Posts Tagged 'índia'

dcpv – a índia fui novamente em férias passear …

número 361
20/08/2013

A Índia fui novamente em férias passear …

Lá vamos nós redescobrir os sabores indianos.

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Sabe aquela vontade que dá, de vez em quando, de sentir uma comida bem temperada, com alma e ainda por cima, saudável?

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Pois foi a que deu quando estava folheando o livreto da Abril – Cozinha do Mundo – Índia. Eu já contei este fato, mas relembrando, comprei estes livrinhos num destes Carrefours da vida e pagando por cada um a bagatela de R$ 1,99!!!!

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E esta coleção é bem instrutiva, pois além de trazer receitas do país (neste caso, indianas), ainda contém textos elucidativos sobre a cultura, os principais ingredientes, bebidas e criações de chefs renomados. Inclusive, o prefácio é do Mukesh Chandra, dono do saudoso restaurante Govinda (que infelizmente, acabou de fechar), uma lenda da culinária indiana na capital paulistana.

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Vamos lá, então, aos sabores coloridos e aromáticos da verdadeira comida indiana.

Bebida – Caipiroska de Limão.

Uma singela homenagem dos brazucas aos compadres hindus.

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Entrada – Sopa de Legumes.

Esta receita é uma verdadeira introdução à comida indiana, já que trata-se duma sopa essencialmente veggie (não precisa nem dizer que a Dé adorou!).

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Pra preparar esta sopa, basta levar uma caçarola ao fogo médio com 2 e ½ litros de água, 400g de lentilha amarela e 200g de grão-de-bico.

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Quando levantar fervura, acrescente 1 cebola picada, 2 dentes de alho picados e 1 abobrinha cortada em cubos.

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Adicione 1 colher de café de cúrcuma, ½ colher de café de páprica, ½ colher de café de coentro em pó e um punhado de sal.

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Cozinhe em fogo baixo por uma hora.

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Enquanto isso, prepare a masala: aqueça 3 colheres de sopa de azeite numa frigideira e adicione 1 colher de café de cominho, 1 colher de café de mostarda, 5 g de gengibre picado e 1 colher de café de 5 especiarias.

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Quando os ingredientes começarem a chiar no óleo, despeje esta mistura na caçarola, mexendo bem.

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Sirva a sopa bem quente.

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Ficou uma delícia.

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E acompanhamos com um rosé muito bom, o Malbec Alta Vista 2011 que foi”arrrrentino, bello antonio, curuca, majestoso“.

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Principal – Curry de frango cremoso com arroz ao forno.

Este Curry é bem curioso e temperado.

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Numa panela com 2 colheres de óleo, refogue 3 cebolas cortadas em Julienne por 2 minutos.

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Em seguida acrescente 4 filés de peito de frango cortados em pedaços, 2 dentes de alho picados e 5g de gengibre picado e refogue por mais 3 minutos.

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Junte 2 tomates sem sementes picados, 1 pimentão verde picado e 1 xícara de chá de caldo de frango. Mexa bem e cozinhe em fogo médio por 5 minutos.

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Acrescente ½ colher de café de cominho em pó, ½ colher de café de coentro em pó, ½ colher de café de cúrcuma, um pouco de pimenta dedo-de-moça  e pimenta do reino.

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Acerte o sal e deixe o molho encorpar por mais 10 a 15 minutos. Sirva em seguida e com o acompanhamento dum arroz basmati ao forno.

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Que foi feito da maneira usual (somente colocando em água fervente), frito em manteiga, disposto numa travessa refratária e levado ao forno por 5 minutos.

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Taí mais uma belezura indiana que foi devidamente degustada por nós.

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Ainda mais com o acompanhamento dum vinho branco chileno, o Sauvignon Blanc Cousiño Macul 2012 que foi “art wandeley, ma che, não sei se eu lavo, maculoso”.

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Sobremesa – Pudim de Semolina

Normalmente, não dou muita sorte com sobremesas indianas. E esta, mesmo com a Dé fazendo, continuou com a escrita.

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Este pudim foi feito da seguinte maneira: leve uma panela ao fogo baixo com 100g de manteiga e doure uniformemente 200g de semolina.

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Acrescente 80 de uva-passa, 80g de abacaxi cortado em cubos pequenos, 50g de açúcar e ½ litro de leite.

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Mexa bem até o líquido encorpar, formando uma espécie de massa.

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Retire a panela do fogo, deixe amornar e modele quenelles com a massa. Olha, ficou bem sem graça! rs

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Eis a opinião dos meditativos:
Como diria Nilton Cesar, um “índio” me flechou sem eu sentir. (Edu)
Como diria Nilton Cesar, a Índia fui em férias passear. (Mingão)
Como diria Nilton Cesar, a namorada que eu sonhei. (Deo)

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“A culinária da Índia é um convite aos sentidos. Como em nenhuma outra gastronomia, a indiana abusa da sabedoria das especiarias. O resultado são pratos coloridos, aromáticos e sobretudo, saborosos.

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Outra particularidade é o papel que a religião desempenha a mesa. O hinduísmo é praticado por 80% da população. E para os hinduístas, a comida é um dos caminhos para alcançar a pureza do corpo e da mente”.

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Sendo assim, e muito mais puros, desejamos a todos a uma boa noite.

अलविदा

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dcpv – índia, um lugar pra passear e de sangue tupi.

número 314
31/01/2012

Índia, um lugar pra passear e de sangue tupi.

Á Índia fui em férias, passear. Tornar realidade um sonho meu“.

Incrível como estes versos do cancioneiro popular pululam na minha memória quando a Índia é citada. O grande Nilton César ” jamais poderia imaginar, e explicar o que aconteceu” assim que eu vi o livreto Índia, Cozinha do Mundo (Abril Coleções) no Carrefour e melhor, custando só R$ 2,99!

Pensei: mais um grande menu pra nós, já que a culinária indiana é tida como muito saborosa, um tanto quanto excêntrica e melhor, saudável.

Como disse o Mingão, você já viu muitos indianos gordos? 🙂

Partindo deste princípio, escolhi o cardápio desta noite. São receitas simples, rápidas e muito interessantes.

Vamos lá!

Entradas – Salada de Annanpurna e de Pepino com Cenoura.

Esta Annanpurna é uma salada refrescante e com um molho surpreendente.

Pra fazer, basta colocar alface, tomates-cereja cortados do jeito que você gostar e cebola roxa picada.

Tempere com sal, pimenta e reserve.

Numa frigideira, doure castanhas de caju, nozes e um pouco de gergelim, além dum punhado de açúcar mascavo.

Junte esta mistura com a salada.

Prepare o molho, colocando num liquidificador, uma manga cortada em cubos e 100 ml de suco de limão.

Misture o molho na salada e sirva.

Juntei esta magnífica salada com outra pra compor a entrada.

A outra, a salada de pepino com cenoura é uma daquelas que podemos chamar de genuinamente indiana.

Coloque pepinos sem sementes e picados num escorredor e polvilhe sal grosso.

Deixe escorrer por 15 minutos, enxague e seque com papel toalha. Reserve.

Numa vasilha, misture 2 copos de iogurte, 1 colher de sopa de hortelã picada, 1 dente de alho picado e sal.

Junte cenoura descascada e picada com o pepino.

Regue com o molho de iogurte e sirva em seguida.

São duas explosões de sabor e que te farão dizer oooooooooooommmmmmmm em vez de oh!

Tomamos um tinto, o Monti Garbi Valpolicella Ripasso 2008 que foi “picante, yang, fernanda, pegante“.

Principal – Curry de frango cremoso.

Esta tradução ficou um pouco estranha (pra variar). Acho que alguém quis dizer Curry cremoso de frango. De qualquer forma, este prato é uma delícia.

Coloque óleo numa panela e refogue 2 cebolas cortadas em meia-lua por 2 minutos.

Em seguida, acrescente 4 filés de frango cortados em pedaços, 2 dentes de alho picados, um pouco de gengibre também picado e refogue até tudo ficar cozido.

Junte 2 tomates picados sem pele e sem sementes, 1 pimentão verde picado e 1 xícara de chá de caldo de frango. Cozinhe por mais 5 minutos.

Acrescente 1/2 colher de café de cada uma destas especiarias : cominho em pó, coentro seco moído e cúrcuma.

Junte um pouco de pimenta (eu coloquei dedo-de-moça) e pimenta do reino. Acerte o sal  e deixe o molho encorpar por mais 15 minutos. Sirva em seguida.

No caso, servi com um arroz ao forno. E não é qualquer arroz ao forno.

É um arroz basmati ao forno.

Fiz o arroz como sempre (ou seja, joguei o arroz lavado em água fervente e testei o ponto).

Derreti manteiga numa frigideira e juntei o arroz pronto.

Acertei o sal e refoguei por uns 3 minutos. Adicionei salsinha picada.

Coloquei o arroz numa travessa e levei ao forno por 5 minutos.

Retirei do forno, polvilhei tomilho e servi.

Ficou uma delícia indiana.

E acompanhamos com um vinho tinto Syrah Cycles Gladiator 2009 Califórnia que foi “condimentado, coliseado, dreaming, kristoso“, segundo os Mahavishnus, nós mesmos.

Sobremesa – Sorvete de pistaches e amêndoas.

Esta é a sobremesa tipicamente hindu.

É praticamente um chupechupe de lassi.

Pra fazer, leve uma panela ao fogo com 1 litro de leite e 25 g de cardamomo.

Cozinhe até reduzir pela metade, sem parar de mexer.

Junte 100g de açúcar, 250 ml de creme de leite e cozinhe em fogo baixo por mais 10 minutos. Adicione um pouco de essência de baunilha e deixe reduzir mais um pouco.

Retire os cardamomos e acrescente 100g de pistache, 100g de amêndoas e uma pitada de açafrão.

Mexa bem, coloque este líquido em forminhas e leve-as ao congelador.

Sirva e espere os elogios dos comensais.

Eis as opiniões dos faquires:

Índio quer pipoca! (Edu)
Eu quero férias na Índia. (Mingão)
Índia não comi nada parecido. Gostei! (Deo)

A culinária da Índia é um convite aos sentidos. Como em nenhuma outra gastronomia, a indiana abusa com sabedoria das especiarias. O resultado são pratos coloridos, aromáticos e sobretudo, saborosos. Outra particularidade é o papel que a religião desempenha a mesa. O hinduismo é praticado por cerca de 80% da população”.

E para os hinduístas, a comida é um dos caminhos pra alcançar a pureza do corpo e da mente.

Puxa, é tudo isto mesmo. E olha que nem temos sangue tupi!

Até.
.

dcpv – viagens gastronômicas através do estômago

 número 263
17/08/10

Viagens Gastronômicas através do estômago

Este livro editado pela National Geographic é muito bom. Ele parece, a princípio, um daqueles que estão aos montes nas livrarias que mais são resenhas mal feitas do que qualquer outra coisa.

Mas Viagens Gastronômicas,500 lugares extraordinários pra comer no mundo todo  acaba sendo muito mais uma referência pra consulta de regiões pronde você certamente gostaria de viajar! São dicas bacanas de lugares e mais ainda, com algumas boas receitas incluídas.

Partindo deste princípio resolvi simplesmente copiar os textos e reproduzir alguns pratos só pra sentirmos o clima. Espero não ser processado por isto!! rsrs

Vamos lá, viajar e comer um pouquinho!!

Índia – Chaat em Mumbaiao sair do trabalho ou da escola, na praia ou no parque, os habitantes de Mumbai (pros saudosistas, Bombaim) lancham a comida de rua mais famosa da cidade.

As calçadas de Mumbai, capital financeira da Índia e a maior e mais movimentada cidade do país, são lugares cativantes. Abra caminho por dentistas de rua, os limpadores de orelha, os engraxates e os barbeiros e você encontrará uma grande variedade de doces e aperitivos (chaat) à venda nos carrinhos e barracas da beirada da rua. Salgados e crocantes, doces e azedos, os chaats são feitos com bolinhos de grão de bico frito, arroz inflado, gengibre ou pasteizinhos de batata cobertos com iogurte, cebola e especiarias. Canções populares tem sido escritas sobre a comida de rua da cidade – seu único desafio é escolher entre as centenas de porções picantes a venda.
Precisa se refrescar? Tente um lassi. Essa bebida de iogurte pode ser doce ou com uma pitada de sal – muito boa pra refrescar a garganta depois de todas estas pimentas.

Receita – Lassi de Manga.

Coloque uma manga fatiada, 3 xícaras de iogurte natural, 1 xícara de leite, 1/2 xícara de açúcar, cardamomo em pó a gosto e bata num liquidificador até ficar homogêneo.  Para servir, coloque gelo até a metade dum copo e complete com o lassi. 

Espanha – Mercat de la Boqueriano calçadão de Barcelona, las Ramblas, está a entrada pro templo da gastronomia.

O Mercat St. Josep, conhecido como  Mercat de la Boqueria  (aí está um sex shop com pedigree), é o coração da cidade e um dos mercados mais famosos da Europa. Para quem vai pela primeira vez a experiência é inesquecível (e é mesmo!) : as cores, o barulho, a agitação e a dimensão do mercado são surpreendentes.
Mais de 30000 tipos de comida são vendidos ali de especialidades locais, como pimientos de padrón, bacalhau, salame fuet, a pratos  incomuns como ovos de emu e avestruz
(comemos até insetos por lá!). Carnes e charcutarias, peixes e mariscos, nozes, vegetais e frutas secas, chocolates, flores, pães, queijos – há de tudo no mercado. E a qualidade é excelente – muitos chefs estrelados no Michelin compram produtos lá.
E quando se fala em Barcelona, quem esteve por lá sabe, se fala em Pa amb tomàquet. Pão grelhado com tomates é a marca registrada de Barcelona. É servido sozinho ou como entrada. Anchovas, vegetais assados, salame, presunto ou outras carnes curadas podem acompanhar.

Modo de fazer – Toste um pão velho até ficar bem dourado.  Passe alho nele e esfregue a metade dum tomate cuidando pra que o pão fique bastante úmido. Coloque um legítimo azeite de oliva e salpique um pouquinho de flor de Sal. Cuidado, é altamente  viciante!

França – Sabores da Provence Luberon, no centro da Provence, é famosa por causa dos vilarejos no topo das colinas, da paisagem bucólica e dos sabores da culinária.

Numa tarde de verão, sente-se no terraço do Café  de France, no topo duma colina em Lacoste. Enquanto observa fazendas tranquilas, vinhedos e matas que se estendem até o vilarejo vizinho de Bonnieux, respire o ar quente, carregado de aromas inebriantes da Provence: ervas selvagens misturadas com alfazema, rosa e madressilva e talvez um pouco de melões maduros ou figos secando. Explore os mercados locais e seus sentidos serão dominados  pelo aroma dos tomates holandeses, manjericão, ramos de alho, buquês de flores selvagens recém-arrancadas, boules de queijo de cabra e contêineres de azeitonas dos agricultores locais que colheram as safras no auge do amadurecimento. (A Provence é isto mesmo! Somos testemunhas!)

Amêndoas torradas com ervas (estranhamente, não comemos nenhuma destas por lá!)

Coloque 2 xícaras de amêndoas em uma vasilha, cubra com água e deixe descansar por 20 minutos. Escorra e acrescente sal, pimenta do reino e 2/3 de xícara de ervas da provence. Misture bastante e deixe descansar por uma hora.

Aqueça o forno a 180ºC. Cubra o fundo duma travessa  com papel vegetal e espalhe as amêndoas. Asse de 15 a 20 minutos até que elas fiquem secas e crocantes. Deixe esfriar e sirva. Os sabores provençais estarão definitivamente na sua boca.

Tailândia – Damnoem SaduakExperimente as cores e os sabores do mercado flutuante mais concorrido da Tailândia

Carregada de mamão verde e guirlandas de orquídeas, uma sampana desliza na água logo que amanhece, sem querer ondular as águas calmas do klong (canal). Um cão late, um passarinho canta e donas de casa entram uma a uma nos pontões que ladeiam o canal pra pechinchar produtos com os vendedores nos barcos. Minutos depois, uma flotilha inteira rema pelo canal labiríntico rumo ao mercado. Localizado a cerca de 100 km a oeste de Bangcoc, o Damnoen Saduak é o ponto de encontro dos habitantes locais, de visitantes em busca de boa comida e de mulheres do interior que vendem produtos de seus pomares e jardins. Rapidamente, cozinhas flutuantes enchem o ar de fragrâncias e fumaça com o chiado do óleo fritando nas woks. Capim-limão, coentro, limão, gengibre, tamarindo e muito leite de côco. 

Receita – Salada Tailandesa de Pepino

Coloque numa panela 225 ml de vinagre, 1/4 de colher de chá de sal, 2 colheres de sopa de açúcar e cozinhe em fogo baixo até que se dissolvam e o molho engrosse ligeiramente. Deixe esfriar.
Lave 2 pepinos e corte em quatro longitudinalmente. Fatie-os bem fino e coloque-os numa travessa com 2 echalotas, 1 pimenta dedo-de-moça e 1/2 pimentão vermelho, todos cortados finamente.

Ao servir, misture o molho e tempere com amendoim e coentro picado.

Tentamos tomar um vinho tinto brazuca, o Tannat Torcello 2005 que todos definimos como “intragável”

Inglaterra – Frutos do mar em PadstowUm pitoresco porto pesqueiro no sudoeste da Inglaterra forma o cenário perfeito pra aulas de culinária de frutos do mar.
Rick Stein, um dos chefs mais queridos da Grã-Bretanha, fundou sua aclamada Seafood School na cidade de Padstow Cornwall, para aumentar a confiança das pessoas no preparo de peixes e frutos do mar numa atmosfera descontraída. Entre degustações e discussões, você aprende o preparo básico de peixes e técnicas culinárias, além de como fazer pratos tão diversos como risotto nero e curry tailandês de frutos do mar. Se isso lhe parece trabalhoso demais, Rick Stein tem 3 restaurantes de peixe na cidade pra você escolher. Um deles é o Stein’s Fish&Chips, uma versão aprimorada do clássico britânico chippie, onde além de peixe e batatas fritas que você pode levar, há lula e rabo de tamboril.

Receita – Robalo Crocante 

Tempere o peixe com sal e pimenta do reino.

Coloque os filés numa frigideira bem quente e frite até ficar levemente tostado. Transfira-os prum prato aquecido.

Junte na mesma frigideira, 4 colheres de sopa de azeite, 1 colher de sopa de alcaparras e frite até que fiquem crocantes. Acrescente suco de meio limão e 2 colheres de sopa de endro cortado bem fino. Mexa e coloque sobre o peixe.
Sirva com as batatas que a Flora faz toda santa segunda-feira!

Como diriam os ingleses (com aquele sotaque!): perfect!!

Tomamos um vinho tinto Estrada Creek Zinfandel 2006 Califórnia que foi “perfumado, surfista, mamas&papas, deidi“. 

África do Sul – Jantando na Cidade do CaboDizem que em Cape Town você pode comer em um lugar diferente todas as noites de um ano inteiro.

Pastéis franceses no café da manhã… barracudas nativas no almoço … chá inglês completo à tarde … e no jantar você ainda terá de escolher entre comida francesa, etíope ou malaia. Eis o verdadeiro dilema quando saímos pra comer na Cidade do Cabo. Inúmeros são os restaurantes com vista pro mar, desde o Blues, em Camps Bay (este nós conhecemos) e o Salt ao Mariner’s Wharf.

Receita – Bolinhos de Abóbora

Misture 3/4 de xícara de farinha comum, 1 colher de chá de fermento em pó, 1 colher de chá de canela e uma pitada de sal. Bata bem 2 ovos, misture-os com 1  1/2 xícara de abóbora cozida amassada e junte a mistura seca. Aqueça óleo suficiente pra cobrir o fundo duma frigideira e frite esta massa em colheradas.
Escorra em papel-toalha e salpique por cima uma mistura de 3 partes de açúcar cristal pra uma de canela. Fotogênicos e deliciosos.

Eis a opinião dos viajandões:

Que viagem! Gastronomia e sabores puros! (Edu)
Delícias em cascata! (Deo)
Adorn! Adorei! (Mingão)

Pronto, o passeio pelo mundo foi dado. E este livro, o Viagens Gastronômicas tem realmente o dom de te levar pra qualquer lugar através da sua leitura e, principalmente, se você estiver degustando os sabores que ele te informa.
Portanto, leia e faça! E use-o como um Atlas gastronômico.

Uma marrrravilha.

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