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dcpv – dia XI e l’ultimo – itália – em roma, literalmente como os romanos.

11/09/2019 (vivido em 14/06/2018)

Dia XI e l’ultimo – ItáliaEm Roma, literalmente como os romanos.

Deixamos este último dia desta inesquecível viagem pra curtir como os romanos.

E como turistas também, que realmente somos.

Ou seja, não teríamos nenhum tour ou nenhuma coisa muito específica pra fazer.

E também faríamos as nossas comprinhas costumeiras de última hora.

Tudo bem que a globalização já tirou aquela coisa de que não se consegue achar bons produtos italianos em SP.

Mas, ainda é muito legal comprar queijos, salames, frutas, verduras e pizzas (???) por aqui.

Opa, calma que vou explicar melhor.

Acordamos um pouco mais tarde, …

… não tomamos o apenas regular café da manhã do hotel …

… e demos um upgrade indo direto pro Caffé Roscioli,..

… que fica perto do Campo dei Fiori.

Olha, foi muito bom.

Pedimos dois tremendos capuccinos, …

… um sanduba com mortadela, …

… um bomboloni …

…e finalizamos com expressos curtíssimos.

Comemos tudo de pé e com um monte de romanos.  Até a Hande nós encontramos.

Dali fomos fazer a feira.

Eu disse que ela está um pouco descaracterizada e é verdade.

Mas a parte referente a produtos frescos continua imbatível.

Resultado? Compramos cerejas, …

… tomatinhos, alho, (vejam só estes ruibarbos!) …

… favas, …

… limão siciliano e alcaparras.

Logo ali na esquina, está a padoca Forno que é uma daquelas instituições romanas.

Compramos um pão romano, uma inesquecível pizza bianca com mortadela e a Dé não resistiu e comeu uns moranguinhos.

Aproveitamos que estávamos perto e …

… demos mais uma olhada no Arco degli Acetari.

Que lugar …

… sensacional!

Voltamos ao hotel pra descarregar tudo …

… e resolvemos dar uma incrementada cultural no dia.

Já que o belíssimo Chiostro del Bramante fica bem ao lado.

Taí mais um lugar imperdível na cidade eterna.

E pra dar um up, …

… se é que isso seria possível, …

… tinha uma exposição do gênio e pintor inglês William_Turner.

O cara era um visionário …

… que já pelos idos de 1800 …

… pintava coisas em aquarela …

… que, certamente, …

… prenunciavam o Impressionismo.

Que o digam Monet, Rothko e quetais.

Olha foi uma aula de técnica e de cultura.

Além do mais, o bar que existe no segundo andar do Chiostro é uma beleza.

É claro que os Aperol Spritz não nos escaparam.

Como era hora do almoço, aproveitamos pra confirmar a reserva numa outra instituição romana, o Armando al Pantheon.

Como era ao lado, nos abastecemos de salumi, formaggio e olio…

… na L’Antica Salumeria.

Como lerê, uma passada básica …

… no belíssimo Pantheon …

… mais uma obra do Adriano, o verdadeiro Imperador.

Chegamos ao Armando e estava lotado.

Mais uma vez eu digo: recomenda-se fazer uma reserva.

E olha que além de nós, alguém também famoso esteve por aqui.

O lugar é clássico e a comida, imperdível.

A Dé escolheu um spaghetti verde, com um molho à base de limão.

Maritou, como dizem os italianos, com um ótimo Bianchetto.

E eu, já que estávamos numa instituição, instituí.

Pedi um bucatini ao cacio e pepe de babar. De babar!

Dois expressos depois e estávamos prontos pra voltar pro hotel.

Só não contávamos com a chuva torrencial.

Que cá pra nós, aumentou ainda mais a beleza de Roma.

Compramos um providencial guarda-chuva e fomos dar uma geral no nosso belíssimo hotel.

Dali partimos pra Piazza del Popollo.

A ideia seria andar pela zona comercial e continuar com algumas comprinhas.

É claro que a passada pela Piazza di Spagna era obrigatória.

Só não contávamos com a volta do sol, que deu um toque todo especial a tudo….

… e a chegada pelo lado oposto, acabou evidenciando a beleza da Piazza …

… ser sem ofuscada pela magnífica Scalinata …

… e pela Barcaccia.

Continuamos pela vil dei Condotti …

… (incrível como tem gente que compra na Louis Vuitton) …

… e chegamos à nova La Rinascente.

Tudo é incrível, …

… mas o último andar supera os limites.

Lá fica o Food Hall.

Sim, um monte de coisas pra serem compradas e degustadas.

Compramos azeites, pastas, molhos, …

… e decidimos encerrar esta parte do dia com duas flutes dum bom Champagne francês.

A ocasião merecia.

Cansados, optamos por pegar um táxi e retornar com as muambas pro hotel.

Pensam que o dia acabou? Nananinaná.

Ainda tínhamos que cumprir o planejado desde o projeto da viagem.

A importação de pizzas da nossa pizzaria favorita.

Da Baffetto é um daqueles lugares ame-o ou deixe-o.

Não precisa nem dizer que nós amamos (até o Al Pacino trabalha lá).

Quase tudo é desorganizado, com um serviço meio caótico, mas a pizza é inesquecível.

Tanto que numa reunião de família decidimos repetir o plano de 5 anos atrás.

Sim, esta seria a segunda vez que levaríamos pizzas romanas pra comer na grande Ferracci di Vasconcelli e tudo deu certo.

Comemos a nossa margherita lá mesmo, tomamos um bom bianchetto em copos “esquisitos” …

… e falamos pro Paulo, o garçom que queríamos duas pra levar pro Brasil.

O cara deu risada, mas depois entendeu a maluquice.

Pronto, com as pizzas ainda quentes na mão, estávamos indo pro hotel, …

… quando passamos na frente da Cul de Sac, a nossa enoteca preferida.

É claro que a Dé concordou e perto da meia noite …

… estávamos lá curtindo as nossas duas últimas taças dum buoníssimo bianchetto.

Ufa! Que dia, que noite, que viagem!

Tudo correu perfeitamente …

… e nos divertimos como nunca.

Se bem que no nosso caso, vir pra Itália é quase como passear na casa da Nona.

Não tem como não gostar!

O resto foi acordar bem cedo, …

…em mais um dia maravilhoso, …

… pegar um voo diurno, …

… e curtir muito …

… com o bom astral da Alitalia …

… e com a verdadeira aula de geografia …

… que a janelinha nos oferecia.

Nunca gostei tanto de um voo diurno.

Arrivederci, Itália (esta é a pizza, já pronta na Nova Toscana) …

… e que venha a Puglia. E a Sicília. E Roma …

Arrivederci!

Acompanhe o que aconteceu nos outros dias desta magnífica viagem:
dia I – Itália – Caserta – Iniciando a Costiera Amalfitana com história!
dia II – Itália – Costiera Amalfitana – Maiori e Minori, tem nome mais bacana pra colocar em cidades? De quebra, Ravello e Positano.
dia III – Itália – Costiera Amalfitana – Tarantella do crioulo doido: templos gregos, mozzarella de búfala e vinhos.
Dia IV – A Costiera Amalfitana – Almocamos em Capri e jantamos em Positano. Sempre com a companhia dos Faraglioni. Plus, a Gruta Azul.
dias V e VI – Itália – Costa Amalfitana/Roma – Tudo icônico:  bate e volta para Ostia Antica, Segway noturno e pizza na Da Baffetto.
Dia VII – Itália – Roma – Tour pelo centro e pelo bairro do diabo, o -Ttrastevere
dia VIII – Itália – Roma alternativa: Mercado de Testaccio.
dia IX – Itália – Roma – Mais um bate e volta: Frascati, aquela dos vinhos. Ah, tem o Mercato Centrale.
dia X – Itália – Roma – Mais um bate e volta: caramba, eu não sabia que Tivoli (Villas Adriana e D’Este) era tão bacana.

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dcpv – dia X – itália – roma – mais uma bate e volta: caramba, eu não sabia que tivoli (villas adriana e d’este) era tão bacana!

09/09/2019 (vivido em 13/06/2018)

Dia X – Itália – Roma – Mais um bate e volta: caramba, eu não sabia que Tivoli (Villas Adriana e D’Este) era tão bacana!

Hoje o dia seria de surpresa total.

Queria conhecer Tivoli (e as Villas Adriana e D’Este) em alto estilo.

Para tanto, cotei alguns tours com guia e transporte privativo.

Confesso que levei um susto com os preços, coisa de 700€!

Parti pra outra coisa mais light.

E acabei caindo no queridinho Get Your Guide.

Fiz a reserva pagando cerca de 70€ por cabeça e pronto.

As 10:00 hs estávamos no escritório da empresa (fica em Termini) pra iniciar a nossa aventura.

Chegamos lá e percebemos que o grupo era bem eclético.

Formado por 3 mexicanas, 1 canadense, 1 australiana, 1 americana, 1 italiana e 10 indianos além de nós dois, ítalo-brasileiros. Sim, a maioria era de indianos.

Como o tour não poderia ser em indiano, acabou sendo em inglês mesmo e num ônibus.

O caminho de Roma até Tivoli é relativamente curto.

Foi o suficiente pra nossa ótima guia passar as informações necessárias sobre os lugares que visitaríamos.

Chegamos na Villa Adriana meia hora depois.

E, pra variar, o lugar é espetacular.

São ruínas da mansão feita pelo Imperador Adriano, no século I, …

… e que acabam por te mostrar como seria viver naquela época sendo um verdadeiro imperador.

A megalomania dele está estampada em tudo.

Mas a inteligência e a cultura também.

Como ele era praticamente um arquiteto (o Pantheon também foi obra dele) …

… e viajante, gostava muito de incorporar os seus conhecimentos às suas construções.

Portanto, a Villa Adriana toda é muito organizada …

… com setores muito bem definidos e …

… confortáveis.

Até uma tremenda academia, …

… ele tinha.

Fora as piscinas …

… com toda a ormanentação ….

… que as tornam super charmosas.

Saímos de lá um pouco molhados …

… (choveu um pouco) …

… mas, felizes por adquirir tantos conhecimentos.

O tour ainda incluía um almoço.

Confesso que não tínhamos grandes expectativas, se bem que estávamos na Itália.

Aproveitamos pra conhecer …

… o centro charmoso de Tivoli …

… e comer na Trattoria del Falcone.

Iniciamos com uma pasta a carbonara (al dente e muito boa) …

… e continuamos com um excelente penne al sugo.

Enfim, foi muito bom e divertido.

Dali, fomos para a Villa D’Este que é muito próxima do centro histórico.

E o lugar todo é estrepitoso.

Começa que a construção em si já é um espetáculo.

São várias salas com afrescos …

… muito bem pintados por grandes artistas.

Mas quando se chega aos jardins …

… aí você vê vê como o Cadeal D’Este era pra lá de megalômano também.

Só o barulho da água correndo …

.. já seria o suficiente pra despertar a curiosidade.

Mas as imagens, como diria o Datena, são fortes!

Pra cada lado que você olha, …

… se vê …

… e se degustam …

… vistas de tirar o fôlego.

As fotos são bacanas …

… mas não representam metade da beleza de tudo.

Segue o mais que necessário e obrigatório fotoblog.

Ufa, foi sensacional e inesquecível.

Deu pra perceber que recomendamos fortemente este bate e volta pra Tivoli.

A volta foi tranquila …

… e logo estávamos perambulando por Roma.

Um ótimo sorvete do Giolitti e estávamos prontos pra jantar bem.

Este dia merecia um grand finale.

E foi o que fizemos.

Fomos a pé até o L’Arcangelo …

… só pra descobrir porque o seu chef foi denominado o rei do supli.

E na verdade, encontramos uma cozinha de primeira categoria.

O lugar todo é muito bacana e foi uma grande sacada colocar carrinhos miniatura na mesa.

Brinquei muuuuito. Hahaha

Mas a comida não era brincadeira.

Iniciamos pedindo uma salada de vegetais com guanciale e pão torrado (fresquissima e crocante) e os óbvios supli, bolinhos que poderiam ser descritos como uma mistura de coxinha e croquete de batatas.

Ótimos, tanto que esquecemos de tirar fotos! Hahaha

Harmonizamos, ainda mais depois da aula de ontem, com um boliccini rosé.

Como principais, a Dé foi no peixe do dia com vegetais ligeiramente cozidos e um molho com base em limões que estava muito bom.

Eu, escolhi um prato do dia, um linguini al dente com um tipo de ova de peixe.

Bom e marítimo, que combinou muito bem com o bianchetto da casa.

Terminamos com uma especialidade italiana, o expresso forte e curto.

Sensacional.

Só nos restou chamar um táxi (estava chovendo muito) e dormir o sono dos justos.

Ah, Roma é muito linda também com chuva. Que novidade!

Arrivederci.

Acompanhe o que aconteceu nos outros dias desta magnífica viagem:
dia I – Itália – Caserta – Iniciando a Costiera Amalfitana com história!
dia II – Itália – Costiera Amalfitana – Maiori e Minori, tem nome mais bacana pra colocar em cidades? De quebra, Ravello e Positano.
dia III – Itália – Costiera Amalfitana – Tarantella do crioulo doido: templos gregos, mozzarella de búfala e vinhos.
Dia IV – A Costiera Amalfitana – Almocamos em Capri e jantamos em Positano. Sempre com a companhia dos Faraglioni. Plus, a Gruta Azul.
dias V e VI – Itália – Costa Amalfitana/Roma – Tudo icônico:  bate e volta para Ostia Antica, Segway noturno e pizza na Da Baffetto.
Dia VII – Itália – Roma – Tour pelo centro e pelo bairro do diabo, o -Ttrastevere
dia VIII – Itália – Roma alternativa: Mercado de Testaccio.
dia IX – Itália – Roma – Mais um bate e volta: Frascati, aquela dos vinhos. Ah, tem o Mercato Centrale.

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dcpv – dia IX – itália – roma – mais um bate e volta: frascati, aquela dos vinhos. ah, tem o mercato centrale.

074/09/2019 (vivido em 12/06/2019)

Dia IX – Itália – RomaMais um bate e volta: Frascati, aquela dos vinhos. Ah, tem o Mercato Centrale.

Aproveitando que já conhecemos bastante os lerês de Roma, …

… resolvemos descobrir bons bate-voltas da cidade.

Como já tínhamos ido pra Viterbo e Civita di Bagnoreggio em outra viagem …

… pesquisei e encontrei outros.

Um foi Ostia Antica, …

… uma cidade preservada e muito interessante.

Hoje fomos pra Frascati.

Sim, pra quem gosta de vinhos, Frascati é um local um tanto quanto discutível.

Temos no Brasil a imagem de que os vinhos desta região são muito comerciais e sem muita qualidade, mas não é bem assim.

Existem muitos DOCG sendo feitos por lá.

Com isso em mente, fechei um tour com a Old Frascati Wine Tours pra conhecer a cidade e uma vinícola em meio dia.

O encontro com o guia seria na própria estação da cidade.

Nas instruções constavam todos os dados, …

… inclusive, que seria necessário chegar um pouco mais cedo em Termini …

… e prestar bastante atenção no painel informativo das partidas, …

…pois elas costumam ser atualizadas a cada minuto e as plataformas são imensas.

Não precisa nem dizer que perdemos o trem e o tour, né? (ainda bem que não tínhamos pago nada)😀

E como sempre, um plano B entrou em ação …

… já que o próximo trem partiria somente duas horas depois.

Foi assim que resolvemos um problema na internet do nosso celular …

… e também visitamos o novo Mercato Centrale Roma.

O lugar é sensacional e serviu pra marcamos almoço por lá na volta.

Com tudo organizado, pegamos o trem desta vez na hora certa …

… e fomos finalmente para Frascati.

A cidade fica a somente meia hora de trem de Roma …

… e logo, logo aportamos por lá.

Ela é surpreendentemente charmosa …

… com ruazinhas bonitas …

… e alguns lugares muito bacanas.

Exemplos disso, são a Catedral …

… e a Villa Aldebrandini.

Ainda tentamos tomar um legítimo Frascati e conseguimos.

Tudo bem que ele era bem meia boca, mas cumprimos com o nosso objetivo. Hahaha

Demos uma corridinha e pegamos, desta vez, sem perder, o trem da volta.

Mais meia hora duma viagem tranquila e confortável …

… e estávamos prontos pra experimentar as iguarias italianas do Mercato Centrale Roma.

Primeiro, deixa eu explicar como é o lugar: todo transado, …

… moderníssimo …

… e com vários estabelecimentos com pedigree.

Ou seja, pães especiais num lugar, vinhos no outro, fritos aqui, pizza acolá, …

… enfim, uma verdadeira festa.

Iniciamos a nossa com um talho duma pizza genuinamente romana, de mozzarella e batata. Uma delicia!

Procuramos um lugar pra sentar, …

… compramos duas taças dum bianchetto Grecco di Tufo …

… e a Dé escolheu uma salada montada pelo Beppe, do famosa queijaria Beppe i Suoi Formaggi …

… assim como eu fui num sanduba de porqueta espetacular.

Tudo ótimo e aí está um lugar pra se voltar várias vezes mesmo.

Voltamos pro hotel pra dar uma refrescada, …

… o calor estava de matar, …

… e para nos preparar pruma degustação de vinhos que eu acertei com o pessoal da Vino Roma.

A ideia toda é muito legal.

Éramos só eu e a Dé …

… e a Hande, nossa guia, nos mostraria 5 tipos de vinhos italianos dos mais diferentes …

… e naturais, …

… além da harmonização …

… e da modificação de sabores que os ótimos queijos,…

… salumi …

… e legumes …

… conseguem fazer nos vinhos.

Foi realmente uma noite inesquecível …

… onde aprendemos um monte de coisas interessantes …

… além do papo todo, …

… uma parte em inglês, outra em italiano, …

… que foi agradabilíssimo.

Ficou a certeza que duma próxima vez em Roma, …

… aproveitaremos ainda mais as informações que o conhecimento da Hande pode nos proporcionar.

Pra melhorar, se é que isso seria possível, …

… a Vino Roma fica ao lado do Coliseu.

Como todo übermodel que se preza, …

… ele se mostrou totalmente pra nós, …

… com uma iluminação fantástica …

… e com aquele charme todo que só ele tem.

Resolvemos andar até a máquina de escrever …

… e pegamos um táxi pro hotel, …

… porque estávamos pregados.

Caramba, como se anda em Roma!

Também, com esta beleza e esta história …

… é necessário caminhar o máximo possível mesmo.

Arrivederci.

Acompanhe o que aconteceu nos outros dias desta magnífica viagem:
dia I – Itália – Caserta – Iniciando a Costiera Amalfitana com história!
dia II – Itália – Costiera Amalfitana – Maiori e Minori, tem nome mais bacana pra colocar em cidades? De quebra, Ravello e Positano.
dia III – Itália – Costiera Amalfitana – Tarantella do crioulo doido: templos gregos, mozzarella de búfala e vinhos.
Dia IV – A Costiera Amalfitana – Almocamos em Capri e jantamos em Positano. Sempre com a companhia dos Faraglioni. Plus, a Gruta Azul.
dias V e VI – Itália – Costa Amalfitana/Roma – Tudo icônico:  bate e volta para Ostia Antica, Segway noturno e pizza na Da Baffetto.
Dia VII – Itália – Roma – Tour pelo centro e pelo bairro do diabo, o -Ttrastevere
dia VIII – Itália – Roma alternativa: Mercado de Testaccio.

 

dcpv – dia VIII – itália – roma alternativa: mercado de testaccio.

04/09/2019 (vivido em 11/06/2019)

Dia VIII –  ItáliaRoma alternativa: mercado de Testaccio. 

Hoje o passeio seria por uma região não muito conhecida por turistas.

Acertei um tour por Testaccio e Trastevere (de novo!) que a princípio seria gastronômico …

… mas que se transformou num saboroso passeio com conotação histórica.

Marcamos com o excelente guia Maurizio as 10:00 hs, em pleno Testaccio num café.

E como foi que chegamos nele?

O nosso conselheiro Marcello Britto indicou a Katie Parla como uma pessoa que dá excelente dicas gastronômicas de Roma.

Daí a chegar no seu blog e descobrir que ela faz tours específicos por Roma foi um passo.

Fechado o negócio (a resposta deles é imediata) …

… escolhemos o Testaccio por ser um local, digamos, trendy.

Iniciamos conversando com o Maurizio sobre as nossas preferências …

… e tomando um ótimo expresso.

Andamos pela região …

… enquanto ele nos informava que o bairro era originalmente local de matadouro de diversos animais.

Vimos varias macellerias, os açougues …

… e chegamos ao novo Mercatto do Testaccio.

São varios boxes especializados em tudo o que é bom.

Carnes (ops), …

… mel, …

… massas, …

…frutas, …

… legumes …

… fresquíssimos …

… e saborosos, …

… além de comidas prontas tipicamente romanas.

Ainda era muito cedo pra experimentar, …

… mas mesmo assim compramos algumas coisinhas.

Continuamos caminhando …

… pela atraente região …

… e o Maurizio nos mostrou o lugar onde era originalmente o matadouro.

É claro que ele foi desativado, …

… mas o que restou dele está sendo transformado …

… num bonito centro cultural.

Mais um bom exemplo de aproveitamento excepcional de áreas abandonadas (coisa que não fazemos).

Como complemento, visitamos um cemitério belíssimo.

Sim, belíssimo e nada tétrico …

… com varias curiosidades.

Algumas celebridades estão enterradas ali …

… e até uma pirâmide enorme foi construída pra ser o mausoléu, de, adivinhem, um milionário.

Ah, uma ótima curiosidade, é que o Monte Testaccio, …

… com os seus 35 m de altura …

… foi totalmente construído artificialmente com ânforas quebradas. …

… que eram usadas para transporte de óleo.

Ou seja, uma tremenda obra de engenharia feita com 53 milhões de ânforas.

Um espetáculo!

De lá, fomos pra o Trastevere.

O calor era senegalesco, …

… mas mesmo assim, podemos perceber a diferente …

… e também bonita arquitetura particular de lá.

Atravessamos todo o bairro, …

… vendo construções lindíssimas…

… passando por um biscoitifício bem antigo …

… e, óbvio, fazendo mais algumas comprinhas.

Andamos mais um pouco …

… e finalmente encontramos um oásis.

Foi ali que tomamos Aperol Spritz à vontade.

Dois pra cada um.

Uma beleza!

Nos despedimos do Maurizio agradecendo pelo tour espetacular.

Continuamos voltando em direção ao hotel …

… e resolvemos almoçar numa pizzaria recomendada por todos.

Emma é um lugar moderno …

… e prima pela utilização dos melhores ingredientes italianos.

Pedimos uma margherita, que estranhamente na Itália não tem manjericão …

… e duas flutes dum boliccini rosé Franciacorta.

Perto dali e aproveitando mais uma dica do Maurizio, …

… tomamos um excelente gelatto na Fata Morgana.

Eis mais um lugar pra ir quando se está em Roma.

Voltamos pro hotel sobre uma verdadeira canícula (agradável por estarmos em Roma) …

… e aproveitamos pra dar uma descansada.

Na verdade foi uma boa siesta …

… e só sobrou tempo pra dar uma volta pela região …

… e ir jantar.

Antes de mais nada, tomamos mais um Aperolzinho pra abrir o apetite. 😀

E então, chegamos a afamada Salumeria Rosciolli.

É claro que é absolutamente necessário fazer reserva, …

… e faça, pois não irá se arrepender.

O lugar é realmente maravilhoso, …

… típico …

… e a comida é proporcionalmente maravilhosa.

Resolvemos experimentar as entradas famosas do lugar e não nos arrependemos.

Flores de abobrinha tenras e fritas,…

… burrata de búfala com pomodorini …

… e a estrepitosa mortadela feita na casa com parmegiano ralado.

A Dé mortadelóloga que é, aprovou completamente.

Tomamos duas taças dum bianchetto da Sicília …

… e como brinde, ainda recebemos biscoitos pra serem embebidos em chocolate fondente.

Absolutamente perfeitos …

… e a Salumeria Rosciolli faz jus à fama que ela tem.

Este é mesmo um lugar a ser conhecido na cidade eterna. É terníssimo!

Voltamos contentes pro hotel …

… e pensando: será que um dia teremos uma comida com tanta tradição como a italiana?

Arrivederci.

Acompanhe o que aconteceu nos outros dias desta magnífica viagem:
dia I – Itália – Caserta – Iniciando a Costiera Amalfitana com história!
dia II – Itália – Costiera Amalfitana – Maiori e Minori, tem nome mais bacana pra colocar em cidades? De quebra, Ravello e Positano.
dia III – Itália – Costiera Amalfitana – Tarantella do crioulo doido: templos gregos, mozzarella de búfala e vinhos.
Dia IV – A Costiera Amalfitana – Almocamos em Capri e jantamos em Positano. Sempre com a companhia dos Faraglioni. Plus, a Gruta Azul.
dias V e VI – Itália – Costa Amalfitana/Roma – Tudo icônico:  bate e volta para Ostia Antica, Segway noturno e pizza na Da Baffetto.
Dia VII – Itália – Roma – Tour pelo centro e pelo bairro do diabo, o -Ttrastevere/.

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dcpv – dias V e VI – itália – costa amalfitana/roma – tudo icônico: bate e volta para ostia antica, segway noturno e pizza na da baffetto.

28/08/2019 (vivido em 8 e 9/06/2018)

Dias V e VI – Itália – Costa Amalfitana/RomaTudo icônico: bate e volta para Ostia Antica, Segway noturno e pizza na Da Baffetto.

Este (dia 9) seria o nosso primeiro dia completo em Roma.

Ontem foi praticamente perdido, visto que fomos conhecer a pequena Praiano, na Costa Amalfitana,…

… pegamos o carro e dirigimos um montão até chegar em Roma.

Fora o stress de entrar numa zona de tráfico limitado, …

… (não se estresse. Basta pedir pro pessoal do seu hotel emitir uma autorização que te isenta da multa) …

… foi bem legal dirigir por Roma …

… e seus cartões postais.

Chegamos quase a noitinha no Raphael.

Ele é muito bom, não somente por ser um R&C.

Os quartos são ótimos …

… e a vista também …

… além de ser ao lado da Piazza Navona.

Ou seja, localização imbatível.

Como estávamos cansados, jantamos por lá mesmo.

A proposta do restô é fazer uma cozinha saudável, com ingredientes de primeira …

… e praticamente veggie.

Não preciso nem dizer que a Dé adorou.

Começamos pedindo uma especialidade da casa, a pizza fina.

Logo após, a Dé chamou uma alcachofra com molho e “chickenitos” veggie.

Ela amou.

Eu fui tradicional e pedi um clássico carbonara.

Também muito bom, além da vista mais do que matadora …

… do restaurante que fica na cobertura.

Acordamos cedo no outro dia, …

… porque tínhamos uma excursão marcada pra conhecer Ostia Antica.

Pra quem não conhece, Ostia é quase uma Pompeia mais light.

Ou seja, é uma cidade com ruínas romanas excepcionais, …

… mas sem aquele clima dark que Pompeia tem (pelo menos, pra nós).

E o passeio guiado é até que inusitado, pois o ponto de encontro é na estação Ostia Antica,…

… que fica em Ostia Antica. Hahaha

Pegamos o trem, chegamos no horário e nada do guia.

Liguei para a Get Your Guide e fui informado que ele estava nos esperando na porta do parque.

Só os italianos mesmo! 🙂

Marcam num lugar e te esperam em outro.

No final,deu tudo certo e fizemos um tour exclusivo, …

… já que éramos só eu e a Dé no passeio.

E olha, Ostia Antica é mesmo especial.

Não existe lugar melhor pra você conhecer como eram as cidades antigas …

… e perceber como quase nada foi criado durante este tempo todo.

Os romanos inventaram muitas coisas, …

… até os botequins, …

… e nós só fizemos aperfeiçoar.

Segue o fotoblog deste lugar tão mágico.

Depois de quase três horas de tour, nos despedimos do nosso guia, o Rubens …

… e zarpamos de trem para Roma.

Pela proximidade da estação final, vale uma visita ao Eataly romano…

… que fica ao lado da estação.

Aproveitamos pra conhecer a enorme loja …

… e resolvemos almoçar por lá.

Por sinal, muito bem.

A Dé pediu um spaghetti Eataly …

… e eu, um orecchiette com molho de tomate.

Massas básicas, bem temperadas e al dente são especialidades da casa.

Ainda aproveitamos pra comer um canolo ao creme que estava demais.

Só nos restou pegar um táxi pro hotel, …

… dar uma descansada …

… e nos preparar pro passeio noturno pela cidade eterna.

Saímos um pouco mais cedo pra reconhecer a maravilhosa zona em volta …

.. e como não somos de ferro, …

… tomamos sorvetes especiais …

… e bebemos dois Aperóis Spritz pra aplacar o calor.

As 7:30 estávamos a postos na Segway Tours pra fazer o passeio.

Seríamos em seis pessoas …

… e o guia Leonardo, que arranha bem o português, nos deu varias ótimas informações.

O passeio é completo.

Iniciamos passando pelo Castelo Sant’Angelo …

… e com a luz favorecendo, as fotos resultaram belíssimas.

Passamos por tudo que é ponto histórico e belo da cidade.

Este passeio merece um belo fotoblog como a seguir.

Terminamos por volta das 23:00 hs …

… com tempo de agradecer por tudo que o Leonardo (é o guia, não é o da Vinci, não!) nos proporcionou…

… além da bem-vinda contribuição da natureza …

… e com a certeza que os passeios de Segway são sempre imperdíveis.

Ufa, se vocês pensam que acabou, …

… estão redondamente enganados.

Ainda deu tempo de matar as saudades da nossa pizza preferida de Roma, …

… a da Da Baffetto.

Graças a Deus não tinha fila, chegamos e fomos entrando.

Pedimos uma maravilhosa margarita grande …

… e meia garrafa dum Pinot Grigio.

Incrível como a pizza da Da Baffetto está cada vez melhor.

E já estamos bolando um plano pra levar duas delas pra casa.

Como da outra vez, dará certo. Mesmo porque, a pizza da Da Baffetto, viaja muito bem, né Re?

Arrivederci!

Acompanhe o que aconteceu nos outros dias desta magnífica viagem:
dia I – Itália – Caserta – Iniciando a Costiera Amalfitana com história!
dia II – Itália – Costiera Amalfitana – Maiori e Minori, tem nome mais bacana pra colocar em cidades? De quebra, Ravello e Positano.
dia III – Itália – Costiera Amalfitana – Tarantella do crioulo doido: templos gregos, mozzarella de búfala e vinhos.
Dia IV – A Costiera Amalfitana – Almocamos em Capri e jantamos em Positano. Sempre com a companhia dos Faraglioni. Plus, a Gruta Azul.

dcpv – dia IV – itália – costiera amalfitana – almoçamos em capri e jantamos em positano. sempre com a companhia dos faraglioni. plus? a gruta azul!

24/08/2019 (vivido maravilhosamente em 07/06/2018)

Dia IV – Itália – Costiera Amalfitana Almoçamos em Capri e jantamos em Positano. Sempre com a companhia dos Faraglioni. Plus? A Gruta Azul!

Hoje seria de, finalmente, conhecer Capri.

Acordamos e tomamos um magnífico café da manhã …

… com uma visão estonteante do mar …

… e de Positano.

A ideia seria ir até (torna) Sorrento …

… pegar um barco rápido …

… e chegar na fantástica ilha de Capri as 11:00 hs, …

… pra fazer um tour guiado com o pessoal da Nessea …

… que nos mostraria o que que essa ilha charmosa tem.

Tudo bem que tivemos um pequeno stress porque, pra variar, chegamos em cima da hora …

… e o estacionamento próximo da Marina não tinha vagas.

Sorte ou não, achamos um valet do lado do embarque …

… e chegamos em Capri no horário.

A nossa guia estava nos esperando e iniciamos o passeio.

Subimos de funicular (2€ o trecho) …

… e acabamos vendo um lado muito interessante desta famosa ilha.

É claro que conhecemos a Piazzetta (que é mesmo uma Piazzetta) …

… mas, saímos do trajeto “caótico” …

… e fomos conhecer o lado mais “raiz” da cidade.

Andamos por pequenos becos, …

… visitamos uma igreja muito “particolare” …

… ficamos sabendo o significado do nome do hotel mais querido dos trends brasilianos, …

… o Quisisana.

Ele era um hospital e o Quisisana é justamente o lugar onde se curavam as pessoas.

Qui-si-sana (aqui se cura). Hahaha

Descemos para o Giardini di Augusto …

… lindíssimo …

.. e onde se tem uma vista especial,…

… tanto do mar, …

… como dos dois morros marítimos, …

… os Faraglioni.

O jardim todo é encantador …

… e a quantidade de flores …

… e de frutos bacanas …

… é imensurável.

Ainda deu tempo de conhecermos o museu, mais conhecido como Certosa, …

… um antigo e interessante mosteiro …

… que se transformou em museu …

… em homenagem ao grande artista alemão, o Karl Diefenbach.

Ele era um homem além do seu tempo, visto que além de pintar obras muito interessantes …

… já era, naquela época, próxima de 1900 …

… um defensor de alimentação natural e de muitas outras coisas consideradas modernas demais para a época.

Terminamos o tour lamentando, …

… porque foi muito interessante …

… e fomos almoçar no Il Geranio, …

… um restô que fica bem em frente ao mar …

… e melhor, dos Faraglioni.

Não bastasse a paisagem ser belíssima, …

… a comida era proporcionalmente espetacular.

Iniciamos com um carpaccio de peixe fresquissimo.

Emendamos com um vinho branco da região …

… e a Dé pediu a especialidade da casa, o ravióli caprese.

Eu fui num molhado arroz de frutos do mar, mais conhecido como um lambe lambe caprinoso.

Ambos excelentes e muito italianos.

Ou seja, comemos muito bem e alimentamos todos os nossos sentidos.

Aproveitamos que o clima e o horário eram propícios …

… e descemos até o porto pra fazer o tão esperado passeio na Gruta Azul.

E foi incrível.

Compramos o tour na hora, saímos do Porto …

… e em meia hora, …

… chegamos na entrada da Gruta.

O negócio parece bagunçado, mas não é.

Quando menos se espera, …

… vc está num botezinho a remo …

… e pronto pra entrar na Gruta.

E o choque é imenso.

Ela é muito azul …

… e a sensação que se tem …

… é que alguém acendeu uma lâmpada azulada no seu fundo.

É realmente incrível e imperdível.

Ainda tivemos a sorte de que o nosso piloto do barco era um exímio cantor …

… e se a gruta azul já é linda e envolvente, …

… imagine com uma trilha sonora maravilhosa, tal como Torna Sorrento?

Vc fica muito pouco lá, mas é tão bonito que parece que o tempo parou.

Voltamos pra Marina e como tínhamos tempo (sempre ele) …

… pegamos o funicular novamente …

… e retornamos para a Piazzetta.

Estranhamos bastante porque a multidão praticamente tinha desaparecido.

Ou seja, Capri era praticamente só nossa.

Aproveitamos pra ver as lojinhas, …

… passeamos pelos parques, …

… comemos um sorvete delicioso no Bonocuore …

… e pronto.

Estava na hora de pegar o ferry de volta pra Sorrento.

Ainda deu tempo pra tomar um Aperol Spritz …

… antes de atravessar o mar.

Pra completar este belo dia, …

… fiz uma reserva pro jantar no restaurante La Tagliata, em Positano.

Ele fica bem fora do centro da cidade, mais precisamente na parte altíssima.

E é muito particular, …

… já que é uma casa da nona, …

… e se comporta como tal.

A vista é matadora …

… e o menu é fixo.

Entradas tradicionais, …

… bruschettas, mozzarella de búfala, …

… tudo foi servido igualmente pra todos os clientes.

Nem carta de vinhos eles tinham, se escolhia entre o branco e o tinto da casa (saca os copos).

Pra complementar, massas diversas …

… e carnes diretamente da parrilha.

O clima era tão descontraído que até um papagaio falante (e com palavrões em italiano) fazia a sua parte.

Resumindo, foi incrível e recomendamos fortemente quando da sua visita usando estiverem por essas belíssimas plagas.

Quando fomos perceber, já era quase 11:00 da noite.

Ah,esqueci de falar que os Faraglioni estavam firmes no horizonte da vista sensacional do La Tagliata.

Acho que vamos sonhar com eles.

Que belo sonho teremos,

Arrivederci.

Acompanhe o que aconteceu nos outros dias desta magnífica viagem:
dia I – Itália – Caserta – Iniciando a Costiera Amalfitana com história!
dia II – Itália – Costiera Amalfitana – Maiori e Minori, tem nome mais bacana pra colocar em cidades? De quebra, Ravello e Positano.
dia III – Itália – Costiera Amalfitana – Tarantella do crioulo doido: templos gregos, mozzarella de búfala e vinhos.

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dcpv – dia III – itália – costiera amalfitana – tarantella do crioulo doido: templos gregos, mozzarella de búfala e vinhos!

21/08/2019 (muito bem vivido em 06/06/2018)

Dia III -Itália – Costiera AmalfitanaTarantella do crioulo doido: templos gregos, mozzarella de búfala e vinhos!

Antes que alguém diga alguma coisa sobre a frase acima, leia o post! 🙂

Mas pegar o carro e ir pra Paestum, mais conhecida como Pesto, faz todo o sentido.

Apesar das quase duas horas de viagem, …

… quando se chega lá, tudo compensa.

Primeiro, tomamos o nosso lauto café da manhã …

… com a companhia indefectível da vista da Costiera Amalfitana.

Se bem que, programei primeiro a passagem na Tenuta Vanullo.

É lá que se tem uma boa ideia de como é feita legítima mozzarella de búfala, …

… uma das maravilhas da culinária italiana.

O tour deve ser reservado, …

… custa muito barato (só 5 euros por pessoa) …

… e você acompanha todo o ciclo da produção.