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dcpv – da cachaça pro vinho – gastropop da barbarella

bárbaro
09/06/10

dcpv – Gastropop da Barbarella.

O projeto Gastropop das Carla Pernambuco/Carolina Brandão (restaurante Carlota) está cada vez mais gastro e por incrível que pareça, cada vez mais pop.

Já fomos a um montão deles. Por exemplo o do Edinho, o do Bassoleil, o chinês  além de postarmos até sobre os que não fomos.  rsrs
E desta vez, a ideia delas seria trazer a Ana Zita Fernandes, da Barbarella Bakery (tudo a ver com o personagem do filme do Roger Vadin) de Porto Alegre pra fazer o que seria uma nova roupagem da noite do pão/queijo/vinho.

A proposta em sua totalidade é muito interessante: o que seria inicialmente um projeto acadêmico da própria Ana Zita, a ideia de resgatar o pão como um alimento do cotidiano das pessoas através  do desenvolvimento do fermento natural (levain) e do pão de fermentação natural (pain au levain) se transformou num negócio: a  Barbarella Bakery.
É claro que em volta de um belo pão tem sempre gente feliz e de bem com a vida. E como felicidade e boa comunicação é o lema dos Gastropop, estavam jogados todos os sapos n’água.

Aproveitei o clima e convidei o Eymard, nosso grande amigo, futuro sócio e comentarista de blogs (dcpv, Conexão Paris, Comensais) pra desfrutar de algumas boas horas de puro divertimento.
E às 21:00hs estávamos lá. A Dé, eu e o Eymard.
Fomos chegando e dando alô pra todos além de começarmos efetivamente os “trabalhos”. Nos alojamos na Cozinha do Studio 768 e tomamos o primeiro copo do vinho português Conversa D’Ouro 2007.

Fraquinho e gostoso, caiu bem junto com a mini-empada de frango com pomodoro e catupiry.

Deixa eu explicar melhor o espírito do jantar que tem tudo a ver com o da Barbarella: seria um tout le pain! Ou seja tudo o que foi servido tinha como base a panificação.
Ao longo da noite comemos: mini-Bardots (mini-croissants com gruyère gratinado e presunto),…

… panelinhas com 3 molhos quentes do Carlota (posso estar enganado, mas estes nós nem vimos!! rs) com pães barbarellosos, baguetes, Alaska sandwich (bagel, cream cheese, carpaccio de salmão defumado e ciboulettes),  …

…  e sopa de cebola francesa dentro de levainzinhos.

Ainda tivemos o que eu chamei de “um plus a mais”! Uma degustação do queijo português da Queijaria Monte da Vinha que era simplesmente dos deuses.

Extremamente cremoso e com identidade própria. A Joana Garcia , a proprietária nos explicou todo o processo de fabricação (totalmente artesanal) e inclusive, nos disse que já, já ele estará disponível pra venda por aqui (provavelmente no sex shop).

E combinou perfeitamente com o outro português da noite. O Alentejano Monte do Pintor, uma verdadeira maravilha da vinicultura lusitana.

Enquanto isso conversávamos muito. Planos como a sociedade no dcpv; novos negócios; pro jantar exclusivo (falamos bem de todos os participantes,viu??); pro bate-bebe-bebe (hic!)-volta de Reims foram esmiuçados e programados à exaustão.
Ainda comemos um pedaço da torta brownie, objeto do workshop da Ana que, confesso, vi muito pouco. Estávamos nos divertindo e tomando uma saideira de vinho do Porto, além duma última experimentada/degustada no queijo. O slogan dele, “cremoso na textura… irresistível no sabor” é a mais absoluta verdade!!

Pronto. Noite terminada e aquela máxima mais uma vez prevaleceu: quando você está se divertindo muito, o tempo passa rápido, demais, né Eymard?
Ah! Já marcamos pro próximo Gastropop e desta vez, a Lourdes não escapa. A Dé já falou pro Eymard trazê-la de qualquer jeito!
Qual será? Ainda não sei, mas a Carla e a Carolina prometeram me enviar a programação por e-mail. Vamos aguardar!

Abs panificados pra todos.

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dcpv – da cachaça pro vinho – gastro pop indiano com a meeta ravindra- não fomos mas adoramos!

carlotiano
26/07/08

dcpv – Gastro Pop Indiano com a Meeta Ravindra – não fomos mas adoramos! 

Quem passa por aqui sabe que nós (eu e a Dé) somos clientes cativos dos Gastro Pop produzidos pela dupla Carla Pernambuco e Carolina Brandão lá no Studio 768. Não tínhamos perdido nenhum até agora: o do Carlos Siffert, o do Edinho Engel, o do Marcos Sodré e o da Ana Bueno.
Pois bem, não tínhamos! Coincidentemente, este Indiano com a Meeta Ravindra aconteceu justamente no dia 26/07 quando estávamos em Chicago no final das nossas férias que começaram na Costa Leste do Canadá. Mais precisamente, comendo (inclusive o cardápio!) no Moto do chefe Homaru Cantu. Mas isto é assunto pra outro post.

Voltando ao Gastro Pop, quem conhece e gosta de comida Indiana, também conhece e gosta da Meeta Ravindra, pois ela é uma autoridade na cultura hindu. “Cada menu dela leva em consideração o valor nutritivo de uma refeição, as propriedades ayurvédicas (medicinais) dos ingredientes e uma perfeita combinação pra satisfazer os mais diferentes paladares” . Palavras da Carla.

E como é que eu sei que foi bom se não comparecemos ao evento?

Primeira pista – Convenci a Carla a me mandar o livreto com o texto explicativo e as receitas. Afinal de contas, somos membros honorários dos Gastro Pop com direito a cartão Platinum e tudo o mais.

Segunda pista – Convenci a Carolina a me enviar as fotos que ela tirou e que por sinal, ficaram muito boas.

Terceira pista – O próprio texto que o Eduardo Logullo redigiu e que começa assim: “Índia. Pontos de exclamação. Falamos da nação que permanece como um dos principais fluxos de referência da humanidade. De lá viemos nós, os arianos, de lá brotou o budismo, de lá o Ocidente passou a compreender a grandeza cultural do continente asiático, de lá os europeus atingiram a China, de lá o paladar do planeta alcançou outros contornos gustativos“.

E termina assim: “Para encerrar, uma ode ao animal mais importante da Índia : a vaca. Este pacífico mamífero está no panteão das divindades do país também como principal reserva de proteína animal e de energia. Como assim ? Desse jeito: por não matarem as vacas, existe produção farta de iogurte e queijo além da produção natural do esterco usado para acender os fogareiros, comuns nas áreas rurais. A vaca está protegida por quase trinta divindades espalhadas nos diversos pontos do ruminante. Por exemplo: as tetas onde jorram o leite são cuidadas por Amirthabagaram. A deusa das tetas deve ser, portanto, a protetora dos doces e pudins, das tortas e dos crepes, das rasgulhas, dos gulab jamuns e das jalebi. E os preparados de iogurte, os lassi ? Melhor parar por aqui. Ou então se deixar levar pelos aromas indianos que pairam sobre tudo, sobre esta sala, sobre você e sobre o mundo“.

Quarta pista – As receitas que a grande mestra Meeta Ravindra preparou:

Entradas

Dahi Vara: bolinho de feijão Urad (indiano) com yogurte condimentado acompanhado de Imli Chutney (chutney de tamarindo com tâmaras) e Hara Dhaniya Pudina Chutney ( chutney de coentro e hortelã)

Pratos principais

Pulao – Arroz Basmati (o queridinho daqui de casa) com cravo, canela em pau, louro e ghee.
Mattar com Toovar Dal – ensopado de ervilha seca e ervilha indiana com condimento.

Aloo Sabzi – batata refogada com ervilha fresca, castanha de caju, uva passa, ghee e condimentos.
Tandoori Chicken – frango ao forno temperado com yogurte e condimentos.

Chapati – pão indiano preparado na chapa e assado sobre a chama do fogo.

Sobremesa

Gulab Jamun – bolinho de leite em pó com cardamomo e embebido em calda de rosas.

Resultado: Não estivemos fisicamente lá, mas com todas esta informações, certamente fomos alimentados espiritualmente por esta celebração! Portanto, não fomos mas adoramos!

E a julgar pela foto abaixo da Carolina e do Carlos, a diversão foi garantida!

Namasté!

PS – Teremos um Gastro Pop Japonês com a Mari Hirata no próximo 20/08. Já reservamos!

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dcpv – da cachaça pro vinho – carlota – gastro pop – etapa 4

lá vamos nós de novo
26 e 27/06

Gastro Pop
Etapa 4
Cozinha Caiçara
Studio 768 e Carla Pernambuco
27 de junho de 2008
Chef convidada : Ana Bueno

Pequeno preâmbulo: eu não sou muito de chegar cedo nos lugares. Por incrível que pareça, nos Gastro Pop anteriores (o Persa, o Brasileiro e o Thai), nós, eu e a Dé, chegamos sempre cedo. Pra você ter uma ideia, no Thai (por desencontro de informações) chegamos 1:15 hs adiantados. O Marcos Sodré não estava nem preparado ainda … rsrsrs.

Pois bem, nesse, nós exageramos. Por minha única e exclusiva culpa, chegamos 24 hs adiantados. Não sei daonde eu tirei que o evento seria no dia 26/06!
A sorte é que o Carlota é bem na frente e duas taças de vinho (tá, ficamos mais de duas horas lá !), um mix de entradas brasileiras e um mix de rolinhos depois, voltamos pra casa felizes e pensando como seria este Gastro Pop Caiçara.

 

E como sempre, foi muito bom. Começou pelo belo texto do Eduardo Logullo no lindo encarte sobre a cozinha Caiçara: “os caiçaras se espalharam por todo o litoral de SP e região sul do Rio, deixando marcas em IlhaBela, Caraguá, Ubatuba, Mongaguá, Itanhaém, Ilha Comprida, Peruíbe e Paraty. Esta última cidade hoje é o ponto mais importante da reinvenção das tradições culinárias da cozinha caiçara. Graças à inventividade dos chefs de Paraty, voltaram à mesa receitas como peixe azul marinho, peixe na areia, camarão casadinho, manuê de bacia, massapão, paspalhão, café com caldo de cana e até o inevitável pé-de-moleque.”

Historicamente a agricultura regional complementa a alimentação diária dos pescadores, sendo que a principal componente é a santa farinha de mandioca (né, Neide !), onipresente nas refeições“.

A Ana Bueno é chefe e proprietária do Banana da Terra (e autora do livro acima), um belo restaurante de cozinha brasileira localizado em Paraty e considerado pela revista Prazeres da Mesa, um dos 50 melhores do Brasil. Nós já fomos lá em 2002 mas segundo a própria Ana, foi feita uma grande reforma depois disso e o restô está muito mais bonito, além de participar também da Associação da Boa Lembrança. Taí um bom programa: ir a Paraty e comer no Banana da Terra!
Por sinal, a Ana é simpaticíssima e respondeu galhardamente a todas as perguntas que eu fiz além de contar todos os segredos das suas receitas. Se alguém quiser alguma delas (ou todas) é só avisar!

Bom, vamos aos pratos servidos no 4º Gastro Pop, a cozinha caiçara da Ana Bueno .

Entradas

Cestinha crocante ao curry com milho, camarão marinado, cebola e pimenta.

Praticamente um ceviche caiçara. Muito bom.

Bolinho de carne seca com paçoca de banana e geléia de frutas.

Delicioso ainda mais com o contraste agridoce.

Mouffins de aipim com creme de siri gratinado.

Gostoso e parece uma queIjadinha salgada caiçara.

Terrine de linguiça caseira e cogumelos da serra.

Um bolo salgado e muito bem temperado.
Esta foi a fase em que ficamos na cozinha observando a Ana, a Carolina Brandão e as auxiliares trabalharem. Aí fomos pra mesa (ela é única) onde os pratos principais seriam servidos.

Começamos com Capuccino de palmito pupunha

Sopinha leve e com mussarela desfiada no fundo.

Serviram um bom vinho branco (chileno ou argentino) e também não me lembro do produtor.

Lombo de robalo com manteiga de ervas e banana da terra.

Este robalo anda nos perseguindo. E ainda bem pois é gostoso demais!

Polenta de farinha de Paraty , frutos do mar e caldinho de camarão com folhinhas de caruru.

 

Polenta de fubá com frutos do mar (lula, camarão, polvo) al dente. Pra mim, um dos melhores da noite!

Ah! Serviram também um vinho tinto com as mesmas características do branco: não sei nada sobre ele, mas era bom.

Como sobremesas:

Massapão

Parece realmente uma massa de pão doce assado ou melhor, um bolo muito gostoso com textura de “encruado”. E uma bela calda de maracujá pra acompanhar.

Sonho de aipim recheado de goiabada e catupiry e sorvete de goiaba.

Gostoso e uma versão caiçara do suflê do Carlota !

Resumo: Mais um acerto da Carla na escolha do tema pois a comida caiçara da Ana é simples, gostosa e resgata bastante a genuína comida brasileira.

Pra terminar, fique com mais um belo trecho do texto :
E na hora da sobremesa, quem comanda é dona batata doce. Ela se junta, toda feliz e bonachona, com outros dois colegas de tacho : o coco e a jaca. O capítulo doce não se encerra aí. Na roda dos caiçaras aparecem broas de milho e pés-de-moleque (sem amendoim, com melado de cana, farinha de mandioca e gengibre ralado, receita do tempo dos escravos). Os termos “light” e “diet” são palavrões cabeludos na cozinha deles. Por isso o caldo de cana e o melado circulam muito à vontade, combinados com traiçoeiras e sedutoras cachaças. Embarque nessa canoa. E vida longa ao povo caiçara.”

Vida longa pra todos nós! Que venham outros Gastro Pop!

Até!

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dcpv – da cachaça pro vinho – maratona gastronômica: gastro pop – etapa 3 – thai

extra
28/05/08

dcpv – Maratona Gastronômica: Gastro Pop 3 – Comida Thai  

Colorida. Gengibrada. Aromática. Galangalada. Condimentada. Curriada. De apelo visual. Erva aromaticazada. Nam Plazada. Arroz Jasmimeada. Capim Limonada.  Lima Kaffirada. Apimentada. Coentrada. Leite de Coco(epa!), Tamarindada. Pasta de camarão secada (fedidíssima!).
Junte tudo isso (e mais um montão de coisas) e você terá a maravilhosa cozinha Tailandesa.

E foi o que nós (eu e a Dé) tivemos ontem a noite quando fomos a Etapa 3 do Gastro Pop, o projeto da Carla Pernambuco (Carlota) que pretende mostrar descontraidamente as cozinhas de diversos lugares do mundo e das diferentes regiões do Brasil.

Desta vez, o chefe convidado foi o Marcos Sodré do belíssimo restaurante Sawasdee de Búzios (e que agora também tem uma filial no RJ), um ex-engenheiro (corporativismo de novo !) super boa-praça que esteve sempre à disposição pra responder perguntas (e olha que eu as fiz aos montes) e que também nos explicou como chegou a montar o Sawasdee (esta história eu conto depois mas teve a ver com o “finado” Da Nang. Quem se lembra ?).
Ah! Antes que alguém pergunte sobre os mini-tagines azuis, a própria Carla me disse que eles só são usados no Stúdio, pois ela tentou utilizá-los no Carlota, e o pessoal da cozinha quebrava muito quando ia lavá-los (e ela, como todo mundo que elogiou, acha que eles são muito “bonitinhos” pra serem quebrados!)
Mas, vamos aos pratos! Todos muito saborosos,  com odores e texturas estonteantes !

DRINKS

My Thay (belo trocadilho do Marcos Sodré): gengibre, capim limão, folhas de lima kaffir maceradas, Absolut Citron e gelo.
Koh Tao: lichias (em calda), suco de laranja, Absolut e gelo.

dcpv – Refrescantes e deliciosos. Faça!

COQUETEL

Rolinho de papel arroz com camarões, tomate seco e manjericão ao molho de gengibre.

Endívias recheadas com massa harussame e picadinho de porco com cebolas crocantes. E seguradas pela Carolina Brandão, a co-Carlota.

Cestinhas crocantes com tartar de atum e castanhas d’água.

dcpv – Todos excelentes com destaque especial pro contraste da endívia com o picadinho de porco (amargo/doce) . E pra cestinha crocante que parecia ser feita de mandiopã!

ENTRADA

Tom Kha Gai (isto não é um trocadilho!)

Um caldo de galangal com leite de coco, lâminas de frango, cogumelo, mini-milho e folhas de coentro.

dcpv – Muito bom, refrescante e pegando na pimenta (do jeito que nós gostamos!)

PRINCIPAL

Filé de Robalo ao Curry Vermelho com Farofa de Caju.

Magret de Pato ao Tamarindo.

dcpv – Filé de Robalo (o frango dos peixes) bem temperado com destaque pra farofa feita com farelo japonês (panko) e castanhas de caju picadas. Descobri que estou me transformando num farofólogo!

Ah! Ainda serviram vinhos branco (um francês) e tinto (um chileno). Que bela descrição, heim?

SOBREMESA

Panqueca de Coco e Banana com Sorvete de Creme e Calda Quente de Maracujá.
Bastonetes de Frutas com Açúcar de Pimenta e Coco Torrado.

dcpv – Sobremesa thai mesmo! Colorida, aromática, condimentada, de apelo visual ….

Não precisa nem dizer que a Carla acertou novamente pois, pelo que foi mostrado acima, deu pra perceber que o Gastro Pop 3 foi tanto Gastro (e que gastro!) como Pop (pois novamente o ambiente esteve super acolhedor!).

E vamos ao  momento cultural; “Você sabia que”:
– As facas nunca vem à mesa na verdadeira cozinha thai porque as receitas “trabalham” as carnes e os legumes no intuito de facilitar a mastigação?
– A etiqueta thai aconselha que vários bolinhos sejam comidos com as mãos depois de tocarem suavemente os potes dos molhos? (viu, Agdá?)
– E que há jantares cerimoniais que podem oferecer aos convivas até 200 receitas de preparos diferentes?

Bom, agora é contar nos dedos os dias que faltam pro próximo Gastro Pop  que será no dia 27/06 com a comida Caiçara da  Ana Bueno do Banana da Terra lá de Paraty.
Estaremos lá pois pretendemos ganhar o prêmio Carlota (rsrsrs) como os frequentadores mais assíduos de todos os tempos!

Pra terminar, um pouco da filosofia thai do belo texto do Eduardo Logullo :

Embarcar na cultura Thai é render-se ao prazer dos sentidos, ao poder do sensorial. Abra os olhos, agradeça a Buda a fartura da mesa, apure as narinas, prepare a boca para uma orquestração de paladares e esqueça o tempo. Antes, porém, junte as duas mãos na altura do peito e diga: Sawasdee! A Tailândia pode ser aqui.”

Até !

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