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dcpv – conexão córsega

número 296
12/07/2011

Conexão Córsega

Córsega (em corso: Corsica) é a quarta ilha do Mar Mediterrâneo por extensão (depois da Sicília, Sardenha e Chipre), à oeste da Itália, constituindo uma região administrativa da França.

É dividida em dois departamentos, Alta Córsega e Córsega do Sul. Separada da Sardenha por um curto trecho do Estreito de Bonifacio, emerge como uma enorme cadeia de montanhas rica em florestas do Mar Mediterrâneo, marcando a fronteira entre a parte ocidental do Mar Tirreno e o Mar Lígure.

É universalmente conhecida como o berço de Napoleão (nascido em 1769 em Ajaccio, um ano após a ilha ser ocupada pelo Reino da França). Sua capital e maior cidade é Ajaccio, enquanto Bastia, a segunda maior cidade, é a capital da Alta Córsega. Seu ponto mais alto é o Monte Cinto, com 2.706 metros de altura.

Com cerca de um terço do seu território protegido como parque nacional, muito do belo litoral continua imune do concreto que mudou grande parte da costa mediterrânia, a Córsega é quase despovoada (31 habitantes/km²). Tem como base da sua economia o turismo, que pode praticamente duplicar a sua população no verão.

A relação não resolvida entre a Córsega e a França, que a governou por 240 anos, manifesta-se não só a partir do apego de seu povo para as suas tradições e sua língua (u Corsu, como “linguagem poderosa, e o mais italiano entre os dialetos da Itália”, por Niccolò Tommaseo), como por indicadores estatísticos que revelam que a crise econômica e social (perene último colocado do país francês por nascimento e emprego) e seus fortes impulsos de autonomia e independência colidem com a Constituição francesa. (fonte – Wikipédia)

Foi através duns emails trocados com a Lina, a bigboss do ótimo Conexão Paris que ficamos sabendo que ela passa um bom tempo por ano (e regularmente) ilhada na Córsega.

Não sei se pra vocês, mas pra mim, a Córsega sempre foi um lugar místico e interessante (acho que tem alguma coisa a ver com Os Irmãos Corsos e o Asterix! rs).

Tanto que ela está na nossa wish list de viagens há um bom tempo. Talvez pelo mistério ou pela quantidade de praias (afinal, é uma ilha!) ou ainda a  proximidade, não só física, mas afetiva com a nossa querida Itália.

E daí a pedir pra Lina algumas receitas de pratos corsos, foi um pulo.

Mais interessante ainda foi o formato que ela me passou de como fazer os pratos indicados. Todos sem qualquer receita detalhada, apenas com observações como  “parece nossa carne cozida com macarrão aos domingos“. Enfim, muito bacana.

Então, vamos lá conhecer a cozinha corsa, mediterrânea e saborosa que a Lina nos indicou.

Bebidinha – Não sei se é corsa, mas uma caipirinha de limão vai sempre bem em qualquer lugar do mundo.

Entradas – Abobrinhas recheadas.

“Não tenho a receita. Escaldo a abrobrinha, corto no meio, tiro o miolo e coloco carne moída temperada e misturada com miolo de pão amolecido no leite.
Importante é colocar aneth no recheio da carne. Arrumar no pirex,  por molho de tomate em volta e colocar no forno. Padrão”. (by
Lina )

E  foi o que eu fiz.

Sem tirar, nem por. Na verdade, coloquei um pouquinho de queijo corso ralado no final só pra dar uma saborizada. Logicamente, enfeitei com o endro daqui de casa.

E pra acompanhar esta formosura, um branco francês, o Sauvignon Blanc Reserve Barton Guestier 2008 que foi ” c/ RG, abócítrica, belle de jour, boiolinha” segundo os ilhéus não flotantes, nós mesmos.

Este prato ficou tão bom, mas tão bom que a Dé além de incorporá-lo imediatamente  ao nosso cardápio diário, aproveitou pra comê-lo com outra combinação. Esta eu explico um pouco mais pra frente. 

Principal – Javali com talharim.

“Javali cozido no fogo brando com vinho e temperos. Cortado em pedaços. Como se fosse cozido de carne brasileiro.

Com muito alecrim e champignons de Paris. Servido com talharim e queijo corso ralado.

Parece nossa carne cozida servida com macarrão aos domingos”. (by Lina ).

Olhe, comprei o javali no sex shop. E os cogumelos também.

Cozinhei o bicho em baixa temperatura após temperá-lo com bastante alecrim, pimenta do reino, cebola e alho.

Usei o mesmo vinho tinto que tomamos, o também francês Malbec Le Plant du Roy 2005. O achamos “condutor, temro, goodfellas, tintaço“.


Ficou excelente, ainda mais acompanhado do pappardelle …

… e de batatas suflê, uma legítima invenção corsa. 🙂

Uau, tomamos todo o encorpado e saboroso ragu que foi formado e que restou nos pratos, Lina.

E explicando o que já foi citado, a Dé (que não come carne vermelha) preferiu a massa dela com mais uma abobrinha e o respectivo e abundante molho vermelho.

Sobremesa – Queijo, geléia e uvas

“Eles não comem sobremesa. Servem queijo seco, feito de leite de cabra. Acompanha geléia de figo e uvas. Toda refeição termina assim: queijo, geléia e uva”. (by Lina)

E quem sou eu pra contradizer os corsos?

Ainda mais com a fama que os precedem! rsrs

Ah! Se alguém está se perguntando onde eu encontrei queijo corso, eu respondo. No sex shop, óbvio! Só que era duma região vizinha, ou seja de Minas Gerais. E curado, sô!

Pra não perder o tema, tomamos um anizete da D Anina que, certamente, foi criado na Córsega (se não foi, taí uma boa idéia prum novo negócio, sócio! rs)

Eis a opinião dos mafiosos ferrazenses:

A Córsega é aqui! Ferraz é irmã corsa de Ajaccio! (Edu)
Hey Jude! (Mingão)
“Corseguemos” deliciosamente! (Deo)

Bom, taí uma breve amostra do que nos espera na Córsega, né Lina?

E olha que o resultado deste menu foi um afrescuramento (no bom sentido) em todo o ambiente.

Sentimos o sol, o mar, a tradição e até a transposição pra esta ilha que é diferentona até na bandeira e nas flores.

Adiu.

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dcpv – 3º isb em bh – as epopéias eymardianas.

13 a 15/03/11

3º ISB em BH – As epopéias eymardianas.

N.R. – E lá vamos nós com  mais um relato sobre o encontro da turma dos sem blogs, o famoso ISB. Neste caso, o  e teremos a versão bastante lírica do encontro com a ótica do sócio Eymard. Aproveitem e que “lo disfrute”.

Sou mineiro de nascimento. Mas as Gerais são muitas e só fui (re)conhecer Belo Horizonte, adulto. Estávamos em BH quando recebemos a confirmação da gravidez da Lourdes. À caminho, nosso filho mais velho. Seria isso um sinal?

O ISBcomeçou, para nós, um dia antes. Por compromisso profissional passaria parte da sexta feira em Belo Horizonte. União do útil ao agradável. Embarcamos na noite da quinta-feira. Chegada tranqüila. Vôo no horário. Hospedagem no hotel e … uma linda caixa no apto:  Lourdes, olha! O hotel nos deixou uma caixa de cortesia. Não era do hotel! Era a delicadeza de Adriana deixando mimos de boas vindas.

Vamos sair ou comer no próprio hotel? Vamos sair! Adriana escolheu o Baltazar. Escolha perfeita! Lugar bacana, um clássico aconchegante!  Bolinho de bacalhau de entrada e um delicioso arroz de bacalhau para os três. Na mesa ao lado um grupo de arquitetos e professores da PUC de Poços de Caldas. Lembro dos meus bons tempos de Poços de Caldas e de pessoas muito especiais que conhecemos lá. Mandamos um beijo para a Teresa Cristina e nem sabia que Teresa estava mesmo precisando do carinho desse beijo. São sinais? Não sei!

Sexta-feira. Vou para o meu compromisso profissional, enquanto Lourdes vai conhecer os museus ao redor da Praça da Liberdade. Frustração. São abertos ao público somente depois das 12 horas. O passeio pela praça, no entanto, valeu a manhã. Marcamos de nos encontrar, inclusive com Adriana, para almoçar no Parrilla del Patio no Shopping Pátio Savassi. Excelente o buffet e as carnes do local. Pratos generosos que degustamos com calma na gostosa companhia da Adrix. Como não poderia deixar de ser, fizemos um brinde aos presentes e ausentes.

Passeando pelo Shopping, olha o que eu encontrei! Uma exposição de antigos modelos de bicicleta. Volta ao passado: minha primeira Tigrão!! Eu achava que ela era enorme…..e sabe que não é? Seria outro sinal?

Depois do almoço pegamos o carro no andar roxo, que descobrimos ser verde (coisas de Minas) e fomos até o apartamento da Adriana. Local agradável. A cara dela. Com todas as referências de ontem, de hoje e de sempre! Cada coisa tem lá o seu lugar! Livros, fotos, ímãs de geladeira; uma máquina de costura Singer … nada está ali por acaso. Nem ao abandono!
Exceto … o fogão! Lembrou-me o “Ford Corcel” sempre novíssimo de um tio. Nunca saia da garagem e estava sempre limpo e brilhando. Prometi revelar e aqui revelo. A prova definitiva da falta de uso do fogão: o fio que o liga à tomada estava solto e Adrix teve uma certa “dificuldade” para dizer onde era a tomada.

Voltamos ao hotel para nos preparar para outro encontro. Agora com Adriana Pessoa e Márcio. Conhecemos Adriana Pessoa por intermédio do Conexão Paris e desde então, trocamos inúmeros pitakos. Por sugestão dela fomos a Casa Bonomi. Um belo lugar, na Avenida Afonso Pena, miolo da Savassi. Foi reconhecimento à primeira vista. A intimidade virtual ali materializada num encontro de velhos amigos. Transbordamos assuntos e trocamos nossas mineirices com a maior naturalidade. Poderíamos ficar ali horas proseando prazerosamente. A certeza é de que ainda vamos nos ver mais vezes!

Adriana e Márcio fizeram questão de nos levar até o Verdemar. Oportunidade também para conhecerem, ainda que rapidamente, toda a turma. Aí sim, começaria oficialmente o ISBBH. Encontro rápido e (re)encontro de toda a turma, ops, menos de Sueli e Jorge que, a esta altura todos já sabem, não puderam ir por motivo de força maior.

O Verdemar é tudo o que dele já se falou e mais. Desde a primeira vez que lá estive com Adriana para avaliar as “locações”, percebi a singularidade do local.  Passamos, sem delongas, para as degustações: pães, bolos, queijos. Ah, os queijos … Compramos e me arrependi de trazer um só. E chegamos ao creme de milho. Humm, àquela altura pareceu-nos um néctar dos Deuses. O que aconteceu depois? Bem, o meu ficou estatelado no chão. Estava prestes a pagar quando uma senhora esbarrou no meu braço e jogou longe a vasilha!!! Os demais? Não há notícias de que tenham devorado a iguaria até o final do ISB. Moral da história: se você não for o dono do supermercado, acredite, não vá com fome!

Dois espumantes para brindar na casa da Adriana. Vecchio Sogno para o jantar. Inhotim no sábado, logo cedo. Todos os segredos destes encontros, já devidamente revelados.

Caminho para Inhotim. Na direção, simpático motorista nos revela segredos de Minas. Adriana não acredita em GPS e desenha um mapa para auxiliar nossa chegada na Portaria A da PUC. Na hora marcada está lá. Elegantemente de chapéu à nossa espera. Rumo a Inhotim. No caminho uma cena me lembra “Sob o sol da Toscana”. Uma senhora coloca flores numa “capelinha” de beira de estrada. Estaria ali todos os dias? Um vez por semana? Que lembranças ela carrega? A estrada continua e sucedem cenas e flash’s. Mexeriqueiras carregadinhas; crianças brincando no quintal de terra; pessoas sentadas nas portas das vendas; no quintal de uma casa vejo que preparam bandeirinhas para enfeitar uma festa que acontecerá. Vejo a cadeira vazia ao pé da árvore à espera de alguém para amarrar o cordão! Gente simples que cumpre sua rotina e leva a vida. A saboreia?

Inhotim contrasta com o que vi no caminho. Ali é um outro mundo. A cada visita a certeza de que tudo só depende de nós. E dos nós a desatar. Ainda teremos o caminho de volta, atravessando Brumadinho!

Descemos no Estabelecimento. Bolinho de arroz com jiló e pescoço de peru.  Simples e delicioso como nosso encontro até ali. Sentados debaixo da mangueira, nos refazendo da maratona, parecemos crianças à espera daquela festa que estava a ser preparada no caminho de Inhotim!

E ainda teríamos ronda de botecos. Terminamos a noite no Oratório. Ó Deus salve o Oratório….Ó Deus salve o Oratório….nosso fundo musical, que deveria ser Lô Borges ou o pessoal do Clube de Esquina, foi todo costurado pelas músicas chamadas “brega” dos anos 60 a 80. O que insiste em nos remeter para nossa infância e adolescência?

Domingo da Graça. Adriana já estava à nossa espera para o tour final. Para desvendar um pouco mais dos mistérios de Belo Horizonte. Do topo do parc guell belorizontino à simplicidade das linhas de Niemeyer na Pampulha. Pelos olhos e mãos de Adriana pudemos desfrutar o mais sublime da capital mineira.   

Finalmente o almoço no Xapuri. Lina já nos aguardava. Um delicioso reencontro com quem, por vias transversas, reunira essa turma. Um blog, um post e alguns comentários depois, éramos amigos de infância.

A comida do Xapurié um espetáculo à parte e creio, ainda a ser revelado em detalhes de verve e fotos pelo Edu. De minha parte falo apenas de impressões. A comida mineira é substanciosa. Simples e verdadeira: o lombinho; a costelinha; o arroz branco bem soltinho; a couve finamente refogada; a crocância do torresminho … dois violeiros e a música que tocava todos os dias no final da tarde, no rádio do quintal da minha casa, na infância: moda de viola. Chorada. Sofrida. Milionário e José Rico:

 “… Este é o exemplo da vida,
para quem não quer compreender:
Nós devemos ser o que somos,
ter aquilo que bem merecer…”

Hora da despedida. De Lina, de Belo Horizonte, de Adrianas. Adriana segue conosco para um até breve no aeroporto.  

Voltando ao começo. Aos sinais. Querem dizer alguma coisa? Talvez pura coincidência. Percebo, durante o vôo de volta, que Minas nunca saiu de dentro de mim. A carrego para todos os lados. E sei agora, que ela representa um vínculo profundo de vales, montanhas e contrastes. Traço simples,  generoso, humano … Como nossa amizade construída de reconhecimentos! 

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virada paulista, bloguista e da amizade

isso sim é que é virada
15/05/10

Virada paulista, bloguista e da amizade.

Era o final de semana da Virada Cultural. São Paulo, a capital do litoral, estava engalanada e à espera de uma multidão pra ver, de graça, uma gama de manifestações culturais: música, teatro, cinema, exposições, jogos do Timão, etc.

E nós (eu e a Dé) também teríamos a nossa virada e  melhor, gastronômica e de amizade.
Iniciamos, selando um encontro com os super-gente-boa, Lud e o Luiz, seu esposo, do excelente blog The Inner Life of Food. Onde?
No Marakuthai, o restaurante da chef revelação Renata Vanzetto que já foi retratado por aqui.

Pra quem não se lembra, a Lud e o Luiz foram responsáveis por um dos mais interessantes IB feitos até hoje: o chinês. Altas informações e  dados  culturais além de receitas instigantes e um texto tão bacana que eu me recusei a modificá-lo. Enfim, foi demais!
Combinamos durante o processo todo que quando eles viessem a SP, almoçaríamos no Marakhutai.

Olha, foi muito bom! Conversamos muito e comemos muito e bem também.Entradinhas caprichadas,…

… batidas exóticas,…

… acompanhamentos saborosos, …

… pratos principais fantásticos (costelinhas de porco, frutos do mar, tiras de frango)…

… além de brigadeiro de colher e …

… um petit gateau de pequi que era muito saboroso e ainda  tinha um interessante nome: Pequi Gateau.

Nos despedimos e marcamos uma outra saída (quem sabe em Salvador?) após um belo Nespresso e uma bela foto!

Acabamos um prazer e já começamos outro. Tínhamos um jantar com 8 conectados amigos. Todos provenientes do Conexão Paris, o blog da Lina ou seja, francólogos assumidos.
Como todos eram de fora (Lourdes e Eymard de Brasília, Sueli e Jorge também, Helena e Hans de Sorocaba, Claudia e Alex de Maceió), fiquei com a incumbência de sugerir um restaurante.

Perguntei pra Dé e adivinhem o que ela respondeu? Maní®!! rsrs

Reservei com uma boa antecedência (3 semanas). E escolhi uma mesa no quintal com direito a céu estrelado (se bem que a mesa era coberta!! rsrs).
Quando chegamos (por volta das 21:00 hs), quase todos já estavam lá. Só faltavam a Claudia e o Alex. Trocamos alguns presentinhos (ganhamos excelentes livros de culinária da Sueli/Jorge e da Claudia/Alex, uma faca/baguete espetacular da Lourdes/Eymard e diversos chocolates além de bem-casados, os doces da Helena/Hans).

Aproveitamos pra ofertar um farnelzinho de legítimos macarons da  Sódoces dos nossos amigos Ângela e Flávio Frederico pra todos os presentes.

Afinal de contas, estávamos jantando com verdadeiros aficionados pelas  culinária e cultura francesas. E sabe quando tudo dá absolutamente certo? Pois foi o que aconteceu.

Exceto pela luz que era exígua!! Acho que deveríamos usar aqueles capacetes  de mineiros!! rs

Mas mesmo no escuro, tive a certeza que já tivemos algum encontro deste tipo em algum outro tempo tamanha a conexão (sem trocadilhos) entre todos.  Muitas conversas; uma quantidade muito maior de risadas e a sensação de que esta turma veio mesmo pra ficar. E olhe que os assuntos foram os mais variados: Paris (que novidade!), Chateau Duvalier (o vinho), charadas eróticas (viu, Hans?), possíveis novos encontros.  
Em alguns momentos era difícil conseguir escutar todo mundo, especialmente com a quantidade de informações que a Sueli e a Helena queriam  nos passar. E simultaneamente!! rs 

Não vamos nos esquecer que estávamos no Mani (eleito o restaurante do ano pela Prazeres da Mesa) e que, consequentemente, comemos muito bem.
Pedimos praticamente tudo: bombons de foie gras (mais uma homenagem a Paris) …

… e espetos de polvo.

Também experimentamos paletas de cordeiro, peito de pato…

… arroz de lulas e filé com crosta de lapsang-souchang.

Tomamos espumantes, vinhos brancos e tintos. E melhor que isso, bebemos altas doses de felicidade e demonstração de bem-viver.
Ou seja, a Lina conseguiu reunir em torno do Conexão Paris um grupo fantástico de pitaqueiros (presidente Eymard, primeira-ministra Sueli, ministra da Educação Helena, ministra da Cultura Claudia. E olhe que existem outros por lá) e que além de conhecer Paris a fundo tem o joie de vivre e a simpatia necessárias pra se transformarem rapidamente em melhores amigos desde a infância. Como diria o Eymard, uma verdadeira questão de afinidade!

Foi o que aconteceu! Esta turma vai longe. Acho que, pelo menos,  pra Reims fazer bate-bebe ou se hospeda-volta! rs

Até a próxima reunião. Estamos aguardando ansiosamente (vide a beleza acima!).

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