Posts Tagged 'il falconiere'

dcpv – castiglion del ferracci di vasconcelli

número 358
23/07/2013

Castiglion del Ferracci di Vasconcelli.

Como sempre, as viagens continuam influenciando os menus aqui no dcpv.

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E no caso deste último e marcante tour pela Toscana, as experiências tiveram peso.

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Aproveitei que o Mingão estava doidinho pra fazer a sopa de abóbora dele e deixei a entrada por sua conta.

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O restante foi tirado duma aula de culinária que fizemos no belíssimo hotel Il Falconiere, localizado próximo a Cortona, a terra da Frances Mayes.

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Vamos lá, então, às receitas toscano/botucatuenses.

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Entrada – Sopa de Abóbora do Mingão.

Já que o chef Domingos queria cozinhar, então ele ficará com a palavra, ou melhor, a receita:

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Ingredientes : 1 litro e meio de caldo de frango, 1 kilo de abóbora japonesa, 3 maçãs vermelhas descascadas, 2 colheres de gengibre ralado, 1 cebola grande picada, 1 colher de manteiga.

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Modo de fazer: dourar a cebola na manteiga, acrescentar a maçã, a abóbora e refogar por 10 minutos sempre mexendo.
Juntar o caldo de frango deixar ferver e abaixar o fogo, cozinhando por 25 minutos.

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Retirar do fogo, bater com o mixer e acrescentar o gengibre. Temperar.
Ficou uma delícia!

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Tomamos um vinho tinto, o Cabernet Sauvignon Familia Bianchi 2011 que abrilhantou este aveludado néctar. Nós o achamos “surpreendente, exquisito, titular, soberbo”.

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Primo – Pici.

Este pici é um macarrão típico da Toscana.

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E extremamente curioso, já que a sua massa é feita somente com água e farinha.

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Misturados na proporção 1:1, amassados e descansados por 20 minutos. Aí é só abrir e enrolar.

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Sim, mais uma tipicidade dele é ser enrolado com a mão como se fossem espaguetes, só que um pouco mais “gordinhos”.

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E o acompanhamento ideal é um molho de tomates bem encorpado e com a utilização de bastantes ervas.

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Ficou realmente delicioso.

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Ainda mais com um vinho branco também encorpado (?!?!), o Chardonnay Jacobs Creek 2012 que foi “de casa, da casa, companheirão, idem”.

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Secondo – Linguado enrolado em abobrinha.

A receita original foi feita com um turbot, que devido a falta, foi substituído (e a altura) por um belo linguado.

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O processo de execução é o seguinte: pique um dente de alho e ervas diversas, …

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… junte com pão velho italiano batido e …

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… deposite sobre fatias de peixe que foram temperadas com sal e pimenta. Coloque este peixe sobre fatias bem finas de abobrinha, …

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… enrole e feche com um galho de alecrim (só usei alguns).

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Aí é só dar uma selada numa frigideira com um pouco de azeite, colocar um pouco de vinho branco e levar ao forno médio por 15 minutos.

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Sirva com um molho feito com uma base de tomates e algum tipo de frutos do mar (usei camarões e vôngoles).

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Olha, ficou muito bom mesmo!

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Sobremesa – Sorvete de creme.

Devo confessar que por estar atrasado, apelei. Peguei um pote de sorvete Quibuono (mais conhecido como Kibon) e servi simplesmente com uma farinha de amaretto e de cantuccini.

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Taí uma sobremesa simples e gostosa.

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Eis a opinião dos ítalos-caipiras:
Perfeito. De cabo a rabo! (Edu)
The best!!! Top one. (Mingão)
De rabo a cabo! Nunca dantes corneado! (Deo)

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Bom, é isto aí! Certamente você não sairá duma aula de culinária na Toscana sem a perspectiva de reproduzi-la em quase que sua totalidade.

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São tantos sabores e tantos truques que aliados a simplicidade, te fazem querer dividir estas informações com todo mundo.

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Ainda mais que ainda tivemos, nesta mesma noite, a preciosa colaboração do prof Domenica, além do anizete da D Anina!! 🙂

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Arrivederci.

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dcpv – cuarto giorno – sob o sol (e a chuva, e a tempestade e a cozinha) da toscana

02/06/2013

Cuarto giornoSob o sol (e a chuva, e a tempestade e a cozinha) da Toscana.

Hoje o dia prometia.

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Prometia muito sol e também muita atividade.

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Dormimos um pouco a mais (domingão, pessoal!) e fomos tomar um tardio e bom café da manhã (estas laranjas sanguíneas são espetaculares, né?).

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Ficaríamos o dia todo na região próxima ao hotel.

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Fomos de manhã pra Cortona, uma belíssima cidade.

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E estava mais divertida ainda por causa do mercado medieval que acontecia no centro.

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São várias banquinhas das mais variadas coisas (comidas, temperos, máscaras, bebidas, etc).

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Enfim, o entretenimento foi mais do que garantido.

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E além disso, ficou parecendo que estávamos num filme em que o cenário era perfeito e localizado na Idade Média.

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Andamos bastante, …

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… vimos extasiantes paisagens (Cortona fica bem no alto), …

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… compramos algumas coisas úteis (temperos, sapatos, echarpes, potinhos), …

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… tomamos umas flutes de Prosecco em homenagem a libertação dos sócios (com esta belíssima vista), …

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… e resolvemos almoçar frugalmente, já que teríamos um curso de culinária na parte da tarde.

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Optamos por comer duas massas básicas, num restaurante novo que existe desde 1904, a Antica Trattoria!

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Pra Dé, um agnolotti recheado com ricota e trufa preta

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… e pra mim, um panzerotti recheado de ricota e mozzarella de búfala com pesto de manjericão.

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Como sempre, estavam muito boas.

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Continuamos passeando (e contemplando) Cortona …

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… e nos encantando cada vez mais (não foi a toa que a Frances se apaixonou também).

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Como estávamos próximos do horário do curso, saímos meio que correndo e com o Sol da Toscana batendo a pino.

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Esta aula seria ministrada pelo Richard Titi, o chef do hotel Il Falconiere e pasmem, italiano da gema.

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A idéia é bem bacana. Você aprende a fazer um menu toscano completo,…

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… toma um pouco de vinho (dos bons), …

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… aprende algumas dicas muito legais, …

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… experimenta o que aprendeu …

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… e ainda tem direito a um jantar no restaurante principal do hotel comendo tudo o que foi feito.

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Vamos por partes: iniciamos pela sobremesa. É uma torta de maçãs com creme e feita numa massa folhada.

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Só não fizemos a massa.

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Segue o fotoblog:

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Logo depois, recheamos flores de abobrinha (a popular zuchinni) com um creme muito bom de ricota, parmeggiano e muitas outras ervas e especiarias.

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Mais um fotoblog:

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Aprendemos como fazer a massa, o Pici, uma macarrão fresco muito típico e interessante daqui. É quase que um superspaghetti feito a mão e curiosamente não leva ovos na sua receita.

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Novidade? Mais um fotoblog:

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Encerramos com um peixe que é enrolado numa tira de abobrinha, recheado com migalhas de pão temperadas e finalizado com um galho de alecrim.

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Espetacular!

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Segue mais um fotoblog, já que a Dé estava inspirada:

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E já no finalzinho da aula, por volta das 19:30hs, o Richard nos informou que o jantar (olha que além de termos experimentado tudo, ainda tomamos vinhos e degustamos queijos, salames e chocolates) seria servido no restô principal na hora que reservássemos.

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Rimos muito e ainda mais por causa da tempestade que caiu.

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Já as 21:30 hs, estávamos a postos pra verificar se realmente sabíamos cozinhar.

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E não é que tudo ficou realmente muito bom?

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As flores de abobrinha,

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…  o Pici, com um molho incrível de tomates, …

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… o Turbot enrolado na abobrinha com um molho excelente de alcaparras e mariscos, …

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… e a sobremesa, a Torta Toscana de Maçãs.

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Vinhos toscanos da casa complementaram tudo e ainda bem que o nosso quarto era bem longe e abaixo do nível do restaurante, o que significa que descemos “rolando”!

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Enfim, foi uma despedida e tanto duma cidade que é (como diria a Dé) realmente encantadora.

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Arrivederci que amanhã vamos beber Brunellos e  Supertoscanos, no lugar onde eles são feitos.

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Leia sobre os outros dias desta viagem:
Primo giorno toscano – De FV pra Toscana, ou melhor, Cortona.
Secondo giorno toscano – Voltando a Chianti e ao Castelo de Volpaia.
Terzo giorno toscano – Uma verdadeira puxada (curva) até Urbino.

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dcpv – secondo giorno toscano – voltando a chianti e ao castelo de volpaia.

30/05/2013

Secondo Giorno ToscanoVoltando a Chianti e ao Castelo de Volpaia

Por enquanto, estamos vivenciando o literal Sob a chuva da Toscana.

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Eu até entendo que as videiras precisam de água (e blá-blá-blá), mas bem que São Pedro podia desligar um pouquinho a torneira, né? 🙂

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Acordamos cedo e fomos tomar o ótimo café da manhã do hotel.

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E claro que mesmo com tudo úmido, o visual toscano é uma belezura.

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Saímos rapidamente já que tínhamos horário marcado pra fazer uma visita à vinícola que fica no Castelo de Volpaia.

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Traduzindo, Volpaia fica na região do Chianti, o que significa quase 1,5 horas dirigindo na maioria das vezes em estradinhas bucólicas e cheias de curvas.

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Não precisa nem dizer que chegamos 10 minutos atrasados, o suficiente pro tour já ter partido.

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Quando estávamos quase desistindo, vi uma turma ao longe, fui perguntar e bingo: eram eles.

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Não perdemos quase nada e conseguimos ver todo aquele processo manjado de execução do néctar dos deuses. Este vale o minifotoblog:

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Fomos também ao frantoio, o lugar onde as azeitonas são espremidas a fim de se obter o azeite.

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Terminamos tudo com uma degustação de 4 vinhos (um branco, dois Chianti e um SuperToscano).

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Passamos pela lojinha (o dromedário começou a encher), …

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… compramos alguns bons exemplares e rumamos pra Castellina in Chianti.

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A cidade é bem bacana e o destaque é a Via delle Volte, …

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… uma rua que fica sob as muralhas …

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… e que tem muitas lojinhas e lugares interessantes.

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Como estávamos na hora do almoço, fomos procurar o famoso restaurante Albergaccio de Castellina (dica do sócio) e batemos com a porta na cara já que eram 14:30 hs e a cozinha estava “chiusa”.

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Voltamos pro centro de Castellina e almoçamos na Enoteca Le Volte, …

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… um lugar charmoso e com mesas ao ar livre (neste momento, o sol já tinha saído um pouquinho).

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Pedimos o básico (se bem que, por aqui, o básico é tudo).

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Uma Caprese pra Dé,…

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… um prato de salumi e formaggio pra mim …

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… e uma garrafa dum Chianti DOCG da casa.

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Foi só deixar o tempo passar e aproveitar dos magníficos ingredientes toscanos.

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Passamos a tarde praticamente andando de carro e fugindo da chuva (procuramos a loja de produtos orgânicos do nosso amigo Sting, mas não encontramos).

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Voltamos ao hotel, …,

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… porque jantaríamos no centro de Cortona, mais precisamente na Osteria del Teatro.

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Só não contávamos com a dificuldade total de acharmos o local. A cidade é praticamente uma pirambeira.

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E lá, como em todas as cidades desta região, é proibido entrar com automóveis não autorizados no centro (a multa é pesada). Resultado? Andamos muito até chegar a Osteria.

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E pra variar, valeu muito este “sacrifício” (perceba que todas estas fotos da parede são de artistas famosos que comeram lá, além de nós).

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Começamos com um antipasto misto dell’Osteria, composto de suflê de berinjela, alcachofra recheada e um lombo com lardo. Uma delícia.

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Como principal, a Dé foi de Bacalá gregiato com salsa de piselli e cipolle di Tropea.  Outra delicia.

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Eu, de Filetto al Vin Santo e scalogno. Mais uma delícia.

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Pra acompanhar e como eu estava dirigindo, optamos por tomar taças de vinho (um Chardonnay Il Borro pra Dé e um Brunello “per me”).

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Enfim, foi um jantar memorável num lugar muito interessante …

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… e, novidade, tradicionalíssimo.

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Voltamos felizes pro carro (pra baixo todo santo ajuda) e com uma única preocupação: …

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… a de não cruzar com nenhum automóvel na ruela de entrada do hotel, já que só cabe um em qualquer direção.

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Arrivederci.

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Leia sobre o primeiro dia desta viagem:
Primo giorno toscano – De FV pra Toscana, ou melhor, Cortona.

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dcpv – itália – primo giorno toscano – de fv pra toscana, ou melhor, cortona.

29/05/2013

Primo giorno toscano – Itália – De FV pra Toscana, ou melhor, Cortona.

E lá fomos nós pra Itália novamente.

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Melhor, lá fomos nós pra Toscana novamente.

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Desta vez, fizemos uma imersão total na região que mais nos identificamos, assim como a Frances Mayes.

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O aeroporto de Guarulhos estava cheio e surpreendentemente, fluindo bem, se bem que parecia que todo mundo estava na sala VIP da TAM.

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Resolvemos sair de lá e ficar esperando próximo ao portão de embarque. Qual não foi a nossa surpresa ao percebermos frequentadores do blog justamente no embarque pra Milão?

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A Lídia e o Celso, de Vitoria – ES, além de se declararem fãs do dcpv, ainda nos passaram uma receita fantástica duma batata frita/assada que certamente reproduziremos por aqui.
Adiantamos o nossa entrada na aeronave e aproveitamos dos serviços de bordo.

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O vôo foi tranquilo e chegamos em Milão no horário e prontos pra dirigir bastante.

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Seriam um pouco mais de 400 km de Malpensa até o fantástico hotel Il Falconiere, que fica bem próximo da terra da Frances, Cortona.

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Só não contávamos com a zona que a locadora Europcar promoveu, já que não confirmou a reserva do automóvel. Tive que apelar pra Avis pra conseguir um carro automático, uma BMW série 1.
Foi um tal de congestionamento e de chuva que, sinceramente, quase que nos arrependemos de optar por ir direto pra Cortona.

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E dirigimos tanto (coisa não aconselhável após um vôo transoceânico) que chegamos a tempo somente de jantar (perto das 11:00 hs) e em grande estilo no restaurante estrelado do próprio hotel.

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Não deu tempo nem pra curtir o espaçoso e toscano quarto …

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… mas, com a fome e a sede reinantes no nosso grupo …

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… partimos pra guerra.

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Como sempre a escolha dos pratos dos menus toscanos é árdua.

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Iniciamos tudo com um espetacular assortimento de queijos…

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… e um sensacional vinho da casa, o Ardito Baracchi.

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É claro que o chefe nos mandou o primeiro piccolo, um camarão com creme de alcachofras.

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Como principal, pastas. Pra Dé, Ravioli de carne com molho de pimentões.

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E pra mim, um Gnochette com molho de lulas.

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Ambos muito bons, como esperado.

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Devido ao adiantado da hora, pedimos 2 cafés “cortos”.

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E não é que o chef nos enviou “11 piccolos dolci”?

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É, a Toscana promete!

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Satisfeitos, fomos dormir porque amanhã além de iniciarmos o nosso tour propriamente dito, ainda teremos a visão matutina do entorno e do próprio hotel.

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Deve ser mais um espetáculo.

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Arrivederci.

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