Posts Tagged 'marcia'

dcpv – dia tres – chile – vinícolas lapostolle e viu manent e copa do mundo: tudo a ver.

30/06/2018

Dia três – Chile Vinícolas Lapostolle e Viu Manent e Copa do Mundo: tudo a ver.

Hoje o dia seria muito diferente.

Afinal de contas não é sempre que se está viajando com uma Copa do Mundo acontecendo paralelamente.

Ainda mais com a abertura da fase de oitavas de final e com esta turma tão legal.

Bom, vamos começar do início.

O dia amanheceu broncolhaço …

… o que foi bom pra tomarmos o nosso café da manhã (e pras videiras) …

… e nos prepararmos pro jogaço França e Argentina.

Casa Lapostolle montou um telao numa sala, deixou um rosé da casa bem gelado e lá estávamos nós pra assistir ao grande embate.

E foi um jogão mesmo.

Torcemos muito (né, Dé e Álvaro?) e no final, os 4×3 pra França foi mais do que merecido.

Ainda deu tempo de acompanharmos o final do tour na Lapostolle.

E tudo por aqui é muito impressionante.

Desde a construção com 6 andares …

… passando pela escada espetacular …

… a sala de descanso dos barris (o santuário) …

… e a magnífica adega da Madame Lapostolle …

… que fica embaixo da mesa de degustação.

É um verdadeiro espetáculo.

Ainda passamos na lojinha …

… e fomos almoçar.

Em mais uma deferência especial, …

… o pessoal montou o nosso almoço na sala onde estava o telão …

… porque iria começar o jogo PortugalxUruguai.

Foi, digamos, uma refeição bastante desportiva.

Iniciamos com um tartar de Camarões e abacate …

… e como principal, um atum com molho vermelho e quinoa.

Tudo muito bom e bem temperado.

Os vinhos estavam ótimos e o Clos Apalta foi a estrela.

Ainda comemos um mil-folhas de maçã com sorvete de abacaxi e crumble.

Quando percebemos, o jogo já tinha acabado (vitória do Uruguai) …

… e estava no horário do nosso tour vespertino.

Iríamos conhecer a vizinha vinícola Viu Manent.

Ela é mais clássica e, aparentemente, não busca uma imagem natural ou biodinâmica.

Mas o mais interessante, …

… é que após uma explicação inicial, …

… mostrando toda a sua rica história, …

… nós fizemos um passeio de charrete …

… por toda a região de produção de uvas.

Não deixa de ser bacana …

…  charretear pela propriedade …

…  vendo todos os tons de marrom que as videiras sem folhas produzem.

Ainda passeamos pela área de produção de vinhos, …

… sim, foi aquele blá-blá-blá de colheita a mão e etc …

… e fomos pra degustação de 5 vinhos.

Confesso que não gostei muito da maioria deles, …

… mas o tour todo é bem bacana.

Voltamos pra Lapostolle, …

…. fomos dar uma descansada pra nos preparar pro nosso último jantar juntos por aqui.

Iniciamos com um grapefruit frizz e vários amuses.

Sentamos na nossa mesa exclusiva …

… e abrimos os trabalhos com uma casquinha de caranguejo que estava muito boa.

Acompanhamos com o razoável rosé Lapostolle do almoço.

Como principal, nos serviram um bife de tiras com beterraba e cebola assada.

E pra maridar, o glorioso ícone da Lapostolle, o Borobo 2014.

Perfeito.

Assim como foi todo o final de semana com o nosso grupo.

Ainda curtimos a sobremesa, que foi um musse de chocolate com sorvete de frutas vermelhas.

Foi um final doce para mais um doce encontro de todos.

Planejamos os próximos e certamente, tudo será regado a bom humor, gargalhadas e conversas impagáveis.

Que venham, então!

Hasta.

Acompanhe os outros dias desta mini big trip:
dia uno – Chile – Santiago – Vino, poesia, Isla Negra e ele, Neruda!
dia dos – Chile – Revisitando o vale do Colchágua e a magnífica vinícola Lapostolle.



.

 

Anúncios

dcpv – dia uno – Chile – Santiago – Vino, poesia, Isla Negra e ele, Neruda!

28/06/2018

Dia uno – Chile – Santiago – Vino, poesia, Isla Negra e ele, Neruda!

E não é que o nosso grupo de vinhos resolveu retornar ao Chile?

Mais especificamente pra vinícola Lapostolle.

É um revival do que fizemos há 6 anos e neste caso, em plena Copa do Mundo!

Isso é que é amor!

Desta vez chegamos aos poucos em Santiago.

E nós fomos os primeiros.

Depois de termos alguns pequenos problemas com o nosso voo, …

..eh, Latam, …

… fomos premiados com vistas espetaculares …

… da majestosa Cordilheira dos Andes, …

… em pleno entardecer.

Que luz, senhores!

Chegamos quase a noitinha …

… demos uma olhada bem por cima no hotel e fomos jantar.

Desta vez, escolhemos o Ambrosia, …

… um restô fora do centro, …

… mas muito charmoso …

… e com uma comida excelente feita pela chef Carolina Bazán.

Pedimos um ceviche pra compartilhar como entrada …

… e como principais, a Dé optou por pejeperro com purê de alcachofras e chips de Jamón Serrano (que eu comi) …

… e eu, ciervo de casa, papas confitadas, manzana pochada y crumble.

Tomamos um Carmenere dos bons e fomos dormir.

O hotel é exatamente o que o nome dele propõe.

The Singular é singular mesmo.

Ele é clássico …

… e muito bacana.

Os quartos são super espaçosos …

… e a sua localização é muito boa (na Lastarria).

Acordamos e fomos tomar café da manhã junto com a Marcia e o Vianney que chegaram na noite passada.

Hoje faríamos um tour chamado Vino, poesia e Isla Negra.

Na verdade, eu e a Dé repetiríamos este passeio que fizemos em 2011.

Saímos direto pra Isla Negra.

Lá fica a casa que o Neruda mais gostava.

E ela é bem bacana.

E diferente demais.

Na verdade, Pablito é que era demais.

E um acumulador contumaz.

A casa é muito particular …

… e interessante ao extremo.

Neruda gostava muito do mar …

… e então fez a casa toda no formato dum barco.

Mas ao mesmo tempo, ele tinha medo do mar.

Como todo bom artista e gênio, era muito paradoxal.

Enfim, a casa toda é sensacional …

… e a visita, que é totalmente audioguiada, …

… é inesquecível.

Saciada a nossa fome de cultura …

… fomos almoçar.

E na vinícola Matetic, …

…onde faríamos um tour.

O restaurante El Equilibrio é bem bonito …

… e a comida também é muito boa.

Pedimos uma entrada só de frutos da mar pra compartilhar…

… e tomamos um Sauvignon Blanc da casa, ou seja, Matetic, pra acompanhar.

As meninas pediram peixe.

A Marcia um legítimo salmão chileno, …

… a Dé, uma pescada.

Já o Vianney, um gnocchi com ragu de carne …

… e eu, uma carne, que mais parecia um brontossauro. 🙂

Todos muito bons e …

… foi uma decisão sábia almoçar aqui.

Saímos de lá pro tour pra conhecer a vinícola.

Que tem fama de produzir ótimos vinhos, …

… mesmo porque ela é biodinâmica.

Todo o processo de vinificação não inclui qualquer tipo de pesticida (dá pra perceber, né?) …

… e eles utilizam formatos orgânicos.

Até feng shui é aplicado.

O passeio é muito instrutivo …

… e você sai de lá com vontade de beber …

… e comprar muitas garrafas.

Foi o que fizemos, …

… além de degustarmos mais dois ótimos vinhos …

… ao final do tour.

Retornamos muito felizes.

Este passeio (feito pela Enotour) é demais e se tiver alguma folga quando estiver em Santiago, faça-o.

Retornamos pro hotel (são quase duas horas de estrada), …

… passamos numa loja de vinhos do Centro Cultural Gabriela Mistral, …

… pra comprar alguns Tatay 2010 ( 🙂 ) entres outros e estávamos prontos pra bocanarizar.

E com a adição da Madá e do Álvaro ao grupo, a coisa melhorou ainda mais se é que isso seria possível.

Bocanariz, nosso bar de vinhos preferido em Santiago, fica ao lado do hotel.

O lugar é muito especial e foi feito pra conversar, comer e beber bem. Ou seja, pra nós!

Desta vez, em vez de fazermos os vuelos (passeios por vários tipos de vinhos), optamos por tomar garrafas.

Praticamente voamos por todo o Chile e comemos também um montão de coisas. Frios, queijos, empanadas, …

… peixes, carnes e quetais.

Não preciso nem dizer que foi extremamente divertido.

E ainda tomamos uma saideira no bar do hotel (com um espumante de quinta).

Só nos restou dormir (hic!) o sono dos justos …

… porque amanhã é dia de Lapostolle. O Colchágua vai tremer!

Adios.

.

dcpv – giorno due – itália – toscana – um simples domingo.

01/10/17

Itália – Giorno due – Toscana – Um simples domingo.

O dia amanheceu broncolhão e chovendo.

Não podíamos reclamar, já que estamos cansados de saber que as uvas precisam de água. 🙂

Demos aquela descansada, tomamos um café da manhã frugalíssimo …

… e zarpamos pro almoço no restaurante Arnolfo (a Lourdes e o Eymard acabaram de ir lá e adoraram), um dois estrelas Michelin e integrante da rede Relais & Chateaux (viu, Márcia?).

Ele fica numa cidade lindíssima, a aprazível Colle di Val d’Elsa.

Toda a vista lateral dela é muito dramática e impressionante.

Chegamos ao Arnolfo e fomos muito bem recebidos pelo proprietário/chefe, o Gaetano Trovato.

Mais uma vez o meu poder de convencimento foi testado, já que eles só oferecem menus degustação.

Se bem que a Dé até que gostou, porque eles têm a opção “architteture vegetale”.

Eu aproveitei e escolhi o “essence del território”.

É claro que o chef nos mandou alguns agrados antes de, propriamente, iniciarmos os trabalhos.

O menu completo da Dé foi o seguinte (me desculpem, mas não anotei o descrição dos pratos):

O meu, baseado em carnes, teve os seguintes pratos:

Comemos bem demais (e muito) …

… tomamos um ótimo Chianti Classico Isole e Olena, …

… e adoramos ver como os chefs italianos cozinham e se preocupam em saber se você, o cliente, está satisfeito.

Saímos felizes, saboreando a cidade e suas vistas, …

… e ainda passamos em Impruneta, para dar uma olhada na festa mais típica que existe por lá, a Festa da Uva.

Olha, é divertido ver a quantidade de pessoas que se deslocam pra curtir um desfile de carros alegóricos.

Tudo bem que eram todos italianos!

Enfim, foi um domingo agradável e só nos restou, comer uns frios em casa, …

… tomar um bom Chianti …

… e contar carneirinhos em italiano.

Uno, due, tre, zzzzzzz.

Arrivederci.

Acompanhe o primeiro dia desta epopéia:
giorno uno – Itália – Toscana, amore mio ou o inicio duma bela jornada!

.

 

dcpv – dia II – dois dias na região vinícola de carmelo, uruguai.

14/10/16

Dia IIDois dias na região vinícola de Carmelo, Uruguai.

Acordamos até que cedo e o dia estava chuvoso.

Aproveitamos pra tomar lentamente o nosso ótimo café da manhã …

… e divagar sobre o como a chuva é importante para o desenvolvimento das uvas. 😀

A nossa visita de hoje seria à vinícola El Legado.

Ela fica bem perto da Campotinto, a que fomos ontem.

E o estilo é o mesmo.

É um estabelecimento familiar, …

… com produção artesanal (4300 garrafas por ano) …

… e um cuidado imenso com a qualidade final do produto.

Chegamos lá e fomos recebidos pelos próprios donos, a Marta e o Bernardo.

Fizemos um tour bem rápido …

… e deu pra perceber o carinho com que eles tratam a matéria prima.

Logo após, nos alojamos na sala …

… e aproveitamos pra degustar alguns frios e queijos …

… na companhia de todos os 3 vinhos que eles produzem.

Um Tannat, um Syrah e um assemblage das duas uvas.

Todos foram aprovados …

… e, inclusive, tivemos a oportunidade de experimentar o assemblage 2016 diretamente do barril.

A experiência de nós mesmos tirarmos o vinho com o uso da pipeta foi demais.

Neste momento, já nos sentíamos em casa.

Logo o almoço foi servido.

E não podia deixar de ser uma parrillada feita pelos filhos do casal.

Ou seja, seria uma refeição realmente feita em família.

Comemos boas carnes, …

… ótimos legumes …

… e continuamos bebendo excelentes vinhos.

Experimentamos uma sobremesa …

… e tivemos, enfim, a certeza de que este passeio é indispensável.

Até o sol deu o ar da graça.

Portanto, se estiver pela região, venha visitar a vinícola El Legado.

Chegamos tão tarde ao Narbona, que só tivemos tempo de nos arrumar e partir pro jantar.

Que seria no Hotel Hyatt.

A curiosidade pra conhecê-lo era muito grande. Afinal de contas, ele é uma alternativa à hospedagem na Narbona.

Chegamos lá e constatamos que o hotel é muito bacana, mas que tem mais o formato dum resort.

Ele é bem bonito.

Optamos por comer frugalmente, já que o almoço foi substancioso. Escolhemos na maioria, massas …

… e achei os molhos mais pesados que o normal.

Mas, como sempre, foi muito divertido e conversamos até tarde, …

… com a boa companhia de dois vinhos brancos, um Chardonnay Ruttini e um Sauvignon Blanc Pulenta.

O resto foi fazermos o caminho de volta já marcando a próxima viagem deste grupo que veio pra ficar.

Uma pena, a Lourdes e o Eymard não poderem comparecer, mas certamente, estaremos todos juntos em Bordeaux.

Ainda tivemos, somente a Dé e eu, uma pequena e boa experiência em Colonia del Sacramento.

Como ficava no caminho pra Montevideu, optamos por almoçar por lá.

E escolhemos o Bistrô del Charco, que fica no hotel homônimo.

Ele fica de frente pra praia (ou seria o rio?) …

… e tem vistas especiais.

A comida também é muito boa.

A Dé pediu uma Caprese …

… e eu, uma Milanesa com batatas.

Tomamos um Chardonnay uruguaio …

… e ainda aproveitamos pra dar um pequeno passeio pelo centro histórico de Colonia.

Afinal de contas, terminar este tour pela Calle de los Suspiros ….

… foi mais do que apropriado.

Adiós e até a próxima.

.

 

 

 

 

dcpv – dia I – 2 dias na região vinícola de carmelo, uruguai.

13/10/2016

Dia I2 dias na região vinícola de Carmelo, Uruguai

É, o grupo estava afiado.

Afinal de contas, já tínhamos nos divertido muito anteriormente tanto no Chile (Vale do Colchágua), como na Argentina (em Mendoza).

E desta vez, nos juntamos na vinícola Narbona.

Nós, a Dé e eu, viemos de Montevidéu de carro (quase 3 horas de viagem) e os amigos cariocas (Madá, Álvaro, Marcia e Vianney) de Buquebus e carro, via BsAs.

Chegamos primeiro e fomos alocados num quarto enorme …

… com vista pras videiras …

… e que tem o nome da uva icônica daqui, a Tannat.

Pra não dizer que tudo estava maravilhoso, o banheiro era muito velho e com móveis, digamos, não muito contemporâneos. 🙂

Aproveitamos, enquanto o pessoal não chegava, pra ir almoçar.

E experimentando um ótimo Tannat Narbona Roble 2012 …

… com o acompanhamento de um ojo de bife com chimichurri pra mim …

… e frango com polenta pra Dé.

Tudo estava muito caprichado e autêntico.

O pessoal chegou e aproveitamos pra matar a saudade, tomando um bom Pinot Noir, também da Narbona.

Descansamos um pouco, …

… olhamos uma parte da vinícola …

… e fomos nos preparar pro primeiro jantar do grupo.

Que foi no próprio restaurante da Narbona.

Não precisa dizer que tudo foi extremamente divertido e saboroso.

Como o menu era o mesmo do almoço, tivemos algumas repetições.

Comemos ojo de bife, …

… salada (pra Dé, óbvio), cordeiro, …

… canelone e ravioli, …

… além de experimentarmos e aprovarmos o vinho top do lugar, o Tannat Luz de Luna 2012.

Gostamos de tudo, conversamos muito (tínhamos mesmo que matar as saudades) e fomos dormir, vendo um céu estrelado.

Acordamos com um maravilhoso sol.

Tomamos o ótimo café da manhã do hotel …

… e aproveitamos pra ir conhecer a bodega.

Existe uma parte antiga e uma nova e moderna (segue o fotoblog).

Quando percebemos já era hora do almoço, …

… que seria numa vinícola próxima, a  CampoTinto.

Aproveitamos que no meio do caminho e dentro do complexo Narbona, existe o Porto Camacho e fizemos uma visita.

O Porto é muito bacana, …

… além de ter uma bonita loja de produtos Narbona (conservas, queijos, etc) …

… e um restaurante casual chamado Basta Pedro que é bastante simpático.

Prometemos voltar.

Seguimos para a  CampoTinto, onde tivemos uma breve explanação da sua produção bastante artesanal de vinhos.

São somente 15000 garrafas feitas anualmente, …

… sendo que a maioria é utilizada no próprio restaurante.

O enólogo Daniel nos explicou tudo …

… e, inclusive, experimentamos vinhos que estavam descansando em barricas de carvalho.

O Tannat 2016 estava muito bom.

Dali, seguimos para o almoço.

O restaurante é muito simpático …

…  e você tem duas opções de entradas, principais e sobremesas.

Acabamos escolhendo tudo. Bruschettas …

… e bolinhos de chicória.

Gnocchi …

… e peito de frango.

Flan com dulce de leche (taí, Eymard) …

… e creme brulée.

Tomamos um Tannat 2012 e assim conseguimos escolher quais vinhos compraríamos.

Nos despedimos com pesar …

… e, ufa, fomos nos preparar prum picnic que contratamos na Narbona.

Ele seria feito próximo as videiras …

… e a atração maior deveria ser o por do sol.

Andamos cerca de dez minutos e chegamos ao local.

Estava tudo preparado. Sanduíches, queijos, doces e vinhos.

Somando-se a conversa agradável, foi o que podemos considerar um programaço.

E o sol não nos decepcionou.

Tiramos várias fotos do seu por e continuamos a conversa até o escurecer.

Retornamos ouvindo uma trilha sonora de peso que o DJ Álvaro nos brindou e cantando..

Imagine tudo isso ao som de Rolling Stones, Ramones e Talking Heads? Wild, wild, life!

Continuamos a conversa noite adentro com o devido acompanhamento de mais algumas garrafas de Tannat. Um espetáculo!

Depois disso, só subindo a escada e dormindo o sono dos justos.

Adiós.

Veja os outros dias desta viagem:
Uno – 1,5 dias em Montevidéu – O que fazer na capital uruguaia?

.

 

dcpv – dia uno e único – chile – vinícola vik, um espetáculo!

agosto 2015

Dia uno e único – Chile – Vinícola VIK, um  espetáculo!

O que você diria de um visionário que pensou em fazer o melhor vinho do Chile, talvez do mundo, partindo do nada?

DSC01308

Pois foi exatamente esta ideia a de Alexandre Vik.

DSC01305

Bom, deixa eu começar do começo.

DSC00962

A Marcia Lube teve (também) a brilhante ideia de fazermos a nossa reunião anual do grupo de vinho (formado por ela e o Vianney, a Madá e o Álvaro, a Lourdes e o Eymard, a Dé e eu) no Chile, mais exatamente na vinícola VIK, que fica na vale de Millahue.

DSC01067

E o negócio todo foi muito bom.

DSC01016

Primeiramente nos encontramos em Santiago onde aproveitamos pra matar as saudades dos vuelos do excelente Bocanariz

DSC00972DSC00973

… e conhecermos o muito bom restaurante …

DSC00999

… do famoso chef Gaston Acurio, …

DSC01001

… o Astrid y Gaston.

DSC01018

No outro dia , após pernoitarmos no ótimo hotel Noi Vitacura, …

DSC00993

… partimos pra conhecer esta ideia que aparentemente parece ser maluca, mas é espetacular.

DSC01033

São quase duas horas de Santiago, …

DSC01036

… mas quando se chega lá, …

DSC01039

…  a visão desta maravilha que fica no cume do monte mais alto…

DSC01038

… e com vista de 360° pra toda a vinícola deixa qualquer um de boca aberta …

DSC01045

… e pensando, My Good, como é que pode existir visionários como o Alexandre no mundo?

DSC01047

Programamos pra fazer o tour guiado pela vinícola logo na tarde do nosso primeiro dia aqui, uma sexta-feira.

DSC01105

E o tour é exatamente o que se poderia imaginar.

DSC01114

Nada mais do que extraordinário.

DSC01164

Antes disso, deixe-me explicar alguma coisa sobre o hotel.

DSC01044

É quase que um devaneio.

DSC01073

Chegamos e tivemos esta visão.

DSC01069

Fomos recebidos com chás e uma recepção maiúscula.

DSC01048

Demos uma olhada nos quartos, sendo cada um deles decorados por arquitetos famosos e de forma individual.

DSC01076

Estes valem o mini fotoblog.

DSC01081

DSC01052

DSC01055

DSC01059

DSC01061

DSC01238

DSC01246

DSC01249

Logo depois, fomos almoçar.

DSC01049

E frugalmente.

DSC01095

As escolhas seriam Côngrio …

DSC01088

… e Ossobuco para quem quisesse.

DSC01090

E o melhor, com um indefectível vinho VIK 2010 (excelente e excelente) sendo servido com nenhuma parcimônia.

DSC01084

A seguir faríamos o tour pela propriedade.

DSC01120

É incrível imaginar que tudo isto …

DSC01102

… foi iniciado em 2004, …

DSC01175

…com a plantação das primeiras videiras em 2006.

DSC01111

Ou seja, imagine que tudo era pura mata e que agora está transformado numa área produtora de vinhos.

DSC01075

E, segundo a ideia do proprietário, o provável melhor vinho do mundo (será megalomania?).

DSC01125

O tour é excelente.

DSC01121

Você passeia pelos terroirs específicos de cada tipo de uva …

DSC01128

… e, finalmente, chega à bodega …

DSC01131

… com este ambiente futurista …

DSC01165

… e impressionante, …

DSC01153

… onde o que vale, é saber que o capricho de todo o projeto…

DSC01166

… e sua execução, te fazem acreditar que tudo, desde que bem planejado, é possível (é claro, que com uma boa quantidade de dinheiro acompanhando).

DSC01143

E aí, chega a hora da degustação.

DSC01177

Você entra primeiramente na magnífica sala de Produção …

DSC01173

… passa por um visual incrível …

DSC01180

… e de repente, chega a uma sala de degustaçào …

DSC01179

… feita com um tremendo bom gosto …

DSC01174

… com obras assinadas por grandes artistas e é onde tudo começa a fazer sentido.

DSC01178

O nosso guia explica que o assemblage do vinho VIK é feito com a combinação de diversas uvas (com a predominância de Cabernet Sauvignon e Carmenere) e aí você experimenta os varietais 2013 que formarão o vinho deste mesmo ano.

DSC01182

Aí, do nada, surge a brincadeira de você fazer o seu assemblage. O meu, por exemplo, continha 50% de Cabernet Sauvignon, 40% de Carmenere e 10% de Syrah. Ficou um espetáculo!

DSC01191

Só nos restou agradecer ao nosso guia pelo ótimo passeio e terminarmos tudo experimentando novamente o VIK 2010.

DSC01200

Voltamos ao hotel, …

DSC01215

… e resolvemos dar uma descansada, antes de partirmos para o jantar propriamente dito.

DSC01213

Começamos tudo jogando uma partida de sinuca, comendo uma entradinha de cordeiro …

DSC01314

… e vibramos com o experimento  do VIK  2011 …

DSC01219

… e com a chegada dum peixe muito bom.

DSC01226

Finalizamos com uma sobremesa  ….

DSC01321

… e pensamos como a vida é boa.

DSC01269

Ainda tivemos tempo de olhar as luzes da piscina de borda infinita ….

DSC01233

… e dormir o verdadeiro sono dos justos.

DSC01050

É, realmente a vida é muito boa ….

DSC01293

… e a vinícola VIK…

DSC01338

… com seu magnífico hotel são lugares que tem que ser visitados (ficamos mais um dia por lá só aproveitando o bom papo).

DSC01339

E tenho dito.

DSC01347

Adiós …

DSC01356

… e hasta la vista.

.

 

 

 

 

dcpv – mendoza – dia cuatro – vinícolas cobos, achaval ferrer com almoço na ruca malen

10/08/13

Mendoza – Dia Cuatro – Vinícolas Cobos, Achaval Ferrer com almoço na Ruca Malen.

Mais um dia maravilhoso em Mendoza.

SONY DSC

Acordar cedo e ver esta vista da Cordilheira dos Andes é mesmo um espetáculo.

SONY DSC

E pra completar, tomar um lauto café com a mesma vista te acompanhando é mais espetacular ainda.

SONY DSC

Hoje aproveitaríamos pra sair um pouco mais cedo e dar uma passada na Viña Cobos.

SONY DSC

Ela fica bem ao lado do hotel e estávamos a fim de comprar alguns dos seus vinhos ícones.

DSC07316

Foi bom ter passado por lá, pois além das compras, ainda pudemos fazer uma boa degustação …

DSC07314

… e dar uma pequena espiada no visual clean, despojado e organizado que ela tem.

SONY DSC

Logo após, passamos na Achaval Ferrer, no que seria só pra fazer umas comprinhas (vinhos são absolutamente necessários).

SONY DSC

O lugar é muito bacana e tem o mesmo quilate que os vinhos que eles produzem.

SONY DSC

O upgrade foi que conseguimos fazer uma visita-degustação mesmo sem reserva e após ela ter iniciado.

SONY DSC

O que neste caso, significou termos perdido a prova do vinho mais fraco e aproveitarmos todos os outros muito bons.

SONY DSC

Outra curiosidade foi que tomamos vinhos diretamente do barril de carvalho, utilizando, inclusive, uma pipeta.

SONY DSC

Passeamos pela entorno da vinícola, …

SONY DSC

… que pra variar, tem uma vista maravilhosa da onipresente Cordilheira, …

DSC07350

… e aproveitamos pra comprar algumas garrafas de vinho para serem entregues no Brasil (depois eu conto como foi a experiência).

DSC07353

O programa verdadeiro do dia se iniciaria com uma visita a Bodega Ruca Malen, …

SONY DSC

… que é tida e conhecida como boutique, já que produz vinhos em pouca quantidade e de excelente qualidade.

SONY DSC

Além do mais, todo o método de execução do néctar de uvas é bastante rudimentar.

SONY DSC

Acompanhe o fotoblog do tour:

SONY DSC

SONY DSC

SONY DSC

SONY DSC

SONY DSC

Logo após, fomos almoçar lá mesmo.

SONY DSC

E certamente foi a melhor refeição que fizemos aqui em Mendoza.

DSC07370

Inicia que o restaurante é muito bonito …

DSC07363

… e com uma vista da Cordilheira de impressionar.

DSC07375

Pra variar, o menu é de cinco passos e do tipo degustação.

DSC07373

Começamos com dois aperitivos: um, a salada de abobrinhas de tronco, creme de queijo branco, limão, amendoim japonês, uvas passas, maçãs caramelizadas e azeite picual. Uma delícia e com uma apresentação inusitada.

DSC07372

Acompanhou o correto e simples Chardonnay Yauquen 2010.

DSC07369

O segundo aperitivo foi um pastel de milho amarelo sobre creme de pimentões marrons assados.

DSC07387

Foi mais uma delícia acompanhada do vinho tinto Yauquen Cabernet Sauvignon 2012.

DSC07382DSC07383

Já a entrada veio na forma do tradicional locro, um guisado de trigo e linguiça do campo, apresentado num vasinho e fechado por uma massa, além do enfeite de alecrim.

DSC07391

A harmonização foi feita por um vinho tinto Ruca Malen Merlot 2011 que caiu muito bem com o prato.

DSC07394

O prato principal, o quarto passo, foi, no caso da Dé, uma simples pasta com molho de tomates

DSC07399

… e no caso dos outros, a Márcia, o Vianney, a Lourdes, o Eymard e eu (a Madá e o Álvaro ficaram no hotel por motivos técnicos) um medalhão de filé mignon grelhado com croquete de batatas, vegetais salteados e chimichurri.

DSC07396

Pra nossa surpresa, a harmonização foi feita com dois vinhos tintos: um, o Ruca Malen Reserva 2010 e o outro, o top de linha Kinién Malbec 2009, ambos excelentes.

DSC07388DSC07403

Só ficou faltando a sobremesa que nos foi servida na forma duma torta úmida de chocolate amargo sobre fondant de doce de leite e zest de casca de laranja.

DSC07410

Enfim, este almoço na Ruca Malen foi certamente a refeição mais equilibrada que fizemos neste curto giro por Mendoza, além de ser a mais saborosa. É um lugar altamente recomendado.

DSC07411

Corremos um pouquinho pensando em visitar a Luigi Bosca, mas como estávamos atrasados, acabou ficando pruma próxima vez.

DSC07301

De qualquer forma, voltamos pro hotel, pois além de termos que arrumar as malas, ainda tínhamos marcada uma degustação de vinhos na sua adega.

DSC07431

Sendo assim, as 19:00 hs, estávamos todos no hall do hotel bebericando uns espumantes e aguardando o início da aula do sommelier.

DSC07429

Descemos pra bonita adega, e nos informamos bastante sobre o mundo do vinho …

DSC07433

…além de experimentarmos 3 vinhos, sendo dois da própria produção do hotel, um Sauvignon Blanc e um Malbec/Cabernet e outro Malbec dum produtor consagrado, o Durigutti Malbec Reserva 2008 (grato, Márcia) .

DSC07432

Terminamos a degustação e resolvemos jantar no próprio hotel (deixamos pra outra vez a reserva que tínhamos no Azafrán).

DSC07435

E fomos frugais: a Dé e o Álvaro pediram uma salada com queijo de cabras, a Madá e a Lourdes sopa de tomates, …

DSC07442

… a Márcia o salmão, …

DSC07446

… o Vianney uma sopa de abóboras

DSC07448

… e eu e o Eymard dividimos uma degustação de carnes.

DSC07453

Todos os pratos estavam excelentes e pra acompanhar, tomamos um vinho tinto da junção Catena/Rotischild da linha Caro e um Cheval dos Andes, ambos muito bons.

DSC07438

Como o tempo urgia, pagamos a conta e fomos dormir, espiando e nos deleitando com um dos ceús mais bonitos que vimos até hoje.

DSC07462

E fizemos juras de que estes encontros anuais desta excelente turma sejam eternizados (a Toscana que nos aguarde).

SONY DSC

Amém.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Santiago do Chile – Bocanáriz, olhos e ouvidos; Puerto … Fuy!
Mendoza – Dia uno – Cavas Wine Lodge, que hotel!
Dia dos – Mendoza – Vinícolas Familia Zuccardi (com almoço) e La Rural.
Mendoza – Dia tres – Vinícolas Catena Zapata e Achaval Ferrer com almoço na Lagarde.

.


É só inserir o seu email, clicar no botão "Seguir" e a cada novo post publicado aqui, você receberá uma mensagem com o link. É fácil, qualquer criança brinca, qualquer criança se diverte! :)

Junte-se a 658 outros seguidores

Posts recentes

Comentários

Blog Stats

  • 1.425.147 hits
outubro 2019
S T Q Q S S D
« set    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031  

Arquivos

Atualizações Twitter

Anúncios