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dcpv – giorno ventidue – itália – firenze, é sempre um prazer revê-la!

11/05/2019 (vivido em 21/07/2019)

Giorno ventidue – Itália Firenze, é sempre um prazer revê-la.

Uma das coisas boas de ficar 28 dias numa villa Toscana é a possibilidade de visitar as suas cidades favoritas quantas vezes quiser.

E com a desculpa que os hóspedes queriam conhecer os lugares, este prazer fica maior ainda.

Portanto, cedo, partimos (Marcia, Deo, Dé e eu) pra Firenze.

E radiantes.

Pegamos a estrada que vai de Impruneta a Firenze e adoramos o visual.

Chegamos no estacionamento da estação de Santa Maria Novella…

.. e percebemos que a cidade estava um pouco mais cheia.

Também pudera, era sábado.

Fizemos o percurso habitual.

Saímos pela Via de’ Tornabuoni com suas lojas de grife, …

…. passamos pela Ponte Santa Trinitá …

… onde se tem uma ótima visão da Ponte Vecchio …

… e chegamos na nossa sorveteria preferida, a Santa Trinitá.

Tomamos aqueles gelatos maravilhosos, …

… passamos por traz do Rio Arno …

…. e cruzamos a crowdeada Ponte Vecchio.

Desta vez, preferimos desviar e ir até a Gallerie degli Uffizi.

Este prédio é maravilhoso.

Saímos direto na Piazza della Signoria …

… demos uma boa curtida nas esculturas magníficas que lá estão …

… e como já estava perto da hora do almoço, …

… fomos pro Ristorante Frescobaldi (a Regina e o Mingão juntaram-se a nós).

O lugar é muito bacana.

Pedimos um pudim de ricota como entrada.

E aí escolhemos os mais variados pratos, tais como, …

… pici com funghi e castanha, …

… spaghetti com aliche (delicioso), …

…tagliatelle com trufas, …

… bacalhau …

… e ravioli recheado com pera e amêndoa.

Tudo muito bom e ainda mais, acompanhado dum bom bianchetto Vermentino do próprio Frescobaldi.

Pagamos a conta, …

… e retornamos ao nosso caminho, …

… com uma passada pelo Duomo (ou a Catedral, de Santa Maria del Fiori) …

… que é certamente uma construção magnífica.

Conhecemos a loja de doces Migone  (que não tem nada a ver com o Mingão) …

… com suas embalagens de ótimo gosto, …

… tomamos um sorvete na Lindt (achei meia boca, ainda mais estando na Itália) …

… e chegamos ao Mercatto San Lorenzo.

Ele é o mercado municipal de Florença.

A Regina e o Mingão tinham marcado lá pra encontrar com uns amigos de Botucatu.

Conversamos e vimos ótimos vinhos, …

… boas frutas …

… e tudo o que se espera dum genuíno mercado italiano.

Voltamos a tempo de ver o por do sol na nossa Pietrina.

Tomamos um bom banho (esta água toscana é incrível :)), preparamos umas tábuas de frios …

… e aguardamos, porque seria dia da molecada cozinhar. E a Helena e a Gabi não decepcionaram.

As bruschettas de tomate da entrada estavam excelentes …

… e a pasta com molho de quatro queijos não ficou atrás.

Tomamos um montão de vinhos, …

… mas o destaque foi uma grapposka feita com romã colhida no nosso quintal.

Estava uma beleza e, como diriam os italianos, muito exótica.

Ou seja, foi mais um daqueles dias Toscanos inesquecíveis …

… e que ficou melhor ainda com a volta à nossa querida Florença.

Ainda que bem que retornaremos pelo menos mais uma vez.

Arrivederci.

Veja os outros dias desta epopéia:
giorno uno – itália – toscana, amore mio ou o inicio duma bela jornada!
giorno due – itália – toscana – um simples domingo.
giorno tre – itália – toscana – antinori, o visionário.
giorno quattro – itália – florença – lindíssima, como sempre!
giorno cinque – itália – san gimignano, a verdadeira manhattan toscana e porque não dizer, uma über model
 giorno sei – itália – toscana – siena e monteriggioni, a maior e menor, são belíssimas.
giorno sette – itália – toscana – eu prefiro as curvas das estradas de chianti.
Itália – Toscana – Giorno otto – Em Impruneta, como os imprunetanos!
Itália – Toscana – Giorno nove – Certaldo, uma cidade pra se conhecer em camadas.
giorno diece – Itália – Toscana – Comida pantragruélica com o maior açougueiro do mundo!
giorno undici – Itália – Toscana – Retornando à Florença, que continua mais bela do que nunca!
giorno dodici – itália – prada na toscana? e lucignano, você conhece?
giorno tredici – Itália – Toscana – My name is … (by Suzanne Vega)
giorno quattordici – Itália – Toscana – San Gimignano e Monteriggioni, a vingança!
giorno Quindici – Toscana – Impruneta – Nunca foi tão bom ficar em casa.
giorno Sedici – Itália – Toscana – Fiesole, vicino a Firenze.
giorno Diciotto – Itália – Toscana – Repetido mas bom demais.
giorno Diciannove – Italia – Toscana – Colle di Volterra.
giorno Venti – Itália – Toscana – Jogo de Siena.
giorno Ventuno – Itália – Toscana – Estas top models toscanas San Gmignano e Monterriggioni são demais.

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dcpv – giorno undici – Itália – Toscana – Retornando à Florença, que continua mais bela do que nunca!

10/10/2017

Giorno undici – Itália – ToscanaRetornando à Florença, que continua mais bela do que nunca!

Nós já sabíamos que iríamos bem mais do que uma vez pra Florença nestas nossas férias.

Afinal de contas, a nossa villa que fica em Impruneta, é a menos de 20 minutos de lá.

E sabíamos também que a maioria dos nossos convidados iria querer conhecer esta belíssima cidade.

A trupe formada pela Katia, Luiz, Luma, João, Bia, Fernando e o sr Antônio foi a tripulação da vez.

Basicamente fizemos o mesmo roteiro que eu e a Dé traçamos na semana passada.

E saímos pelas estreitas estradinhas toscanas (nota, o Luiz dirigia uma van!).

Foi interessante demais.

Iniciamos estacionando a van (não se esqueça que a Regina e o Mingão também estavam juntos) na garagem próxima da estação Santa Maria Novella …

… e fomos passear.

Passamos pela igreja, …

.. andamos até o rio Arno,…

… pelas ruas com lojas de grifes (via de Tornabuoni) …

… e chegamos propriamente ao rio, …

… na ponte Santa Trinitá.

Estando lá, …

… não tem como não tirar grandes fotos das duas pontes próximas, …

… sendo que uma é a Ponte Vecchio. Belíssima!

É claro que passamos na nossa queridinha, a Gelateria Santa Trinita .

Sorvetes tomados …

… andamos do outro lado do rio (ah, Drexler) …

… até chegar à Ponte.

Atravessamos, passando pela usual horda de turistas (incluindo nós) …

… e nos encaminhamos pra Piazza della Signoria, …

… onde mais uma multidão de turistas se alojava.

Mas nem isso tira a beleza do lugar, pelo contrário.

Como estávamos em cima da hora e sem reservas, resolvemos almoçar num daqueles restaurantes com vista pra Piazza.

O Il Cavallino é turisticão, mas bem interessante e não comemos mal (coisa quase impossível de acontecer por aqui).

Pedimos um montão de pratos , …

… dois Vernaccias …

… e continuamos o nosso tour.

Fizemos uma leve parada…

… para reabastecimento.

Desta vez o objetivo seria observar uma das construções mais impressionantes de Florença, o Duomo.

Não tem como não ficar de boca aberta ao vê-lo …

… e pensar como foi concebido e construído, …

… tamanho o nível de todos os detalhes.

Sem contar a imensa Cúpula de Brunelleschi …

… que deixa qualquer engenheiro encafifado em imaginar como foi o seu projeto e execução.

Como o sol já estava se pondo, …

… voltamos para o estacionamento,…

… não sem antes dar uma passada na Officina Profumo Farmaceutica di Santa Maria Novella.

Este é um lugar que você não cansa de ir …

… e que dá vontade de passar algum tempo por lá, …

… só pra sentir a sua aura e o seu perfume (sou só eu que acha que usar os sabonetes da viagem pós-viagem prolonga a mesma? 🙂 ) .

Saímos correndo porque ainda pretendíamos ver o por do sol na Piazzale Michelangelo.

E valeu a pena.

Ver todo o skyline de Florença …

… com as variações de cores …

… e o anoitecer, foi, mais uma vez, espetacular.

Taí outro lugar imperdível, ….

…. especialmente se visto logo após uma boa caminhada por Florença.

Voltamos pra casa, …

… com o Luis dirigindo bravamente a van pelas ruas (??) estreitas de Impruneta …

… e fomos jantar no restaurante I Tre Pini, pra comemorar em alto estilo o níver da Katia.

Tudo bem que esperamos quase duas horas pra Regina e pro Mingão chegarem (estas ruas estreitas de Impruneta são incríveis).

Pedimos várias especialidades da região …

… como pici, …

… gnochettes, …

… penne …

… e outros quetais, …

… além de várias garrafas dum ótimo espumante Franciacorta.

Ainda comemos algumas sobremesas, .,.

… cantamos parabéns pra Katia, não esquecendo das presenças ilustres  …

… e fomos dormir embalados pelas curvas das Estradas do Chianti.

Arrivederci.

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dcpv – giorno quattro – itália – florença – lindíssima, como sempre!

03/10/2017

Giorno quattro – ItáliaFlorença, lindíssima, como sempre!

Dizem que a maior loucura que se pode fazer é passear de carro por grandes cidades européias.

Nós contrariamos esta teoria.

Pois não é que fomos de automóvel para Florença?

Sim, eu sei que é proibido circular motorizado pelo centro histórico (multas chegarão! 🙂 ).

Mas foi muito confortável dirigir por 20 minutos de Impruneta, …

… onde fica a nossa villa, a La Pietrina, …

… e chegar no estacionamento da Estação Santa Maria Novella.

De lá, andamos uns 10 minutos e estávamos no que pra nós, os Luz, …

… é uma grande atração florentina.

Gelateria Santa Trinita tem sorvetes maravilhosos, especialmente os de pistache e gergelim preto.

Devidamente abastecidos,…

… pelo sorvete e …

… pela beleza das pontes …,

… rumamos pra Ponte Vecchio onde captamos a essência da capital do Renascimento.

Passeamos pelo centro, …

… (re)babamos na arquitetura maravilhosa …

… e chegamos na Piazza della Signoria, …

… um verdadeiro museu a céu aberto.

De lá rumamos para a cobertura da loja de deptos, a La Rinascente, onde além de tomar duas flutes de Ferrari, …

… se tem uma das melhores visões de Florença.

Como estava na hora do almoço, resolvemos degustar alguns vinhos.

E através do TheFork (muito bom este aplicativo de reserva de restaurantes) descobrimos a Enoteca Alessi.

Lá fizemos um vuelo de vinho bianco, …

… outro de rossos da Itália …

… e comemos uma buoníssima burrata.

Foi muito divertido, além da loja ser espetaculosa.

Inclusive, encontramos um conhecido nosso por lá, o Centellino (pra quem não conhece, é um dosador de vinhos).

É claro que tomamos um café expresso curtíssimo …

… sentados em frente ao imponente Duomo Florentino …

… e seguimos caminhando de volta para o estacionamento.

Antes de chegar, compramos algumas coisinhas básicas ( e imperdíveis :)) …

… tais como desodorizadores da Dr Vranjes …

… e perfumarias (os sabonetes são maravilhosos) na Officina Profumo Farmaceutica di Santa Maria Novella.

Mesmo que você não vá comprar nada, vá visitar este estabelecimento. Ele é lindo!

Pegamos o nosso carro e resolvemos conhecer a Piazzalle Michelangelo.

Dizem que de lá se tem a melhor vista de Florença.

E é a mais absoluta verdade.

Depois de ver cada um dos lugares individualmente,…

… (Florença é bem pequena e se vê quase tudo num dia, com a óbvia exceção dos museus), ter a visão de todos juntos é reconfortadora …

… e te dá a impressão de que tudo não passa de um belo Lego divino.

Voltamos pra casa felizes, ainda mais sabendo que esta não foi a última vez que veremos Florença nesta viagem.

Como eu devo ter dito algumas vezes neste post, Florença é realmente imperdível.

Ah, encontramos pela primeira vez nesta viagem com a Regina, o Mingão, a Gabi e o Fom, em plena Impruneta.

Foi um tremendo prazer ver pessoas tão queridas dividindo um sonho acalentado por tanto tempo.

Ainda bem que também teremos muitos encontros até o final do mês.

Arrivederci.

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dcpv – dia huit/otto – paris/florença – taí uma rota bacana.

28/07/2016

Dia huit/otto – Paris/Florença Taí um rota bacana.

Dia de troca de hotel em viagem é perdido, certo?

Com troca de país é pior ainda, certo?

É mesmo. 🙂 Hoje não fizemos muita coisa.

Saímos cedo do hotel em Paris, fomos pro CDG …

… esperamos um bom tempo na sala VIP …

… e fizemos um ótimo voo pra Florença.

Foram 1,5 hs de puro prazer com direito a ver os Alpes e as plantações dos ótimos ingredientes que consumimos.

Daí, foi aguentar a complicação do pessoal que alugamos os nossos carros (ê, Europcar!)  e em poucos momentos, estarmos curtindo os ares toscanos.

Sabe que nunca tínhamos percebido o quão perto a Toscana é de Paris? O caminho do aeroporto de Florença até o o hotel Villasanpaolo também foi tranquilo.

E só tivemos tempo de ver o nosso bom quarto , …

… com direito à vista pra San Gimignano, a Manhatan toscana …

…  e fomos bebericar e comeriscar no restaurante do hotel.

Iniciamos tudo tomando um legítimo Champagne, acompanhado de bruschettas (italianas, off course!).

Continuamos com um espumante da casa, um Franciacorta …

… aproveitamos o por do sol …

… e a belíssima iluminação, …

…  pra ficarmos por lá mesmo e jantar.

Ainda mais com este céu!

Pedimos às seguintes coisas: como entradas e para dividirmos, excelentes flores de abobrinhas recheadas com ricota.

Como principais, a Lourdes,um Risotto, que infelizmente não estava al dente, …

… a Dé uma massa, que infelizmente também não estava al dente , …

… e eu e o Eymard, dividimos uma Bisteca Fiorentina que estava no ponto (e muito mal focada! 🙂 ).

Tomamos um vinho tinto da região, indicado pelo Antônio, o nosso atendente e sommelier, que casou muito bem com a Bisteca.

No mais foi conversarmos mais um pouco, fazermos nossos planos toscanos e dormir o nosso justíssimo sono.

Que venha o Bocelli!

Arrivederci!

Acompanhe os outros dias desta viagem:
dia un – Vale do Loire – Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.
dia deux – Vale do Loire – Chateau de Villandry, este lugar é um espetáculo!
 jour troix – França – Vale do Loire – A mulherada fazendo a diferença em Chenonceau.
dia catre – França – Vale do Loire/Paris – Esta rota é um espetáculo.
Dia cinq – Paris – O dia de turistas serem turistas.
dia six – Vinhoteando pela cidade luz.

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dcpv – dias XII e XIII – milão – dormindo na galleria vittorio emanuele II

01 e 02/12/2012

Dias XII e XIII – MilãoDormindo na Galleria Vittorio Emanuele II.

Hoje era dia de reutilizar o trem como meio de transporte.

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Iríamos da bela Florença pra cosmopolita Milão.

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Por incrível que pareça, conseguimos ver o Astro Rei aqui na capital da Toscana.

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E confirmamos o óbvio: Florença fica ainda mais bonita com a presença dos raios solares.

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Sendo esta a situação, planejamos uma última passeada pela cidade.

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Antes tomamos um café reforçado no hotel.

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Logo após, compramos luvas

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… e fomos bisar o melhor sorvete de Firenze, segundo a família Luz (uma pena não poder importá-lo pra Re).

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Experimentamos muitos, mas o da Gelateria Santa Trinita é certamente o melhor (nota 11,0 no guia MicheLuz). Na verdade quase que não tomamos os sorvetes, pois a loja só abria as 11:00hs e eram 10:45 hs.

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Mas fizemos uma cara de coitadinhos, e a atendente se apiedou de nós. Abriu a sorveteria com um pouco de antecedência e aproveitamos muito.

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Creme, café, gergelim preto e pistache; estes foram os sabores. Que marravilha!

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Como aproveitamento do passeio, demos uma volta em torno do rio Arno com a possibilidade de termos …

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… excelentes vistas de todo o entorno.

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Retornamos ao hotel, pegamos as nossas coisas e rumamos pra estação de trem, a Santa Maria Novella.

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Aqui fica mais uma dica pra quem for usar este tipo de transporte: pode deixar pra chegar quase que em cima da hora (uma meia hora antes do embarque), porque além de não ter lugar pra sentar, a plataforma que você embarcará é sempre informada nos últimos momentos.

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A viagem foi muito tranqüila, com dois pequenos incidentes: o primeiro foi sobre os nossos lugares. Sem motivo algum, já que o trem estava vazio, eles nos venderam um de costas pro outro e no corredor; o outro foi a dificuldade de se encontrar lugar pra deixar as malas.

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É claro que o ideal é viajar bem leve, mas como fazer isso indo pra 4 cidades e no inverno? Portanto, com malas um pouco maiores e mais pesadas, foi difícil encontrar lugar para deixá-las sem ter que erguê-las.

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Fique ligado quanto a estes detalhes, senão a sua hérnia inguinal vai se manifestar! Ah! Aproveitamos também do excelente menu da primeira classe.

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Chegamos em Milão pra última noite e em grande estilo.

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Resolvemos ficar hospedados dentro dum monumento, mais precisamente, na Galleria Vittorio Emanuele II.

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É isto mesmo. O hotel SevenStars Galleria fica dentro da Galleria e todo os quartos tem vista pro seu belíssimo interior.

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O nosso não seria diferente. Olha, é emocionante estar hospedado quase no nível da cobertura desta maravilha arquitetônica.

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Ficamos um tempo olhando catatonicamente pra tudo e observando mais ainda todos os detalhes.

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Tivemos que sair rapidamente prum encontro com a nossa amigona, a Maria.

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E ainda bem que ela não precisou chegar até o lobby do hotel, que é bem escondido e fora de mão. Coincidentemente, nos encontramos bem no meio da Galleria.

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Aproveitamos a oportunidade pra conhecer o novo paraíso de compras, a Excelsior.

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É uma loja multimarcas que veio pra ser uma la Rinascente upgradeada e mais afrescalhada.

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Pelo que vimos, gostamos muito e vamos repetir amanhã cedo.

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Pois ela além de ter uma montão de coisas de modas feminina e masculina, …

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… ainda apresenta um sex shop de primeira linha.

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Tomamos um café e uma água com a Maria…

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… antes de nos despedirmos, pra variar, sobre a chuva e no meio duma multidão condizente com um sábado a noite.

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Arrumamos tempo pra dar uma passada (e comprar algumas coisa pra casa na la Rinascente) …

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… e fomos nos preparar pro jantar de gala e de despedida no restaurante Trussardi alla Scala.

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Que é exatamente o que o nome propõe: um restaurante dentro da loja da grife Trussardi e que tem vista pro Teatro Scala.

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Como a nossa mesa foi reservada, ela tinha uma vista privilegiada pro teatro e pra própria praça. Além da RAI estar transmitindo o jantar (brincadeirinha!).

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Se bem que ele merecia, já que foi um desfile de grandes pratos.

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Iniciamos tomando umas belas taças dum espumante nacional, pra comemorar a ótima viagem.

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E optamos por jogar o barco nas pedras. Pediríamos entradas do menu normal (fugimos das degustações que eram muito grandes) e pratos principais com trufas brancas. Ah! As trufas brancas.

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O início de tudo é com uma  demonstração dos mais variados tipos de chips de Polenta. Imaginem o que a Dé achou?

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É claro que enquanto escolhíamos, o coperto chegou. Uma mousse de camarõezinhos fantástica, um carpaccio de beterraba com sardinha escabeche e vários amuses.

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Começamos a vibrar. Como entrada, a Dé escolheu legumes, mais conhecidos com “multicolore do fruta e verdura d’autunno, transparenza de un consommé profumato alla rosa canina”. Parece uma obra de arte, né?

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Eu fui de peito de galinha,  também mais chamado por “petto de fagiano arrosto, arancia, alchermes e panne di Gênova alla barbabietola”. Parece outra obra de arte, né? E são!

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Enquanto isso, nos servíamos dos excelentes e diferentes pães.

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Os principais trufados brancamente estavam por vir. Antes decidimos, junto com o sommelier, pedir um vinho branco mais forte, um Verdicchio Villa Bucci 2006.

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E chegaram os pratos. Pra Dé, Gnocchi di patate Ratte al tomino di Melle, bottarga, spinacio, burro caramellato (calma que a Dé não radicalizou. Burro é… manteiga) e tartufo bianco

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… e pra mim, um arroz cozido no caldo de galinha e amantegado com parmesão jovem e trufas brancas.

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Ambos estavam simplesmente maravilhosos (o meu, modestamente, o máximos dos máximos), com as trufas exalando um tremendo odor e com raladas bastante parcimoniosas.

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Ficamos um bom tempo extasiados e obviamente optamos por pedir somente uma sobremesa no esquema 2×1. E ela era Sfoglia di late, marrons glacé e amarene al brandy.

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O chefe se apiedou da Dé (rs) e enviou um sorbet pra limpar o paladar, …

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… além de mignardises de fazer qualquer um cair o queixo (e abrir a boca).

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Ainda tomamos um corto e não sei se o chef, talvez influenciado pelos nossos “hummmmms” constantes durante o regabofes, nos enviou uma outra rodada de mignardises. Adivinhem qual gostamos mais?

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Pronto, jantar no Trussardi alla Scalla (um legítimo e verdadeiro 2 estrelas no Michelin) transformou a noite num verdadeiro concerto! Foi um legítimo Grand finale.

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É claro que ainda tínhamos a manhã de domingo e o almoço, mas podemos considerar este jantar como uma despedida em alto nível pruma viagem diretamente proporcional.

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Fomos à Excelsior no domingo de manhã só pra fazer a feira.

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Resultado? Tomatinhos, alho, erva-doce, pimenta e outras coisas foram devidamente importadas.

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Pra encerrar a brincadeira, fizemos o que se tornou uma tradição nas nossas viagens.

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Fazer o último almoço no restaurante Il Coriandolo (devemos esta ao Juscelino Piselli Pereira), que fica em Brera.

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Chegamos lá no horário e já fomos pedindo um entrada com “produtos da terra”. Só coisa boa.

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Como principais a Dé escolheu Ravioloni de ricota com molho de trufas negras.

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Eu fui pragmático e tendencioso optando pelo Spaghetti ao Vôngoli Veraci, …

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… uma maravilha da culinária milanesa, porque não dizer, mundial.

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É claro que pra acompanhar um ícone, somente outro. Então dá-lhe um branco do gênio Gaja. Escolhi o costumeiro Rossy Bass, mas tinha acabado (e sido reajustado depois dos Loguercio o pedirem na ultima  viagem deles).
Nos conformamos com o excelente Sauvignon Blanc Alteni di Brassica 2009, do mesmo Gaja.

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Pronto, dois expressos depois estávamos preparados pra nossa descompressão ítalo-ferrazense.

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Espero que a próxima viagem pra Itália não demore muito.

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Arrivederci e até breve.

Acompanhe os dias anteriores desta viagem:
Dia I – Verona – Itália – A terra da goiabada com queijo, ops, de Romeu e Julieta.
Dia II – Verona – Itália – Seguindo os passos dos amantes.
Dia III – Verona – Itália – Conhecendo o lago Garda.
Dia IV – Veneza – Itália – Quem vê o Canal Grande pela primeira vez e em grande estilo, jamais esquece.
Dia V – Veneza – Itália – O dia (e a noite) do misterioso fog.
Dia VI – Veneza – Itália – Tremenda dobradinha: Palácio dos Doges (e seu Itinerário Secreto) e passeio de gôndola.
Dia VII – Veneza – Itália – Aqui não tem nenhuma sonífera ilha (Murano, Burano e Torcello
Dia VII – Itália – Veneza/Florença – Uma luz no fim do túnel, ops, sobre viagem de trem
Dia IX – Itália – Florença – Piove, pananananananam, piove.
Dia X – Florença – Itália – Entrando na moda pela porta da frente.

Dia XI – Florença – Itália – Uma aula de culinária na capital toscana.

dcpv – Dia XI – Florença – Itália – Uma aula de culinária na capital toscana.

30/11/2012

Dia XI – FlorençaItália – Uma aula de culinária na capital toscana.

Tivemos uma melhora acentuada no tempo.

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Em vez de chuva, nublado. E bem mais frio.

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Como sempre, isto não importava, já que iríamos fazer uma aula de culinária completa com, inclusive, uma visita ao Mercato Centrale.

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Tomamos o mesmo ótimo café da manhã e debaixo de chuva (ela caiu bem nesta hora), chegamos ao ponto de encontro da Florencetown Tours.

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A turma oficial se compunha de 4 pessoas (nós 2 e mais um casal de americanos), além de mais 3 do staff da própria agência que estavam acompanhando tudo pela primeira vez.

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O chef Giovanni, um daqueles italianos da gema, nos levou pra conhecer o mercado e seus melhores fornecedores.

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A primeira parada foi numa loja de azeites fresquísssimos (a primeira pressão foi feita na segunda-feira), …

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… acetos envelhecidos, …

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… Parmigiano Reggiano, …

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… molhos especiais…

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… e afins, com as suas devidas degustações.

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Compras feitas (a mala começou a ficar pequena), …

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… passamos pra próxima loja, uma de pães, grapas, sais e azeites trufados; mais umas comprinhas foram feitas.

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Agora era hora de ver legumes, …

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… e verduras, tudo orgânico e colhido nesta manhã, …

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… além de carnudos funghis frescos.

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A última parada foi numa banca-açougue.

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Como não se surpreender com a qualidade …

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… e a quantidade de oferta de ingredientes?

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Até a Dé se entusiasmou com o nível da costela fiorentina e prometeu se tornar uma carnívora! rsrsrs

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Pronto! Enquanto víamos tudo, o chef aproveitou pra comprar tudo pra nossa aula.

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Chegamos ao local que é próximo de lá, colocamos os aventais e mãos a obra.

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O primeiro prato a ser feito foi a sobremesa, um legítimo Tiramisu.

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E cada um fez o seu.

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Pra começar, todos ajudaram a bater as claras em neve …

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… e o creme de mascarpone.

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Logo depois o chef nos explicou como montar cada um: …

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… uma camada de chocolate em pó, ..

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… uma de creme, …

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… outra de biscoitos champanhe embebidos em café, …

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… mais uma rodada …

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… e voilá. Tiramisu pronto e indo pra geladeira.

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Aproveitamos pra tomar um vinho tinto …

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… enquanto o chefe nos apresentava a sua bruschetta (ops!).

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Pão tostado, passa-se alho e coloca-se o melhor tomate temperado por cima.

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Precisávamos ainda fazer a massa dos macarrões (uns Ravioli e os Papardelle).

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A receita da pasta é muito parecida (farinha e ovos).

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O que modifica um pouco é o jeitão de se fazer.

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Neste caso, tudo é feito a mão, inclusive…

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… a abertura …

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… o corte (no caso dos Pappardelle) …

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… e o processo todo, no caso dos Ravioli.

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Só sobrou fazer a base do molho a bolonhesa (cebola, salsão e cenoura), …

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… com o acréscimo e a fritura de carne bovina moída e de carne de porco na forma de lingüiça, sem a tripa.

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Deixe apurar bastante, coloque vinho tinto e deixe apurar mais ainda.

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Adicione purê de tomate, baixe o fogo e esqueça da panela.

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Enquanto isso, cozinhe os Pappardelle e os Ravioli.

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No caso destes últimos, faça um molho com manteiga e salsinha  e coloque por cima.

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No caso dos Papardelle, junte-os ao molho, coloque bastante parmeggiano e sirva.

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Foi o que foi feito.

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Todos comemos as massas e aprovamos a nossa lição de casa, com louvor.

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É claro que conversamos bastante, rimos mais ainda e aproveitamos pra tomar mais vinho.

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Pra encerrar esta festa, todos experimentaram os Tiramisu que montaram.

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Mais uma aprovação, assim como a do Giovanni que nos “passou de ano” e, inclusive, nos deu um certificado.

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Agora somos diplomados em comida italiana.

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Saímos de lá felizes, mas correndo, pois tínhamos uma visita marcada ao que é considerado o maior museu de toda a Itália, a Gallerie degli Uffizi.

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Reservei por internet (aconselho, especialmente na alta estaçâo) e deu tudo certo.

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É claro que não se pode tirar fotos, mas … rs
Falar da arquitetura do prédio é chover no molhado (ops!).

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Ele é lindo e como Uffizi são escritórios em italiano, o que você vê lá são salas unidas por grandes corredores.

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Todas são espetaculares, mas algumas são imperdíveis, tais como as da Anunciação, a Tribuna dos Medici, o Nascimento de Venus de Botticelli, a Sagrada Família de Michelangelo, a Vênus de Urbino de Ticiano e por aí vai.

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Mesmo não sendo especialista em artes, como nós, você se emocionará.

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E fica uma dica: deixe pra visitá-la no final da sua estadia em Florença.

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Você já estará totalmente envolvido com o clima de toda a cidade.

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Saímos de lá, voltamos ao hotel e resolvemos, apesar do frio, procurar o melhor sorvete da cidade, na Gelateria Vivoli.

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Pra Florença, onde tudo é muito perto, ele até que fica longe.

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Mas vale cada centímetro caminhado. Os sorvetes são bastantes cremosos e muito saborosos (nota 9,66 no MicheLuz).

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Finalizando este grande dia (e quase que sem chuva), fomos jantar num dos melhores restaurantes da cidade, o Cibrèo.

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Ele é bem antigão (que novidade!) e faz parte do movimento Slow Food.

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Sentamos (mesa reservada) e logo recebemos a visita da dona do restaurante. Não estranhe; é assim que o menu funciona.

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Ele só contém os preços de cada uma das fases das refeições (primo, secondo e sobremesa). Os pratos são recitados/comentados em italiano pela senhora e aí vocês os escolhe.

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Charmoso, não?

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E não é que quando ela falou Polenta, os olhos da Dé brilharam! Ainda mais acompanhada de azeite extra-extra virgem e parmeggiano reggiano.

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Eu escolhi um potente brodo com uma massinha que na verdade não era bem uma massa e sim, uma mistura que continha pão.

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A equação do vinho foi solucionada pelo sommelier, que nos propôs a escolha dum branco potente ou dum tinto mais delicado.

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Fomos na segunda hipótese e num maravilhoso DOCG Mason di Mason Manincor 2010.

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Como principais, a Dé preferiu Polpettini recheado com ricota e acompanhado de purê de batatas …

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…enquanto eu, um prático e “simplici”, segundo a senhora, peixe feito no cartoccio com muito azeite, limão, azeitonas e ervas, …

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… acompanhado de grão-de-bico com muito azeite.

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Tudo estava num altíssimo nível. Pulamos as sobremesas e pedimos 2 “cortos”.

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É claro que um pedaço duma tortinha de chocolate e café, quase um Tiramisu, pulou na nossa mesa!

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Desta vez e satisfeitos, desvirtuamos os nossos princípios e voltamos de taxi pro hotel.

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E admirando o entorno, claro?

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Arrivederci.

Acompanhe os dias anteriores desta viagem:
Dia I – Verona – Itália – A terra da goiabada com queijo, ops, de Romeu e Julieta.
Dia II – Verona – Itália – Seguindo os passos dos amantes.
Dia III – Verona – Itália – Conhecendo o lago Garda.
Dia IV – Veneza – Itália – Quem vê o Canal Grande pela primeira vez e em grande estilo, jamais esquece.
Dia V – Veneza – Itália – O dia (e a noite) do misterioso fog.
Dia VI – Veneza – Itália – Tremenda dobradinha: Palácio dos Doges (e seu Itinerário Secreto) e passeio de gôndola.
Dia VII – Veneza – Itália – Aqui não tem nenhuma sonífera ilha (Murano, Burano e Torcello
Dia VII – Itália – Veneza/Florença – Uma luz no fim do túnel, ops, sobre viagem de trem
Dia IX – Itália – Florença – Piove, pananananananam, piove.
Dia X – Florença – Itália – Entrando na moda pela porta da frente.

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Dia X – Florença – Itália – Entrando na moda pela porta da frente.

29/11/2012

Dia X – FlorençaItália – Entrando na moda pela porta da frente.

Mais um dia de chuva.

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Incrível, mas a chuva persistiu durante toda a nossa estada (pelo menos, até agora) em Florença.

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Incrível também como a viagem ficou mais divertida por causa dela.

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Tomamos o ótimo café da manhã no outro lado da rua (eu já expliquei o porquê) …

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… e rumamos pro nosso passeio mais do que especial.

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Iríamos fazer um tour específico sobre a moda florentina.

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A nossa guia, a Marise já  estava nos esperando na frente do Museu Ferragamo.

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Este visita é essencial neste quesito, especialmente pra quem é interessado em moda e mais ainda em sapatos (a Dé adorou).

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Nos apresentamos, entramos no museu e pudemos observar o quão visionário era o idealizador de tudo.

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São vários modelos nos informando que há 60 anos atras, Ferragamo já formatava sapatos muito mais atuais do que se imagina.

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O ambiente é perfeito (a única mancada é não poder tirar fotos, mas … ) …

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… e além de toda a técnica, pudemos ver uma mostra especial sobre a vida (e morte) do ícone Marilyn Monroe.

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Finda a visita, atravessamos o Rio Arno, pela Ponte Santa Trinita, …

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… com direito a uma vista incrível da Ponte Vecchio.

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A intenção seria visitar tanto o Museo degli Argenti (o da Prata) como a Galeria del Costume (do Traje).

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Todos estes complementavam o nosso passeio que era baseado no que era moda no período dos grandes Duques.

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Pra variar, fotos não são possíveis, mas… 🙂
O Museu da Prata é muito interessante porque é possível se imaginar o dia-a-dia da nobreza naquela época.

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O Palazzo Pitti foi um local onde a história dos Medici se passou.

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E lá é possível se imaginar tudo o que acontecia, especialmente através dos comentários em português da Marise.

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Já o Museu dos Trajes é também interessante, mas um pouco mais fraco, já que nele existem registros de vestuários dum período bem mais recente (depois de 1850).

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Se bem que alguns trajes dos corpos exumados de nobres são muito informativos.

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Aproveitamos pra conhecer o bonito Giardino di Boboli.

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Pra variar, estava chovendo e muito.

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A solução foi comprar um guarda-chuvas dum daqueles imigrantes (10€) …

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…e zarparmos prum almoço aprazível.

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Seguindo uma linha agradável, escolhemos mais uma vinoteca de um ótimo produtor de vinhos, o Antinori.

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E esta escolha se mostrou mais do que acertada.

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Chegamos e a nossa mesa reservada (e no mezanino) era muito bem localizada.

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Pedimos um assortimento de salumi e aproveitamos tudo, junto com os pães …

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… e o azeite recém espremido, que estava demais.

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Tomamos taças de vinho, um bianco pra Dé, o Cervaro della Sala 2010 …

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… e um tinto pra mim.

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Na verdade, “o”tinto” já que era um Tignanello espetacular.

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Como principais, a Dé foi de Maltagliatti com peixe

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… e eu, num Tagliarini com Molho a Bolonhesa.

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Ambos simplesmente irrepreensíveis.

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Pedimos mais um ótimo expresso, …

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… e seguimos o conselho dos florentinos: …

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… a sobremesa foi um sorvete cremoso e inesquecível da Gelateria Santa Trinita (nota 10 no MicheLuz e com louvor).

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Sem contar os próximos, foi o melhor que tomamos em nossas vidas.

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Como a chuva apertou (sempre ela), voltamos ao hotel pra dar uma descansada e programar algumas comprinhas.

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E até nesse quesito, Florença é divertida.

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Você entra uma loja de relógios e encontra gente bem-humorada.

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Vai a uma loja de grifes e o teto dela é cheio de afrescos.

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Passa numa loja de departamentos e no último andar, tem um bar onde a vista prum brinde de espumantes é esta.

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Melhor, resolve conhecer uma das farmácias mais antigas do mundo, a Officina Profumo Farmaceutica di Santa Maria Novella (desde 1612) e se diverte ao extremo, vendo um ambiente tão lindo e com receitas de cosméticos seculares espetaculares.

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A compra por lá e irresistível e o foto blog também:

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Pronto; estávamos novamente com fome e preparados pra mais um excelente jantar.

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Que aconteceu no Oliviero, um ristorante competente e muito bacana.

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Pra variar, a nossa mesa reservada era muito boa.

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Não pensamos duas vezes ao ver o menu: pediríamos, cada um, dois pratos.

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O vinho foi um Gaja Branco, o Ca’Marcanda  e …

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… o chefe nos mandou um agrado inicial, algo parecido com um suflê de ovos e azeitonas. Uma delícia.

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Como primo, a Dé foi de sopa de cebola com vieiras

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… e eu, um nhoque com mariscos e pesto de salsinha.

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Um prato lindo, saboroso e ao mesmo tempo, muito fotogênico.

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Como secondo, a Dé pediu um Rombo com presunto cozido 

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… e eu, um bacalhau fresco com espuma de tomates e grâo-de-bicos al dente.

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Tudo absolutamente perfeito, e melhorou ainda, com o charmoso expresso corto (estes cafés se tornaram um vício da família em todas as refeições).

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Enfim, o Oliviero é um lugar que certamente não está na moda, mas que os Medici freqüentariam, assim como os Luci fizeram.

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Voltamos pro hotel com uma lua que prometia: amanhã deve chover! rs

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Arrivederci.

Acompanhe os dias anteriores desta viagem:
Dia I – Verona – Itália – A terra da goiabada com queijo, ops, de Romeu e Julieta.
Dia II – Verona – Itália – Seguindo os passos dos amantes.
Dia III – Verona – Itália – Conhecendo o lago Garda.
Dia IV – Veneza – Itália – Quem vê o Canal Grande pela primeira vez e em grande estilo, jamais esquece.
Dia V – Veneza – Itália – O dia (e a noite) do misterioso fog.
Dia VI – Veneza – Itália – Tremenda dobradinha: Palácio dos Doges (e seu Itinerário Secreto) e passeio de gôndola.
Dia VII – Veneza – Itália – Aqui não tem nenhuma sonífera ilha (Murano, Burano e Torcello
Dia VII – Itália – Veneza/Florença – Uma luz no fim do túnel, ops, sobre viagem de trem
Dia IX – Itália – Florença – Piove, pananananananam, piove.


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