Posts Tagged 'gastronomia'

dia dodici – italia – toscana – um giro pela terra do pio II, pienza.

02/08/2016

Dia dodici – Itália – ToscanaUm giro pela terra do pio II, Pienza..

Dia de troca de hotel é dia perdido, certo?

Nem sempre.

Acordamos cedo pois tínhamos que ir pra Montalcino.

Melhor, iríamos para o Castello Banfi.

A expectativa era grande, apesar de já conhecermos o hotel quando de nossa outra viagem pra Toscana.

Foi um trajeto de 1,5 hora …

… em rodovias muito boas, …

… apesar de algumas obras …

… e perto do meio dia, chegamos.

Castello Banfi continua impactante.

Ah, jogamos com a possibilidade dos dois quartos estarem liberados, mas somente o nosso estava livre.

Era um quarto bastante grande e extremamente confortável.

Então, colocamos em ação o plano B.

É sempre bom ter um, né?

Resolvemos passear um pouco e revisitar Pienza.

Pra variar, o caminho é uma belezura …

.. e você cansa de ver paisagens que são tipicamente toscanas.

Manja aquelas fotos de calendário?

Chegamos lá …

… vendo uma coisa inédita nesta viagem: chuva!

Caiu pouco, …

… mas o suficiente pra nos abrigarmos no primeiro restaurante aberto que vimos.

Era o Ristorante Il Rossellino.

Tudo bem que eles até relutaram pra nós atender, mas finalmente conseguimos. 🙂

E tudo foi muito bom.

Pedimos 3 entradas: uma de vários tipos de pecorino (Pienza é a terra deles), …

… outra de frios …

… e mais uma com uma tremenda salada de erva doce, o famoso finocchio.

Pra harmonizar e na terra deles, um Super Toscano do Biondi Santi.

Como principais, a Lourdes escolheu um gnocchi com molho de pecorino, …

… a Dé, um trofie com pesto, …

… o Eymard, um talharim com ragu, …

… e eu, um vero hambúrguer de Chianina.

Todos os pratos muito bons e que nos fizeram entender que dificilmente você erra na comida por aqui.

Aproveitamos o pós almoço (e o sol) pra dar uma volta por Pienza.

Esta cidade tem esse nome porque foi a cidade natal de um dos maiores papas do Renascimento, Pio II.

Ele tentou transformá-la numa espécie de centro de artes.

Mas conseguiu fazer com que fosse uma das poucas cidadezinhas planas …

… encantadoras …

… e fotogênicas da Toscana.

Esta vale o fotoblog:

Retornamos de lá e tínhamos uma reserva pra jantar no restaurante gastronômico do Banfi.

E ele tem o nível que se espera.

Optamos por não fazer o menu degustação e não nos arrependemos.

Cada casal pediu, como entrada, uma ótima mozzarella empanada.

Como principais, a Lourdes e a Dé pediram o mesmo prato, um rombo (o peixe!) com uma boa variação de frutos do mar.

Pra continuar no mesmo tema, eu e o Eymard fomos num misto de frutos do mar fritos que estavam demais.

Pra acompanhar tudo a altura, um Chardonnay Banfi 2015.

Olha, foi uma refeição daquelas inesquecíveis.

Assim como todo o cenário que o Banfi te proporciona.

Se de dia já é mágico, imagine a noite!

Arrivederci!

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dcpv – dia undici – itália – toscana – cidades-paradoxo.

31/07/2016

Dia undici – ItáliaToscana – Cidades-paradoxo.

Hoje foi dia de reflexão.

Porque o paradoxo existiu desde o começo da manhã.

Visitaríamos uma cidade menor, outra maior (pelo menos fisicamente).

E ao mesmo tempo, ambas bonitas.

Acordamos um pouco mais tarde (chegamos às 2 da matina do show) e planejamos ir até uma cidadezinha que fica perto do hotel, mas que não conhecemos.

É Certaldo (a terra da cebola).

E é o lugar com aquela descrição manjada “típica, medieval e encravada na colina”.

Tudo bem que chegar ao topo, onde fica Certaldo Alto não é fácil.

Mas depois de idas e vindas, com um visual de tirar o fôlego, chegamos e não nos arrependemos.

O impacto visual é imenso.

Tudo parece como uma Disney real …

… e, inclusive aproveitamos pra tomar alguns Aperol Spritz para dar um amainada no calor, que estava no limite do suportável.

Dali, zarpamos pruma cidade considerada grande, mas não menos bonita.

Esta se chama Volterra.

Ela é muito antiga …

… e totalmente medieval.

Como toda cidade da Toscana, você não pode circular de automóvel pelo seu centro histórico (fique de olho na placa com um círculo vermelho indicando zona de tráfego controlado).

Mas encontramos um estacionamento e chegamos a tempo de cumprir a nossa reserva para o almoço, que seria no restaurante Il Sacco Fiorentino.

Escolhemos almoçar no terraço, ….

… já que o sol continuava a pino.

Pedimos um ótimo vinho branco do Antinori …

… e resolvemos dividir duas saladas: uma de atum …

… e outra de muzzarellini com milho. Ambas perfeitas.

Como principais, a Lourdes pediu gnochette, …

… a Dé um tortellini …

… e eu e o Eymard, dividimos um pici ao calcio e pepe …

… e cinghiale, o famoso javali.

Estavam ótimos.

Como sobremesa, pedimos o biscoito representante desta região, o cantuccini acompanhado de vin santo.

Aproveitamos após o almoço, pra dar umas voltas por esta bonita cidade (que redundância) …

… e comprar algumas coisinhas, …

… além de ter o prazer de passear ..

…. e conversar sem ter um plano muito bem definido.

Flanar também é muito bom na Toscana!

Retornamos ao hotel e tínhamos uma reserva pra jantar no restaurante Bel Soggiorno.

Pra sorte nossa e por mais paradoxal que seja, ele fica na, talvez, mais bela cidade toscana (ufa, é difícil escolher).

San Gimignano é realmente bonita, …

… está sempre movimentada …

… e tem uma aura “particolare”.

Além do mais, a chamada Manhatan toscana, tem em suas torres representantes lídimas do seu charme.

Como estávamos sem muita fome, pedimos um burrata pra dividir pra nós quatro.

Enquanto isso escolhemos um vinho branco vernaccia, típico da cidade, pra beber.

Como principais, a Lourdes continuou testando os risotos e desta vez foi um de funghi com açafrão.

A Dé pediu um bacalhau muito bom e estiloso.

O Eymard arriscou num galeto que estava bastante crocante e saboroso.

Eu acabei não me dando muito bem, pois o meu maialino (um porquinho) estava bastante gorduroso e com um sabor meio estranho.

Nos despedimos de “Sangimi” com um bom champanhe …

… e uma previsivel pannacota.

O restante foi caminharmos mais uma vez pela cidade …

… e perceber que, realmente, ela é imperdível pra quem está visitando esta região italiana (especialmente a sorveteria do Sr Dondoli).

Arrivederci.

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dcpv – dia diece – itália – toscana – e não é que chegou o dia do Bocelli?

30/07/2016

Dia diece – Itália – ToscanaE não  é que chegou o dia do Bocelli?

Era hoje o dia de ver o show do Andrea Bocelli.

Tudo começou da seguinte maneira: o Eymard viu que teria o show dele no dia 30 de julho, conseguiu os ingressos através da Teresa Perez e me mandou um e-mail perguntando se queríamos ir?

Olhamos, eu e a Dé, um para o outro e topamos na hora.

Pronto, estava criado o motivo da viagem.

Daí pra frente foi esticar um pouco antes pra França, …

… aprofundar a estadia na Toscana …

… e o show estava devidamente encaixado no nosso tour.

Portanto, acordamos cedo e fomos aproveitar a manhã toscana.

Pegamos o carro e chegamos em Colle di Val d’Elsa.

A cidade, pra variar, é bem bacana …

… e fica no alto duma colina (que novidade!).

Passeamos bastante, …

… apesar do calor reinante , …

… e resolvemos seguir em frente …

… pra revermos uma das nossas queridinhas, …

…  a belíssima Monteriggioni.

Esta é verdadeiramente um exemplo de tudo o que uma cidadezinha toscana deve ser.

É pequena no tamanho certo, …

… é todinha murada …

… é super conservada, …

… ou seja, o lugar perfeito pra tomar um aperitivo, …

… como os Aperol Spritz que pedimos.

Sem contar que a Dé retornou (esta é a terceira vez) numa loja de bijuterias finas (a Lourdes a acompanhou), …

… lugar perfeito para comprinhas e pra dar uma descansada também.

Próxima parada?

Em Castellina in Chianti, mais precisamente no restaurante Albergaccio di Castelllina …

… lugar mais do que indicado pra fazermos uma ótima refeição.

E foi o que fizemos.

Iniciamos dividindo irmanamente flores de abobrinha fritas e recheadas …

… e um bacalhau cozido em alta temperatura.

Além de uma Ferrari brut. Afinal de contas, estávamos na terra delas.

Como principais, a Lourdes experimentou o melhor risotto da viagem (até agora) , …

… a Dé escolheu um Spaghetti veggie com bastante molho ….

… e eu e o Eymard fomos no mesmo prato, uma codorna que estava divina.

Bebemos um vinho branco do Friulli …

… e dividimos um par de sobremesas que também estava muito bom.

Enfim, o Albergaccio di Castelllina vale mais do que a pena e é um restô pra ser visitado quando você estiver nessa região da Bota.

Saímos rapidamente, pois tínhamos que dar uma descansada pra nos preparar pro show do Bocelli.

Chegamos no teatro do Silenzio, na regiao rural da cidade de Lajatico e tudo impressiona.

A estrutura montada é incrível …

… e só uma pessoa visionária (sem piadinhas) como o Bocelli poderia pensar em fazer um show para 10000 pessoas …

… num lugar em que tudo tem que ser criado do zero.

Neste ano (este é o 11º), o tema seria o circo.

É o que nós vimos foi um espetáculo incrível …

… com as melhores vozes, …

… uma orquestra extraordinária, …

… com atrações de circo de primeira linha …

… e até elefantes verdadeiros!!!

Ah, com o Bocelli cantando e nos emocionando o tempo todo!

Foram duas horas inesquecíveis e certamente faremos um esforço pra assistirmos numa outra oportunidade.

A nossa alma vai agradecer (e os nossos sapatos também).

Por incrivel que pareça, ainda deu tempo de comer umas coisinhas no hotel …

… bebemorar …

… e contar elefantinhos para dormir.

Arrivederci.

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dcpv – dia huit/otto – paris/florença – taí uma rota bacana.

28/07/2016

Dia huit/otto – Paris/Florença Taí um rota bacana.

Dia de troca de hotel em viagem é perdido, certo?

Com troca de país é pior ainda, certo?

É mesmo. 🙂 Hoje não fizemos muita coisa.

Saímos cedo do hotel em Paris, fomos pro CDG …

… esperamos um bom tempo na sala VIP …

… e fizemos um ótimo voo pra Florença.

Foram 1,5 hs de puro prazer com direito a ver os Alpes e as plantações dos ótimos ingredientes que consumimos.

Daí, foi aguentar a complicação do pessoal que alugamos os nossos carros (ê, Europcar!)  e em poucos momentos, estarmos curtindo os ares toscanos.

Sabe que nunca tínhamos percebido o quão perto a Toscana é de Paris? O caminho do aeroporto de Florença até o o hotel Villasanpaolo também foi tranquilo.

E só tivemos tempo de ver o nosso bom quarto , …

… com direito à vista pra San Gimignano, a Manhatan toscana …

…  e fomos bebericar e comeriscar no restaurante do hotel.

Iniciamos tudo tomando um legítimo Champagne, acompanhado de bruschettas (italianas, off course!).

Continuamos com um espumante da casa, um Franciacorta …

… aproveitamos o por do sol …

… e a belíssima iluminação, …

…  pra ficarmos por lá mesmo e jantar.

Ainda mais com este céu!

Pedimos às seguintes coisas: como entradas e para dividirmos, excelentes flores de abobrinhas recheadas com ricota.

Como principais, a Lourdes,um Risotto, que infelizmente não estava al dente, …

… a Dé uma massa, que infelizmente também não estava al dente , …

… e eu e o Eymard, dividimos uma Bisteca Fiorentina que estava no ponto (e muito mal focada! 🙂 ).

Tomamos um vinho tinto da região, indicado pelo Antônio, o nosso atendente e sommelier, que casou muito bem com a Bisteca.

No mais foi conversarmos mais um pouco, fazermos nossos planos toscanos e dormir o nosso justíssimo sono.

Que venha o Bocelli!

Arrivederci!

Acompanhe os outros dias desta viagem:
dia un – Vale do Loire – Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.
dia deux – Vale do Loire – Chateau de Villandry, este lugar é um espetáculo!
 jour troix – França – Vale do Loire – A mulherada fazendo a diferença em Chenonceau.
dia catre – França – Vale do Loire/Paris – Esta rota é um espetáculo.
Dia cinq – Paris – O dia de turistas serem turistas.
dia six – Vinhoteando pela cidade luz.

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dcpv – paris – dia six – vinhoteando pela cidade luz.

26/07/2016

Dia six – ParisVinhoteando pela cidade Luz.

Hoje seria dia de aumentar os nossos conhecimentos.

E na área de vinhos, coisa que apreciamos muito.

Como ontem foi muito atribulado, resolvemos acordar um pouco mais tarde …

… tomar um bom café da manhã no hotel …

… e ir andando até o local onde faríamos o curso, a lindíssima Galerie Vivienne, onde fica a loja de vinhos da Legrand.

É claro que cruzamos todo o bairro de St German de Pres, …

… passamos pelo Louvre …

… e pelo Jardin Royal, …

… onde aproveitamos pra dar uma de parisienses, …

… ou seja, ficar não fazendo nada e vendo o tempo passar.

Galerie Vivienne é logo ao lado, …

… portanto, chegamos no horário.

Lá, a Ana estava nos esperando pra ampliar os nossos conhecimentos do mundo de Bacco.

E todo o conteúdo do curso é muito bacana.

Ela nos levou por uma viagem pelo mundo vitivinicultor francês com todas as nuances sobre particularidades de cada região produtora …

… e ao mesmo tempo, nos explicou numa linguagem simplificada várias coisas que gostaríamos de saber.

Experimentamos um champanhe Bollinger rosé safrada …

… e 5 vinhos tintos, sendo um de cada região importante da França.

É claro que os comeretes não poderiam faltar.

Legumes, salames, frios, foie gras, …

… queijos, pães; a boa comida acompanhou tudo.

Depois de três horas, estávamos aptos a entender melhor este universo que as vezes, parece tão complicado.

Caso você esteja interessado, faça a sua reserva e você não se arrependerá.

Ainda aproveitamos pra tomar mais um vinho branco na própria loja …

… e comprar algumas coisinhas, pois não somos de ferro. Rs

Depois disso tudo, resolvemos voltar a pé, flanando pela cidade Luz. Não deu tempo pra muita coisa, pois tínhamos uma reserva pra jantar no Le Chateaubriand, um restaurante que já foi o 18º do mundo, segundo o ranking da revista Restaurant.

E o jantar foi bem decepcionante.

O menu degustação de 10 pratos é muito pretensioso e com alguns pratos beirando o ridículo. Vejam se não?

Iniciamos com gougères. Eram boas, mas gougères.

Logo depois, vieram ceviches sem peixe e com abacate no seu lugar. Meio sem graça.

A seguir, camarõezinhos fritos. Simplesmente isso!

Como complemento um do outro, serviram pão com tomate …

… e mariscos sem nenhum tempero. Oi?

Já estávamos desanimando quando uma sopinha japonesa (parecia um missô) com 4 miniraviolis foi servida. Parece simples, mas foi o melhor prato da noite!

Peixe com ervas que não conhecemos, …

… outro peixe com pepino e amêndoas cruas (pedi sal porque não estava temperado) , …

… e pra piorar, uma glândula frita com vagens refogadas complementaram o desastre.

Pensam que acabou? Nananinaná.

Como sobremesas um sorvete de cereja com, pasmem, alcaparras , …

… um pseudo toucinho do céu servido com uma gema crua (oi again) …

… e o grand finale, um pedaço de melão com especiarias indianas, que segundo o garçom, seria digestivo. Uma verdadeira balela!

Resumo da ópera bufa: não foi à toa que chef Iñake perdeu todas as suas posições no ranking. Foi merecido!

Au revoir.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
dia un – Vale do Loire – Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.
dia deux – Vale do Loire – Chateau de Villandry, este lugar é um espetáculo!
 jour troix – França – Vale do Loire – A mulherada fazendo a diferença em Chenonceau.
dia catre – França – Vale do Loire/Paris – Esta rota é um espetáculo.
Dia cinq – Paris – O dia de turistas serem turistas.

 

 

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dcpv – dia cinq – paris – o dia de turistas serem turistas.

25/07/2016

Dia cinq- Paris O dia de turistas serem turistas.

O dia prometia ser muito louco e intenso.

Afinal de contas, a ideia seria seguir o trajeto a pé que o guia da Insight Guides – Paris a Pé indicava pra região das ilhas.

E foi o que fizemos.

Primeiramente tomamos o ótimo café da manhã do Hotel Bel Ami, o preferido dos Loguercio.

Depois saímos andando de St Germain de Prés até a extremidade  da Île Saint-Louis pra iniciarmos o tal roteiro. E ele é muito interessante.

Demos uma pequena transgredida e resolvemos fazer o caminho inverso.

Então, o primeiro ponto curioso foi justamente o Hotel Lauzun, construído em 1640, que abrigou alguns poetas famosos, entre eles, Charles Baudelaire e que ….

… no segundo andar, era mantido o Clube dos Consumidores de Haxixe. Imagine daonde vinha a inspiração destes grandes autores? 🙂

Logo após, ainda na Île Saint-Louis, passamos na igreja barroca de Saint-Louis-en-l’Île, construída em 1660. Bem bacana.

Seguimos em frente já entrando na Île de la Cité e passando pela catedral mais famosa da cidade Luz, a Notre Dame.

As filas eram imensas e nos furtamos de entrar num lugar que já conhecíamos.

Logo após, passamos no Marché aux fleurs e vimos bastantes coisas curiosas, apesar de algumas lojas estarem fechadas.

Continuamos passando pela Conciergerie e pela igreja de Sainte-Chapelle …

… e então fizemos a descoberta do tour.

Place Dauphine.

É um lugar ao lado do Palácio da Justiça …

… que foi idealizado como um mercado, …

… mas que parece mais um pedaço da paraíso.

É tão bacana que não resistimos e resolvemos tomar um champagne num dos restaurantes bacanas do local só pra comemorar.

Ou seja, foi simplesmente perfeito!

Terminamos o tour na Pont Neuf …

… e seguimos para o L’Atelier de Joël Robuchon onde tínhamos uma reserva para o almoço.

E como sempre, o queridinho de 10 entre 10 gourmands, não decepcionou.

Pedimos um montão de coisas (segue o fotoblog) …

… e tudo estava perfeito. Sintam esta sobremesa:

Ou seja, o Robuchon continua impecável e imperdível.

Aproveitamos o pós-almoço pra ver algumas lojas de design, …

… passear por Saint-Germain-des-Prés …

… e dar aquela passada na La Grande Epicerie.

Ô lugarzinho bacana!

Vimos um montão de ingredientes de primeira …

… além de tomarmos mais um champagne.

Voltamos rapidamente pro hotel, pois tínhamos um jantar reservado no David Toutain.

A coisa toda prometia e mais uma vez, a promessa foi cumprida. Acontece que chegamos lá e eles separaram uma sala especial para a nossa degustação.

A Dé e a Lourdes estranharam um pouco (a degustação, não a sala!), mas bravos que somos, fomos até o fim.

E foram mais de dez pratos.

Passeamos por verdadeiras maravilhas, …

… com entradas com tomates frescos, …

… vagens picadinhas frescas e al dente, como se fossem um risoto …,

… passamos por peixes …

… dos mais variados sabores , …

… lagosta …

… e colombe, mais conhecida como pombo, …

… além de várias sobremesas diferentes e …

… uma melhor do que a outra.

Tomamos dois vinhos, um branco da Borgonha, um tinto da mesma região …

… e saímos satisfeitos, após verificarmos que o chef David não só estava “on the house”, como veio nos cumprimentar e assinar o seu livro.

Enfim, foi uma noite perfeita …

… e só nos restou caminhar por Paris até chegar no hotel e dormir aquele famoso sonho dos justos.

Au revoir!

Acompanhe os outros dias desta viagem:
dia un – Vale do Loire – Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.
dia deux – Vale do Loire – Chateau de Villandry, este lugar é um espetáculo!
 jour troix – França – Vale do Loire – A mulherada fazendo a diferença em Chenonceau.
dia catre – França – Vale do Loire/Paris – Esta rota é um espetáculo.

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dcpv – traveller flavours by Teresa Perez.

número 424
07/07/2015

Traveller flavours by Teresa Perez.

Pra quem não conhece, D Teresa Perez é proprietária da agência de turismo homônima, que vende tours, uns mais bacanas do que os outros.

Tivemos o prazer de fazer uma viagem ao Peru com a sua presença e o que podemos dizer é que ela é uma pessoa muito agradável e simpaticíssima.

Pois ela acabou de lançar um livro que trata obviamente de grandes viagens e melhor, com o upgrade de incluir receitas bacanas e muito divertidas de cada um destes lugares.

Daí a fazer um menu com elas foi um pulo, ou melhor, um city tour.

Vamos lá, então, as receitas do Traveller Flavours by Teresa Perez.

Entrada – Gaspacho de cerejas com neve de queijo fresco.

Antes de mais nada, fiquei bastante surpreso com esta receita pois ela é feita totalmente no Thermomix. E graças a Dé, eu tenho um na minha cozinha.

É claro que a sua origem é espanhola (é uma receita da chef Dani Garcia). Comece fazendo o Gaspacho.

Coloque no copo do Thermomix, 8 tomates maduros, 1/2 cebola, 1/2 pimentão verde, 1 pedaço de pão do dia anterior, 1/4 de dente de alho, 1 fio de vinagre de Jerez, 200g de polpa de cereja e sal a gosto.

Triture por 2 minutos, em velocidade progressiva de 5 a 10. Acrescente um fio de azeite e programe 15 segundos, em velocidade 15.

Retire do copo e deixe descansar na geladeira.

Para a neve de queijo fresco, ponha 100g de leite no copo do Bimby (este é o nome do Thermomix em português lusitano) e programe por 2 minutos, 100°C e velocidade 1.

Acrescente 250g de queijo fresco e 30g de glucose líquida (mais conhecida como Mel Karo) e triture por 1 minuto, velocidade progressiva de 5 a 10. Quando o creme de queijo estiver bem gelado, deixe descansar no congelador.

Para servir, coloque o gaspacho no prato, sobre ele o creme de queijo …

… e decore com filés de anchova e pistaches.

Aproveitamos o calor e tomamos um bom vinho branco, o Chardonnay Cefiro, que achamos “olé, margoso, bogart, chichichilelele“.

Principal – Murg Ka Soola.

Esta é claramente indiana, do chef Sameer Shah, do Taj Rambagh Palace, Palace, hotel que fica em Jaipur.

E são utilizadas coxas de frango desossadas e cortadas em dois pedaços.

Inicie aquecendo óleo numa panela e salteando 100g de cebola cortada bem fina em fogo baixo até que fique dourada. Retire e deixe esfriar.

Depois, num processador, triture até virar um pasta.

Para marinar, use 200g de coalhada seca, 2 colheres de sopa de pasta de gengibre, 1 colher de sopa de pasta de alho, 1 colher de chá de pimenta vermelha seca, suco de dois limões, 1/2 colher de chá de garam masala, a pasta de cebola dourada e sal a gosto.

Marine o frango com essa pasta e deixe ao menos 6 horas na geladeira.

Após esse tempo, cozinhe o frango no forno preaquecido a 180°C por 25 minutos.

Sirva quente, salpicado com coentro, chaat masala e suco de limão.

Aproveitei e fiz um arroz basmati, porque senão haja frango pra alimentar todos os que estão aqui. 🙂

Tomamos um vinho tinto, o espanhol Monastrell 2011, que foi “mozinho, curlyjoe, momô, manolão“.

Sobremesa – Bolo de cenoura do The Connaught.

Esta receita é do chef Romuald Feger, do restaurante Espelette que fica no famoso hotel The Connaught de Londres. E é um daqueles bolos com cara de veggie (pra variar, foi a Dé que fez).

Numa tigela grande, misture todos os ingredientes secos (250g de farinha de trigo, 25g de fermento em pó, 1 e 1/2 colher de chá de canela, 1 colher de chá de noz moscada e 125g de coco ralado seco). Em outra tigela grande, bata numa batedeira 250g de açúcar mascavo e 5 ovos até que o volume dobre.

Lentamente ponha 185ml de óleo vegetal, batendo o tempo todo. Acrescente os ingredientes secos de uma só vez e mexa lentamente com uma espátula.
Misture lentamente 500g de cenoura ralada e nozes e passas picadas (a gosto).

Despeje numa forma de bolo bem untada.

Ponha no forno a 170°C por uns 40 minutos (teste se está bom com um palito).

Ficou muito bom mesmo.

Eis o que os viajantes acharam de tudo:
Comida de primeira classe. Assim como as viagens da D Teresa. (Edu).
Maravilha D Teresa! Che comida! (Mingão)
Teresíssima! Espetaquilar! (Deo)

Bom, é isso. Se você gosta de viajar e de comer bem, este livro, o Traveller Flavours, sabores que alegram a vida, da D Teresa Perez é imprescindível.

Ele certamente alegrará a sua vida (e o seu estômago).

Bye.

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