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dcpv – dia undicesimo – suíça/itália – lugano/milão – cidades maravilhosas com lugares tanto quanto (lac, parco ciani, la rinascente, starbucks reserve).

20/03/2021 (vivido em 20/11/2019)

Dia undicesimo – Suíça/ Italia – Lugano/MilãoCidades maravilhosas com lugares tanto quanto(LAC, Parco Ciani, La Rinascente, Starbucks Reserve).

Vou fazer uma pergunta que nunca formulei.

Dia de troca de hotel é dia perdido? Hahaha

Pois acredito que não.

Iniciamos tudo com um lauto café da manhã com view nublada, …

… mas view no The View.

Depois pegamos o nosso Smart elétrico, ô carrinho bacana e …

… fomos conhecer Lugano pessoalmente.

Sem contar que hoje seria o dia, segundo a previsão, …

… que teríamos sol.

Optamos por parar no estacionamento do LAC por absoluta falta de opções.

Mas a decisão foi correta.

O prédio é bonitérrimo e …

… o entorno dele não fica atrás.

É a junção perfeita do lago Lugano, …

… com árvores em plena autumn fall e …

… muita arte.

Uau!

Deixamos o carro por lá e fomos bater pernas.

Passeamos pelo centro, …

… que é pequeno, …

… mas que tem um urbanismo bonito, …

… muitas lojas bacanas, …

… comércios de alimentos de primeiríssima linha …

… (vejam só: …

… chocolates incríveis, …

… (a Läderach é hours councours) e …

… chegamos à piazza Riforma.

Mais um lugar marcante da cidade.

Neste momento o sol estava a pleno vapor e …

… podíamos ver o resplandecer da natureza e do lago.

Como a expectativa era grande, …

… fomos andando pela borda do lago …

… até chegar ao Parco Ciani.

Ele é um tipo de Ibirapuera upgradeado, …

… quase um Stanley Park.

E toda a natureza de lá estava no auge da sua beleza.

Nada melhor do que deixar as fotos falarem (porque estas falam):

Depois deste banho de adoração, …

… retornamos pro LAC …

… pela borda do lago e …

… em vez de ir pro hotel, …

… pegamos o nosso piccolo Smart e …

… fomos até Morcote.

A cidade, não a mexerica.

Ela fica a uns 20 minutos de Lugano e …

… pra se chegar lá é necessário …

… margear o lago.

Ou seja, é maravilhoso.

E a cidadezinha não fica trás.

É muito graciosa e …

… infelizmente, não tivemos tempo de ficar muito por lá.

Retornamos pro hotel, fizemos o checkout, …

… (certamente retornaremos) e …

… tocamos pra Milão …

… pra curtirmos a última perna da viagem.

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Antes de irmos pro hotel que reservamos, …

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… resolvemos conhecer a Casa Milan, do time de futebol homônimo.

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E foi uma decisão acertada.

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Tudo é muito bacana e bastante rubro-negro pro meu gosto. 🙂

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Como estávamos com fome, optamos por comer uns lanches, …

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… por sinal, ótimos, …

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… no bistrô de lá.

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Depois, fomos conhecer propriamente o museu.

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Que é espetacular.

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Utiliza bastante holografia …

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… pra nos mostrar tudo o o que o Milan foi.

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Porque hoje em dia, o time italiano não mete mais medo em ninguém, …

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… mas no tempo do Berlusconi, o mandão, …

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… os caras ganhavam quase tudo.

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O museu é muito moderno e …

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… a sala de troféus é um dos pontos altos.

Ver a “oreiuda” ao vivo é demais!

Não esqueçamos a importância do Kaká na história mais recente dos milaneses.

Acho que ele não precisará pagar mais nenhuma pizza quando estiver por aqui. 🙂

Finalizamos na excelente lojinha …

… onde acabei comprando alguma coisinha!

E sempre fica a pergunta: …

… porque os times brasileiros (Timão incluso) não conseguem fazer alguma coisa parecida?

Chegamos no Hotel Armani e …

… confirmamos o óbvio: …

… ele também é o máximo.

Quartos imensos, …

… muita mordomia e …

… amenidades de fazer qualquer um chorar.

Demos um gás pra devolver o carro alugado em tempo …

… na Estação Central.

Aliás, a belíssima Estação Central.

Foi só o tempo de curtir um pouco o hotel e …

… irmos até a charmosa região da dupla de ouro, …

… Galleria Vittorio Emanuele/ …

… Duomo, …

… pra dar uma passada na La Rinascente.

Enquanto eu fiquei tomando um Aperol Spritz e …

… a Dé passeava pela loja toda em busca de algum presente pra mim (amanhã seria o meu niver).

Foi bem divertido, …

… fora a possibilidade de estar no mesmo nível do telhado do Duomo.

Lindo!

Dali, andamos mais um pouquinho e …

… fomos, finalmente, …

… conhecer a nossa queridinha de sempre.

Starbucks Reserve Roastery daqui é monumental.

O prédio é histórico (era o antigo Correio) e …

… a parte interna é deslumbrante.

O princípio das outras que conhecemos (Seattle e NY) é o mesmo.

A intenção é ter um lugar amplo, muito moderno, …

… com uma trilha sonora incrível e …

… uma torrefadora de cafés especiais …

… bem na sua frente.

Além disso, tomar uns bons drinks à base de café …

… num bar de cinema e …

… comer algumas coisinhas muito italianas, tais como focaccias e pão com mortadela.

É realmente viciante e certamente retornaremos.

Ufa, agora posso responder à pergunta lá de cima.

Se for um dia como hoje, certamente não é perdido.

E tenho dito!

Veja os outros desta viagem espetacular:
Dia primo – Itália – Milao/Piemonte – Em busca da trufa branca,o fungo perfeita!
Dia secondo – Itália – Piemonte – O verdadeiro giro com Giuseppe.
Dia terzo – Itália – Piemonte – Barolo, a terra dos Barolos.
Dia quarto – Itália – Piemonte – Em busca da trufa perdida. Ou melhor, do tartufo achado.
Dia quinto – Itália – Piemonte – Visitando uma vinícola e uma grapperia piemontesas. Ah, já viu como se abre uma forma de parmigiano?
Dia sexto – Itália – Piemonte – Dá pra comer caracol, ops, escargots?
Dia settimo – Itália – Piemonte – Cerveja piemontesa. Tudo a ver.
Dia ottavo – Itália/Suíca – Piemonte/Lugano – Do primeiro pro primeiríssimo mundo.
Dia nono – Suíça – Lugano – Orta San Giulio, Stresa, Bellinzona: cidades ítalo-suíças ou seriam suíço-italianas?
Dia decimo – Suíça/Itália – Lugano – Onde, quando, como? Sim, o lago.

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dcpv – dia decimo – suíça/itália – lugano – onde? quando? como? sim, o lago.

13/03/2021 (vivido em 19/11/2019)

Dia decimo – Suíça/Itália – LuganoOnde? Quando? Como? Sim, o lago.

Hoje iríamos fazer o que seria quase que um city tour maluco.

Por que maluco?

Porque a intenção seria ver quais cidadezinhas que gostaríamos mais …

… porque certamente retornaremos com mais tempo e …

… com melhores condições climáticas.

Além do fato de que a maioria dos restôs/hotéis/lojas está fechada pras férias.

Sim, praticamente um reconhecimento de luxo.

Bom, acordamos cedo, …

… demos aquela secada na vista estonteante e úmida do The View, …

… tomamos o resplandecente café da manhã e …

… sebo nas canelas.

A chuva estava inclemente, mas business is business.

A primeira parada seria em Cernobbio.

Seria, porque passamos por ela sem parar. 😄

O famoso hotel Villa d’Este estava fechado.

De lá fomos para Argegno.

Ela tem um cais bacana, …

… uma bela igreja e …

… estava caindo um toró (e não era de ideias).

Já em Lenno, …

… a atração maior é a Villa del Balbianello.

A belíssima vila era uma das poucas abertas, …

… mas se tem que caminhar pelo menos uns 20 minutos até chegar nela.

Deixamos pra quando voltarmos. Hahaha

Em Tremezzo tem a Villa Carlotta.

Lindíssima e aberta também.

E ela é um Jardim Botânico.

Demos uma boa olhada, mas sem chances de passear num local aberto com o tempo reinante.

Perto dali, ficava o ferry.

E ele é necessário pra se passar pro encontro do Y invertido.

O lago de Como é mesmo como que um Y invertido.

Tremezzo fica no meio de uma das laterais e …

… a icônica Bellaggio, bem no ponto de encontro do Y.

Éramos só nós no traghetto …

… ou seja, com uma paisagem maravilhosa quase que exclusiva …

… que mesmo com a presença da chuva …

… se mostrou mágica.

Foram 10 minutos de puro prazer.

Tudo incrivelmente belo.

Chegamos em Bellaggio e …

… fomos direto pros Jardins da Villa Melzi.

Esta eu sabia que estaria fechada …

… mas mesmo assim, foi possível dar uma “filada” …

… através do portão e …

… perceber como o lugar todo é tão bonito.

Retornamos pro centro e …

… tivemos uma experiência praticamente transcendental.

Acreditam que a ZTL, …

… a famigerada zona de tráfego limitado italiana, …

… estava desativada?

Ou seja, demos uma tremenda volta de carro por todo o centro e em lugares normalmente proibidos.

Foi sensacional e zero de multas. 🙂

Mesmo com a chuva não parando, …

… optamos por dar uma volta pelo centro e …

… percebemos o óbvio.

Bellaggio é espetacular.

Toda cheia de cantinhos cinematográficos, …

… com vistas das escadas, …

… do lago e …

… pra onde se olha, …

… se vê coisa bonita.

Foi deste jeito que descobrimos o bar a vin bstyle …

… que fica bem no meio dum lance de escadas. Oh!

O lugar é o que podemos chamar de trendíssimo, …

… com aquele charme italiano e …

… totalmente diferente.

Toda a decoração é feita com roupas transadas e …

… o cuidado com todos os detalhes é incrível.

Pedimos algo reconfortante que era exatamente o que a situação solicitava.

Uma boa tábua de frios, …

… duas taças de bons tintos italianos e …

… muita conversa das boas.

Ficamos um bom tempo curtindo tudo e …

… resolvemos ir pra Varenna.

Que fica exatamente na parte oposta de Bellaggio.

Mais um ferry, …

… mais um passeio solitário na chuva, …

… mais vistas sensacionais e …

… mais uma rápida volta pelo centro.

Varenna não é Bellagio, …

… mas dá as suas cacetadas. Hahaha

Tentamos passar em Lecce, …

… mas a chovia a cântaros.

Seguimos pra Como, a cidade e …

… conseguimos ver alguma coisa.

Pelo menos o suficiente pra deixá-la na lista da nossa próxima incursão pela região.

Retornamos até que cedo pro hotel.

E foi muita sorte, …

… pois o tempo não melhorou muito, …

… mas nos proporcionou visões incríveis …

… da tal view, …

… do merecidamente denominado The View.

E pra dar uma acabada legal no dia, …

… pegamos um dos Smarts elétricos do hotel (viciamos) e …

… fomos passear por Lugano.

Deu pra perceber que a cidade é muito bonita …

… com lojas muito legais, …

… museus bacanas e …

… melhor, com uma filial da Läderach que faz o melhor chocolate branco crocante do mundo!

Ah, também tem alguns congestionamentos, mas quem se importa? 😀😀

Ufa, era hora de jantar.

E resolvemos comer no restaurante estrelado do The View.

Chegamos no horário e fomos recebidos por um tartar de peixe incrível.

Escolhemos dividir um polvo crocante que estava maravilhoso como entrada.

O bianchetto era do Marche e do grande Antinori.

Casou muito bem com os plins de abóbora da Dé e …

… um al dente (obrigado!) risoto com camarão pra mim.

Tudo muito bom, especialmente a sobremesa de cacau, chocolate branco, pistache e crocante de nozes.

Só nos restou pensar em como será ótimo retornar pra esta região, …

… pra este hotel, …

… visitar com muito mais calma Orta San Giulio, …

… Bellagio e quetais.

É, la vita é mesmo molto bella!

Arrivederci.

Veja os outros desta viagem glutona:
Dia primo – Itália – Milao/Piemonte – Em busca da trufa branca,o fungo perfeita!
Dia secondo – Itália – Piemonte – O verdadeiro giro com Giuseppe.
Dia terzo – Itália – Piemonte – Barolo, a terra dos Barolos.
Dia quarto – Itália – Piemonte – Em busca da trufa perdida. Ou melhor, do tartufo achado.
Dia quinto – Itália – Piemonte – Visitando uma vinícola e uma grapperia piemontesas. Ah, já viu como se abre uma forma de parmigiano?
Dia sexto – Itália – Piemonte – Dá pra comer caracol, ops, escargots?
Dia settimo – Itália – Piemonte – Cerveja piemontesa. Tudo a ver.
Dia ottavo – Itália/Suíca – Piemonte/Lugano – Do primeiro pro primeiríssimo mundo.
Dia nono – Suíça – Lugano – Orta San Giulio, Stresa, Bellinzona: cidades ítalo-suíças ou seriam suíço-italianas?

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dcpv – dia nono – suíça – lugano – orta san giulio, stresa, bellinzona: cidades ítalo-suíças. ou seriam suíço-italianas?

06/03/2021 (vivido em 18/11/2019)

Dia nono – Suíça – LuganoOrta San Giulio, Stresa, Bellinzona: cidades ítalo-suíças. Ou seriam suíço-italianas?

Hoje seria praticamente o primeiro dia de viagem solo.

Apesar do tour ao Piemonte ter sido ótimo, …

… agora era só eu e a Dé escolhendo o que e quando fazer.

O único problema é que de antemão sabíamos que o tempo estaria bem instável.

O nosso roteiro indicava conhecer muitas cidadezinhas bonitas, …

… seja na Itália, …

… seja na Suíça.

Claro que os nossos cérebros estariam todos embaralhados, …

… pois enquanto as cidades italianas mais pareciam suíças por conta da paisagem, …

… as suíças pareciam italianas pela língua e hábitos de seus habitantes.

O negócio foi começar logo.

O nosso café da manhã no The View

… foi suntuoso.

Suficiente pra nos alimentarmos bem e …

… sairmos pra aventura.

Dirigi bastante …

… por estradas e …

… paisagens fantásticas …

… atravessando a fronteira com a Itália e …

… chegamos em Arona

… que fica no Lago Maggiore.

É uma daquelas cidades beira lago muito bacanas e …

… bem campestres.

De lá, continuei dirigindo e …

… nos divertindo muito …

Passamos pelo famoso hotel Villa Crespi

… até chegarmos em Orta San Giulio.

E o baque foi forte!

Que lugar charmoso e …

… muito impactante.

Chegaria a dizer, surreal.

A cidade toda é misteriosa …

… com cantinhos tão bonitos, …

… mas tão bonitos …

,.. que você fica quase que …

… hipnotizado.

E quando se chega á Piazza Motta, …

… aquele verdadeiro espetáculo, …

… aí tudo melhora mais ainda.

A visão da ilha Lacustre de San Giulio …

… é uma daquelas coisas …

… que você jamais esquecerá …

… em toda a sua vida.

Nem o fato de os barcos que fazem o transporte até ela …

… não estarem funcionando …

… diminuiu a nossa estupefação.

Vai ser bonita assim em outro lugar! Hahaha

Ficamos tão hipnotizados …

… que demos um jeito de ficar um pouco mais por lá.

Resolvemos fazer uma merendinha …

… no único lugar aberto …

… uma daquelas vinotecas típicas e …

… antigas, super antigas.

E tudo foi mágico.

Duas tremendas taças de vinho tinto, …

… uma pizzetta de mozzarella …

… foram suficientes pra alimentar o nosso corpo, …

… porque as nossas almas estavam …

… muito bem alimentadas.

Retornamos para o carro, …

… por um caminho alternativo …

… que nos proporcionou …

… mais algumas visões espetaculares …

… de todo o conjunto …

… cidade + …

… lago + …

… ilha.

A contragosto, saímos de lá, …

… do lago d’Orta, …

… pra retornarmos pro Maggiore.

Stresa era o nosso destino.

E continuamos o nosso devaneio.

O cenário era impressionante …

… ainda mais com o incremento das suas 3 ilhas famosas, as Borromeo: …

… Pescatori, …

… Madre e …

… Bella.

Embasbacados …

… rumamos pra Baveno …

… só pra dar uma bisbilhotada …

… no seu cais bacana.

Indo em direção ao norte …

… surgiu Mergozzo …

… também bonita.

Mais um pouquinho e Pallanza apareceu.

Villa Taranto é uma grande atração de lá …

… pois é o seu Jardim Botânico.

Ele, como a maioria das atrações da região, …

… estava fechado, …

… mas deu pra ter uma bela noção de como tudo funciona.

Cannero também é linda, …

… com as suas casas com tons pastéis e …

… o Castelo Cannero, encravado no meio do mar …

… é simplesmente surpreendente.

Bom o dia estava terminando (nesta  época, por volta das 16:30) e …

… tivemos que fazer uma opção.

Escolhemos dar só uma passada pela dupla de ouro, …

… Ascona-Locarno e …

… zarpamos pra Bellinzona, que fica na Suíça.

Ela é conhecida como a cidade dos castelos.

E eles são lindos.

Subimos bastante até chegar ao Sasso Corbasso.

Ele fica bem no alto da cidade e …

… é muito imponente.

A parte interna aberta à visita estava fechada nesta época …

… mas quase tudo estava aberto externamente.

As vistas da cidade lá de cima …

… são impressionantes.

Descemos um pouco e …

… passeamos pelo Castello Montebello.

Taí mais um exemplar do que é …

… um monumento muito bem preservado e …

… que consegue transpirar história.

É incrível como detalhes da construção estão a tua inteira disposição.

Não demoramos muito porque estava bastante frio e …

… partimos pro terceiro, o Grande.

Tentamos muito, mas não conseguimos chegar perto dele de carro, …

… então o jeito foi descer num supermercado Milos, …

… tomar um café, comer uma pizza a taglio e …

…. aí sim, ter uma visão fantástica dele.

Pronto, já estava muito escuro e …

… o jeito foi retornar pro hotel.

Fomos jantar no restaurante Grotto Figini.

Ele é um lídimo representante da cozinha ticinesa.

Demos uma inovada, pegando emprestado um dos Smarts elétricos do hotel.

E a experiência de dirigí-lo foi fantástica.

Chegamos no restaurante, …

… gostamos do ambiente e …

… fizemos o nosso pedido.

Uma boa salada fresca com atum foi devidamente dividida.

Aí começou o desastre.

A Dé, polentóloga que é, pediu uma com dois tipos de queijos.

E ela veio bem selvática, mais parecendo uma comida de cachorro, sem sabor algum e em quantidade absurda. 🙂

Eu, risotólogo que sou, também dancei numa atravessa imensa com um arroz passado e um pouco de linguiça frita por cima.

Ou seja, como diria o grande GG, uma boooooomba! 🙂

Sobrou o prazer de dirigir o Smart de volta pro hotel e …

… chegar à óbvia conclusão que precisamos retornar brevemente pra esta área da Itália, …

… especialmente Orta San Giulio.

Arrivederci.

Veja os outros desta viagem glutona:
Dia primo – Itália – Milao/Piemonte – Em busca da trufa branca,o fungo perfeita!
Dia secondo – Itália – Piemonte – O verdadeiro giro com Giuseppe.
Dia terzo – Itália – Piemonte – Barolo, a terra dos Barolos.
Dia quarto – Itália – Piemonte – Em busca da trufa perdida. Ou melhor, do tartufo achado.
Dia quinto – Itália – Piemonte – Visitando uma vinícola e uma grapperia piemontesas. Ah, já viu como se abre uma forma de parmigiano?
Dia sexto – Itália – Piemonte – Dá pra comer caracol, ops, escargots?
Dia settimo – Itália – Piemonte – Cerveja piemontesa. Tudo a ver.
Dia ottavo – Itália/Suíca – Piemonte/Lugano – Do primeiro pro primeiríssimo mundo.

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dcpv – dia ottavo – itália/suíça – piemonte/lugano – do primeiro pro primeiríssimo mundo.

27/02/2021 (vivido em17/11/2019)

Dia Ottavo – Itália/Suíça  – Piemonte/LuganoDo primeiro pro primeiríssimo mundo.

Lá vamos nós com aquele dilema que sempre nos aflige: …

… dia de troca de hotel é dia perdido?

Neste caso, ainda não consigo dizer.

Aguardem um pouco, mesmo porque vamos de carro pra outro país.

Acordamos mais cedo que o usual, …

… já que tínhamos que liberar as nossas malas pra serem carregadas no ônibus.

Tomamos o nosso frugal café da manhã, …

… fizemos um “choc choc” e …

… fomos pra Turim.

O chef Giuseppe Gerundino mostrou neste tour ser mesmo um cara batuta e …

… que sabe o que todos querem ver e sentir.

Além do mais, toda aquela simpatia que ele mostra no Giro com Giuseppe (e agora no Academia de Giuseppe) é absolutamente verdadeira.

Fomos embora já com aquele gostinho de saudade (este grupo é incrível), …

… mas ainda tínhamos alguns bons programas pra serem feitos em conjunto.

Um deles era apreciar todo o entorno do caminho …

… de Pollenzo até Turim.

Inclusive, a iluminação solar especial …

… do Monviso e toda …

… a cadeia montanhosa nevada que o circunda.

Chegamos em Turim com tempo pra dar uma boa passeada pela cidade.

E ela, que já era nossa velha conhecida, …

… não deixou de nos surpreender por sua beleza.

Saímos do ônibus …

… diretamente pruma feira livre …

… com aqueles ingredientes frescos que tanto adoramos.

Cá pra nós, …

… passear por uma feira …

… italiana é sempre …

… um programaço!

Continuamos a passegiatta pelo centro …

… com direito a ver ícones turineses (como a Mole Antonelliana) e …

… piazzas bonitíssimas.

Ainda tomamos um ótimo Marroquino, …

… no lendário Caffé Torino.

Ah, um marroquino é uma bebida formada por chocolate quente, café e creme de leite.

Uma delícia!

Como estávamos atrasados pro encontro com o resto da turma (estávamos os quatro desgarrados), …

… corremos muito …

… pra irmos todos pro almoço de despedida que seria …

… exatamente no maior sex shop do mundo: …

… o Eataly (este nome é fantástico) de Turim.

Esqueça o Eataly de Roma (meia boca), …

… o de Milão (meia boquíssima) …

… e o de São Paulo (aquilo é mesmo um Eataly?).

O Lingotto, o primeiro, …

… é a verdadeira essência do sexyshopismo.

Lá tudo é perfeito e …

… você, amante da da gastronomia italiana, …

… fica louco ao conhecê-lo.

Frutas, …

… verduras e …

… legumes …

… simplesmente espetaculares …

… é o que se vê …

… em todos os cantos da loja.

É o paraíso das massas (corporativistas), …

… azeites, …

… frios, …

… queijos, …

… inclusive parmigianos, …

… prosciutos e …

… vinhos, …

…. muitos ótimos vinhos.

Só nos restava almoçar e …

… melhor, num evento totalmente trufado.

Foi o que fizemos.

GG conseguiu uma mesona pra nós e …

… iniciamos a nossa despedida oficial …

… rosetando com um espumante “nationale” …

… acompanhado dum ovo com gema mole, cardo (o preferido da Dé) e trufas, muitas trufas.

Que sabor!

A carne cruda trufada não poderia faltar!

Continuamos com um bianco Roero e o já famoso Tajarin 30 uova com tartufos, muitos tartufos.

Terminamos com um Nebbiolo buoníssimo e carne cozida com polenta ou como opção, dois ovos fritos com uma cama de batatas

Ah, tartufos biancos, muitos tartufos biancos.

Nos despedimos mais uma vez e …

… tínhamos mais um tempinho pra sexyshopear …

… pelo Eataly..

Resolvemos não comprar nada e simplesmente curtir a loja.

Passeamos por tudo o que foi lugar e …

… acabamos subindo pra ver o museu do Carpano.

Ele é um vermute muito antigo e …

… a exposição explicando …

… como ele surgiu e …

… como foi produzido …

… é extremamente interessante.

Quando percebemos, já estávamos todos no ônibus novamente pra o que seria a verdadeira e derradeira despedida.

O Eymard e a Lourdes iriam direto pra Milão e logo em seguida SP.

A turminha (Leila, Ignez, Alice, Adriana, Meire e Paula) ficariam em Turim por alguns dias.

A Ana e o grande Gabriel iriam pro aeroporto de Turim pra pegar um voo com conexão e destino final o RJ.

Nos também iríamos pro aeroporto, só que pra pegar um carro alugado e zarpar pra Lugano, na Suíça italiana.

Já o Giuseppe e o seu fiel escudeiro, o Papagallo Giuseppe, o Vincenzo iriam pra Milão, com o chef depois indo pra Pauliceia.

Pronto, terminamos uma semana de puro prazer, …

… capitaneados pelo charme do Giuseppe Gerundino e …

… com a certeza de que este grupo veio mesmo pra ficar.

Foi demais e certamente nos veremos novamente na Festa da Poda que acontecerá na Nova Toscana!

Fomos até o aeroporto com a Ana e o Gabriel, …

… pegamos o nosso carro alugado e …

… às 20:00 estávamos em Lugano, …

… mais especificamente no The View

… um hotel que realmente justifica o seu nome.

E olha que chegamos e estava tudo escuro.

O quarto é enorme, …

… moderno, …

… confortável, …

… além de ter tudo o que se imagina, …

… especialmente as amenidades.

Como estávamos sem “aquela” fome, optamos por fazer uma degustação de Champs no bar do hotel.

A entradinha de salmão …

… acompanhou perfeitamente um Brut Pommery sensacional.

Uma tortinha de abóbora …

… foi o parceiro ideal dum varietal Chardonnay Pommery.

Encerramos, vejam só, com uma carne cruda (outra?) pra mim …

… uma vieira espetacular pra Dé e …

… flutes de Ruinart Rosé de parar o trânsito.

Enfim, dia de mudança de hotel …

… pode e deve ser espetacular …

… como foi a de hoje.

Vamos lá que amanhã passearemos pelos lagos italianos.
Arrivederci!

Veja os outros desta viagem glutona:
Dia primo – Itália – Milao/Piemonte – Em busca da trufa branca,o fungo perfeita!
Dia secondo – Itália – Piemonte – O verdadeiro giro com Giuseppe.
Dia terzo – Itália – Piemonte – Barolo, a terra dos Barolos.
Dia quarto – Itália – Piemonte – Em busca da trufa perdida. Ou melhor, do tartufo achado.
Dia quinto – Itália – Piemonte – Visitando uma vinícola e uma grapperia piemontesas. Ah, já viu como se abre uma forma de parmigiano?
Dia sexto – Itália – Piemonte – Dá pra comer caracol, ops, escargots?
Dia settimo – Itália – Piemonte – Cerveja piemontesa. Tudo a ver.

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