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dcpv – dia once – orlando – flórida – rtw de segway no epcot.

14/07/2012

Dia once Orlando FlóridaRTW de Segway no Epcot.

Este dia prometia ser punk e divertido.

E cumpriu com a promessa.

Como a Re estava livre do trabalho, ela programou um montão de coisas pra fazermos.

Tudo começou muito cedo (e após irmos dormir muito tarde).

O programa todo iniciava com uma volta ao mundo (a tal RTW) de Segway.

Eu sei que isto pode parecer absurdo, mas há uma maneira de se fazer com tranquilidade.

E é participando do tour que existe no Epcot Center.

Chegamos no horário marcado (as 8:15hs) e fomos apresentados ao nosso instrutor da máquina, um velhinho engraçado, o Mike.

Ele nos deu um curso de como pilotar a trapizomba com segurança total.

Louve-se, mais uma vez, a organização da Disney que mostrou mesmo como tudo funciona com direito a audiovisual e todos os outros detalhes (olha que já podemos nos considerar especialistas).
Daí pra frente, foi pegar as máquinas e passear pelos 11 países que compõe o parque.

Esqueci de informar um detalhe que é primordial: como a abertura era só as 11:00, estávamos praticamente sozinhos por lá.

E isto dá muito mais peso pro passeio; como o pessoal da Disney incluiu muitos detalhes nos cenários, você consegue visualizar tudo muito bem.
Iniciamos circulando por entre os países (3 guias nos acompanharam, sendo um brasileiro).

Passamos pelo México (com as suas pirâmides), pela China (com as suas tradições), …

… pelo Japão (com os seus pagodes), pela “bella Itália”, …

… pela França, enfeitada pra comemorar o 14 de Julho, pelo incrível Marrocos, ….

… que nos fez viajar imediatamente pra lá, …

… tamanha a veracidade do cenário.

Até o cheiro dos temperos nos conseguimos sentir.

Terminamos com o Canadá (e seus jardins) e a Inglaterra, com os seus pubs.
Este é um passeio a ser feito, mesmo porque escapar daquela quantidade enorme de pessoas já é um grande prazer.

Voltamos, entregamos as máquinas e fomos dar uma volta no parque, a espera do segundo passeio.

Você (que foi à Disney) já passeou naquele barquinho que leva pra ver os formatos inovadores de plantações de frutas, legumes e verduras, mais conhecido como Living with the Land?

Pois iríamos conhecer justamente os bastidores deste espaço.

E melhor, caminhando.

A guia America (este é mesmo o nome da menina) nos acompanhou em todos os lugares.

Nos mostrou todos os formatos de plantação.

O hidropônico, …

… com vários estilos diferentes, …

… o que utiliza um solo arenoso irrigado, …

… além de várias frutas (tive que segurar a Dé pra não pegar uns figos) …

… e plantas exóticas.

Este programa vale um pequeno fotoblog:

Retornamos (o passeio dura cerca de uma hora) e …

… a única saida seria almoçar por lá mesmo.

Fizemos isto (junto com a Aline e o Rafa, amigos da Re) …

… no bom restaurante do pavilhão chinês.

Pedimos coisas chinesas (oh!).

Frango, o Kung Pao Chicken pra Dé e pra Re, …

… carne, o Canton Pepper Beef pro Rafa …

… e arroz, o Nine Dragons Fried Rice pra Aline e pra mim.

Tudo muito bom, bem temperado e com um agravante, a quantidade! Coisas de americanos.

Aproveitamos a influência do pessoal que a Re conhece e conseguimos FastPass pra qualquer brinquedo do Hollywood Studios, …

… já que iriamos lá a noite pra ver o Fantasmic!, o espetáculo de encerramento do dia (também conseguimos lugares vips com a turma da Re).

Como não ia rolar mais nada no crowdeado Epcot (louve-se a falta de educação da grande maioria dos grupos brasileiros/argentinos/paraguaios), …

… resolvemos dar um pulo em Downtown Disney pras derradeiras compras.

Se você quiser se envolver com o mundo Di$ney, lá é o lugar.

Lojas incríveis, …

… com decorações atrativas e atraentes, …

… enfim, tudo te remete ao consumo e ao encantamento.

Retornamos ao hotel na correria, pra tentar fazer caber tudo nas malas (quase uma missão impossível) e fomos pro Hollywood Studios, que é, com a confirmação da especialista Re, o parque mais bonito do complexo.

Chegamos ao anoitecer e com a beleza das luzes se acendendo.

Aproveitamos os fast pass pra ir duas vezes num brinquedo 3D e de tiros, o Toy Story Mania!, …

… talvez, o mais interessante e divertido de todos.

Comemos junkie food da melhor (ops) qualidade. Cachorro quente pra Re, Salada com Frijoles pra Dé e Sanduíche de porco pra mim.

Era hora do espetáculo de luzes e fogos de artificio, o Fantasmic!.

Os lugares vip eram muito bons.

E sentados confortavelmente, vimos todo o profissionalismo…

… e o encantamento que este lugar proporciona.

Você não gosta de Orlando e da DW?

Tente se despojar dos preconceitos e vá lá pra perceber como é bom conviver (mesmo que por algum tempo) com um clima bacana e de alto astral.

Não é mais ou menos pra isso que viajamos?

Acordamos cedo no outro dia, o suficiente pra pegarmos o voo diurno pra SP e cairmos na real (não, não tivemos um último ataque consumista!! rs) .

Afinal de contas, amanhã seria segunda-feira, né?
E na grande FV!!

See U.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia uno – Orlando/Miami – Aqui não tem nada de Miami vice. Só Timão campeão.
Miami – Flórida – Dia dos – Vendo o Art Deco sobre duas rodas.
Dia tres – Miami – Wynwood, quando grafite é puro encantamento.
Dia cuatro – Miami – Florida – Casa minha, casa nossa, Casa Tua.
Dia cinco – Flórida – La Donna è mobile em Miami?
Dia seis – Miami – Flórida – Será que o estádio do Timão vai ser assim?
Dia siete – Miami – Flórida – Passeando com os velhinhos em Palm Beach. Del Boca Vistaaaa!
Dia ocho – Palm Beach – Flórida – Fomos pra Jupiter.
Dia nueve – Flórida – Palm Beach/Orlando – O dia Seinfeld da viagem.
Dia diez – Flórida – Parabéns pra você e um dia gourmet em Orlando. Em Orlando?

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dcpv – dia diez – florida – parabéns pra você e um dia gourmet em orlando. em orlando?

13/07/12

Dia diez – FlóridaParabéns pra você e um dia gourmet em Orlando. Em Orlando?

O dia seria de muita correria (que novidade!).

Tomamos um café da manhã no próprio hotel (correto e incluído na diária) e corremos pra fazer as compras quase que finais.

Bed, Bath & Beyond, …

… malas novas (e necessárias) e Best Buy (mais do que necessária).

Pronto! Lá se foi a manhã.

Aproveitamos o dia praticamente dedicado ao esporte que consagrou (e consagra) os brasileiros, pra dar um toque gastronômico a este pedaço da viagem. Dizem que Orlando não tem restaurante legal; que “se prepare pra comer junkie food“.

Pode ser que seja isso mesmo, mas procurando bem, você sempre encontrará lugares diferenciados. Tudo bem que tecnicamente, estes lugares, na maioria das vezes, podem não estar na localidade de Orlando.
Por exemplo, este do nosso almoço fica em Winter Park , uma cidade muito bonita e onde os turistas deveriam dar um tempo na maluquice das opções compras/parques.

O The Ravenous Pig (algo como porco esfomeado) dos chefs James e Jules Petrakis é um gastropub com bastante identidade.

Com decoração despojada e ambiente agradável, ele oferece, obviamente, muitos pratos com fundamentos porquísticos.

Chegamos no horário da reserva (feita pelo Open Table), fomos sentando e percebendo que a frequencia é basicamente de americanos. Optamos por pedir 2 entradas, 2 saladas e 1 prato principal.

Estava muito calor (e que calor! Quase 35ºC.) e o jeito foi nos refrescarmos com bastante água, chás e cervejas (talvez o unico defeito do lugar seja oferecer opções muito caras de vinhos em taças).

Pra iniciar, pedimos ótimos pretzels servidos com mostarda e molho , …

… um prato de charcuteria feito pelos próprios chefs, …

… uma salada de orgânicos da fazenda pra Re, …

… uma outra de pato com frutas pra Dé …

… e uma lombo ao ponto (praticamente churrasqueado) acompanhado dum curioso copo de excelentes batatas fritas.

Pra extrapolar um pouco, sobremesa. Gostosos e macios churros com uma calda de chocolate queimado.

Olha, não se esqueça do nome deste restaurante. Ele é um oasis (literalmente) e tem uma qualidade a mais: você dificilmente encontrará uma daquelas crianças aceleradas querendo ver o Mickey.

Voltamos à realidade e aproveitamos o caminho da volta pra dar uma olhada no Mall at Millenia, …

… um shopping modernoso e, ao menos por enquanto, fora do circuito dos “shopaholic” brazucas de plantão.

Lá tem lojas bacanas, um visual poderoso e melhor, um ar condicionado eficiente.

Voltamos pra região do hotel, deixamos a Re no trabalho e fomos nos preparar pro jantar de aniversário da Dé.

Deixa eu explicar melhor: esta viagem seria originalmente iniciada na data da cumpleaños da Dé. Só que devido a grande DHL, os nossos passaportes não chegaram a tempo e tivemos que adiar tudo.

Preferi manter a mesma programação e acabamos indo jantar no lugar pré-determinado, o The Chef’s Table at the Edgewater.

Até a esperada entrega de flores com um cartão especial aconteceu.

A região toda do restaurante é linda. Ele fica na cidade de Winter Garden (mais uma que quem vai pra Orlando tem que conhecer), numa rua toda arborizada e encantadora (estou parecendo a Dé).

Fomos pra lá (são aprox 40 km) apreciando um lindo por-do-sol.

E a tal mesa do chef é praticamente uma mesmo. Já que o lugar é metade um gastropub e metade, um restaurante com menu a preço fixo com a escolha entre 4 possibildades pra cada movimento (entrada, principal e sobremesa), além da chance de se harmonizar vários vinhos.

Toda a comida e o lugar tem uma estrutura bastante familiar.

O garçon que nos atendeu é casado com uma recifense (como se fala português em Orlando!) e aproveitou pra praticar conosco.

E nós escolhemos pratos excelentes.

A Dé, hipernaturalista, foi de salada de tomates e melancia com queijo de cabra.

Eu de tomate verde assado com milho.

Vinhos brancos foram servidos: um Marsanne Roussanne 2009; o outro um Tariquet Classic 2009, ambos bons e franceses.

Como principais, pra Dé um peixe do dia, um halibut com vôngoles e legumes 

… e pra mim, um costelão “derrrrretendo” com um purê rústico de batatas .

A Dé continuou no vinho branco, o Torrontés Santa Julia 2010 Chile e eu, estreei os tintos, o Shiraz Farway Farm 2008 South Africa.

Note que pelo tamanho dos pratos (apesar de estarem excelentes), normalmente não pediríamos sobremesas.

Mas como estavam incluídas …
A Dé pediu, e não se arrependeu, uma tremenda Millefeuilles de blueberries 

… enquanto eu me refresquei com um  sorbet de papaia!

Finalizamos com vinhos de sobremesa. Um Late Harvest chileno pra mim e  um  italiano de pedigree pra Dé, o espumante Zonin.

E pra arrematar, como o pessoal entendeu que realmente seria o aniversário da De, ainda recebemos um cartão simpático com velinha e tudo o mais.

Foi o que podemos chamar de “desaniversário” perfeito.

Portanto, quando você estiver em Orlando naquela fissura de compras/parques, dê uma parada, troque de dupla e vá conhecer a comida de Kevin e Laurie Tarter.

Você não se arrependerá.

See U.

.

PS – Antes de dormirmos demos uma passeada pelo BoardWalk e aproveitamos pra conhecer a Jellyrolls, …

… um bar onde dois caras tocam piano e cantam as músicas pedidas pelos frequentadores.

Experimente! É muito bacana.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia uno – Orlando/Miami – Aqui não tem nada de Miami vice. Só Timão campeão.
Miami – Flórida – Dia dos – Vendo o Art Deco sobre duas rodas.
Dia tres – Miami – Wynwood, quando grafite é puro encantamento.
Dia cuatro – Miami – Florida – Casa minha, casa nossa, Casa Tua.
Dia cinco – Flórida – La Donna è mobile em Miami?
Dia seis – Miami – Flórida – Será que o estádio do Timão vai ser assim?
Dia siete – Miami – Flórida – Passeando com os velhinhos em Palm Beach. Del Boca Vistaaaa!
Dia ocho – Palm Beach – Flórida – Fomos pra Jupiter.
Dia nueve – Flórida – Palm Beach/Orlando – O dia Seinfeld da viagem.

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dcpv – dia ocho – palm beach – flórida – fomos pra Jupiter.

11/07/2012

Dia ochoPalm BeachFlórida Fomos pra Jupiter.

Os planos foram feitos na noite anterior.

Acordaríamos cedo, pegaríamos as bicicletas, daríamos uma voltas pela região do hotel e iríamos passar pelo pier.

Voltaríamos, tomaríamos um café da manhã no próprio hotel e ficaríamos a manhã toda na praia.

Tudo no condicional. Perfeito, né?

Se não chovesse desde ontem a noite (lembram-se do jantar?). Acordamos com o tempo broncolhaço e o único programa decente foi ficar na cama (estava chovendo muito).

E do planejamento descrito acima, a única missão que cumprimos foi tomar o café.

Resolvemos sair do hotel de carro e dar um pulo no centro de Palm Beach.

E foi a coisa mais acertada que fizemos.

Além da chuva dar uma amainada (só parou de chover bastante), aproveitamos pra conhecer o eixo central de lojas chiques do lugar, a Worth Avenue.

Ela é toda organizada (tanto que bobeamos e tomamos uma multa por ficar estacionado por mais de 2 horas. Menos 50 doletas na conta), …

… limpa, …

… com muitas lojas de grife (melhor, todas que você puder imaginar), …

… e aquelas lojas de departamento chics que a Dé adora, a Neiman Marcus e a Saks Fifth Avenue.

Você já ouviu falar de BlahnikChooLouboutin e cia?

Pois são nestas lojas que todos eles estão concentrados e fazem com que a Dé pareça uma criança indo pela primeira vez na Disneyland.

Ficamos um tempão lá dentro (a Dé também visitou a seção de vestidos que estavam em promoção).

Além de que é muito legal ficar vendo aquelas velhinhas americanas saracoteando pelos lugares.

Resolvemos almoçar por lá mesmo, …

… e dentro duma passagem da Worth Avenue.

Estas passagens são famosas, pois parecem aquelas galerias parisienses (guardadas as devidas proporções). Merecem um fotoblog:

Retornamos pra mais uma loja de deptos (com o dia nubladíssimo) e enquanto fuçávamos nas coisas, o sol deu as caras.

Prepare-se pra esta situação quando estiverem por aqui. O clima muda constantemente.

Com o a aparecimento do astro-rei, voltei ao plano anterior.

Iríamos pra Jupiter.

Tudo bem que estamos perto do Cabo Canaveral, mas não é bem este Jupiter que você está pensando.

Esta Jupiter é uma cidadezinha ao norte de Palm Beach e que tem um estádio de baseball onde os Marlins e os Cardinals vem fazer o seu treinamento de verão.

Fomos ver um jogo da segunda divisão da Minor League Baseball (algo parecido como o clássico XV de Piracicaba x Noroeste de Bauru), com o time da casa, os Hammerheads (tradução livre = os cabeças de martelo) contra o quase vizinho Dunedin Blue Jays.

E foi uma aventura.

O estádio é pequenininho e bonitinho (quase uma Rua Javari upgradeada).

O público foi mediano em quantidade, mas muito interessante.

Imagine ver muitos velhinhos dando risadas, mesmo com o seu time perdendo por 4×0?

É, neste jogo o Jupiter Hammerheads estava mais pra Juventus da Mooca.

Por nosso lado, adoramos tudo.

A junkie food (nachos e um hotdog a italiana), …

… a lojinha, …

… e o conjunto da obra.

Continuo dizendo que assistir a um espetáculo esportivo quando estiver viajando é um ótimo meio de experimentar o cotidiano dos locais.

E cá pra nós, eles também se divertem muito, viu?

Hasta.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia uno – Orlando/Miami – Aqui não tem nada de Miami vice. Só Timão campeão.
Miami – Flórida – Dia dos – Vendo o Art Deco sobre duas rodas.
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Dia seis – Miami – Flórida – Será que o estádio do Timão vai ser assim?
Dia siete – Miami – Flórida – Passeando com os velhinhos em Palm Beach. Del Boca Vistaaaa!

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dcpv – dia siete – miami – flórida – passeando com os velhinhos em palm beach. del boca vistaaaa!

10/07/12

Dia siete – Miami – FlóridaPasseando com os velhinhos em Palm Beach. Del Boca Vistaaaa!

Dia de ir pra outro hotel é sempre um pouco estressante.

Talvez seja o fato de trocar o conhecido pelo desconhecido.

Então, aproveitamos pra acordar cedo e dar aquela caminhada costumeira, acompanhada dum café num conhecido nosso, o Starbucks da Ocean Drive.

Retornamos, arrumamos as malas (que já estavam ficando pequenas) e rumamos pra Palm Beach.

E desta vez, fizemos do jeito que nós gostamos: colocamos a opção “se perca” na Mary, a nossa GPS americana.

E ela não nos decepcionou.

Saímos como o  Leão da Montanha, ou seja “pela direita” na Collins Ave.

A primeira parada seria na Veneza americana, mais conhecida como Fort Lauderdale.

Não sei se você sabe sabe, mas são mais de 400 km de canais navegáveis dentro da cidade.

E nós vimos vários deles, …

… além do Riverwalk, um calçadão ao longo do New River (um pouco mais de 2 km) que deixa a cidade muito agradável.

E eles são tão fissurados em navios, que até prédios com o formato eles construiram!

Seguimos dirigindo e nos perdendo junto com  a Mary.

A próxima parada seria no Butterfly World, que fica no meio do caminho pra Boca Raton, mais precisamente em Coconut Creek..

Como você já deve ter desconfiado, o lugar é um grande viveiro de borboletas.

Chegamos lá e nos assustamos com o preço da entrada: U$25 por cabeça, já que ficaríamos pouco tempo por lá..

Quase desistimos, mas o bom senso imperou e entramos.

Não precisa nem dizer que nos surpreendemos com a qualidade de tudo.

A visita começa com uma viagem lisérgica.

Veja se não é?

De repente, você está num recinto com zilhares de borboletas das mais variadas cores e tamanhos.

Este vale o fotoblog:

Continuamos, visitando outras instalações. Observamos belos insetos, …

… abacaxis (????), …

… passarinhos diferentes, …

… periquitos que vem comer na sua mão…

… e chegam a subir na sua cabeça! (não, não fizeram nada nela).

É um passeio muito interessante e mais do que recomendável.

Como a fome apertou, resolvemos parar no caminho e comer um sanduba num Subway, …

… dentro duma destas imensas lojas de descontos.

Mais um pouco de direção e estávamos perto de realizar um sonho.

Todo mundo sabe que somos fãs da série Seinfeld, né?

E um dos episódios mais engraçados (se bem que todos são) é justamente o que os pais, tanto do Jerry, quanto do George, resolvem se mudar prum condo em Boca Raton, chamado “Del Boca Vista“. Dá até pra imaginar o Frank Constanza gritando.

Procuramos o tal condomínio feito loucos mas, infelizmente, ele não existe. 🙂

Sobrou tirar fotos de alguns que são similares! rs

De qualquer forma, conhecemos a cidade e a praia e adoramos.

É mais um daqueles lugares que só os americanos sabem fazer, com ruas largas, …

… casas sem cercas …

… e quase ninguém a vista.

Mais uns kilometros e chegamos a Palm Beach.

Mais precisamente ao Four Seasons de lá.

É um hotelão de categoria, com muito granito nas áreas comuns …

… e quartos imensos, …

… além duma piscina de frente pro mar.

Aproveitamos o horário (18:00hs) e fomos pegar a nossa primeira genuína praia da viagem.

Eu digo, pegar do jeito correto, com roupas de banho, cadeiras de praia e sol, muito sol.

Ficamos um tempinho. Uma chuvinha caiu pra refrescar, mas com sol e até um tímido arco-iris surgiu.

Retornamos ao quarto, pois tínhamos uma reserva no Cafe Boulud (é ele mesmo, o Daniel, o chef francês).

Pegamos o carro e tentamos chegar ao restaurante no horário da reserva (feita pelo santo Open Table).

Não sei se eu falei sobre isso, mas aqui nos sentimos como adoslecentes. E excêntricos…

… pois temos pelo menos uns 30 anos a menos que a média dos frequentadores do balneário e ainda por cima, nos comunicamos em português! Incrível como nos confundem com italianos!!

Mas voltemos a aventura. Mesmo porque, foi uma. O hotel Four Seasons não fica no centro de Palm Beach.

Saímos no horário e depois de andarmos uns 10 minutos, surge o aviso de estrada interditada. Tivemos que fazer o retorno, passar de novo pela frente do hotel, atravessar uma ponte e após meia hora, chegar ao local. É claro que pra apimentar tudo, uma ameaça de temporal (com relâmpagos e tudo o mais) nos perseguiu.

Chegamos atrasados, mas a tempo de sermos atendidos.

O lugar é bem bacana. Ele fica no hotel The Brazilian Court (que coincidência!).

Como o tempo era curto (ainda tínhamos que voltar pelo mesmo caminho), optamos por tomar taças de champanhe Duval Leroy,  …

… de vinho branco californiano do próprio chef, …

… e experimentar somente os principais.

Gostamos do estilo multicultural do Cafe Boulud e pedimos, Morocan Spice Mahi Mahi, pra Dé …

… e, Swordfish a la plancha, pra mim.

A comida estava tão boa que não resistimos, e mesmo com a tempestade lá fora, pedimos sobremesas. Escolhi um simplório sorvete de baunilha …

… e a Dé, um delicioso e bonito Mint Chocolat Pavé.

Pronto!  Se um dia você estiver por estas plagas, venha visitar o Cafe Boulud e não se arrependerá.

Quanto a nós, fomos espertos e jogamos migalhas de pão no caminho da vinda.

Hasta.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia uno – Orlando/Miami – Aqui não tem nada de Miami vice. Só Timão campeão.
Miami – Flórida – Dia dos – Vendo o Art Deco sobre duas rodas.
Dia tres – Miami – Wynwood, quando grafite é puro encantamento.
Dia cuatro – Miami – Florida – Casa minha, casa nossa, Casa Tua.
Dia cinco – Flórida – La Donna è mobile em Miami?
Dia seis – Miami – Flórida – Será que o estádio do Timão vai ser assim?

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dcpv – dia seis – miami – flórida – será que o estádio do timão vai ser assim?

09/07/2012

Dia seis – Miami – Flórida – Será que o estádio do Timão vai ser assim?

O dia amanheceu nublado.

O que não impediu a nossa costumeira caminhada pela orla …

… e o nosso mais do que costumeiro café da manhã no Starbucks (desta vez, o da Lincoln Road).

Este tempo broncolhão veio bem a calhar. Deixa eu explicar o porque: tínhamos programado fazer compras e é claro que toda vez que está muito sol, bate aquela culpa por não estar aproveitando a praia. Portanto …

Só que antes delas (que seriam no ótimo Village at Merrick Park), resolvemos conhecer a nova arena de basebal do Marlins, o BallPark.

A visão que se tem do estádio da highway é avassaladora.

Ele é um prédio enorme com um tremendo “chapéu” que nada mais é do que a sua cobertura retrátil.

Imagine um telhado deste tamanho que se movimenta (são apenas 13 minutos pra fazer a movimentação)?

Pois vamos começar do princípio.

Chegamos e demos um volta em torno da arena. Infelizmente, não haveria jogos neste período.

Não vimos alma-viva (ele foi inaugurado em abril/12).

Descobrimos a loja autorizada e entramos. São milhares de produtos de altíssima qualidade e que você não tem como não comprar algumas coisinhas.

Como eu já sabia que existia um tour, perguntei pra caixa como funcionava.

Ela respodeu que iria iniciar um naquele momento e que seriam U$10 por pessoa.

Pagamos e iniciamos um passeio encantador. Porque parece que tudo que vimos foi pensado pra, especialmente, dar conforto e puro divertimento ao torcedor (coisa a que estamos acostumados por aqui, né? 🙂 ).

Começamos entrando pela área vip, onde além de se ter ótimos lugares, o ingresso dá direito a comidinhas e bebidinhas.

Dali passamos pro campo propriamente dito.

O home plate, …

… o banco de reservas, …

… com o devido lugar em que os jogadores colocam os seus tacos.

Visitamos os melhores e mais caros lugares (esta área com piscina é um pouco brega, mas …), …

… subimos pra ter uma visão completa do estádio (cabem 37000 pessoas nele), …

… fomos ao sexto andar e passeamos pelos locais onde as transmissões (tanto de radio como de tv) são feitas,…

… pra ter uma visão espetacular dos camarotes das lendas do time, …

… e terminar, admirando algumas obras de arte que estão a disposição de todos, no hall.

É mais um passeio imperdível, e nós ficamos pensando e torcendo pra que o Timão faça coisas parecidas no seu novo estádio (quem sabe um vedadeiro BallPark São Jorge?).

De lá, fomos ao shopping (que novidade!). Desta vez, ao classudo Village at Merrick Park, onde chegamos com fome e almoçando num italiano de classe, o Villagio.

A Dé pediu um Fusilli ao telefono

… e eu, um Linguini ao Vongole.

Ambos al dente e muito bons.

Demos mais uma voltinha, …

… compramos algumas coisas, …

… e eu aproveitei pra tirar várias fotos.

Este shopping também é muito fotogênico.

Já que estávamos por lá, demos uma volta pela região de Coral Gables, por sinal, muito bonita.

Fizemos um mini-roteiro pelas atrações de lá.

Fomos a Venetian Pool, …

… uma piscina pública de água natural, estilosa e charmosa, …

… a capela da Congregational Church ….

… e ao famoso e traicional hotel Biltmore (foi lá que os jogadores brazucas ficaram hospedados quando da Copa de 94).

Voltamos ao hotel com tempo de dar uma passeada na praia …

…e sentir o calor da água do mar.

Note que o céu abriu e o sol apareceu.

Pronto! Só faltava o jantar de despedida miamística que seria no restaurante  The Bazaar do novo hotel SLS  (quase nosso vizinho em SoBe).

Começa que o projeto dele é do gênio (as vezes, incompreendido) Philippe Starck.

Ou seja, é certeza dum ambiente grandiloquente e extravagante.

Note como funciona tudo. Comecemos pela parte externa. Tem uma piscina muito bonita …

… cercada por saletas privativas bacanérrimas, …

… além de outra piscina que parece flutuar …

… e um tremendo pato (viu, sócio?).

Já o salão do restaurante é fenomenal, com um pé direito duplo (triplo??)…

… com mesas e cadeiras criativas, …

… mais um bar bacana (com micagens proporcionais) …

… e um  tremendo lustre imitando velas escorridas (figura onipresente em todo o ambiente).

A culinária também é excêntrica. O chef espanhol Jose Andres, além de fazer comidas (através de tapas) espanholas tradicionais, ousa bastante no menu apresentado como “Miami encontra o mundo“.

Pra abertura dos trabalhos, escolhemos dois copos duma cava muito boa …

… e um excelente pá amb tomaquet (o famoso pão com tomate).

Os pratos são pequenos e te permitem escolher alguns pra formar a refeição.

Resolvemos experimentar Baby japanese peaches, fresh burrata, hazelnuts e arugula, uma mistura bem doida (pêssego, burrata, nozes e rúcula) com um toque final de pasta de amendoim, …

… e  Not your everyday caprese com cherry tomatoes e liquid mozzarella, uma perfeita desconstrução duma Caprese com a surpresa da muçarela ser totalmente líquida.

Pra continuar os experimentos, pedimos duas taças dum Alvarinho espanhol e Smoked Oysters, ice smoked and apple mignonetes. Incrível o sabor de defumado que as ostras tinham.

A Dé pediu Empanaditas de bacalao, salt, honey.

Começa que as empanadas levíssimas são servidas num tenis de vidro. E que o recheio é tão leve e tão bacalhoso, que mais parece uma espuma do famoso peixe sem cabeça.

Não poderíamos deixar de pedir as sobremesas.

Uma Apple lime pie desconstruída (segundo o próprio staff, é o Jose’s Way)…

… e um Banana-mojito (um sorbet de mojito, mint e caramelized bananas) servida numa banana-molde congelada muito bacana.

Olha, foi mais uma experiência muito legal e certamente, até devido a extensão do eclético menu, um lugar pra se voltar continuamente.

Além de que fisicamente, o restaurante fica no caminho do bar, o que te dá a dimensão e a excentricidade da noite de Miami.

Como diz a Dé, a maioria da mulherada por aqui está fazendo com que o sobrenome de Miami seja lido de forma mais engraçada possível.

Hasta.

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Miami – Flórida – Dia dos – Vendo o Art Deco sobre duas rodas.
Dia tres – Miami – Wynwood, quando grafite é puro encantamento.
Dia cuatro – Miami – Florida – Casa minha, casa nossa, Casa Tua.
Dia cinco – Flórida – La Donna è mobile em Miami?

Extra! Extra! Extra!
Como vocês podem ver lá em cima (à direita), sou sócio da ABBV (Associação  Brasileira de Blogs de Viagem). E ela, como agregadora, quer saber a opinião de todos os que utilizam a ferramenta-blog pro planejamento da sua viagem.
Sendo assim, você pode nos ajudar muito! Basta clicar neste link e responder ao questionário montado em parceria com a Idealis. É rapidinho (eu demorei 3 minutos) e ao mesmo tempo muito importante.
Eu prometo que assim que os dados forem tabulados e divulgados, discorro sobre eles por aqui.

Gradecido.

.

dcpv – dia cinco – florida – la donna è mobile em miami?

08/07/2012

La Donna è Mobile em Miami?

Acordamos no horário habitual pra darmos a nossa também habitual caminhada pelo walk de Miami Beach.

Partimos pra verificar a quantas anda o mercado orgânico da Lincoln Road.

Portanto, fomos até a 16th e entramos neste shopping a céu aberto.

Louve-se que por aqui, nada parece funcionar antes da 10:00 hs.

Ou seja, o mercado (se é que podemos chamar assim algumas barraquinhas com bons produtos?) ainda não estava aberto.

Andamos por toda a rua e optamos por tomar café no Van Dyke.

Croissants, rosquinhas, frutas, granola, enfim consumimos tudo o que precisávamos pra acordar bem abastecidos. Até o famoso e figurinha carimbada Romero Britto  nós vimos.

Voltamos pro hotel e a “lua” já estava ardendo.

Iríamos aproveitar o tempo e dar uma passada na Collins Avenue, …

… com as suas lojas de rua muito boas (Sephora, Gap, Banana Republic, etc).

E bem brevemente, pois tínhamos comprado ingresso pra assistir a Madama Butterfly no Colony Theatre.

É claro que é uma versão, digamos, light da famosa ópera, mas não deixou de ser bem interessante assistir ao espetáculo em plena Lincoln Road.

Como eu tinha comprado os ingressos pelo Ticketmaster, só tive o trabalho de chegar mais cedo e trocar o voucher.
Feito isto, fomos procurar um lugar pra almoçar rapidamente nas redondezas e encontramos o Quattro, um restaurante italiano de responsa.

O tempo até o início da ópera era curto, então optamos por comer duas saladas e beber 2 taças de vinho.

A Dé foi da indefectível Caprese

… e eu, numa Panzanella, aquela salada de pão com um montão de legumes, camarões e muito azeite.

Tomamos duas taças dum Vermentino Antinori e estávamos prontos pra assistir ao espetáculo.

Antes de mais nada, louve-se a idade média dos participantes, que deveria ser uns 80 anos (contando com a nossa contribuição pra derrubar este número).

Eu mesmo cruzei com alguns velhinhos que perguntavam: e aí, garoto? 🙂

A montagem é um pouco “poverella”, mas a performance da carioca Daniella Carvalho no papel título, a Cio-Cio San é notável.

Se eu soubesse que era tão divertido, teríamos ido antes.

Ao final, aproveitamos a localização pra dar mais uma boa olhada nos lojinhas da vizinhança.

Retornamos ao hotel, suspirando pelo jantar.

Afinal de contas, iríamos ao nosso chinês queridinho, o Hakkasan, uma filial dum famoso restaurante londrino.

Ele fica no hotel Fontainebleau (ex-Hilton) e que voltou a ser uma potência miamística.

Tudo acontece por aqui, especialmente no bar, que é incrível.

Chegar ao restaurante é sempre um choque.

O ambiente é muito excêntrico e a decoração, o que poderíamos chamar de neoasiática.

Tem mais; invariavelmente, as atendentes são bastantes simpáticas e não te deixam errar o pedido. Foi o que aconteceu conosco.
Como entradas, pedimos um mix de Dim sum

… e Camarões laqueados com lâminas de amêndoas.

Ambos além de bonitos, deliciosos.

Acompanhamos com duas taças do champagne Louis Roederer (uma homenagem aos nossos sócios).

Dividimos um principal, o Red Snapper, um peixe macio, cozido no vapor e com um molho apimentado de fazer qualquer um suspirar.

Ah! Esqueci de falar sobre o arroz com ovo e um toque de shoyo. Que espetáculo!

Ainda mais acompanhado por duas taças dum Chardonnay Far Niente da California.

Uns críticos gastronômicos escreveram isso sobre o restaurante na última vez que estiveram lá (repare os ares premonitórios): O chefe Alan Yau é poderoso! Ele emplacou o restaurante chinês dele, o “michelado” Hakkasan como um dos 50 melhores do mundo (o 36º) segundo a revista Restaurant. Esta lista é questionável, eu sei, mas os bambambans (Ferran Adriá, a esquadra espanhola, o Alex Atala, etc) estão todos lá!
Enfim, o Hakkasan é aquele lugar especial que você guarda pra situações homônimas.

See U.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia uno – Orlando/Miami – Aqui não tem nada de Miami vice. Só Timão campeão.
Miami – Flórida – Dia dos – Vendo o Art Deco sobre duas rodas.
Dia tres – Miami – Wynwood, quando grafite é puro encantamento.
Dia cuatro – Miami – Florida – Casa minha, casa nossa, Casa Tua.

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dcpv – dia cuatro – miami – florida – casa minha, casa nossa, casa tua

07/07/2012

Miami – Flórida – Dia cuatro – Casa minha, casa nossa, Casa Tua.

Sabadão de sol em Miami Beach.

O que fazer? Curtir a praia, claro?

Claro que não. 🙂

Fomos andar logo cedo e em direção a Ocean Drive.

Incrível como é interessante ver todos aqueles prédios juntos formando o maior conjunto Art Deco do mundo (é isto mesmo?).

Tomamos um café da manhã da Starbucks da própria Ocean Drive …

… e retornamos pelo mesmo caminho, ou seja, pela trilha que margeia a praia.

É bacana olhar toda aquela fauna que se preocupa com o corpo (a Dé costuma dizer que se vê por aqui as pessoas vestindo todas aquelas roupas que você vê nas lojas e pensa que ninguém irá comprar!).

Demos uma breve descansada e fomos andando até a 17th.

Tínhamos uma visita marcada na New World Symphony, aquele prédio bonito projetado pelo Frank Gehry e que gerou uma praça mais bonita ainda além de ser uma ótima escola de música.

Éramos em 10 pessoas (o tour é feito só por reserva e pela internet).

A nossa guia, a simpática Bella (ela é a cara da Dercy Gonçalves!) nos explicou todos os detalhes do projeto e como funciona a fundação (detalhe: ela é apaixonada pelo Bill Clinton, desde que o viu pessoalmente).

Iniciamos pelo lobby (tudo foi desenhado pelo canadense Gehry) …

… e até as cadeiras do Guggenheim estavam lá.

O local tem um teto ondulado de titânio (marca registrada dele) …

… e a sala de espetáculos propriamente dita é um desbunde.

Ela foi projetada pra que a acústica …

… e o conforto sejam os melhores possíveis.

Até o elevador é personalizado …

… e te leva pra cobertura, onde existe um jardim …

… e vistas fantásticas da cidade.

Recomendamos muito o passeio …

… e ele dá uma visão muito mais cosmopolita da cidade.

Saímos dali pra dar mais uma passada no hotel (o calor estava desértico) …

… e zarpamos pro shopping mais chic da cidade, o Bal Harbour.

Olha, qualquer semelhança do projeto dele com o do Cidade Jardim não deve ser mera coincidência.

Dá o maior barato ir lá só pelo visual.

O que dirá fazer algumas compras, né Dé?

Como estávamos com fome, aproveitamos pra almoçar no lugar mais recomendado do shopping: o restô Carpaccio.

E em homenagem ao nome, pedimos os próprios.

Um de salmão pra Dé …

… e outro de carne pra mim. Ambos com rúcula, tomate e parmeggiano.

Muito bons (e enooooormes). Pedimos duas taças dum vinho branco italiano e incorremos no erro de acatar a sugestão do garçom quanto ao principal.

Dividimos um imenso talharim com frutos do mar que tanto não agradou, que a Dé nem tirou fotos. rs
Como a Re veio passar um final de semana na cidade com alguns amigos (o Rafa e a Mafê), marcamos de nos encontrar no próprio shopping.

Foi uma festa e combinamos de tomar uns bons “drinque”, no nosso hotel, o W.

Fomos ao bar e adivinhem se não vimos mais um  casamento? (indiscreta, a Dé!)

Experimentamos vários coquetéis de champanhe, …

… aproveitamos pra mostrar o nosso quarto …

… e especialmente a vista pra eles.

Como tínhamos uma reserva no nosso restaurante italiano preferido de Miami Beach, o Casa Tua (esta foi a terceira vez que fomos lá. Veja a primeira e a segunda), nos despedimos deles.

Pra  variar e na correria, chegamos no horário.

Fomos alojados numa mesa externa; ótimo pro calor intenso que estava fazendo.

Incrível como o Casa Tua permanece sendo uma ilha italiana no centro de South Beach.

Todo mundo fala italiano e a ambientação te transporta pra qualquer cidadezinha de lá. O lugar só tem um impecilho pra nós, blogueiros gastronômicos: é escuro pra dedéu e pra tirar fotos decentes,você tem que rebolar.

Começamos tudo com os ótimos pães e dispostos a não repetir o erro do almoço, ou seja, pedir demais.

Resolvemos dividir uma burrata como entrada, com saborosos tomates multicoloridos.

A De repetiu o prato dela da última vez, o trofie com pesto genovês e aspargos verdes

…e eu, escolhi o Orechiete com camarões, mariscos, mini-brocolis e tomates. Ambos ótimos e al dente, conforme o regulamento.

Um vinho da região de Friuli, um Malvasia nos acompanhou muito bem.

Como pedimos corretamente, nos permitimos experimentar uma sobremesa, o Sfogliatelle de Maçã com Sorvete de Baunilha.

É claro que o resultado final, aqui no Casa Tua, é sempre o mais positivo possível.
É um lugar pra se vir várias vezes (e olhe que nem fiz o meu trocadilho preferido com o nome do restaurante).

See U.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia uno – Orlando/Miami – Aqui não tem nada de Miami vice. Só Timão campeão.
Miami – Flórida – Dia dos – Vendo o Art Deco sobre duas rodas.
Dia tres – Miami – Wynwood, quando grafite é puro encantamento.

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