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dcpv – dia jyu – japão – kyoto – fushimi, dos 1000 tori ao saquê.

19/07/2019 (vivido em 13/04/2018)

Dia jyu – Japão – Kyoto – Fushimi, dos 10000 tori ao saquê.

Mais um dia maravilhoso em Kyoto.

Tomamos o nosso café da manhã e…

… zarpamos com o nosso amigo Mickey …

… pro bairro de Fushimi.

Mais precisamente, Fushimi Inari.

Este templo xintoísta é muito pra cima, up (como a maioria dos templos xintoístas) …

… e quase um parque de diversões da alma.

Você se purifica …

… vê as raposas que identificam o lugar, …

… escreve os seus desejos nos Mini Tori …

… e aí inicia o périplo pelos inúmeros Tori que existem por lá.

São mais de 10000, …

… sendo uma parte deles, …

.. os maiores, doados por empresas …

… e os menores, por particulares …

… que alcançaram a sua graça.

É muito legal e reconfortante andar por eles …

…e mesmo que você esteja no meio de uma multidão. …

… certamente se sentirá enlevado.

Ou seja, é mesmo mais um lugar imperdível em Kyoto, …

… e que você deve ir preferencialmente com um guia …

… que te mostrará com detalhes tudo o que é importante.

Dali, zarpamos pro Gekkeikan Onura Sakê Museum.

Ele fica próximo, em Fushimi mesmo…

… e você se informa sobre o todo o processo de fabricação deste famoso fermentado de arroz.

Neste caso, vimos o sistema old fashion …

.. que é muito curioso.

Tudo está muito bem documentado …

… e inúmeras curiosidades estão ali representadas, …

… bem como todo o tipo de propaganda usada.

Ao final do tour, …

… ainda é possível experimentar dois tipos de sakê (que compramos na lojinha) …

… e um vinho de cerejas, que é bem meia boca.

Como bônus, o Mickey nos levou pra conhecer …

… uma região bucólica de Fushimi, …

… com canais lindíssimos …

… e com direito a encontrar com uma senhora japonesa, …

… bastante simpática …

… e que nos indicou, graciosamente, onde era a única igreja católica de lá.

Pra finalizar o nosso contato com o figuraça Mickey, …

… ele nos levou no Imakumano Shrine, …

… um templo onde o Shogum ia frequentemente.

Muito simples e também bastante simbólico representando tudo o que vimos e sentimos em Kyoto.

Nos despedimos do MickeySan e do nosso simpático motorista, o NobuSan …

… e nos preparamos pro tour da tarde.

Iríamos aprender a pintar num cartão (???).

O lugar, o Kimono Art Workshop Kyo Ya fica perto do hotel …

…e portanto, fomos a pé.

É claro que não conseguimos achar o endereço, …

… e o mais engraçado, foi que o próprio Kyosuke, nos encontrou perdidos na rua. 🙂

Entramos no estúdios deles, a Yoko, a esposa dele também estava lá …

… e iniciamos propriamente o curso.

Que nada mais é do que a reprodução de uma estampa de kimono, criada pelo próprio Kyosuke e no formato de um cartão.

Puxa, parece fácil, né? Mas não é.

Você tem que aprender a pintar como ele …

… e fazer todos os movimentos corretamente.

Depois de conversarmos bastante (incrível como o inglês dos japoneses é muito bem entendido por nós), pegamos o jeito …

… e até que o resultado dos nossos dois trabalhos foi muito satisfatório.

Ainda tomamos várias xícaras de matcha, …

… comemos chocolates e bolinhos , …

.. compramos algumas coisinhas, …

… e demos muitas boas risadas.

Como resultado, você traz o teu trabalho devidamente enquadrado pra casa …

… e certamente boas lembranças de duas horas muito bem desfrutadas.

Nos despedimos do Kyosuke e da Yoko …

… e aproveitamos pra dar uma volta na região comercial charmosa …

… próxima do templo Kyozumidera.

Este lugar é realmente demais …

… e lá você encontra aqueles produtos que espera encontrar no Japão.

Objetos bem feitos, bem bolados, …

… delicados e gostosos …

É uma região pra flanar.

A Dé ainda conseguiu comprar um semi kimono muito bacana…

… e nós vimos um tremendo por do sol …

… que possibilitou uma luz incrível ….

… pro final de tarde.

Voltamos andando pro hotel, …

… tomamos um Champagne no bar …

… e fomos nos preparar pro jantar …

… que seria no restaurante Kushikura, especializado em teryake, os famosos espetinhos.

Chegamos lá e os nossos lugares eram no balcão.

Ficamos vendo toda a movimentação do chef fazendo os espetinhos diretamente da churrasqueira.

Pedimos sakê, …

… espetinhos de frango, …

… frango com arroz, …

… de aspargos, …

… de asa, …

… de porco, …

… uma cebola assada …

… e uma batata também assada, com um creme.

Tudo muito bom, saudável e que não te deixa estufado.

A Dé adorou!

Ainda deu tempo de passar novamente no bar do hotel, …

… pra tomar mais duas flutes de Champagne …

… e, ufa, dormir o sono dos justosSan, nós mesmos.

Saraba da!

Veja os outros dias desta viagem:
dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz. E o Japão.
dia Ni – Japão – Tóquio – A primeira sakura a gente nunca esquece.
dia San – Japão – Tóquio – Hakone e o Inhotim nipônico.
dia Shi – Japão – Tóquio – Shibuya e Meijin Jigu, multidões japonesas.
dia Go – Japão – Kanazawa – Os primeiros Shinkansen e Ryokan, a gente nunca esquece.
dia Roku – Japão – Yamashiro Onsen – Gueixas, samurais e cerejeiras, tudo a ver.
dia Shichi – Japão – Kyoto – Uma flor japonesa desabrochando só pra nós.
dia Hachi – Japão – Kyoto – Um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.
dia Kyu – Japão – Kyoto – Estatuas diferentes, templos diferentes: mesma emoção!

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dcpv – dia kyu – japão – kyoto – estátuas diferentes, templos diferentes: mesma emoção!

17/07/2019 (vivido em 12/04/2018)

Dia kyu – Japão – Kyoto – Estátuas diferentes, templos diferentes; mesma emoção!

Acordamos excitados.

Depois de ontem, estávamos esperando muito de Kyoto.

E ela nos entregou.

Com esta belíssima paisagem, …

… tomamos o nosso frondoso café da manhã …

… e fomos pro lobby encontrar o Mickey, o nosso sensacional guia japonês.

Como novidade, o tempo estava bom.

Hoje iríamos conhecer toda a região de Arashiyama.

Logo no passagem, vimos a ponte Togetsukyo

… ou melhor, a atravessamos andando.

A vegetação da montanha próxima a ela é muito bonita …

… e conseguimos imaginar como tudo ficaria com a explosão de cores do outono.

Logo após, rumamos para o templo Tenryuji.

A construção em si é muito interessante …

… rodeada de mini templos onde moram os monges e suas famílias …

… mas o jardim é especial.

De qualquer ângulo que você o vê, …

… descobre paisagens harmoniosas.

Certamente foi projetado por um monge inspirado.

Andamos um pouco …

… por entre flores …

… e cerejeiras, …

… até que chegamos a atração principal do lugar.

A floresta de bambus é realmente reconfortante,…

… tanto para os olhos, …

… como especialmente, …

… para a mente.

Lá você respira ar puro, …

… e purifica o seu espírito …

.. apesar de todo o crowd existente.

Como curiosidade, no fim da trilha, …

… conhecemos o templo que protege pra que os cabelos não caiam.

Por via das dúvidas, comprei um charm pra guardar em casa (e um pro Deo também!)😀

Continuando o tour, passamos numa região próxima …

… muito bonita …

… onde compramos lembranças feitas com casulos de seda.

A parada seguinte foi no Adashiro Nenbutsu-ji Temple, …

… onde são encontradas mais de 8000 pedras …

… que representam os mortos do local.

Resumindo, é um cemitério…

… onde você sente uma paz …

… e uma tranquilidade jamais vistas.

Voltamos pro carro e o Mickey nos reservou uma surpresa.

Fomos tomar um saquê rústico e doce …

… numa casa tipicamente japonesa.

Foi demais!

A última parada antes do almoço foi no Otagi Nenbutsu-ji.

A atração principal são mais de 1200 figuras Rakan …

… que foram esculpidas por trabalhadores …

… que oravam pela prosperidade do templo.

O lugar é muito curioso …

… e você sente o maior alto astral …

… ao ver uma quantidade imensa de estátuas …

… que são, as vezes, muito engraçadas.

Você fica o tempo todo tentando imaginar o que a pessoa quis expressar.

Almoçamos ali perto mesmo.

Não me pergunte o nome do lugar porque eu não sei. 😊

Foi uma indicação do Mickey e muito boa, por sinal.

Só sei que o príncipe do Japão almoçou lá e gostou muito.

O lugar é extremamente japonês …

… e serve noodles muito bons.

A Dé e o Mickey pediram um acompanhado de tempura de camarão …

… e eu, um sobá com tempura de legumes e frutos do mar.

Realmente, estava delicioso.

O programa pós-almoço seria conhecer o pulmão gastronômico de Kyoto.

Nishiki Market é grande e muito bom.

Na verdade ele é fisicamente muito comprido, …

… praticamente uma rua só, …

… e tem um sem fim de lojas, …

… com tudo o que você imaginar sobre ingredientes …

… e comidas prontas genuinamente japonesas.

Este, definitivamente, vale o foto blog:

Como curiosidade, visitamos a loja de facas do Aritsugu, …

… onde compramos, eu e a Dé, …

… as nossas, com os respectivos nomes em japonês, …

… gravados nelas. Um must!

Como bônus, o Mickey nos levou pra conhecer mais uma região onde moram as Gueixas, …

… ops, as Gueikos.

Miyagawa-cho é uma rua muito bonita, …

… e conseguimos ver tanto uma Gueiko mãe, …

… como uma Gueiko …

… e até, uma Maiko, que é a gueixa aprendiz.

Foi sorte de principiante, mas sorte tem quem merece.

Dali, fomos pra ultima parada do tour.

Sanjusangendo Hall é um templo imenso, …

… especialmente no comprimento, …

… onde você terá uma grande surpresa impactante.

As fotos não podem ser tiradas, …

… mas ao entrar lá, você se depara  com 1001 estátuas da Kannon, a deusa da misericórdia …

… e sente uma aura muito boa no ambiente.

Incrível, a quantidade de detalhes que podem ser vistos e sentidos.

Ou seja, é imperdível.

Voltamos pro hotel …

… e ainda visitamos a casa de chá …

… pra beber um tantinho de sakê …

… e curtir um digestivo Banchá.

Como estávamos muito cansados, …

… optamos por petiscar e “beberiscar” no próprio bar do Four Seasons.

Batatas fritas, …

… salada de salmão …

… e presunto Joselito com queijo manchego, …

… além dum vinho branco francês Sancerre …

… fizeram a nossa alegria nesta noite fria.

Ainda bem que tinha uma lareira bem ao nosso lado e a apenas alguns passos da nossa caminha.

O daiji ni!

Veja os outros dias desta viagem:
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dia Shichi – Japão – Kyoto – Uma flor japonesa desabrochando só pra nós.
dia Hachi – Japão – Kyoto – Um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.

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dcpv – dia hachi – japão – kyoto – um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.

13/07/2019 (vivido em 11/04/2018)

Dia Hachi – Japão – Kyoto – Um dos dias mais sensacionais de todos os tempos.

Vou adiantando que este foi um dos melhores dias que tivemos em todas as viagens que fizemos até hoje.

Olha que é difícil escolher.

Mas ele foi complementado por uma série de atrações bacanas, muitas informações e o indispensável jeito de ser dos japoneses.

Vamos,lá, então.

A previsão do tempo indicava que iria chover o dia todo.

Com esse espírito, fomos tomar o lauto café da manhã do Four Seasons.

Logo depois, encontramos com o nosso guia, o Mickey. Ele é uma figuraça e o inglês dele é tão irregular, que entendemos tudo. 😄

Saímos pra ir primeiro ao templo Ryoanji.

Ele é muito conhecido por seu jardim de pedras e pedriscos desenhados.

São 15 rochas no total, mas de qualquer lugar que você o observa, só vê 14.

É o mistério de um lugar que foi criado há 400 anos por monges …

… e que continua cativando todos os visitantes.

Taí um local excelente pra fazer uma boa meditação (dizem que Richard Gere fez issso por lá).

Também demos uma boa volta …

… por seus belos jardins …

… e fomos conhecer o que eu chamei de top model dos templos.

O Golden Kinkakuji, …

… o famoso templo dourado …

… tem e é uma grande atração.

É impossível você olhar pra ele e não sair tirando um monte de fotos.

Ele é totalmente folheado a ouro …

… e foi erguido no século 14.

Além da belíssima construção, …

… e da famosa foto com o seu reflexo no lago (apesar do tempo não estar bom) …

… o seu jardim é maravilhoso.

O dono antigo, o Shogum, …

… gostava de ter belas visões …

… e isso foi materializado nesta obsessão dos japoneses, …

… que são os seus jardins.

Como upgrade, ainda tivemos o prazer …

… de ver a verdadeira sakura, …

… com cerejeiras em plena floração.

Um verdadeiro espetáculo da natureza.

Como curiosidade, não tinha caído uma gota de chuva até esta hora.

E por causa disso, optamos por conhecer o castelo de Nijo.

Esta Fortaleza tem 33 aposentos, …

… um exagero em se tratando de Japão, …

… é cercado por um fosso …

… e uma parede de pedras.

Foi construído no século 17 para servir de residência ao shogum Tokugawa.

Foi interessante demais saber como funcionava toda a estrutura que prestava serviços ao shogum, ..

… bem como era todo o sistema de informação da época.

Pra variar, os jardins são estonteantes.

Fica muito difícil escolher qual você acha ser o mais bonito, …

… tamanha a uniformidade da beleza de todos.

Neste caso, além de todo o visual estonteante, …

… ainda tivemos a companhia da sakura.

Cherry blossom é mesmo um acontecimento por aqui, …

… e não tem como você não se emocionar ao presenciar uma.

Era hora do almoço.

E o Mickey nos indicou um lugar pequeno num shopping, …

… que apesar de eu não saber o nome (se conseguir traduzir, eu agradeço) …

… servia ótimas milanesas crocantes.

Pedimos de frango (pra Dé), de porco (pro Mickey) e de porco e camarão (pra mim).

Todas acompanhadas de um bom misoshiro, uma salada de repolho e arroz.

Simplesmente delicioso.

Após o almoço, rumamos pro templo Kiyomisodera.

Estivemos (e com luz do sol) ontem lá, …

… mas hoje retornamos pra saber mais de sua história.

A construção dele é muito interessante, …

… visto que é feito totalmente de madeira encaixada, …

… sem a utilização de nenhum outro material.

Ou seja ele é encaixado mesmo (quase que um Lego de madeira) …

… e suporta uma verdadeira multidão que o visita diariamente.

Na verdade, no local existe um complexo de templos e de atrações.

Uma é a vista de Kyoto, já que ele fica na encosta da colina de Higashiyama.

Outra é a fonte de água pura onde jorram três jatos d’água…

… e você tem que escolher uma só pra beber.

Existe uma pra melhorar relacionamentos, outra para ter boa saúde e uma terceira para obter bastante dinheiro.

É claro que a Dé e eu não perdemos a chance de beber desta água.

O jardim de lá também é um espetáculo …

… e a região do entorno dele, …

… com ruazinhas charmosas …

… e lojas mais ainda, …

… te faz esquecer da grande ladeira do acesso …

… e da muvuca da rua principal.

Ainda conseguimos explorar …

… bairros charmosos próximos …

… com casinhas especiais …

… que te encantam a cada esquina.

Pra finalizar, fomos pro Bairro de Gion (leia-se Guiom).

Ele é famoso pelo seu comércio, …

… e especialmente por ser o bairro das Gueixas.

O lugar onde elas vivem é muito interessante …

… e bonito.

Charmoso é uma palavra mais aplicável.

Pra quem não sabe, Gueixas são famosas por serem treinadas pra cantar, dançar, conversar com seus clientes.

Elas não são prostitutas e cobram em torno de U$ 1000 por uma hora de sessão.

E tivemos uma tremenda sorte de ver (e fotografar) uma maiko saindo da sua casa.

Pela linguagem de Kyoto, maiko é uma aprendiz de geiko, que é como os kyotenses (ou seriam kyotanos) as chamam.

Encerramos o nosso tour, agradecendo ao Mickey por todo o conteúdo que ele nos passou …

… bem como ao Papai do céu (seja budista ou xintoísta) por não ter mandado nenhuma gota d’água …

… enquanto estivemos no tour, mesmo porque foi só chegarmos ao hotel …

… e uma tremenda chuva caiu sobre a cidade.

Enfim, foi um dia verdadeiramente abençoado.

Como bônus, demos uma boa olhada na piscina do Four Seasons …

… que é sensacional.

Faltava o jantar; fomos a um restaurante italiano. Italiano? No Japão?

Sim. O Il Ghiotonne é tido como o melhor de Kyoto e uma característica dele é misturar o Ocidente com o Oriente.

Chegamos de táxi (apesar de ser perto do hotel) atrasados, o motorista se complicou todo e não conseguia achar o endereço. Ele se desculpou muito, como todo japonês faz.

O restaurante é bacana e, ops, só servem menu degustação.

A Dé topou e o primeiro enrosco apareceu. O cardápio estava todo escrito em japonês.

Se bem que logo apareceu um todo em inglês, o que não adiantou muito porque uma grande parte dos ingredientes era nipônico.

Iniciamos a refeição com aspargos gratinados e fritos. Muito bom.

Em seguida, veio um bolinho recheado de arroz.

Note que os pratos são bem apresentados e sempre apresentam alguma ideia diferente.

A sopa foi servida com polvo (oba), laranja e tomates cereja.

Próximo prato? Um cartoccio com peixe e bambu. Saboroso.

O carpaccio de bonito com uma salada bem fresca fez bonito (dammm!).

A primeira massa foi um spaghetti al dente com salmão e caviar.

A segunda massa foi um garganelli com porco e burdock.

O prato principal (ufa) foi diferente.

A Dé ficou com um porco acompanhado de legumes …

… e eu, Wagyu com molhos e espinafre.

Tomamos vinho branco italiano e …

… e um esponge cake com  morango, crocante de chocolate e morango fresco finalizou uma grande refeição.

Note que a Dé se sentiu satisfeita (hahaha) …

… assim como nós, com este dia perfeito que o Universo nos concedeu.

Namasté!

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dia Shichi – Japão – Kyoto – Uma flor japonesa desabrochando só pra nós.

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dcpv – dia shichi – japão – kyoto – uma flor japonesa desabrochando só pra nós.

10/07/2019 (vivido em 10/04/2018)

Dia Shichi – Japão – Kyoto – Uma flor japonesa desabrochando só para nós.

Lá vamos nós trocar de hotel novamente.

E este dia certamente não será perdido.

Acordamos cedo, tomamos o nosso excelente banho nas águas termais de Yamashiro.

Antes de mais nada, deixa eu explicar o tal banho: é numa banheira de madeira com água bem quente.

Você entra nela, reclama um pouco por que a água está muito quente e depois de um tempo não quer mais sair de lá.

É quase igual voltar a ser bebê. 😃

Depois disso, fomos tomar um lauto café da manhã ocidental …

… servido por nossa querida Ami.

Só nos espantamos um pouco quando ela nos perguntou se íamos querer “milkoro”.

Depois de um tempo, resolvemos tomar café sem o “leite”, o “milk”. 😁

Daí pra frente foi nos despedirmos do staff do hotel, Ami inclusa, …

… dar uma olhada no aprazível entorno dele, …

… e zarparmos pra estação …

… pra pegar o nosso Thunderbird, o trem-bala …

… que chegou exatamente as 11:21 …

… na estação de Kaga, que é bem parecida com a antiga de Ferraz de Vasconcelos.

A viagem de duas horas foi muito agradável.

A paisagem é esplêndida …

… e o dia ensolarado acentuava tudo.

Ah, como tem plantação de arroz no Japão.

Chegamos em Kyoto, …

… fizemos o nosso checkin no Hotel Four Seasons, …

… que como toda unidade da rede, …

… é um espetáculo …

… com quartos clássicos …

… e ao mesmo tempo, bastantes nipônicos.

Aproveitamos a tarde livre, pra bater pernas …

… andando pela região.

Tínhamos marcado um tour pra fazer uma cerimônia do chá.

Como era no caminho e o tempo estava convidativo, aproveitamos pra dar uma passada no famoso templo Kiyomizudera.

O trajeto até lá é bem tranquilo e divertido.

Observamos vários templos (a região está cheia deles) …

… e quanto mais chegávamos perto dele, …

… mais gente nós víamos.

Parecia que todos os japoneses estavam de férias.

A subida até lá é bem íngreme, …

… mas a quantidade de lojinhas legais alivia tudo.

Quando você avista o templo, ..

… a surpresa é inevitável.

Todos os prédios …

… formam um conjunto harmônico …

… e muito cenográfico.

Não preciso nem dizer que o lugar é muito bonito …

… e que a vista de Kyoto é sensacional.

Demos só uma passada par reconhecer o terreno …

… pois tínhamos uma cerimônia do chá marcada para as 17:00 hs.

E era na Tea Ceremony Camellia, …

… que fica bem perto do templo …

… e numa região com ruas muito bonitas …

… e super agradáveis.

Chegamos no horário e éramos em oito pessoas no tour.

Subimos para uma sala particular e a explicação começou.

Confesso que, como já tínhamos visto alguma coisa sobre esta celebração, não esperava grande coisa além do que já sabíamos, …

… mas a surpresa foi grande.

A mestra iniciou explicando o porquê da cerimônia do chá e a sua simbologia, assim como tudo o que existe aqui no Japão.

Cada um de nós fez o próprio chá.

Recomendamos fortemente fazer este passeio pra quem está conhecendo Kyoto.

Saímos de lá extasiados e purificados …

… e continuamos, pois fomos brindados com um por do sol esfuziante.

A cidade toda se expôs para nós …

… e pudemos ter certeza que Kyoto é mesmo especial.

Caminhamos de volta para o hotel, …

… não sem antes explorarmos mais um pouco a região …

… e termos certeza a que retornaremos, …

… ao menos pra fazer umas comprinhas interessantes.

Sem contar que os japoneses vestidos com seus trajes típicos, …

… abrilhantavam ainda mais todo o entorno (é ou não é a Terra do Sol Poente?).

Chegamos ao hotel …

… e ainda tomamos umas flutes de champagne antes do jantar, que seria no próprio.

O restaurante La Brasserie é meio que uma zona quanto ao cardápio, …

… pois enquanto se espera um lugar com acentos franceses, …

… o menu dele tem coisas italianas, frutos do mar, comida japonesa e, óbvio, alguns pratos franceses.

Falou italiano, falou com a Dé e comigo.

Pedimos uma burrata bem interessante pra dividirmos como entrada, já que é servida com manga.

A Dé foi de risoto com legumes e telha de parmesão. Ela não gostou muito porque, pra variar, o risoto estava passado (nada como o meu risotinho).

Eu escolhi vieiras e não me arrependi. Elas estavam carnudas e muito bem acompanhadas por brócolis, espinafre e vôngoles bem frescos.

Pra harmonizar, pedimos um vinho branco Chardonnay Catena.

Depois disso, só pensávamos numa boa caminha e por sorte, estávamos no mesmo andar do restaurante.

Ou seja, pra chegar na cama, nem de elevador precisávamos.

Ah, a flor que desabrochou pra gente só poderia ser Kyoto.

Itte kimasu!

Veja os outros dias desta viagem:
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dia Roku – Japão – Yamashiro Onsen – Gueixas, samurais e cerejeiras, tudo a ver.

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