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dcpv – dia cinq – paris – o dia de turistas serem turistas.

25/07/2016

Dia cinq- Paris O dia de turistas serem turistas.

O dia prometia ser muito louco e intenso.

Afinal de contas, a ideia seria seguir o trajeto a pé que o guia da Insight Guides – Paris a Pé indicava pra região das ilhas.

E foi o que fizemos.

Primeiramente tomamos o ótimo café da manhã do Hotel Bel Ami, o preferido dos Loguercio.

Depois saímos andando de St Germain de Prés até a extremidade  da Île Saint-Louis pra iniciarmos o tal roteiro. E ele é muito interessante.

Demos uma pequena transgredida e resolvemos fazer o caminho inverso.

Então, o primeiro ponto curioso foi justamente o Hotel Lauzun, construído em 1640, que abrigou alguns poetas famosos, entre eles, Charles Baudelaire e que ….

… no segundo andar, era mantido o Clube dos Consumidores de Haxixe. Imagine daonde vinha a inspiração destes grandes autores? 🙂

Logo após, ainda na Île Saint-Louis, passamos na igreja barroca de Saint-Louis-en-l’Île, construída em 1660. Bem bacana.

Seguimos em frente já entrando na Île de la Cité e passando pela catedral mais famosa da cidade Luz, a Notre Dame.

As filas eram imensas e nos furtamos de entrar num lugar que já conhecíamos.

Logo após, passamos no Marché aux fleurs e vimos bastantes coisas curiosas, apesar de algumas lojas estarem fechadas.

Continuamos passando pela Conciergerie e pela igreja de Sainte-Chapelle …

… e então fizemos a descoberta do tour.

Place Dauphine.

É um lugar ao lado do Palácio da Justiça …

… que foi idealizado como um mercado, …

… mas que parece mais um pedaço da paraíso.

É tão bacana que não resistimos e resolvemos tomar um champagne num dos restaurantes bacanas do local só pra comemorar.

Ou seja, foi simplesmente perfeito!

Terminamos o tour na Pont Neuf …

… e seguimos para o L’Atelier de Joël Robuchon onde tínhamos uma reserva para o almoço.

E como sempre, o queridinho de 10 entre 10 gourmands, não decepcionou.

Pedimos um montão de coisas (segue o fotoblog) …

… e tudo estava perfeito. Sintam esta sobremesa:

Ou seja, o Robuchon continua impecável e imperdível.

Aproveitamos o pós-almoço pra ver algumas lojas de design, …

… passear por Saint-Germain-des-Prés …

… e dar aquela passada na La Grande Epicerie.

Ô lugarzinho bacana!

Vimos um montão de ingredientes de primeira …

… além de tomarmos mais um champagne.

Voltamos rapidamente pro hotel, pois tínhamos um jantar reservado no David Toutain.

A coisa toda prometia e mais uma vez, a promessa foi cumprida. Acontece que chegamos lá e eles separaram uma sala especial para a nossa degustação.

A Dé e a Lourdes estranharam um pouco (a degustação, não a sala!), mas bravos que somos, fomos até o fim.

E foram mais de dez pratos.

Passeamos por verdadeiras maravilhas, …

… com entradas com tomates frescos, …

… vagens picadinhas frescas e al dente, como se fossem um risoto …,

… passamos por peixes …

… dos mais variados sabores , …

… lagosta …

… e colombe, mais conhecida como pombo, …

… além de várias sobremesas diferentes e …

… uma melhor do que a outra.

Tomamos dois vinhos, um branco da Borgonha, um tinto da mesma região …

… e saímos satisfeitos, após verificarmos que o chef David não só estava “on the house”, como veio nos cumprimentar e assinar o seu livro.

Enfim, foi uma noite perfeita …

… e só nos restou caminhar por Paris até chegar no hotel e dormir aquele famoso sonho dos justos.

Au revoir!

Acompanhe os outros dias desta viagem:
dia un – Vale do Loire – Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.
dia deux – Vale do Loire – Chateau de Villandry, este lugar é um espetáculo!
 jour troix – França – Vale do Loire – A mulherada fazendo a diferença em Chenonceau.
dia catre – França – Vale do Loire/Paris – Esta rota é um espetáculo.

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dcpv – dia catre – frança – vale do loire/paris – esta rota é um espetáculo.

24/07/2016

Dia catre – França – Vale do Loire/ParisEsta rota é um espetáculo.

Dia de mudança de cidade/hotel numa viagem é dia perdido, certo?

Errado!

Começamos tomando um café na manhã no hotel e zarpando pra conhecer os últimos castelos do Loire que constavam da nossa programação.

Andamos um pouquinho pelas belas estradas locais até chegar em Cheverny.

A ideia era dar apenas uma olhada e continuar.

Mas ficamos tão fascinados com tudo que resolvemos entrar. E não nos arrependemos.

O castelo é muito bonito e toda a história dele é muito interessante. O melhor é que ficamos sabendo que a Diane de Poiters (ela, de novo!), a amante do rei Henrique II, ficou neste castelo até que o seu novo estivesse pronto.

Enjoada esta mulher! 🙂

De qualquer forma, toda a visita vale a pena.

A parte histórica e as salas interiores são muito interessantes.

Saímos correndo de lá com a intenção de visitar o castelo de Chambord.

E não deu tempo.

Primeiro que o estacionamento é muito longe do castelo.

E segundo, que ele é imenso.

Resolvemos dar uma boa olhada, meio que por cima, em tudo e zarpar rapidamente, pois tínhamos uma reserva num restaurante indicado pelo excelente site Conexão Paris.

Era o restaurante gastronômico do hotel La Maison d’à Côté, o Côté Bistrô.

É lá que o chef Chistophe Hay pratica uma cozinha de primeiríssimo nível.

O lugar é super moderno e a comida dele é incrível.

Iniciamos os trabalhos com belos amuses que ele nos enviou.

A Dé escolheu como entrada Loire ell caramelized, artichokes and black sésamo e seed, Vadouvan spice. É isso mesmo, alcachofras no ápice da sua utilização.

Eu, como entrada, fui de Red mullet from erquy, ricota goat milk, zuchinni, shelf fish.

Praticamente um belo e florido carpaccio de peixe.

Acompanhamos tudo com duas flutes de Taitanger.

Já nos principais, a Dé escolheu Loire Pike, carrots, kale cabbage and Melissa.

Uma beleza em forma de prato.

Eu apelei e fui de Wagyu beef from monsieur Roussel with potatoes, iodizeds condiments.

Tomamos vinhos branco e tinto da região e …

… não pudemos deixar de experimentar a sobremesa.

Que veio em forma de cerejas com uma tulhe de amêndoas e sorvete das mesmas.

Olha, foi um verdadeiro espetáculo e podemos dizer que estamos vendo nascer uma estrela na gastronomia, o Christophe.

Certamente ouviremos falar dele e do seu restaurante brevemente.

Saímos de lá mais do que satisfeitos e pegamos o carro pra voltarmos pra Paris.

São mais de duas horas em estradas perfeitas e foram cumpridas com muita tranquilidade.

Chegamos ao hotel Bel Ami (preferido dos nossos sócios Lourdes e Eymard), verificamos o nosso espaçoso, aconchegante e moderno quarto …

… e fomos devolver o nosso auto (é sempre um prazer dirigir por Paris).

Logo depois, encontramos com a Lourdes e com o Eymard e fizemos os nossos planos pro restante do tour, que incluirá um show do Bocelli na Toscana.

Decidimos jantar no Champeaux, um restaurante/ brassseria by Alain Ducasse que fica no novo complexo do Des Halles.

Cá pra nós, é um lugar bacaninha, mas que não encanta muito.

Tomamos um Cremant pra iniciar, …

… escolhemos pratos pra dividir, tais como variados tomates, …

… queijos, charcuterie, foie gras …

… mas nada saltou aos nosso olhos como normalmente ficamos encantados em Paris.

Ainda tomamos um vinho St Veran (olha o corporativismo) e certamente, a noite foi salva pela excelente companhia.

Resolvemos voltar a pé para o hotel (ele fica em St Germain des Prés) …

… e todos contemplamos o charme que a Paris noturna tem, …

… ainda mais com o verão a pleno vapor e a possibilidade de termos luz solar até as 22:30 hs.

Até um sorvetinho rolou!

É um verdadeiro espetáculo.

Au revoir!

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dcpv – dia II – dois dias na região vinícola de carmelo, uruguai.

14/10/16

Dia IIDois dias na região vinícola de Carmelo, Uruguai.

Acordamos até que cedo e o dia estava chuvoso.

Aproveitamos pra tomar lentamente o nosso ótimo café da manhã …

… e divagar sobre o como a chuva é importante para o desenvolvimento das uvas. 😀

A nossa visita de hoje seria à vinícola El Legado.

Ela fica bem perto da Campotinto, a que fomos ontem.

E o estilo é o mesmo.

É um estabelecimento familiar, …

… com produção artesanal (4300 garrafas por ano) …

… e um cuidado imenso com a qualidade final do produto.

Chegamos lá e fomos recebidos pelos próprios donos, a Marta e o Bernardo.

Fizemos um tour bem rápido …

… e deu pra perceber o carinho com que eles tratam a matéria prima.

Logo após, nos alojamos na sala …

… e aproveitamos pra degustar alguns frios e queijos …

… na companhia de todos os 3 vinhos que eles produzem.

Um Tannat, um Syrah e um assemblage das duas uvas.

Todos foram aprovados …

… e, inclusive, tivemos a oportunidade de experimentar o assemblage 2016 diretamente do barril.

A experiência de nós mesmos tirarmos o vinho com o uso da pipeta foi demais.

Neste momento, já nos sentíamos em casa.

Logo o almoço foi servido.

E não podia deixar de ser uma parrillada feita pelos filhos do casal.

Ou seja, seria uma refeição realmente feita em família.

Comemos boas carnes, …

… ótimos legumes …

… e continuamos bebendo excelentes vinhos.

Experimentamos uma sobremesa …

… e tivemos, enfim, a certeza de que este passeio é indispensável.

Até o sol deu o ar da graça.

Portanto, se estiver pela região, venha visitar a vinícola El Legado.

Chegamos tão tarde ao Narbona, que só tivemos tempo de nos arrumar e partir pro jantar.

Que seria no Hotel Hyatt.

A curiosidade pra conhecê-lo era muito grande. Afinal de contas, ele é uma alternativa à hospedagem na Narbona.

Chegamos lá e constatamos que o hotel é muito bacana, mas que tem mais o formato dum resort.

Ele é bem bonito.

Optamos por comer frugalmente, já que o almoço foi substancioso. Escolhemos na maioria, massas …

… e achei os molhos mais pesados que o normal.

Mas, como sempre, foi muito divertido e conversamos até tarde, …

… com a boa companhia de dois vinhos brancos, um Chardonnay Ruttini e um Sauvignon Blanc Pulenta.

O resto foi fazermos o caminho de volta já marcando a próxima viagem deste grupo que veio pra ficar.

Uma pena, a Lourdes e o Eymard não poderem comparecer, mas certamente, estaremos todos juntos em Bordeaux.

Ainda tivemos, somente a Dé e eu, uma pequena e boa experiência em Colonia del Sacramento.

Como ficava no caminho pra Montevideu, optamos por almoçar por lá.

E escolhemos o Bistrô del Charco, que fica no hotel homônimo.

Ele fica de frente pra praia (ou seria o rio?) …

… e tem vistas especiais.

A comida também é muito boa.

A Dé pediu uma Caprese …

… e eu, uma Milanesa com batatas.

Tomamos um Chardonnay uruguaio …

… e ainda aproveitamos pra dar um pequeno passeio pelo centro histórico de Colonia.

Afinal de contas, terminar este tour pela Calle de los Suspiros ….

… foi mais do que apropriado.

Adiós e até a próxima.

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dcpv – dia I – 2 dias na região vinícola de carmelo, uruguai.

13/10/2016

Dia I2 dias na região vinícola de Carmelo, Uruguai

É, o grupo estava afiado.

Afinal de contas, já tínhamos nos divertido muito anteriormente tanto no Chile (Vale do Colchágua), como na Argentina (em Mendoza).

E desta vez, nos juntamos na vinícola Narbona.

Nós, a Dé e eu, viemos de Montevidéu de carro (quase 3 horas de viagem) e os amigos cariocas (Madá, Álvaro, Marcia e Vianney) de Buquebus e carro, via BsAs.

Chegamos primeiro e fomos alocados num quarto enorme …

… com vista pras videiras …

… e que tem o nome da uva icônica daqui, a Tannat.

Pra não dizer que tudo estava maravilhoso, o banheiro era muito velho e com móveis, digamos, não muito contemporâneos. 🙂

Aproveitamos, enquanto o pessoal não chegava, pra ir almoçar.

E experimentando um ótimo Tannat Narbona Roble 2012 …

… com o acompanhamento de um ojo de bife com chimichurri pra mim …

… e frango com polenta pra Dé.

Tudo estava muito caprichado e autêntico.

O pessoal chegou e aproveitamos pra matar a saudade, tomando um bom Pinot Noir, também da Narbona.

Descansamos um pouco, …

… olhamos uma parte da vinícola …

… e fomos nos preparar pro primeiro jantar do grupo.

Que foi no próprio restaurante da Narbona.

Não precisa dizer que tudo foi extremamente divertido e saboroso.

Como o menu era o mesmo do almoço, tivemos algumas repetições.

Comemos ojo de bife, …

… salada (pra Dé, óbvio), cordeiro, …

… canelone e ravioli, …

… além de experimentarmos e aprovarmos o vinho top do lugar, o Tannat Luz de Luna 2012.

Gostamos de tudo, conversamos muito (tínhamos mesmo que matar as saudades) e fomos dormir, vendo um céu estrelado.

Acordamos com um maravilhoso sol.

Tomamos o ótimo café da manhã do hotel …

… e aproveitamos pra ir conhecer a bodega.

Existe uma parte antiga e uma nova e moderna (segue o fotoblog).

Quando percebemos já era hora do almoço, …

… que seria numa vinícola próxima, a  CampoTinto.

Aproveitamos que no meio do caminho e dentro do complexo Narbona, existe o Porto Camacho e fizemos uma visita.

O Porto é muito bacana, …

… além de ter uma bonita loja de produtos Narbona (conservas, queijos, etc) …

… e um restaurante casual chamado Basta Pedro que é bastante simpático.

Prometemos voltar.

Seguimos para a  CampoTinto, onde tivemos uma breve explanação da sua produção bastante artesanal de vinhos.

São somente 15000 garrafas feitas anualmente, …

… sendo que a maioria é utilizada no próprio restaurante.

O enólogo Daniel nos explicou tudo …

… e, inclusive, experimentamos vinhos que estavam descansando em barricas de carvalho.

O Tannat 2016 estava muito bom.

Dali, seguimos para o almoço.

O restaurante é muito simpático …

…  e você tem duas opções de entradas, principais e sobremesas.

Acabamos escolhendo tudo. Bruschettas …

… e bolinhos de chicória.

Gnocchi …

… e peito de frango.

Flan com dulce de leche (taí, Eymard) …

… e creme brulée.

Tomamos um Tannat 2012 e assim conseguimos escolher quais vinhos compraríamos.

Nos despedimos com pesar …

… e, ufa, fomos nos preparar prum picnic que contratamos na Narbona.

Ele seria feito próximo as videiras …

… e a atração maior deveria ser o por do sol.

Andamos cerca de dez minutos e chegamos ao local.

Estava tudo preparado. Sanduíches, queijos, doces e vinhos.

Somando-se a conversa agradável, foi o que podemos considerar um programaço.

E o sol não nos decepcionou.

Tiramos várias fotos do seu por e continuamos a conversa até o escurecer.

Retornamos ouvindo uma trilha sonora de peso que o DJ Álvaro nos brindou e cantando..

Imagine tudo isso ao som de Rolling Stones, Ramones e Talking Heads? Wild, wild, life!

Continuamos a conversa noite adentro com o devido acompanhamento de mais algumas garrafas de Tannat. Um espetáculo!

Depois disso, só subindo a escada e dormindo o sono dos justos.

Adiós.

Veja os outros dias desta viagem:
Uno – 1,5 dias em Montevidéu – O que fazer na capital uruguaia?

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dcpv – um dia especial e ferrarista em milão.

29/11/14

Um dia especial e ferrarista em Milão.

Tudo começou, pra variar, através do dcpv.

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O Kleber Ricardo, um engenheiro (olha o corporativismo) brasileiro que mora em Milão com a esposa, a também brasileira, Vanessa, deu uma comentada informando que gostaria de entrar em contato com a Maria.

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Incrível como através deste post, muita gente confundiu a Maria como sendo uma guia brasileira na cidade.

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Depois que eu esclareci que na verdade ela é somente uma amiga, o Ricardo apresentou a empresa dele, a Scuderia Moro Milano.

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E veja só que coincidência!

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Eles montaram uma empresa e fazem tours pra você dar uma volta de Ferrari (o automóvel é deles).

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Daí até marcarmos um passeio no sábado que estaríamos em Milão foi um pulo.

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Portanto, dia 29/11/14 às 10:30 estávamos lá, no local indicado e a espera de ouvir os roncos que só o motor de uma Ferrari sabe proporcionar.

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Pra começar, o lugar marcado é bem bacana. Fica num café distante do centro de Milão (quase meia hora) o Caffé Le Delizie, mas convenientemente próximo duma autopista.

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A empatia entre todos foi imediata. É claro que ficamos sabendo toda história deles (que é bem bacana) e logo depois iniciei o que seria propriamente o test drive.

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O Ricardo começa explicando os princípios básicos pra se dirigir um bólido deste, uma Ferrari F430 …

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… e logo depois você se vê comandando esta máquina.

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Olha, é uma sensaçào única.

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E a melhor de todas é quando você está na autoestrada, dá uma tremenda arrancada e sente os cavalinhos rompantes.

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Taí uma outra Disney feita especialmente para adultos.

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O passeio é mais do que recomendado e não exite em mandar um email pra eles pra perguntar o que quiser e terminar marcando o tal tour.

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Você não se arrependerá.

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Mesmo porque, você está em Milão!

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PS – Fiz questão de pagar o tour, portanto, esta é uma opinião totalmente isenta. O passeio realmente vale a pena.

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Este foi o gran finale da nossa aventura piemontesa. Espero que todos tenham gostado, porque nós estamos marcando a próxima. 🙂
Arrivederci.

Veja os outros dias desta viagem:
dia uno – Chegando e reconhecendo o Piemonte
Dia due – Barolo, a cidade.
dia tre – Piemonte – Olha que nome legal de cidade: La Morra.
Dia cuatro – Uma trinca quase perfeita: Coppo, Piazza Duomo e Vietti.
dia cinque – Vendo as borbulhas de Asti e sexshopeando no Eataly.
Dia sei – Fomos pra Ne-i-ve.

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dcpv – piemonte – dia sei – fomos pra ne-i-ve.

27/11/14

PiemonteDia sei – Fomos pra Ne-i-ve.

O dia amanheceu nebuloso.

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E úmido.

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Estávamos um pouco livres, pois o nosso roteiro indicava apenas que conheceríamos Neive, uma cidade bem pequena e muito bonita.

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Como mudança de planos, optamos por ir pra Alba antes do almoço.

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E não nos arrependemos, já que Alba é bem bacana também.

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Andamos pelo centro histórico todo, …

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… passamos pelo Duomo …

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… e por várias igrejas, …

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… além de toparmos com muitas construções antigas …

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… e interessantes.

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Incrível como a história passou por aqui …

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… e se instalou tão naturalmente.

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Como tínhamos um pouco de tempo antes da reserva pro almoço, …

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… decidimos conhecer a filial do melhor sex shop do mundo, o Eataly, que fica ao lado cidade, em Monticello D’Alba.

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A loja é bastante modernosa, …

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… muito menor que a de Turim, ..

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… mas também muito interessante.

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Ali você também encontra tudo o que precisa pra fazer a sua vida mais feliz.

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Pronto, era hora do almoço.

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E resolvemos retornar ao restaurante La Luna nel Pozzo, em Neive, cujo proprietário é o Dr Césare.

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Da outra vez, ficamos entusiasmados com a eloquência e a capacidade que ele tem de elevar a sua cidade e os produtos que compõe as suas refeições. E desta vez não foi diferente.

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Chegamos ao restaurante e lá estava o Dr Césare a postos, pronto a nos mostrar tudo o que é feito em Ne-i-ve (é deste jeito e falando separadamente que ele se refere a sua cidade).

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Demos uma boa olhada no menu e no lugar, …

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… enquanto o Dr Césare nos oferecia flutes dum espumante feito em Ne-i-ve.

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Fomos frugais nos pedidos: as mulheres pediram simples polentas com muita trufa branca …

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… enquanto nós, fomos de Tonato, non tonato uma mistura interessante de coelho com vitela.

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Tudo muito bem feito e melhor ainda acompanhado por vinhos de Ne-i-ve.

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Como principais, todos pediram um risotto com fondutta de queijo e trufas brancas, muitas trufas brancas.

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Pra harmonizar um vinho tinto indicado pelo próprio Dr Césare. Só poderia ser de Ne-i-ve.

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Pra não deixar passar batido, o Eymard pediu uma sobremesa, um bolo de chocolate com sorvete de baunilha …

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… e nós 3 (exceto a Lourdes) mais três cafés expressos servidos nestas charmosas xícaras.

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Pronto! Tínhamos repetido um dos melhores programas da nossa outra viagem ao Piemonte, e melhor, com o nível de tudo sendo mantido a todo momento.

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Aproveitamos que estávamos lá e desta vez fomos conhecer melhor Neive (Ne-i-ve).

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E a cidade é mesmo tão bonitinha e aconchegante que vale a pena mostrar um pequeno fotoblog com os melhores momentos.

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Ainda tentamos passear por Mango, mais uma cidade pequena da região, com o seu museu a céu aberto, mas a única coisa que conseguimos foi ver muuuuuita neblina.

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Voltamos ao hotel pra dar uma descansada e retornar pra Ne-i-ve, pois jantaríamos lá.

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Não, não repetiríamos a casa do Dr Césare, mas sim iríamos a um restaurante desconhecido, o La Contea.

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Antes disso, aproveitamos todo o mistério noturno do lugar e fomos fazer uma happy hour numa enoteca (não marquei o nome) …

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Tomamos um bianchetto, o Arneis Roeiro e rumamos pro restaurante.

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Que é velho, muito velho!

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E bastante charmoso.

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Não preciso nem dizer que só nos quatro estávamos lá.

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E que foi uma das melhores e mais divertidas refeições de toda a viagem.

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O atendimento, feito pelo JeanLuca e pela Daniela foi espetacular.

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Como estávamos sem muita fome, escolhemos degustar o melhor grissini da viagem …

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… e optar por pratos principais com trufas.

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As damas escolheram gnocchi …

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… e nós, tagliatelle.

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Todos impecavelmente bem feitos.

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Acompanhamos com um Barbaresco orgânico da casa, por sinal, muito bom.

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Num arroubo, pedimos uma degustação de queijos pra cada casal.

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E emendamos um outro Barbaresco da casa.

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Três expressos depois, nos foi oferecido um passeio pelos porões da casa.

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Mais um espetáculo…

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… onde não nos furtamos em acompanhar a quantidade de história …

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… e de tradição que estes lugares te proporcionam.

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É realmente uma viagem no tempo.

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Estávamos voltando pro hotel, quando cruzamos com um lugar, que imaginávamos ser uma enoteca e que parecia uma igreja.

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Na verdade, era um bar local onde tinha um montão de velhinhos jogando baralho e que parecia mais uma filial da igreja católica local.

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Pedimos mais um Barbaresco e descobrimos mais um segredo crucial piemontês: …

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… Barbaresco vai muito bem com cheetos! 🙂

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Depois de todo este divertimento e como estávamos perto do hotel, só nos restou voltar e dormir o sono dos justos.

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Não, juro que ninguém pensou em tomar uma saideira!

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Uau, que dia espetacular em Ne-i-ve!

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Arrivederci.

Veja os outros dias desta viagem:
dia uno – Chegando e reconhecendo o Piemonte
Dia due – Barolo, a cidade.
dia tre – Piemonte – Olha que nome legal de cidade: La Morra.
Dia cuatro – Uma trinca quase perfeita: Coppo, Piazza Duomo e Vietti.
dia cinque – Vendo as borbulhas de Asti e sexshopeando no Eataly.

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dcpv – piemonte – dia cinque – vendo as borbulhas de asti e sexshopeando no Eataly.

26/11/14

Piemonte – dia Cinque Vendo as borbulhas de Asti e sexshopeando no Eataly.

Acordamos junto com o dia mais broncolhão de todos. Tudo muito nublado e chuvoso.

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Tomamos o nosso café da manhã no hotel

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… e zarpamos pra Asti

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Que não é uma cidade usualmente utilizada como referência piemontesa.

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Mas que é bem bacana, ah, isso é.

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Dirigimos bastante (quase uma hora) até chegarmos lá.

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A neblina continuava pesada.

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Chegamos e andamos muito.

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Estacionamos próximos a uma feira livre.

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Ver produtos de qualidade é sempre muito bom.

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Asti é conhecida além dos espumantes que produz, pelas sua Torres antigas …

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… e por ter um Pálio que concorre com o de Siena.

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Vimos várias destas torres.

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Também passamos pela igreja de San Secondo …

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… e pelo Duomo.

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Sabe que foi legal nos perder por uma cidade totalmente desconhecida …

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… e praticamente sem referências?

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Até tomamos um sorvetinho na GROM.

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Como já estávamos perto do horário do almoço, rumamos pro restaurante que havíamos reservado, o Angolo del Beato.

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Em tempo, o livreto Itália – Para Comer e Beber Bem, do Juscelino Piselli e do Gerardo Landulfo é imperdível pras situações de escolha de bons restaurantes em toda a Bota.

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E foi mais uma refeição memorável.

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O lugar é pequeno e bastante aconchegante.

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E como estávamos na terra do espumante, fomos logo chamando um Ruinart.

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Acatamos a sugestão do proprietário, e pedimos um misto de entradas típicas da região. Alcachofras cruas com parmeggiano, …

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… coniglio tonato, …

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… salsiccia (mais conhecida como lingüiça) cruda de Bra …

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… e uma tremenda e típica salada russa. 🙂

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Tudo muito bem temperado e em quantidade suficiente pra nos saciar.

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Tomamos um Barbera D’Asti (um vinho da casa) …

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… e até exageramos um pouco, ao pedir talharim na manteiga com trufas brancas pra todos.

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Mas estava tão bom que ninguém reclamou e todos comeram tudo.

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Com tudo tão agradável, ainda sobrou um espacinho pra experimentarmos (especialmente a Lourdes) ótimas pêras a Belle Helene.

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Pronto!

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E num clima de forte emoção, resolvemos dar um pulo em Turim (mais meia hora de carro) pra visitarmos novamente o nosso queridinho, o Eataly, a matriz.

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Taí um loja que merece a alcunha de sex shop.

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Tudo lá é tão perfeito que a toda hora você fica se perguntando o porque de ainda não ter alguma coisa parecida em SP (em tempo, já temos o nosso Eataly!).

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Iniciamos tudo pela enorme …

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… e diferenciada seção de vinhos.

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Logo após passeamos pela mercearia, …

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… pelos queijos, …

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… pelos presuntos de Parma, …

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… pelos hortifruti (segue o necessário fotoblog)…

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… e finalizamos o tour com um obrigatório pitstop no balcão …

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… onde tomamos um espumante Ferrari …

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… e comemos duas tábuas de frios: uma de queijos e salames …

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… e outra de presunto e mozzarela de búfala.

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Enfim, certamente podemos comparar a Eataly com o que seria uma Disney gastronômica, só que onde tudo é de verdade.

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Retornamos ao hotel com um pouco de chuva e bastante neblina.

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O negócio foi optarmos por ficar por lá mesmo.

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Como não estávamos com muita fome, quebramos o galho tomando um vinhozinho tinto da casa, um Dolcetto …

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… e comendo saladas …

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… cardos com trufas …

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… e uma carne especial ..

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… no próprio restaurante do hotel.

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Uau! Que dia mais maluco!

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Passamos por Asti, …

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… por Turim …

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… pelo Eataly …

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… e finalizamos onde começamos.

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Só no Piemonte mesmo!

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Arrivederci.

Veja os outros dias desta viagem:
dia uno – Chegando e reconhecendo o Piemonte
Dia due – Barolo, a cidade.
dia tre – Piemonte – Olha que nome legal de cidade: La Morra.
Dia cuatro – Uma trinca quase perfeita: Coppo, Piazza Duomo e Vietti.

 

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