Posts Tagged 'longueluz'

dcpv – segunda assembléia de final de ano: la cocotte

22/12/2012

Segunda assembléia de final de ano: La Cocotte.

E não é que fizemos uma nova assembléia de final de ano das Corporações LoNgueLuz?

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E pra variar foi na La Cocotte, um empreendimento com participação do Juscelino “Maravilhoso” Pereira (vide Piselli, Maremonti, Tre Bicchieri, Zena e outras casitas mas).

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Aproveitaríamos a oportunidade pra rever o que aconteceu em 2012 e fazer um planejamento pra 2013.
Pra melhorar, além da Lourdes e do Eymard, a Márcia e o Vianney estavam por aqui.

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Eles estão interessados em investir nas ações da LongueLuz, já que lançaremos o tão aguardado IPO em 2013.
Chegamos (pra variar) um pouco atrasados e fomos aproveitando pra mostrar o balancete do exercício.

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O projeto-Lapostolle foi um dos grandes alavancadores dos ótimos resultados deste ano.

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Enquanto isso, fomos pedindo umas terrines (de foie gras e canard) e canapés de salmão. Todos muito bons.

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A futura-acionista e sommelier Márcia escolheu o bom vinho tinto francês, o Chateau Camplong Corrieres 2009  Languedoc (foram 2 garrafas).

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Após a leitura da ata da reunião anterior, todos resolveram escolher os pratos: a Dé e o Vianney foram de Poisson a la Sauce Grenobloise, um Robalo ao molho de Champagne , …

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… a Lourdes e a Márcia foram de Cocotte de Crevettes a la Provençale, mais conhecido como uma panelinha de camarões crocantes, acompanhados de arroz basmati, …

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… o Eymard corporativou optando por Confit de Canard, uma coxa de pato confitada com risotto de baunilha ao perfume de menta …

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… e eu, segui o exemplo do sócio, escolhendo um Magret de Canard au Miel et Épices, um peito de pato com mel e especiarias acompanhado dum purê de batatas clássico.

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Todos absolutamente perfeitos e nos deixando a vontade pra estabelecer as metas (parece que uma reunião em Mendoza será inevitável) …

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… e pra escolher as sobremesas.

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Foram duas Millefeuilles à la Vanille com Coulis de Framboise (pro Eymard e pro Vianney), …

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… dois Gateau Mousse au Chocolat et praliné (pra Lourdes e pra Márcia) …

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… e um Creme Brulée à la vanille en cocotte pra mim.

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É claro que não abdicaríamos de tomar um cálice dum vinho de sobremesa chileno Gewürztraminer La Joya, em homenagem aos novos investidores (Márcia e Vianney) que nos brindaram com este portentoso aporte ao nosso conglomerado.

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Fechada a conversa e tomados os cafés, lavramos a ata da reunião e agora, basta seguir o planejamento pra este ano.

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Uma nova reunião já está marcada pro final de 2013, e novamente aqui no La Cocotte (quem sabe o Jusça também se transforme num acionista?).

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Esperamos, sinceramente que o mundo não acabe até lá.

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Um ótimo 2013 pra todos.

Bye.

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dcpv – última reunião do ano no la cocotte

27/12/2011

Última reunião do ano no La Cocotte

Última reunião de 2011. É tempo de confraternização e tempo também de fazermos o balanço oficial das Organizações LoNgueluz.

Pra que isto acontecesse, o estatuto manda que o quorum seja total. E foi o que aconteceu.

Como a sede ainda não está pronta (este Frank Gehry demora muito pra entregar um projeto!), optamos por nos reunir na nova casa dum grande amigo, o restaurante La Cocotte (Al Ministro Rocha Azevedo, 1153 – tel 30641153) do “maravilhoso” Juscelino Pereira.

Chegamos todos antes do horário (acho que era a saudade). Os acionistas-mores dos representantes dos Loguercio estavam lá: Guilherme, Gustavo, Lourdes e Eymard. Por outro lado, os da dinastia Luz também: Re, Dé e eu.
Tiramos até uma foto pra posteridade.

O La Cocotte, a primeira incursão francesa das Orgaizações da Ervilha é uma belezura. Todo arrumadinho, tem um atrium caprichado (grato Jusça, pela ótima mesa) …

… e um visual super-confortável.

Iniciamos com um agrado do anfitrião: taças de espumante pra brindarmos o ano que se foi e ao que virá.

Aí, entre números e conversas, começou o desfilar dos pratos: terrines, …

… acompanhados de crocantes pães, …

brandade de haddock

.. e moulles

… et frites.

Que por sinal comi quase todas, já que não tinha ninguém por ali que gostasse tanto (o Gustavo até tentou, mas …).
Acompanhamos tudo com o excelente vinho branco Grand Bateaux 2009 Bordeaux 

… e logicamente, mais um brinde foi feito.

Parece que os dividendos pros acionistas serão polpudos neste ano. Continuamos experimentando as especialidades: pato (isto é corporativismo, sócio!) com risoto de baunilha

… e beauf bourguignon.

Ambos muito bons. A Dé, que todos sabem não ser carnívora, se encantou com um creme de piselli.

Escoltamos tudo com um ótimo tinto o Pinot Noir Antonin Rodet Bourgogne (aguardem novidades!).

Aquela máxima “niniana” estava nos acompanhando: o tempo passa muito rápido, quando estamos nos divertindo.

Partimos sem medo pras resoluções finais, ops, as sobremesas. Foi um desfilar de creme brulée a la vanilla en cocotte, …

mille-feuilles a la vanille et coulis de framboise, …

gateau mousse au chocolat et praliné, …

brownie do chef

baba au rhum, ops, tarte tatin (né, Lourdes?) …

… e várias colheres.
Só tivemos tempo pra nos despedir, desejar boas viagens pra todos e fazer a programação das reuniões pra 2012, que deverão ser muitas, com inclusive, o já previsto convescote mundial na Borgonha em abril.

Ainda fiz uma visita ao estrelado banheiro. Veja se é ou não de calibre um lugar com estas assinaturas?

Enfim, vá conhecer o La Cocotte e disfrute de muitos momentos de puro prazer, do ambiente acolhedor, passando pela maravilhosa comida e terminando com um serviço absolutamente impecável e em mini-panelas ultra charmosas.
Resumindo: ele é merveilleux!

Au revoir.

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dcpv – noite peruviana na cebicheria la mar

14/09/2011

Noite Peruviana na cebicheria la mar.

Parece incrível, mas o final do ano se aproxima.

E o trabalho nas Organizações LongueLuz está cada vez mais pesado. São reuniões e mais reuniões.

Não preciso nem dizer que fizemos mais uma. Desta vez na cebicheria la mar (rua Tabapuã, 1410 – Itaim Bibi) onde aconteceria o jantar intitulado Experiência Peruana. A idéia toda seria mostrar a culinária daquele país, mas com alguns detalhes brazucas.

Recebi o email, percebi que o sócio estaria na praia e obtive o “sim” da Re e da Dé. Pronto; foi só reservar e aguardar o desfilar dos grandes chefs Fábio, Thomas e Flávio.
O local (pra quem não conhece) é muito bonito. Você sente realmente que está num lugar de grife; uma franquia dum empreendimento do atual enfant terrible da gastronomia, ou seria niño extraño, o peruano Gastón Acurio.

Enquanto esperávamos o Eymard chegar, pedimos um  legítimo Pisco Sour pra alegrar a nossa noite.

O sócio aportou, juntamente com a primeira incursão do grande Flavio Federico (por sinal, parabéns pra ele por mais um merecido prêmio da Vejinha/2011) à nossa mesa.

Estávamos “listos” pra iniciar a nossa viagem inca. Começamos bebendo um Prosecco Bottega Poeta 

… e comendo Panzanella, quinua e lula.

Quer dizer, pra alguns, já que a Re discretamente despachou as lulas (divididas irmanamente entre os sócios). De qualquer forma, os moluscos estavam muito bons e este prato foi criado pelo Fábio Barbosa, chef da própria la mar.

Quem fez a segunda entrada foi o Thomas Troisgros (do CT e do Olympe. Logo, logo o Claude será o pai dele! rs).

Um espetacular Lagostin com camote dorado, um adocicado lagostim envolto em batata doce frita e apoiado numa lâmina cozida de batata doce roxa legitimamente peruana.

Muito bom mesmo e acompanhado pelo branco sulafricano Chardonnay Gran Carlou, que conseguiu ser melhor ainda.

Conversamos bastante, estabelecemos as metas pra 2012 (a conselheira Lourdes será advertida pela nova falta. rs) e experimentamos um Nhoque de abóbora e aji amarelo (outra obra do Fábio). Pra quem não conhece, o aji é um tipo de pimenta bem leve e um tanto quanto adocicada.
Ou seja, dá pra imaginar o gosto que esta pseudopimenta dá pra tudo, né?  O vinho branco neo-zelandsês Gewurstraminer Saints Clair Godfreys Creek cumpriu bem o seu papel.

Mais conversas, mas risadas, mais balancetes, com inclusive, alguns convites pra intercâmbio e partimos pro último principal. E é claro que com o lobby do sócio, o ingrediente principal seria … pato.

O Thomas ouviu as preces e serviu um ótimo Magret de pato com purê de lúcuma. Vamos a mais um momento dcpv também é cultura: lúcuma é uma fruta peruana estranhona e com um gosto doce e bem diferente, quase uma mistura de caqui com plástico. Xiiiii!

O purê foi comido por todos. Mas a Re e a Dé doaram novamente o magret pra sociedade, que não recusou em hipótese alguma. Desta vez, o tinto chileno Petit Syrah Medala Real Santa Rita 2005 só faltou emitir um qüen-qüen.

Era chegada a hora do Flávio Federico entrar em ação. E foi com um sublime Suspiro Limeño com damascos.

Uau! Que doce! Uma conjunção perfeita entre a polpa do damasco, o suspiro cremoso e o Moscatel Santa Rita Late Harvest.

Suspiramos todos ao experimentar, assim como nos petit fours peruanos que o Flávio preparou: brigadeiros de aji amarelo e macarons de pisco sour, as especialidades que não poderiam faltar.

Resumo da ópera: esta “Experiência Peruana” foi totalmente positiva. Os sabores se “misturaram(os gastrônomos perceberam o trocadilho) com uma tremenda “acuracidade (mais um! rs).

E fica também uma reflexão: será que não temos ingredientes diferentes suficientes pra dar uma identidade pra comida genuinamente brasileira assim como existem os peruanos? Ou precisamos dum “lerrítimo” Gaston Acurio nestas plagas?

Hasta.

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dcpv – santareunião no santovino.

03/09/2011

Santareunião no Santovino.

O conselho do conglomerado tinha que se reunir. Afinal de contas, decisões necessitavam ser tomadas e melhor, precisávamos definir o planejamento estratégico de curto prazo (como por exemplo, o que fazer em novembro em terras “dordognesas”?).
Pra que isso acontecesse, agendamos uma reunião na praia, mais precisamente no novo restaurante italiano dos Jardins, o Santovino.

Ele fica na Al Lorena, 1821 (tel 30618797), onde era a tabacaria Davidoff e é um lugar muito bonito, aconchegante e com cadeiras bastante confortáveis.

A parede composta de tampas de caixas de madeira de vinhos, apesar de não ser nenhuma novidade, é muito interessante.

Reservei pelo telefone (eles fazem as tais, mas por enquanto somente até as 20:30 hs) e quando chegamos (atrasados devido ao trânsito da sexta a noite), o sócio já estava lá e tomando um Manhattan (ê, vício!).

Fomos alojados (a Lourdes infelizmente não estava por aqui) e iniciamos oficialmente o meeting.
Antes de qualquer coisa mais séria, escolhemos um vinho. E siciliano em homenagem a epopéia vivida pelos Loguercio na sua última viagem.
O couvert corretíssimo (pães variados, manteigas aromatizadas, beringelas e tomates confitados) foi servido junto com o Nero D’Avola Regaleali 2008.

E aí tivemos que tomar (literalmente) uma decisão: o que fazer com o vinho, já que ele tinha uma cor mais pra alaranjada e um gostinho meio que uma mistura de Campari com Biotônico Fontoura? 🙂
Ou seja, não estava nada bom. A sommelier Clara Mei percebeu que tínhamos achado alguma coisa estranha, se aproximou e perguntou se poderia experimentá-lo? É claro que liberamos e ela ao degustá-lo, afirmou que realmente não estava bom.

Foi à adega (que não visitamos, mas dizem ser maravilhosa) e simplesmente trouxe outra garrafa do mesmo vinho, abriu e esta sim, estava uma beleza. Resumo: ponto pro Santovino (e pra sommelier) por resolver este caso que normalmente é enrolado, duma maneira clara e rápida.

Depois do pequeno “imbroglio”, passamos pra fase de leitura do menu e escolha dos pratos. Como as massas são feitas quase que exclusivamente na casa, optamos obviamente por elas.
O sócio foi de Ravioli de queijo Brie e tomates rústicos, aspargos grelhados e fatias de presunto de Parma.

A Dé escolheu um básico Gnocchi de batata com molho de  tomate caseiro e queijo pecorino Brigante.

Eu quase optei por um prato com polvo, mas resolvi ser solidário e experimentar o Ravioli de lagostim e mostarda de Cremona, erva doce, manteiga e páprica doce.

Como todos experimentaram tudo, a aprovação foi unânime e ficou patente a utilização de ingredientes de procedência em todos os pratos. Conversamos e deliberamos muito, se bem que a coisa mais pareceu uma happy bour.
E como a hora era feliz, chegou a vez dos docinhos.
Optamos por 3 colheres e uma degustação de sobremesas que continha um canolo siciliano, bomba tiramisu, terrine de chocolate belga, semifreddo al torrone e frutas vermelhas com suspiros e fromaggio branco.

Foi perfeita e fechou com chave de ouro a reunião (extra)ordinária das organizações LongueLuz no restaurante Santovino que tem as suas panelas comandadas brilhantemente pela Soraia Barros. Ele promete e muito.

As suas santapastas são pecaleguminosas! Arrivederci.

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dcpv – meeting no clos de tapas

04/02/11

Meeting no Clos de Tapas

Tá lá na capa da Exame de 9/2/11: A volta dos IPOs.
IPO pra quem não sabe, significa “initial public offering” ou seja, primeira emissão pública de ações duma empresa de capital aberto.

E foi justamente por este motivo que marcamos uma reunião do conglomerado LoNgueluz em plena praia, aproveitando a ilustre presença do Sócio pela capital paulistana.
Como a sede da empresa ainda não está totalmente pronta (como demora pra fazer um projeto o tal Philippe Starck! rs), resolvemos fazer este convescote num restaurante (que novidade!).

                          

Devido a boas informações (quentes e de alcova) escolhemos o Clos de Tapas (Rua Domingos Fernandes, 548 – Vila Nova Conceição – tel 30452154) pro evento. Todos presentes com exceção da Lourdes que não pode comparecer, mas enviou a procuração através do Eymard.
Moderno, intimista, aconchegante, é realmente tudo o que está descrito no projeto que acompanha o site ainda em construção (assim como a nossa sede).

Notícias alvissareiras: eles fazem reservas.
Chegamos e o Eymard já estava no bar, que fica no mezanino e é muito bonito. Além da modernosa adega.

Descemos, nos sentamos e começamos a namorar o cardápio já que a idéia principal é experimentar o máximo possível de tapas (aquelas pequenas e deliciosas porções), além de tomarmos alguns ótimos coquetéis.

Entre um plano e outro (quanto custaria o lote de 1000 ações?), escolhemos uma boa parte do menu.

Antes de tudo, um excêntrico couvert, com um vidro de pickles feito na casa, pão, manteiga e uma massinha de pastel com uma creme de queijo num tubo.

Engraçado e gostoso.

Como petiscos coletivos, rosbife  “ao bronze”  …

… e a graciosa caixa de batatas (são parecidas com aquelas de casamento).

Cada um pediu a sua entrada fria. A Dé foi de soba frio de alho negro e shitake, …

… eu do famoso tronco composto de folhas frescas, tubérculos, cogumelos, defumados 

…e o sócio de robalo em ceviche com a sua sopa fria de manjericão. Belíssimos e todos muito bons.

Nos principais, a Dé arriscou e pediu um excelente risotto de trigo e siri mole.

Tudo regado a um vinho branco chileno, o Leyda Sauvignon Blanc 2009 (era esse?.

Eu e o sócio pra demonstrarmos pros futuros acionistas que o “grupo está unido” escolhemos o mesmo prato: o saboroso e crocante leitão de leite, acerola, rabanete e diferentes cebolas.

Sobremesas? Não teve esquema algum. Cada um pediu a sua. A da Dé era uma delícia, o famoso extratos de chocolates.

A do Eymard também (e muito fotogênica); a uber famosa a Rolha e o Vinho.

A minha era bonita, pero … Tinha um gostinho de isopor, ou seja, de nada. Era a pouco famosa iceberg de rosas, sorvete de graviola e lichia.

Resumo da reunião: foi um tremendo jantar e que deixou em aberto a possibilidade de voltarmos brevemente pra experimentarmos o restante e finalizarmos todos os detalhes pro lançamento das ações da LoNgueluz Inc.
Agora estamos bem próximos da data coquetel (que tal fazê-lo aqui?)  com o consequente jantar no Piselli, heim sócio? Aguardem as novidades.

Enquanto isso, aproveitem pra conhecer o Clos de Tapas. É um lugar pra ver e ser visto, pra comer e ser …. Ôpa!

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