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dcpv – dia um/ichi – dubai/tóquio – as coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz! e o japão …

19/06/2019 (03/04/2018)

Dia um/ichi – Dubai/Tóquio – As coisas maravilhosas que o homem, mais conhecido como sheik, faz! E o Japão …

Nada como realizar um sonho antigo.

E este nosso (mais da Dé do que meu, confesso) de conhecer o Japão era um deles.

Colocamos em prática até que facilmente (gracias, Teresa Perez) e uma dúvida logística nos afligiu.

A resolvemos quando decidimos fazer pit stops em Dubai (uma noite na ida e quatro na volta).

Isso também seria muito interessante, já que estivemos lá há 11 anos e tudo estava em obras.

Desta vez, veríamos todo o progresso e como as coisas se encaminharam.

Ou seja, fecharíamos um ciclo.

Ir por Dubai significa utilizar os maravilhosos serviços da Emirates.

Parêntese: no início do meu trabalho no Veran, existia um colaborador chamado Tio Léo que era, digamos assim, um pouco “paieiro”.

Ele, certa vez, disse que viajou de avião e que pra confirmar, afirmou que nele existia um bar pra você tomar “umas”.

Todo mundo deu risada e este fato ficou na minha cabeça. Afinal de contas, nunca tinha visto um bar num avião.

Pois bem, quero declarar que o Tio Léo era um visionário e que bares existem nos aviões.

Pelo menos, nos da Emirates eles existem e são admiráveis.

Nada como você esticar as suas pernas, tomando uns “bons drinks” e entrar num clima bacana pra sua chegada no destino.

Chegamos em Dubai as 23:00 hs (este horário é meio escroto) e foi só o tempo de ver o bom quarto do hotel Vida Downtown pra encostar na cama e dormir.

Ah, deu pra dar uma espiada na janela e observar que Dubai continua fascinante.

Pela manhã, acordamos ainda sonados (são 7 hs de fuso), tomamos o ótimo café da manhã do hotel e …

… resolvemos o que fazer, já que não tínhamos uma programação definida.

Mas adianto que o dia foi extremamente agradável.

Iniciamos indo conhecer a nova big atração de Dubai.

Todo mundo sabe que a cidade parece realmente uma obra de arte moderna.

São muitos prédios diferentões e bem malucos.

E seria muito bom ter uma moldura pra estes quadros,  né?

Pois foi o que fizeram.

Dubai Frame é uma construção que simplesmente é a maior moldura do mundo.

É impressionante.

São duas torres com 150 m de altura, …

… interligadas por duas passarelas, …

… sendo que na inferior, você vê um pequeno museu contando a história da Dubai simples e anterior a este progresso todo.

Já na superior, você tem vistas espetaculares de toda a cidade, …

… e a curiosidade de passear por um piso de vidro.

Enfim, é um programa imperdível.

Pra entrar no clima da viagem, aproveitamos a proximidade (use táxi em Dubai. É bem barato) …

… pra almoçar no melhor japa da cidade (era um treinamento).

Zuma é parte de uma cadeia de estabelecimentos e tem um ambiente muito agradável.

Como ainda não estávamos muito adaptados ao fuso e sem fome, pedimos somente algumas entradas pra dividir: edamame salgado, guiosas e termpurá de legumes,…

… além de duas taças dum ótimo rosé francês, que ajudou a aplacar o calor reinante.

Voltamos pro hotel pra dar uma descansada …

… e fomos andando até o Dubai Mall.

Percebemos o óbvio.

Incrível como a cidade está bacana.

Tudo funciona bem e com um visual de tirar o fôlego.

É claro que a atração máxima permanece sempre onipresente.

Burj Khalifa, o maior prédio do mundo, é visto de qualquer lugar…

… e quanto mais você o vê, mais admirado fica.

O shopping é incrível.

São mais de 1200 lojas o que torna quase impossível conhecer todas um dia só.

Isso, sem contar o entorno dele que é imperdível.

Na Dubai Fountains, formada por uma grande piscina …

… acontece a cada meia hora, um show de águas dançantes que é espetacular.

Muita música, …

… muita luz (olha o corporativismo) …

… e muita gente.

Todo o show foi projetado pelas mesmas pessoas que fizeram os do Bellaggio, em Vegas.

Portanto, o resultado é excelente.

De quebra, ainda tem todo o Burj Khalifa iluminado de várias maneiras …

… e com o maior bom gosto.

É um verdadeiro programão, …

… além da possibilidade de dar uma boa vasculhada em todo o shopping.

Voltamos andando pro hotel, …

… e nos embasbacamos com o efeito que a iluminação tem sobre a cidade.

É devastador e arrebatador.

Só tivemos tempo de passar no hotel, tomar um banho e partir pro aeroporto de Narita pra continuar a viagem.

Seriam mais dez horas até o Japão, …

… mais propriamente, Tóquio.

Chegamos quebrados (o jetleg de 12 horas é imbatível), e já que o dia foi feito pra achar tudo maravilhoso, …

… fizemos o checkin no hotel Mandarin Oriental Tokyo.

Como todo Mandarin, ele é encantador.

Os quartos são incríveis e a vista de Tokyo é matadora.

A janelas são totalmente de vidro …

… e te fazem pensar em contemplar cada vez mais.

Imagine ler alguma coisa ou ficar só olhando, sentado nesta chaise?

Tomamos um excelente banho no não menos excelente banheiro (amenidades Bottega Venetta foram muito bem-vindas) …

… e fomos, sem muita fome, experimentar a comida cantonesa do restaurante Senese, do próprio hotel.

Não preciso nem dizer que tudo foi uma maravilha.

A vista da cidade (este era o lado oposto ao do nosso quarto), …

… combinando com o requinte e o sabor da comida, perfaziam a ação perfeita.

Pedimos uma meia garrafa dum Champagne Ruinart Blanc des Blancs …

… e optamos por dividir um peixe branco stir fray com gengibre e molho de peixe…

… e um arroz de king crab com legumes.

Tudo perfeito, inclusive o pudim de manga, servido com um sponge cake pra lá de saboroso.

Foi o grand finale do que podemos considerar o dia perfeito.

E que venha o Japão, com todos os mistérios e verdades que procuramos há bastante tempo.

Tomara que consigamos ver um pouco da floração das cerejeiras.

Afinal de contas, todo esse frisson que elas causam por aqui tem um bom motivo.

Mas isto, eu conto num próximo post.

Mata aimashou!

.

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dcpv – dia sest – é uma praga!

02/06/2014

Dia Sest – É uma Praga!

Dia de troca de país é um dia perdido, certo?

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Se for como hoje, quase certo.

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Optamos por ir de avião de Budapeste pra Praga.

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O problema é que o vôo seria as 15:45!

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Mas vamos começar do começo.

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Acordamos no mesmo horário de sempre e fomos degustar o café da manhã do Four Seasons.

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Entre arrumar as malas e fazer o transfer, …

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… resolvemos aproveitar o bom tempo (sim, senhores, vimos até sol!) …

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… e dar uma passadinha no rio Danúbio, que é bem na frente do hotel..

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Foram fotos e mais fotos bacanas …

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… do Castelo de Buda

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… da Igreja de São Matías …

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… e até do Parlamento.

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Voltamos ao hotel, fechamos a conta e fomos pro aeroporto.

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Todo o vôo era uma curiosidade já que a companhia aérea seria a Czech Airlines.

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E olha, a coisa toda foi estranha. Sorte que estávamos com o pessoal do receptivo nos acompanhando pois nem o nome da companhia constava nos balcões.

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E quando a atendente etiquetou as nossas malas de mão, desconfiei do tamanho do avião!

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Encontramos na sala VIP e percebemos pelo tamanho dela que a cia não era das maiores.

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É claro que embarcamos no meio da pista, já que o avião era dos pequenos com dois lugares em cada fileira e com hélices!

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Bom, no final tudo deu certo (como nas novelas) e chegamos em Praga tranqüilamente.

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A nossa guia do receptivo falava um português perfeito (uma pena que era o de Portugal!) e nos explicou muitas coisas sobre a República Tcheca.

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Rapidamente chegamos ao hotel Mandarin Oriental.

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Ele fica na região de Malá Strana e bem próximo da famosa Ponte Carlos.

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Os quartos são espetaculares …

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… do jeitinho que se espera de um Mandarin.

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Ainda deu tempo de dar uma voltinha pela cidade …

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… só pra reconhecer …

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… e perceber o quão bela ela é.

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Ou seja, Praga promete mesmo .

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Voltamos ao hotel, …

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… bebemos a oferta do gerente …

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… e fomos nos preparar pro jantar que seria no restaurante Essensia, do próprio hotel.

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Não precisa nem dizer que o padrão do restaurante é o dos Mandarins. Ou seja, modernoso, oriental e espetaculoso.

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Resolvemos jogar o “barcov” nas pedras e chamamos duas flutes de Krug!

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Como decidimos pedir somente os principais, o chef nos mandou um delicado amuse de camarão com molho de páprica. Muito bom.

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O cardápio indicava que a especialidade do restaurante era asiática, então escolhemos somente pratos com esta culinária.

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A Dé foi de Chicken Tikka Massala, com arroz basmati, raita e pão pappadan. Apimentado e espetaculoso.

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Eu fui de Roasts breasts e red curry thay, arroz jasmim, bok choi, coentro e lichia. Espetaculoso e apimentado.

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Tomamos duas taças dum Pinot Blanc Tcheco que combinou perfeitamente com as pimentas.

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E só nos restou pedir dois expressos pra terminar um dia que tinha tudo pra ser chato, mas foi muito bom (também, com esta companhia!).

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E amanhã, começamos a desvendar os segredos de Praga.

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Dobry vencer.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia eins – Viena – Conhecendo a terra da Sissi.
Dia zwei – Viena – Sississiricando.
Dia Negy – Buda cabra da peste.
Dia ot – Budapeste –Ô cidadezinha bacana. Egêszségédre!

.

 

 

dcpv – ny – dia nine – despedida em alto estilo

19/10/2013

NY – Dia nine – Despedida em alto estilo.

A despedida diurna começou num formato que consagrou NY: um brunch.

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Havíamos reservado um (quer coisa mais novaiorquina?) no Asíate, o restaurante do afamado hotel Mandarin Oriental (esta dica foi dada pela Márcia Lube).

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Chegamos e nós alojamos numa excelente mesa com vista pra rua e …

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… melhor, pro Central Park.

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Chamamos uma Billecart-Salmon (era a nossa despedida oficial) …

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… e começaram a chegar a entradas.

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Mais precisamente 4 delas e vieram num formato muito simpático, além de serem deliciosas.

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Logo após, você tem que escolher 2 pratos quentes entre seis opções: a Lourdes optou por ravioli de abóbora e waffles de morango

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… a Dé foi de salada com queijo de cabra e salmão

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… o Eymard escolheu ovos mexidos e salmão, …

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… enquanto que eu, decidi pelos mesmos ravioli da Lourdes e por filé mignon.

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Mais uma vez a excelência de tudo foi a tônica.

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Pra finalizar, a sobremesa comum a todos: um creme de abacaxi e uma torta de café e chocolate.

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Ainda conseguimos dar um breve passeio pelo Central Park e pudemos babar no belo início do outono:

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Olha, foi um adeus, ou melhor, um até breve daqueles.

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Goodbye NY.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Dia one – New York, niu iorque.
New York – Dia two – Eeeeeéééé touchdown.
NY – Dia three – Linha alta; High Line. E Fiiiiiiiiiiiiígaro.

NY – Dia four – O rei MoMA.
NY – Dia five – Compras, trufas e mais trufas.
NY – Dia six – Mais uma bola de três.
NY – Dia seven – Per che, Per Se.
NY – Dia eight – A mim, a ti, A Voce.

.

dcpv – miami – 10th and last day – azul da cor do mandarin

03/2011

Miami – 10th and last day –  Azul da cor do Mandarin.

Este dia amanheceu maravilhosamente (mais um).

Muito sol e muito vento.

Ficamos estimulados e fomos caminhar até a Ocean Drive (e pela orla)  pra tomarmos o famoso café responsável no Starbucks e darmos mais uma bela olhada em todo a harmonia do conjunto art deco.

Voltamos ao hotel e adivinhem o que fomos fazer? Compras!

Pausa pra explicação: colocamos em ação nesta viagem o que estávamos prometendo há um tempão. Deixamos pra comprar aqui em Miami tudo o que queríamos comprar em São Paulo e achávamos que o preço estava muito alto ou muito além do real. É claro que no balanço final confirmamos que a diferença auferida foi o suficiente pra pagar toda a viagem e ainda sobrar algum.

Voltando, resolvemos explorar o comércio instalado na Collins Ave (entre a 5th e a 10th).

Diesel, Armani, Gap, Sephora, Victoria’s Secret (meu Deus, qual é o segredo desta Vitória?), Coop, Banana Republic, enfim, quase todas as grifes conhecidas nas terras brazucas, estão instaladas lá e uma ao lado da outra, com o charme de se viajar no universo engraçadíssimo e curioso do dia-a-dia da cidade.

Tudo bem que estava um calor infernal, mas mesmo assim foi muito divertido (e não foi só pra nós).

Resolvemos repetir a proeza do almoço de ontem e retornamos ao Joe’s Stone Crab.

Mais algumas patinhas dos bichinhos (também conhecidos como menippe mercenaria) que aqui não são peludos (será o primeiro mundo?)

… tomates assados com queijo e espinafres excelentes e …

… por incrível que pareça, as vedetes do almoço: as crocantes e deliciosas batatas fritas. Que aparentemente não são batatas propriamente ditas, mas sim, um purê condimentado delas e frito como se fossem pequenos churros. Deu pra entender?

Demos uma passadinha no hotel só prum pit stop físico/visual e …

… aproveitamos pra fazer um minitour arquitetônico pela região do Design District.

Vimos o belíssimo prédio da  Bacardi , …

… com um anexo mais lindo ainda, …

… além do Adrienne Arsht Center for the Performing Arts, um local muito bonito pra se ver espetáculos.

Pegamos mais um congestionamento (se Miami que tem aquelas belíssimas e largas ruas está assim, São Paulo tem mais é que ficar congestionada o tempo todo mesmo) e …

… fomos dar uma passada no mais agradável shopping de lá, o Village at Merrick Park.

Ele tem jardins muito bem cuidados,…

… lojas muito boas, …

… um ambiente super-agradável e melhor, …

… é a céu aberto.

O que te permite ver belíssimos pores do sol.

E aproveitar aquela luz do entardecer pra tirar ótimas fotos enquanto a sua mulher dá uma última olhadinha naquela loja imperdível (atenção: não tenho problema nenhum em acompanhar a Dé nestas tarefas e ouso dizer que até comprei mais (em quantidade) do que ela).

Inclusive, passei no tremendo sex shop que é a Williams-Sonoma.

Já tinha escurecido (nesta época, por volta das 18:00hs) o que não impediu de irmos dar uma olhadinha numa outra conhecida construção destes ares: o Biltmore Hotel e a sua torre espanhola.

Ainda tivemos a companhia do mais romântico luar de toda a viagem.

Como ir tomar banho com este espetáculo na tua janela?

Correria total, conseguimos chegar só 30 minutos atrasados da reserva feita pelo OT (que continua esplêndido. Todas deram certo!)  no restaurante Azul do hotel Mandarin Oriental.

Pra variar, o lugar é muito bonito (apesar de um pouco old fashion) com uma vista muito bacana das águas da baia do Porto de Miami.

O hotel é todo oriental (oh!) e muito bem decorado.

Sentamos, pedimos uma água com gás (o calor nos obrigou) e demos uma olhada no menu, que preocupou um pouco, pois a Dé não viu muita coisa que ela gostava.

O chefe nos mandou um agradinho enquanto escolhíamos tudo.

Como única opção de entrada, ela foi de Organic Green Salad, uma simplória salada de verdes que mostrou aquilo que sempre ouvimos dizer por aí: a tal cozinha de ingredientes. Estava fresquíssima e com um maravilhoso gosto de mato.

Eu aproveitei a onda e experimentei um Japanese Hamachi Tiradito, uma mistura nipo-peruana com peixe fresco cortado em fatias temperado com aji, pimenta e gengibre. Uma aquarela de sabores.

Tomamos apenas ½ garrafa dum Sauvignon Blanc Californiano  (precisávamos de sobriedade pra fazer todas aquelas compras caberem nas malas! 🙂 ) e escolhemos os principais.

A Dé foi novamente na única opção: num Sea Bass Chileno com acompanhamento duma torre de tomates e tostadas de pão miga com um molho refrescante de hortelã e iogurte. Excelente.

Eu arrisquei pedindo um risotto. E me dei bem, pois estava acompanhado do que poderíamos chamar de um aquário completo (peixe, marisco, mexilhão, vieiras, camarão), al dente e numa apresentação espetacular. Que prato!

Com outra sobremesa passada, os cafés expressos vieram acompanhados de ótimas mignardises.

Foi certamente a melhor refeição de toda a viagem (galinhas do everglades a parte!).

E com direito a passeio pelo lindíssimo lobby do hotel e …

… a pose do folclórico montador de pratos de lá (não parece o Chris Rock?).

Agora, sim! Missão cumprida e é certo que deixamos de ver algumas coisas (mais uma vez, a visita pros Everglades foi adiada), mas é mais certo ainda que voltaremos mais vezes.

Ainda achamos Miami muito mais divertida que NY quando o eixo da viagem é compras/gastronomia/turismo  (opinião polêmica, eu sei! rs).

See U. E hasta.

.


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