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dcpv -a alta sociedade no el celler de can roca, the best!

22/09/2018

A alta sociedade no El Celler de Can Roca, the best!

Os nossos sócios, a Lourdes e o Eymard, verdadeiros cidadãos espanhóis, estavam mais uma vez por Barcelona e resolveram dar uma voltinha na bela Girona.

É lá que fica o melhor restaurante do mundo, o El Celler  de Can Roca.

Opa, não foi fácil fazer a reserva.

O Eymard tentou um tempão através do site deles e conseguiu!

Inclusive seria pra irmos juntos, mas surgiram problemas com a nossa ocupada agenda (niver da Re e casório do Guigo). 🙂

De qualquer forma a experiência deles foi incrível!

É claro que neste caso você tem que ir preparado pra experimentar o máximo.

Mesmo porque não é todo dia que se come num lugar assim.

Vou deixar as imagens e algumas descrições (que nem sempre correspondem a foto) pra que tenham uma ideia de como é comer no the best!

Sim, eu sei que estes rankings são estranhos, mas quando acabarem de ver as fotos, me digam se concordam ou não com este primeiro lugar?

O menu escolhido foi o Festival.

Foram oficialmente 15 belos pratos (na verdade, bem mais com todos os agrados dos chefs).

Como diria o Eymard, “incontornável”!

“Ensalada roja: vinagreta de cereza, sandia caramelizada, gel de sisho rojo, cebolla morada, apio y cilantro”

“Tiempo de calabacin: la flor, el tronco y su salsa”.

“Cigala con artemisa, aceite de vainilla y mantequilla tostada”.

“Dorada dorada con leche de arroz y sake, tofu almendra tierna y lichi encurtido”.

“Sepia a la brutesca con salsa de rostido de conejo”.

“Pescado de mercado al vapor relleno de algas y anemonas con un suquet ligero”.

“Blanqueta de cochinillo con col fermentada y pilota”.

“Magret de pato curado y ahumado a la naranja”.

“Civet de pichón con su parfait”.

“Mel i mató: dulce de miel, jalea de albaricoque, helado de mató, crema de mató, caramelo de miel”.

Ainda encontraram com o “louquinho” do Jordi, o rei dos “postres”, aquele do Chef’s Table, no corredor. O Joan e o Josep também estavam lá!

Em suma, imperdível!

Na próxima, certamente iremos!

Hasta!

.

 

dcpv – dia tres – chile – vinícolas lapostolle e viu manent e copa do mundo: tudo a ver.

30/06/2018

Dia três – Chile Vinícolas Lapostolle e Viu Manent e Copa do Mundo: tudo a ver.

Hoje o dia seria muito diferente.

Afinal de contas não é sempre que se está viajando com uma Copa do Mundo acontecendo paralelamente.

Ainda mais com a abertura da fase de oitavas de final e com esta turma tão legal.

Bom, vamos começar do início.

O dia amanheceu broncolhaço …

… o que foi bom pra tomarmos o nosso café da manhã (e pras videiras) …

… e nos prepararmos pro jogaço França e Argentina.

Casa Lapostolle montou um telao numa sala, deixou um rosé da casa bem gelado e lá estávamos nós pra assistir ao grande embate.

E foi um jogão mesmo.

Torcemos muito (né, Dé e Álvaro?) e no final, os 4×3 pra França foi mais do que merecido.

Ainda deu tempo de acompanharmos o final do tour na Lapostolle.

E tudo por aqui é muito impressionante.

Desde a construção com 6 andares …

… passando pela escada espetacular …

… a sala de descanso dos barris (o santuário) …

… e a magnífica adega da Madame Lapostolle …

… que fica embaixo da mesa de degustação.

É um verdadeiro espetáculo.

Ainda passamos na lojinha …

… e fomos almoçar.

Em mais uma deferência especial, …

… o pessoal montou o nosso almoço na sala onde estava o telão …

… porque iria começar o jogo PortugalxUruguai.

Foi, digamos, uma refeição bastante desportiva.

Iniciamos com um tartar de Camarões e abacate …

… e como principal, um atum com molho vermelho e quinoa.

Tudo muito bom e bem temperado.

Os vinhos estavam ótimos e o Clos Apalta foi a estrela.

Ainda comemos um mil-folhas de maçã com sorvete de abacaxi e crumble.

Quando percebemos, o jogo já tinha acabado (vitória do Uruguai) …

… e estava no horário do nosso tour vespertino.

Iríamos conhecer a vizinha vinícola Viu Manent.

Ela é mais clássica e, aparentemente, não busca uma imagem natural ou biodinâmica.

Mas o mais interessante, …

… é que após uma explicação inicial, …

… mostrando toda a sua rica história, …

… nós fizemos um passeio de charrete …

… por toda a região de produção de uvas.

Não deixa de ser bacana …

…  charretear pela propriedade …

…  vendo todos os tons de marrom que as videiras sem folhas produzem.

Ainda passeamos pela área de produção de vinhos, …

… sim, foi aquele blá-blá-blá de colheita a mão e etc …

… e fomos pra degustação de 5 vinhos.

Confesso que não gostei muito da maioria deles, …

… mas o tour todo é bem bacana.

Voltamos pra Lapostolle, …

…. fomos dar uma descansada pra nos preparar pro nosso último jantar juntos por aqui.

Iniciamos com um grapefruit frizz e vários amuses.

Sentamos na nossa mesa exclusiva …

… e abrimos os trabalhos com uma casquinha de caranguejo que estava muito boa.

Acompanhamos com o razoável rosé Lapostolle do almoço.

Como principal, nos serviram um bife de tiras com beterraba e cebola assada.

E pra maridar, o glorioso ícone da Lapostolle, o Borobo 2014.

Perfeito.

Assim como foi todo o final de semana com o nosso grupo.

Ainda curtimos a sobremesa, que foi um musse de chocolate com sorvete de frutas vermelhas.

Foi um final doce para mais um doce encontro de todos.

Planejamos os próximos e certamente, tudo será regado a bom humor, gargalhadas e conversas impagáveis.

Que venham, então!

Hasta.

Acompanhe os outros dias desta mini big trip:
dia uno – Chile – Santiago – Vino, poesia, Isla Negra e ele, Neruda!
dia dos – Chile – Revisitando o vale do Colchágua e a magnífica vinícola Lapostolle.



.

 

dcpv – giorno due – itália – toscana – um simples domingo.

01/10/17

Itália – Giorno due – Toscana – Um simples domingo.

O dia amanheceu broncolhão e chovendo.

Não podíamos reclamar, já que estamos cansados de saber que as uvas precisam de água. 🙂

Demos aquela descansada, tomamos um café da manhã frugalíssimo …

… e zarpamos pro almoço no restaurante Arnolfo (a Lourdes e o Eymard acabaram de ir lá e adoraram), um dois estrelas Michelin e integrante da rede Relais & Chateaux (viu, Márcia?).

Ele fica numa cidade lindíssima, a aprazível Colle di Val d’Elsa.

Toda a vista lateral dela é muito dramática e impressionante.

Chegamos ao Arnolfo e fomos muito bem recebidos pelo proprietário/chefe, o Gaetano Trovato.

Mais uma vez o meu poder de convencimento foi testado, já que eles só oferecem menus degustação.

Se bem que a Dé até que gostou, porque eles têm a opção “architteture vegetale”.

Eu aproveitei e escolhi o “essence del território”.

É claro que o chef nos mandou alguns agrados antes de, propriamente, iniciarmos os trabalhos.

O menu completo da Dé foi o seguinte (me desculpem, mas não anotei o descrição dos pratos):

O meu, baseado em carnes, teve os seguintes pratos:

Comemos bem demais (e muito) …

… tomamos um ótimo Chianti Classico Isole e Olena, …

… e adoramos ver como os chefs italianos cozinham e se preocupam em saber se você, o cliente, está satisfeito.

Saímos felizes, saboreando a cidade e suas vistas, …

… e ainda passamos em Impruneta, para dar uma olhada na festa mais típica que existe por lá, a Festa da Uva.

Olha, é divertido ver a quantidade de pessoas que se deslocam pra curtir um desfile de carros alegóricos.

Tudo bem que eram todos italianos!

Enfim, foi um domingo agradável e só nos restou, comer uns frios em casa, …

… tomar um bom Chianti …

… e contar carneirinhos em italiano.

Uno, due, tre, zzzzzzz.

Arrivederci.

Acompanhe o primeiro dia desta epopéia:
giorno uno – Itália – Toscana, amore mio ou o inicio duma bela jornada!

.

 

dcpv – dia quattordici – toscana – visitando o castello di ama e o piccolo inhotim novamente.

04/08/2016

Dia quattordici – Toscana Visitando o Castello di Ama e o piccolo Inhotim novamente.

Nós já estivemos no Castello di Ama em 2013.

E nos obrigamos a retornar.

Porque realmente vale a pena.

É uma visita à vinícola totalmente diferenciada e interessantíssima.

Bom, acordamos cedo, tomamos o café da manhã no hotel …

… e rumamos pra Gaiole in Chianti.

É lá que fica o Castello di Ama.

Foi quase 1,5 hs dirigindo …

… mas só o prazer de desfrutar da paisagem toscana (e da companhia), já ameniza tudo.

Chegamos no horário …

… e a nossa guia já estava nos esperando.

O tour vinícola é bacana, mas nada além do esperado (né, Re?).

Já o tour artístico é espetacular.

O dono da vinícola resolver instalar um monte de obras contemporâneas no espaço …

… e você acaba passando por todas elas.

Temos trabalhos do Anish Kapoor, da Louise Borgeaus, do Chen Zhen e de mais um montão de artistas renomados.

Segue o fotoblog com as instalações:

Este do Anish Kapoor não é sobre o eclipse! 🙂

É claro que a degustação final foi especial.

Enfim, uma visita ao Castello di Ama Ama torna-se obrigatória quando se está na Toscana.

E será mais ainda, se você fizer uma reserva no seu restaurante.

A comida é caseira (que beleza!) e com um ótimo preço.

Como entrada, a Lourdes e eu pedimos pappa al pomodoro.

O Eymard escolheu uma torta de pecorino.

A entrada da Dé, a pepperonatta, veio junto com o principal dela, polpetinni.

O Eymard e eu pedimos lasanha.

Já a Lourdes foi de tortelli com ragu bianco.

O vinho foi delicioso. Pedimos o Vigneto La Casuccia 2011 da casa que era simplesmente uma beleza.

Dali, fomos pra Greve in Chianti, pois queríamos visitar a Antica Macelleria Falorni.

Este estabelecimento é muito antigo mesmo…

… e é especialista em frios.

É praticamente impossível passar por lá sem comprar …

… ou experimentar várias coisas.

Subimos um pouquinho e fomos conhecer uma cidadezinha pequena (?), pacata e bem bonitinha.

Ela se chama Montefioralle.

A sensação que se tem nesse lugar é que o tempo não passa, ou passa rápido demais! Rs

Aproveitamos a proximidade pra conhecer a Badia a Passignano (e dá-lhe Antinori).

Ela também é muito bonita …

… e certamente, poderia estar no Vale do Loire.

Fizemos o caminho de volta para o Castello Banfi com muita disposição …

… e já pensando no jantar.

Que seria no restaurante do hotel do Ferragamo, o Castiglion del Bosco.

Optamos por comer na Il Canônica que é um pouco menos luxuoso que o restaurante estrelado.

Acontece que tivemos um superproblema com o GPS (a Fiorina) e quase não chegamos a tempo, tamanho o lugar estranho que ele nos enfiou.

Foi uma verdadeira aventura com o piloto Eymard barbarizando ao volante.

De qualquer forma, voamos, chegamos e ficamos felizes pela acolhida.

Como não estávamos com fome, pedimos o básico.

A Lourdes, o Eymard e a Dé foram de bacalhau. E estava muito bom.

A particularidade é que a comida era a mesma, mas os pratos cerâmicos eram diferentes.

Muito diferentes e belos.

Eu inventei um pouco e pedi um purê, quase uma sopa de feijões brancos com polvo e camarão. Também estava muito bom.

Tomamos dois vinhos brancos e pronto.

Estávamos liberados pra dormir o sono dos justos e numa cama mais do que confortável.

Sem contar o tremendo céu estrelado que a Toscana nos mostrou.

Arrivederci…

… e até próxima, Itália.

.

dcpv – dia tredici – toscana – sob o por do sol da mesma.

03/08/2016

Dia tredici – ToscanaSob o por do sol da mesma.

É, este lado da Toscana, mais perto de Montalcino é muito particular.

A maioria das cidades são muito bonitas …

… e as estradas são demais.

A cada momento…

… e em cada curva, você vê aquelas paisagens de calendário.

Acordamos até que tarde (aqui tudo funciona mais tarde),…

… tomamos uma lauto café da manhã …

… e zarpamos para Montepulciano.

Cerca de uma hora depois, estávamos lá.

E tudo foi muito divertido.

Começa que a cidade é uma verdadeira pirambeira.

Pra você chegar até a Piazza Central …

… tem que andar muito.

E é tudo subida!

Mas vale a pena, …

… já que cada beco é um colírio.

Após nos divertirmos muito, …

… e apesar do calor …

… retornamos pra passar numa cidadezinha quase off no circuito Toscano.

Ele se chama San Quirico d’Orcia.

E é, pra variar, lindíssima.

Pequena e charmosa, …

… vale a pena ficar ali tomando um vinho da casa, …

… e ver o tempo passar.

Como estava no horário do almoço, resolvemos comer no restaurante duma vinícola próxima.

E a escolhida foi a Fattoria dei Barbi, em Montalcino.

Não poderia ser melhor.

Pedimos bruschettas e Caprese como entrada.

Como principais, a Dé foi de fetuccini ao ragu, …

… o Eymard escolheu frango com ameixas …

… e eu e a Lourdes, sabiamente, experimentamos polpetinni que estavam divinos.

Tudo regado a um vinho branco, o único que a Barbi produz.

Fizemos umas comprinhas na loja …

… e fomos para o hotel, pois tínhamos marcado uma visita pra vinícola do próprio Castello Banfi.

Foi um passeio básico, pra quem está acostumado com este tipo de tour (né, Re? 🙂 ), …

… mas o mais interessante foi ver onde ficam guardadas as preciosidades, …

… os Brunellos Banfi.

Pra terminar o dia passeando, resolvemos tocar pra Montalcino.

Ela não é reconhecidamente uma cidade maravilhosamente bonita, …

… mas tem o seu charme …

… e a iluminação do sol se pondo ….

…. contribuiu muito pra isso.

Além do mais, fomos conhecer a Fortezza, …

…. onde fica uma Vinoteca muito especial.

Aproveitamos a oportunidade e testamos 5 tipos de Brunellos especiais. Foi um voo e tanto.

Saímos de lá …

… e vimos o mais bonito por do sol Toscano até agora.

Tudo ficou super iluminado …

… e espetacular.

Restou jantar novamente no bom restaurante do hotel, o Castello Banfi, onde pulamos as entradas…

… e a Lourdes e a Dé pediram um Risotto especial com cebolas, aceto e amêndoas , …

… o Eymard repetiu o prato de fritos do mar …

… e eu, um risoto de lulas, mexilhões e menta.

Tudo muito bom e acompanhado dum vermentino Banfi muito bom.

Foi isso!

O dia foi comprido, muito divertido …

… e lindo!

Arrivederci.

 

.

dia dodici – italia – toscana – um giro pela terra do pio II, pienza.

02/08/2016

Dia dodici – Itália – ToscanaUm giro pela terra do pio II, Pienza..

Dia de troca de hotel é dia perdido, certo?

Nem sempre.

Acordamos cedo pois tínhamos que ir pra Montalcino.

Melhor, iríamos para o Castello Banfi.

A expectativa era grande, apesar de já conhecermos o hotel quando de nossa outra viagem pra Toscana.

Foi um trajeto de 1,5 hora …

… em rodovias muito boas, …

… apesar de algumas obras …

… e perto do meio dia, chegamos.

Castello Banfi continua impactante.

Ah, jogamos com a possibilidade dos dois quartos estarem liberados, mas somente o nosso estava livre.

Era um quarto bastante grande e extremamente confortável.

Então, colocamos em ação o plano B.

É sempre bom ter um, né?

Resolvemos passear um pouco e revisitar Pienza.

Pra variar, o caminho é uma belezura …

.. e você cansa de ver paisagens que são tipicamente toscanas.

Manja aquelas fotos de calendário?

Chegamos lá …

… vendo uma coisa inédita nesta viagem: chuva!

Caiu pouco, …

… mas o suficiente pra nos abrigarmos no primeiro restaurante aberto que vimos.

Era o Ristorante Il Rossellino.

Tudo bem que eles até relutaram pra nós atender, mas finalmente conseguimos. 🙂

E tudo foi muito bom.

Pedimos 3 entradas: uma de vários tipos de pecorino (Pienza é a terra deles), …

… outra de frios …

… e mais uma com uma tremenda salada de erva doce, o famoso finocchio.

Pra harmonizar e na terra deles, um Super Toscano do Biondi Santi.

Como principais, a Lourdes escolheu um gnocchi com molho de pecorino, …

… a Dé, um trofie com pesto, …

… o Eymard, um talharim com ragu, …

… e eu, um vero hambúrguer de Chianina.

Todos os pratos muito bons e que nos fizeram entender que dificilmente você erra na comida por aqui.

Aproveitamos o pós almoço (e o sol) pra dar uma volta por Pienza.

Esta cidade tem esse nome porque foi a cidade natal de um dos maiores papas do Renascimento, Pio II.

Ele tentou transformá-la numa espécie de centro de artes.

Mas conseguiu fazer com que fosse uma das poucas cidadezinhas planas …

… encantadoras …

… e fotogênicas da Toscana.

Esta vale o fotoblog:

Retornamos de lá e tínhamos uma reserva pra jantar no restaurante gastronômico do Banfi.

E ele tem o nível que se espera.

Optamos por não fazer o menu degustação e não nos arrependemos.

Cada casal pediu, como entrada, uma ótima mozzarella empanada.

Como principais, a Lourdes e a Dé pediram o mesmo prato, um rombo (o peixe!) com uma boa variação de frutos do mar.

Pra continuar no mesmo tema, eu e o Eymard fomos num misto de frutos do mar fritos que estavam demais.

Pra acompanhar tudo a altura, um Chardonnay Banfi 2015.

Olha, foi uma refeição daquelas inesquecíveis.

Assim como todo o cenário que o Banfi te proporciona.

Se de dia já é mágico, imagine a noite!

Arrivederci!

.

 

dcpv – dia undici – itália – toscana – cidades-paradoxo.

31/07/2016

Dia undici – ItáliaToscana – Cidades-paradoxo.

Hoje foi dia de reflexão.

Porque o paradoxo existiu desde o começo da manhã.

Visitaríamos uma cidade menor, outra maior (pelo menos fisicamente).

E ao mesmo tempo, ambas bonitas.

Acordamos um pouco mais tarde (chegamos às 2 da matina do show) e planejamos ir até uma cidadezinha que fica perto do hotel, mas que não conhecemos.

É Certaldo (a terra da cebola).

E é o lugar com aquela descrição manjada “típica, medieval e encravada na colina”.

Tudo bem que chegar ao topo, onde fica Certaldo Alto não é fácil.

Mas depois de idas e vindas, com um visual de tirar o fôlego, chegamos e não nos arrependemos.

O impacto visual é imenso.

Tudo parece como uma Disney real …

… e, inclusive aproveitamos pra tomar alguns Aperol Spritz para dar um amainada no calor, que estava no limite do suportável.

Dali, zarpamos pruma cidade considerada grande, mas não menos bonita.

Esta se chama Volterra.

Ela é muito antiga …

… e totalmente medieval.

Como toda cidade da Toscana, você não pode circular de automóvel pelo seu centro histórico (fique de olho na placa com um círculo vermelho indicando zona de tráfego controlado).

Mas encontramos um estacionamento e chegamos a tempo de cumprir a nossa reserva para o almoço, que seria no restaurante Il Sacco Fiorentino.

Escolhemos almoçar no terraço, ….

… já que o sol continuava a pino.

Pedimos um ótimo vinho branco do Antinori …

… e resolvemos dividir duas saladas: uma de atum …

… e outra de muzzarellini com milho. Ambas perfeitas.

Como principais, a Lourdes pediu gnochette, …

… a Dé um tortellini …

… e eu e o Eymard, dividimos um pici ao calcio e pepe …

… e cinghiale, o famoso javali.

Estavam ótimos.

Como sobremesa, pedimos o biscoito representante desta região, o cantuccini acompanhado de vin santo.

Aproveitamos após o almoço, pra dar umas voltas por esta bonita cidade (que redundância) …

… e comprar algumas coisinhas, …

… além de ter o prazer de passear ..

…. e conversar sem ter um plano muito bem definido.

Flanar também é muito bom na Toscana!

Retornamos ao hotel e tínhamos uma reserva pra jantar no restaurante Bel Soggiorno.

Pra sorte nossa e por mais paradoxal que seja, ele fica na, talvez, mais bela cidade toscana (ufa, é difícil escolher).

San Gimignano é realmente bonita, …

… está sempre movimentada …

… e tem uma aura “particolare”.

Além do mais, a chamada Manhatan toscana, tem em suas torres representantes lídimas do seu charme.

Como estávamos sem muita fome, pedimos um burrata pra dividir pra nós quatro.

Enquanto isso escolhemos um vinho branco vernaccia, típico da cidade, pra beber.

Como principais, a Lourdes continuou testando os risotos e desta vez foi um de funghi com açafrão.

A Dé pediu um bacalhau muito bom e estiloso.

O Eymard arriscou num galeto que estava bastante crocante e saboroso.

Eu acabei não me dando muito bem, pois o meu maialino (um porquinho) estava bastante gorduroso e com um sabor meio estranho.

Nos despedimos de “Sangimi” com um bom champanhe …

… e uma previsivel pannacota.

O restante foi caminharmos mais uma vez pela cidade …

… e perceber que, realmente, ela é imperdível pra quem está visitando esta região italiana (especialmente a sorveteria do Sr Dondoli).

Arrivederci.

.


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