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dcpv – estivemos na osteria francescana, o melhor restaurante do mundo

Nota da redação – Este post foi publicado no final de 2008.
E é o relato de um almoço inesquecível que fizemos na Osteria Francescana, o restaurante que acabou de ser eleito como o nº 1 do mundo.
Tudo bem que já faz um tempinho, mas já dá pra perceber que o Massimo Bottura chegaria lá.
Deliciem-se!

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31/10/08

Massimo Bottura, Osteria Francescana, Modena, Itália

Já faz um tempinho (05/01/08 ) que eu e a Dé fomos a um jantar especial no espaço DOM.
O Alex Atala convidou o Massimo Bottura pra mostrar o porque dele ser um dos expoentes da nova cozinha italiana.  Muito simpático, ele veio à nossa mesa e eu aproveitei pra dizer que iríamos conhecer a casa dele, a Osteria Francescana em Modena, no final de 2008 (isto tudo no meu parco italiano, prego!).

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Pois bem , o tempo passou e chegou a hora de irmos pra Emilia Romagna. Mandei um e-mail pra fazer a reserva e o próprio Massimo me respondeu, dizendo que estaria nos esperando.
Como sempre (eita, Primeiro Mundo!) deu tudo muito certo. No dia 31/10, precisamente as 13:30 hs, eu e a Dé desembarcamos do nosso carro alugado pra almoçar com o Massimo (sem trocadilho!).

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O restaurante é discreto, elegante e bastante pequeno. Estávamos pensando no que pedir quando o Massimo apareceu, se apresentou, conversou sobre o Alex e nos perguntou se não queríamos experimentar o tasting menu? E ainda salientou se gostaríamos à avant-garde ou seja, com todas as inovações !

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Resposta instantânea e simultânea: sim ! E lá fomos nós, nos aventurarmos (inclusive nos vinhos!) na cozinha estrelada da Osteria Francescana.

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Folheando o menu, a Dé descobriu um prato que se chamava 5 versões do Parmegiano Reggiano. O chef não só achou interessante a escolha como nos disse que ele seria o último da nossa degustação!
Começamos com um tempurá de peixe (anchovinhas) com sorvete de roti! Um escândalo de bom !

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Logo após, um peixe levemente defumado, mas o mais interessante foi que, quando os garçons retiraram a tampa do prato, um fumaça altamente defumada invadiu as nossas narinas e deixou uma sensação muito estranha e interessante. Até o vinho pareceu ser defumado !

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Pra limpar o palato defumado, uns belos grissinis.

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A seguir, um creme de bacalhau com pele de peixe frita (parece um torresmo), espinafre com óleo essencial (?) e pomodorini temperado. Bem bonito, né ?

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O próximo prato é interessantíssimo. Um brodo suave de peixe com cubos concentrados de moluscos, crustáceos e peixe. Quando você os morde, eles explodem na boca liberando uma intensa concentração de sabores. O de moluscos é especial. Ainda acompanhava um salgadinho que a Dé chamou de Ibis de camarão. Pra quem não lembra (ou nunca viu!), Ibis era a marca daqueles salgadinhos baratinhos que mais pareciam isopor!
E a harmonização com o vinho foi espetacular, pois quando tomado junto com a comida, o vinho absorveu o sabor dos cubos. Se ao contrário, um pedaço de pão fosse comido, o vinho voltava ao seu buquê natural. Tudo sensacional !

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Um risottino foi servido, pois não somos de ferro. Este foi feito com água de ostras, nero de sépia e caviar. Risottaço !

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Logo depois (ufa!), um robalo envolvido em pancetta com espuma de salsinha e purê de tupinambor (não tenho a mínima idéia do que é !).

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Pra limpar o palato, um colherzinha dum creme de alho poró com trufas.

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E, finalmente, a piece de la resistence. Parmegiano Reggiano apresentado em 5 formatos: um creme feito com um de 20 meses, uma pasta com um de 24 meses, um chantilly feito com um de 36 meses, uma espuma com um de 48 meses e a crosta, utilizando um parmegiano de 50 meses de maturação!!

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Olha! É maravilhoso e você come como se estivesse degustando aquela comida que a mamma fez especialmente pra você! Ave, Massimo!
Ressalte-se que todos os pratos eram acompanhados por vinhos que harmonizavam perfeitamente. E surpresa, a minha teoria sobre comida boa teve uma evolução: normalmente, eu digo que comida boa não engorda. Agora, aproveitei pra complementar dizendo que comida boa neutraliza o vinho já que bebemos bastante e saímos completamente sãos de lá, a ponto de dirigir tranquilamente de Modena a Bologna !

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Como sobremesa (e acompanhando o café), pequenos docinhos: gelatina de maracujá, pistache e wasabi; cheesecake; carolina explosiva; brownie de chocolate e ganache de chocolate.

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Neste solene momento, gostaríamos que todos que estivessem nos lendo, levantassem e batessem palmas. Por que este almoço foi digno deste gesto!
Vou até fazer o trocadilho de que o Massimo foi ele mesmo e pra finalizar, nos despedimos e tiramos a tradicional foto pra eternizarmos este delicioso momento.

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E quando achamos que tudo tinha acabado, o Massimo gentilmente nos ofertou um dos seus livros (Aceto Balsamico ) com a devida dedicatória.

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Foi ou não foi o máximo!

Ciao !

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dcpv – mais uma da itália: ligúria.

número 410
03/02/2015

Mais uma da Itália: Ligúria.

“O relevo acidentado, onde faltam planícies para o cultivo de diferentes ingredientes e para a criação de rebanhos, não impediu a Ligúria de desenvolver uma culinária saborosa e com muita personalidade.

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Nos pequenos vilarejos costeiros e na capital, Gênova, onde viveu Cristovão Colombo e onde está o mais importante porto comercial da Itália até os dias de hoje, a inspiração gastronômica vem do mar”.

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Pronto, cá estamos nós preparados pra experimentar a culinária desta peculiar região italiana.

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Ou seja, mais um livrinho da coleção Folha Cozinhas da Itália será devidamente dissecado.

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Vamos lá, então!

Entrada – Salada da Riviera Lígure.

A Ligúria também é o lugar onde ficam as famosas e lindas Cinque Terre.

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E dá pra imaginar como não seria bacana comer uma salada desta em plena Portofino!

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Pra fazê-la, basta misturar azeite, sal, vinagre (tudo a gosto) com ½ xícara de folhas de manjericão cortadas e 1 dente de alho picado e …

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… temperar separadamente folhas de alface roxa, alface-romana e radicchio …

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… 4 tomates italianos picados, …

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… 1 pimentão vermelho em tirinhas …

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… e 1 pepino japonês com casca em rodelas.

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Numa travessa (ou no próprio prato) monte a salada em camadas: primeiro o pão italiano, …

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… depois as folhas …

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… e por último, os demais ingredientes.

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Regue com vinagre e azeite.

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Decore com a bottarga (um embutido feito com ovas de tainha) e sirva.

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É, a Ligúria deve ser uma beleza mesmo.

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Tomamos um vinho branco, o Sauvignon Blanc Single State 2013, que foi “casados, United, solteirim, tico tico no fubá“.

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Principal – Trenette ao Pesto Genovês.

Este Trenette com Il pesto alla genovese é o que podemos chamar de tipicíssimo.

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Inicie fazendo o legítimo pesto genovês. Lave, seque bem as folhas de um maço de manjericão e coloque num pilão.

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Junte ½ xícara de pinoli tostados, 1 dente de alho e um pouco de sal e comece a socar.

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Acrescente aos poucos, 1 colher de sopa de queijo parmesão e 1 de pecorino. Quando obtiver uma pasta verde, comece a acrescentar uma xícara de azeite gradualmente, mexendo sempre, até ficar cremoso.

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Enquanto isso, coloque duas batatas grandes e cortadas em cubos pra cozinhar numa panela grande com água abundante com sal.

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Depois de alguns minutos, acrescente 60g de vagens cortadas em pedaços de 4 cm.

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Pouco antes dos legumes atingirem o ponto de cozimento, acrescente a massa, o trenette.

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Assim que a massa estiver al dente, escorra, reservando 1 colher de sopa da água de cozimento e acomode tudo numa travessa.

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Dilua o pesto com a água reservada e incorpore à massa.

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Ficou realmente delicioso.

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Ainda mais acompanhado do tinto Pinotage False Bay 2012 que achamos “true, baia, tenuta, 171”.

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Sobremesa – Bolo genovês.

Esta sacripantina é fácil de fazer (pelo menos eu acho, já que foi a Dé quem fez! rs).

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Bata 3 gemas com 180g de açúcar até obter uma mistura clara.

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Junte 160g de farinha, 1 colher de sopa de água de laranjeira, 1 xícara de rum, 160g de manteiga derretida em banho-maria e 3 claras batidas em neve. Misture delicadamente até incorporar os ingredientes.

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Despeje a massa numa forma redonda (26cm de diâmetro) untada com manteiga e enfarinhada.

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Leve pra assar em forno preaquecido a 200°C por cerca de 40 minutos até que superfície esteja dourada.

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Polvilhe com açúcar de confeiteiro.

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Olha, ficou diferente e muito bom!

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Eis a opinião dos ligurianos (ou seria ligurienses?):
Comida diferente. Italiana e diferente! (Edu)
Que pesto, que pesto! (Mingão)
Belíssimo pesto e patati! (Deo)

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Terra de Colombo? Do pesto? Do vinho branco?

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Não importa. O que importa é que toda esta comida é feita com ingredientes bons e resulta numa culinária marcante.

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Quer tirar a prova? Faça o Trenette com pesto.

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Arrivederci.

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dcpv – desta campanha nós gostamos

número 409
27/01/2015

Desta Campanha nós gostamos.

“Uma Itália quente, festiva, colorida e agraciada pela natureza. O interior de vales e montanhas contrasta com a linda Costa Amalfitana e com a ilha de Capri.

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Em Nápoles, capital da Campanha com vista para o Vesúvio, nasceram dois dos principais símbolos da cozinha italiana: a pizza e o espaguete à Puttanesca”.

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É assim a apresentação do livro da coleção Cozinhas da Itália referente a região da Campanha.

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Mais uma vez (já nem sei contar quantas) apelei pra estas receitas simples e saborosas da gastronomia italiana.

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Vamos então, ver o que que a Itália tem.

Entrada – Insalata Caprese e Mozzarella in carrozza.

Bom, a Caprese eu nem preciso explicar, tamanha a facilidade que a encontramos nas cantinas italianas de SP.

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Segue o minifotoblog:

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Já a Muçarela (é estranho escrever com cedilha) “na carruagem” é quase que um minisanduba. E é delicioso.

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Pra fazê-los, basta cortar fatias de pão de forma em discos de 8 cm.

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Cubra metade deles com muçarela de búfala ralada e salpique sal.

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Feche com os discos restantes e empane com farinha e ovos batidos.

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Frite em óleo bem quente, dourando os dois lados. Sirva quente.

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No nosso caso, o azeite da Caprese deixou a Mozzarella mais gostosa ainda.

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Acompanhamos estas entradas com um vinho espanhol, o Garnacha Punto y Coma 2009 que foi “basta, punto final, manquinho, como y punto“.

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Principal – Spaghetti alla Puttanesca.

Esta receita também é manjada por aqui, mas não menos saborosa.

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Pra prepará-la, refogue um dente de alho picado e uma pimenta dedo-de-moça também picada em azeite.

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Junte 100g de filés de anchova e desfaça-os com um garfo.

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Adicione duas latas de tomate italiano (de preferência San Marzano), 100g de azeitonas pretas, 100g de alcaparras.

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Misture bem e deixe apurar, em fogo baixo, por cerca de 20 minutos.

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Enquanto isso, cozinhe a massa conforme as especificações.

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Sirva com o molho devidamente agregado.

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Olha, ficou espetacular.

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Harmonizamos, por incrível que pareça, com um vinho da Georgia (ideia do Mingão), o Saperavi Teliani Valley 2011 que não se sobrepôs ao espaguete e foi “sopa de letrinhas, pereira, gomide, sandresco”.

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Sobremesa – Tarallucci di liquore.

Estes biscoitinhos foram feitos pela Dé.

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Misture 2 ovos com 2 colheres de sobremesa de açúcar e 1 cálice de licor de laranja (Grand Manier) e acrescente essência de baunilha e canela a gosto.

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Vá juntando cerca de 300g de farinha de trigo aos poucos, enquanto amassa, até ficar consistente, como uma massa de pão.

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Divida esta massa em 30 porções, modele os rolinhos e una as pontas pra formar anéis.

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Frite-os submersos em abundante óleo quente e deixe-os escorrer em papel absorvente.

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Ficaram um pouco sem graça e o jeito foi colocar açúcar e canela, além de principalmente serví-los com uma boa dose do anisete da D Anina, minha mamãe.

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Eis o que os adoradores de Campanha (não política!!) acharam:
Que bela campanha. Viva a Itália! (Edu)
A melhor campanha do ano, Clio Awards (Mingão)
Ora dirias comer delícias! Foi isso! (Deo)

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Me diz se um lugar que prima por ter anchova, avelã, castanha, cogumelo, espaguete, figo, flor di latte, limão, muçarela de búfala, nhoque, presunto, tomate, ricota, vôngole como ingredientes representativos não tem tudo pra formar menus inesquecíveis?

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Pois foi o que a região italiana de Campanha nos deixou.

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E melhor, ficou também a extrema vontade de conhecer esta região toda e provar estas delícias in loco. Huuuuuuuuummmmm!

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Arrivederci.

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dcpv – um dia especial e ferrarista em milão.

29/11/14

Um dia especial e ferrarista em Milão.

Tudo começou, pra variar, através do dcpv.

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O Kleber Ricardo, um engenheiro (olha o corporativismo) brasileiro que mora em Milão com a esposa, a também brasileira, Vanessa, deu uma comentada informando que gostaria de entrar em contato com a Maria.

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Incrível como através deste post, muita gente confundiu a Maria como sendo uma guia brasileira na cidade.

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Depois que eu esclareci que na verdade ela é somente uma amiga, o Ricardo apresentou a empresa dele, a Scuderia Moro Milano.

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E veja só que coincidência!

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Eles montaram uma empresa e fazem tours pra você dar uma volta de Ferrari (o automóvel é deles).

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Daí até marcarmos um passeio no sábado que estaríamos em Milão foi um pulo.

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Portanto, dia 29/11/14 às 10:30 estávamos lá, no local indicado e a espera de ouvir os roncos que só o motor de uma Ferrari sabe proporcionar.

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Pra começar, o lugar marcado é bem bacana. Fica num café distante do centro de Milão (quase meia hora) o Caffé Le Delizie, mas convenientemente próximo duma autopista.

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A empatia entre todos foi imediata. É claro que ficamos sabendo toda história deles (que é bem bacana) e logo depois iniciei o que seria propriamente o test drive.

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O Ricardo começa explicando os princípios básicos pra se dirigir um bólido deste, uma Ferrari F430 …

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… e logo depois você se vê comandando esta máquina.

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Olha, é uma sensaçào única.

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E a melhor de todas é quando você está na autoestrada, dá uma tremenda arrancada e sente os cavalinhos rompantes.

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Taí uma outra Disney feita especialmente para adultos.

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O passeio é mais do que recomendado e não exite em mandar um email pra eles pra perguntar o que quiser e terminar marcando o tal tour.

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Você não se arrependerá.

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Mesmo porque, você está em Milão!

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PS – Fiz questão de pagar o tour, portanto, esta é uma opinião totalmente isenta. O passeio realmente vale a pena.

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Este foi o gran finale da nossa aventura piemontesa. Espero que todos tenham gostado, porque nós estamos marcando a próxima.🙂
Arrivederci.

Veja os outros dias desta viagem:
dia uno – Chegando e reconhecendo o Piemonte
Dia due – Barolo, a cidade.
dia tre – Piemonte – Olha que nome legal de cidade: La Morra.
Dia cuatro – Uma trinca quase perfeita: Coppo, Piazza Duomo e Vietti.
dia cinque – Vendo as borbulhas de Asti e sexshopeando no Eataly.
Dia sei – Fomos pra Ne-i-ve.

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dcpv – piemonte – dia sei – fomos pra ne-i-ve.

27/11/14

PiemonteDia sei – Fomos pra Ne-i-ve.

O dia amanheceu nebuloso.

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E úmido.

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Estávamos um pouco livres, pois o nosso roteiro indicava apenas que conheceríamos Neive, uma cidade bem pequena e muito bonita.

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Como mudança de planos, optamos por ir pra Alba antes do almoço.

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E não nos arrependemos, já que Alba é bem bacana também.

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Andamos pelo centro histórico todo, …

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… passamos pelo Duomo …

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… e por várias igrejas, …

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… além de toparmos com muitas construções antigas …

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… e interessantes.

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Incrível como a história passou por aqui …

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… e se instalou tão naturalmente.

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Como tínhamos um pouco de tempo antes da reserva pro almoço, …

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… decidimos conhecer a filial do melhor sex shop do mundo, o Eataly, que fica ao lado cidade, em Monticello D’Alba.

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A loja é bastante modernosa, …

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… muito menor que a de Turim, ..

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… mas também muito interessante.

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Ali você também encontra tudo o que precisa pra fazer a sua vida mais feliz.

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Pronto, era hora do almoço.

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E resolvemos retornar ao restaurante La Luna nel Pozzo, em Neive, cujo proprietário é o Dr Césare.

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Da outra vez, ficamos entusiasmados com a eloquência e a capacidade que ele tem de elevar a sua cidade e os produtos que compõe as suas refeições. E desta vez não foi diferente.

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Chegamos ao restaurante e lá estava o Dr Césare a postos, pronto a nos mostrar tudo o que é feito em Ne-i-ve (é deste jeito e falando separadamente que ele se refere a sua cidade).

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Demos uma boa olhada no menu e no lugar, …

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… enquanto o Dr Césare nos oferecia flutes dum espumante feito em Ne-i-ve.

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Fomos frugais nos pedidos: as mulheres pediram simples polentas com muita trufa branca …

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… enquanto nós, fomos de Tonato, non tonato uma mistura interessante de coelho com vitela.

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Tudo muito bem feito e melhor ainda acompanhado por vinhos de Ne-i-ve.

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Como principais, todos pediram um risotto com fondutta de queijo e trufas brancas, muitas trufas brancas.

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Pra harmonizar um vinho tinto indicado pelo próprio Dr Césare. Só poderia ser de Ne-i-ve.

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Pra não deixar passar batido, o Eymard pediu uma sobremesa, um bolo de chocolate com sorvete de baunilha …

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… e nós 3 (exceto a Lourdes) mais três cafés expressos servidos nestas charmosas xícaras.

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Pronto! Tínhamos repetido um dos melhores programas da nossa outra viagem ao Piemonte, e melhor, com o nível de tudo sendo mantido a todo momento.

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Aproveitamos que estávamos lá e desta vez fomos conhecer melhor Neive (Ne-i-ve).

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E a cidade é mesmo tão bonitinha e aconchegante que vale a pena mostrar um pequeno fotoblog com os melhores momentos.

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Ainda tentamos passear por Mango, mais uma cidade pequena da região, com o seu museu a céu aberto, mas a única coisa que conseguimos foi ver muuuuuita neblina.

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Voltamos ao hotel pra dar uma descansada e retornar pra Ne-i-ve, pois jantaríamos lá.

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Não, não repetiríamos a casa do Dr Césare, mas sim iríamos a um restaurante desconhecido, o La Contea.

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Antes disso, aproveitamos todo o mistério noturno do lugar e fomos fazer uma happy hour numa enoteca (não marquei o nome) …

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Tomamos um bianchetto, o Arneis Roeiro e rumamos pro restaurante.

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Que é velho, muito velho!

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E bastante charmoso.

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Não preciso nem dizer que só nos quatro estávamos lá.

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E que foi uma das melhores e mais divertidas refeições de toda a viagem.

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O atendimento, feito pelo JeanLuca e pela Daniela foi espetacular.

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Como estávamos sem muita fome, escolhemos degustar o melhor grissini da viagem …

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… e optar por pratos principais com trufas.

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As damas escolheram gnocchi …

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… e nós, tagliatelle.

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Todos impecavelmente bem feitos.

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Acompanhamos com um Barbaresco orgânico da casa, por sinal, muito bom.

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Num arroubo, pedimos uma degustação de queijos pra cada casal.

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E emendamos um outro Barbaresco da casa.

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Três expressos depois, nos foi oferecido um passeio pelos porões da casa.

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Mais um espetáculo…

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… onde não nos furtamos em acompanhar a quantidade de história …

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… e de tradição que estes lugares te proporcionam.

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É realmente uma viagem no tempo.

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Estávamos voltando pro hotel, quando cruzamos com um lugar, que imaginávamos ser uma enoteca e que parecia uma igreja.

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Na verdade, era um bar local onde tinha um montão de velhinhos jogando baralho e que parecia mais uma filial da igreja católica local.

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Pedimos mais um Barbaresco e descobrimos mais um segredo crucial piemontês: …

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… Barbaresco vai muito bem com cheetos!🙂

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Depois de todo este divertimento e como estávamos perto do hotel, só nos restou voltar e dormir o sono dos justos.

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Não, juro que ninguém pensou em tomar uma saideira!

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Uau, que dia espetacular em Ne-i-ve!

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Arrivederci.

Veja os outros dias desta viagem:
dia uno – Chegando e reconhecendo o Piemonte
Dia due – Barolo, a cidade.
dia tre – Piemonte – Olha que nome legal de cidade: La Morra.
Dia cuatro – Uma trinca quase perfeita: Coppo, Piazza Duomo e Vietti.
dia cinque – Vendo as borbulhas de Asti e sexshopeando no Eataly.

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dcpv – piemonte – dia cinque – vendo as borbulhas de asti e sexshopeando no Eataly.

26/11/14

Piemonte – dia Cinque Vendo as borbulhas de Asti e sexshopeando no Eataly.

Acordamos junto com o dia mais broncolhão de todos. Tudo muito nublado e chuvoso.

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Tomamos o nosso café da manhã no hotel

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… e zarpamos pra Asti

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Que não é uma cidade usualmente utilizada como referência piemontesa.

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Mas que é bem bacana, ah, isso é.

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Dirigimos bastante (quase uma hora) até chegarmos lá.

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A neblina continuava pesada.

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Chegamos e andamos muito.

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Estacionamos próximos a uma feira livre.

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Ver produtos de qualidade é sempre muito bom.

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Asti é conhecida além dos espumantes que produz, pelas sua Torres antigas …

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… e por ter um Pálio que concorre com o de Siena.

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Vimos várias destas torres.

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Também passamos pela igreja de San Secondo …

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… e pelo Duomo.

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Sabe que foi legal nos perder por uma cidade totalmente desconhecida …

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… e praticamente sem referências?

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Até tomamos um sorvetinho na GROM.

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Como já estávamos perto do horário do almoço, rumamos pro restaurante que havíamos reservado, o Angolo del Beato.

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Em tempo, o livreto Itália – Para Comer e Beber Bem, do Juscelino Piselli e do Gerardo Landulfo é imperdível pras situações de escolha de bons restaurantes em toda a Bota.

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E foi mais uma refeição memorável.

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O lugar é pequeno e bastante aconchegante.

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E como estávamos na terra do espumante, fomos logo chamando um Ruinart.

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Acatamos a sugestão do proprietário, e pedimos um misto de entradas típicas da região. Alcachofras cruas com parmeggiano, …

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… coniglio tonato, …

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… salsiccia (mais conhecida como lingüiça) cruda de Bra …

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… e uma tremenda e típica salada russa.🙂

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Tudo muito bem temperado e em quantidade suficiente pra nos saciar.

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Tomamos um Barbera D’Asti (um vinho da casa) …

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… e até exageramos um pouco, ao pedir talharim na manteiga com trufas brancas pra todos.

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Mas estava tão bom que ninguém reclamou e todos comeram tudo.

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Com tudo tão agradável, ainda sobrou um espacinho pra experimentarmos (especialmente a Lourdes) ótimas pêras a Belle Helene.

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Pronto!

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E num clima de forte emoção, resolvemos dar um pulo em Turim (mais meia hora de carro) pra visitarmos novamente o nosso queridinho, o Eataly, a matriz.

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Taí um loja que merece a alcunha de sex shop.

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Tudo lá é tão perfeito que a toda hora você fica se perguntando o porque de ainda não ter alguma coisa parecida em SP (em tempo, já temos o nosso Eataly!).

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Iniciamos tudo pela enorme …

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… e diferenciada seção de vinhos.

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Logo após passeamos pela mercearia, …

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… pelos queijos, …

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… pelos presuntos de Parma, …

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… pelos hortifruti (segue o necessário fotoblog)…

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… e finalizamos o tour com um obrigatório pitstop no balcão …

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… onde tomamos um espumante Ferrari …

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… e comemos duas tábuas de frios: uma de queijos e salames …

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… e outra de presunto e mozzarela de búfala.

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Enfim, certamente podemos comparar a Eataly com o que seria uma Disney gastronômica, só que onde tudo é de verdade.

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Retornamos ao hotel com um pouco de chuva e bastante neblina.

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O negócio foi optarmos por ficar por lá mesmo.

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Como não estávamos com muita fome, quebramos o galho tomando um vinhozinho tinto da casa, um Dolcetto …

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… e comendo saladas …

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… cardos com trufas …

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… e uma carne especial ..

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… no próprio restaurante do hotel.

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Uau! Que dia mais maluco!

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Passamos por Asti, …

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… por Turim …

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… pelo Eataly …

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… e finalizamos onde começamos.

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Só no Piemonte mesmo!

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Arrivederci.

Veja os outros dias desta viagem:
dia uno – Chegando e reconhecendo o Piemonte
Dia due – Barolo, a cidade.
dia tre – Piemonte – Olha que nome legal de cidade: La Morra.
Dia cuatro – Uma trinca quase perfeita: Coppo, Piazza Duomo e Vietti.

 

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dcpv – piemonte – dia cuatro – uma trinca quase perfeita: coppo, piazza duomo e vietti.

25/11/14

Dia cuatro – Uma trinca quase perfeita: Coppo, Piazza Duomo e Vietti.

É claro que o dia amanheceu broncolhão.

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Mas nada nos impediria de comemorar (e bem) o nosso aniversário de casamento.

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Maneiramos no café da manhã no hotel

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… e zarpamos pra Canelli, onde marcamos uma visita para conhecer o prestigiado produtor de vinhos Coppo.

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Chegamos lá e tínhamos um pequeno problema: aparentemente invertemos (inverti!) os horários das visitas das vinícolas, tanto do Coppo como do Vietti.

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Mesmo assim, o Sr Paolo Coppo, o dono do negócio, quebrou o nosso galho e nos mostrou o porquê da excelência do vinho que ele produz.

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Ele foi muito paciente e conseguimos visualizar todo o processo e como são produzidas pérolas como Camp Rouss e Pomorosso.

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Eis o fotoblog da visita:

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Fizemos uma degustação de 4 vinhos, já com o filho dele, o Luigi, ao final e ainda compramos alguma coisa pra trazer pro Brasil.

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Saímos de lá debaixo de chuva e rumamos pra Alba, a terra das trufas.

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Tínhamos uma reserva pra almoçar no Piazza Duomo, o restaurante gourmet (e três estrelas do Michelin) do chef Enrico Crippa.

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O lugar é difícil de encontrar. Ele fica no segundo andar dum prédio em frente ao Duomo de Alba.

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E é super-moderno e muito bonito.

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São oferecidos vários tipos de menu-degustação, mas terminamos escolhendo uma entrada e um prato principal pra cada um.

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Foi uma sábia escolha, pois nos foram oferecidos vários piccolos.

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E todos com muita qualidade e criatividade.

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Iniciamos a comemoração com flutes de espumante italiano pra todos.

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Como entradas, a Lourdes e o Eymard escolheram cardo, uma verdura específica do Piemonte com trufas brancas, óbvio.

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A Dé pediu uma creme de patate, lassam gauchinni.

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Eu fui de Capesante (mais conhecido como vieiras) e radici.

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Todos absolutamente perfeitos e acompanhados das indefectíveis trufas brancas.

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Pra comer trufas também nos pratos principais, não pensamos todos em pedir o mesmo prato, o Agnolotti ao Plin de Fondutta.

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Perfeito e extremamente trufado.

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Como não poderia deixar de ser, escolhemos um ótimo Barbaresco, o La Spineta, pra acompanhar este perfumado prato.

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No mais foi curtir um ótimo e diferente café …

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… e todos os piccolos doces que o chef nos enviou.

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Resumo da ópera: o Piazza Duomo Duomo é um lugar imperdível (apesar de algumas opiniões contrárias, né Jusça?) e que você não pode deixar de ir se estiver pelo Piemonte.

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E já que a esperança é a última que morre, corremos mais um pouco pra chegar no Vietti e ver se conseguíamos fazer o tour.

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Só que desta vez não deu certo.

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A Sra Vietti nos atendeu e além de informar que seria impossível, nos disse que eles não tinham mais nenhuma reserva pro restante da semana.

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Tudo bem que estávamos errados, mas que ela foi um pouco indelicada, ah, ela foi.

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Só nos restou dar uma passeada em torno do Castello Falletti Di Barolo, …

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… tirar umas fotos do magnífico entorno …

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… descobrir a Cantina Comunale, um lugarzinho bacana que vende vinhos produzidos em Castiglione Falletti …

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… e melhor, com um tasting de 3 tipos deles (um Barbaresco, um Dolcetto e um Barolo) …

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… acompanhado de salame e queijo.

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Voltamos pro hotel, com a noite caindo e com uma neblina incrível (já eram 17:30 hs).

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Marcamos uma happy hour no bar pra comemorarmos melhor o nosso 31º aniversário de casamento (com um presentinho da nossa amada Re) …

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… e acompanhado dum legítimo representante francês, uma Krug, …

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… e fomos jantar no bistrô do próprio hotel, já que com toda aquela neblina, seria impossível sair.

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E não nos decepcionamos.

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Todos escolhemos opções frugais.🙂

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A Lourdes e o Eymard dividiram tanto uma salada completa, …

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… quanto um vitelo tonato bem diferente.

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A Dé, como não poderi deixar de ser, também foi numa salada enquanto eu, escolhi um Penne com salsiccia.

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Pra complementar e celebrar, tomamos um Barolo Gaja DOCG que caiu como uma luva com a temperatura baixa reinante.

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Só sobrou tempo pruma foto coletiva e aproveitamos a proximidade do hotel pra rápidamente estar nas nossas caminhas.

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Happy birthday to us!

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Arrivederci.

Veja os outros dias desta viagem:
dia uno – Chegando e reconhecendo o Piemonte
Dia due – Barolo, a cidade.
dia tre – Piemonte – Olha que nome legal de cidade: La Morra.

PS – Não é porque é a minha filhinha, não, mas a Re criou um blog bem bacana, o Meu Desafio do Dunga (http://meudesafiododunga.wordpress.com) que trata dum “desafio” que ela se propôs que é fazer corridas de 5, 10, 21 e 42 Km, sim, uma verdadeira e real maratona em 4 dias seguidos na Disney e em 2018!

Pateta
Para tanto, ela posta sobre a sua preparação e ao mesmo tempo, nos passa informações muito curiosas e interessantes sobre tudo o que envolve o mundo deste tipo de corrida (e com textos, modéstia a parte, muito bacanas).
Dê um pulo lá e divirta-se!

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