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dcpv – dia deux – vale do loire – chateau de villandry, este lugar é um espetáculo!

22/07/2016

Dia deux – Vale do Loire – Chateau de Villandry, este lugar é um espetáculo!

Acordamos bem mais cedo, …

… tomamos um lauto café da manhã no hotel …

… e zarpamos pra conhecer um castelo charmoso, o Villandry, …

… que tem a fama de ter os jardins mais maneiros do Vale do Loire.

Ele fica há 55 min do hotel, mas vale cada metro percorrido.

Ainda mais que no caminho você passa em muitas cidadezinhas bonitas e sempre margeadas pelo elegante rio Loire.

Uma delas é Vouvray, renomada entre os conhecedores de vinho …

… e onde vimos até uma mini- feira livre.

Chegamos em Villandry por volta do meio-dia, com tempo suficiente pra fazer a visita completa.

Ou seja, visitamos o interior do castelo …

… com todas as encenações de cenas daquela época …

… bem como passeamos muito nos jardins que são maravilhosamente bem feitos …

… e bem cuidados.

Segue o fotoblog com os melhores momentos desta visita:

Além do mais, se você quer ver um jardim espetacular, Villandry é este lugar.

Aproveitamos pra almoçar frugalmente no próprio restaurante do Castelo.

Pedimos quiche, salada e rillete de amêndoas, além de duas taças dum rosé da região.

Rodamos mais um pouco e fomos conhecer o castelo Azay-le-Rideau.

A cidade é muito legal, mas o prédio estava sendo reformado, especialmente a fachada.

Resolvemos continuar viagem e conhecer o Château d’Ussé.

Esta é uma visita muito bacana, já que este castelo serviu de inspiração pra Bela Adormecida.

Andamos bastante no seu interior, …

… passamos pela Capela, …

… pela estrebaria,…

… pela cave …

… e finalizamos no jardim.

Taí uma visita mais do que completa.

Como estávamos perto, resolvemos conhecer uma das cidadezinhas mais charmosas da região, chamada Candes-Saint-Martin.

Ela fica na beira do rio …

… e a igreja de seu padroeiro é um espetáculo à parte.

Para melhorar, chegamos lá justamente as seis horas, horário da Ave Maria.

Imagina se a Dé não adorou?

Ah, o caminho estava interditado e tivemos que fazer um daqueles desvios adoráveis e inesperados. Andamos numa estrada de terra …

… e topamos com uma plantação de girassóis que era inspiradora.

Chegamos a pensar que estávamos na Toscana!

Por incrível que pareça, ainda deu tempo de passar em Langeais, …

… pra ver o seu belo castelo central …

… e admirar a simpatia da cidade.

É um lugar pra ficar um tempo e ver o próprio passar.

Ufa, tínhamos que voltar pro hotel, tomar uma banho rápido e zarpar pra Amboise, pois assistiríamos a um espetáculo noturno de som e luzes no Castelo Clos Lucé, o do Da Vinci.

A ideia é muito bacana.

Você encontra o castelo iluminado, música ao vivo através dum piano, um desenhista reproduzindo obras do Leonardo e atores interpretando textos sobre o gênio.

Tudo muito bom com a exceção de que o nosso parco francês não permitia uma compreensão mais profunda do texto.

Uma pena, mas recomendamos o espetáculo de qualquer maneira.

Ainda deu tempo de chegar no hotel (a cidade estava toda fechada) e conseguirmos boas saladas estreladas acompanhadas de duas taças dum Vovray branco seco na medida.

Olha, o sono dos justos nunca foi tão justo!

Au revoir.

Acompanhe o primeiro dia desta viagem:
dia un – Vale do Loire – Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.

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dcpv – dia un – vale do loire – não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.

21/07/16

Dia un – Vale do Loire –  Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão francês.

Esta será uma viagem especial.

Afinal de contas, misturar França e Itália, Paris e Milão, Vale do Loire e Toscana, com o upgrade de ver o show do Andrea Bocelli na casa dele, dá um tom bem bacana a tudo, né não?

Bom, o primeiro dia foi no Vale do Loire.

Chegamos em Paris, pegamos o carro alugado e zarpamos diretamente pra essa região de mágicos castelos.

Escolhemos o hotel  Domaine Hauts de Loire e não nos arrependemos.

Os quartos são espaçosos e ficamos numa posição privilegiada pra iniciar o nosso périplo pelos verdadeiros palácios.

Enquanto isso, aplacamos a nossa fome num jantar espetacular no próprio hotel.

Foi uma verdadeira maravilha.

Quanto aos castelos, iniciamos, no outro dia, pela manhã e por Amboise.

Antes disso, tomamos o excelente café da manhã do Domaine.

Perdemos a hora porque o jet lag (5 horas) nos pegou de jeito.

O caminho até Amboise é tranquilo e a cidadezinha é linda.

É claro que o rio Loire está sempre presente.

O castelo fica bem no centro.

E ele tem uma grande importância histórica.

Foi construído no século XI como uma fortaleza medieval …

… e serviu como residência aos reis Luís XI e Carlos VIII.

No século XV, passou por uma reforma que resultou no estilo renascentista que pode ser visto hoje.

Aproveitamos pra comer alguma coisa na famosa Pâtisserie Bigot, que fica na frente do castelo.

Junto ao castelo, encontra-se a capela St Hubert , onde está enterrado o gênio Leonardo da Vinci.

E onde Da Vinci entra nesta história?

Acontece que ele passou, a convite do rei, os últimos anos da sua vida numa mansão, próxima de Amboise,  …

… o Clos Lucé.

E criando, como sempre.

Dizem até que existe uma passagem subterrânea ligando o Castelo à mansão.

Voltando ao pseudo castelo, é muito legal ver como foi o processo criativo do Leozinho (íntimo, não?).

Ver todos os projetos premonitórios de coisas importantes, tais como pontes, armas, bicicleta, paraquedas, etc, é muito emocionante.

E além disso, ainda existe um parque onde as suas criações estão no tamanho natural.

Segue o fotoblog desta maravilha:

Na volta, tomamos um sorvete Amorino …

…  retornamos pro hotel pra dar uma descansada …

… e ver a horta onde é produzido uma boa parte do jantar que teremos a seguir.

Optamos por jantar novamente no hotel.

É, que com a amostra que tivemos ontem, ficamos entusiasmados.

Iniciamos com flutes de Taitanger rosé e alguns amuses.

Logo depois, adentramos ao salão e escolhemos somente os principais, já que contávamos com a degustação de maravilhosos pães e, chover no molhado, da excepcional manteiga.

A Dé escolheu, segundo ela, o melhor peixe que ela comeu na vida dela, o Le Brochet et L’Ecrevisse, que realmente estava bom demais.

Eu fui num frango maneiríssimo, o Le Poulet de Michel Revault, o chef do lugar.

Olha, é uma comida de cinema e daqueles filmes franceses inesquecíveis.

Por sorte, o nosso quarto estava no andar de cima e só nos restou dormir o sono dos justos (e dos bons viajantes).

Au revoir!

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dcpv – dia catre – paris – tour de chocolate (e otras cositas más) por saint german de prés.

18/03/2016

Dia catre – Paris – Tour de chocolate (e otras cositas más) por Saint German de Prés.

Mais um dia frio e maravilhoso na cidade iluminada.

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Escolhemos fazer pela manhã o que melhor representa a capital francesa: flanar.

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E melhor ainda que seria pelo nosso bairro, o Marais.

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Tomamos um bom café da manhã e fomos passear.

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Descemos a rua des Rosiers, cruzamos a Vielle du Temple …

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… e chegamos num pet shop elegantérrimo.

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Compramos algumas coisinhas pro Barclay (o nosso cãozinho) …

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… algumas coisas pra nós (em outra loja, claro? 🙂 ). Que outro lugar você encontra roupas de frio exclusivas e camisas antigas de rugby …

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… além das fantásticas quinquilharias específicas da Muji?.

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Pra finalizar, nada como almoçar um legítimo falafel do L’As du Falafel!

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Um espetáculo.

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E estávamos prontos pra enfrentar um tour de chocolates e patisserries que encontrei no tio Google.

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Paguei antecipadamente para a Get your guide e as 14:00 estávamos na frente da La Maison du Chocolat, junto com duas americanas.

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O guia Davi estava a postos e fomos, logo de cara, experimentando eclairs espetaculares.

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Como o tour também era cultural, ele nos explicou rapidamente como Paris se transformou numa metrópole.

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Próxima parada?

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Numa padoca de luxo, a Poilâne, …

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… onde tudo é feito no formato old school.

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Escolhemos tipos diferentes de pães …

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… e rumamos para Saint Sulpice.

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O Davi nos deu uma aula completa sobre história francesa …

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… e aproveitamos pra conhecer o escultor de chocolates, o Patrick Roger.

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A sua loja é fenomenal e o primeiro andar é um pequeno museu de esculturas chocolatais.

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Continuamos a caminhada e chegamos ao óbvio.

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Macarons? Pierre Hermé.

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O rei dos reis.

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Next stop? Pierre Marcolini.

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O cara é belga, mas manja pra caramba!

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Os chocolates dele são de deixar qualquer um estupefato (e olha que não sou tão fã assim deles).

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Caminhamos mais um pouco e chegamos a uma praça altamente aprazível.

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Nela fica a La Maison du Chou, …

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… que nada mais é do que uma pequena eclair arredondada, recheada na hora.

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Simplesmente fantástica.

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O museu de Delacroix, grande pintor francês fica exatamente ao lado dela.

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Continuamos o nosso périplo (????) experimentando os caramelos do Henri Le Roux.

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Cara, caramba, cara, caramelo.

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Nos deliciamos com tudo o que experimentamos e tudo era muito bom.

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Próximo dali, o bar Procope nos foi indicado como um lugar onde a revolução francesa realmente foi inspirada.

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Última parada: Maison Georges Larnicol, ao lado da inspiradora imagem de Danton.

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Hoje fizemos a revolução dos chocolates.

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Ainda deu tempo de passar na Grand Epicierie e comprar mantimentos pro nosso jantar.

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Rapidamente pegamos um táxi e zarpamos pro extremo do Marais onde tínhamos um encontro marcado com a melhor millefeuille que comemos até hoje.

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E ela é servida no Jacques Genin.

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Por pouco perdemos a hora, mas a gerente se apiedou de nós e conseguimos experimentar esta maravilha que é montada na hora …

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… e é extremamente crocante.

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O restante foi caminharmos até o apê …

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… e encerrarmos este tour parisiense com um risoto de trufas …

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… regado a Chablis e a champagne Bollinger.

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Resumo do dia: uma lição de como a história e a gastronomia podem andar juntas.

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Isto é Paris.

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Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:

dcpv – dia deux – paris – frank gehry e cidade luz, tudo a ver.

16/03/2016

Dia deux – ParisFrank Gehry e Cidade Luz, tudo a ver.

Está frio em Paris, mas tá gostoso.

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Acordamos um pouco mais tarde, resolvemos tomar café num destes bares bacanas…

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… e explorar museus que ainda não conhecemos na vizinhança.

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O primeiro foi o do Picasso, …

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… que além de ter a sua belíssima edificação totalmente reformada …

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… ainda apresenta uma coleção espetacular do mestre espanhol.

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Tão espetacular e diversificada que você fica com uma dúvida incrível: …

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… como este gênio tinha tempo pra tantos afazeres …

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…  e com resultados tão espetaculares?

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Afinal de contas, além de suas pinturas, …

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… suas esculturas são um deleite …

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… e aqui você fica sabendo das várias fases do trabalho dele, desde o planejamento até a execução final.

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Logo ali pertinho, fica o museu Carnavalet …

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… que além de ter a entrada franqueada, …

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… nos mostra toda a história de Paris.

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Taí um outro passeio imperdível.

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Como era hora do almoço, optamos por conhecer um restaurante tailandês, o Au Petit Thai, que também fica ao lado do apê.

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É uma comida mais do que correta e caiu como uma luva, pra nós que somos fãs dos temperos tailandeses.

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Experimentamos todos uma sopa de frango com leite de coco, …

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… outra sopa de frango com gengibre, …

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… carne de porco com molho de caramelo e frango com gengibre.

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Tudo bem spice e thai ao extremo.

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Como sobremesa, optamos por conhecer uma loja especializada em eclairs, a L’Eclair de Génie, que é excepcional.

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Taí um exemplo de franquia que seria bem sucedida na nossa praia.

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Demos uma passadinha rápida no apê e rumamos, via metrô, para o Bois de Bologne, …

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… um parque excepcional e que dificilmente as pessoas visitam quando estão em Paris.

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Quer dizer, visitavam, pois agora lá está o museu da Fundação Louis Vuitton.

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O prédio desta fundação é o verdadeiro espetáculo.

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Ele foi projetado pelo renomado arquiteto Frank Gehry e como toda obra dele (vide Guggenheim de Bilbao), sua atenção é voltada pelas suas curvas.

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O exterior dele é fabuloso …

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… e o interior não fica atrás.

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É claro que você deve dar um desconto por haver exposições de arte moderna, mas esta com artistas chineses até que é bem interessante.

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Segue um fotoblog com detalhes arquitetônicos do prédio e também da exposição.

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A vista do topo do prédio é plural.

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De um lado você tem o skyline de La Defense ..

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… e do outro, uma visão charmosa da Torre Eiffel.

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Pra terminar a visita com chave de ouro, tomamos umas flutes de champagne …

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… no impressionante bar do instituto.

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Enfim, quando estiver na cidade Luz, dê uma passada na Fundação.

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Retornamos num microônibus que faz o trajeto até a Champs Elysees, com direito à vista do Arco do Triunfo.

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Isto é Paris.

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Pegamos o metrô em pleno rush e só deu tempo de tomar um banho e jantar. E em grande estilo no bistrô A Mere.

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É lá que o chef brasileiro Maurício faz uma comida bem diferente da francesa tradicional.

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O lugar é diferentão e bastante despojado, com um menu que privilegia os produtos frescos e a criatividade da sua cozinha.

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Após conversarmos com o Maurício, decidimos por fazer uma pequena degustação com 2 entradas, um principal e uma sobremesa para todos da mesa. E eu vi o inimaginável, senhores!

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Ou seja, Renata e Débora comendo escargots, ….

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… ovos moles com frutos do mar, …

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… frango (até aí, tudo bem) com boudin (dê uma clicada aqui pra saber o que é isso?) …

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… um torrone de chocolate com, pasmém, couve frita!

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Tudo acompanhado dum ótimo vinho branco da casa, o Saint Aubin 2012.

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Olha, foi no mínimo, muito divertido.

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O restante foi muita conversa, muitas risadas e a promessa de que esta experiência terá que ser repetida.

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Au revoir!

Veja o primeiro dia desta viagem:
Dia un – Paris, a cidade dos Luz.

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dcpv – dia un – paris, a cidade dos luz.

15/03/2016

Dia unParis, a cidade dos Luz.

Este viagem prometia. Tudo bem que a executiva da Air France é muito esquisitona (as poltronas parecem casulos!).

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Mas, ainda bem, tem champagne Drappier!

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Graças a um cancelamento do nosso voo noturno original, chegaríamos 3 horas mais cedo na capital francesa.

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E isto é sempre um bônus.

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Pegamos o nosso transfer e chegamos novamente ao apê que ficamos no Marais na nossa outra viagem (daqui pra frente, vou chamar de nosso).

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Ele fica no primeiro andar dum prédio na esquina das rue des Rosiers e Pavée (alugamos através do Haven in Paris).

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Certamente, se você foi ao Marais, já passou por ele.

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E melhor de tudo, ele continua absolutamente igual.

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Chegamos por volta do meio dia e aproveitamos pra ir almoçar no Le Loir dans la théière, um lugarzinho charmoso e ao lado do apê.

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Comemos frugalmente.

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A Dé foi de omelete com molho de gorgonzola e salada, …

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… a Re, de frango com bacon e purê de batata-doce …

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… e eu, penne com molho de parmesão e raspas de laranja.

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Tudo acompanhando de taças de vinho branco e…

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… muito prazer da nossa parte de rever tudo o que nos maravilha nesta grandiosa cidade, inclusive, a sobremesa, uma ótima torta de limão.

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Sabe aquela sensação de deja vu, na melhor acepção da palavra?

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Pois foi isto mesmo.

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Incrível como Paris é inesgotável!

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Ainda passamos em outro vizinho famoso, a loja de óculos do Alain Mikli …

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… e resolvemos que iríamos aos grandes magazines.

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Primeiramente, curtimos tudo nas Galeries Lafayette com inclusive, direito a passada no centro gastronômico …

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… e depois, aproveitamos a Printemps que é logo ao lado, ali na Ópera.

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Andamos bastante e resolvemos conhecer também o novo Shopping Des Halles.

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É só um shopping a mais, mas, por sorte, encontramos o tênis de corrida que a Re tanto sonhava.

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Ainda tivemos tempo de ver um magnífico e a altura de Paris, por do sol …

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… e, para acompanhar, tomamos flutes de Ruinart pra comemorar num destes barzinhos charmosos.

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O programa noturno seria cozinhar no nosso apê.

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Passamos no mercado e compramos tudo pra fazer um super risotto.

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Inclusive, um vinho branco Pouilly-Fumé de fechar o mercado.

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O restante foi fazer um ótimo caldo com salsão, cebola e cenoura (a Dé que fez) …

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…. refogar o arroz , comprado na Lafayette, junto com cebolas roxas e salsão parisienses …

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… aproveitando pra tomar todo o vinho …

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… e abrir um Bordeaux que o dono do apê nos presenteou.

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Resultado?

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Esta maravilha em forma de comida que foi degustada pela família toda e que nos deixou extasiados com a qualidade de tudo o que se vê por aqui.

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Sobremesa? Macarons do Pierre Hermé, off course!

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Ainda bem que estávamos perto das nossas caminhas e ainda pudemos observar, em plenas 22:30, como um lugar fervilhante, como o Marais, fica bonito, intrigante e vazio a noite.

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É, isto é Paris.

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Au revoir.

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dcpv – dia dis – paris – um dia só é pouco!

18/10/14

Dia dis – Paris – Um dia só é pouco!

Acordamos cedo em Champillon.

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Tínhamos duas opções: uma seria ficar por aqui e partir pra Paris somente próximo a hora do almoço (e justamente no checkin do hotel).

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A outra seria ir pra Paris logo cedo e apostar que o hotel nos colocaria no quarto na hora em que chegássemos.

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É claro que contávamos com o bônus de aproveitar um pouco mais da nossa cidade, a cidade Luz.

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Apostamos na segunda opção, tomamos o nosso café da manhã e zarpamos.

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A viagem foi tranqüila, …

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… bonita …

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… e com um tremendo sol.

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Chegamos ao hotel Le Burgundy, …

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,.. um must que fica na região da Ópera e…

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… fomos instalados de imediato.

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Assim como de imediato saímos pra devolver o nosso carro alugado na Gare St Lazare.

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Sabe que é bem legal dirigir por aqui e passar de carro por vários pontos turísticos(tudo bem, é um sábado!)?

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Mas foi muito difícil encontrar o local do retorno.

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Na verdade, num golpe de sorte, a Dé viu uma plaquinha pequena na parte de trás da estação de trem e entramos num estacionamento.

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4 andares pra baixo e nos vimos deixando o carro, subindo pro escritório da Europcar e jogando a chave do carro num buraco da porta! rs

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Voltamos andando pro hotel e praticando o que é melhor de se fazer por aqui.

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Como é habitual, saímos pra dar uma volta pelo Marais e reencontrar os lugares que mais gostamos.

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E vimos todos.

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Comemos numa boulangerie, …

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… andamos por tudo o que foi lugar …

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… desde a Rue de Rosiers …

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… passando pelo apê que alugamos …

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… até finalizar na praça mais bonita de Paris, a des Vosgues.

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Quase terminamos pois o Grand finale mesmo foi quando comemos a famosa Millefeuille do Lenotre.

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Foram alguns minutos de puro prazer e você tem que ter um bom senso de equilíbrio pra degustar uma delas.

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Retornamos caminhando, a tempo de passar na Aux Desirs de Manon e encomendar duas baguetes para importação (diretamente para FV).

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Pronto! Estávamos voltando para o hotel, quando lembramos que faltava comprar algumas coisinhas. Portanto, fomos dar uma passeada até a região da Ópera.

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Agora sim, poderíamos pensar no jantar que seria no nosso queridinho, o L’Atelier Robuchon.

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Chegamos em Saint Germain no horário, mas não contávamos com o atraso da liberação dos nossos lugares no balcão. Uma hora mais tarde conseguimos sentar.

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E o show continua o mesmo.

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O profissionalismo dos garçons, …

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… a exuberância da decoração …

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… e a beleza da comida.

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Cada um de nós pediu 2 pratos. A Dé escolheu l’albergine …

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… e black cod.

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Eu fui de camarões enrolados no cabelo de anjo …

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… e vieiras com trufas.

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Todos absolutamente impecáveis e muito saborosos.

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Pra culminar tudo, tomamos um vinho corporativo, o Saint Veran que realmente mostrou a sua potência.

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Não poderíamos deixar de pedir a sobremesa. E aí veio um Le Mont Blanc com sorvete de baunilha e marrom glacê (mais uma homenagem, sócios!).

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Pulamos o café, nas mesmo assim ganhamos os docinhos.

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Enfim, foi um jantar irrepreensível (mesmo com o atraso deles). O L’Atelier Robuchon continua um lugar imperdível.

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Voltamos de taxi pro hotel, mas mesmo assim tivemos esta bela vista noturna da Pirâmide do Louvre. É, Paris é sempre Paris.

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Au revoir, que amanhã cedo pegamos o nosso vôo de volta pra nossa terrinha.

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Aí que saudade duma feijoada (brincadeirinha! rs).

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Até a próxima.

Veja os outros dias desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.
Dia two – Dublin – Bebedeira à vista: Guinness e Jameson.
Dia three – Passeio gastronômico em Dublin.
Dia four – Dublin – City tour free. É legal?
Dia set – Champagne – Dia de Veuve Cliquot. Ou melhor, de viuvinha
Dia ouit – Champagne – Visitando mais um ícone, a Ruinart.
Dia neuf – E viva Dom Perignom.

 

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dcpv – dia neuf – e viva Dom Perignom.

17/10/14

Dia neuf – ChampagneE viva Dom Perignon.

Hoje seria o nosso último dia na região de Champagne.

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E optamos por conhecer a área mais próxima ao hotel.

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Acordamos cedo e tomamos o nosso ótimo café da manhã (destaque para os queijos franceses).

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Logo após, rumamos pra conhecer Champillon, tecnicamente a cidade onde fica o nosso hotel.

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É uma cidade até que moderna para os padrões franceses, …

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… e a sua rua principal, a rue du Paradis, que atravessa as videiras, descreve bem o que ela realmente é.

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Além do mais, Champillon oferece grandes vistas panorâmicas de todo o vale do rio Marne.

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Na seqüência, fomos conhecer Hautvillers.

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Ela é conhecida como o berço do champanhe …

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… e a sua abadia é uma referência mais do que indicada.

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Foi nela que Dom Perignon viveu e onde criou, segundo a lenda, todo o processo de fabricação do champagne.

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Inclusive, dizem que quando provou pela primeira vez o resultado das suas experiências, ele gritou: “estou bebendo as estrelas!”.

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Vimos também o túmulo deste grande “inventor”.

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Outra coisa curiosa, são as placas de ferro que descrevem o que os moradores das casas originalmente faziam.

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Eis um fotoblog com uma boa quantidade delas.

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Aproveitamos pra conhecer o Au 36, um bar à champanhe que fica exatamente na rue Dom Perignon, no número … 36!

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Experimentamos 6 flutes de champanhe (pela ordem, Chardonnay, Meuniére, Pinot Noir, Millesime, Assemblage e Rosé) …

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… além dum prato com comidas típicas da região.

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Dali, partimos para Epernay

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… e sua Avenue du Champagne.

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Segundo Churchill, é a “avenida mais bebível do mundo”.

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E um lugar que tem Moet Chandon, Perrier Jouet, Pol Roger, Martel e Mercier só pode ser descrita deste jeito mesmo.

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Estima-se que existam mais de 200 milhões de garrafas de champagne nos 110 km de armazenamento subterrâneo existente por aqui.

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E pra conhecer como são estas caves (e compará-las com as Crayéres de Reims ) resolvemos fazer o tour pela Mercier, já que os tíquetes podem ser comprados na hora.

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O tour é bastante comercial, mas não deixa de ser interessante.

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Você vai até as caves (são 30 metros de profundidade …

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… e 18 km de extensão), …

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… pega um trenzinho e dá uma volta pelas profundezas do champanhe.

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Eles tiveram a manha de colocar algumas obras de arte no caminho, …

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… além de explicarem todo o processo de fabricação.

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Isso tudo com a ajuda dum áudio guia que optamos ser em português!

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Resumindo, faça este tour e você não se arrependerá, …

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… muito menos pela degustação final dum champagne Blanc de Blanc e dum outro rosé (você escolhe a quantidade de flutes que quer beber. Podem ser de 1 a 3).

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Aproveitamos que estávamos por lá, pra conhecer o centro da cidade.

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Demos umas boas voltas, comemos doces, …

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… sandubas de baguete …

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… e resolvemos voltar ao hotel pra arrumar as coisas.

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Como esta arrumação poderia esperar, decidimos dar mais uma voltinha de carro pelas pequenas cidades próximas.

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E foi aí que conhecemos lugares pacatos, bonitinhos e lídimos representantes da região da Champanhe.

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Fomos a Saint-Imoges, …

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,.. Romery, …

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… Comoyeux …

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… e Fleury-la-Riviere.

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Com o cair da noite e mais este esplêndido por do sol …

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… nos preparamos pra jantar que seria no restaurante da l’Abbaye D’Hautvillers, aquela mesma que fomos visitar hoje e onde Dom Perignon está enterrado.

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Seria, porque chegamos no horário reservado (21:00hs) e a atendente veio nos informar que a última reserva era pras 20:30hs. E sabe que achamos bom, porque o restaurante pareceu bem caído e acho que não comeríamos bem por ali.

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Resumo da coisa? Tivemos que zarpar pra Epernay pra tentar arrumar um lugar pra jantar, sem reserva e as 21:30hs. O Sr Joaquim do GPS nos meteu num caminho maluco, em que a estradinhas cortavam as videiras.

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Acabou sobrando o restaurante La Banque novamente. Ele é o único estabelecimento aberto a esta hora e disponível para clientes sem reservas como nós (fica esta dica).

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Ainda bem que a comida é muito boa e o ambiente agradável.

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A Dé pediu um Filet de Turbot acompanhado de Fetuccini …

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… e eu, um Bouef de Veau com batatas fritas.

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Tudo isso estava excelente e ficou melhor ainda acompanhado dum Milesime do J M Goubillard et Fills.

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Ainda deu tempo de passarmos novamente por L’avenue de Champagne

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… que fica extremamente charmosa a noite …

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… com os seus casarões iluminados.

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Só nos restou retornar pro hotel, arrumar as coisas e correr pra Paris amanhã cedo.

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Mesmo por que, ficaremos pratica e somente um dia por lá.

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É muito pouco, mas faremos o possível.

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Afinal de contas, é Paris.

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Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.
Dia two – Dublin – Bebedeira à vista: Guinness e Jameson.
Dia three – Passeio gastronômico em Dublin.
Dia four – Dublin – City tour free. É legal?
Dia set – Champagne – Dia de Veuve Cliquot. Ou melhor, de viuvinha
Dia ouit – Champagne – Visitando mais um ícone, a Ruinart.

 

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