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dcpv – dia cinco e último – punta – “tranquijo” e sereno

    16/01/11
    Punta Dia Cinco e Último – “Tranquijo” e Sereno
     Sabe aqueles dias da viagem que você deixa pra não fazer nada ou quase nada?
    Pois foi esse domingão. A Dé queria levar a D. Vera pra fazer algumas comprinhas.
    Então aproveitamos pra fazer o programa regular deste pequeno tour:  acordar cedo, passear pela redondeza (deixa eu explicar mais uma vez: acho um tremendo charme além duma total e completa personalidade, as casas terem nome em vez de números aqui em Punta) e tomar um lauto café da manhã.

    Logo após, fizemos um passeio despretensioso pelo centro a fim de conhecermos o farol da região da Península e a singela Iglesia de la Candelaria (que parece com a Nossa Sra Aparecida aqui de Ferraz) ….

    … onde vimos o comprovado menor hotel do mundo!

    Seguimos em direção a La Barra pra procurar onde almoçar. Aproveitamos pra conhecer as casas maravilhosas da região do hotel L’Auberge  …

    … e pensamos em como seria legal morar numa rua com nomes de grandes poetas/escritores.

    Escolhemos a deli-café Baby Gouda, que fica em Manantiales .

    O lugar (mais uma dica da Carla Pernambuco) é bichogrilesco e porralocoso ao extremo.

    Fica praticamente de frente pro mar e tem uma aura daqueles restôs que você chama de seu.

    O calor estava insuportável  (44ºC, comprovados), …

    … aproveitamos pra sentar numa sombra e tomamos um excelente vinho branco Juanicó.

    Pedimos como entradas uma salada de verdes, …

    …  e um ceviche que estava ao ponto, ou seja, com bastante limão e o peixe bem fresco.

    Como principais, espaguette no wok (quase um Pad Thai) pra  Dé e pro Sr Antonio, …

    … ojo de bife pra D Vera …

    … e um espaguete com frutos do mar pra euzinho que estava de chorar.

    Trocamos a sobtremesa de lá por legítimos sorvetes do Freddo e melhor, …

    … com uma vista de tirar o fôlego, além da delícia comprovada daquele doce de leite! rs

    Fala a verdade se não é bonita?

    Voltamos ao hotel, demos uma olhada na cansada feira de artesanato da praça Artigas …

    … e fomos jantar no restaurante do hotel Hotel Serena. Aí começou o nosso pequeno drama!

    De repente, o tempo mudou bruscamente (a temperatura caiu dos 44ºC pra 20ºC), o céu ficou muito nublado e começou a chover forte.

    Tanto que o pessoal do hotel ligou pra dizer que a nossa mesa que estava marcada pra ser lá fora (e de frente pra La Mansa) teve que ser transferida pra dentro do salão. Como marcamos bem na hora do por-do-sol, sobrou a frustação de sabermos que aquele sol esperado não estaria brilhando.
    Pra piorar mais um pouquinho, esqueci de colocar a bateria na câmera. Pronto, nem tinha como registrar o jantar que, se o tempo não nos permitiria admirar nenhum por do sol, certamente  a comida nos proporcionaria uma grande prazer.

    Improvisamos e usamos o celular como câmera. Estávamos comemorando com 4 taças de champanhe quando um estranho fenômeno aconteceu. Aquele céu totalmente cinzento se abriu somente numa estreita faixa do horizonte e o sol começou a aparecer.

    Começou timidamente, mas depois foi tomando corpo e resultou em colorações espetaculares. Aquele pedaço do céu ficou tingido dos mais diferentes tons de laranja,

    Enfim, uma noite pra não esquecermos jamais. Ainda mais pela comida que esteve absolutamente perfeita.
    Pedimos duas entradas pra compartilhar (o fenômeno Piemonte estava se manifestando, ou seja, estávamos empanturrados ): uma caprese …

    … e um trio de ceviches no ponto. Todos os peixes (salmão, linguado e brótola) frescos e muito bem temperados.

    Tomamos 2 vinhos Don Pascual: um tinto Cabernet Sauvignon e um branco Chardonnay.

    Os principais chegaram e em homenagem a grande matéria-prima de Punta, todos fomos de frutos do mar. A D Vera foi de peixe no vapor. Uma tremenda brótola cozida com limão.
    O Sr Antonio pediu o peixe com molho do chef. Muito bom e acompanhado dum arroz mais molhado ainda.
    A Dé pediu o linguado da casa e eu, pra variar, fui de polvo na brasa com um molho de azeite apimentado que estava digno do espetáculo do poente (não precisa nem dizer que as fotos ficaram uma eca!).

    Só nos restou pedir 2 taças de sorvete e terminarmos a viagem com o sabor mais marcante de toda a viagem na boca: a doçura e o equilíbrio do dulce de leche do Freddo (uau, será que vicia?).

    Pronto, quando o Diogão dos Destemperados nos indicou este lugar (“pra fazer um happy hour no bar da piscina pra ver o por do sol e depois espichar pra um jantar imperdível no Serena “), eu já tinha planejado tudo. Seria uma despedida em alto estilo com tudo o que a situação merece.
    A lei de Murphy deu o seu sinal e nós a aproveitamos pra garantir que mesmo quando as coisas parecem que não darão certo, cabe a você transformar tudo num acontecimento agradável.

    Tudo bem: a natureza colaborou muito, mas certamente tivemos um espetáculo tão diferente e único, que acho que dificilmente o repetiremos.
    Cá pra nós: é pra isso que viajamos, né?

    Hasta.

    Siga esta viagem toda através destes outros links:

    Dia uno – Encantados com o L’Incanto

    Dia dos – La table de dulce de leche

    Dia tres – Jose Ignacio, um lugar pra devanear

    Dia quatro – Rodando muito e encontrando bom vinho em Punta

    .

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