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dcpv – dia cinq – paris – o dia de turistas serem turistas.

25/07/2016

Dia cinq- Paris O dia de turistas serem turistas.

O dia prometia ser muito louco e intenso.

Afinal de contas, a ideia seria seguir o trajeto a pé que o guia da Insight Guides – Paris a Pé indicava pra região das ilhas.

E foi o que fizemos.

Primeiramente tomamos o ótimo café da manhã do Hotel Bel Ami, o preferido dos Loguercio.

Depois saímos andando de St Germain de Prés até a extremidade  da Île Saint-Louis pra iniciarmos o tal roteiro. E ele é muito interessante.

Demos uma pequena transgredida e resolvemos fazer o caminho inverso.

Então, o primeiro ponto curioso foi justamente o Hotel Lauzun, construído em 1640, que abrigou alguns poetas famosos, entre eles, Charles Baudelaire e que ….

… no segundo andar, era mantido o Clube dos Consumidores de Haxixe. Imagine daonde vinha a inspiração destes grandes autores? 🙂

Logo após, ainda na Île Saint-Louis, passamos na igreja barroca de Saint-Louis-en-l’Île, construída em 1660. Bem bacana.

Seguimos em frente já entrando na Île de la Cité e passando pela catedral mais famosa da cidade Luz, a Notre Dame.

As filas eram imensas e nos furtamos de entrar num lugar que já conhecíamos.

Logo após, passamos no Marché aux fleurs e vimos bastantes coisas curiosas, apesar de algumas lojas estarem fechadas.

Continuamos passando pela Conciergerie e pela igreja de Sainte-Chapelle …

… e então fizemos a descoberta do tour.

Place Dauphine.

É um lugar ao lado do Palácio da Justiça …

… que foi idealizado como um mercado, …

… mas que parece mais um pedaço da paraíso.

É tão bacana que não resistimos e resolvemos tomar um champagne num dos restaurantes bacanas do local só pra comemorar.

Ou seja, foi simplesmente perfeito!

Terminamos o tour na Pont Neuf …

… e seguimos para o L’Atelier de Joël Robuchon onde tínhamos uma reserva para o almoço.

E como sempre, o queridinho de 10 entre 10 gourmands, não decepcionou.

Pedimos um montão de coisas (segue o fotoblog) …

… e tudo estava perfeito. Sintam esta sobremesa:

Ou seja, o Robuchon continua impecável e imperdível.

Aproveitamos o pós-almoço pra ver algumas lojas de design, …

… passear por Saint-Germain-des-Prés …

… e dar aquela passada na La Grande Epicerie.

Ô lugarzinho bacana!

Vimos um montão de ingredientes de primeira …

… além de tomarmos mais um champagne.

Voltamos rapidamente pro hotel, pois tínhamos um jantar reservado no David Toutain.

A coisa toda prometia e mais uma vez, a promessa foi cumprida. Acontece que chegamos lá e eles separaram uma sala especial para a nossa degustação.

A Dé e a Lourdes estranharam um pouco (a degustação, não a sala!), mas bravos que somos, fomos até o fim.

E foram mais de dez pratos.

Passeamos por verdadeiras maravilhas, …

… com entradas com tomates frescos, …

… vagens picadinhas frescas e al dente, como se fossem um risoto …,

… passamos por peixes …

… dos mais variados sabores , …

… lagosta …

… e colombe, mais conhecida como pombo, …

… além de várias sobremesas diferentes e …

… uma melhor do que a outra.

Tomamos dois vinhos, um branco da Borgonha, um tinto da mesma região …

… e saímos satisfeitos, após verificarmos que o chef David não só estava “on the house”, como veio nos cumprimentar e assinar o seu livro.

Enfim, foi uma noite perfeita …

… e só nos restou caminhar por Paris até chegar no hotel e dormir aquele famoso sonho dos justos.

Au revoir!

Acompanhe os outros dias desta viagem:
dia un – Vale do Loire – Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.
dia deux – Vale do Loire – Chateau de Villandry, este lugar é um espetáculo!
 jour troix – França – Vale do Loire – A mulherada fazendo a diferença em Chenonceau.
dia catre – França – Vale do Loire/Paris – Esta rota é um espetáculo.

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dcpv – dia catre – frança – vale do loire/paris – esta rota é um espetáculo.

24/07/2016

Dia catre – França – Vale do Loire/ParisEsta rota é um espetáculo.

Dia de mudança de cidade/hotel numa viagem é dia perdido, certo?

Errado!

Começamos tomando um café na manhã no hotel e zarpando pra conhecer os últimos castelos do Loire que constavam da nossa programação.

Andamos um pouquinho pelas belas estradas locais até chegar em Cheverny.

A ideia era dar apenas uma olhada e continuar.

Mas ficamos tão fascinados com tudo que resolvemos entrar. E não nos arrependemos.

O castelo é muito bonito e toda a história dele é muito interessante. O melhor é que ficamos sabendo que a Diane de Poiters (ela, de novo!), a amante do rei Henrique II, ficou neste castelo até que o seu novo estivesse pronto.

Enjoada esta mulher! 🙂

De qualquer forma, toda a visita vale a pena.

A parte histórica e as salas interiores são muito interessantes.

Saímos correndo de lá com a intenção de visitar o castelo de Chambord.

E não deu tempo.

Primeiro que o estacionamento é muito longe do castelo.

E segundo, que ele é imenso.

Resolvemos dar uma boa olhada, meio que por cima, em tudo e zarpar rapidamente, pois tínhamos uma reserva num restaurante indicado pelo excelente site Conexão Paris.

Era o restaurante gastronômico do hotel La Maison d’à Côté, o Côté Bistrô.

É lá que o chef Chistophe Hay pratica uma cozinha de primeiríssimo nível.

O lugar é super moderno e a comida dele é incrível.

Iniciamos os trabalhos com belos amuses que ele nos enviou.

A Dé escolheu como entrada Loire ell caramelized, artichokes and black sésamo e seed, Vadouvan spice. É isso mesmo, alcachofras no ápice da sua utilização.

Eu, como entrada, fui de Red mullet from erquy, ricota goat milk, zuchinni, shelf fish.

Praticamente um belo e florido carpaccio de peixe.

Acompanhamos tudo com duas flutes de Taitanger.

Já nos principais, a Dé escolheu Loire Pike, carrots, kale cabbage and Melissa.

Uma beleza em forma de prato.

Eu apelei e fui de Wagyu beef from monsieur Roussel with potatoes, iodizeds condiments.

Tomamos vinhos branco e tinto da região e …

… não pudemos deixar de experimentar a sobremesa.

Que veio em forma de cerejas com uma tulhe de amêndoas e sorvete das mesmas.

Olha, foi um verdadeiro espetáculo e podemos dizer que estamos vendo nascer uma estrela na gastronomia, o Christophe.

Certamente ouviremos falar dele e do seu restaurante brevemente.

Saímos de lá mais do que satisfeitos e pegamos o carro pra voltarmos pra Paris.

São mais de duas horas em estradas perfeitas e foram cumpridas com muita tranquilidade.

Chegamos ao hotel Bel Ami (preferido dos nossos sócios Lourdes e Eymard), verificamos o nosso espaçoso, aconchegante e moderno quarto …

… e fomos devolver o nosso auto (é sempre um prazer dirigir por Paris).

Logo depois, encontramos com a Lourdes e com o Eymard e fizemos os nossos planos pro restante do tour, que incluirá um show do Bocelli na Toscana.

Decidimos jantar no Champeaux, um restaurante/ brassseria by Alain Ducasse que fica no novo complexo do Des Halles.

Cá pra nós, é um lugar bacaninha, mas que não encanta muito.

Tomamos um Cremant pra iniciar, …

… escolhemos pratos pra dividir, tais como variados tomates, …

… queijos, charcuterie, foie gras …

… mas nada saltou aos nosso olhos como normalmente ficamos encantados em Paris.

Ainda tomamos um vinho St Veran (olha o corporativismo) e certamente, a noite foi salva pela excelente companhia.

Resolvemos voltar a pé para o hotel (ele fica em St Germain des Prés) …

… e todos contemplamos o charme que a Paris noturna tem, …

… ainda mais com o verão a pleno vapor e a possibilidade de termos luz solar até as 22:30 hs.

Até um sorvetinho rolou!

É um verdadeiro espetáculo.

Au revoir!

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dcpv – jour troix – frança – vale do loire – a mulherada fazendo a diferença em Chenonceau.

23/07/2016

Jour troix – França – Vale do Loire – A mulherada fazendo a diferença em Chenonceau.

Hoje seria o dia de visitar o castelo que mais aguardamos.

Afinal, Chenonceau tem essa aura.

E você saberá o porque.

Levantamos um pouco mais tarde e o sol estava a pino.

Tomamos o nosso correto café da manhã e zarpamos para Chenonceaux.

É lá que fica o Castelo de Chenonceau (é assim mesmo sem o x).

E uma das surpresas é justamente na chegada.

Toda a infra é muito bacana. O estacionamento é grande, a bilheteria funciona perfeitamente e a vista do castelo é impressionante.

Além de que ele foi construído exatamente sobre o rio Cher.

Mas o mais bacana mesmo é a história dele.

Inicialmente, o rei Henrique II ofereceu o castelo para Diane de Poitiers, sua amante.

Ela fez acontecer no castelo.

Mandou fazer um jardim especial pra ela …

… além de decorar todo o castelo com o que de mais bacana existia na época.

Acontece que o rei morreu e a sua viúva, a famosa Catarina de Medicis, desalojou a sua amante do castelo.

E aproveitou a situação pra reformar todo o castelo.

Fez também um belo jardim pra ela …

…  e mandou construir uma galeria sobre as águas do rio que se transformou num dos mais belos salões de baile da Corte.

Ou seja, com toda esta guerra de egos, Chenonceau se transformou num lugar imperdível pra se visitar.

E você tem a nítida impressão de se sentir como se estivesse naquela época através das reproduções dos vários cômodos do castelo.

Seja na sala da guarda, na capela, no quarto da Diane, a amante, …

… no gabinete verde, onde Catarina governou a França, na galeria, …

… é claro que na cozinha, …

… no quarto da própria Catarina …

… e em outros menos votados.

Os jardins também são casos a parte. Seja o da Diane, seja o mais belo, que é o da Catarina.

Enfim, ficamos tão encantados que resolvemos almoçar lá mesmo, no restaurante l’Orangerie

… onde comemos dois peixes muito bons …

… e tomamos flutes de Vouvray e duas taças dum Sauvignon Blanc.

Aproveitamos que estávamos perto e fomos conhecer uma cidadezinha florida e muito bacana, chamada Chédigny.

Incrível como a maioria das cidades parecem abandonadas, já que você não vê ninguém circulando em nenhum momento.

E este caso não foi diferente.

Apesar da dificuldade de estacionar, curtimos muito passear num lugar tão bacana e tão vazio.

Pra não dizer que não vimos ninguém, entramos numa boulangerie (sim, estava aberta num sábado à tarde) e compramos dois pães doces.

É claro que estavam deliciosos.

Retornamos pro hotel …

… e resolvemos jantar no restaurante dele.

Afinal de contas, estava na hora de beber um pouquinho. 🙂

Flutes de Moet serviram pra começar os trabalhos.

A Dé pediu peixe e dos bons. Um Le Turbot, doré sur l’arete. Relevé d’une paté de citron Au miel. Quinoa d’Anjou torréfié. Pannequets de blancs d’oeufs aux jaunnes truffés. Jus de Poulet. Me fala se um negócio com esta descrição não estaria bom demais?

O meu foi, Le  cannard challandais, perfumé d’épices doces et jus de presse. Melheur jaunne confit et fruit de la passion. Não precisa nem dizer que fiquei apaixonado (né, sócios?)! 🙂

Abusando, pedi uma sobremesa. La Violette, en creme légère aux framboises confiturées. Macaron garni d’une sorbet Au champagne a l’eau d’ananas. Mais uma beleza.

Tomamos um vin Blanc do Bernard Baudry (gracias pela dica Marcia Lube).

No restante, foi pensar no melhor pão com manteiga que comemos em nossas vidas …

… e dormir o sono mais que dos justos.

Veja que belo anoitecer (nada como um anoitecer por volta das 22:30, né?).

Au revoir,

.

 

 

 

dcpv – dia deux – vale do loire – chateau de villandry, este lugar é um espetáculo!

22/07/2016

Dia deux – Vale do Loire – Chateau de Villandry, este lugar é um espetáculo!

Acordamos bem mais cedo, …

… tomamos um lauto café da manhã no hotel …

… e zarpamos pra conhecer um castelo charmoso, o Villandry, …

… que tem a fama de ter os jardins mais maneiros do Vale do Loire.

Ele fica há 55 min do hotel, mas vale cada metro percorrido.

Ainda mais que no caminho você passa em muitas cidadezinhas bonitas e sempre margeadas pelo elegante rio Loire.

Uma delas é Vouvray, renomada entre os conhecedores de vinho …

… e onde vimos até uma mini- feira livre.

Chegamos em Villandry por volta do meio-dia, com tempo suficiente pra fazer a visita completa.

Ou seja, visitamos o interior do castelo …

… com todas as encenações de cenas daquela época …

… bem como passeamos muito nos jardins que são maravilhosamente bem feitos …

… e bem cuidados.

Segue o fotoblog com os melhores momentos desta visita:

Além do mais, se você quer ver um jardim espetacular, Villandry é este lugar.

Aproveitamos pra almoçar frugalmente no próprio restaurante do Castelo.

Pedimos quiche, salada e rillete de amêndoas, além de duas taças dum rosé da região.

Rodamos mais um pouco e fomos conhecer o castelo Azay-le-Rideau.

A cidade é muito legal, mas o prédio estava sendo reformado, especialmente a fachada.

Resolvemos continuar viagem e conhecer o Château d’Ussé.

Esta é uma visita muito bacana, já que este castelo serviu de inspiração pra Bela Adormecida.

Andamos bastante no seu interior, …

… passamos pela Capela, …

… pela estrebaria,…

… pela cave …

… e finalizamos no jardim.

Taí uma visita mais do que completa.

Como estávamos perto, resolvemos conhecer uma das cidadezinhas mais charmosas da região, chamada Candes-Saint-Martin.

Ela fica na beira do rio …

… e a igreja de seu padroeiro é um espetáculo à parte.

Para melhorar, chegamos lá justamente as seis horas, horário da Ave Maria.

Imagina se a Dé não adorou?

Ah, o caminho estava interditado e tivemos que fazer um daqueles desvios adoráveis e inesperados. Andamos numa estrada de terra …

… e topamos com uma plantação de girassóis que era inspiradora.

Chegamos a pensar que estávamos na Toscana!

Por incrível que pareça, ainda deu tempo de passar em Langeais, …

… pra ver o seu belo castelo central …

… e admirar a simpatia da cidade.

É um lugar pra ficar um tempo e ver o próprio passar.

Ufa, tínhamos que voltar pro hotel, tomar uma banho rápido e zarpar pra Amboise, pois assistiríamos a um espetáculo noturno de som e luzes no Castelo Clos Lucé, o do Da Vinci.

A ideia é muito bacana.

Você encontra o castelo iluminado, música ao vivo através dum piano, um desenhista reproduzindo obras do Leonardo e atores interpretando textos sobre o gênio.

Tudo muito bom com a exceção de que o nosso parco francês não permitia uma compreensão mais profunda do texto.

Uma pena, mas recomendamos o espetáculo de qualquer maneira.

Ainda deu tempo de chegar no hotel (a cidade estava toda fechada) e conseguirmos boas saladas estreladas acompanhadas de duas taças dum Vovray branco seco na medida.

Olha, o sono dos justos nunca foi tão justo!

Au revoir.

Acompanhe o primeiro dia desta viagem:
dia un – Vale do Loire – Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.

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dcpv – dia un – vale do loire – não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.

21/07/16

Dia un – Vale do Loire –  Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão francês.

Esta será uma viagem especial.

Afinal de contas, misturar França e Itália, Paris e Milão, Vale do Loire e Toscana, com o upgrade de ver o show do Andrea Bocelli na casa dele, dá um tom bem bacana a tudo, né não?

Bom, o primeiro dia foi no Vale do Loire.

Chegamos em Paris, pegamos o carro alugado e zarpamos diretamente pra essa região de mágicos castelos.

Escolhemos o hotel  Domaine Hauts de Loire e não nos arrependemos.

Os quartos são espaçosos e ficamos numa posição privilegiada pra iniciar o nosso périplo pelos verdadeiros palácios.

Enquanto isso, aplacamos a nossa fome num jantar espetacular no próprio hotel.

Foi uma verdadeira maravilha.

Quanto aos castelos, iniciamos, no outro dia, pela manhã e por Amboise.

Antes disso, tomamos o excelente café da manhã do Domaine.

Perdemos a hora porque o jet lag (5 horas) nos pegou de jeito.

O caminho até Amboise é tranquilo e a cidadezinha é linda.

É claro que o rio Loire está sempre presente.

O castelo fica bem no centro.

E ele tem uma grande importância histórica.

Foi construído no século XI como uma fortaleza medieval …

… e serviu como residência aos reis Luís XI e Carlos VIII.

No século XV, passou por uma reforma que resultou no estilo renascentista que pode ser visto hoje.

Aproveitamos pra comer alguma coisa na famosa Pâtisserie Bigot, que fica na frente do castelo.

Junto ao castelo, encontra-se a capela St Hubert , onde está enterrado o gênio Leonardo da Vinci.

E onde Da Vinci entra nesta história?

Acontece que ele passou, a convite do rei, os últimos anos da sua vida numa mansão, próxima de Amboise,  …

… o Clos Lucé.

E criando, como sempre.

Dizem até que existe uma passagem subterrânea ligando o Castelo à mansão.

Voltando ao pseudo castelo, é muito legal ver como foi o processo criativo do Leozinho (íntimo, não?).

Ver todos os projetos premonitórios de coisas importantes, tais como pontes, armas, bicicleta, paraquedas, etc, é muito emocionante.

E além disso, ainda existe um parque onde as suas criações estão no tamanho natural.

Segue o fotoblog desta maravilha:

Na volta, tomamos um sorvete Amorino …

…  retornamos pro hotel pra dar uma descansada …

… e ver a horta onde é produzido uma boa parte do jantar que teremos a seguir.

Optamos por jantar novamente no hotel.

É, que com a amostra que tivemos ontem, ficamos entusiasmados.

Iniciamos com flutes de Taitanger rosé e alguns amuses.

Logo depois, adentramos ao salão e escolhemos somente os principais, já que contávamos com a degustação de maravilhosos pães e, chover no molhado, da excepcional manteiga.

A Dé escolheu, segundo ela, o melhor peixe que ela comeu na vida dela, o Le Brochet et L’Ecrevisse, que realmente estava bom demais.

Eu fui num frango maneiríssimo, o Le Poulet de Michel Revault, o chef do lugar.

Olha, é uma comida de cinema e daqueles filmes franceses inesquecíveis.

Por sorte, o nosso quarto estava no andar de cima e só nos restou dormir o sono dos justos (e dos bons viajantes).

Au revoir!

.

 

 

dcpv – dia catre – paris – tour de chocolate (e otras cositas más) por saint german de prés.

18/03/2016

Dia catre – Paris – Tour de chocolate (e otras cositas más) por Saint German de Prés.

Mais um dia frio e maravilhoso na cidade iluminada.

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Escolhemos fazer pela manhã o que melhor representa a capital francesa: flanar.

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E melhor ainda que seria pelo nosso bairro, o Marais.

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Tomamos um bom café da manhã e fomos passear.

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Descemos a rua des Rosiers, cruzamos a Vielle du Temple …

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… e chegamos num pet shop elegantérrimo.

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Compramos algumas coisinhas pro Barclay (o nosso cãozinho) …

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… algumas coisas pra nós (em outra loja, claro? 🙂 ). Que outro lugar você encontra roupas de frio exclusivas e camisas antigas de rugby …

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… além das fantásticas quinquilharias específicas da Muji?.

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Pra finalizar, nada como almoçar um legítimo falafel do L’As du Falafel!

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Um espetáculo.

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E estávamos prontos pra enfrentar um tour de chocolates e patisserries que encontrei no tio Google.

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Paguei antecipadamente para a Get your guide e as 14:00 estávamos na frente da La Maison du Chocolat, junto com duas americanas.

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O guia Davi estava a postos e fomos, logo de cara, experimentando eclairs espetaculares.

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Como o tour também era cultural, ele nos explicou rapidamente como Paris se transformou numa metrópole.

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Próxima parada?

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Numa padoca de luxo, a Poilâne, …

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… onde tudo é feito no formato old school.

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Escolhemos tipos diferentes de pães …

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… e rumamos para Saint Sulpice.

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O Davi nos deu uma aula completa sobre história francesa …

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… e aproveitamos pra conhecer o escultor de chocolates, o Patrick Roger.

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A sua loja é fenomenal e o primeiro andar é um pequeno museu de esculturas chocolatais.

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Continuamos a caminhada e chegamos ao óbvio.

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Macarons? Pierre Hermé.

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O rei dos reis.

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Next stop? Pierre Marcolini.

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O cara é belga, mas manja pra caramba!

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Os chocolates dele são de deixar qualquer um estupefato (e olha que não sou tão fã assim deles).

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Caminhamos mais um pouco e chegamos a uma praça altamente aprazível.

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Nela fica a La Maison du Chou, …

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… que nada mais é do que uma pequena eclair arredondada, recheada na hora.

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Simplesmente fantástica.

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O museu de Delacroix, grande pintor francês fica exatamente ao lado dela.

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Continuamos o nosso périplo (????) experimentando os caramelos do Henri Le Roux.

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Cara, caramba, cara, caramelo.

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Nos deliciamos com tudo o que experimentamos e tudo era muito bom.

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Próximo dali, o bar Procope nos foi indicado como um lugar onde a revolução francesa realmente foi inspirada.

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Última parada: Maison Georges Larnicol, ao lado da inspiradora imagem de Danton.

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Hoje fizemos a revolução dos chocolates.

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Ainda deu tempo de passar na Grand Epicierie e comprar mantimentos pro nosso jantar.

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Rapidamente pegamos um táxi e zarpamos pro extremo do Marais onde tínhamos um encontro marcado com a melhor millefeuille que comemos até hoje.

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E ela é servida no Jacques Genin.

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Por pouco perdemos a hora, mas a gerente se apiedou de nós e conseguimos experimentar esta maravilha que é montada na hora …

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… e é extremamente crocante.

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O restante foi caminharmos até o apê …

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… e encerrarmos este tour parisiense com um risoto de trufas …

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… regado a Chablis e a champagne Bollinger.

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Resumo do dia: uma lição de como a história e a gastronomia podem andar juntas.

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Isto é Paris.

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Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:

dcpv – dia deux – paris – frank gehry e cidade luz, tudo a ver.

16/03/2016

Dia deux – ParisFrank Gehry e Cidade Luz, tudo a ver.

Está frio em Paris, mas tá gostoso.

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Acordamos um pouco mais tarde, resolvemos tomar café num destes bares bacanas…

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… e explorar museus que ainda não conhecemos na vizinhança.

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O primeiro foi o do Picasso, …

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… que além de ter a sua belíssima edificação totalmente reformada …

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… ainda apresenta uma coleção espetacular do mestre espanhol.

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Tão espetacular e diversificada que você fica com uma dúvida incrível: …

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… como este gênio tinha tempo pra tantos afazeres …

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…  e com resultados tão espetaculares?

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Afinal de contas, além de suas pinturas, …

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… suas esculturas são um deleite …

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… e aqui você fica sabendo das várias fases do trabalho dele, desde o planejamento até a execução final.

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Logo ali pertinho, fica o museu Carnavalet …

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… que além de ter a entrada franqueada, …

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… nos mostra toda a história de Paris.

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Taí um outro passeio imperdível.

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Como era hora do almoço, optamos por conhecer um restaurante tailandês, o Au Petit Thai, que também fica ao lado do apê.

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É uma comida mais do que correta e caiu como uma luva, pra nós que somos fãs dos temperos tailandeses.

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Experimentamos todos uma sopa de frango com leite de coco, …

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… outra sopa de frango com gengibre, …

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… carne de porco com molho de caramelo e frango com gengibre.

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Tudo bem spice e thai ao extremo.

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Como sobremesa, optamos por conhecer uma loja especializada em eclairs, a L’Eclair de Génie, que é excepcional.

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Taí um exemplo de franquia que seria bem sucedida na nossa praia.

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Demos uma passadinha rápida no apê e rumamos, via metrô, para o Bois de Bologne, …

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… um parque excepcional e que dificilmente as pessoas visitam quando estão em Paris.

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Quer dizer, visitavam, pois agora lá está o museu da Fundação Louis Vuitton.

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O prédio desta fundação é o verdadeiro espetáculo.

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Ele foi projetado pelo renomado arquiteto Frank Gehry e como toda obra dele (vide Guggenheim de Bilbao), sua atenção é voltada pelas suas curvas.

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O exterior dele é fabuloso …

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… e o interior não fica atrás.

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É claro que você deve dar um desconto por haver exposições de arte moderna, mas esta com artistas chineses até que é bem interessante.

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Segue um fotoblog com detalhes arquitetônicos do prédio e também da exposição.

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A vista do topo do prédio é plural.

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De um lado você tem o skyline de La Defense ..

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… e do outro, uma visão charmosa da Torre Eiffel.

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Pra terminar a visita com chave de ouro, tomamos umas flutes de champagne …

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… no impressionante bar do instituto.

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Enfim, quando estiver na cidade Luz, dê uma passada na Fundação.

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Retornamos num microônibus que faz o trajeto até a Champs Elysees, com direito à vista do Arco do Triunfo.

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Isto é Paris.

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Pegamos o metrô em pleno rush e só deu tempo de tomar um banho e jantar. E em grande estilo no bistrô A Mere.

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É lá que o chef brasileiro Maurício faz uma comida bem diferente da francesa tradicional.

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O lugar é diferentão e bastante despojado, com um menu que privilegia os produtos frescos e a criatividade da sua cozinha.

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Após conversarmos com o Maurício, decidimos por fazer uma pequena degustação com 2 entradas, um principal e uma sobremesa para todos da mesa. E eu vi o inimaginável, senhores!

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Ou seja, Renata e Débora comendo escargots, ….

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… ovos moles com frutos do mar, …

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… frango (até aí, tudo bem) com boudin (dê uma clicada aqui pra saber o que é isso?) …

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… um torrone de chocolate com, pasmém, couve frita!

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Tudo acompanhado dum ótimo vinho branco da casa, o Saint Aubin 2012.

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Olha, foi no mínimo, muito divertido.

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O restante foi muita conversa, muitas risadas e a promessa de que esta experiência terá que ser repetida.

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Au revoir!

Veja o primeiro dia desta viagem:
Dia un – Paris, a cidade dos Luz.

.

 


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