.

Foi um trajeto de 1,5 hora …

… em rodovias muito boas, …

… apesar de algumas obras …

… e perto do meio dia, chegamos.

Castello Banfi continua impactante.

Ah, jogamos com a possibilidade dos dois quartos estarem liberados, mas somente o nosso estava livre.

Era um quarto bastante grande e extremamente confortável.

Então, colocamos em ação o plano B.

É sempre bom ter um, né?

Resolvemos passear um pouco e revisitar Pienza.

Pra variar, o caminho é uma belezura …

.. e você cansa de ver paisagens que são tipicamente toscanas.

Manja aquelas fotos de calendário?

Chegamos lá …

… vendo uma coisa inédita nesta viagem: chuva!

Caiu pouco, …

… mas o suficiente pra nos abrigarmos no primeiro restaurante aberto que vimos.

Era o Ristorante Il Rossellino.

Tudo bem que eles até relutaram pra nós atender, mas finalmente conseguimos. 🙂

E tudo foi muito bom.

Pedimos 3 entradas: uma de vários tipos de pecorino (Pienza é a terra deles), …

… outra de frios …

… e mais uma com uma tremenda salada de erva doce, o famoso finocchio.

Pra harmonizar e na terra deles, um Super Toscano do Biondi Santi.

Como principais, a Lourdes escolheu um gnocchi com molho de pecorino, …

… a Dé, um trofie com pesto, …

… o Eymard, um talharim com ragu, …

… e eu, um vero hambúrguer de Chianina.

Todos os pratos muito bons e que nos fizeram entender que dificilmente você erra na comida por aqui.

Aproveitamos o pós almoço (e o sol) pra dar uma volta por Pienza.

Esta cidade tem esse nome porque foi a cidade natal de um dos maiores papas do Renascimento, Pio II.

Ele tentou transformá-la numa espécie de centro de artes.

Mas conseguiu fazer com que fosse uma das poucas cidadezinhas planas …

… encantadoras …

… e fotogênicas da Toscana.

Esta vale o fotoblog:

Retornamos de lá e tínhamos uma reserva pra jantar no restaurante gastronômico do Banfi.

E ele tem o nível que se espera.

Optamos por não fazer o menu degustação e não nos arrependemos.

Cada casal pediu, como entrada, uma ótima mozzarella empanada.

Como principais, a Lourdes e a Dé pediram o mesmo prato, um rombo (o peixe!) com uma boa variação de frutos do mar.

Pra continuar no mesmo tema, eu e o Eymard fomos num misto de frutos do mar fritos que estavam demais.

Pra acompanhar tudo a altura, um Chardonnay Banfi 2015.

Olha, foi uma refeição daquelas inesquecíveis.

Assim como todo o cenário que o Banfi te proporciona.

Se de dia já é mágico, imagine a noite!

Arrivederci!

.

 

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dcpv – dia undici – itália – toscana – cidades-paradoxo.

31/07/2016

Dia undici – ItáliaToscana – Cidades-paradoxo.

Hoje foi dia de reflexão.

Porque o paradoxo existiu desde o começo da manhã.

Visitaríamos uma cidade menor, outra maior (pelo menos fisicamente).

E ao mesmo tempo, ambas bonitas.

Acordamos um pouco mais tarde (chegamos às 2 da matina do show) e planejamos ir até uma cidadezinha que fica perto do hotel, mas que não conhecemos.

É Certaldo (a terra da cebola).

E é o lugar com aquela descrição manjada “típica, medieval e encravada na colina”.

Tudo bem que chegar ao topo, onde fica Certaldo Alto não é fácil.

Mas depois de idas e vindas, com um visual de tirar o fôlego, chegamos e não nos arrependemos.

O impacto visual é imenso.

Tudo parece como uma Disney real …

… e, inclusive aproveitamos pra tomar alguns Aperol Spritz para dar um amainada no calor, que estava no limite do suportável.

Dali, zarpamos pruma cidade considerada grande, mas não menos bonita.

Esta se chama Volterra.

Ela é muito antiga …

… e totalmente medieval.

Como toda cidade da Toscana, você não pode circular de automóvel pelo seu centro histórico (fique de olho na placa com um círculo vermelho indicando zona de tráfego controlado).

Mas encontramos um estacionamento e chegamos a tempo de cumprir a nossa reserva para o almoço, que seria no restaurante Il Sacco Fiorentino.

Escolhemos almoçar no terraço, ….

… já que o sol continuava a pino.

Pedimos um ótimo vinho branco do Antinori …

… e resolvemos dividir duas saladas: uma de atum …

… e outra de muzzarellini com milho. Ambas perfeitas.

Como principais, a Lourdes pediu gnochette, …

… a Dé um tortellini …

… e eu e o Eymard, dividimos um pici ao calcio e pepe …

… e cinghiale, o famoso javali.

Estavam ótimos.

Como sobremesa, pedimos o biscoito representante desta região, o cantuccini acompanhado de vin santo.

Aproveitamos após o almoço, pra dar umas voltas por esta bonita cidade (que redundância) …

… e comprar algumas coisinhas, …

… além de ter o prazer de passear ..

…. e conversar sem ter um plano muito bem definido.

Flanar também é muito bom na Toscana!

Retornamos ao hotel e tínhamos uma reserva pra jantar no restaurante Bel Soggiorno.

Pra sorte nossa e por mais paradoxal que seja, ele fica na, talvez, mais bela cidade toscana (ufa, é difícil escolher).

San Gimignano é realmente bonita, …

… está sempre movimentada …

… e tem uma aura “particolare”.

Além do mais, a chamada Manhatan toscana, tem em suas torres representantes lídimas do seu charme.

Como estávamos sem muita fome, pedimos um burrata pra dividir pra nós quatro.

Enquanto isso escolhemos um vinho branco vernaccia, típico da cidade, pra beber.

Como principais, a Lourdes continuou testando os risotos e desta vez foi um de funghi com açafrão.

A Dé pediu um bacalhau muito bom e estiloso.

O Eymard arriscou num galeto que estava bastante crocante e saboroso.

Eu acabei não me dando muito bem, pois o meu maialino (um porquinho) estava bastante gorduroso e com um sabor meio estranho.

Nos despedimos de “Sangimi” com um bom champanhe …

… e uma previsivel pannacota.

O restante foi caminharmos mais uma vez pela cidade …

… e perceber que, realmente, ela é imperdível pra quem está visitando esta região italiana (especialmente a sorveteria do Sr Dondoli).

Arrivederci.

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dcpv – dia diece – itália – toscana – e não é que chegou o dia do Bocelli?

30/07/2016

Dia diece – Itália – ToscanaE não  é que chegou o dia do Bocelli?

Era hoje o dia de ver o show do Andrea Bocelli.

Tudo começou da seguinte maneira: o Eymard viu que teria o show dele no dia 30 de julho, conseguiu os ingressos através da Teresa Perez e me mandou um e-mail perguntando se queríamos ir?

Olhamos, eu e a Dé, um para o outro e topamos na hora.

Pronto, estava criado o motivo da viagem.

Daí pra frente foi esticar um pouco antes pra França, …

… aprofundar a estadia na Toscana …

… e o show estava devidamente encaixado no nosso tour.

Portanto, acordamos cedo e fomos aproveitar a manhã toscana.

Pegamos o carro e chegamos em Colle di Val d’Elsa.

A cidade, pra variar, é bem bacana …

… e fica no alto duma colina (que novidade!).

Passeamos bastante, …

… apesar do calor reinante , …

… e resolvemos seguir em frente …

… pra revermos uma das nossas queridinhas, …

…  a belíssima Monteriggioni.

Esta é verdadeiramente um exemplo de tudo o que uma cidadezinha toscana deve ser.

É pequena no tamanho certo, …

… é todinha murada …

… é super conservada, …

… ou seja, o lugar perfeito pra tomar um aperitivo, …

… como os Aperol Spritz que pedimos.

Sem contar que a Dé retornou (esta é a terceira vez) numa loja de bijuterias finas (a Lourdes a acompanhou), …

… lugar perfeito para comprinhas e pra dar uma descansada também.

Próxima parada?

Em Castellina in Chianti, mais precisamente no restaurante Albergaccio di Castelllina …

… lugar mais do que indicado pra fazermos uma ótima refeição.

E foi o que fizemos.

Iniciamos dividindo irmanamente flores de abobrinha fritas e recheadas …

… e um bacalhau cozido em alta temperatura.

Além de uma Ferrari brut. Afinal de contas, estávamos na terra delas.

Como principais, a Lourdes experimentou o melhor risotto da viagem (até agora) , …

… a Dé escolheu um Spaghetti veggie com bastante molho ….

… e eu e o Eymard fomos no mesmo prato, uma codorna que estava divina.

Bebemos um vinho branco do Friulli …

… e dividimos um par de sobremesas que também estava muito bom.

Enfim, o Albergaccio di Castelllina vale mais do que a pena e é um restô pra ser visitado quando você estiver nessa região da Bota.

Saímos rapidamente, pois tínhamos que dar uma descansada pra nos preparar pro show do Bocelli.

Chegamos no teatro do Silenzio, na regiao rural da cidade de Lajatico e tudo impressiona.

A estrutura montada é incrível …

… e só uma pessoa visionária (sem piadinhas) como o Bocelli poderia pensar em fazer um show para 10000 pessoas …

… num lugar em que tudo tem que ser criado do zero.

Neste ano (este é o 11º), o tema seria o circo.

É o que nós vimos foi um espetáculo incrível …

… com as melhores vozes, …

… uma orquestra extraordinária, …

… com atrações de circo de primeira linha …

… e até elefantes verdadeiros!!!

Ah, com o Bocelli cantando e nos emocionando o tempo todo!

Foram duas horas inesquecíveis e certamente faremos um esforço pra assistirmos numa outra oportunidade.

A nossa alma vai agradecer (e os nossos sapatos também).

Por incrivel que pareça, ainda deu tempo de comer umas coisinhas no hotel …

… bebemorar …

… e contar elefantinhos para dormir.

Arrivederci.

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dcpv – dia nove – itália – toscana – fazendo uma aula de culinária … toscana!

29/08/2016

Dia Nove – Itália – ToscanaFazendo uma aula de culinária … Toscana.

Sol. Muito sol.

Agora dá pra entender o que a Frances Mayes queria dizer com sob o sol na Toscana.

Acordamos, tomamos um bom café da manhã no hotel …

… e zarpamos pra Siena.

É quase uma hora dirigindo em estradas confortáveis e com um ótimo visual.

Aproveitaríamos pra fazer, os quatro, uma aula de culinária na Scuola di Cucina di Lella.

Como curiosidade, eu e a Dé já tínhamos feito uma destas há 8 anos e que foi relatada aqui.

Chegar lá até que foi tranquilo.

E a aula foi mais ainda.

A ideia toda é você ajudar a Lella a executar um menu completo e logo após, degustar o produto final no formato de almoço.

Éramos em 10 (de várias nações) no total e a comunicação rolou tranquila (em italiano, inglês e até um pouquinho de português).

Como entrada fizemos um flan de pecorino com molho de pêras.

Este prato nos surpreendeu por, aparentemente, não ser uma coisa tão toscana, mas esta mistura do salgado do flan …

… com a doçura do molho de pêras, deixou tudo muito saboroso e italiano.

Para o segundo prato, cada um de nós preparou a própria massa, …

… que foi um pici, …

… uma pasta feita com farinha e água …

… e que foi moldada a mão. Uma verdadeira aula de culinária.

Como molho para acompanhar, um ragu de carne de porco moída …

… feito com uma base de legumes cortados finamente, vinho branco, caldo de carne e bastante tempo de fogão.

Já para o principal, aprendemos a fazer um Cinta Senese, uma carne que foi grelhada bastante …

… e que depois foi cortada finamente como se fosse um rosbife, …

… acompanhada de echalotas refogadas.

Finalizando, a sobremesa era Ricciarelli, um biscoito típico à base de amêndoas e essência de laranja.

Resumindo, depois de todos fazerem tudo, …

… a Lella e os seus ajudantes Lívia e Francisco …

… seviram todas as receitas numa sequência muito boa …

… de pratos tipicamente toscanos …

… e representantes legítimos da sua culinaria tão simples e peculiar.

Satisfeitos e felizes, saímos de lá …

… pra dar uma passada no centro nevrálgico de Siena, a Piazza del Campo.

O calor era saárico, as subidas fenomenais e de repente, esta beleza arquitetônica se descortina para nós.

Não teve como não aproveitarmos a oportunidade e tomar um champagne bem gelado pra agradecer tudo o que vida nos proporcionou.

Voltamos para o estacionamento da cidade e para o hotel.

Fizemos uma pequena mudança nos planos e optamos por tomar um banho, pra dar uma refrescada (a temperatura passou de 35ºC hoje) e partir pra jantar em San Gimignano.

Pedimos uma dica pra pessoal do hotel e ela nos indicou o San Martino 26.

Que fica na rua San Martino, 26! Daaaaaaaammmmm!

O lugar é bem bacana e chega a beirar a um kitsch chic.

A Dé e a Lourdes dividiram uma “la caprese” como entrada, que tinha como particularidade o sorvete de queijo pecorino.

O Eymard foi de “il bacalà, mantecato, in tempurá e lo strudel”.

Eu, escolhi “carpaccio di manzo, di maiale, di anatra affumicata” que mais parecia um jogo da velha saboroso!

Tomamos um Sauvignon Blanc “spetchialle” (como diria o Eymard) …

… e partimos para os principais.

A Dé e a Lourdes novamente dividiram um prato, o “il riso violane nano, peperone giallo, semi di sésamo e burrata”.

O Eymard escolheu “la pasta fresca al ragu crudo, sofrito di yogurt e crema di latte”.

Eu, louco que sou, fui de “gli spaghetti alle vongole, arancia e latte di mandorle”. Tudo muito bom, com exceção do risotto que, pra variar, estava levemente passado! rs.

Harmonizamos com um ótimo Chardonnay do Friulli.

Enfim, foi uma comida excelente e que nos deixou muito felizes.

Quer dizer, nem tanto. Ainda aproveitamos pra passear …

…. nesta magnífica cidade e além de curtir o visual, …

… tomarmos um sorvetinho do Dondoli, um verdadeiro campeão dos gelatos.

É, San Gimignano é mesmo uma cidadezinha especial …

… e muito fotogênica.

Que venga lo Bocelli!

Arrivederci.

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dcpv – dia huit/otto – paris/florença – taí uma rota bacana.

28/07/2016

Dia huit/otto – Paris/Florença Taí um rota bacana.

Dia de troca de hotel em viagem é perdido, certo?

Com troca de país é pior ainda, certo?

É mesmo. 🙂 Hoje não fizemos muita coisa.

Saímos cedo do hotel em Paris, fomos pro CDG …

… esperamos um bom tempo na sala VIP …

… e fizemos um ótimo voo pra Florença.

Foram 1,5 hs de puro prazer com direito a ver os Alpes e as plantações dos ótimos ingredientes que consumimos.

Daí, foi aguentar a complicação do pessoal que alugamos os nossos carros (ê, Europcar!)  e em poucos momentos, estarmos curtindo os ares toscanos.

Sabe que nunca tínhamos percebido o quão perto a Toscana é de Paris? O caminho do aeroporto de Florença até o o hotel Villasanpaolo também foi tranquilo.

E só tivemos tempo de ver o nosso bom quarto , …

… com direito à vista pra San Gimignano, a Manhatan toscana …

…  e fomos bebericar e comeriscar no restaurante do hotel.

Iniciamos tudo tomando um legítimo Champagne, acompanhado de bruschettas (italianas, off course!).

Continuamos com um espumante da casa, um Franciacorta …

… aproveitamos o por do sol …

… e a belíssima iluminação, …

…  pra ficarmos por lá mesmo e jantar.

Ainda mais com este céu!

Pedimos às seguintes coisas: como entradas e para dividirmos, excelentes flores de abobrinhas recheadas com ricota.

Como principais, a Lourdes,um Risotto, que infelizmente não estava al dente, …

… a Dé uma massa, que infelizmente também não estava al dente , …

… e eu e o Eymard, dividimos uma Bisteca Fiorentina que estava no ponto (e muito mal focada! 🙂 ).

Tomamos um vinho tinto da região, indicado pelo Antônio, o nosso atendente e sommelier, que casou muito bem com a Bisteca.

No mais foi conversarmos mais um pouco, fazermos nossos planos toscanos e dormir o nosso justíssimo sono.

Que venha o Bocelli!

Arrivederci!

Acompanhe os outros dias desta viagem:
dia un – Vale do Loire – Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.
dia deux – Vale do Loire – Chateau de Villandry, este lugar é um espetáculo!
 jour troix – França – Vale do Loire – A mulherada fazendo a diferença em Chenonceau.
dia catre – França – Vale do Loire/Paris – Esta rota é um espetáculo.
Dia cinq – Paris – O dia de turistas serem turistas.
dia six – Vinhoteando pela cidade luz.

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dcpv – dia set – paris – monet+giverny=maravilha.

27/07/2016

Dia set – Paris – Monet+Giverny=Maravilha.

O dia amanheceu nublado.

Tínhamos marcado um passeio com a Fernanda, que trabalha com o excelente blog Conexão Paris.

Iríamos conhecer Giverny.

E de um jeito totalmente diferente, de bicicleta.

O negocio todo inicia com o encontro com ela na Gare St Nazare.

De lá, pegamos um trem para Vernon …,

… alugamos as bikes …

… e fomos passear.

Primeiramente, demos uma conhecida na cidade, …

… que, por sinal, é bem bonita, …

… entramos na igreja (a Dé adorou) …

… e zarpamos pra Giverny.

O caminho todo, através duma ciclovia, é muito bonito.

E a chegada na belíssima cidadezinha é melhor ainda.

Com os tíquetes precomprados (não se esqueça disso, pois as filas são imensas) …

… entramos tranquilamente, …

… e quando fomos perceber estávamos nos jardins de Monet.

Que espetáculo!

Pensar que foi justamente ali, …

… e com uma alta fidedignidade, …

… que tudo aconteceu, …

… te deixa muito emocionado.

Impossível não tirar um montão de fotos bacanas …

… e mesmo com uma quantidade razoável de turistas, …

… o lugar te deixa extremamente encantado.

Sem contar, que com todas as informações que a Fernanda passou, nós ficamos mais interessados ainda em tudo.

Esta primeira parte dos jardins, a das Ninpheas, já valeria o passeio.

Mas o restante é tão belo quanto.

Segue o fotoblog:

Continuamos a visita pela casa dos Monet.

E ela não decepciona.

Lá você vê como era o dia-a-dia de Monet…

… e sua família.

Aproveitamos pra almoçar num lugar bastante típico, o Hotel Baudy.

Todos pedimos o menu formule, …

… composto de entradas, …

… principais (todos foram de confit de cannard)…

… e sobremesas diversas, …

… além dum bom Chablis.

Estávamos retornando pra pegar as bikes quando a Fernanda nos fez uma surpresa.

Fomos conhecer um pintor impressionista, o Hans …

… que nos mostrou a sua técnica impecável.

Daí pra frente, foi voltar o caminho para Vernon através da ciclovia …

… e ao chegarmos, ainda tomamos um Rosé com uma paisagem espetacular ao fundo.

Foi realmente um passeio inesquecível …

… e nós o recomendamos fortemente.

Como sempre, estávamos com o tempo bem curto pro jantar e o máximo que fizemos foi tomar banho, nos trocar e rumar para o KGB.

Calma, KGB é um restaurante (e dos bons) que fica próximo ao nosso hotel em Saint German de Pres.

E, pra jogar o barco nas pedras, resolvemos fazer o menu degustação.

São 10 pratos, pra nós os homens e 8, para as mulheres. As entradas vieram no formato de 4 pequenas porções.

Straciatella, caranguejo, cordeiro e uma sopa de cogumelos, tipo missô.

Tudo muito bom e bem temperado.

No meu caso e do Eymard, ainda veio um prato com tomates e enguia.

Continuando a de nós dois, uma massa al dente e muito bem condimentada.

A seguir e pra todos, um peixe …

… e pra finalizar, pombo. É, pombo está na moda em Paris (desculpem, mas a foto do pombo voou!).

Como sobremesas, dois cremes com sorvetes excelentes.

Tomamos, para acompanhar um champagne Louis Roderer ..

… e um Mersoult, ambos de primeira linha.

Enfim, foi uma refeição irrepreensível.

Caminhamos um pouco até o hotel …

… e fomos dormir já sonhando com a Toscana (e o Bocelli).

Au revoir e arrivederci.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
dia un – Vale do Loire – Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.
dia deux – Vale do Loire – Chateau de Villandry, este lugar é um espetáculo!
 jour troix – França – Vale do Loire – A mulherada fazendo a diferença em Chenonceau.
dia catre – França – Vale do Loire/Paris – Esta rota é um espetáculo.
Dia cinq – Paris – O dia de turistas serem turistas.
dia six – Vinhoteando pela cidade luz.

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dcpv – paris – dia six – vinhoteando pela cidade luz.

26/07/2016

Dia six – ParisVinhoteando pela cidade Luz.

Hoje seria dia de aumentar os nossos conhecimentos.

E na área de vinhos, coisa que apreciamos muito.

Como ontem foi muito atribulado, resolvemos acordar um pouco mais tarde …

… tomar um bom café da manhã no hotel …

… e ir andando até o local onde faríamos o curso, a lindíssima Galerie Vivienne, onde fica a loja de vinhos da Legrand.

É claro que cruzamos todo o bairro de St German de Pres, …

… passamos pelo Louvre …

… e pelo Jardin Royal, …

… onde aproveitamos pra dar uma de parisienses, …

… ou seja, ficar não fazendo nada e vendo o tempo passar.

Galerie Vivienne é logo ao lado, …

… portanto, chegamos no horário.

Lá, a Ana estava nos esperando pra ampliar os nossos conhecimentos do mundo de Bacco.

E todo o conteúdo do curso é muito bacana.

Ela nos levou por uma viagem pelo mundo vitivinicultor francês com todas as nuances sobre particularidades de cada região produtora …

… e ao mesmo tempo, nos explicou numa linguagem simplificada várias coisas que gostaríamos de saber.

Experimentamos um champanhe Bollinger rosé safrada …

… e 5 vinhos tintos, sendo um de cada região importante da França.

É claro que os comeretes não poderiam faltar.

Legumes, salames, frios, foie gras, …

… queijos, pães; a boa comida acompanhou tudo.

Depois de três horas, estávamos aptos a entender melhor este universo que as vezes, parece tão complicado.

Caso você esteja interessado, faça a sua reserva e você não se arrependerá.

Ainda aproveitamos pra tomar mais um vinho branco na própria loja …

… e comprar algumas coisinhas, pois não somos de ferro. Rs

Depois disso tudo, resolvemos voltar a pé, flanando pela cidade Luz. Não deu tempo pra muita coisa, pois tínhamos uma reserva pra jantar no Le Chateaubriand, um restaurante que já foi o 18º do mundo, segundo o ranking da revista Restaurant.

E o jantar foi bem decepcionante.

O menu degustação de 10 pratos é muito pretensioso e com alguns pratos beirando o ridículo. Vejam se não?

Iniciamos com gougères. Eram boas, mas gougères.

Logo depois, vieram ceviches sem peixe e com abacate no seu lugar. Meio sem graça.

A seguir, camarõezinhos fritos. Simplesmente isso!

Como complemento um do outro, serviram pão com tomate …

… e mariscos sem nenhum tempero. Oi?

Já estávamos desanimando quando uma sopinha japonesa (parecia um missô) com 4 miniraviolis foi servida. Parece simples, mas foi o melhor prato da noite!

Peixe com ervas que não conhecemos, …

… outro peixe com pepino e amêndoas cruas (pedi sal porque não estava temperado) , …

… e pra piorar, uma glândula frita com vagens refogadas complementaram o desastre.

Pensam que acabou? Nananinaná.

Como sobremesas um sorvete de cereja com, pasmem, alcaparras , …

… um pseudo toucinho do céu servido com uma gema crua (oi again) …

… e o grand finale, um pedaço de melão com especiarias indianas, que segundo o garçom, seria digestivo. Uma verdadeira balela!

Resumo da ópera bufa: não foi à toa que chef Iñake perdeu todas as suas posições no ranking. Foi merecido!

Au revoir.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
dia un – Vale do Loire – Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.
dia deux – Vale do Loire – Chateau de Villandry, este lugar é um espetáculo!
 jour troix – França – Vale do Loire – A mulherada fazendo a diferença em Chenonceau.
dia catre – França – Vale do Loire/Paris – Esta rota é um espetáculo.
Dia cinq – Paris – O dia de turistas serem turistas.

 

 

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