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dcpv – day seven – canadá – vancouver – sea to sky sobre rodas (e que rodas!).

23/10/2019 (muito bem vivido em 03/10/2018)

Day seven – Canadá – Vancouver – Sea to Sky sobre rodas (e que rodas!).

O tempo continuou melhorando.

Tudo bem que ainda não estava “aquele” sol, …

… mas só a falta de chuva já ajudava bastante.

Ainda mais que tínhamos atividades outdoor. 🙂

E que atividades!

Acordamos cedo, tomamos o nosso café da manhã diferentão (até dimsum eu pedi) …

… e nos preparamos pro que seria um acontecimento.

Iríamos fazer um passeio dirigindo carros esportivos.

Na verdade, carrões esportivos.

Descobri este tour pelo Santo Google (grazie!) e achei a ideia genial.

Você vai em direção a Squamish, a belíssima estrada que leva ao Sea to Sky, …

… e dirige 4 carraços, meia hora cada um.

Deixa eu explicar e mostrar melhor.

O pessoal da Scenic Rush veio nos buscar no hotel e as 10:00 hs estávamos a postos pra começar a aventura.

Ele nos dão um leve briefing e aí você pega no batente. 😀

No nosso caso, éramos em dois casais, sendo que somente os maridos iriam dirigir.

E escolhi iniciar o tour dirigindo um Audi R8.

Tremendo carro automático, cinza e superpotente.

Dirigir uma máquina destas é um prazer inenarrável …

… e te faz voltar a ser criança (gugu dadá).

Fizemos a primeira parada para descanso e troca de carros num hotel.

E o primeiro desafio chegou.

Eu iria dirigir um Porsche GT4 Azul e com câmbio manual.

Foi muito interessante, já que faz mais de 10 anos que não dirijo um (manual, claro! 🙂 ).

Mas tudo deu certo e o divertimento foi total.

O carro puxa muito e você realmente tem a sensação de controle total da máquina.

Pronto!

A próxima parada foi num posto de gasolina.

E além de iniciarmos a volta, eu pilotaria uma Corvette Z06 preta automática.

Que máquina, senhores!

Parece que você está dentro duma nave espacial.

E em todo o trajeto se sente a potência do motor.

Algumas puxadas foram especiais …

… e deu pra sentir que este carro é quase que um daqueles cavalos selvagens.

Mais uma parada, a última, numa região litorânea …

… e aproveitamos pra tirar uma foto oficial com todos os possantes.

Foi realmente demais!

E o grande momento se aproximava.

Afinal de contas, não é todo dia que se tem a possibilidade …

… de sentar numa Ferrari F430 2018 …

… e dirigir tranquilamente.

Olha, foi meia hora de puro prazer.

Incrível o charme que um ícone destes provoca …

… e, principalmente, o sentimento que o simples ato de dirigir transforma toda a sua rotina.

Todos os cavalos do “cavalinho rompante” aparecem como do nada …

… e transformam cada acelerada num prazer total.

E você sente fisicamente pois cada acelerada mais profunda …

… corresponde a quase que um coice do próprio cavalo. Incrível!

Além de tudo, não vamos esquecer que a estrada …

… é de uma cenografia exageradamente linda.

Pronto!

Fim do passeio e do encantamento …

… só nos restou voltar ao hotel e pensar em como uma ideia fantástica se transformou numa realidade espetacular.

Este tour merece cada uma das 5 estrelas dada a ele com unanimidade no TripAdvisor.

Como a coisa toda estava baseada em rodas, remarcamos o tour que não fizemos por causa do mau tempo na UBC.

Mais precisamente no Jardim Botânico da UBC e de Segway.

Chegamos lá as 2 da tarde e o nosso guia, o Chuck estava nos esperando …

… e preparado pra nos mostrar todos os recantos do lugar.

E melhor, com informações interessantes e bastantes curiosas.

O tour todo durou quase 2 horas …

… que passaram muito rapidamente.

Conhecemos o jardim dos cactos, …

… a horta comunitária, …

… o jardim das ervas medicinais, …

… atravessamos o parque, ..

… até chegar ao jardim Oriental …

… e terminamos na horta…

… que é espetacular.

Só o fato de vermos plantações tão bem cuidadas …

… e exuberantes …

… nos deram um enorme prazer …

… e vontade de agradecer pelo belíssimo dia.

Este passeio vale o minifotoblog.

Estava bastante frio, …

… mas isso não impediu que curtíssimos bastante as informações do Chuck.

Terminamos e pensamos em incrementar o dia…

… passando no Van Dusen Botanical Garden

… tentamos dar um upgrade no contato com a natureza.

Tomamos uma belo capucino, comemos uns docinhos …

… e quando fomos entrar, …

… estava próximo do horário do fechamento.

Tudo bem que eram 17:00 hs, mas a natureza foi sábia, pois fazia um frio duca.

Voltamos pro Shangri La, demos uma circulada pela região…

… e fomos nos preparar prum jantar em família.

Isto mesmo.

O nosso querido primo/sobrinho, o Thiago e a Bruna, a esposa dele também querida, estavam em Vancouver e aproveitamos pra fazer uma reuniãozinha básica.

Fomos ao The Flying Pig e foi extremamente divertido.

Um jantar super agradável era tudo o que precisávamos pra encerrar um dia tecnicamente perfeito.

Devo confessar uma coisa: foi difícil dirigir o nosso Volvo alugado após tamanho contato com verdadeiros bólidos.

Até amanhã e uma bandeira quadriculada pra todos nós.

See U.

Veja como foram os outros dias desta viagem:
day One – USA/Canadá – Como chegar em Vancouver após divertidas 43 horas.
day Two – Canadá – Vancouver – Fazendo city tours, inclusive de hidroavião.
day Three – Canadá – Vancouver – Voando na NBA.
day Four – Canadá – Vancouver – Passeio por Granville Island/.
day Five – Canadá – Vancouver – Nem só de sol vive o turista.
dia Six – Canadá – Vancouver – Capilano/Grouse/cervejas: tripleta duca.

.

dcpv – dia fifteen and last – eau – abu dhabi – o louvre no deserto e no mar. já a a ferrari…

18/04/2018

Dia fifteen and last – EAU – Abu Dhabi – O Louvre no deserto e no mar. Já a Ferrari …

A tempestade de areia continuou.

Ou seja, o alcance da vista não era muito grande, …

… mas tudo se tornava mais misterioso.

A nossa guia de ontem teve um problema e foi substituída pela carioca Cacá.

Tomamos o nosso café da manhã …

… e zarpamos pra Abu Dhabi, …

… o outro estado importante dos Emirados Árabes Unidos.

São quase 1,5 horas de carro, …

… em estradas de primeiro mundo …

… e a nossa primeira parada seria na Mesquita Sheikh Zayed.

Eu não sei se chamar somente de Mesquita, …

… este templo espetacular não seria uma blasfêmia.

Mesmo porque, o construção detém tantos recordes …

… e é tão espetacular …

… que você fica estupefato.

Esta é uma boa maneira de associar o teu sentimento.

Como uma coisa pode ser tão grandiosa, …

… religiosa …

… e magnânima ao mesmo tempo?

Estando lá, ela te coloca  no teu devido lugar.

E você agradece por tudo o que acontece na sua vida.

Enfim, é um lugar memorável …

… e olhe que não vou nem falar dos números que são certamente imensuráveis.

Uma pena que o Sheikh Zayed morreu antes de ver a sua grande obra concluída.

Demos uma passeada pela orla de Abu Dhabi, …

…e aproveitamos pra conhecer o hotel mais famoso de lá, o Emirates Palace.

Pra variar, ele também é incrível.

Note que tudo o que reluz, não é a nossa Re.

Neste caso, é ouro mesmo.

Imaginem o que foi gasto pra fazê-lo?

Aproveitamos pra comer um docinho, logicamente com ouro, …

… (estou otimista quanto ao subproduto desta operação , 😁) …

… e rumamos pra conhecer o que, imagino, …

… seja a atual maior atração de Abu Dhabi.

O museu do Louvre.

É claro que é uma filial de lá, …

… mas, pra variar, é espetaculosa.

O famoso arquiteto francês Jean Nouvel se superou.

O prédio é, de verdade, a grande atração.

As fotos não conseguem transparecer a sua beleza …

… e harmonia.

A cobertura é um espetáculo …

… e o posicionamento da obra, …

… que fica praticamente dentro do mar …

… te deixa eufórico.

Foi exatamente como ficamos.

Boquiabertos com a dimensão e a harmonia de tudo.

Certamente é um lugar pra ficar o dia inteiro só observando cada ângulo,

.

E as obras de arte?

Elas existem e são muito bem distribuídas em suas salas, …

… com alguns destaques de primeira grandeza, …

… como Rodin, …

… Van Gogh …

… e Leonardo da Vinci, …

… mas o que marca realmente, …

… é a belíssima harmonização da construção com o ambiente em que está inserida.

Perfeito!

Almoçamos rapidamente no restaurante do próprio museu, …

… e mesmo assim, a vista estava presente.

Partimos, claro que atrasados, pra próxima atração.

E a expectativa era enorme.

Afinal de contas, o parque da Ferrari dispensa apresentações.

Só a visão da sua parte externa …

… te deixa pensando que deve ser o Louvre dos parques de diversão!

Mas, sinceramente, não gostamos muito.

Tudo bem que é uma questão de expectativa.

Se você está esperando, assim como nós, uma exposição de “cavalinhos rompantes” como o do museu da Ferrari na Itália,…

…pode ir tirando o seu cavalinho(😀) da chuva.

Existem alguns modelos em exposição,…

… mas é tudo meio caótico e sem sentido.

Pra quem conhece o Soarin do Epcot, o parque tem um brinquedo similar só que com imagens da Itália.

Tinha tudo pra dar certo, mas é tudo tão distorcido, escuro e sem graça que a decepção é grande.

Assim como escuro e sem vida é todo o parque.

Ainda tem algumas montanhas russas excelentes, …

… especialmente a Rossa, mas como não é a nossa praia, não gostamos.

Voltamos pro carro frustrados e desanimados, mas a Cacá percebeu e nos disse que não sairíamos deste jeito do passeio.

Ela sugeriu conhecer o autódromo de F1 que era ali ao lado.

E foi um tremendo acerto. O lugar é lindo e só a ida ao hotel, já valeria a visita.

Além de que o autódromo é mesmo uma beleza.

De lá, retornamos felizes pro hotel.

Reflexo no Burj Khalifa incluído.

E foi bom porque era justamente lá que iríamos jantar.

Seria a despedida em grande estilo no restaurante indiano do hotel Armani, o Amal.

Pra quem não sabe, o Armani fica justamente no terceiro andar do Khalifa.

E a recepção faz jus à classe do hotel.

Além de dois artistas indianos estarem tocando, cantando e encantando logo na entrada do restaurante.

Sentamos na parte interna …

… pedimos duas flutes dum belo Champagne rosé …

… e escolhemos os pratos dum variado menu.

Note que pela proximidade é fácil ver a dança das águas da Fonte de Dubai.

A Dé escolheu samosas como entrada e …

… peito de frango como principal.

Tudo muito bem temperado e gostoso.

Eu, fui num prato típico de legumes como entrada …

… e camarões como principal.

Deliciosos e spices.

Tomamos meia garrafa dum Sancerre …

… e percebemos o quanto foi estranho estar no Burj Khalifa

… e ao mesmo tempo, não poder vê-lo.

Foi uma grande final duma grandíssima viagem.

Certamente, voltamos muito diferentes do que fomos, …

… coisa que é dever duma viagem bem feita cumprir.

É claro que toda esta criatividade e megalomania dos Emirados impressionam.

Mas conhecer o Japão é um outro degrau.

Toda a cultura, educação, empenho, organização, dedicação do povo japonês jamais será esquecida por nós.

Voltamos de lá pensando que o Brasil pode ter jeito.

Basta sermos japoneses! 🙂

Hasta la vista.

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
dia Ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.
dia San – Japão – Tóquio – Hakone e o Inhotim nipônico.
dia Shi – Japão – Tóquio – Shibuya e Meijin Jigu, multidões japonesas.
dia Go – Japão – Kanazawa – Os primeiros Shinkansen e Ryokan, a gente nunca esquece.
dia Roku – Japão – Yamashiro Onsen – Gueixas, samurais e cerejeiras, tudo a ver.
dia Shichi – Japão – Kyoto – Uma flor japonesa desabrochando só pra nós.
dia Hachi – Japão – Kyoto – Um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.
dia Kyu – Japão – Kyoto – Estatuas diferentes, templos diferentes: mesma emoção!
dia Jyu – Japão – Kyoto – Fushimi dos 1000 tori ao saquê.
dia Juyiti – Japão – Tóquio – Conhecendo o original l’Atelier du Jöel Robuchon.
dia Jun-ni/Thirteen – Japão – Tokyo/ EAU – Duba i- Choque de culturas, o jardim milagroso no deserto e o Van Gogh!
dia Fourteen – EAU – Dubai – Incrível o que os dubaienses conseguiram fazer no mar (inclusive o Burj al Arab).

.

 

 

dcpv – um dia especial e ferrarista em milão.

29/11/14

Um dia especial e ferrarista em Milão.

Tudo começou, pra variar, através do dcpv.

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O Kleber Ricardo, um engenheiro (olha o corporativismo) brasileiro que mora em Milão com a esposa, a também brasileira, Vanessa, deu uma comentada informando que gostaria de entrar em contato com a Maria.

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Incrível como através deste post, muita gente confundiu a Maria como sendo uma guia brasileira na cidade.

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Depois que eu esclareci que na verdade ela é somente uma amiga, o Ricardo apresentou a empresa dele, a Scuderia Moro Milano.

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E veja só que coincidência!

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Eles montaram uma empresa e fazem tours pra você dar uma volta de Ferrari (o automóvel é deles).

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Daí até marcarmos um passeio no sábado que estaríamos em Milão foi um pulo.

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Portanto, dia 29/11/14 às 10:30 estávamos lá, no local indicado e a espera de ouvir os roncos que só o motor de uma Ferrari sabe proporcionar.

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Pra começar, o lugar marcado é bem bacana. Fica num café distante do centro de Milão (quase meia hora) o Caffé Le Delizie, mas convenientemente próximo duma autopista.

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A empatia entre todos foi imediata. É claro que ficamos sabendo toda história deles (que é bem bacana) e logo depois iniciei o que seria propriamente o test drive.

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O Ricardo começa explicando os princípios básicos pra se dirigir um bólido deste, uma Ferrari F430 …

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… e logo depois você se vê comandando esta máquina.

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Olha, é uma sensaçào única.

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E a melhor de todas é quando você está na autoestrada, dá uma tremenda arrancada e sente os cavalinhos rompantes.

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Taí uma outra Disney feita especialmente para adultos.

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O passeio é mais do que recomendado e não exite em mandar um email pra eles pra perguntar o que quiser e terminar marcando o tal tour.

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Você não se arrependerá.

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Mesmo porque, você está em Milão!

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PS – Fiz questão de pagar o tour, portanto, esta é uma opinião totalmente isenta. O passeio realmente vale a pena.

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Este foi o gran finale da nossa aventura piemontesa. Espero que todos tenham gostado, porque nós estamos marcando a próxima. 🙂
Arrivederci.

Veja os outros dias desta viagem:
dia uno – Chegando e reconhecendo o Piemonte
Dia due – Barolo, a cidade.
dia tre – Piemonte – Olha que nome legal de cidade: La Morra.
Dia cuatro – Uma trinca quase perfeita: Coppo, Piazza Duomo e Vietti.
dia cinque – Vendo as borbulhas de Asti e sexshopeando no Eataly.
Dia sei – Fomos pra Ne-i-ve.

.

 

 

 


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