Posts Tagged 'familia'

dcpv – é domingão na terça!

número 418
19/05/2015

É domingão na terça.

Acordei nesta terça meio que com vontade de fazer alguma coisa sem receita. E aí, lembrei de tudo aquilo gostoso que comemos nos almoços familiares de domingo.

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Como nunca tinha feito (pelo menos, que eu me lembre) uma refeição domingueira no dcpv, optei então por pratos que não precisariam de receita, por serem clássicos aqui em casa.

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E sabe que o climão domingueiro caiu muito bem para uma fria terça a noite?
Tem mais; desta vez não empratei nada. Tudo foi servido em travessas e dá pra imaginar o que o Mingão e o Deo comeram, já que bastava pegar o que eles queriam!! 🙂

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Vamos lá, então!

Pratos (sim, desta vez não teríamos entrada):

1 – Batatas rústicas.

Esta receita é carro-chefe da Rita Lobo e eu já fiz tantas vezes e ela é tão simples, que eu simplesmente nem olho mais no livro dela. Inicie cozinhando em água fria, tantas batatas (com casca) quanto você quiser comer.

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Assim que a água começar a ferver, marque 6 minutos e retire as batatas. Espere esfriar e corte em palitos triangulares (normalmente em 8 partes e na perpendicular).Disponha-as numa assadeira, espalhe bastante alecrim fresco e besunte com azeite, além de temperar com pimenta do reino e sal.

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Aguarde uns 45 minutos, não esquecendo de virar os pedaços de vez em quando pra que todos assem uniformemente. Ficam deliciosas e estas especialmente (veja a cor final delas!).

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2 – Macarrão feito em casa com molho vermelho.

Tudo perfeito. O molho foi feito no novo formato. E qual é este novo formato?

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Fritar duas metades de cebola descascada em bastante manteiga, colocar duas latas de tomate pelado e pra variar um pouco, aproveitar um bacon moído diretamente do sex shop.

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O macarrão, a Dé fez (ela realmente se especializou).

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Só nos restou misturar estas duas maravilhas (macarrão+molho) e correr para o abraço.

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3 – Lombo assado.

Um simples (se é que podemos chamar assim) lombo temperado (by sex shop) …

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… e assado com esmero.

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Felizes, comemos tudinho.

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E bebemos também o vinho tinto EPU, que foi “saudades, taqueo, tapariu, epustulante“, segundo os domingueiros, nós mesmos.

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As travessas ficaram no seguinte formato:

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Sobremesa – Pudim de leite condensado.

É claro que uma refeição domingueira não estaria completa sem a inclusão dum manjado pudim de leite condensado.

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E é facílimo de fazer. Basta liquidificar uma lata de leite condensado, duas latas (use a mesma medida) de leite e dois ovos.

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Coloque tudo numa forma redonda com um furo no meio e asse em banho-maria.

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Ficou muito bom.

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Seguem abaixo a opinião dos domingueiros:
Hey, hey, hey, que dia feliz. Minha terça, alegre vai ser. (Edu)
Uma comida Angelical é o Máximo. (Mingão)
Roda Viva revivido! Com classe! (Deo)

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Pronto! Sabe que esta ideia de fazer um jantar domingueiro foi (modéstia a parte) muito boa!

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Afinal, descontração, ambiente familiar, muitas risadas e boa comida tem tudo a ver com o dcpv.

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Se bem que, não resisti e dei uma pequena empratada na minha refeição. Ê, vício!!

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Bye.

.

 

dcpv – dia once – orlando – flórida – rtw de segway no epcot.

14/07/2012

Dia once Orlando FlóridaRTW de Segway no Epcot.

Este dia prometia ser punk e divertido.

E cumpriu com a promessa.

Como a Re estava livre do trabalho, ela programou um montão de coisas pra fazermos.

Tudo começou muito cedo (e após irmos dormir muito tarde).

O programa todo iniciava com uma volta ao mundo (a tal RTW) de Segway.

Eu sei que isto pode parecer absurdo, mas há uma maneira de se fazer com tranquilidade.

E é participando do tour que existe no Epcot Center.

Chegamos no horário marcado (as 8:15hs) e fomos apresentados ao nosso instrutor da máquina, um velhinho engraçado, o Mike.

Ele nos deu um curso de como pilotar a trapizomba com segurança total.

Louve-se, mais uma vez, a organização da Disney que mostrou mesmo como tudo funciona com direito a audiovisual e todos os outros detalhes (olha que já podemos nos considerar especialistas).
Daí pra frente, foi pegar as máquinas e passear pelos 11 países que compõe o parque.

Esqueci de informar um detalhe que é primordial: como a abertura era só as 11:00, estávamos praticamente sozinhos por lá.

E isto dá muito mais peso pro passeio; como o pessoal da Disney incluiu muitos detalhes nos cenários, você consegue visualizar tudo muito bem.
Iniciamos circulando por entre os países (3 guias nos acompanharam, sendo um brasileiro).

Passamos pelo México (com as suas pirâmides), pela China (com as suas tradições), …

… pelo Japão (com os seus pagodes), pela “bella Itália”, …

… pela França, enfeitada pra comemorar o 14 de Julho, pelo incrível Marrocos, ….

… que nos fez viajar imediatamente pra lá, …

… tamanha a veracidade do cenário.

Até o cheiro dos temperos nos conseguimos sentir.

Terminamos com o Canadá (e seus jardins) e a Inglaterra, com os seus pubs.
Este é um passeio a ser feito, mesmo porque escapar daquela quantidade enorme de pessoas já é um grande prazer.

Voltamos, entregamos as máquinas e fomos dar uma volta no parque, a espera do segundo passeio.

Você (que foi à Disney) já passeou naquele barquinho que leva pra ver os formatos inovadores de plantações de frutas, legumes e verduras, mais conhecido como Living with the Land?

Pois iríamos conhecer justamente os bastidores deste espaço.

E melhor, caminhando.

A guia America (este é mesmo o nome da menina) nos acompanhou em todos os lugares.

Nos mostrou todos os formatos de plantação.

O hidropônico, …

… com vários estilos diferentes, …

… o que utiliza um solo arenoso irrigado, …

… além de várias frutas (tive que segurar a Dé pra não pegar uns figos) …

… e plantas exóticas.

Este programa vale um pequeno fotoblog:

Retornamos (o passeio dura cerca de uma hora) e …

… a única saida seria almoçar por lá mesmo.

Fizemos isto (junto com a Aline e o Rafa, amigos da Re) …

… no bom restaurante do pavilhão chinês.

Pedimos coisas chinesas (oh!).

Frango, o Kung Pao Chicken pra Dé e pra Re, …

… carne, o Canton Pepper Beef pro Rafa …

… e arroz, o Nine Dragons Fried Rice pra Aline e pra mim.

Tudo muito bom, bem temperado e com um agravante, a quantidade! Coisas de americanos.

Aproveitamos a influência do pessoal que a Re conhece e conseguimos FastPass pra qualquer brinquedo do Hollywood Studios, …

… já que iriamos lá a noite pra ver o Fantasmic!, o espetáculo de encerramento do dia (também conseguimos lugares vips com a turma da Re).

Como não ia rolar mais nada no crowdeado Epcot (louve-se a falta de educação da grande maioria dos grupos brasileiros/argentinos/paraguaios), …

… resolvemos dar um pulo em Downtown Disney pras derradeiras compras.

Se você quiser se envolver com o mundo Di$ney, lá é o lugar.

Lojas incríveis, …

… com decorações atrativas e atraentes, …

… enfim, tudo te remete ao consumo e ao encantamento.

Retornamos ao hotel na correria, pra tentar fazer caber tudo nas malas (quase uma missão impossível) e fomos pro Hollywood Studios, que é, com a confirmação da especialista Re, o parque mais bonito do complexo.

Chegamos ao anoitecer e com a beleza das luzes se acendendo.

Aproveitamos os fast pass pra ir duas vezes num brinquedo 3D e de tiros, o Toy Story Mania!, …

… talvez, o mais interessante e divertido de todos.

Comemos junkie food da melhor (ops) qualidade. Cachorro quente pra Re, Salada com Frijoles pra Dé e Sanduíche de porco pra mim.

Era hora do espetáculo de luzes e fogos de artificio, o Fantasmic!.

Os lugares vip eram muito bons.

E sentados confortavelmente, vimos todo o profissionalismo…

… e o encantamento que este lugar proporciona.

Você não gosta de Orlando e da DW?

Tente se despojar dos preconceitos e vá lá pra perceber como é bom conviver (mesmo que por algum tempo) com um clima bacana e de alto astral.

Não é mais ou menos pra isso que viajamos?

Acordamos cedo no outro dia, o suficiente pra pegarmos o voo diurno pra SP e cairmos na real (não, não tivemos um último ataque consumista!! rs) .

Afinal de contas, amanhã seria segunda-feira, né?
E na grande FV!!

See U.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia uno – Orlando/Miami – Aqui não tem nada de Miami vice. Só Timão campeão.
Miami – Flórida – Dia dos – Vendo o Art Deco sobre duas rodas.
Dia tres – Miami – Wynwood, quando grafite é puro encantamento.
Dia cuatro – Miami – Florida – Casa minha, casa nossa, Casa Tua.
Dia cinco – Flórida – La Donna è mobile em Miami?
Dia seis – Miami – Flórida – Será que o estádio do Timão vai ser assim?
Dia siete – Miami – Flórida – Passeando com os velhinhos em Palm Beach. Del Boca Vistaaaa!
Dia ocho – Palm Beach – Flórida – Fomos pra Jupiter.
Dia nueve – Flórida – Palm Beach/Orlando – O dia Seinfeld da viagem.
Dia diez – Flórida – Parabéns pra você e um dia gourmet em Orlando. Em Orlando?

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48º inter blogs – Marina Mott no dcpv

04/09/2012
número 328

48º Inter Blogs – Marina Mott no dcpv.

Edu, boa noite!

Desculpe o adiantado da hora, mas ando correndo que nem louca. Trabalhando muiiiito! (Nasci pra ser princesa, mas ainda não rolou…hahahaha). Estou mandando o menu. Vê se você aprova. Mando o texto durante a semana. Pode ser?Montei pensando em coisas que pessoas que eu sempre amei gostam muito: meu pai; minha Nonna; minha mãe; etc.
Nada sofisticado, mas tudo gostoso. Garanto.
Beijo e bom final de semana!!

Bom, foi assim que terminou mais uma capítulo dos Inter Blogs (quer saber o que é?).

E este projeto é muito bacana justamente por causa disso. Todos tem o mesmo objetivo e ele é sempre alcançado, ou seja obtemos o maior prazer através da gastronomia.

Mas sobra muito também sobre o estudo do comportamento humano. Uns conseguem enviar tudo no prazo, outros já não (o que não foi o seu caso, viu Marina!).

Uns menus parecem que serão a oitava maravilha do mundo. E são só a sétima! 🙂 (o que também não foi o caso da Marina. Vocês verão!)

Em outros percebe-se claramente a conotação gastro-pirotécnica. Já em outros, a comida de sustância (neste caso, aconteceram as duas vertentes).

E este, o da Marina Mott (do blog homônimo) tem um pouco de cada coisa, mas especialmente, o formato duma comida confortável e com sobrenome.

Vamos então, ao 48º Inter Blogs, um projeto que pode dar umas travadinhas, mas não para nunca!! rs

Bebidinha – Bloody Mary

Com este menu familiar, só poderíamos fazer um drinque bem caseiro.

Entradinha: Salada de Repolho e Abacaxi

Ingredientes – 1/2 repolho roxo grande cortado bem fininho, 1 abacaxi bem doce e maduro cortado em cubinhos, 100 gramas de passas brancas, 150 gramas de nozes picadas, sal marinho triturado, azeite, vinagre e maionese a gosto.

Misturar bem o repolho com o abacaxi (que ficou escorrendo por uma meia hora, sobre uma peneira, após ser cortado); as passas e as nozes. Temperar com sal, um fio de azeite, o vinagre de vinho e maionese a gosto. Costumo colocar apenas umas duas colheres. Está pronto!

Esta salada é uma belezura. É crocante, doce, salgada, saborosa e cativante. Tão que a Dé já passou a receita pra Flora incorporar ao menu de casa (e a minha mãe já pediu a receita!).

E por não ter as uvas-passas brancas em casa, dei um upgrade em tudo ao utilizar umas cranberries desidratadas.

Resolvi servir separadamente pra não desperdiçarmos a oportunidade duma verdadeira degustação.

Entrada – Sopa de Mexilhões

Ingredientes – 2 cebolas cortadas grosseiramente, 2 alhos porós cortados em rodelas, 1 dente de alho, manteiga para dourar ligeiramente os ingredientes acima, 650 gramas de mexilhões, 1/2 garrafa de vinho branco seco, 2 xícaras de caldo de peixe, 400 gramas de creme de leite fresco.

Dourar a cebola, o alho poró e o dente de alho na manteiga, até murchar bem.

Acrescentar os mexilhões e fechar a panela. Deixar em fogo baixo e cozinhar até os mexilhões abrirem.

Após aberto, colocar o vinho, deixar ferver e apurar. Quando tiver reduzido até a metade dos líquidos, juntar o caldo de peixe e deixar ferver por alguns minutos.

Juntar, então, o creme de leite e deixar ferver por mais alguns minutos. Coar o caldo em uma panela e reservar. Retirar os mexilhões dos temperos e colocá-los no caldo peneirado. A sopa está pronta. Ferver na hora de servir, dando pequenas batidas com o batedor aramado. Servir com pão italiano.

Falar desta sopa é, desculpem o trocadilho, chover no molhado!

Inicialmente, o cheiro desta receita invadiu toda a nossa casa. Imagine a junção do odor dos mariscos, do vinho branco, do “vero” caldo de peixe?

E pra melhorar, quando se come, tem-se a impressão de experimentar uma legítima sopa thai.

Marina, esta foi covardia!

Pra aumentar a tal, harmonizamos este prato (a entradinha também) com um vinho branco Chardonnay Jacob’s Creek 2010 que foi “untuoso, palavras ao vento, suntuoso, frutuoso” segundo os cunhados que chegam sem avisar, nós mesmos.

Principal – Talharim com Camarões

Massa – Ingredientes – 500g de farinha de trigo, 4 0vos.

Colocar a farinha peneirada em uma vasilha, fazer uma cova no centro e verter os ovos inteiros. Ir misturando com as mãos até incorporar toda a farinha. Caso sinta que é necessário (pois varia a quantidade de ovos por conta das diferenças de tamanho), dar pequenas borrifadas de água com as pontas dos dedos. Amassar muito bem, e deixar descansar na vasilha, coberta com filme plástico, por umas 2 horas. Após esse tempo, abrir com a massa na mesa polvilhada com farinha, até a espessura desejada. Enrolar a massa como um rocambole, e cortar o talharim. Desenrolar cada rodelinha de massa cortada e pendurar em um cabo para não grudar. Pode-se deixar secar e aí utilizar, ou pode-se cozinhar ainda fresco.

Molho de camarões – ingredientes – 1 kg de camarão sete barbas descascado e escorrido em uma peneira por alguns minutos para perder um pouquinho da água, …

… 5 dentes de alho grandes bem picados, 1/2 pimentão verde cortado em tiras muito fininhas e depois em 3 partes, 2 folhas de louro, 4 latas de tomate pelado, sal quanto baste.

Refogar o alho no azeite até começar a murchar; juntar o pimentão e deixar murchar bem. Juntar os tomates e as folhas de louro e deixar refogar bem. Abaixar o fogo e deixar o molho apurar até secar a água (mais ou menos uma hora e meia), mexendo de vez em quando. Reservar.

Em uma frigideira grande (eu uso uma wok), colocar azeite e deixar esquentar bem. Colocar os camarões e dar uma “fritadinha” até eles mudarem de cor. Esse processo é bem rápido, para os camarões não ficarem borrachentos.

Colocar os camarões no molho e está pronto! Pode-se colocar um pouco de salsinha picada e pimenta do reino. Eu não ponho a salsa, ponho só a pimenta.

Misturar a massa no molho na hora de servir.

A massa só poderia ter sido feita em casa (isto é lei por aqui!) e do modo Luz (com direito a máquina e tudo o mais).

E pela Dé e pelo Mingão (que milagrosamente chegou cedo). Ficou perfeita!

Já o molho, se transformou em quase que um ragu, tamanha a interação entre o alho, o pimentão e especialmente, os tomates pelados.

Um dos belos segredos da Marina é justamente fritar os camarões numa wok antes de juntá-los ao molho. Isto deixa os crustáceos bem crocantes.

E quando tudo se complementa num prato, dá pra imaginar a satisfação de todos.

Não sobrou nada em nenhum dos pratos!

Demos uma ousada mínima e tomamos um vinho tinto Cabernet Sauvignon/Carmenere chileno, o Casilda 2009 que foi “mussun’s, jorgão/serginho, puro mé,  driblevasqueso” segundo as tias que sempre chegam antes nas festas, nós mesmos.

Sobremesa – Doce Gelado da Nonna

Parte I –
Ingredientes – 1/2 litro de leite integral, 4 gemas, baunilha a gosto, 5 colheres de sopa de açúcar, 1 colher de sopa de maizena

Misturar todos os ingredientes muito bem e levar ao fogo batendo sempre com o batedor aramado, até ferver e engrossar. Deixar esfriar bem. Reservar.

Parte II
Ingredientes – 200g de creme de leite fresco, 4 colheres de açúcar. Bater na batedeira o creme de leite fresco e bem gelado com o açúcar e gotas de baunilha, até ficar em ponto de chantili firme.

Misturar o chantili com o creme de confeiteiro feito acima. Colocar bocados do creme, resultado das misturas, em taças de Martini.

Parte III
Ingredientes – 4 claras, 12 colheres de açúcar, 12 ameixas em calda.

Misturar as claras com o açúcar e aquecer em banho maria, batendo sempre com o batedor até esquentar bem. Levar imediatamente na batedeira e bater até ficar em ponto de glacê bem firme. Cortar umas 12 ameixas em calda em pedaços bem pequenos e misturar no glacê (sem a calda). Colocar esse glacê sobre o creme nas taças e levar à geladeira. Pronto!! Colocar uma ameixa sobre cada taça, sobre duas folhinhas de qualquer árvore frutífera. Só para decorar. E servir bem gelado.

Eis mais um exemplo de receita perfeita.

Tudo muito fácil de fazer (a Dé trabalhou muuuuuito desta vez, além de tirar fotos e decorar tudo!).

O creme é perfeito (o crime também) e a cobertura de ameixa mais se parece com um legítimo marshmellow.

Marina, foi o fechamento com chave de ouro.

Resumo da ópera: a noite toda foi espetacular. Todos os pratos se harmonizaram e só tenho uma coisa a dizer: repitam este menu em casa e não se arrependerão.

Portanto, Marina, grato pela preciosa participação.

Se a intenção dos Inter Blogs é justamente o congraçamento entre blogueiros dito gastronômicos e, melhor, com o sub-produto de comermos bem; podemos dizer que todo o objetivo foi mais do que alcançado.

E apesar das flores estarem nos vasos, nós só poderíamos enviar pra você flores virtuais gastronômicas (direto da nossa horta) e que foram realmente utilizadas como decoração nos pratos. 

Eis a opinião dos titios que apertam as bochechas dos sobrinhos, nós mesmos:
Irrepreensível. Um menu completamente Mottado! (Edu)
Que famiglia ***** estrelas. Queria essa Nonna pra mim! (Mingão)
Espetáquila! (Deo)

Tive uma infância linda. Não posso me queixar. E, com toda a certeza, minha Nonna, a Odette de Barros Mott, escritora de livros infanto-juvenis, meu Nonno, o Leone, nascido austríaco, na divisa com a Itália, tendo sua terra natal virado província italiana após a guerra, Fiera de Primiero, foram grandes responsáveis por boa parte destas lembranças. Isso, aliado à segurança e tranquilidade de me sentir amada por meus pais e ter uma família linda. Éramos quatro irmãs. Todas meninas, todas com os nomes começando com M. Cachorros, papagaio, quintal, férias no interior, muitos passeios à cavalo, enfim, meus vínculos familiares são muito fortes. De todas as irmãs, eu herdei de minha mãe, que por sua vez herdou da Nonna, o gosto pela cozinha. Já do Nonno, a quem eu adorava acompanhar nas idas para a Fazenda de Araçariguama, onde criava porcos, ganhei a possibilidade de ver muitas mulheres fazendo pão, doces em tachos de ferro e cobre, sobre o fogo direto no chão. Assim, após esse seu convite generoso, tinha que escolher pratos que me lembrassem todas as razões que me levaram à cozinha. Nada suntuoso, nada difícil, mas, pelo menos eu acho, tudo muito gostoso! Espero, sinceramente, que gostem. 

 

Pessoal, acredito que ninguém tem dúvidas que nós gostamos muito, né? Até o próximo …
 
 … que finalmente será a versão “oficiosa” das belíssimas receitas que a Paula Labaki do Cozinha da Lena nos enviou. Desta vez, vai!! 🙂

 
.

dcpv – feliz ano novo de novo

01/01/2012

Feliz Ano Novo de novo!

Como é de praxe, segue mais um fotoblog das guloseimas Sírias e Libanesas que fizemos pra família no primeiro almoço do ano. Comemos e bebemos um montão de coisas:

Deu pra entender tudo? (caso não, peça as receitas que eu envio).
Em tempo, Feliz Ano Novo pra todos.

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dcpv – dia dos que sabem tudo

14/08/11

Dia dos que sabem tudo.

Dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras. Então …
Fizemos (a família toda) tudo isto no sábado:

E aproveitamos o subproduto pra fazer o rango do próprio sábado.

Já no domingo …

Todo mundo veio.
Os cupcakes foram trazidos pela filhota. Lindos!

Até.

.

dcpv – almoço domingueiro, familiar e festivo.

05/06/11

Almoço domingueiro, familiar e festivo.

Sabe que há um tempão não fazíamos um big almoço familiar e domingueiro aqui na sede? A data merecia.
Aproveitamos pra adiantar uma boa parte dele já no sábado.

A Re e a Dé resolveram fazer macarrão em casa. Melhor, resolveram estrear a nova máquina elétrica (ê, tecnologia).
E deu tudo absolutamente certo (Lourdes, a Dé mandou dizer que pode comprar. E que não precisa mais dum grifo, não!! rsrs)

De lá sairam belos “penne” e …

… “papardelli”.

Eu aproveitei  e fiz umas porpetinhas que seriam utilizadas no nosso molho ao sugo.

E também as usei em ótimos sandubas (porpetta, queijo, salada e molho de iogurte num pão sírio) que foram o jantar de sábado.

Adiantei também o ragu vegetariano …

…e os pepinos cortados rudemente e temperados com óleo de gergelim, alho, sal, pimenta do reino e azeite.

Ah! A Dé também criou o cenário antecipadamente e deixou a big table totalmente preparada. Uma beleza, como sempre!

Pronto! Fomos dormir (nada como uma família trabalhando unida) e preparados pra acordar um pouco mais tarde no domingão.

Logo cedo, a Re e eu fizemos as honras da família e demos os nossos presentes. A Dé gostou de tudo, até do edredon! 🙂

E voltamos à lida: preparei a leitoinha (by sex shop) …

… e os lombos (by sex shop), …

… sendo que um deles foi regado com o novo molho barbecue do e da Flávio Federico. Ficou muito bom.

Enquanto isso, fiz uma receita de batata que é o “bicho” segundo a própria aniversariante. E é mesmo.
As comemos na refeição que fizemos no excelente Arturito, o restaurante da Paola Carosella. Como sou cara-de-pau, enviei um e-mail pra ela pedindo como fazer, e não é que ela me mandou! (palmas pro atendimento dela que é sempre solícito e cordial).

São batatas ao murro mais do que especiais. Cozidas no forno com água, muito sal grosso e numa assadeira vedada com papel alumínio são esmurradas e fritas no azeite (de preferência umas duas vezes).

Pra batatólogos como nós é um prato imperdível. Elas evaporaram da mesa! 🙂

Aproveitei que a minha Bimby estava à disposição e a utilizei pra fazer duas pastas e uma sopa. Esta, um creme simples de alho porró que quentinho, casou muito bem com a temperatura reinante.

As pastas, uma de salmão defumado com cream cheese e outra de queijo de minas e iogurte, …

… foram servidas com pedaços de pão sírio fritos (ficam crocantes e deliciosos)

Complementamos as entradinhas com uma platô de frios (pata Negra (ele não acaba!! rs), queijo Gouda, pimentão em conserva, pimenta biquinho e erva-doce temperada).

Ah! E a famosa torta de palmito da D Vera que a Dé simplesmente venera!

Todo mundo começou a chegar e aproveitamos pra servir os acepipes com a companhia dum Espumante Espanhol Codorniu (pra entrarmos no clima) e, urgh, um  Tinto Suave Sdruws pra D Vera e pra minha mãe, a D Anina.

Pra acompanhar os lombos e a leitoa, fiz dois molhos. Um de mostarda e mel e outro de kiwi, azeite e hortelã. Ambos diferentões segundo os comensais (viu, Dodô?).

Tomamos alguns vinhos espanhóis (a nova onda do momento) e um português (viu, Ameixa?), conversamos bastante, rimos mais ainda e chegamos ao auge do dia.
A hora do parabéns e do bolo. Que na verdade foi uma saborosa torta de morangos e …

… excelentes cupcakes de limão e maracujá, feitos pela Julia da ótima doceria  Júlia Chocolates de Poá, uma cidade satélite da grande FV.

Musiquinhas foram cantadas (todas as 38 que compõe o repertório da família) até o grand finale, a famosíssima “Era eu a criancinha, …, a alegria da minha mãezinha“, na qual a D Vera exultante abraçou e beijou a querida filhinha.

Pronto! Cafés, anisetes, docinhos, anisetes, spirits by FF, anisetes. Tudo isto e mais este montão de mulher bonita!

Só nos restou desejar um Feliz Aniversário pra Dé e muitos anos de vida ao nosso lado (especialmente do meu).

Até o próximo.

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jour treize et dernier- montmartre+amelie+cozinha vegan+passeio no Marais+apê=Paris.

vive la france
16/02/10

Montmartre+Amelie+Cozinha Vegan+Passeio no Marais+Apê= Paris 

Último dia em Paris.

E fomos pra Montmartre  pra Re nos guiar no passeio que ela mais gostou (e com o utilíssimo Guia Conexão Paris da Lina na mão) .

Detalhe (viu EmíliaArnaldo): gostamos muito também.

Primeira parada: o célebre Moulin Rouge.

Não fomos ao show, mas não tinha como não registrar a personalidade marcante do lugar.

E já que o assunto era moinho, fomos tomar café no Des 2 Moulins, aquele onde a Amélie trabalhava.

A fachada é a mesmíssima e o bar também.

O problema é que você fica procurando o restante. A tabacaria, os personagens, o “mala” com o gravador. E não acha.

Pelo menos o duende estava por lá (tinha acabado  de chegar de viagem!! rs)

Continuamos caminhando pelo bairro e entendemos o porque do parisiense comum gostar de passar um dia turistando por lá.

Subimos e tivemos vistas estonteantes da belíssima dupla  Sacré Coeur/Paris.

Como esta …

… e esta…

… e mais esta. É claro que conseguimos desviar dos “espertos” que queriam nos colocar pulseirinhas do “Senhor de Sacré Couer”, bichim!!

Continuamos o passeio pela linda praça turisticona, a Place du Tertre e …

… fomos um pouco além, até as últimas videiras de Paris, que inclusive,  ainda rendem vinho e tudo o mais. Elas estavam sequinhas, sequinhas.

Aproveitamos pra almoçar lá mesmo e num restaurante ovo-lacto-vegetariano, o Au Grain de Folie.

Bom, restaurante é um pouco de força de expressão já que o lugar é minúsculo (dez lugares, 5 mesas de 2 pessoas) e os cargos de chef,  atendente,  caixa, lavador de pratos e  sommelier são  exercidos por somente uma pessoa. Eu não sei como não ela não fez um showzinho também!! rs

E incrível: a comida é excelente. Inclusive, vendem cestas básicas pór lá. A Dé que é adepta, queria trazer algumas pra Ferraz de Vasconcelos.

Os pratos são praticamente únicos com variação da porção central.

Todos comemos alface fresquíssima, feijão, arroz integral, legumes refogados e variamos os pratos com um creme de gengibre, um pão com queijo de cabra e uma torta.

Além do vinho da casa, que mesmo não sabendo a procedência, era muito bom.

Extremamente divertido e um programa familiar. Ainda mais com a aura de Montmartre.

Voltamos pra dar uma última passeada pelo nosso bairro, o Marais e aproveitamos (a Re estava se despedindo de Paris, do curso e da amiga Silvana) pra comermos/degustarmos 4 Millefeuilles do Lenôtre, eleito pela família o melhor doce de toda Paris.

Enfim, o dia acabou e esta viagem também, mas ficou a constatação de que alugar um apartamento é bom demais pois se fica claro que você jamais será um dos locais, também fica claro que o mais perto que você pode chegar disso é alugando o tal.

Ainda mais numa região igual a que ficamos com movimento o tempo todo (inclusive nos finais de semana) e com os devidos lugares pra te enturmar da melhor forma.

Talvez o fato que mais nos marcou foi ficarmos viciados em comer a baguete da  Aux Désirs de Manon que fica exatamente na saída do metrô St Paul  (a uma quadra do apê).

Pode parecer caipirice, mas trouxemos duas pra casa. E esta nossa noite (a de quarta) em plena Ferraz de Vasconcelos ficou bem melhor com elas!

Au revoir, Paris! Até breve!

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