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dcpv – dia nove – itália – toscana – fazendo uma aula de culinária … toscana!

29/08/2016

Dia Nove – Itália – ToscanaFazendo uma aula de culinária … Toscana.

Sol. Muito sol.

Agora dá pra entender o que a Frances Mayes queria dizer com sob o sol na Toscana.

Acordamos, tomamos um bom café da manhã no hotel …

… e zarpamos pra Siena.

É quase uma hora dirigindo em estradas confortáveis e com um ótimo visual.

Aproveitaríamos pra fazer, os quatro, uma aula de culinária na Scuola di Cucina di Lella.

Como curiosidade, eu e a Dé já tínhamos feito uma destas há 8 anos e que foi relatada aqui.

Chegar lá até que foi tranquilo.

E a aula foi mais ainda.

A ideia toda é você ajudar a Lella a executar um menu completo e logo após, degustar o produto final no formato de almoço.

Éramos em 10 (de várias nações) no total e a comunicação rolou tranquila (em italiano, inglês e até um pouquinho de português).

Como entrada fizemos um flan de pecorino com molho de pêras.

Este prato nos surpreendeu por, aparentemente, não ser uma coisa tão toscana, mas esta mistura do salgado do flan …

… com a doçura do molho de pêras, deixou tudo muito saboroso e italiano.

Para o segundo prato, cada um de nós preparou a própria massa, …

… que foi um pici, …

… uma pasta feita com farinha e água …

… e que foi moldada a mão. Uma verdadeira aula de culinária.

Como molho para acompanhar, um ragu de carne de porco moída …

… feito com uma base de legumes cortados finamente, vinho branco, caldo de carne e bastante tempo de fogão.

Já para o principal, aprendemos a fazer um Cinta Senese, uma carne que foi grelhada bastante …

… e que depois foi cortada finamente como se fosse um rosbife, …

… acompanhada de echalotas refogadas.

Finalizando, a sobremesa era Ricciarelli, um biscoito típico à base de amêndoas e essência de laranja.

Resumindo, depois de todos fazerem tudo, …

… a Lella e os seus ajudantes Lívia e Francisco …

… seviram todas as receitas numa sequência muito boa …

… de pratos tipicamente toscanos …

… e representantes legítimos da sua culinaria tão simples e peculiar.

Satisfeitos e felizes, saímos de lá …

… pra dar uma passada no centro nevrálgico de Siena, a Piazza del Campo.

O calor era saárico, as subidas fenomenais e de repente, esta beleza arquitetônica se descortina para nós.

Não teve como não aproveitarmos a oportunidade e tomar um champagne bem gelado pra agradecer tudo o que vida nos proporcionou.

Voltamos para o estacionamento da cidade e para o hotel.

Fizemos uma pequena mudança nos planos e optamos por tomar um banho, pra dar uma refrescada (a temperatura passou de 35ºC hoje) e partir pra jantar em San Gimignano.

Pedimos uma dica pra pessoal do hotel e ela nos indicou o San Martino 26.

Que fica na rua San Martino, 26! Daaaaaaaammmmm!

O lugar é bem bacana e chega a beirar a um kitsch chic.

A Dé e a Lourdes dividiram uma “la caprese” como entrada, que tinha como particularidade o sorvete de queijo pecorino.

O Eymard foi de “il bacalà, mantecato, in tempurá e lo strudel”.

Eu, escolhi “carpaccio di manzo, di maiale, di anatra affumicata” que mais parecia um jogo da velha saboroso!

Tomamos um Sauvignon Blanc “spetchialle” (como diria o Eymard) …

… e partimos para os principais.

A Dé e a Lourdes novamente dividiram um prato, o “il riso violane nano, peperone giallo, semi di sésamo e burrata”.

O Eymard escolheu “la pasta fresca al ragu crudo, sofrito di yogurt e crema di latte”.

Eu, louco que sou, fui de “gli spaghetti alle vongole, arancia e latte di mandorle”. Tudo muito bom, com exceção do risotto que, pra variar, estava levemente passado! rs.

Harmonizamos com um ótimo Chardonnay do Friulli.

Enfim, foi uma comida excelente e que nos deixou muito felizes.

Quer dizer, nem tanto. Ainda aproveitamos pra passear …

…. nesta magnífica cidade e além de curtir o visual, …

… tomarmos um sorvetinho do Dondoli, um verdadeiro campeão dos gelatos.

É, San Gimignano é mesmo uma cidadezinha especial …

… e muito fotogênica.

Que venga lo Bocelli!

Arrivederci.

.

 

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dcpv – sob o sol da toscana.

número 353
28/05/2013

Sob o sol da Toscana.

Você já leu o livro Sob O Sol Da Toscana, escrito pela Frances Mayes?

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Se sim, duvido que não tenha se interessado em, no mínimo, passar um bom tempinho por lá.

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E no máximo, fazer como ela e o companheiro Ed: passar cada seis meses do ano no “dolce far niente” (no caso deles, nem tanto!).

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Pois eu reli. Até por causa de uma lição de casa que utilizaremos brevemente (em tempo, esta noite aconteceu antes da nossa viagem pra lá).

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Não preciso nem dizer (somos supeitos) que tudo é absolutamente encantador.

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As situações, o clima, as paisagens, o povo, as comidas …

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E foi justamente por causa destas (cujas receitas constam no livro) que resolvi fazer uma noite toscana.

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Vamos lá, então.

Antipasti – Pimentões vermelhos derretidos com vinagre balsâmico e bruscheta de ervilhas e chalotas.

Vou aproveitar a proximidade com a Frances (quem sabe não fazemos uma refeição em Bramasole?) e descrever as receitas como estão, literalmente, no livro.

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Os pimentões são feitos assim: “Tire as sementes e corte em fatias quatro pimentões. Cozinhe em fogo baixo num pouco de azeite de oliva e ¼ de xícara de vinagre balsâmico até ficarem bem macios, por cerca de uma hora.

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Mexa de vez em quando. Os pimentões deveriam quase derreter. Tempere com sal e pimenta. Acrescente azeite e vinagre uma vez ou duas , se parecerem secos.”

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Já a bruschetta: “Pique quatro chalotas (usei cebolas). Debulhe ervilhas (usei congeladas) em quantidade suficiente pra encher uma xícara.

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Misture e refogue na manteiga até que as ervilhas estejam cozidas e as cebolas, murchas.

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Acrescente um pouco de hortelã picada, sal e pimenta. Bata rapidamente no processador de alimentos ou à mão e sirva colheradas em fatias de pão grelhadas regadas com azeite e esfregadas com um dente de alho”.

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Esta é uma entrada perfeita e que esperamos degustá-la ao vivo.

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Tão perfeita quanto a cava espanhola Freixenet que a acompanhou e que achamos “surpreendente, toscava, Demi Moore, the best”.

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Primi e secondo – Flan de alho e Frango com limão e manjericão.

O flan de alho é feito assim: “ Separe os dentes de uma grande cabeça de alho. Sem descascá-los, ponha os dentes em água fervente por cinco minutos. Esfrie e esprema os dentes de dentro das cascas. Amasse e esmague com um garfo e misture bem a duas xícaras de creme de leite.

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Leve o creme e o alho a uma fervura lenta numa panela. Acrescente um pouco de noz-moscada  ralada, sal e pimenta.

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Retire do fogo e acrescente 4 gemas de ovo, batendo bem. Derrame em forminhas individuais bem untadas. Asse em banho-maria a 175°C por 20 minutos ou até que estejam firmes. Deixe esfriar por uns 10 minutos até desenformar.”

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Já o frango é uma daquelas receitas simples e toscaníssimas: “ Numa tigela grande, misture ½ xícara de cebolas pequenas picadas e ½ xícara de folhas de manjericão. Acrescente o suco de 1 limão, sal e pimenta. Misture e esfregue os temperos em seis pedaços de frango, colocando-os num tabuleiro bem untado. Regue com um pouco de azeite de oliva. Asse, sem cobrir, a 175°C por cerca de 30 minutos. Guarneça com mais folhas de manjericão e fatias de limão”.

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Dá pra imaginar o sabor do frango junto com o flan?

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Tudo bem que o flan não enformou, mas mesmo assim ficou uma delícia.

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Tomamos um vinho tinto toscano, o Casa Vasari 2010 que foi “ipon, ari poter, os the púlice, nílon”.

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Dolci – Peras em creme de requeijão cremoso

“Descasque e corte em fatias seis peras médias e arrume numa forma untada. Salpique uma colher de chá de açúcar. Bata em creme, quatro colheres de sopa de manteiga e ½ xícara de açúcar até que fique fofo. Sempre batendo, adicione um ovo e 2/3 de xícara de requeijão cremoso. Por último, acrescente duas colheres de sopa de farinha de trigo e misture bem.  Espalhe sobre as frutas com uma colher. Leve ao forno a 175°C, sem assar demais , por cerca de 20 minutos”

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Esta torta tem que ser feita na sua casa. É só o que podemos falar!

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Eis o que os etruscos acharam deste menu:
La Bella Toscana. Nos aguarde! (Edu)
Frances Delicias Mayes. (Mingão)
Espetaquiloso! Top 10! (Deo)

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“Poderíamos nos sentar como velhos camponeses junto à lareira, tostando fatias de pão com azeite, tomando um Chianti jovem. Depois de salas repletas de pendentes renascentistas e estradinhas empoeiradas desde Umbertide, preparo pequenas enguias fritas com alho e sálvia. À sombra da figueira, onde dois gatos se enrodilharam, não sentimos calor. Já contei: a pomba arrulha 60 vezes por minuto. A muralha etrusca acima da casa é do século VIII a.C.. Podemos conversar. Temos todo o tempo do mundo.”

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É isso aí, Frances. Temos todo o tempo do mundo! Ainda mais, na Toscana!

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Arrivederci.

.

dcpv – itália – primo giorno toscano – de fv pra toscana, ou melhor, cortona.

29/05/2013

Primo giorno toscano – Itália – De FV pra Toscana, ou melhor, Cortona.

E lá fomos nós pra Itália novamente.

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Melhor, lá fomos nós pra Toscana novamente.

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Desta vez, fizemos uma imersão total na região que mais nos identificamos, assim como a Frances Mayes.

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O aeroporto de Guarulhos estava cheio e surpreendentemente, fluindo bem, se bem que parecia que todo mundo estava na sala VIP da TAM.

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Resolvemos sair de lá e ficar esperando próximo ao portão de embarque. Qual não foi a nossa surpresa ao percebermos frequentadores do blog justamente no embarque pra Milão?

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A Lídia e o Celso, de Vitoria – ES, além de se declararem fãs do dcpv, ainda nos passaram uma receita fantástica duma batata frita/assada que certamente reproduziremos por aqui.
Adiantamos o nossa entrada na aeronave e aproveitamos dos serviços de bordo.

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O vôo foi tranquilo e chegamos em Milão no horário e prontos pra dirigir bastante.

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Seriam um pouco mais de 400 km de Malpensa até o fantástico hotel Il Falconiere, que fica bem próximo da terra da Frances, Cortona.

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Só não contávamos com a zona que a locadora Europcar promoveu, já que não confirmou a reserva do automóvel. Tive que apelar pra Avis pra conseguir um carro automático, uma BMW série 1.
Foi um tal de congestionamento e de chuva que, sinceramente, quase que nos arrependemos de optar por ir direto pra Cortona.

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E dirigimos tanto (coisa não aconselhável após um vôo transoceânico) que chegamos a tempo somente de jantar (perto das 11:00 hs) e em grande estilo no restaurante estrelado do próprio hotel.

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Não deu tempo nem pra curtir o espaçoso e toscano quarto …

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… mas, com a fome e a sede reinantes no nosso grupo …

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… partimos pra guerra.

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Como sempre a escolha dos pratos dos menus toscanos é árdua.

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Iniciamos tudo com um espetacular assortimento de queijos…

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… e um sensacional vinho da casa, o Ardito Baracchi.

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É claro que o chefe nos mandou o primeiro piccolo, um camarão com creme de alcachofras.

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Como principal, pastas. Pra Dé, Ravioli de carne com molho de pimentões.

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E pra mim, um Gnochette com molho de lulas.

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Ambos muito bons, como esperado.

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Devido ao adiantado da hora, pedimos 2 cafés “cortos”.

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E não é que o chef nos enviou “11 piccolos dolci”?

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É, a Toscana promete!

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Satisfeitos, fomos dormir porque amanhã além de iniciarmos o nosso tour propriamente dito, ainda teremos a visão matutina do entorno e do próprio hotel.

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Deve ser mais um espetáculo.

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Arrivederci.

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