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dcpv – fifty day – londres – harry potter e as olimpíadas.

06/01/2013

Fifty DayLondresHarry Potter e as Olimpíadas.

O dia amanheceu frio como nunca.
Estava muito frio mesmo e o fog deu o ar da graça.

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E justamente hoje iríamos fazer dois tours que pretensamente teriam caminhadas e muito ar livre.

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O primeiro, o matutino, eu descobri meio que sem querer. Estávamos loucos pra conhecer as instalações olímpicas em Stratford.

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Só que pesquisando, percebi que ainda não existem passeios oficiais praquela área, mesmo porque ela toda está em reforma.
De qualquer forma, existe um tour meio secreto (e coisa rara em Londres, grátis) que te leva pra conhecer tudo (esta torre é meio estrambólica, né?).

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Basta se inscrever pela internet e aguardar a confirmação.
como ela veio, estávamos lá no horário, e pasmem, com aquele frio.

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A boa notícia é que passeio é todo feito dentro dum microônibus. A má é justamente esta.

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Pois num tour destes você quer ver os lugares todos (Estádio Olímpico, Velódromo, Ginásio de Basquete, Centro de Natação, etc) por dentro; sentir o clima olímpico.

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Mas os ingleses pensaram bem ao construirem estas instalações todas e pra que elas não se transformassem em elefantes brancos, estão fazendo um tremendo parque no lugar.

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Ou seja, a maioria dos prédios estão em obras, sendo que alguns vão continuar somente com as paredes externas (a previsão de abertura é julho/2013).
Boa idéia, né? Será que farão o mesmo no Rio? rs

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Retornamos pro centro e nem tivemos tempo de almoçar direito, já que ficamos interessados em participar do tour a pé sobre as locações londrinas de filmes do Harry Potter.

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Também fiquei sabendo da sua existência através da internet. A empresa London Walks tem vários passeios em que não é necessário nem reserva.

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Basta você aparecer no local e na hora predeteminada, pagar as £9 por pessoa e pronto. Terá duas horas de cultura e diversão por um dos melhores custos benefícios da cidade.

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Vou deixar a descrição de tudo por conta de especialistas. Neste caso, a palavra está com a Re:

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Indo para Hogwarts

Bom, pra começar, não fomos direto para a plataforma 9 e ¾ . Assim como Harry, iniciamos a nossa jornada em Londres.

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O tour começaria as 14h. Nós saimos do hotel alguns minutos depois de 13h30; imagina a correria entre todas as estações de metrô da cidade e suas (infinitas) baldeações pra poder chegar as 14h na saída 3 da estação Banke. Mas conseguimos; encontramos o Richard, o tour guide que iria nos mostrar alguns pontos importantes de Londres, que eles acreditam terem inspirado todo o texto da J.K. Rowling.
Começamos pouco depois das 14h, esperando alguns possiveis retardatários, naquele mesmo ponto da saída três.

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Lá mesmo ele nos mostrou um prédio importante, feito de mármore branco, com uma escadaria que leva a grandes portas de bronze e cofres abaixo da terra, fortemente guardados e não, não estou falando de Gringotes, mas sim do Banco de Londres, que inspirou o do mundo bruxo , com todas essas suas semelhanças.

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Também ficamos sabendo que naquela rua em frente ao banco foi filmada uma cena do knightbus, para o filme Prisioneiro de Azkabam, onde tiveram que construir uma plataforma giratória para o efeito do onibus desaparecendo. Essa cena levou quase 24h para ser filmada, fechando a entrada do banco de Londres por todo esse período e, no fim, acabou sendo cortada do filme. Mas quem quiser ainda consegue achar a cena como bonus nos DVDs.

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Dali caminhamos um pouco e mudamos de mundo, saímos da magia para o das mulheres malucas do cinema. Estavamos pisando no lugar onde foi filmada a última cena de “Os diários de Bridget Jones”, aquela que o Mark sai na neve para comprar um novo diário pra Bridget; ela acha que ele leu o antigo, ficou bravo e foi embora e sai de calcinha, camiseta, tenis e casaco no inverno de Londres e, enfim, eles acabam se beijando no meio da neve caindo.

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Continuando a caminhada, passamos por diversas ruelas que inspiraram a criação do Beco Diagonal, e ali também descobrimos que J.K. sempre foi uma grande fã de alguns outros autores que usavam Londres como inspiração. Herman Melville é um desses autores; passamos na frente de alguns lugares que inspiraram a obra do autor.

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Continuamos a caminhada para cair em um “mercado” onde foi filmada uma das primeiras cenas do Hagrid e Harry em Londres, exatamente naquele momento onde temos o seguinte diálogo:

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(Harry e Hagrid andando. Harry olhando a sua lista de material escolar)

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Harry (lendo): Todos os estudantes devem ter um caldeirão de tamanho número 2 padrão, e podem trazer, se desejarem, uma coruja, um gato ou um sapo. Conseguimos encontrar tudo isso em Londres?

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Hagrid: Se você sabe onde ir? (e aponta para O Caldeirão Furado)

Passamos pelo local exato onde foi filmada essa cena, depois vimos a mesma em casa e tivemos aquela sensação de lugar conhecido, muito gostosa. Uma curiosidade dessa cena é que ela foi filmada para o primeiro filme da série, quando ainda não sabiam que seria esse sucesso que foi, então o diretor estava tentando não gastar muito mais que o necessário. Neste caso, quando eles estão andando, tudo é filmado em um local e os closes da cabeça do Hagrid em outro local, mas por mais que eles continuem andando, em todo close o Hagrid permanece no mesmo lugar… interessante, não?

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A entrada do caldeirão furado continua no mesmo lugar, a diferença é que para o filme eles construiram uma porta arredondada e pintaram o local inteiro de preto.

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Passamos então para o Borough Market, onde vimos a entrada dos fundos do caldeirão furado, que também é filmado no Prisioneiro de Azkabam, incluindo a parte onde ficava o quarto do Harry, na cena onde um trem passa pela janela dele.  E voltando para as mulheres malucas, ali era  a parte da frente do apartamento da Bridget, de onde ela saia correndo pra ir procurar o Mark nessa última cena do filme que comentei lá em cima.

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Depois disso fizemos um passeio pelas pontes, andamos pela London Bridge para ter a visão da Tower Bridge ( por sinal, muitas pessoas confundem as duas pontes) e nesse ponto também vimos uma coluna inspirada no grande incêndio que aconteceu na cidade; é uma longa pilastra com um calíce de fogo na ponta. Ela foi construída em um ponto que, se alguém a empurrasse, ela cairia exatamente no local onde o fogo começou a se espalhar.

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Depois disso atravessamos a London Bridge e partimos em direção a ponte do Milênio. Em um pedaço do caminho, onde fica o teatro de Sheakespeare, o guia nos explicou que o nome da personagem da Hermione surgiu dum romance dele. No livro, ela era casada com o herói principal, um rei, e este tinha um melhor amigo que o estava visitando. No dia que o melhor amigo iria embora, a Hermione tenta convencê-lo a ficar, pois seu marido gosta da presença dele no reino, e o rei vê quando ela começa a conversar com o amigo e tem uma raiva e cega fúria, pois acredita que eles estão tendo um caso.
O interessante dessa história é que é exatamente o que acontece no último livro/filme com o Rony, enquanto ele usa a horcrux.

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Outra curiosidade bacana que ouvimos no tour é que o número 666 é importante pra cidade de Londres, pois em anos que terminavam com os três digitos, sempre aconteceram coisas importantes. No primeiro livro a J.K. acaba utilizando esse número como a morte do Nicolas Flammel, o inventor e único que possuia a pedra filosofal. Quando o Dumbledore conversa com ele sobre destruir a pedra, Nicolau estava com 665, uma idade muito avançada até mesmo no mundo bruxo, portanto, com a destruição da pedra ele morreria no seu aniversário de 666 anos.

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Voltando ao tour, a ultima parte foi atravessar a ponte do Milênio, que é a mesma ponte que fica retorcida e destruída no inicio do filme do Príncipe Mestiço.  O tour oficial acabou por ali, mas nós seguimos em busca da última parte: uma foto na plataforma 9 e ¾.

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Perguntando para o Richard como chegar a King’s Cross, ele já nós adiantou que não existia a plataforma 9 e 10 como mostrado no filme; que na verdade aquelas eram as plataformas 3 e 4, pois entre a 9 e 10 não tinha espaço para ter um pilar, mas eles criaram uma plataforma, com um carrinho atravessando a parede, para que todo mundo pudesse embarcar para Hogwarts.

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E esse foi o fim do nosso dia, empurrando o carrinho para a parede, indo visitar nossos “amigos mágicos” que , pelo menos a mim, acompanharam por tantos anos.
E sete livros e oito filmes depois, conseguimos ver um pouquinho do que é essa Londres mágica que aparece em tantos filmes.

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Com este relato, praticamente encerramos a viagem (e com chave de ouro).

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Ficaria faltando a refeição de gala, o último jantar no L’Atelier de Jöel Robuchon.

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E como ele é um dos nossos queridinhos (já fomos nos dois de Paris e no de NY), a expectativa era grande.

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O que não estava no programa era o meu piriri. Peguei o tal provavelmente no almoço e tive que passar um bom tempo neste dia como a rainha. 🙂

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Acabei me contentando em comer um simples pan com tomate e jamon de bellota por toda a noite. E melhor, acompanhado com água ! rs
O que eu posso afirmar é que este prato estava uma delícia!

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Anda bem que a Re e a Dé não se intimidaram nem um pouco e fizeram um belo pedido normal pra quem está naquele templo da gastronomia.
É claro que sentamos no balcão.

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E mais ainda, elas escolheram pratos em pequenas porções pra compor um menu completo.

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A Dé não se acanhou e optou por beber uma flute de champagne. E a Re foi dum coquetel com vodka e muitas frutas vermelhas com um toque de hortelã.

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Como pratos, a Re escolheu sopa de abóbora com bacon e amêndoas

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salada de erva-doce, maçã e trufas negras …

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… e uma sobremesa com sorvete de menta e creme de mascarpone.

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A Dé escolheu um enrolado de black cod, …

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bolo de crab (caranguejo, galinha do mangue) com caldo de missô

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… e uma esfera de chocolate que foi servida, magnificamente, em dois tempos.

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Como sempre, tudo esteve absolutamente impecável (jamon incluso) e nos moldes que estamos acostumados quando o monsieur Robuchon está na área.

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Deste modo, praticamente nos despedimos deste bate/voltas pra Londres.

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No outro dia, pela manhã, fizemos o programado; fuçar em lugares legais pra compras.

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E dissemos adeus para Londres.

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See U.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
First day – Londres – Provamos um ícone e fomos ver o vice.
Second day – Londres – Inglaterra- Design e London Eye: tudo a ver.

Third day – Londres – Inglaterra – Indo à ópera de manhã
Fourth day – Um lugar chamado Notting Hill. E outro chamado Borough Market. E ainda outro chamado Palácio de Buckingham.

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dcpv – londres – inglaterra – fourth day – um lugar chamado notting hill. e outro chamado borough market. e ainda outro chamado palácio de buckingham.

05/01/2013

Londres – Inglaterra – Fourth DayUm lugar chamado Notting Hill.  E outro chamado Borough Market. E ainda outro chamado Palácio de Buckingham.

Hoje seria o dia da Dé realizar um desejo dela.

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Ela é louca para  conhecer Notting Hill.

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Tudo bem que o filme ajudou muito a criar este desejo.

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Mas os guias também ajudam, já que todos informam que é um passeio imperdível, especialmente aos sábados.

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Então, como era um sábado e como desejo da Dé é uma ordem, lá fomos nós prum lugar chamado Notting Hill (infeliz ou felizmente, não vimos o cara de cueca! rs).

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Acordamos um pouco mais tarde que o normal (a noite de ontem foi atribulada pra todos) e rumamos pro famoso bairro e de metrô.

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Assustamos um pouco com a quantidade de pessoas que estavam indo pra lá.

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Assustamos mais ainda quando chegamos e vimos o monte de gente que já estava lá.

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É um mar de pessoas fuçando em tudo o que é canto e lojinha.

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O bairro em si é muito bonito, …

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… as bancas de FLV são bacanas …

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… e as lojas de alimentos também, mas a quantidade de porcariada é proporcional a de gente por lá.

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Resultado? Compramos alguns trecos de scrap pra Dé, uns vestidos bbb pra mulherada, uma camiseta do Mr. Bean pra mim e zarpamos prum mercado mais maneiro, o Borough.

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Vale a visita a Notting Hill, mais conhecido como Portobello Market?
É claro que vale, mas aí entra a sua opinião pessoal. No nosso caso, ele está devidamente ticado no currículo e serviu especialmente pra Dé matar a vontade.

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Pegamos o metrô novamente e decidimos, no caminho, ir até North Greenwich.

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Não foi uma boa escolha, pois o frio estava pegando e o parque é muito aberto (mas é bonito).

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Rapidamente voltamos pela mesma linha e enfim, paramos na estação mais próxima do mercado. O Borough é uma belezura.

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Lá tem muita comida de rua, …

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… muitas bancas com as mais variadas frutas, …

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… legumes, …

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… pimentas, …

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… batatas, …

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… pães, …

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… enfim, tudo o que caracteriza um grande mercado.

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Optamos por almoçar por lá mesmo e num restaurante especializado em peixes, o Fish (ops).

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Por sinal, muito bom e bem acabado.

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Pedimos pra Re o único prato que caberia no gosto dela (ela não é muito afeita a peixes), uma Polenta com linguiça apimentada e especial.

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A Dé pediu um linguado com molho de limão e manteiga (curiosamente servido com espinha e tudo) …

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… e eu, um bacalhau fresco com lentilhas defumadas.

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Tudo muito bom e bastante inglês.

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Tomamos um Sauvignon Blanc Apaltagua 2012 chileno e pra variar, saímos correndo porque tínhamos uma visita agendada no Palácio de Buckingham.

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Isto mesmo.

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Iríamos conhecer a parte interna do palácio que habita o imaginário de todo mundo. Chegamos no horário (não sei porque, mas nesta viagem estávamos muito britânicos. rs) e ficamos na fila, aguardando o horário do tour (16:30 hs).

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É muito fácil agendar este passeio: basta entrar no site e reservar.
Também é claro que o aviso de não tirar fotos em nenhuma hipótese foi cumprido à risca (quer dizer, nem tanto).

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Conhecemos várias salas que são usadas essencialmente em recepções oficiais pela famîlia real (por exemplo, nas conderações de sir Elton John e sir Paul McCartney) …

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… e nos casamentos reais, além de várias galerias com obras de arte de primeiríssima linha.

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O tour é tão fantástico que terminamos tomando flutes da champanhe oficial de Sua Majestade. Sensacional.

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Uma pena mesmo não poder tirar fotos, mas ficou o registro na mente, além de que o ingresso dá direito a fazer o mesmo passeio gratuitamente em outras estações por um ano.

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Passamos na lojinha e obviamente, compramos um montão de produtos necessários e indispenssáveis pras nossas vidas, tais como toalhinhas, chás, aventais e até uma coroa real!

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Voltamos ao hotel, pois tínhamos agendado um jantar num dos restaurantes queridinhos da família, o chinês Hakkasan.

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Somos fãs do de Miami (fomos duas vezes) e queríamos confirmar como seria o desempenho da matriz londrina.

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E não nos decepcionamos.

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Ele é menor e bem mais barulhento que o de South Beach, mas a comida permanece no mesmo nível.

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Iniciamos pedindo duas flutes de Louis Roderer (pra mim e pra Dé) e um Martini de Gengibre pra Re (na hora da conta, ficaríamos sabendo que eles não foram cobrados como uma compensação pelo atraso da nossa entrada na mesa reservada há um tempão).

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Resolvemos pedir duas entradas e dois pratos principais, além dum excelente arroz com legumes pra compartilharmos (este é o princîpio dos Hakkasan).

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Iniciamos com um mix de dim sum veggie

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… e macias e saborosas costelinhas de porco.

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Como principais, pedimos um crocante Frango ao Tikki Masala e um King Crab com cogumelos .

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Ambos muito bons, ainda mais com o acompanhamento dum bom vinho neozelandês Sauvignon Blanc Brookfielsds 2011.

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Além disso tudo, o arroz era uma belezura.
É claro que não pedimos sobremesa (somente 3 expressos), mas ficou a certeza que o Hakkasan é uma franquia que daria bastante certo em SP.

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A comida é muito boa, o ambiente é modernoso, enfim, eles sabem o que um público antenado quer dum restaurante.

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Voltamos pra casa, ops, pro hotel, felizes e satisfeitos.

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See U.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
First day – Londres – Provamos um ícone e fomos ver o vice.
Second day – Londres – Inglaterra- Design e London Eye: tudo a ver.

Third day – Londres – Inglaterra – Indo à ópera de manhã.

dcpv – third day – londres – inglaterra – indo à ópera de manhã.

04/01/2013

Third DayLondres Inglaterra –  Indo à Ópera de manhã.

Esta história de bate/voltas pra grandes cidades é bastante engraçada.

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Você fica na dúvida entre fazer os programas obrigatórios (especialmente no nosso caso, que já viemos pra cá há um bom tempo) ou escolher algumas coisas mais específicas.

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Pra esta manhã, escolhemos a segunda opção.

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Depois de tomarmos o café da manhã no próprio hotel, …

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… fomos a pé pra região de Covent Garden, onde faríamos uma visita guiada aos bastidores da Royal Opera House de Londres.

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Este passeio você reserva pela internet, no próprio site da Ópera.

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Chegamos no horário (é claro que os ingleses são rígidos neste quesito) e o tour é fascinante.

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Tudo bem que não se pode tirar fotos da parte interna, mas as informações são tantas que você fica completamente por dentro de tudo o que é necessário pra que um espetáculo de Ópera ou de Balet aconteça.

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O tour (a nossa turma continha 14 pessoas) inicia pela sala de espetáculos. E nada melhor do que ter a visão que a realeza normalmente tem, já que o guia nos leva ao camarote real.

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Na seqüência, nos foram  mostrados os bastidores. Vimos a oficina de roupas, o lugar onde os cenários são montados e, pasmem, até aulas/ensaios de dança que os maiores bailarinos fazem (com os próprios!) pra manter a sua forma.

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Enfim, é mais um passeio imperdível, mesmo pra quem como nós, não é aficionado por este tipo de espetáculo.

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É claro que o “sotaque” inglês prejudica um pouco o entendimento, mas mesmo assim sobra muito conhecimento sobre tudo.

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A passada na lojinha tornou-se obrigatória.

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Como estávamos próximos de Covent Garden, aproveitamos pra conhecer o complexo todo (estava muito frio) e almoçamos lá.

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Melhor, num restaurante (quase um fast-food) do porquinho Jamie Oliver, o Union Jacks.

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Ele fica bem no centro de Covent Garden, inclusive, na mesa em que ficamos dá pra assistir a shows gratuitos e muito bons.

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Optamos por comer um menu saboroso e apimentado.

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Sabendo que a maioria dos pratos é beeeeeeem grande, pedimos uma entrada, linguiça com bacon

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… um indiano frango com curry

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… e uma pizza de seis pimentas. Estavam todos bem condimentados, mas a pizza estava de assustar mexicano.

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Foi interessante, mas a comida lembrou bastante o seu criador (seja isto uma qualidade ou um grande defeito).

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Saímos e aproveitamos a região (a Long Acre Street) pra fazermos algumas comprinhas na Svarowisk, na Ugg (botas pra Re) e na Muji (coisas pra casa).

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Retornamos ao hotel pra descarregar a muamba…

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… e fomos passear próximo a ele.

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Ou seja, na Regent Street (com sua bela decor de Natal) …

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… e na Oxford Street, com sua mais bela ainda.

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Voltamos ao hotel pra nos prepararmos pro jantar que seria no Michelado Dinner do badalado Heston Blumenthal.

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Iríamos só eu e a Dé, já que a Re foi com o Gustavo Chiquitto, o amigo dela, assistir ao premiado musical Wicked.

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Pra quem não sabe, o Dinner foi eleito o 9º melhor restaurante do mundo, pela revista Restaurant.

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E, só pra dar o nível de tudo, ele fica no Mandarin Oriental de Londres. Chegamos as 22:15 hs (só tinha reserva pra esta hora) e fomos prontamente alojados na nossa mesa.

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A proposta do restaurante é preparar comidas old fashion (as vezes muito mais fashion, do que propriamente old) com uma roupagem mais contemporânea.

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Paqueramos o poderoso menu e a Dé escolheu como entrada Buttered Crab Loa (desde 1710), um mistura muito boa de caranguejo, picles de limão e otras cositas mas.

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Eu fui num ícone do Blumenthal, o Meat Fruit ( receita de 1500) …

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… a famosa e fake mixirica recheada dum foie gras perfeito e que parece uma nuvem. Com redundância, perfeito.

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Como principais, pra Dé, um a Made dish of Parmesan (de 1660), uma mistura de ovo de codorna empanado, couve-flor crua e empanada da melhor qualidade , …

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… e eu, Cod in Cider (de 1940, quase um bebê), bacalhau fresco acompanhado dum molho espetacular de mariscos, espinafres e o mais cremoso purê de batatas que experimentamos.

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Ah! Esqueci de dizer que tomamos um vinho branco, o francês Domaine Ollier Tailleffer Allegro 2011. Por enquanto, tudo estava absolutamente perfeito.

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Como sobremesa, pedimos um Tipsy Cake, um brioche (sorry, Caco Antibes) com uma calda de baunilha e abacaxi grelhado.

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Mais uma maravilha, assim como o piccolo que o chefe nos mandou. Uma ganache de chocolate com crocante de amêndoa.

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A experiência toda foi inesquecível e, por incrível que pareça, o melhor custoxbeneficio de toda a viagem.

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Só nos restou pegar um legítimo taxi londrino e “go to bed and the rest“.

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SeeU.

Leia sobre o os outros dias desta viagem:
First day – Londres – Provamos um ícone e fomos ver o vice.
Second day – Londres – Inglaterra- Design e London Eye: tudo a ver.

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03/01/2013

Second DayInglaterra –  LondresDesign e London Eye: tudo a ver!

Acordamos um pouco mais tarde (cansaço pós-viagem de avião) e depois do café da manhã, …

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… praticamos o esporte que consagrou os Luz: bater pernas.

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Pra dar uma aquecida nas canelas, fomos de metrô até a estação London Bridge.

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Dali, tratamos de ir pelo Southwark até um museu pouco visitado, mas muito interessante, o do Design.

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No caminho, passamos pela incrível Hay’s Galleria.

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Voltando ao museu, só a lojinha dele já valeria a visita.

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Mas as exposições são, invariavelmente, muito interessantes.

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Uma delas era sobre o desenvolvimento de jóias contemporâneas.

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E a outra, sobre instalações usando cristais Swarovski.

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Ambas sensacionais, sendo a dos cristais simplesmente imperdível.

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São várias instalações iterativas…

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… com efeitos visuais surpreendentes.

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Em suma, o lugar é longe e um pouco fora de mão, mas vale todo o esforço.

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Voltamos a pé, na direção da City, pois iríamos almoçar no Bread Street Kitchen.

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Ele é um empreendimento em que o proprietário é um dos chefs mais ranzinzas da atualidade, mas não menos atuante, o grande Gordon Ramsay.

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O princípio do negócio é servir uma comida simples a ao mesmo tempo, reconfortante.

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O lugar é modernoso, confortável e chiquetoso.

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Pedimos o suficiente pra matar a nossa fome.

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A Re foi de hambúrguer de Rib (costelas) com molho de ketchup e batatas fritas, …

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… a Dé escolheu um roasted Cod with crushed potatoes, artichoke anda salad capers 

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… e eu, um bife de Sirloin (lombo) com as mesmas deliciosas batatas fritas rústicas da Re.

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Bebemos uma cerveja Camdem Town, um suco de framboesa e uma coca (você adivinha quem pediu o que?).
O resultado foi realmente uma comida muito boa e com a personalidade do grande chef, ou seja, bastante inglesa.

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Continuamos o nosso périplo, …

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… caminhando em direção a London Eye.

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Daríamos uma volta por lá (aconselho reservar pela internet, tamanha a fila).

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E melhor, com direito a uma flute de Pommery e melhor ainda, com somente 10 pessoas dentro da cabine.

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Em resumo, foi um passeio memorável já que foi feito ao anoitecer (próximo das 16:30hs) e …

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… com o início do acender das luzes da cidade.

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Este certamente vale o fotoblog, pra se acompanhar as diversas vistas, tanto da Abadia de Westminster e do Big Ben, …

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… como da City.

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Voltamos andando pro hotel (só hoje, foram 15 km)…

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… e não deu tempo pra mais nada, a não ser tomar banho, pra irmos assistir ao musical Viva Forever!, alguma coisa parecida com o Mama Mia das Spice Girls.

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É claro que as fotos foram proibidas, mas a diversão foi garantida.

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Após o espetáculo, fomos jantar num italiano próximo do teatro Piccadilly, o Bocca Di Lupo.

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É um lugar bastante simpático e com um jeitão que te deixa pensando que realmente se está na Itália.

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O couvert é bom, com destaque pra estas azeitonas verdes gigantes que não demoraram quase nada pra serem comidas.

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Pedimos um vinho branco Gewustraminer de Friulli e…

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… escolhemos Supli (bolinho de risotto) e mozzarella de búfala frita como entradas.

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A Dé e a Re adoraram o lugar não só pela qualidade da comida , mas também pela opção de serem servidos pratos em porções pequenas.

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Elas escolheram respectivamente, Capellacci de abóbora e amaretto, manteiga e queijo

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… e Orecchiete com salame, cebola roxa , tomate e pimenta.

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Eu fui de Spaghetti ao Vongole com molho de tomates-cereja.

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Todas as massas estavam al dente e com um sabor muito marcante.
  Pagamos a conta e fomos descansar já que o dia foi bastante produtivo e cansativo.

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Com um dia e meio em Londres, já dá pra perceber o porque da cidade ser citada como a mais cosmopolita do mundo.

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O que nós vimos de brasileiros não foi brincadeira.

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See U.

Leia sobre o primeiro dia desta viagem:
First day – Londres – Provamos um ícone e fomos ver o vice.

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dcpv – first day – londres – provamos um ícone e fomos ver o vice.

02/02/2013

First Day Londres – Provamos um ícone e fomos ver o vice.

Inauguramos uma nova categoria de viagens, graças a Re (que só tinha esta semana livre pra passear).

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São os bate/voltas internacionais. Neste caso, fomos pra Londres.

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E pra ficar somente 5 noites.

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A idéia seria aproveitar tudo que esta capital vibrante tem pra nos oferecer, e melhor, sem grandes preocupações de fazer os lerês obrigatórios (isto sim é uma redundância).

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Partimos na noite de 01/01. O vôo tinha tudo pra ser tranquilo (afinal de contas foi feito num triple Seven da TAM), mas as turbulências não deixaram.

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De qualquer forma, chegamos inteirões no aeroporto de Heathrow e pegamos o nosso transfer pra capital inglesa.

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Ficaríamos no Haymarket Hotel, situado bem na zona teatral, ou seja na muvuca.

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Além do mais, ele é um hotel design muito charmoso e com quartos mais do que bonitos …

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… e espaçosos.

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Enfim, é um verdadeiro hotel pra chamar de seu.

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Saímos correndo porque tínhamos reservado um verdadeiro ícone dos costumes ingleses: um chá da tarde.

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O lugar seria a Fortnum&Mason, uma loja de departamentos antigona e muito tradicional.

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É claro que atrasamos mais do que 15 minutos da nossa reserva e mais claro ainda que a perdemos.

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Tivemos que esperar mais uns 20 minutos até que aparecesse uma mesa vaga, mas no fim até que foi legal, porque assim pudemos observar melhor todo o ambiente.

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Imagine um lugar clássico, com um pianista tocando, bastante interessante e com muita gente?

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Pois é justamente o que este salão de chá é, o pomposo Diamond Jubilee Tea Salon.

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Iniciamos tudo com flutes de Dom Pérignon.

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E pedimos 3  chás tradicionais completos, …

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… que são servidos naquelas estruturas de 3 andares , onde o primeiro tem doces variados …

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… e deliciosos; …

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… o segundo, scones pra serem recheados com lemmon curd, geléia de framboesa (e que geléia) e um tipo de creme; …

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… e o último, que na verdade foi o primeiro que comemos, com os mais diferentes sandubas (de rosbife, de ovos, de frango e o tradicional de pepinos).

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Tudo isto acompanhado por chás que escolhemos duma carta enorme e mais do que especial.

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É um programa verdadeiramente imperdível tomar um icônico chá da tarde se você estiver em Londres.

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Voltamos pro hotel, com um pequeno chuvisco e corremos mais um pouquinho, porque tínhamos comprado ingressos pra ver o vice-campeão do mundo, o Chelsea, no Stamford Bridge.

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O amigo da Re, o Gustavo Chiquitto também iria junto conosco.
Como fizemos pra conseguir os ingressos já que os jogos da Premier League tem os estádios todos lotados?

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Entrei no TicketExpress e comprei de cambistas. Deu tudo certo, já que chegamos no hotel e os tiquetes estavam com o concierge.
Pegamos um taxi que nos deixou bem perto do estádio.

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O jogo seria contra o Quens Park Rangers, time do goleiro Júlio César (ex-seleção brasileira. Atualizando, o Felipão já convocou o homem de novo!) e atual último colocado no campeonato inglês.

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Já o Chelsea estava se recuperando do abalo emocional que teve ao perder a final do Mundial pro Timão.

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E a experiência foi incrível já que sentamos na quinta fileira e bem no nível do campo.

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Estávamos tão próximos do campo que praticamente ouviríamos tudo o que os jogadores falavam, caso as torcidas não fizessem tanto barulho.

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É claro que o Chelsea pressionou o jogo todo, …

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… perdeu um montão de gols (como aquele Fernando Torres é grosso, meu Deus!) …

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… e com a nossa presença pé- fria, o QPR fez um golzinho no final.

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Resultado? 1×0 pro visitante.
Aproveitamos que estávamos em território inimigo pra desfilar com a bandeira do melhor time do mundo e algoz do Chelsea.

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Resumindo, foi muito divertido e espero que um dia os nossos campeonatos atinjam este nível.
Como sempre, em qualquer partida de futebol no mundo, o maior stress acontece quando você tem que voltar pro hotel ao final do jogo. É duro ter que disputar com uma verdadeira multidão ou o metrô, ou algum taxi desgarrado.

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Resolvemos andar em direção ao centro, e após uns vinte  minutos, conseguimos pegar um taxi que nos devolveu ao hotel.

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Bom, foi isso.
Prum primeiro dia dum bate/volta, tá bom, né?

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Until tomorrow.

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dcpv – viagens gastronômicas através do estômago

 número 263
17/08/10

Viagens Gastronômicas através do estômago

Este livro editado pela National Geographic é muito bom. Ele parece, a princípio, um daqueles que estão aos montes nas livrarias que mais são resenhas mal feitas do que qualquer outra coisa.

Mas Viagens Gastronômicas,500 lugares extraordinários pra comer no mundo todo  acaba sendo muito mais uma referência pra consulta de regiões pronde você certamente gostaria de viajar! São dicas bacanas de lugares e mais ainda, com algumas boas receitas incluídas.

Partindo deste princípio resolvi simplesmente copiar os textos e reproduzir alguns pratos só pra sentirmos o clima. Espero não ser processado por isto!! rsrs

Vamos lá, viajar e comer um pouquinho!!

Índia – Chaat em Mumbaiao sair do trabalho ou da escola, na praia ou no parque, os habitantes de Mumbai (pros saudosistas, Bombaim) lancham a comida de rua mais famosa da cidade.

As calçadas de Mumbai, capital financeira da Índia e a maior e mais movimentada cidade do país, são lugares cativantes. Abra caminho por dentistas de rua, os limpadores de orelha, os engraxates e os barbeiros e você encontrará uma grande variedade de doces e aperitivos (chaat) à venda nos carrinhos e barracas da beirada da rua. Salgados e crocantes, doces e azedos, os chaats são feitos com bolinhos de grão de bico frito, arroz inflado, gengibre ou pasteizinhos de batata cobertos com iogurte, cebola e especiarias. Canções populares tem sido escritas sobre a comida de rua da cidade – seu único desafio é escolher entre as centenas de porções picantes a venda.
Precisa se refrescar? Tente um lassi. Essa bebida de iogurte pode ser doce ou com uma pitada de sal – muito boa pra refrescar a garganta depois de todas estas pimentas.

Receita – Lassi de Manga.

Coloque uma manga fatiada, 3 xícaras de iogurte natural, 1 xícara de leite, 1/2 xícara de açúcar, cardamomo em pó a gosto e bata num liquidificador até ficar homogêneo.  Para servir, coloque gelo até a metade dum copo e complete com o lassi. 

Espanha – Mercat de la Boqueriano calçadão de Barcelona, las Ramblas, está a entrada pro templo da gastronomia.

O Mercat St. Josep, conhecido como  Mercat de la Boqueria  (aí está um sex shop com pedigree), é o coração da cidade e um dos mercados mais famosos da Europa. Para quem vai pela primeira vez a experiência é inesquecível (e é mesmo!) : as cores, o barulho, a agitação e a dimensão do mercado são surpreendentes.
Mais de 30000 tipos de comida são vendidos ali de especialidades locais, como pimientos de padrón, bacalhau, salame fuet, a pratos  incomuns como ovos de emu e avestruz
(comemos até insetos por lá!). Carnes e charcutarias, peixes e mariscos, nozes, vegetais e frutas secas, chocolates, flores, pães, queijos – há de tudo no mercado. E a qualidade é excelente – muitos chefs estrelados no Michelin compram produtos lá.
E quando se fala em Barcelona, quem esteve por lá sabe, se fala em Pa amb tomàquet. Pão grelhado com tomates é a marca registrada de Barcelona. É servido sozinho ou como entrada. Anchovas, vegetais assados, salame, presunto ou outras carnes curadas podem acompanhar.

Modo de fazer – Toste um pão velho até ficar bem dourado.  Passe alho nele e esfregue a metade dum tomate cuidando pra que o pão fique bastante úmido. Coloque um legítimo azeite de oliva e salpique um pouquinho de flor de Sal. Cuidado, é altamente  viciante!

França – Sabores da Provence Luberon, no centro da Provence, é famosa por causa dos vilarejos no topo das colinas, da paisagem bucólica e dos sabores da culinária.

Numa tarde de verão, sente-se no terraço do Café  de France, no topo duma colina em Lacoste. Enquanto observa fazendas tranquilas, vinhedos e matas que se estendem até o vilarejo vizinho de Bonnieux, respire o ar quente, carregado de aromas inebriantes da Provence: ervas selvagens misturadas com alfazema, rosa e madressilva e talvez um pouco de melões maduros ou figos secando. Explore os mercados locais e seus sentidos serão dominados  pelo aroma dos tomates holandeses, manjericão, ramos de alho, buquês de flores selvagens recém-arrancadas, boules de queijo de cabra e contêineres de azeitonas dos agricultores locais que colheram as safras no auge do amadurecimento. (A Provence é isto mesmo! Somos testemunhas!)

Amêndoas torradas com ervas (estranhamente, não comemos nenhuma destas por lá!)

Coloque 2 xícaras de amêndoas em uma vasilha, cubra com água e deixe descansar por 20 minutos. Escorra e acrescente sal, pimenta do reino e 2/3 de xícara de ervas da provence. Misture bastante e deixe descansar por uma hora.

Aqueça o forno a 180ºC. Cubra o fundo duma travessa  com papel vegetal e espalhe as amêndoas. Asse de 15 a 20 minutos até que elas fiquem secas e crocantes. Deixe esfriar e sirva. Os sabores provençais estarão definitivamente na sua boca.

Tailândia – Damnoem SaduakExperimente as cores e os sabores do mercado flutuante mais concorrido da Tailândia

Carregada de mamão verde e guirlandas de orquídeas, uma sampana desliza na água logo que amanhece, sem querer ondular as águas calmas do klong (canal). Um cão late, um passarinho canta e donas de casa entram uma a uma nos pontões que ladeiam o canal pra pechinchar produtos com os vendedores nos barcos. Minutos depois, uma flotilha inteira rema pelo canal labiríntico rumo ao mercado. Localizado a cerca de 100 km a oeste de Bangcoc, o Damnoen Saduak é o ponto de encontro dos habitantes locais, de visitantes em busca de boa comida e de mulheres do interior que vendem produtos de seus pomares e jardins. Rapidamente, cozinhas flutuantes enchem o ar de fragrâncias e fumaça com o chiado do óleo fritando nas woks. Capim-limão, coentro, limão, gengibre, tamarindo e muito leite de côco. 

Receita – Salada Tailandesa de Pepino

Coloque numa panela 225 ml de vinagre, 1/4 de colher de chá de sal, 2 colheres de sopa de açúcar e cozinhe em fogo baixo até que se dissolvam e o molho engrosse ligeiramente. Deixe esfriar.
Lave 2 pepinos e corte em quatro longitudinalmente. Fatie-os bem fino e coloque-os numa travessa com 2 echalotas, 1 pimenta dedo-de-moça e 1/2 pimentão vermelho, todos cortados finamente.

Ao servir, misture o molho e tempere com amendoim e coentro picado.

Tentamos tomar um vinho tinto brazuca, o Tannat Torcello 2005 que todos definimos como “intragável”

Inglaterra – Frutos do mar em PadstowUm pitoresco porto pesqueiro no sudoeste da Inglaterra forma o cenário perfeito pra aulas de culinária de frutos do mar.
Rick Stein, um dos chefs mais queridos da Grã-Bretanha, fundou sua aclamada Seafood School na cidade de Padstow Cornwall, para aumentar a confiança das pessoas no preparo de peixes e frutos do mar numa atmosfera descontraída. Entre degustações e discussões, você aprende o preparo básico de peixes e técnicas culinárias, além de como fazer pratos tão diversos como risotto nero e curry tailandês de frutos do mar. Se isso lhe parece trabalhoso demais, Rick Stein tem 3 restaurantes de peixe na cidade pra você escolher. Um deles é o Stein’s Fish&Chips, uma versão aprimorada do clássico britânico chippie, onde além de peixe e batatas fritas que você pode levar, há lula e rabo de tamboril.

Receita – Robalo Crocante 

Tempere o peixe com sal e pimenta do reino.

Coloque os filés numa frigideira bem quente e frite até ficar levemente tostado. Transfira-os prum prato aquecido.

Junte na mesma frigideira, 4 colheres de sopa de azeite, 1 colher de sopa de alcaparras e frite até que fiquem crocantes. Acrescente suco de meio limão e 2 colheres de sopa de endro cortado bem fino. Mexa e coloque sobre o peixe.
Sirva com as batatas que a Flora faz toda santa segunda-feira!

Como diriam os ingleses (com aquele sotaque!): perfect!!

Tomamos um vinho tinto Estrada Creek Zinfandel 2006 Califórnia que foi “perfumado, surfista, mamas&papas, deidi“. 

África do Sul – Jantando na Cidade do CaboDizem que em Cape Town você pode comer em um lugar diferente todas as noites de um ano inteiro.

Pastéis franceses no café da manhã… barracudas nativas no almoço … chá inglês completo à tarde … e no jantar você ainda terá de escolher entre comida francesa, etíope ou malaia. Eis o verdadeiro dilema quando saímos pra comer na Cidade do Cabo. Inúmeros são os restaurantes com vista pro mar, desde o Blues, em Camps Bay (este nós conhecemos) e o Salt ao Mariner’s Wharf.

Receita – Bolinhos de Abóbora

Misture 3/4 de xícara de farinha comum, 1 colher de chá de fermento em pó, 1 colher de chá de canela e uma pitada de sal. Bata bem 2 ovos, misture-os com 1  1/2 xícara de abóbora cozida amassada e junte a mistura seca. Aqueça óleo suficiente pra cobrir o fundo duma frigideira e frite esta massa em colheradas.
Escorra em papel-toalha e salpique por cima uma mistura de 3 partes de açúcar cristal pra uma de canela. Fotogênicos e deliciosos.

Eis a opinião dos viajandões:

Que viagem! Gastronomia e sabores puros! (Edu)
Delícias em cascata! (Deo)
Adorn! Adorei! (Mingão)

Pronto, o passeio pelo mundo foi dado. E este livro, o Viagens Gastronômicas tem realmente o dom de te levar pra qualquer lugar através da sua leitura e, principalmente, se você estiver degustando os sabores que ele te informa.
Portanto, leia e faça! E use-o como um Atlas gastronômico.

Uma marrrravilha.

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