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dcpv – thaítalo. é carne (e moída)

número 405
16/12/2014

Thaítalo. É carne (e moída).

O fio condutor deste menu é a carne moída.

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E por mais incrível que pareça, nenhuma delas é carne de boi. Numa receita usarei frango e na outra porco (em forma de linguiça).

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Ambas são homenagens. A entrada, ao Mestiço, um dos nossos restaurantes preferidos na praia e com uma cozinha com tendências tailandesas.

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E o principal, a Itália (pra variar).

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Vamos lá, então.

Entrada – Krathong-thong.

Esta entrada é a melhor de todas em todos os tempos. Nós aprendemos a comer krathong-thong sempre que possível. E nunca enjoamos.

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E o que são os tais? São cestinhas crocantes recheadas com uma carne moída de frango, milho e temperos especiais.

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Para fazê-la, basta fritar 4 colheres de sopa de cebola finamente picada e 200g de frango cozido picado bem fininho por 2 minutos.

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Adicione 2 colheres de sopa de cenoura bem picada, 2 colheres de açucar, 1/4 de colher de chá de shoyu, 1/2 colher de coentro em pó e 1/2 colher de sal e frite por mais 3 minutos.

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Deixe esfriar e divida esse recheio entre as cestinhas fritas (até tenho a receita delas, mas aproveitei umas que sobraram do pedido que fizemos ao Mestiço no final de semana).

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Não preciso nem dizer que ficaram maravilhosas.

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Ainda mais acompanhadas (descoberta nossa) dum espumante muito bom, o  Cava Freixenet Cordon Negro que foi “dia da marmota, cordão cheiroso, fresh gordon“.

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Principal – Polenta a Calabresa.

Esta também estava fácil de fazer (mesmo porque a Dé adora polenta).

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Aproveitei o nosso retorno do Piemonte com alguns bons ingredientes, entre eles uma Polenta ao Taragno.

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Foi só juntar um bom caldo de legumes com os grãos e ela estava feita.

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Pro molho, fiz uma base com salsão e cenoura cortados finos, …

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… juntei a linguiça cozida e cortada em pedaços (sem a pele)…

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… coloquei alguns tomates cortados (sem pele e sem recheio) …

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… uma lata de tomates pelados e deixei apurar.

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Ai foi só servir a polenta quente com o molho também quente.

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Uau! A noite estava devidamente aquecida.

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Harmonizamos com um bom tinto, o Zinfandel Niles 2011 California que achamos “emblemático, deofanzin, sunrise“.

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Sobremesa – Pudim de limão e canudos variados.

Eis mais uma sobremesa feita pela nossa pastissier oficial, a D Vera.

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Um tremendo pudinzão e canudinhos pra serem preenchidos pelos mais variados doces.

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Calóricos, mas extremamente saborosos.

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Fique com a opinião dos moídos (perceba que o Deo teve que trabalhar no lodjinha e não pode comparecer a esta festa):
Comida excelente. A melhor polenta que comi até hoje!! (Edu)
A melhor polenta que eu comi na minha vida. (Mingão)

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Pronto!

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Este menu ítalo-tailandês caiu bem demais.

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Ainda mais, parodiando o Mingão, com a presença da melhor entrada que comemos nas nossas vidas.

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ความอยากอาหารที่ดี!

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dcpv – dobradinha – além da biblioteca tem um Mestiço

07/09/2011
feriadão

Dobradinha – Além da bibliteca tem um Mestiço

Este post é uma mistura. Pra ficar mais bonito, uma miscelânea.

Quase fizemos este programa duplo, esta dobradinha, no último final de semana. Inclusive, almoçamos no Mestiço.

Só que não fomos ao Lasar Segall por causa do jogo do Timão (perdeu de novo!) e tínhamos esquecido a máquina. Programamos pro  feriado da Independência, pois estaríamos na praia.

E lá fomos nós. Primeiro, ao almoço no Mestiço.

Alguém consegue explicar o porque dele estar sempre cheio? É um restaurante que nunca passou a imagem de “jabazado” e ao mesmo tempo, dificilmente apresenta uma mudança no seu tradicional e saboroso menu. Mas tem provavelmente a melhor entrada já existente na culinária (pelo menos pros Luz): os famosos krathong-thong (se diz cratontom).

São cestinhas de massa crocante recheadas com um carne moída de frango muito bem temperada e úmida com um pouco de milho verde e finalizada com cebolinha cortada.

É viciante, delicioso e ainda se consegue um upgrade ao colocar algumas gotas de tabasco. Pedimos duas porções o que corresponde a 14 krathongs que foram divididos irmanamente (4.5 pra Re, 4.75 pra Dé e 4.75 pra mim).

Bebidas? Sucos de Lima da Pérsia pras meninas e uma Bohemia pra mim.
Resolvemos pedir dois pratos principais (eles são bem servidos) pra dividirmos. Escolhemos um com carne, o Guanabara. Bife, arroz branco, feijão preto bem temperado e 3 (que sorte!) empadinhas de alho poró.

O outro foi de frango. O Delhi , com um arroz indiano, filet do peito do penoso grelhado e banana gralhada.

Quando pensávamos pedir a nossa sobremesa preferida de todos os tempos (bolinhos de estudante e café), o atendente Sérgio (gente finíssima) nos trouxe colheres e disse que ganharíamos uma surpresa pra “adoçar a nossa boca“. E de repente, chegou um encorpado brownie com chantilly que foi exatamente o que precisávamos e melhor, servido num formato ecumênico justamente pra dividirmos. Ou seja, perfeito!

Estávamos pagando a conta (meros R$ 151,00) quando avistamos os habituée famosos, o Nick e o Riq (Viaje na Viagem). Batemos altos papos, desejamos uma feliz viagem (estão partindo prum longo périplo pela Europa) e deixamos a nossa mesa pra eles.
Fica a seguinte conclusão: o Mestiço é pra nossa família (assim como pra muita gente) o lugar onde a relação qualidade X felicidade é a maior possível na cidade de SP.

Dali partimos pro Museu Lasar Segall. Iríamos ver a interessante exposição Além  da Biblioteca, onde vários artistas utilizam livros como matéria-prima pras suas obras.

Logo após a entrada (a exposição vai até 28/10 e é gratis) vimos uma intervenção da Regina Silveira da série onde “cada artista deve apresentar um projeto de instalação/intervenção, propiciando ao público visitante uma reflexão sobre as relações entre espaço arquitetônico, espaço público e artes visuais“.

Neste caso, todo o telhado de vidro estava coberto por adesivos com a palavra LUZ escrita das mais diverass maneiras possíveis.

A intenção é que quando estiver sol, estas palavras (que são vazadas) sejam projetadas no piso.

Não vimos este efeito devido ao sumiço do astro-Rei, mas achamos muito interessante esta homenagem especial pra família. 🙂

Isto posto, entramos propriamente na exposição. Que é  incrível.

Vimos guias com vida, …

… guias antigos, …

… álbuns de figurinhas, …

… livros com folhas de madeira com formatos interessantes, …

… montagens pacientes, …

… mais do que pacientes, …

… e até livros com efeitos especiais.

Enfim, é uma exposição pequena, mas bastante lúdica. Você sai de lá muito mais leve, relaxado e iluminado do que entrou.

Ainda mais se antes tiver ido ao Mestiço !

Bye.

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