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dcpv – dia siete – espanha – país basco – guggen … heim?

27/06/2011

Dia siete – Espanha – País Basco – Guggen … heim?

Hoje era o dia de conhecer a obra-prima do arquiteto canadense Frank Gehry .

Por incrível que pareça, foi também o primeiro dia com tempo ruim da viagem.

O céu estava muito nublado e tivemos um decréscimo de 18 graus na temperatura.

Mas mesmo assim os planos iniciais se mantiveram.

Acordamos cedinho, tomamos um ótimo café da manhã no hotel e rumamos pra Bilbao (ou Bilbo, em Euskera, a língua basca) que fica a 80 km de Donostia (a popular San Sebastian).

E fomos direto pra tentar dar uma olhada no Guggenheim antes do nosso almoço, marcado pro restaurante do próprio museu.

Pegamos um chuvisco no caminho (optamos pela auto-estrada pedagiada) e chegamos em Bilbao por volta das 12:00 hs.

Tivemos um pequeno stress pra achar um lugar pra estacionar. Acabamos num shopping próximo ao museu e foi uma boa estratégia, já que aproveitamos tanto a ida …

… como a volta pra curtirmos a visão desta maravilha da arquitetura mundial.

Chegamos, …

… admiramos a obra do nosso queridinho  Anish Kapoor, …

… a aranha da Louise Bourgeois (ops), …

… e subimos pra curtirmos o famoso cachorrinho (cachorrão?) florido, o Puppy do Jeff Koons.

E ele é demais mesmo.

Como tínhamos quase uma hora pro almoço, resolvemos conhecer o acervo do museu.

Tudo bem que todo mundo diz que o Guggenheim é mais bacana visto como uma construção fora-de-série, do que um museu interessante.

E é claro que discordamos.

Existem obras de arte moderna muito bem boladas por lá como o labirinto (as fotos são proibidas, mas …), …

… as plásticas bexigonas …

… além do prédio ser internamente tão interessante quanto a sua parte exterior (placas de titânio à parte).

Quando você está lá dentro, tem a exata noção do quanto deve ter sido legal transformar este projeto em realidade (foram 5 anos de construção).

Esta uma hora passou bem rápido e tínhamos que nos alimentar fisicamente, depois da alma estar abastecida.

Ainda bem que reservamos antecipadamente uma mesa no restaurante do museu (a espera é imensa. Mande um email que eles respondem no outro dia).

A nossa mesa estava lá no espaço frankghérico, com suas divisórias onduladas vermelhas, …

… cadeiras assinadas …

… e um cardápio de madeira e curvo (e em Euskera ou Euskara).

Tudo isso pra te oferecer uma refeição bastante requintada e pros padrões daqui, muito barata. Vejam bem: são 28,50 Euros por pessoa com entrada, principal, sobremesa, água, uma garrafa de vinho (branco ou tinto) e cafezinho.

É uma pechincha, ainda mais pela qualidade de tudo. Todas as opções são tentadoras.

A Dé escolheu cebolietas glaseadas en su sugo, tomillo e musse de idiazabal. Uma tremenda espuma de queijo com cebolas muito macias.

Eu, uma ensalada de anchovas com pralinê de sementes e várias lechugas ou seja, uma salada com alfaces crocantes, não esquecendo das anchovas frescas (do tamanho de manjubinhas) e muito bem temperadas.

O vinho branco era da casa e um bom Verdejo Viña 65 2010.

Como principais uma Merluza ao horno, berenjena, tomate e albahaca com mojado de aceitunas negras pra Dé. Uma pintura!

Eu fui de chipirones a la antigua, crema de garbanzas y caldo de su coccion.

Melhor falando, lulas em su tinta com um purê de grão de bico.

Todos absolutamente perfeitos.
Como a sobremesa estava incluída, fomos pro sacrifício.

Um melocoton assado com tomillo oreado, crema de almendras y gelado de queso (pêssego, amêndoas e sorvete de queijo) pra mim …

… e leche, cacao, avellanas y … pra Dé.

A sobremesa era descrita assim mesmo com reticências. E elas eram, segundo a Dé, um ótimo sorvete de chocolate.

Dois cafés depois, a conta paga (inacreditáveis 58 Euros) e continuamos o tour pelo Guggenheim.

Primeiro, uma visita consumista à excelente lojinha. E depois mais um passeio ao redor do prédio mais vistoso que já vimos.

Ele mais parece uma destas modelos famosas fazendo poses …

…  e caras diferentes (inclusive, aproveitamos o clima).

Logo após, fomos dar umas voltinhas por Bilbao que tem cada vez mais projetos arquitetônicos diferentões e …

… modernosos.

Ainda sobrou tempo pra darmos uma breve passada na cidade de Gernika, …

… aquela mesma onde Picasso se inspirou pra pintar uma de suas obras mais famosas.

Chegamos ao hotel, nos arrumamos pra irmos jantar no Mugaritz do chef Andoni Luis Aduriz (e do brasileiro Rafa Costa).

Bom, este merece um post especial.

Não percam porque foi sensacional (18. Sim, 18 pratos).

Agur.

Acompanhe os dias anteriores da viagem:
Dia Uno – Espanha – La Rioja – Marques de Riscal, o hotel.
Dia Dos – Espanha – La Rioja – Museu do Vinho e cidadezinhas bacanas
Dia Tres – Espanha – La Rioja – Bodegas maravilhosas e arquitetura não menos
Dia Cuatro – Espanha e França – La Rioja e Bordeaux – Final de semana em Martillac
Jour Cinc – France – Bordeaux – Passeando e entrando no mundo dos Premieres Grands Crus
Dia Sei – França e Espanha – País Basco – Você sabe o que é euskera? Pintxo você sabe, né?

.

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