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dcpv – bh – inhotim, um lugar de primeiro mundo, sô! só faltou o buteco. quer dizer …

14/03/2011

BH –  Inhotim, um lugar de primeiro mundo, sô! Só faltou o buteco. Quer dizer …

 Acordamos cedo. Era o nosso segundo dia em Belo Horizonte e fomos experimentar o café da manhã do Quality. Competente e honesto como o hotel.

A van que nos levaria a Brumadinho, mais especificamente Inhotim, estava nos esperando no horário.

Só nos restou passar na PUC pra pegar a Drix (organizadora-mor deste 3º ISB) e partir pra aventura de conhecer um dos lugares mais encantadores do Brasil atualmente.

Este museu a céu aberto (acredito que chamá-lo de parque também seria correto) é um tanto quanto longe de BH (uns 50 km), o que aumenta consideravelmente a expectativa.

E ela é totalmente preenchida.

Já na chegada tudo surpreende. Pela grandiosidade, pela surpresa (apesar de tudo o que se fala de lá), pelo cuidado do tratamento, pela organização e especialmente pela criatividade.

Optamos por comprar o ingresso que dá direito a utilizar um transporte feito através de carrinhos de golfe e que é oferecido somente em alguns trechos especiais, especialmente nos mais distantes e íngremes.

Iniciamos o passeio por uma instalação no meio dos jardins, onde existem uns espelhos em que você se vê totalmente magro numa situação e absolutamente gordo em outra. Seria premonição?? 🙂

Continuamos planejando a visita e usando os carrinhos, subimos ao ponto mais alto e distante de Inhotim (não vou nem explicar que alguém se chamava Tim e que lá em Minas, senhor é nhô. Captou?).
Este lugar é de uma simplicidade e de uma beleza quase que indescritível.

Imagine você  entrar numa construção circular onde só se tem um buraco centralizado e ouve-se um som que é transmitido através de microfones instalados a 202 m da superfície ?

Isto mesmo. Além da visão ser totalmente estimulada (a vista de Inhotim é espetacular), todos os outros sentidos são utilizados, especialmente a audição. É realmente como se estivéssemos ouvindo o som da terra! Sem contar a película que foi instalada no vidro e que, dependendo de onde se está, você vê tudo embaçado!

Descemos mais um pouco e chegamos a uma construção geodésica e espelhada no meio do mato de autoria do Matthews Barney. Esta é de doer de tão bacana.

Uma pena a proibição de fotos internas (porque, Inhotim? Isto serviria pra divulgar ainda mais as tuas belezas!), mas fica a descrição breve: tudo se confunde nesta obra. Um trator todo enlameado que está lá dentro, a mata que está lá fora e que através dos vidros você a visualiza e que dependendo do ângulo e do reflexo, você vê tudo junto (inclusive você) e ao mesmo tempo, tanto lá fora, como dentro. Entendeu?
Qualquer que seja a resposta, você tem que ir lá. 

Ao menos, conseguimos umas “fotinhas”  do nosso grupo (e sem a participação tratorística).

Descemos mais um pouco (quase todos a pé) e aproveitamos pra conhecer mais duas instalações. Claro que esta teia não tinha nada a ver com alguma criação artística, a não ser algum tecelão bem natureba..

Uma delas, as instalações, era estranha e interessante (a da colombiana Doris Salcedo) que mais parecia uma sala vazia com algumas poucas telas metálicas (destas de construção) em alto relevo …

… e outra muito mais estranha do que interessante, com fotos meio down e sorumbáticas do Pelourinho.  Mas o prédio, uau!

Aproveitamos o embalo e fomos almoçar no restaurante Tamboril. Optamos pelo buffet por ser extremamente farto,variado e rápido, além de ter um visual incrível.

Tomamos um vinho branco (estava um calor!) e brindamos como se deve, com Coca (pra quem?) e cerveja regional Backer (pra quem?).

Aproveitamos, pois assim teríamos mais tempo pra visitarmos tudo. Conselho de amigo: separe pelo menos um dia pra conhecer o lugar que é muito grande. Você ficará decepcionado se não conseguir ver tudo. Como por exemplo esta “maluquice” do Tunga.

Continuamos visitando vários espaços diferentões. Mais construções espetaculares, …

… instalações malucas, …

… idéias absurdamente geniais (tais como te fazer passear por um labirinto com cacos de vidro no chão e logo após, tirar os sapatos pra sentir as texturas de ambientes totalmente vermelhos).

Pausa pra explicar o que é o paisagismo do lugar:  parece o Éden. Burle Marx e muitos outros capricharam em absolutamente tudo.

São lagos, …

… árvores frondosas, …

… verdadeiros agaves (poderíamos fazer uma tequila iessebiense! rs), …

… flores coloridas, enfim, …

… tudo feito pra que a natureza também seja, merecidamente, uma tremenda obra de arte.

Mais algumas visitas: um big caleidoscópio em plena mata …

… com belíssimas vistas.

A viagem dentro da viagem estava chegando ao fim. O divertimento do nosso grupo foi garantido (apesar de alguns estarem malucos pra tomar uns engasga-gatos) e ainda tivemos tempo de ouvir corais ingleses “enlatados”, …

… ver piscinas com agendas telefônicas em ordem alfabética, …

… tirar fotos temáticas (onde estão os Wallies?), …

… duma experiência muito bacana (vigas de ferro foram arremessadas de 45 m de altura sobre um berço de concreto. Do jeito que caíram, ficaram.) …

… passear por entre bolas de aço (vidro? cerâmica?) resplandescentes …

…  e nos divertirmos demais da conta. Inclusive, com direito a um bom bailinho!!

Infelizmente, só vimos os Fuscas Coloridos do Jarbas Lopes através de cartões postais, mas não dá nem pra perceber, né?

Estávamos pilhados; tanto que não resistimos e quando chegamos perto do hotel, pedimos ao motorista da van (um verdadeiro Nelson Rubens mineiro) pra nos deixar num boteco pra fazermos o nosso primeiro contato com o “Comida di Buteco“, um famso festival de guloseimas aqui em BH.

E em plena seis horas da tarde, o boteco Estabelecimento já estava lotado.

Conseguimos uma mesa ecológica (tinha uma árvore imensa no meio dela!) e partimos os sete pruma outra nova viagem.

O lugar é muito pitoresco. Não tem placa indicativa e é cheio de badulaques.

Pedimos o prato que está concorrendo, o falando abobrinha no sereno da madrugada, …

… pescoços de peru cozidos e bem temperados …

…mas, tão bem temperados que comi um montão deles, …

… e o bolinho de arroz com jiló (originalmente pedimos o da Lurdinha, mas estava em falta).

Trocamos de mesa, votamos no prato (este concurso é famoso em vários lugares do Brasil) e fomos embora felizes.
Destino? O hotel onde tomaríamos mais um banho rápido e continuaríamos a nossa exploração botecal. E o apê da Drix pra tomarmos uma “entradeira”.

O problema seria onde ir? Após várias pesquisas (ouvimos um montão de motoristas de taxi), chegamos a uma conclusão: vamos a mais um participante do Comida di Buteco, o famoso Bar do Antônio, o Pé-de-Cana. E neste caso, os tais pés são verdadeiros! Eles estão plantados na calçada (se bem que tinha um montão do outro tipo lá dentro também!).

Otimistas como sempre, achamos que encontraríamos mesas facilmente (apesar da Drix dizer que seria uma missão impossível).

O resultado foi que ficamos meia hora em pé (tudo bem que conseguimos experimentar o petisco participante, o Serenada no Pé-de-Cana, por sinal e já que é pra usar hífem, um tanto quanto meia-boca) …

 … e finalmente, fomos ao bar Oratório, o lugar originalmente indicado pela Drix. Calma, que não fomos exatamente rezar, se bem que o taxista que as levou pra lá, achava!

Olha, falamos, sorrimos e comemos muito. Pedimos um mix de petiscos, o Dois pra lá, Dois pra cá, …

Costelas ao molho de pinga, …

Caldinhos de feijão e mandioca, …

… deliciosos pães de alho (dica da Drix e que eram tão gostosos que nem sobraram pras fotos), Filé mignon com batatas e …

… pasmém, cantamos músicas bregas a noite toda (louve-se o conhecimento de todos, especialmente do sócio que já pode ser considerado um membro da AFMB). Você que chegou até aqui deve estar pensando: isto tudo aconteceu num mesmo dia?

Sim, ou melhor, quase por que já era uma da manhã e estávamos preocupados, pois teríamos que acordar cedo e fazer um city tour, almoçar no Xapuri, encontrar a Lina do Conexão Paris, etc .
Xiiiiiii, acho que amanhã será igualzinho a hoje.

Ôba! Ainda mais junto com esta turma!

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dcpv – belo horizonte – 3º isb – a visão do mingão. ou melhor, o som.

13 a 15/05

Belo Horizonte – 3º ISB – A visão do Mingão.  Ou melhor, o som. (by Mingão)

Nota da RedaçãoConforme o anunciado, continuamos com a apresentação dos posts sobre o 3º ISB, o Inter dos Sem Blogs que foi realizado na capital mineira. Desta vez, teremos a visão, melhor falando, a sonorização de como foi o encontro desta turma bela e fagueira na Capital das Alterosas no entender do Mingão. É a primeira vez que ele escreve por aqui, apesar de todos já conhecê-lo pelos seus estrepitosos comentários, especialmente os vinícolas.
Usando uma linguagem conhecida por ele: Mingão; tá no filóóóóóóó! 

Mande notícias do mundo de lá
Diz quem fica,
Me  dê um abraço
Venha me apertar
Estou chegando (Milton Nascimento)

E  graças ao mundo virtual lá estavamos nós, Regina, eu, Dé e o Edu viajando para Belo Horizonte, para matarmos a saudade dos amigos que agora se tornaram reais  e para conhecermos um pouco dessa grande cidade que para todos era uma desconhecida.

Foi por medo de avião
Que eu peguei pela primeira vez
Na sua mão  (Belchior)

Eu, pra variar, passei o voo inteiro morrendo de medo, mas a chegada em Confins foi tranqüila (o lugar faz juz ao nome ). Depois de 40 minutos de taxi já estávamos bem instalados num hotel na Avenida Afonso Pena, onde recebemos as boas vindas do Eymard e da Lourdes, que já estavam por lá.

Rapidamente estávamos prontos para conhecer o Verdemar, um supermercado que mais parecia o sex shop (para quem não sabe  o apelido do Santa Luzia) onde encontramos a Drix (nossa cicerone e querida amiga) para fazer pequenas comprinhas como espumantes, queijos e pão de queijo que seriam os abre-alas das nossas incursões etílicos-gastronomicas na noite de BH.

Champagne per brindare um incontro
Com te chi gia era di un altro (Peppino di Capri)

Lá fomos nós conhecer o restaurante Vecchio Sogno, um verdadeiro italiano em plena capital do pão de queijo, que faz valer as duas estrelas da Quatro Rodas, num jantar corretíssimo.

Amanhã de manhã
Vou pedir o café pra nos dois (Roberto Carlos)

Na manhã seguinte, depois de um lauto café da manhã, já estávamos feito colegiais prontos pra embarcar numa van e partirmos para Inhotim.  Antes passamos na PUC para embarcar a nossa professora Drix, que nem num sábado pela manhã abandona a sua missão de educar.

Lá fomos nós conhecer um lugar mágico, um jardim botânico cercado de obras de artes, instalações que falam por si só, que nos levam a lugares mágicos, estranhos, profundos,  as vezes fáceis , as vezes difíceis de se entender, mas sem dúvida, belos  e imperdíveis; sem contar um ótimo almoço num dos vários restaurantes do lugar que nos serviu um buffet imperdível num lugar agradabilíssimo.

O piquenique foi bom,
Mas, a volta é que foi tão triste (Wanderley Cardoso)

A volta foi realmente típica de colegiais, todos dormindo menos eu que não parei de falar com o motorista sobre futebol (Atlético, Cruzeiro, Corinthians e etc); porém um pouco antes de deixarmos a Drix em sua casa para voltarmos ao hotel, não é que o Eymard já desperto avista um legitimo pé-sujo (para quem não sabe, boteco simples, mas cumpridor) com uma tremenda fila na porta e incontinenti grita ao motorista, parafraseando a Wanderléa:

Por favor
Pare agora

E adentramos num boteco de primeira com uma pinga esperta (engasga-gato), cerveja geladíssima, bolinho de arroz com jiló  e um pescoço de peru de se comer ajoelhado. É claro que a conversa corria leve  e solta. E o melhor; o nome do bar era Estabelecimento .

A noite vai ser boa
E tudo vai rolar (Brylho)

Depois do primeiro, já estávamos de novo a postos para conhecer outros botecos. Antes, uma passada na casa da Drix para brindarmos com espumante que a noite era uma criança.

Depois de uma rápida passada no Pé de Cana(sim, é o nome do bar) que se mostrou meio decepcionante (talvez, pela lotação), fomos ao  Bar Oratório (não é Mosteiro, né Eymard?), este também de prima e  nós todos cercados de loiras geladas e petiscos diversos, irmanados por uma amizade eterna que o meio etéreo nos concedeu.
Terminamos a noite num divertido “Qual é a Música” (que nos perdoe o nosso colega de auditório Sílvio Santos) onde cada um tinha que cantar os “top five” de grandes astros da MPB (Musica Popular Brega, inspiração desse post), em que o Eymard conseguiu lembrar grandes sucessos da Claúdia Barroso, entre eles o “Quem mandou você errar”.
No restante, foram só hits dos nossos grandes ídolos como Nilton Cezar, Gilliard, Martinha (Queijnho de Minas) e etc.

Meu domingo alegre vai ser
Pois pretendo sair com você
Hey, hey que dia feliz (Ângelo Máximo)

Manhã de domingo (que pena, como passou depressa), já estávamos novamente embarcando na van para o ultimo dia em BH que nos brindou com um  belíssimo sol e onde guiados pela nossa maravilhosa cicerone, fomos conhecer diversos lugares que nos encantaram como um mirante em que se avistava toda a cidade. Visitamos depois o Mineirão, o Mineirinho, o Palácio da Liberdade, a Pampulha (abençoados Niemeyer, Portinari e JK), terminando num almoço maravilhoso no Xapuri que nos ofereceu o melhor da culinária mineira e ainda contando com o auxílio luxuoso da presença da Lina do Blog Conexão Paris.

Já estava na hora de rumarmos  para o Confins, voltarmos para a nossa Sampa e trazendo no coração grandes momentos reais de uma turma que é virtual na maioria do tempo, mas, que a cada vez que se encontra, vive  momentos maravilhosos.

O importante é que emoções
EU VIVI (Roberto Carlos)

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dcpv – 3º isb – mar em bh? verdemar

13/03/2011

3 º ISB – Mar em BH? Verdemar

 É fomos pra Minas pra participar de mais um ISB. Seria o 3º.

Seria porque, por definição, um ISB é o encontro da mesma turma que participou da reunião inicial que foi realizada em SP.

Depois disso fizemos mais um, o 2º, em Brasília e neste intervalo, conversamos bastante pra marcar uma data que encaixasse na agenda de todo mundo.

Tudo definido? Quase, pois ainda tínhamos (na verdade, a Drix) que decidir o que fazer num final de semana em BH. Só tínhamos decidido que talvez seria o 1º ISB’.

Afinal, porque um ISB’?

Por que a Sueli e o Jorge (devido a alguns problemas particulares) não puderam comparecer. Ficamos desfalcados, mas como todo bom time, fomos pro jogo.
Que começou justamente na sexta quando a Regina, o Mingão  e nós embarcamos pra capital mineira. Fizemos um vôo TAM tranquilissimo, um checkinn mais tranquilo ainda no bom hotel Quality e zarpamos diretamente pra encontrar o restante da turma iessebensse no paraíso local da gastronomia, o Verdemar.

Antes, uma pausa pra mostrarmos o nível da organização driquisniana: presentinhos e mapas personalizados. A coisa prometia!

Voltando ao Verdemar, a Drix, que foi nos buscar no hotel, sempre teceu ótimos comentários sobre esta rede de supermercados. Seria e usando os termos apropriados, quase que uma ótima casa de massagens gastronômica! 🙂
 E tudo é absolutamente verdade, já que vários menus foram feitos através das receitas da revista de lá.

A Lourdes e o Eymard (que estavam hospedados no mesmo hotel) tinham ido encontrar com a Adriana Pessoa (ela é uma emérita pitakeira do Conexão Paris) e marcamos o meeting inicial no templo da gastronomia.

Que lugar! Tudo muito organizado com odores e estímulos visuais planejados milimetricamente pro consumidor comprar. E compramos.

Tudo coma mais alta qualidade.

Uma boa rotisserie,…

… uma ótima padaria (foi eleito pela Vejinha BH o melhor pão de queijo da cidade, algo como ganhar como melhor pizza de Napoli), …

… muitas novidades (como não se espantar com estes papéis higiênicos?), …

… uma seção de FLV de primeiríssima …

… e uma adega completa, onde compramos o nosso espumante português, o Aliança  “bruto” que seria tomado no apê da Drix.

Como prova de que o mundo é pequeno (vários Piselli, né sócio?), encontramos a Simone em plena adega. Ela sentou ao nosso lado naquele jantar na RS quando da ConVnVenção Carioca.
Foi mais um grande prazer deste final de semana. E olhe que ela aproveitou pra  nos dar várias dicas gastronômicas mineiras, entre elas, uma padaria onde o dono é um tipo de “bread nazi” (vide Seinfeld). Dizem que ele grita: No bread for you, sô! 🙂

Retornamos ao hotel prum banho rápido. Uma hora depois já estávamos conversando e brindando na cozinha mais limpa e pouca usada do mundo, a do apê da Drix. Taí o porque de desta vez, optarmos por conhecer os locais gastronômicos mineiros em vez de “cozinharmos”.

Ficamos um tempão conversando, dando muitas risadas e observando os detalhes do lugar, tais como a biblioteca clássica, de pedigree  e com uma “aura” muito legal (tudo esperado em se tratando da Drix. A Dé logo falou: taí um lugar que a Re gostaria de ficar. E eu retruquei: você também! )

Brindamos ao início do convescote e fomos jantar no Vecchio Sogno, o restaurante estrelado do chef Ivo Faria.

É um lugar bastante interessante com uma mistura muito eclética já que parece (ou pretende ser) um restaurante italiano, mas tem pratos bastantes contemporâneos e um jeitão mineiro, além dum certo provincianismo (até TV tem na espera!). O mais importante é qu ele tem comida de qualidade.

Sentamos numa mesa redonda (viu, Sueli!) e pedimos um montão de coisas do menu, enquanto sorvíamos o famoso gift do chef, um providencial caldinho de batatas com chips de pancetta …

… e um couvert bem competente.

Vinhos?  Um branco  Chardonnay St Ema Casablanca Chile pra todos …

… menos pro Mingão, que tomou um tinto Alamos Malbec …

… e pra Drix, a esperada bebida mais forte da noite: água! Tudo bem que depois ela compensou, pedindo uma limonada suíça!

O mulheril todo foi de massa. A Drix de garganelli a tre funghi e gamberetti, camarões fresquinhos pescados no mar que fica “agarradim” a BH.

A Regina de tordelli di muzzarella di bufala alla salsa di pomodori freschi aprofumo de la Sicilia. Um raviolão perfumado com limão siciliano.

A Lourdes de papardelle ao ragu d’agnello com profummo di olive secchi. Segundo ela, uma delícia!

A Dé dum macarrão “finim”, um tagliolini com pomodori freschi, pesto genovese, burrata cremosa e crocante de speck. Também muito bom com a massa fresca e al dente, uai!

Dos homens, só eu fui de pasta. Um ótimo e como não poderia deixar de ser, linguini de mare com profumo dell’horto.

O Eymard comeu um peixe, um linguado, o sogliola con spinachi alla fiorentina com crocante de amêndoas, purê de batatas gratinado com juliana de funcho, a famosa erva-doce (viu, sócio?). Ele comeu tudim, tudim!

E o Mingão descolou um excesso de bagagem ao pedir o Prato da Boa Lembrança,  um filé mignon com cama de batatas e espaguete de pupunha .

É claro que as sobremesas não foram esquecidas. Pedimos quatro e todo mundo usou a sua colher como bem lhe conviesse.

Creme brulée de baunilha, sorvete de queijo com coulis de goiaba, vulcanos de chocolate com sorvete de baunilha  e de doce de leite com sorvete de goiaba e creme de queijo. Parecia a Sicília.

Pronto, o encontro oficial de lançamento do 3º ISB (ou ISB’ , não importa!) aconteceu.

E da melhor maneira possível. Celebrando a amizade e a empatia que aconteceu com todos assim que se conheceram pessoalmente.

Vamos lá que amanhã tem mais.

Descobriremos Inhotim que é um certeza de divertimento. Ainda mais com esta turma reunida.

Inté.

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dcpv – 3° isb em bh – não fui, não vi, não comi, não curti, mas adorei tudo!

13 a 15/03/11

3º ISB em BH – Não fui, não vi, não comi, não curti, mas ADOREI tudo! (by Sueli)

Nota do Redator – E não é que fizemos mais um ISB, também conhecido como Inter dos Sem Blogs?
Desta vez foi em BH com a chancela da ultra-organizada Drix. E como gostamos de inovar, este primeiro post foi escrito pela Sueli, justamente uma componente do casal (junte o grande Jorge) que não pode comparecer.
Divirtam-se com o depoimento de quem não estava lá. E na sequência com os relatos dos que participaram desta festa, Eymard, Drix, Mingão (sim, senhores. Ele prometeu escrever) e os meus 3 posts, escritos pra cada um dos dias que passamos na terra dos butecos.  Eles serão publicados semanalmente.
Vamos lá! Deixa cair … OVB.
 

E não poderia ser diferente, pois a gente planeja muito esses encontros.  São tantos e-mails trocados… tantos ajustes de onde ir, que voo pegar, que hotel ficar, o que vamos fazer?… que fica difícil, mesmo não estando presente, não  ter idéia do que está rolando.

     

Mas a vida nem sempre nos reserva só certezas e alegrias. Acidentes de percurso nos fizeram  desistir desse encontro tão longamente planejado.
No 2º ISB, em Brasília, faltaram Mingão e Regina. No 3º faltamos nós.  No próximo, se Deus quiser, estaremos todos juntos.

      

Sei muito bem que estar com essa turma teria sido um bálsamo para o meu desgaste físico e emocional, mas a prudência e o equilíbrio falaram mais alto. Não era hora e sei que muitos outros encontros virão. Aliás, o próximo já está agendado e planejado para dezembro.
Eita mundo véio sem porteira! Trem bão, sô!

           

A capacidade de aglutinação e integração dessa turma é fantástica e eu, mesmo aqui de longe,  estava o tempo todo com eles.
Como não vê-los e sentí-los andando no meio das gôndolas de delícias, nas degustações e aquisições do Verdemar?  O Verdemar é um sex-shop que tem em BH e que, desde o nosso primeiro encontro, faz o maior sucesso entre nós com seu fantástico queijo da canastra, revistas gastronômicas e sacolas personalizadas com os quais Adriana nos presenteia. 

Ó, Minas Gerais!
Como não sabe-los à mesa do Vecchio Sogno, um italianíssimo, indicado pela Adriana para o jantar da sexta, e onde, com certeza, ela degustou uma massinha básica? E brindou com Coca. Normal, por favor!

     

Como não estar com eles naquela van, às 8h45, e passar às 9h, pela PUC para pegar a Adriana, que já tinha dado aula,  rumo ao Inhotim?
Como não caminhar ao lado deles em meio àquela natureza exuberante e obras de arte tão instigantes do Inhotim?

Como não estar na ronda, meio “fracassada” e tardia dos “butecos” mineiros, no sábado à noite? Adriana avisou, avisou e avisou: Não pode fazer ronda de “buteco” tarde Mas eles saíram tarde. E iam querer o quê? Pense? Mesmo assim adoraram tudo. Adoraram a companhia, adoraram os causos e cantos… E que cantos! Cantos que a Adriana não sabia ou desconhecia completamente. 

     

Como não andar com eles, no domingo pela manhã, pelas ruas da capital das Minas Gerais e admirar suas belezas, guiados pela paixão e ternura de uma filha da terra?

Como não me ver envolvida pela graça da Pampulha e saber que estavam apreciando as maravilhas do Xapuri?

     

Como não me sentir presente em cada brinde que ergueram para comemorar mais essa oportunidade de estar juntos?
Como não sentir a alegria, a energia e o carinho que vem desse grupo tão especial? Carinho esse que nos chegou em forma de mimos diversos, mandados pela Adriana e entregues pessoalmente pela Lourdes e o Eymard. 

Então, mesmo não tendo ido ao 3º ISB, mas embalada pela enorme onda do Verdemar, já que em BH não tem mar, pelas músicas cantadas na “ronda de botecos”, pelos belos horizontes que se descortinam em Inhotim, pelas águas da Lagoa da Pampulha, pela grande afeição que tenho por cada um dos membros deste grupo, digo que ADOREI tudo isso que perdi.
O que vem aí pela frente é meio surpresa também para mim e sei que me deleitarei em cada linha de texto, em cada foto, em cada programa, pois essa turma é só alegria e felicidade. Na companhia deles, salsicha é melhor que foie-gras.

Há! Há! Há!  Que venha Ferraz de Vasconcelos!

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2º ISB – do desejo de niemeyer a realidade do isb*

2º ISB – Do desejo de Niemeyer a realidade do ISB*

Hi, gente fina.
Continua a novela, o capítulo-a-capítulo de tudo o que aconteceu no encontro dos without blogs, o 2º ISB, o Inter dos Sem Blogs.

A festa foi de arromba e todos os participantes se esbaldaram a valer.
Desta vez teremos a visão da prof Drix. Leiam, discutam e comentem.
Sabe como é: em sociedade, tudo se sabe.

Este post encerra a tetralogia do evento na visão dos participantes (veja a minhaa do Eymard e a da Sueli).
Aguardem que o próximo, o 3º será em BH e arredores. Ah! A sede do 4º também já foi escolhida: a grande e bela Ferraz de Vasconcelos.

 Hasta la vista, babies. (EduLight)

Do desejo de Niemeyer à realidade do ISB * (by Drix)

“Era um rabisco e pulsava.”  (Carlos Drummond de Andrade)  

Foi assim que tudo começou: do traço simples de Lúcio Costa. Era “inveja” e pulsava. :- ) Foi assim que tudo começou: do desejo dos sem blog de um dia sentar-se à mesa do DCPV.

“Brasília surgiu como uma flor do deserto, dentro das áreas e escalas que seu urbanista criou, vestida com as fantasias da minha arquitetura. E o velho cerrado cobriu-se de prédios e de gente, de ruídos, tristezas e alegrias”. (Oscar Niemeyer)  

A confraria DCPV surgiu da amizade que une Edu, Déo e Mingão, vestida do prazer de Edu em cozinhar. Cobre de alegria as terças-feiras de Ferraz de Vasconcelos e, eventualmente, os fins-de-semana de alguma outra cidade. Naquele feriado de 15 de novembro, cobriu de alegria Brasília.

“Os dois arquitetos não pensaram em construir beleza, seria fácil: eles ergueram o espanto inexplicado.” (Clarice Lispector)

Nenhum de nós pensava em conquistar novos amigos: seria fácil. Reconhecemos novas velhas amizades, conquistadas em outras infâncias, para o espanto inexplicado de alguns.

“Mas se ela nasce assim madura, sabei-o: é o tempo! O paridor de estrelas, cubos, alvoradas e cristais; é o tempo – que da estrutura dos metais criou as linhas do viver.” (Affonso Romano de Sant’Anna)  

E se a amizade nasce assim madura, sabei-o: é o tempo! O paridor de sentimentos como serenidade, sinceridade, tolerância, respeito às diferenças, cumplicidade;  é o tempo – que desses sentimentos criou as linhas do viver.

Sim, era o Homem, era finalmente, e definitivamente, o Homem. Viera para ficar. Tinha nos olhos a força de um propósito: permanecer, vencer as solidões e os horizontes, desbravar e criar, fundar e erguer. Suas mãos já não traziam outras armas que as do trabalho em paz. Sim, era finalmente o Homem: o Fundador. Trazia no rosto a antiga determinação dos bandeirantes, mas já não eram o ouro e os diamantes o objeto de sua cobiça. (Vinicius de Moraes e Antonio Carlos Jobim)

Há cinquenta anos eles vieram de vários lugares deste imenso país. Homens simples, que deixaram para trás mulher e filhos e chegaram ao planalto central com seus diferentes sotaques e culturas. Pés descalços, olhares atentos, esperança no futuro. Terra vermelha, trabalho duro. Admiração pelo presidente doutor que se mostrava igual nos momentos de cantoria (Eymard, “Peixe Vivo” certamente não faltava no repertorio do presidente seresteiro). Ao construírem seus palácios, com formas nunca antes vistas – por eles e por ministros e arquitetos estrangeiros, como André Malreaux e Le Corbusier -, apropriaram-se de sua história. Foram chamados candangos. Ganharam escultura de Bruno Giorgi. Cinquenta anos depois, nossa vez de tomar posse de nossa Capital, descobrir seus encantos surgidos do talento de Niemeyer, Lúcio Costa, Marianne Peretti , Ceschiatti, Bruno Giorgi, Athos Bulcão, Burle Marx e desses brasileiros anônimos. Como há cinqüenta anos, também chegamos de vários lugares desse imenso país. Mistura de sotaques e culturas – síntese do Brasil.

“No cimento de Brasília se resguarda maneiras de casa antiga de fazenda, de casa-grande de engenho, enfim, de casarona de alma fêmea (…) que guarda no jeito o feminino e o envolvimento de alpendre de Minas.” (João Cabral de Melo Neto)

Como na casa antiga de fazenda e na casa-grande de engenho a mesa foi posta, os amigos recebidos com carinho. Como no alpendre de Minas, a prosa se estendeu por todo o dia e toda a noite.

“Foi necessário muito mais que engenho, tenacidade e invenção. Foi necessário um milhão de metros cúbicos de concreto, e foram necessárias 100 mil toneladas de ferro redondo, e foram necessários milhares e milhares de sacos de cimento, e 500 mil metros cúbicos de areia, e dois mil quilômetros de fios. E um milhão de metros cúbicos de brita foi necessário, e quatrocentos quilômetros de laminados, e toneladas e toneladas de madeira foram necessárias. E 60 mil operários! Foram necessários 60 mil trabalhadores vindos de todos os cantos da imensa pátria, sobretudo do Norte! 60 mil candangos foram necessários para desbastar, cavar, estaquear, cortar, serrar, pregar, soldar, empurrar, cimentar, aplainar, polir, erguer as brancas empenas…” (Vinicius de    Moraes e Antonio Carlos Jobim) 

Foi necessário muito mais do que habilidade em picar alho poró e cebolas, lavar morangos, fazer molhos, dessalgar bacalhau. Foram necessárias várias medidas de arroz, incontáveis postas de bacalhau, muito alecrim. Foi necessária muita geléia e queijo brie. Foram necessários quilos e mais quilos de alho poró, dúzia de mini abóboras e peras, batatas e carnes, travessas de morango, folhas e folhas verdes, garrafas e garrafas e garrafas de vinho. E dois chefs, quatro ajudantes e dois observadores. Chefs e ajudantes foram necessários para comprar ingredientes e flores, picar pimentão, cebola e alho poró, temperar carne, limpar morangos, preparar massa, organizar louça na lavadora, servir o vinho, montar os pratos como verdadeiras obras de arte. Observadores foram necessários para … observar, claro!

Esse foi o cenário de nosso 2º ISB: Brasília, cidade de pilotis, super quadras, espaços livres, palácios e suas colunas únicas, prédios que flutuam em espelhos d’água, obras de arte expostas sob um enorme céu azul, utopia de igualdade. Como no primeiro encontro, o sentimento do 2º ISB foi de amizade, alegria pelo reencontro, prazer pela companhia e os momentos de prosa.

Dizem que mineiro não perde trem. Começo a acreditar que, mais que isso, mineiro chega um dia antes. Ou melhor: cumpre o combinado :- ) Com isso, meus ISBs tiveram um bônus especial. Em São Paulo, o ótimo show de Jorge Drexler, na companhia de Edu, Dé e Renata. Em Brasília, na sexta-feira, almoço com Sueli e Jorge e jantar na casa de Lourdes, Eymard e Gustavo. No almoço de sexta-feira, o carinho de ser recebida com comidinha gostosa, preparada por Sueli, e picolé especial, de chocolate e menta, comprado por Jorge. No jantar, apesar de todas as preocupações com relação ao menu, tivemos “pasta ao dente com manteiga trufada derretida e trufas brancas” (devidamente copiado do comentário do Eymard). Piemonte esteve presente também na entrada: tâmaras de Piemonte acompanhavam o melão e presunto de Parma. Disse a Eymard que gosto de “comida simples”, mas de nada adiantou. Preocupado, preocupou Lourdes, que acabou encomendando um peru lindamente decorado. Diante da “comida simples”, repetida por todos, o peru ficou intocado. O almoço de sábado também foi delicioso: arroz com peixe e frutos do mar, no Coco Bambu, com a companhia de Gustavo.

No sábado à tarde esperamos por Edu e Dé na casa de Eymard e Lourdes. Queijos, vinhos e picolos docinhos; prosa boa. Mas era preciso voltar ao hotel. Tinha jogo do Corinthians… e do Atlético. Um tentava chegar ao topo… O outro tentava não cair :- ( Além disso, tínhamos uma reserva para o jantar na Trattoria Da Rosário.  Na tavola redonda, casos da viagem a Piemonte. Pedidos variados e sofisticados, de quem tem paladar apurado. Exceto o meu. Encorajada pela Dé, com seu jeitinho carinhoso, pedi massa a bolonhesa, afinal, gosto de comida simples. Após o jantar, tour noturno pela cidade. Brasília iluminada é ainda mais bonita!

Domingo, dia de city tour diurno. Por causa da chuva, foi dividido em duas etapas. A primeira, antes do almoço, com passeio pelo lago norte, passando pela UNB, visita ao Memorial JK. Depois do almoço, Congresso, Esplanada dos Ministérios, Praça dos Três Poderes, Torre de TV. O Palácio da Alvorada não entrou no city tour, pois ele era o vizinho mais próximo de nosso hotel.

Como no encontro em São Paulo, antecedendo o jantar oficial do ISB, um almoço, preparado por Sueli. Salada de folhas verdes com pêra, nozes e um molho delicioso, acompanhada de mini abóbora recheada com bacalhau;  arroz com bacalhau (que eu já conhecia e adoro) e algumas opções de sobremesa. Fiquei na panna cotta com geléia de frutas vermelhas (ainda me pergunto como teria ficado com geléia de laranja). Dessa vez não fiz café. Bebemos chá. Guardava minha participação para a torta: “bater os ovos” e “mexer o alho poró na panela”. Com minha habilidade na cozinha tenho que me concentrar em uma ou duas coisas apenas.

O jantar oficial foi montado a partir dos pratos preparados por Edu nas noites de interblogs. Depois de uma exaustiva pesquisa dos sem blog, as sugestões foram enviadas para Edu que chegou ao menu final. Que eu adorei! Começamos com queijo brie e geléia. Entrada: torta de alho poro (muito alho poró… como a cebola, em São Paulo), queijo a milanesa (posso dizer assim, Edu?) e salada de folhas verdes. Principal: brasato com batata assada com alho e alecrim. Desde o momento da definição do menu tinha dispensado o risoto. Todos aderiram a idéia, já que seria um exagero. Sobremesa deliciosa!!! Sopa de morango com sorvete de creme. 

Para finalizar a saga gastronômica em Brasília, água mineral com gás e natural, no bar da piscina do hotel, na segunda-feira pela manhã, antes de sairmos para o aeroporto. Bem, antes de minha primeira saída para o aeroporto. Depois de nos despedirmos de Dé e Edu, voltei com Sueli e Jorge para sua casa, a tempo de comer mais um pouquinho do arroz com bacalhau, antes de sair, pela segunda vez, para o aeroporto.

Mais uma vez tudo saiu perfeito. Rimos muito. Comemos muito. Beberam muito :- ) Mientras (adoro o mientras) observava, ao lado de Eymard, os preparativos na cozinha, perguntava-me: como Sueli e Edu fazem parecer tão fácil? Mas o ISB nasceu democrático, permitindo a participação de todos: chefs e leigos! Este é o espírito do ISB: o respeito às habilidades de cada um. Eymard e eu, por exemplo, observamos… e comemos.

E tudo o que comemos estava delicioso.  Tenho certeza de que todos os vinhos também. Mas pensei em fazer de meu registro do 2º ISB uma homenagem ao cenário e sentimento que une os atores desse encontro. Pensei em registrar em meu texto uma homenagem à Brasília, cidade que me conquistou nas aulas de História de Arquitetura e que me cativou por meio de seus candangos e das muitas histórias que me contaram durante minha pesquisa sobre sua construção. Pensei em registrar em meu texto meu carinho pelos amigos do ISB (incluídos Déo, Mingão e Regina, mesmo que ausentes em Brasília).

“A força de Brasília nasceu do simples gesto do homem que se apropria de um lugar: duas linhas que se cruzam em ângulo reto, ou seja, o próprio sinal da cruz” (Lúcio Costa)

A força do ISB nasceu do simples gesto do homem de crer no amor, na amizade, no afeto, e na gentileza e no bom humor como forma de realizá-lo. 

“Beleza bonita de ver nada existe como o azul sem manchas do céu do Planalto Central e o horizonte imenso aberto sugerindo mil direções. E eu nem quero saber se foi bebedeira louca ou lucidez”. (Toninho Horta e Fernando Brant)

Certeza, tenho duas: Brasília foi construída com espaço reservado para o céu e sim, foi bebedeira louca… mas com muita lucidez :- ) E se o horizonte imenso sugere mil direções, como que fazendo o caminho inverso da nossa arquitetura moderna, referência mundial, os ventos do ISB apontam para Pampulha. Da cachaça pro vinho. De Brasília para Pampulha. Do horizonte imenso para o belo horizonte desenhando pelas montanhas de Minas. Um brinde ao 3º ISB!

(*) O titulo faz referência à frase de Niemeyer: “Espero que Brasília seja uma cidade de homens felizes: homens que sintam a vida em toda sua plenitude, em toda sua fragilidade; homens que compreendam o valor das coisas simples e puras: um gesto, uma palavra de afeto e solidariedade.”

.

dcpv – 2º isb – como uma onda no mar. nada do que foi, será …

2º ISB – Como uma onda no mar. Nada do que foi será… 

Alô, povo.
Continua a epopéia, o passo-a-passo de tudo o que aconteceu no encontro do mundinho “semblogueiro”, o 2º ISB, o Inter dos Sem Blogs.

A festa rolou sobre os carretéis com bebidas adequadas e comidas pertinentes.
Desta vez teremos a visão da Sueli. Leiam, discutam e comentem.
Sabe como é: os cães ladram e a caravana passa.

No sábado que vem (18/12) será vez da chef Drix com  o derradeiro depoimento.

 

Ademain que eu vou de leve. (EduLight)

Cozinhar, um ato de amor, doação e desprendimento. ( by Sueli)

Falávamos outro dia, eu e a Mirella, uma amiga virtual, arquiteta e artista plástica, sobre a dificuldade que muitas vezes encontramos em nos desfazer das coisas que criamos.   Lembrei-me, então, da incrível arte de monges budistas que elaboram sofisticadíssimas mandalas de sal colorido, para simplesmente destruí-las tão logo ficam prontas e assim provar que na vida tudo é passageiro e transitório. 
Tenho muita dificuldade em desfazer-me das coisas que crio, mas cheguei à conclusão que não sou uma pessoa tão apegada à criação como pensava, pois cozinhar é uma arte efêmera, de total entrega, doação e desprendimento.

Levamos muito tempo programando, elaborando ou selecionando receitas, fazendo compras, horas a fio na cozinha, momentos de grande ansiedade para que tudo saia bem e a refeição seja então servida… Depois tudo é muito fugaz e acaba em uma fração de tempo. Uma fração de tempo poética, uma vez que a comida repercute nas emoções e muitas vezes, desencadeia recordações.
Cozinhar é uma arte transitória que tem grande valor terapêutico e transformador, pois nos proporciona o convívio agradável com os amigos e parentes, fortalece os laços e suscita generosidade e afeto.

Cozinhar é verdadeiramente um ato de amor, é um afago que fazemos nas pessoas.  Cozinhamos para satisfazer aos nossos sentidos e aos dos outros. É uma entrega total, que deixa em nós a certeza do compromisso realizado.
Algumas vezes perpetuamos os aromas, as cores, os sabores e os momentos bons em fotografias, mas na maioria das vezes fica tudo gravado só na memória. E haja memória!

O 2º ISB começou muito antes do nosso compromisso de domingo aqui em Brasília. E não foi igual ao primeiro em SP, pois nada do que foi será, de novo do jeito que já foi um dia. Tudo passa, tudo sempre passará   E passou muito rápido, como uma onda no mar… 

Para cada um de nós houve um tempo específico de elaboração, doação e todos estávamos num momento de grande estresse. Edu e Eymard haviam acabado de chegar do Piemonte.  Adriana, sobrecarregada de trabalho, trouxe até dever de casa. Eu, super ansiosa, com a grande responsabilidade de receber em nossa casa pessoas tão queridas e querendo retribuir à altura a mandala que eles já nos haviam preparado .

Esse encontro não foi perfeito, pois Mingão e Regina, presentes no 1º ISB, não puderam vir, uma quebra nos nossos planos, e eles fizeram muita falta. A Rê já havia dito que não viria.
Para mim e Adriana tudo começou mais cedo, sexta no almoço, quando preparei para ela “comidinha gostosa”, o carinho de mãe reproduzido com carinho de amiga.
Eymard e Lourdes entraram na seqüência, quando nos receberam lindamente para um jantar regado a tartufo bianco. Infelizmente não levei máquina para a casa do Eymard, mas, nas nossas lembranças, os momentos estão bem vivos.
O lindo sábado ensolarado começou para mim e Jorge com um périplo entre mercados, floricultura, mercearia, padaria.
Diretrizes traçadas, bastidores montados, partimos para nos encontrar, à beira do Lago Paranoá, no restaurante Coco Bambu com o Eymard, Lourdes, Gustavo e Adriana.

Sobremesa na casa do Eymard, à espera da chegada de Edu e Dé. Uma geral nas novidades, muita dúvida e incertezas quanto ao jogo do ‘Timão”…

Sem jogo do “Timão”, fomos jantar na Trattoria da Rosario, um italiano, para os viajantes não perderem o embalo do Piemonte. Aproveitamos a linda noite e partimos para um city tour.

Como é bom mostrar a nossa casa para os amigos!!!!!!!!!!! Brasília é de uma beleza inusitada e estonteante, e nosso Eixo Monumental conquistou nossos amigos paulistanos, que estavam hospedados bem ao lado do Palácio da Alvorada. 

Adriana matou saudades, pois já havia morado em Brasília e é apaixonada pela cidade.

O domingo amanheceu chuvoso, sem promessa de melhoras e o city tour planejado ficou meio comprometido. Mesmo assim deu para eles aproveitarem alguma coisa.

Enquanto isso, eu estava no borralho, pois ia recebê-los para o almoço, em voo solo. Grande tensão…

Atendendo aos apelos da Adriana, preparei Arroz de Bacalhau, que ela e Eymard já haviam provado; …

                         

                                                      

… mini abóboras recheadas com creme de bacalhau e salada de folhinhas baby, pera e nozes carameladas, petits chèvres e molho à minha moda …

… figos ramy, preparados por mim e panna cotta de coco, com geléia de frutas vermelhas.

No balde:  Prosecco e vinhos branco e tinto, tudo trazido pelo Edu, que não confiou na minha adega. Ah, e muita coca normal! Adriana, nossa eterna viciada, não fica sem sua coca.

Para finalizar, variar e liberar a Adriana do cafézinho, deliciosos chás de vanilla e soursop, nossa conhecida graviola.

Uma pausa para a digestão na varanda.

Papinho… Passadinha na cozinha (arrumadinha pela Maria) para Edu preparar a massa da torta, enquanto eu refogava o alho-poró. Batatas montadas e temperadas no tabuleiro. 

Bastidores do segundo tempo à toda e  partimos para um fim de tarde turístico, já que o sol resolvera brilhar e aquecer os visitantes. Foi muito bom ver à luz do sol o que tínhamos visto sob a luz da lua.

Pela manhã, aproveitando a chuvinha insistente que caía, eles visitaram o Memorial JK, agora, uma pausa na Torre de TV e imediata desistência para a subida, já que a fila era um pouco grande e Eymard se recusava a empreender a façanha… Aqui nesse grupo cada um tem uma síndrome…

Retorno pela Esplanada dos Ministérios e paradinha em frente ao Palácio do Itamaraty, com linda vista para o Congresso e Ministério da Justiça. Fotos, auto fotos e muuuuuuitas risadas.

Continuamos a descida e paramos em frente ao Supremo, com direito à belíssima panorâmica da Praça dos Três Poderes…

… configurada como um triângulo equilátero, em cujos vértices estão implantados os edifícios que integram os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. O ponto focal é o Congresso Nacional, que compõe a simetria com o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, semelhantes nas proporções e na linguagem arquitetônica . No meio de tudo o Museu da Cidade, o Panteão da Pátria, a Casa de Chá, o Espaço Lúcio Costa e o Mastro da Bandeira. Esculturas de José Pedrosa, Bruno Giorgi, Alfredo Ceschiatti e vitrais de Marianne Peretti, engrandecem ainda mais as obras de Oscar Niemeyer e Athos Bulcão. Sou apaixona por Brasília!  Uma pena a Catedral estar fechada para reforma! Ela é indescritível!

O sol estava se pondo – 19hs, horário de verão – e a noite prometia… Partimos cada um para a toillete de gala.

Mais chapliniano que o resumo do Eymard para nosso 1º ISB foi o meu retorno ao borralho, (agora sem Maria) visando deixar tudo o mais pronto possível para a chegada dos convivas. Uma amiga chegou a gravar uma trilha sonora bem cinema mudo, dizendo que estava antevendo a minha correria, esqueci-a no carro e não a usei.

Como eu corri, meu Deus! Estava ‘MORTA’. A adrenalina era grande e os ponteiros do relógio, céleres.

Coloquei as batatas no forno e dei os últimos retoques à carne.

Aprendi com o Edu a não ser tão cartesiana e fiz uma alteração no cardápio, que infelizmente não foi para melhor, pois o que deveria ser um Brasato, virou um Salato. Segundo o Edu, foi bom, assim comemos menos. Mas para mim foi imperdoável.

Eu precisava tomar banho, todos chegariam bonitinhos e perfumados. Fui!

As meninas, quando chegaram, terminaram a decoração da mesa preta e branca, uma homenagem aos corintianos, que já não haviam visto o jogo na véspera.

Tomamos um Prosecco enquanto Edu abria a massa da torta e temperava o queijo de cabra. Adriana fez questão absoluta de bater os ovos, à mão, para a elaboração do recheio. Tá ficando íntima!

As coisas não estavam dando muito certo. O diâmetro da minha forma era maior do que devia e o recheio se mostrou tímido, precisando de um up grade. Fizemos mais recheio.

Torta no forno, queijinho de cabra temperado esperando para ir ao forno, carne pronta, folhinhas no ponto, som na caixa, abrimos um vinho branco e demos uma relaxada, degustando o delicioso Brie com geléias.

Esse foi o dia das geléias.  Foram usados 8 sabores e quatro marcas diferentes.

Depois partimos para a guerra. E que guerra!

 Nosso menu foi composto de alguns pratos já apresentados nos 32 IBs que Edu realizara, antes do nosso encontro.

Revimos tudo – tudo mesmo, e Adriana “linkou” todos os posts para nós – e escolhemos os pratos que mais nos agradavam:

Para beliscar

Brie com geléias, do 23º IB, acompanhado por torradinhas. Aqui errei tudo, pois comprei um brie Présidente, grandão, inteiro, e era para ter comprado o pequenininho. É que eu acho o grandão mais gostoso. Tivemos que cortar com um aro e fazer uma cirurgia de preenchimento na lateral. Na cozinha somos um pouco de tudo.

Usamos algumas das extraordinárias geléias da Casa de Madeira: morango com pimenta (boa demais!), physalis e cabernet sauvignon (meio aguada) e damasco St. Dalfour.

 Entrada

Torta de Porri  do 25ª IB.  Excelente e linda! 

Salada verde com queijo de cabra com crosta de pão. Do 5º.IB

Prato principal

Brasato ao Barolo da Maria, totalmente repaginado por mim e, infelizmente, salado por demais. 

Batatas ao forno com azeite, alho e alecrin.

Tomamos um Barolo, decantado.

Um Risoto piemontês estava programado, mas abrimos mão dele, pois além de estarmos todos mortos de cansaço, estávamos para lá de saciados, e ainda vinha a sobremesa.

 Sobremesa

Sopa de morangos, quentinha, acompanhada por sorvete de creme. Do 30 IB. A Lourdes se incumbiu do panelão de morangos.          

Aqui eu também interferi e acrescentei framboesas e mirtilles. No lugar de água de rosas, como pede a receita, usei uma geléia de rosas, que acabou não se diluindo completamente e foi parar quase toda no prato da Lourdes.

Para acompanhar, um Tierruca colheita tardia.

Às duas da manhã, estávamos pregados, para lá de calibrados. Segunda-feira de feriadão. Minha sala de jantar e a cozinha pareciam terra de ninguém. Operação rescaldo. O que a “Cremilda”(minha lava-louça) não deu conta na madrugada, estava por todo lado. Nova sessão.
Ordem no pedaço e fomos ao aeroporto nos despedir dos Luz, que por pouco não perderam o voo.

Beijinhos, beijinhos, tchau, tchau e a perfeita sensação de que o melhor da transitoriedade das coisas fica guardado dentro de cada um de nós, no carinho e na generosidade de compartilhá-las e no prazer que sentimos ao realizá-las.
Eymard foi “resgatar” o Gustavo em casa de amigo e nós voltamos para casa com Adri, íamos encarar um belo “soborô”. Às 15hs voltamos ao aeroporto, nosso até breve à Adriana.
Nada do que foi aqui em Brasília, ou lá em São Paulo, será igual em BH ou em qualquer outro lugar que nos encontremos. Mas fica sempre a certeza de que tudo foi e será bom demais, sempre, como uma onda no mar

Isso é certo! 

.

2º ISB no DCPV – Como pode um peixe vivo viver fora da água fria?

DCPView’s  – 2º ISB no DCPV – Como pode um peixe vivo viver fora da água fria?

Hi, people.
E continua a saga, a descrição de tudo o que aconteceu no encontro do jet-set “semblogueiro”, o 2º ISB, o Inter dos Sem Blogs.

 
A festa rolou sobre os carretéis e desta vez teremos a visão do Eymard. Leiam, discutam e comentem.
Sabe como é: em sociedade, tudo se sabe.

No sábado que vem (11/12) teremos o depoimento da chef Sueli.

 

Eu vou indo porque “cavalo não desce escada”. (EduLight)

Como pode um peixe vivo viver fora da água fria? (by Eymard)

Pois é!  O 2º ISB aconteceu em Brasília. O cronista social EduLight já descortinou parte da festança. Resolvi tratar dos bastidores “da fama”.

Adriana, Drix para os íntimos (nós mesmos) chegou sexta-feira. Pronta para almoçar “comidinha caseira” na Sueli e jantar na minha casa. Duro cozinhar para Sueli!! Rugas de preocupação em casa (nao é Lourdes?). Resolvido o cardápio: tagliolini tradicional para acompanhar a trufa branca de Alba. Mas não poderia ser uma pasta qualquer. Sergio Arno tem, na minha opinião, uma das melhores com jeitão de massa fresca: La pasta Gialla. E, aqui em Brasília, compra-se na Villa Morena onde a simpática Dona Ingrid tem o melhor doce de leite do pedaço.

Para emoldurar, ralar a trufa, sim, o tubérculo branco de Alba. E estrear o meu ralador.
Mas….será que não é pouco? E se a Adriana não comer? E se a trufa não estiver boa? Vamos ficar só na massa? Qual a saída? O peru da Dona Lizandre(ops!!), nossa amiga do restaurante Werner que nunca falha nas horas difíceis.

Tudo pronto. Só faltou o casal Luz. Lourdes caprichou na entrada: melão rei com presunto de Parma acompanhados de tâmaras frescas do Piemonte.

A trufa ainda estava perfeita e o sucesso foi tal que Adriana repetiu. Comidinha simples é com ela: pasta ao dente com manteiga trufada derretida e trufas brancas. O peru ficou inteiro. Intocado!!!!

Nao chegamos às sobremesas, que eram variadas: doce de leite, compota de goiaba, doce de pêra e requeijão em barra. Mas nao resistimos aos “picolos” docinhos do Daniel Briand e seus macarrons. Ia dizer que tomamos um nespresso para finalizar, quando Lourdes me lembrou que “nao chegamos no café”, ninguém agüentou!

As fotos? Puxa, não registramos nada desse momento único. Uma pena. O registro agora é só escrito. Me lembro que estava tudo bom, pois a companhia era especial. Demos muitas e boas risadas.

No sábado, as 16 horas, depois de um vôo tranqüilo, chegam Edu e Dé para conhecer a capital federal. Eu e Jorge fomos ao aeroporto buscá-los para uma rápida passada em minha casa. Novos brindes. Novos bebericos e comericos. As fotos? Também não saíram.

A noite prometia. Comeríamos sopa de tartaruga no Aquavit (O sonho de consumo do Edu, promessa desde a festa de Babete). Menu devidamente vetado por “algumas” dacachaçaprovinhenses. Restaurante trocado (fica para um próximo final de semana, o Simon é imperdível e Edu e Dé já descobriram o caminho da “Corte”). Dessa vez a escolha recaiu na Trattoria Da Rosário. Um chef napolitado de responsabilidade!

        

O chef foi simpático. Pratos escolhidos, vinho do Piemonte e, voilà, um brinde (este tem foto – ufa! A Dé chegou!). Tudo perfeito, não fosse a sobremesa. Definitivamente não estavam boas. Nenhuma delas. E olha que de sobremesa eu entendo. E daquelas sobremesas, em especial, não só entendo como já experimentei todas. Aquela não era a noite da sobremesa na Rosário. Foram devolvidas quase intocadas. O garçom perguntou e fomos sinceros (como deve ser). Vieram cobradas na conta. Pagamos. Mas não custava uma cortesia! Fica o registro.

Saímos para um passeio noturno.

 A linda vista dos monumentos flutuantes de Brasília.

Contrastes perfeitos de luz, sombra, espaço e traço.

O domingo prometia.

Chuva. Muita chuva! Poupei Sueli (xiii, está me xingando até agora!!!). Passamos no hotel para pegar Drix e os Light para um mini citytour embaixo de chuva. Passeio com direito   a companhia de especialista na construção da capital. Ela mesma: Drix.

A parada?  Memorial JK.

 Ponto alto? A cripta. Foto? Não tenho, mas o Edu deve ter.

Do almoço, Sueli não abriu mão. Faria um extraordinário arroz de bacalhau com lascas de amêndoas e alecrim. Muito alecrim!!

 De entrada, umas mini abóboras cozidas inteiras, recheadas de bacalhau com uma saladinha.

 Tudo de comer de joelhos. Para coroar o famoso doce de figos e uma divina pana cota. Poderíamos ter morrido ali. Mas não morremos (felizmente)!!!.

Os bastidores? Descobri que é fácil fazer o arroz. Basta ter uma panela bem grande e uma Maria que prepara tudo. Para finalizar? Chama a Sueli!!!

Passada no hotel. Retorno para casa. Banho, roupa limpinha e vamos ao 2º ISB.  Pra falar a verdade, não agüentávamos mais nada e ainda nem tínhamos chegado no ISB. Jantar completo preparado pelos chefs Sueli e Edu, com ajuda primorosa de Lourdes e Dé e os olhares atentos de Jorge, Eymard e Adriana.

Chegamos cedo na casa de Sueli e Jorge. A tempo de escolhermos, Drix e eu, a trilha sonora da noite: Charles Aznavour, em seu melhor disco e momento! Uma pena que, depois da terceira ou quarta música, a dona da casa, achando que a escolha tinha sido de Jorge, não poupou “elogios” ao pior disco de todos os tempos! Troca realizada com sucesso para um Cd de Elba e Dominguinhos.

Vamos ao que interessa: o menu do 2ºISB.

Como serão vários os relatos, deixo os detalhes das receitas e do menu para o próximo post.
Tivemos queijo brie, levemente aquecido, com geléias variadas. Comemos lambendo os dedos.

Torta de alho poró. Aprendi. Juro! Aprendi a fazer. Eu e Adriana. Ela bateu os ovos e eu fiquei olhando atentamente. Aprendi mesmo: 9 kilos de alho poró! Ou…seriam…nove talos? 1,5kg? Mais ou menos isso. Muito alho poró misturado com os ovos já batidos com um excelente parmesão ralado grosso para o fantástico recheio. Estava de comer de joelhos. Nao resisti. Repeti.

O prato principal? Não agüentei chegar lá. Um espetacular brasato acompanhado de batatas assadas com alho e alecrim (olha o alecrim ai, de novo, minha gente!!!). Dispensamos o risoto que acompanharia a carne e atacamos as batatas que, em princípio, seriam da Adriana.

E a sobremesa: sopa de morangos com sorvete de creme. Deliciosa. 

O encontro não foi mais um encontro. Cada encontro tem sido único. Sinergia total e gostinho de que “tudo que é sólido se desmancha no ar”. Passa rápido. Tão rápido que a gente tem que repetir em 4 sábados, com quatro variações de um mesmo tema, para prolongar a fugaz sensação de que “o que é bom dura pouco”!

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