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Lima – Mercado de Surquillo e a aula

camu-camu? aguaje? tumbo?
18/10/09

Lima – Mercado de Surquillo e a aula.

Mais uma atividade do nosso mini-roteiro gourmet no Peru: conhecer o mercado municipal de Lima, o Surquillo e degustar vegetais e frutas  diferentões além de comprar ingredientes pra aprendermos a fazer o nosso próprio ceviche.

Vamos por partes:

I – A Visita guiada ao Surquillo

O nosso guia, o Adrián Macedo, nos mostrou (literalmente) todos os sabores do Peru.

Bancas com frutas exóticas …

… legumes malucos  (não são pézinhos!)…

 e pimentas (ajis) doidas; …

… milhos deliciosos, …

 

… batatas dos mais variados tipos …

… açougues um tanto quanto malucos …

… e peixarias mais ainda já que não existia refrigeração alguma.

Vamos aos melhores momentos do SPFW dos FLV:

Pitajaya – esta é conhecida por aqui.

Aguaymanto  – a famosa physallis. 

Aguaje – parece uma manga dura.

Sachatomate – é um tomate japonês.

Lúcuma – parece uma abóbora seca, bem seca.

Chirimoya – parente da fruta-do-conde.

Granadilla – quase um maracujá.

Tumbo – é quase uma maracujino. Ou seria um pepicujá?

Pepino – engraçado, mas é quase um melão.

Yacón – quase uma batata doce com bastante líquido.

Huaypo – não tenho a menor idéia. Parece uma esponja pra tomar banho!!

Rocoto – um pimentão mais apimentado.

Moraya ou chuño – são simplesmente batatas desidratadas.

É ou não é um espetáculo?

II – A compra

Logo depois, o Adrian nos deu 50 Soles  (~R$ 35), uma lista de ingredientes e 10 minutos pra comprarmos o necessário pra fazermos um bom ceviche: linguado, cebola roxa, ajis amarelo e vermelho, limões verdes, batata doce e milho.

Gastamos 10 Soles ou seja, R$ 6,00 . É  claro que demos uma “yapa” ou seja, uma bela chorada e ganhamos mais alguns ingredientes além de termos ficado com o troco. 

III – A aula

Continuamos o tour saindo do mercado e indo pro restaurante Señorio de Sulco onde teríamos a nossa aula.

 

Tomamos os nossos Pisco Sour, vestimos os nossos aventais (um brinde) e começamos a trabalhar duro! rsrs

Aprendemos alguns belos truques pra se fazer um ótimo ceviche (e fizemos!):

1 – A cebola roxa cortada deve ficar um tempo de molho em água fria.

2 – O peixe tem que ser extremamente fresco.

3 – Ele deve ficar um tempo somente em contato com sal fino (bastante).

4 – O limão tem que ser espremido na hora de servir o prato pra evitar a oxidação.

Também fizemos causas que são, basicamente, purê de batatas temperados com ajis e montadas de várias maneiras intercalando recheios (camarão, frango, carne, vegetais) e com palta (o nosso famoso abacate).

Continuamos a aula, aprendendo a fazer Lomo Saltado, uma carne cortada em tiras e salteada com vários ingredientes (tomates, cebolas, ajis, alho, shoyo, vinagre, azeite, caldo e batatas fritas) numa wok. 
É um prato com uma grande influência chinesa.

IV – O almoço

Não vale a pena ter uma aula deste tipo onde o aluno come a lição?

E ainda como bonus, um belo Suspiro de Limeña.

Uau, quem me dera que todas as escolas fossem assim!

Enfim, um passeio agradável, saboroso, instrutivo e claro, imperdível!

 

Hasta.

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Astrid y Gaston – o melhor restô de Lima?

não sei, não!
16/10/09

Astrid y Gaston – o melhor restô de Lima?

Você sabe o que é déjà vu?
Pois foi o que nós (eu e a Dé) sentimos quando nos deparamos com o restaurante Astrid & Gastón, do Gaston Acúrio, dono dele  e de um montão de outras coisas em Lima (La Mar, Bembos, Cafe del Museo, etc).

Marcamos justamente prum sábado a noite porque a expectativa era muito grande (pra quem não se lembra, fomos ao de Santiago do Chile e achamos espetacular).
Ele se localiza a uma quadra do excelente hotel Casa Andina Private Collection. É claro que fomos andando e imagindo o grande céu estrelado que deveria estar bem acima das nuvens do fog limeño.

Estava cheio, mas como tínhamosuma reserva (feita através da Gouté) nos sentamos imediatamente.

O couvert é bem parecido com o de Santiago: pãezinhos e grissinis com pastas e azeite. E tão bonito e gostoso quanto.

 

Pedimos um vinho branco Catena 2008 e começamos a estudar o bonito cardápio.

Como estávamos com fome, optamos por pedir um belo ceviche de linguado, o Elegância, na versão clássica como entrada. Fresquíssimo e do jeito que um ceviche tem que ser: bem temperado, apimentado e com um leite de tigre saboroso.

Como principal, a Dé foi de Lenguado de las playas de Chancay en caldo de cogumelos e gengibre. Este peixe é cozido na sua frente quando o garçon joga óleo de gergelim fervente sobre ele. Tem um sabor delicado e bem andino.

Eu fui de Chita. Calma pessoal da Sociedade Protetora dos Animais.  Não é a parente do leopardo e muito menos, a macaca.
Chita é um peixe típico do mar do Pacífico, é branco e tem um sabor bem particular. Fazia parte do prato El arroz jugoso do mar com vôngole y conchas  negras y redución de cebiche a la piedra.

Um arroz molhadinho e cremoso. Extremamente confortável. Quase um risotto andino, um “lerrítimo risueto”.
De sobremesa, uma especialidade do Gaston: Arroz com Limão. Cremoso, denso e docinho. Uma delícia.

Terminamos e ficou uma dúvida. O Astrid é o melhor restaurante de Lima? (conforme cravamos no de Santiago?)

Um dos melhores, certamente. O melhor, levando em consideração toda a experiência e a nossa opinião, foi o Rafael.

Eu acho melhor pedirmos o menu-degustação da próxima vez que formos lá (deixa a Dé saber disso!).

Hasta.

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lima – pachacámac e wa lok, a chifa

vá chifa!
17/10/09

Lima – Pachacámac e Wa Lok, a chifa

Acordamos relativamente cedo e estávamos tomando café quando ouvimos um : Yuuuhuuuuuu! Era alto e a voz era de uma pessoa conhecida.

Era a Soledad (aqui estan mis credenciales). Ôba, pensamos!
Era a certeza de termos muitas e boas informações sobre Pachacámac.

 No caminho, vimos construções curiosíssimas feitas sobre morros de areia.

A cidadela fica a 40 km de Lima e foi habitada de 200 a 1533 dC. Lá ficava um oráculo homônimo, Pachacámac, tido como um verdadeiro conselheiro e opinador sobre todos os problemas que assolavam os povos peruanos. Vejam que estou falando de povos peruanos e não somente de incas.

A cidade é bastante grande (a visita é feita de van) com várias ruínas espetaculares, se bem que um pouco degradadas devido a constante depedração.
Mesmo assim até hoje é possível ver pedaços de cerâmicas, tecidos, cabelos e até mesmo, ossos. E humanos.

Conhecemos construções antigas e pré-incas tais como o Templo Pintado (vejas as cores desgastadas, mas vermelhas) e o Templo Viejo.

E também as do período Inca, como o templo del Inti (o Sol) …

… e El Acllahua, a casa das Garotas Escolhidas que era onde ficavam as meninas apontadas desde pequenas pra serem as futuras esposas do Inca, o grande imperador. 


No retorno a Lima, e sem a companhia da Soledad, fomos conhecer uma chifa, a Wa Lok.

Chifas, pra quem não sabe, são restaurantes populares peruanos em que, devido a influência da grande colônia chinesa por lá, se mistura esta culinária com a peruana. A famosa cozinha fusion.

O lugar é estranhíssimo já que fica num andar acima de um cassino (bem mambembe, por sinal).

E parece muito com aqueles restaurantes chineses que temos por aqui. Ah! A comida também.

Comemos Jakzo e Siu Mai, dunplings de camarão e carne.

Arroz chaufa que é um arroz frito preparado ao estilo cantonês.

Sahofa, um talharim de arroz salteado com vegetais chineses em molho de ostras.

Kam Lu Wantan, carne com wantan frito num molho de tamarindo.

E chá verde, pois só ele pra dar um refresco já que a quantidade de comida servida daria pra alimentar todo o exército inca!

Ah! Os bolinhos da sorte também foram servidos e diziam: calma, meus filhos. Essa refeição vai acabar já, já. rsrsrs

Era tanta comida que ao final, achamos esta refeição a mais “marromeno” de toda a viagem.

Valeu pela curiosidade. E cá pra nós! Na próxima, procuraremos uma chifa mais comedida! Repare que a família que almoçou conosco também não estava muito animada!

Hasta!

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pescados capitales – lima – peru

10/10/09
que belo trocadilho!

Pescados Capitales – Lima – Peru

Que é  um  bom trocadilho, ah, isso é mesmo! Pescados Capitales!

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Além de um belo trocadilho, um grande nome prum restaurante (mais uma reserva de primeira feita pela agência especializada Gouté) que  serve excelentes pratos de frutos do mar com a temática dos  7 pecados capitais.

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O menu e o site fazem referência aos pecados. Tudo relaciona os pratos com os pecados.
É um tal de luxúria, vaidade, gula ( este, dificílimo de não seguir) que em alguns momentos, você se sente com vontade de pedir alguma penitência pra escapar dos tais “pescados”.

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O lugar é extremamente simples. Mais parece um daqueles restaurantes de praia que são muito despojados. Super bem iluminado, com cadeiras confortáveis e um astral único!  E os pescados/pecados de fazer qualquer um cometer vários pecados mesmo.

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O próprio garçon te atende com um : Vamos pecar ?

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Nós dissemos: é claro! E começamos com 2 belos Pisco Sour…

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 … e um agrado do chef, um fingerfood, um sushi de polvo.

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Resolvemos radicalizar ( que isso não seja um pecado!). Pedimos 3 entradas.

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Uma, a castidade. Uma causa de camarão de batata amarela ayacuchana que tenta controlar os luxuruosos camarões chegados de Ocaña. Uma cama de maionese de coral suporta o conflito. O abacate e o o vinho dão fé  que esta é uma nobre causa. Veja se esta descrição do cardápio é ou não perfeita ??

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A outra entrada foi  a humildade em forma dum polvo em lâminas humildes que se banham em azeite de oliva. A azeitona, soberba como ela só, se apresenta em dois molhos diferentes. Na verdade, é uma batalha entre a humildade ( do polvo) e a soberba ( da azeitona). Realmente é de pecar !!

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E após esta luta, mais uma rodada de Piscos pra toda a mesa ( eu e a Dé!).

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Finalmente, na terra do ceviche, pedimos um deles. Classificado como pecado original, eles são feitos com cremes e lá nos Pescados, eles resgatam e ressaltam a natureza deste prato tão simbólico. Tenha em conta que ele é feito com linguado fresco, bom limão (limão peruano), cebola roxa a viva e um ponto de aji.

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Acompanhado de milho (que milho!), batata doce  e alface pra decorar. Espetacular !

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Pronto e como tínhamos um compromisso à tarde ( experimentar várias sobremesas num lonche!), pedimos a conta, tomamos uns expressos e nós sentimos extremamente leves.

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Nada como tirar uns pescados, ôpa, pecados da consciência !!

PS – Só pra tirar todas as dúvidas (nós também a tivemos!), os 7 pecados capitais são : ira, gula, inveja, orgulho, avareza, preguiça e luxúria.

Cometemos os seguintes pecados no Pescados:

Ira – estávamos  zangados por termos que ir embora do Pescados .
Gula – este não precisa nem justificar.

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Inveja – de quem mora em Lima e tem um Pescados à disposição.
Orgulho – de ter comido num lugar tão legal.
Avareza – este também é fácil. Pagamos bem pouco por lá.

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Preguiça – de levantar da mesa e ir embora.
Luxúria é isto mesmo. Dá vontade de comer tudo o que tem no cardápio.

Hasta!

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centro histórico de lima, museu larco e café do museu

city tour?
11/10/09

Centro Histórico de Lima, Museu Larco e Café do Museu.

Começo do pacote.
Sim, uma parte da viagem ao Peru, a que inclui uma noite em Lima e 5 na região de Cusco,  será feita num pacote pela super-agência Teresa Perez (inclusive com a presença ilustre da D. Teresa na parte machupicchiana).E como todo bom pacote, temos um city tour incluído.

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Na verdade não é um city tour propriamente dito. Iríamos passar pela Plaza das Armas e conhecer também o Mosteiro de São Francisco.

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Acontece que o cantor das multidões peruanas, o Arturo Zambo Cavero, uma espécie de Tim Maia da música criolla, morreu e acabamos assistindo a um funeral típico peruano com direito a procissões e um montão de gente dançando com os seus trajes típicos. Mais peruano, impossível…

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Muito interessante !

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Depois fomos ao Museu Larco Herrera, onde tivemos a oportunidade de conhecer uma das maiores coleções de cerâmicas do mundo( mais de 40000 peças) que contam toda a história peruana ( que é interessantíssima) com uma tremenda precisão cronológica. 

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A nossa guia, a Soledad ( aqui estan mis credenciales!! rs) nos contou com muita competência todos os detalhes desta história e de como o Peru pode ser considerado o Egito da América do Sul, tamanha  a quantidade de informações que confirmam esta realidade.

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Alma alimentada, fomos pro corpo. Almoçamos por ali mesmo, já que o Museu além de ser bastante moderno…

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 e bonito…

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… tem  também um belo restaurante, o Cafe del Museo que, segundo dizem , tem a participação societária do onipresente Gaston Acurio.

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Começamos tomando dois piscos, um Sour pra Dé e um de Coca ( as folhas dela, não a Cola!) pra mim.

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Uma entrada, a limenha formada por tamales verdes, causas de batata amarela com frango, batata yuca com molho à huancaina, brochete de carne e bolo de milho peruano, iniciou a nossa viagem inca.

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Aproveite e radicalizei: pedi uma Inka Cola, o guaraná Jesus amarelo deles. Cá pra nós, é dooooce demais e parece (literalmente) um Cebion.

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Como principais, fomos de : Ravioli recheado de galinha e aji amarelo, uma das especialidades do lugar, pra Dé …

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… e pra mim, um  lomo saltado que são fatias de carne, cebolas e tomates, salteadas na wok servidas com batatas fritas e arroz de milho. Praticamente um PF peruano com a qualidade de satisfazer tanto quanto.

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Dispensamos a sobremesa pois ainda veríamos a seção de artigos eróticos cerâmicos, uma seção do museu muito bem visitada! Vocês entendem o porque, né?

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Assim, com a qualidade tanto do Museu quanto da comida do seu Cafe, só nos resta indicar este lugar pruma próxima visita, já que Lima é uma ( literalmente) praia que nem se parece como tal!

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Hasta!

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lima – peru – la glóóóóóóóriiia!!!

directamente de Lima
dia uno – 09/10/09

Restaurante La Gloria, Lima, Peru

Primeiro dia da nossa viagem ao Peru.

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Voo tranquilo, chegada mais ainda (excetuando-se um  passageiro que se dizia “embaixador” e achava que o avião era dele !! rsrs).

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O hotel Miraflores Park, situado do no bairro de Miraflores (que coincidência!) é excelente, extremamente bem localizado e de frente pro mar.

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Deixa eu explicar melhor este de frente pro mar:  Lima é provavelmente a cidade litorânea mais curiosa do  mundo. Ne verdade, ela não está ao nível do mar já que a praia fica lá embaixo!

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A cidade toda está 100 m acima do nível do mar!  Existe um grande barranco separando-os.
E além disso, o fog limenho é tão famoso quanto o londrino! Lá não chove ( as casas não tem telhados!!), mas, em compensação, também não faz sol! É o dia todo nublado e com aquela cara que vai chover …
Barranco e fog! Muito interessante!

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Com esta topografia, surge uma alternativa arquitetônia inusitada. A possibilidade de vista pro mar é infinita !!

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Com esta indicação da natureza, alguns arquitetos criaram o projeto do shopping Larcomar que fica exatamente neste barranco. Com as lojas ( algumas maravilhosas e de coisas peruanas da “chema”), restaurantes, cinemas e até estacionamento distribuídos nestes desníveis; este shopping é um capítulo à parte no quesito “vista pro mar”! Ah! Ele fica ao lado do hotel!

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Como complemento do dia que vimos o fog limeño  (grande novidade!), fomos à noite, ao restaurante La Gloria que fica bem no centro de Miraflores.

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Fizemos a reserva ( que é parte duma uma experiência que depois conto mais sobre, com a agência que faz tours especializados Gouté) e chegamos no horário : 20:30 hs.
E lá vou eu bater na mesma tecla. No Peru, assim como no resto do mundo, as reservas pra qualquer horário funcionam. Será que um dia seremos primeiro mundo ( neste quesito) como o Peru??

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La Gloria fica num casarão velho espanhol ( coisa recorrente aqui em Lima), com uma decoração bem sóbria (quadros e fotos nas paredes) e estava cheio de gente bacana (coincidência, encontramos o “embaixador” do nosso voo por lá!!)
Ele tem como tema os deuses gregos e um lema excelente : cocinanos para usted e para nosotros.
 O cardápio e a carta de vinhos são baseados nestes deuses  e são bem extensos.

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Começamos,  com várias dúvidas, escolhendo a entrada ( é, a Dé foi só de principal).
E foram Conchas a la parrilla com manteiga de limão e alho crocante. Deliciosas e só pra  deixar a coisa mais clara, conchas são vieiras e neste caso, com corais!

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Como principal, eu fugi à regra e escolhi atum ( não sou muito fã deles!). Lomitos de atum grelhados com aroma de eucalipto  cordilheirano e cebolas-bebê com vinagrete de zarzamora. Ele, o atum, estava se desmanchando na boca. Excelente !

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A Dé pediu uma Corvina em salsa de chutney de manga e curry e risoto de coco. Taí, uma grande e simples idéia. Um risoto com gosto e textura de côco. Delícias pois a corvina  complementou muito bem o risotto!!

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Tudo isso acompanhado por um vinho branco, o Viogner Escorihuela Gascon 2008 Mendoza.

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E um suave Borrachito de coco com emulsão de curry, bolitas de pera com mel de chancaca como sobremesa. Tem mais, o borrachito, um bolo que é bem macio e encharcado ( e não é o Nelson Ned manguaçado !) parece um daqueles bolos de aniversário que as nossas mães faziam e que  enrolavam em papel alumínio!

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Pronto! A primeira missão foi cumprida  e com louvor!
Vamos desvendar os segredos dos incas. Ou, no mínimo, o do porque da culinária peruana estar tão na moda !

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Hasta !

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