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dcpv – dia II – itália – costiera amalfitana – maiori e minori; tem nome mais bacana pra colocar em cidades? de quebra, ravello e positano.

17/08/20149 (vivido em 05/06/2018)

Dia II – Itália – Costiera AmalfitanaMaiori e Minori, tem nome mais bacana pra colocar em cidades? De quebra, Ravello e Positano.

Hoje seria dia de explorar as cidadezinhas da Costiera Amalfitana.

E resolvemos ser iguais ao Leão da Montanha: saída pela direita.

Tomamos o nosso lautíssimo café da manhã no hotel Casa Angelina …

… e fomos explorar o lado direito da Costa.

Fomos direto pra Maiori, …

… curtindo a paisagem toda …

… que é muito radical (este é o Fiordo de Furore)  …

… e espetacular, …

… não nos importando com os pequenos perrengues que o trânsito …

… e a estreita estrada te proporciona.

Tudo é impressionante …

… e você fica pensando como é que não conheceu este lugar antes?

Maiori, ao contrário do que muita gente diz, é muito legal.

Se não tem aquelas paisagens dramáticas das outras cidades, …

… tem muita simpatia …

… e aquele jeitão italiano de ser.

Além do que, estacionar por lá é uma grande moleza …

… o que é uma vantagem considerável.

Ao lado dela, e retornando na direção do hotel, está Minori.

Fala a verdade.

Minori e Maiori formam o que seria uma dupla sertaneja ítalo-universitária perfeita.

E Minori, como diria a grande Hebe Camargo, é uma gracinha.

Pequenininha, pero cumpridora.

Além de que só a existência da Doceria Sal de Riso já valeria o esforço de conhecê-la.

Demos uma boa e pequena volta por lá …

… e rumamos para Ravello,…

… que é a cidade sem praia …

… com as vistas mais bacanas do mar.

Tudo bem que chegar lá é um grande esforço…

… com subidas íngremes …

… e vistas de tirar o fôlego, …

… além do inconveniente de não se conseguir lugar pra estacionar.

Mas depois que se está lá, tudo passa.

Antes de desfrutar das vistas estonteantes, …

… resolvemos almoçar …

… e no lugar que eu tinha reservado.

O Da Salvatore é um restô com uma vista sensacional …

… e com uma comida proporcional.

Tomamos um bom bianchetto da casa …

… e pedimos comidas mais do que típicas.

A Dé foi num simples peixe com batatas …

… e eu, num ótimo spaghetti al vongole.

Tudo mais do que perfeito.

Ao lado de lá, está a Villa Rufolo …,

… um lugar com jardins espetaculares …

… e com vistas mais espetaculares ainda.

Eu já falei isso?

Andamos mais um pouquinho e chegamos a Villa Cimbrone.

Taí um outro espetáculo.

Só a terraços com vista infinita já valeria a visita.

Mas tudo é gracioso …

… e muito impactante.

Note que esta foto não é uma montagem.

Tiramos muitas fotos espetaculares …

… de lugares não menos …

… e zarpamos rápida e infelizmente pro hotel, …

… porque tínhamos um tour guiado por Positano.

Tudo bem que o trânsito estava bem enrolado (conte com isso em quase todos os momentos) …

… mas conseguimos chegar a tempo de pegar o transfer para a cidade.

Estávamos bem cansados, mesmo porque as subidas e descidas de Ravello são bem poderosas, …

… mas chegamos ao ponto de encontro, …

… e a nossa guia, a Gabriella estava nos esperando.

Ela parecia bem louquinha,…

… mas não sabíamos o que nos esperava.

Tudo estava correndo muito bem.

Conhecemos melhor a belíssima Positano, …

… a cidade-vertical, …

… com todas as suas nuances …

… e as dicas que elas nos dava eram muito interessantes …

… e valiosas.

Descemos por ruas mais charmosas, …

… conhecemos lojas e points (né, sócios?)…

… além de ver tudo numa perspectiva de nativo …

… e ter aquele frisson de descobrir o porquê deste lugar ser tão encantador.

Quando achávamos que o tour estava acabando,…

… mesmo porque era niver da Dé e tínhamos um jantar reservado no restô do hotel, …

… a Gabrielle nos sugeriu pegar um ônibus …

… e subir pra conhecer a Positano-raiz.

Como Nutellas que somos, topamos …

… e pegamos um coletivo pra nos sentirmos mesmo como nativos.

Bom, subimos muito …

… e de repente, nos vimos no meio do nada …

… e bem longe do hotel.

Foi, inicialmente cômico, …

… mas quase acabou trágico.

Andamos muito e descemos trilhões de degraus.

Tudo bem que vislumbramos ângulos totalmente diferentes da cidade …

… bem como lugares pitorescos, …

… mas mesmo assim, foi cansativo demais.

Por sorte, conseguimos um táxi e com um pouco de atraso, …

… conseguimos chegar no hotel.

Foi memorável e tudo funcionou perfeitamente.

Desde o Champagne de abertura dos trabalhos, …

… passando pelos pães e grisssini adoráveis, …

… pelos amuses oferecidos pelo chefe …

… e a perfeita salada feita com produtos do próprio horto, …

… passando pelos ravioli que a Dé pediu…

… e o perfeito e al dente risoto de peixes e pó de cacau que eu degustei literalmente!

Tomamos um harmonizado Greco de Tufo da Campania …

… e em vez de pedir sobremesas, fomos nos expressos curtos e saborosos.

Qual não foi a nossa surpresa quando a luz foi apagada …

… e um bolo de aniversário surgiu.

A Dé fez os três desejos …

… e todos pensamos: que bom que tudo deu certo!

É isto mesmo!

Esta Costa Amalfitana é perfeita e por aqui, tudo dá certo.

Ainda mais quando se comemora o niver da Dé por lá.

Arrivederci.

Acompanhe o que aconteceu nos outros dias desta viagem:
dia I – Itália – Caserta – Iniciando a Costiera Amalfitana com história!

.

 

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dcpv – dia I – itália – caserta – iniciando a costiera amalfitana com história.

14/08/2019 (vivido em 04/06/2018)

Dia I – Itália – CasertaIniciando a Costiera Amalfitana com história.

E lá fomos nós de novo pra Itália.

E desta vez pra comemorar o niver da Dé.

A ideia inicial seria passar uma semana na nossa querida Roma.

Só que com o negócio de encontrar uma passagem legal (grazie, Marcello Britto), acabamos reservando 12 dias.

E daí a pensar em passar algumas noites na Costa Amalfitana foi um passo. Hahaha

Resultado?

Embarcamos para Roma, via Alitalia, com uma escala no Rio (o preço era muito mais barato) …

… e de lá, voamos para a Bota.

Chegamos bem cedo (por volta das 7:00 da matina) …

… e pegamos o nosso carro alugado.

Em vez de irmos direto pra Praiano …

… resolvemos dar uma parada em Caserta, que fica quase no meio do caminho.

Ou melhor, em Reggia di Caserta.

Que vem a ser uma Palácio imenso.

São 1200 quartos …

… e jardins ingleses com mais de 3 km de extensão.

]

O lugar é um pouco caído …

… mas é interessante ver como vivia o pessoal em 1740, …

… especialmente o Rei Carlos III, …

… que pensou em fazer um Palácio que deixasse Versalhes pra traz.

Muito louco, este cara!

Finalmente rumamos pra Costa Amalfitana.

Chegamos ao hotel Casa Angelina, …

… que fica em Praiano, …

… uma cidadezinha próxima da afamada Positano.

O hotel é impressionante.

Ele é clean, moderno e encantador, quase grego.

A vista do quarto é matadora …

… e saborear Positano ao longe não tem preço.

Nos sentimos quase como aquelas pessoas que têm uma visão espetacular de Paris quando se está no prédio horrível de Montparnasse.

Quase, porque Praiano está longe de ser Montparnasse.

Demos uma descansadinha, …

… curtimos a nossa varanda …

… e nos preparamos pra ir conhecer Amalfi.

Ela fica a quase 30 minutos do Casa Angelina …

… e mais uma vez, foi o maior prazer dirigir por todas aquelas curvas espetaculares,…

… com paisagens dramáticas …

… e belíssimas.

Chegamos em Amalfi próximo da hora do jantar.

Foi o tempo de passear pelo seu charmoso centro, …

… conhecer o famoso Duomo …

… e sentar, para “mangiare bene”.

Reservei a Trattoria da Gemma (é sempre bom reservar) …

… e não nos arrependemos.

O lugar é super tradicional (coisa comum por aqui) e oferece boa comida do Sul da Itália.

Ou seja, peixes e massas de qualidade em profusão.

Tomamos um vinho branco de Ravello …

… e experimentamos uma entrada que continha 3 tipos diferentes de petiscos: …

… flor de abobrinha recheada com provolone, …

… linguiça de atum …

… e anchova fresca recheada também com provolone. Que delícia!

Dividimos, como principal, um paccheri com molho de peixe e tomate que estava bom demais.

Economizamos na sobremesa …

… porque perto dali fica a Pasticceria Andrea Pansa.

A sfogliatella é uma especialidade da casa e se torna melhor ainda quando acompanhada de um bom Prosecco.

Pronto, o dia estava totalmente “achado” e pronto pra ser registrado como mais um daqueles inesquecíveis.

E olhe que a coisa toda está apenas começando.

Esta Itália é mesmo um lugar especial!

Arrivederci.

.

 

dcpv – dia fifteen and last – eau – abu dhabi – o louvre no deserto e no mar. já a a ferrari…

18/04/2018

Dia fifteen and last – EAU – Abu Dhabi – O Louvre no deserto e no mar. Já a Ferrari …

A tempestade de areia continuou.

Ou seja, o alcance da vista não era muito grande, …

… mas tudo se tornava mais misterioso.

A nossa guia de ontem teve um problema e foi substituída pela carioca Cacá.

Tomamos o nosso café da manhã …

… e zarpamos pra Abu Dhabi, …

… o outro estado importante dos Emirados Árabes Unidos.

São quase 1,5 horas de carro, …

… em estradas de primeiro mundo …

… e a nossa primeira parada seria na Mesquita Sheikh Zayed.

Eu não sei se chamar somente de Mesquita, …

… este templo espetacular não seria uma blasfêmia.

Mesmo porque, o construção detém tantos recordes …

… e é tão espetacular …

… que você fica estupefato.

Esta é uma boa maneira de associar o teu sentimento.

Como uma coisa pode ser tão grandiosa, …

… religiosa …

… e magnânima ao mesmo tempo?

Estando lá, ela te coloca  no teu devido lugar.

E você agradece por tudo o que acontece na sua vida.

Enfim, é um lugar memorável …

… e olhe que não vou nem falar dos números que são certamente imensuráveis.

Uma pena que o Sheikh Zayed morreu antes de ver a sua grande obra concluída.

Demos uma passeada pela orla de Abu Dhabi, …

…e aproveitamos pra conhecer o hotel mais famoso de lá, o Emirates Palace.

Pra variar, ele também é incrível.

Note que tudo o que reluz, não é a nossa Re.

Neste caso, é ouro mesmo.

Imaginem o que foi gasto pra fazê-lo?

Aproveitamos pra comer um docinho, logicamente com ouro, …

… (estou otimista quanto ao subproduto desta operação , 😁) …

… e rumamos pra conhecer o que, imagino, …

… seja a atual maior atração de Abu Dhabi.

O museu do Louvre.

É claro que é uma filial de lá, …

… mas, pra variar, é espetaculosa.

O famoso arquiteto francês Jean Nouvel se superou.

O prédio é, de verdade, a grande atração.

As fotos não conseguem transparecer a sua beleza …

… e harmonia.

A cobertura é um espetáculo …

… e o posicionamento da obra, …

… que fica praticamente dentro do mar …

… te deixa eufórico.

Foi exatamente como ficamos.

Boquiabertos com a dimensão e a harmonia de tudo.

Certamente é um lugar pra ficar o dia inteiro só observando cada ângulo,

.

E as obras de arte?

Elas existem e são muito bem distribuídas em suas salas, …

… com alguns destaques de primeira grandeza, …

… como Rodin, …

… Van Gogh …

… e Leonardo da Vinci, …

… mas o que marca realmente, …

… é a belíssima harmonização da construção com o ambiente em que está inserida.

Perfeito!

Almoçamos rapidamente no restaurante do próprio museu, …

… e mesmo assim, a vista estava presente.

Partimos, claro que atrasados, pra próxima atração.

E a expectativa era enorme.

Afinal de contas, o parque da Ferrari dispensa apresentações.

Só a visão da sua parte externa …

… te deixa pensando que deve ser o Louvre dos parques de diversão!

Mas, sinceramente, não gostamos muito.

Tudo bem que é uma questão de expectativa.

Se você está esperando, assim como nós, uma exposição de “cavalinhos rompantes” como o do museu da Ferrari na Itália,…

…pode ir tirando o seu cavalinho(😀) da chuva.

Existem alguns modelos em exposição,…

… mas é tudo meio caótico e sem sentido.

Pra quem conhece o Soarin do Epcot, o parque tem um brinquedo similar só que com imagens da Itália.

Tinha tudo pra dar certo, mas é tudo tão distorcido, escuro e sem graça que a decepção é grande.

Assim como escuro e sem vida é todo o parque.

Ainda tem algumas montanhas russas excelentes, …

… especialmente a Rossa, mas como não é a nossa praia, não gostamos.

Voltamos pro carro frustrados e desanimados, mas a Cacá percebeu e nos disse que não sairíamos deste jeito do passeio.

Ela sugeriu conhecer o autódromo de F1 que era ali ao lado.

E foi um tremendo acerto. O lugar é lindo e só a ida ao hotel, já valeria a visita.

Além de que o autódromo é mesmo uma beleza.

De lá, retornamos felizes pro hotel.

Reflexo no Burj Khalifa incluído.

E foi bom porque era justamente lá que iríamos jantar.

Seria a despedida em grande estilo no restaurante indiano do hotel Armani, o Amal.

Pra quem não sabe, o Armani fica justamente no terceiro andar do Khalifa.

E a recepção faz jus à classe do hotel.

Além de dois artistas indianos estarem tocando, cantando e encantando logo na entrada do restaurante.

Sentamos na parte interna …

… pedimos duas flutes dum belo Champagne rosé …

… e escolhemos os pratos dum variado menu.

Note que pela proximidade é fácil ver a dança das águas da Fonte de Dubai.

A Dé escolheu samosas como entrada e …

… peito de frango como principal.

Tudo muito bem temperado e gostoso.

Eu, fui num prato típico de legumes como entrada …

… e camarões como principal.

Deliciosos e spices.

Tomamos meia garrafa dum Sancerre …

… e percebemos o quanto foi estranho estar no Burj Khalifa

… e ao mesmo tempo, não poder vê-lo.

Foi uma grande final duma grandíssima viagem.

Certamente, voltamos muito diferentes do que fomos, …

… coisa que é dever duma viagem bem feita cumprir.

É claro que toda esta criatividade e megalomania dos Emirados impressionam.

Mas conhecer o Japão é um outro degrau.

Toda a cultura, educação, empenho, organização, dedicação do povo japonês jamais será esquecida por nós.

Voltamos de lá pensando que o Brasil pode ter jeito.

Basta sermos japoneses! 🙂

Hasta la vista.

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
dia Ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.
dia San – Japão – Tóquio – Hakone e o Inhotim nipônico.
dia Shi – Japão – Tóquio – Shibuya e Meijin Jigu, multidões japonesas.
dia Go – Japão – Kanazawa – Os primeiros Shinkansen e Ryokan, a gente nunca esquece.
dia Roku – Japão – Yamashiro Onsen – Gueixas, samurais e cerejeiras, tudo a ver.
dia Shichi – Japão – Kyoto – Uma flor japonesa desabrochando só pra nós.
dia Hachi – Japão – Kyoto – Um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.
dia Kyu – Japão – Kyoto – Estatuas diferentes, templos diferentes: mesma emoção!
dia Jyu – Japão – Kyoto – Fushimi dos 1000 tori ao saquê.
dia Juyiti – Japão – Tóquio – Conhecendo o original l’Atelier du Jöel Robuchon.
dia Jun-ni/Thirteen – Japão – Tokyo/ EAU – Duba i- Choque de culturas, o jardim milagroso no deserto e o Van Gogh!
dia Fourteen – EAU – Dubai – Incrível o que os dubaienses conseguiram fazer no mar (inclusive o Burj al Arab).

.

 

 

dcpv – dia fourteen – dubai – incrível o que os dubaienses conseguiram fazer no mar (inclusive o burj al arab)!

25/07/2019 (vivido em 17/04/2018)

Dia fourteen – Dubai – Incrível o que os dubaienses conseguiram fazer no mar (inclusive o Burj Al Arab)!

O dia amanheceu muito estranho.

Aparentemente, estava sol, mas tudo estava bastante nebuloso.

De repente, caiu a ficha.

A junção do vento com a quantidade absurda de areia que existe em Dubai, só poderia resultar numa coisa: tempestade de areia!

Sim senhores, era isto o que estava acontecendo. A primeira tempestade de areia a gente nunca esquece.

Tínhamos um tour de meio período com uma guia brasileira, a Clara, pra conhecer The Palm e o centro.

Como estava tudo nublado, optamos por ir primeiro para a região de Deira.

Tomamos o nosso café da manhã indiano (não preciso nem dizer quem rede do nosso hotel, o Taj é de lá) e fomos.

Pra variar a surpresa é imensa.

Quando estivemos em Dubai (há 10 anos) esta região era curiosa e bem primitiva …

… uma vez que a movimentação que acontecia era em torno de barcos …

… com suas cargas.

Agora, não.

Tudo está novo.

Fizeram um tremendo deck, …

… com vários restaurantes bacanas, …

… e um jeitão bem moderno.

Na continuação, pra se juntar com Bastakya, o bairro histórico …

… reproduziram mais um montão de bares, restaurantes e comércios …

… com o jeitão de antigamente.

Aproveitamos pra revisitar a região dos souks.

Inicialmente, fomos ao de tecidos, …

… onde a Dé se abasteceu de pashiminas…

… e nós, nos caracterizamos. 🙂

Atravessamos o rio, usando um abra, um barquinho bem rudimentar.

Esta travessia é bastante clássica por aqui.

Aí fomos conhecer o Joseph e suas especiarias.

O cara é uma figura e além de arranhar um tremendo português, …

… ainda é um excelente vendedor (que novidade!).

Resultado?

Saímos de lá com uma sacola contendo tâmaras, açafrão, favas de baunilha, chás e mais um montão de especiarias da mais alta qualidade.

Mesmo com continuidade da tempestade de areia, …

… fomos pra The Palm.

Pra quem não sabe, esta palmeira fica dentro do mar …

… e nela estão construídas varias casas e muitos bons hotéis.

Até árvores artificiais embaixo de viadutos eles adaptaram.

Não dá pra acreditar que eles fizeram um montão de ilhas com o formato duma palmeira …

… e que o tamanho dela é descomunal.

Só pra você ter uma ideia, aí vai a sua vista por cima.

Atravessamos toda ela e fomos até o seu extremo.

A quantidade de construções sendo feita é absurda …

… e o hotel mais famoso de lá é o Atlantis.

Ele é imenso e igual ao famoso irmão gêmeo dele das Bahamas.

Descemos por lá, …

… pra dar uma olhada no parque aquático do hotel …

… e tomamos o monorail …

… pra voltar pro início da palmeira …

… e ter uma melhor ideia da construção.

É realmente incrível.

Como bônus, a Clara ainda nos brindou com uma visão maravilhosa.

A vista do skyline da Marina, …

… onde dentro da visão daquele monte de prédios modernos e retorcidos, …

…  está a torre.

Ela foi construída de maneira que o seu eixo desse uma volta de 90 graus (movimente a foto e terá a impressão que ela se mexe!).

E o resultado visual é encantador.

Retornamos pro hotel, …

… e aproveitamos pra ir ao Dubai Mall

… com as suas marcas de grife.

Fomos conhecer o Eataly de Dubai.

E como em todo bom Eataly, …

… comemos pratos italianos de classe.

Burrata com salada de tomatinhos, …

… batata frita (muito italiana! rs) …

… e mozzarella frita foram aprovados.

O único pecado é que não tem licença pra vender bebidas.

Sendo assim, ficamos devendo uma garrafa de espumante Ferrari pros nossos corpos.

Continuando, a ideia seria subir no Burj Khalifa, o prédio mais alto do mundo, …

… mas como a tempestade continuava, …

… optamos por um programa mais cândido.

Fomos ao Aquário.

E não nos arrependemos.

Ele é muito diversificado …

.. e a quantidade de informações …

… e de espécimes é impressionante.

Só a entrada pelo túnel de vidro já seria o suficiente.

Mas o restante de todo o passeio é mesmo incrível.

A proximidade de tudo valeu boas fotos.

Então, segue o fotoblog.

Voltamos correndo (literalmente, pois os motoristas de táxi gostam de enfiar o pé no acelerador) pro hotel …

… e saímos pra conhecer o bar Sky do Burj Al Arab.

O Burj, apesar de toda a concorrência, …

… continua sendo um ícone.

Afinal de contas, majestade não se perde.

E ele continua muito charmoso, …

… e dentro do esperado, bem brega também.

Faz parte do pacote.

O bar fica no último andar …

… mas a esperança de vista, especialmente da palmeira, …

… é frustrada, pois não se enxerga quase nada.

Já a do skyline de Dubai é bem bonita, especialmente se você consegue uma mesa frontal.

Pedimos coquetéis diferentões …

… o meu mais ainda, …

… e alguns petiscos pra “petiscar”.

Gostamos do passeio, mas …

… e até pelo preço, …

… é pra ser feito uma vez só. 😃

Portanto, está devidamente ticado.

É claro que na saída tiramos aquela foto clássica do shape multicolorido do Burj, …

… e retornamos pro hotel.

A tempestade continuava e tornava toda a paisagem mais encantadora.

Incrível!

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
dia Ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.
dia San – Japão – Tóquio – Hakone e o Inhotim nipônico.
dia Shi – Japão – Tóquio – Shibuya e Meijin Jigu, multidões japonesas.
dia Go – Japão – Kanazawa – Os primeiros Shinkansen e Ryokan, a gente nunca esquece.
dia Roku – Japão – Yamashiro Onsen – Gueixas, samurais e cerejeiras, tudo a ver.
dia Shichi – Japão – Kyoto – Uma flor japonesa desabrochando só pra nós.
dia Hachi – Japão – Kyoto – Um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.
dia Kyu – Japão – Kyoto – Estatuas diferentes, templos diferentes: mesma emoção!
dia Jyu – Japão – Kyoto – Fushimi dos 1000 tori ao saquê.
dia Juyiti – Japão – Tóquio – Conhecendo o original l’Atelier du Jöel Robuchon.
dia Jun-ni/Thirteen – Japão – Tokyo/ EAU – Duba i- Choque de culturas, o jardim milagroso no deserto e o Van Gogh!

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dcpv – dia jun-ni/thirteen – Japão -Tokyo/EAU – Dubai – Choque de culturas, o jardim milagroso no deserto e o Van Gogh

15 e 16/04/2018

Dia jun-ni/thirteen – Japão – Tokyo/EAU – Dubai – Choque de culturas, o jardim milagroso no deserto e o Van Gogh!

Acordamos no domingo com chuva, muita chuva.

E como não tínhamos programado quase nada, …

… além de passear e fazer algumas compras, …

… aproveitamos pra tomar o ótimo café da manhã no Palace calmamente …

… e sem stress.

Quando menos esperávamos, a chuva já tinha parado …

.. e resolvemos sair, pra curtir Tokyo.

Fomos para Shibuya.

Dar uma olhada especialmente em papelaria, …

… coisa que os japoneses são mestres.

Fomos direto para a Tokyo Hands.

A loja é imensa …

… e muito cool.

Você passeia por ela toda e continua se impressionando com tudo o que o mercado oferece ao seu cliente.

Especialmente, o atendimento que é pessoal e muito envolvente.

De lá, andamos até a Loft, outra loja especial.

São muitos andares de coisas sensacionais.

Ainda visitamos lojas de tênis japas, …

… e algumas muito loucas de moda.

Tokyo é realmente simpática e malucona.

Voltamos pro hotel pra comer alguma coisa e …

… dar uma última olhada na região.

Daí pra frente, foi pegar o transfer …

… e nos despedirmos dum país que certamente marcou as nossas vidas.

A cultura japonesa é demais e você certamente jamais será o mesmo depois de ter contato com ela.

Pegamos o voo (11 hs) para Dubai…

… e entramos num outro mundo.

O hotel Taj é bem legal …

… e a vista do quarto, impressionante.

A grande figura do momento, o prédio mais alto do mundo, o Burj Khalifa, está cada vez mais presente.

Você o vê e admira o tempo todo.

Como chegamos muito cedo (por volta das 4:30), resolvemos dar uma descansadinha ….

… e depois de tomar um bom banho e o bom café da manhã indiano do hotel …

…. optamos por fazer alguma coisa diferente.

O resultado foi surpreendente.

Dubai Miracle Gardens como o próprio nome diz, é um verdadeiro milagre.

Imagine você ver algo muito impactante?

Pois é o que ele é.

Um jardim no meio do deserto e muito, mas muito exuberante.

São diversas formas de mostrar o que um bom projeto e bastante dinheiro podem conseguir.

Tudo é cativante e pra onde você olha, você diz: caramba!

Este certamente vale o fotoblog.

Esta sacada de utilizar personagens (Mickey, Ursinho, avião da Emirates, etc) também é demais.

Como se não bastasse, logo ali, fica o Dubai Butterfly Garden.

E é isto mesmo o que você está pensando.

O lugar é muito bacana e …

… além de você conhecer um montão de tipos de borboletas …

… ainda tem a oportunidade de que elas pousem em você.

Olha, é muito emocionante.

Segue a overdose de fotoblog.

Saímos correndo de lá, pois tínhamos um almoço reservado num restaurante especializado num fruto do mar que adoramos: o caranguejo.

Crab Market é relativamente novo, …

… mas é bem bonito …

… e tem uma vista matadora.

Afinal de contas, não é sempre que se almoça olhando para aquela belezura do Burj (e o não tão belo Anelka).

Escolhemos algumas coisas, mas a finalidade seria mesmo comer as “galinhas do mangue”.

Então, iniciamos com uma ótima salada de quinoa com avocado, coentro e pepino. Bicho grilo e bastante boa.

Eu não deixei de experimentar ostras francesas e portuguesas. Fresquissimas.

É claro que iniciamos os trabalhos com duas flutes dum bom champagne.

Como principais, as patas dos bichinhos.

Uma cozida com molho de Champagne pra Dé …

… e as outras duas assadas com molho de pimenta preta pra mim.

Ambas inesquecíveis…

… e ainda mais acompanhadas dum ótimo vinho francês.

Foi tão bom, que só nos restou voltar e táxi pro hotel (o calor estava pesado) …

… e dar uma boa dormidinha pôs voo.

Continuando com passeios diferentões, fiquei sabendo duma exposição interativa sobre a obra do Van Gogh.

Me pareceu muito bacana e interessante.

Pegamos um táxi pro Dubai Design District …

… e mais uma vez nos surpreendemos com a infra do lugar.

Ele é lindo, moderno …

… e tem mesmo um jeitão de lugar com design correndo nas veias.

Quanto a exposição, ela é mais do que demais.

Você entra, …

… vê uma breve amostra sobre a história do Van Gogh …

… e aí aparece uma sala escura com puffs pra dar uma deitada.

Aí, começa a passar um filme …

… em varias telas, com 360 graus …

… acompanhado duma trilha sonora especial …

… e você começa a delirar.

Porque a coisa toda é mesmo um delírio.

E a ideia é muito boa.

Afinal de contas, …

… em cerca de trinta minutos, …

… você vê passar na sua frente …

… toda história do gênio …

… com as suas adaptações …

… até chegar à última fase da sua brilhante carreira.

É demais mesmo e muito emocionante.

Tomara que esta exposição venha para São Paulo.

Pra completar o negócio todo, ainda tivemos um daqueles pores do sol de gibi.

Ufa, só restava o jantar.

Que seria no Thiptara, um thai bem bacana …

… e que tem como particularidade, ter uma vista fantástica do show das águas de Dubai, …

… uma vez que ele fica na beira do lago artificial, …

… praticamente um pé na areia.

Conseguimos uma mesa de frente “pro mar” …

… e ficamos observando todo o entorno, que é uma beleza.

Como não estávamos com muita fome (jet leg de 5 horas, viagem de 10 hs e andada do dia inteiro), …

… optamos por pedir 4 entradas pra compartilharmos …

Chegaram então Thom Maan Poo, crab cakes fritos com molho de pepino e amendoim, …

… Satay, espetinhos de frango marinados com curry amarelo e servidos com molho de amendoim, …

… Steamed Dimsun de vegetais com molho de vinagre negro …

… e Poh Piah, spring rolls de pato e castanhas com molho de pimenta doce.

Olha, estávamos sem fome, mas estava tão bom …

… e o ambiente também, que comemos tudo.

No restante da noite, foi observar o belo skyline da cidade (incrível como ainda existem obras magníficas sendo feitas por aqui) …

… e dormir o sono dos justos viajantes.

See U!

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
dia Ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.
dia San – Japão – Tóquio – Hakone e o Inhotim nipônico.
dia Shi – Japão – Tóquio – Shibuya e Meijin Jigu, multidões japonesas.
dia Go – Japão – Kanazawa – Os primeiros Shinkansen e Ryokan, a gente nunca esquece.
dia Roku – Japão – Yamashiro Onsen – Gueixas, samurais e cerejeiras, tudo a ver.
dia Shichi – Japão – Kyoto – Uma flor japonesa desabrochando só pra nós.
dia Hachi – Japão – Kyoto – Um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.
dia Kyu – Japão – Kyoto – Estatuas diferentes, templos diferentes: mesma emoção!
dia Jyu – Japão – Kyoto – Fushimi dos 1000 tori ao saquê.
dia Juyiti – Japão – Tóquio – Conhecendo o original l’Atelier du Jöel Robuchon.

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dcpv – dia juyiti – japão – tóquio – conhecendo o original l’atelier du joel robuchon.

21/07/2019 (vivido em 14/04/2018)

Dia juyiti – Japão – Tóquio – Conhecendo o original L’Atelier du Joel Robuchon.

Hoje seria dia de pegarmos o nosso último trem-bala nesta viagem.

Antes disso, tomamos o nosso ótimo café da manhã (com os esqueletos balançando, né Madá e Álvaro?)…

… e ainda tivemos tempo de conhecer mais uma atração de Kyoto.

O caminho dos filósofos, o Philosopher’s Path, …

… que fica perto do templo Dourado, …

… e é realmente um lugar onde você relaxa muito.

Porque?

Por que ele fica ao lado dum córrego, …

… com muita vegetação, …

… muitas lojinhas, …

… e muito lugar pra você meditar.

Não tivemos tempo pra isso, …

… mas aproveitamos bastante o lugar, …

… e mesmo por que, quase não tinha nenhum turista.

Com alguns resquícios de cerejeiras floridas, …

… você consegue imaginar (imagine junto!) …

… como esse lugar seria espetacular com a floração em pleno vapor.

Uau!

Voltamos rapidinho pro hotel, …

… tivemos uma aula de origami com a nossa guia na estação …

… e rumamos pra Tokyo no Shinkansen.

Um pouco mais de duas horas, desembarcamos em Tokyo…

… e não conseguimos ver o FujiSan.

Estávamos no lugar certo do trem (no esquerdo), mas o tempo estava nublado (pelo menos, vimos as plantações de chá).

Fica pra próxima.

Não foi a primeira vez que o FujãoSan escapou de ser visto. 🙂

Chegamos tranquilos na estação central de Tokyo…

… e em poucos minutos estávamos no hotel Palace.

Os quartos são muito bons (ainda mais pros padrões da cidade) …

… e tem uma vista incrível dos jardins do Palácio Imperial.

Como não tínhamos nenhum passeio agendado, …

… resolvemos conhecer o bairro de Akihabara.

É lá que ficam as principais lojas de artigos eletrônicos de Tokyo.

E também lojas de anime, pessoas fantasiadas, …

… enfim, um verdadeiro carnaval.

Não preciso nem dizer que é muito divertido, né?

Especialmente entrar numa loja como a BIC Câmera …

… e ver a quantidade absurda de produtos que eles oferecem.

Vimos ainda as nossas queridinhas, as tampas de vaso sanitário eletrônicas da Toto que são absolutamente adoráveis.

Todos os banheiros que encontramos por aqui tem uma tampa destas onde se controla o jato d’ água (sim, aquele), o volume da descarga, a desinfecção, a temperatura do assento. Alguns, levantam a tampa automaticamente quando vc está na sua frente. Um espetáculo!

Voltamos pro hotel já a noitinha …

… e tendo uma visão bem legal do bairro todo iluminado.

Ah, é claro que compramos um montão de KitKats dos mais variados sabores.

Iríamos jantar no L’Atelier de Jöel Robuchon.

Estávamos curiosos, pois foi no Japão que surgiu este formato de restaurante.

Ele é bem curioso, pois a grande maioria dos lugares são no balcão.

Você fica sentado e assistindo todo o balé dos cozinheiros e dos garçons..

Fantástico!

Iniciamos, recebendo um gift do chef.

Tostadas duma carne de porco desfiada.

Pedimos o vinho, um Pouilly Fumê muito bom …

… e os pratos começaram a chegar.

Pratos? Sim, porque eles têm uma opção em que você pede pequenas porções, justamente para experimentar o máximo que conseguir.

Iniciamos com Le Crabe, carne de caranguejo com molho de cocktail e rabanete japonês. Crocante e muito saboroso.

A Dé continuou fazendo um tour veggie.

La Betterave, ela, com maçãs num tartar e uma salada bem fresca com molho de mostarda…

… e L’Artichaut, em forma natural e num purê com um capuccino de cúrcuma.

Perfeitos.

Eu, voei pelo mar.

Le Saint-Jacques, vieiras cozidas com manteiga de ervas …

… e Le Daurade, servida com emulsão de erva-cidreira e tomate confitado.

Perfeitos também.

Note que este restaurante também foi formatado para se tirar fotografias.

Ele é extremamente fotogênico.

Encerramos dividindo uma sobremesa, uma quase Baba al Rhum …

… que tinha um charme.

O rum era colocado na hora e numa garrafa muito original.

Enfim, o L’Atelier é um restaurante pra se ir várias vezes e em vários lugares do mundo.

Certamente retornaremos.

Saponaria.

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
dia Ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.
dia San – Japão – Tóquio – Hakone e o Inhotim nipônico.
dia Shi – Japão – Tóquio – Shibuya e Meijin Jigu, multidões japonesas.
dia Go – Japão – Kanazawa – Os primeiros Shinkansen e Ryokan, a gente nunca esquece.
dia Roku – Japão – Yamashiro Onsen – Gueixas, samurais e cerejeiras, tudo a ver.
dia Shichi – Japão – Kyoto – Uma flor japonesa desabrochando só pra nós.
dia Hachi – Japão – Kyoto – Um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.
dia Kyu – Japão – Kyoto – Estatuas diferentes, templos diferentes: mesma emoção!
dia Jyu – Japão – Kyoto – Fushimi dos 1000 tori ao saquê.

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dcpv – dia jyu – japão – kyoto – fushimi, dos 1000 tori ao saquê.

19/07/2019 (vivido em 13/04/2018)

Dia jyu – Japão – Kyoto – Fushimi, dos 10000 tori ao saquê.

Mais um dia maravilhoso em Kyoto.

Tomamos o nosso café da manhã e…

… zarpamos com o nosso amigo Mickey …

… pro bairro de Fushimi.

Mais precisamente, Fushimi Inari.

Este templo xintoísta é muito pra cima, up (como a maioria dos templos xintoístas) …

… e quase um parque de diversões da alma.

Você se purifica …

… vê as raposas que identificam o lugar, …