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dcpv – da cachaça pro vinho – a copa do mundo é nossa!

número 378
24/06/2014

dcpv – A Copa do mundo é nossa!

Em tempos de Copa do Mundo (a Copa das Copas) acontecendo no nosso país varonil, seria muito difícil não fazer um menu por aqui com receitas provenientes de algum dos nossos adversários.

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E, espertamente, escolhi o, até agora, mais difícil que enfrentamos, o México.

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Pra melhorar um pouco, descartei aqueles pratos ditos manjados, tais como guacamole, tacos e quetais.

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Vamos lá, então, provar as delícias de nuestros hermanos.

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Entrada – Sopa de Almejas.

“As sopas estão carregadas de tradições da cozinha mexicana”.

Este prato é muito simples de ser feito.

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E o resultado é muito bom.

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Para fazê-lo, basta picar 350g de salsão, 1 dente de alho e 1 cebola.

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Refogue-os com um pouco de azeite numa panela grande. Mantenha em fogo baixo até que a cebola fique transparente.

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Enquanto isso, descasque 3 batatas,

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Corte-as em cubos, acrescente-as ao refogado e deixe cozinhar por alguns minutos antes de juntar 2 l de caldo de frango (feito em casa, please!) e o molho que vem no interior das latas de mariscos (usei 3 e chilenas. Ops!).

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Tempere, tampe a panela e cozinhe em fogo baixo até a batata estar no ponto. Acrescente os mariscos (usei uma lata de mexilhões, uma de almeijoas brancas e outra de almeijoas rosa) …

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… espere ferver e finalize com salsinha picada e suco de 1 limão. Realmente deliciosa.

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Harmonizamos com um Prosecco Italiano Bottega Gold que foi “mal acostumada, vinicius, inspirado” (note que mais uma vez, o Deo não esteve presente. Desta vez foi por uma boa causa, já que ele foi assistir ao duelo brasileiro contra Camarões).

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Principal – Arroz a la Mexicana.

O arroz é um prato muito popular no México. Em todas as casas e na maioria das refeições, aparece um prato ou uma travessa de arroz cozido ou refogado”.

O que eu fiz aqui foi dar uma adaptada à receita mexicana.

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Ainda abalado pela desclassificação da Squadra Azzurra, pensei bem e resolvi fazer um risotto com todos os ingredientes do prato original. E ficou “uno spetacolo”!

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Antes de mais nada, tire a pele e a semente de 3 tomates e passe-os por um espremedor.

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Comece a fazer o risotto no formato rotineiro. Salteie ½ cebola e 2 dentes de alho cortados grossamente num pouco de azeite e quando a cebola estiver transparente, acrescente 350g de arroz arbóreo. Continue salteando, coloque um pouco de vinho branco e após deixar evaporar, inicie a junção do caldo de galinha quente.

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Mexa sempre e vá juntando caldo a medida que ele for secando. Após uns 10 minutos, junte 125g de cenoura cortada finamente, …

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… os tomates espremidos …

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… e ½ lata de ervilhas.

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Continue acrescentando caldo e quando o arroz estiver al dente, desligue o fogo. Pra dar um upgrade, fritei alguns camarões temperados somente com sal e pimenta, juntei um pouco do tomate espremido e coloquei uma boa porção de tomilho seco.

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O conjunto todo da obra resultou espetacular.

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Pra melhorar, tomamos um vinho branco Chardonnay Lagarde 2012 que foi “pastoso, avante, cremoso”.

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Sobremesa – Dulce poblano de boniatos.

“A descoberta da batata-doce provocou entusiasmo nos primeiros espanhóis que chegaram ao México, que a definiram como “uma batata bem cuidada”, observando ainda que “bem cozida, tem a delicadeza de um marzipan””.

É isto mesmo; boniatos ou camotes são batatas-doces. E este doce é realmente surpreendente, além de ser fácil de ser feito (a Dé que o diga).

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Comece descascando 3 batatas-doces e cortando-as em pedaços. Cozinhe em água fervente por 25 minutos.
Escorra e amasse os pedaços com um garfo. Acrescente 125g de açúcar, 90g de manteiga, 1 colher de chá de canela em pó, 125ml de creme de leite e um pouco de raspas de casca de laranja e misture bem tudo.

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Unte uma assadeira com manteiga, polvilhe um pouco de açúcar e mais um pouco de raspas de laranja. Junte a massa de batata-doce e leve ao forno a 165°C durante 10 minutos.

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Retire do fogo, decore com passas (usei Cranberries secas) e sirva.

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Olha, fomos obrigados a repetir! Rs

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Eis a opinião dos muchachitos:
Me-me-me, xi-i-xi, co-co-co. Viva México! (Edu)
Méxixo recriado por Eduardo, perfeito. (Mingão)

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Espero que esta Copa do Mundo ainda renda bons menus por aqui. E espero mais ainda que os países que venhamos a enfrentar tenham em sua gastronomia elementos tão interessantes quanto estes mexicanos.

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Portanto, que não venha a Costa Rica na final (e muito menos a Argentina).

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Adiós.

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dcpv – da cachaça pro vinho – frida e diego. que casal!

número 356
25/06/2013

dcpv – Frida e Diego – que casal!

Ganhei este livro, o Las Fiestas de Frida y Diego: Recuerdos y Recetas, da Patricia do excelente blog Memórias Gastronômicas quando da realização do nosso 40º Inter Blogs.

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Gostei tanto que o li inteiro (na medida em que o meu espanhol permitiu).

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E nele, além dos fatos do relacionamento explosivo deles, estão contidas ótimas receitas da mais genuína gastronomia mexicana.

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Daí a escolher um menu, foi um passito!

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Vamos lá, então, às receitas mexicanas de Frida e Diego.

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Arriba!

Bebidinha – Margarita

Manjada, mas gostosa.

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Entrada – Sopa de Ostiones.

É claro que eu tive que improvisar, já que não é mole encontrar Ostiones por aqui.

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E é mais claro ainda que eu reproduzirei todas as receitas no mais autêntico “mexicano”.

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Se acitronan la cebola (uma grande e ralada) y los ajos (dois dentes) né lá mantequilla (1/8 de barra), añade la harina (3 colheres) y se frie unos segundos, se agregan los jitomates (3 médios pelados e picados), sal y pimienta y se deja sazonar 10 minutos o hasta que esté cozido; se añaden el água donde vienen os Ostiones (usei mariscos defumados) y el caldo de pollo (dois litros) y se deja hervir unos minutos, se agregan los Ostiones y el perejil (1/4 de copo) y se deja hervir un minuto mas.

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Se sirve bien caliente.

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E servimos quente, já que a pimenta era preponderante, como toda boa comida mexicana.

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Enfim, adoramos.

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Assim como o vinho branco argentino, o Graffigna Pinot Grigio 2012 que foi “hb, cento por cento, menas, rezistrado“.

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Principal – Guisado de filigrana o pollo frito em almendrado y Macarrones con espinacas.

Mais duas receitas bem bacanas e contendo leves adaptações de ingredientes que não encontrei nem no sex shop.

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Para fazer os Macarrones, “se lavan muy bien las espinacas (700g) y se les quitan los rabitos; se ponen a cocer con el agua que se les quedó pegada al lavarlas, sal y lo chile (coloque um pouco de pimenta). Se retiran de la lumbre, se dejan enfriar un poco y se muelen.

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Aparte, se derrite la mantequilla (3 colheres), se añade la harina ((3colheres) y se frie durante un minuto; se agregan lá leche (2 copos), la crema (1 copo) y sal y pimienta al gusto, meneando con un batidor de alambre para que no see formem grumos. Se deja espesar unos minutos y se incorporan las espinacas molidas.

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Se cuecen los macarrones (500g) en abundante agua salada hirviendo, hasta que estan al dente, se escurren muy bien y se acomodan en un refractario engrasado com mantequilla y en cuyo fondo se habrará vertido un poco de salsa de espinacas, se bañan con la salsa restante, se ponen los trocitos de mantequilla, se espoletando con el queso rallado y se meten en el horno precalentado a 175°C durante 20 minutos.

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Já pro Guisado, utilize “las piezas de pollo (coxas e peitos de frango) se salpimientan y se frien en la manteca caliente hasta que impiecen a formar, se sacan y se dejan escurrir sobre papel absorbente.

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Despos pasan por las galettas y luego por el huevo para capear y se frien ligeramente; se sacan y se escurren antes de metelas en el almendrado, donde deben reposar unos minutos antes de espolvorearse con canela y servirse.

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Almendrado – los calcahuates (os milhos) y las almendras (amêndoas) se muelen y se frien, se agregan la leche, el azucar y un poco de sal y se deja cocer la salsa hasta que esté espessa.

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Ficou uma maravilha.

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O contraste entre o doce da canela, o molho agridoce do frango e a crocancia do macarrão foi preponderante.

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E o vinho tinto alentejano Mariana Herdade do Rocim 2010 não fez feio. Ele foi “Mari, duas buelas, como duela, adelita“.

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Sobremesa – Helado de Coco

Taí mais um sorvetinho.

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E me diz se você também não ficou com vontade de chamá-lo de sorvete de “cueco”? 🙂

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Para fazê-lo, basta “por sobre la lumbre todo (1 litro de leite, 1 1/4 copo de açúcar, 1 e 1/4 copos de coco fresco sem pele e ralado fino), menos o extracto de vainilla, y se deja cocer durante 30 minutos a fuego lento, se retira del fuego y se añade lá vainilla (uma cucharadita, mais conhecida como colherzinha), se deja entibiar, se licua y se refrigera; cuando está frio se mete en la heladera y se siguen las instruscciones del fabricante.

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Ficou “hermoso”.

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Eis a opinião dos chicharitos:
Hasta la vista, baby. Un espetaculo, si señor. (Edu)
Incrible Adelita (petaculo). (Mingão)
A mi me gusta mucho !!! (Deo)

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Todos sabemos que Frida Kahlo e Diego Rivera tiveram uma relação tórrida e em certos pontos, maníaca.

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Também imaginamos que com esta equação explosiva (eles + México) só poderia se esperar este resultado.

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O que não imaginávamos era que a comida que eles gostavam de apreciar seria tão interessante.

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Grato, Patricia, por nos permitir conhecer os sabores da paixão mexicana.

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Adiós.

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dcpv – da cachaça pro vinho – comendo boleros na casa dos cariris

só deixo o meu Cariri…
19/07/09

dcpv – Comendo boleros na Casa dos Cariris

Vamos almoçar no domingo com um pouco de paixão?”

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Assim terminava o e-mail/convite que a Lourdes Hernandez, a bolerista/cozinheira mexicana nos enviou.
E o mesmo começava assim:

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Domingo 19
Comida de frio, comida para esquentar
Comida bolero, quase triste
na Casa dos Cariris
dois horários : 13 e 15:30 hs

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Reservei pra nós 3 (eu, a Dé e a Re) pras 13:00 hs. Fazia um tempão que não íamos e estávamos com saudades de tudo.
Da comida (que é espetacular e nos mostra uma culinária mexicana e autêntica que não conhecemos), …

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… da ambientação (a Casa dos Cariris é um deleite pros olhos porque é impossível não ficar olhando pra todos os badulaques mexicanos que existem por lá) …

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… do Felipe (o esposo da Lourdes e excelente hostess que além de te explicar tudo o que você vai comer, ainda tira as mais variadas dúvidas) e da sensação (sempre presente) de que por estar comendo ali, você está participando de uma celebração. Neste caso, uma celebração bolerística!

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Chegamos no horário e nos acomodamos numa mesa bem próxima a escada que vai pro pavimento superior e suficientemente perto pra ver toda a movimentação da cozinha.

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O Felipe se aproximou e fomos pedindo as famosas margaritas.
Uma de Mezcal (que ficamos sabendo ser um tequila mais nobre). Não estranhe pelo tequila. O Felipe nos provou por A+B que tequila é masculino.
E que Mezcal é um tequila muito mais artesanal e feito de um agave de primeira além de ser destilado de maneira mais artesanal do que o tequila que conhecemos.
As outras foram de tamarindo e uma clássica.

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Ah! E uma água da Jamaica que tem um gosto bastante característico.

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Pronto, estávamos preparados pra bolerear.

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Caminos de ayer
Pasados de um romance que fue…
Recordar su amor es volver a vivir
Las horas que ya se fueron, no volverán jamais
.

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Teríamos 2 opções de menus. Um veggie e outro carnívoro. Optamos pelos  2 já que a ideia seria dançar de acordo com a música.
Guacamole com topopos. Era assim que os menus se iniciavam.
E o Guacamole da Lourdes é diferentão já que não tem tomates como os que conhecemos. É claro que é uma delícia ainda mais  acompanhado dos tais Topopos, que mais parecem uma massa crocante com um  gosto acentuado de torresminho.

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Continuamos dançando com a chegada de uma sopita de tomate y chile güero con una pincelada de quesillo.

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É um prato feito especialmente pra Dé já que o molho ralo de tomate é quentinho, muito temperado e apimentado com fios dum queijo tipicamente mexicano. Também ajudei a comer (e gostei) e a Re, avessa à tomates (que italiana!), passou!

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Junto com a sopita, veio um mini-pozole de camaron. Também um caldo excelente, muito bem temperado e com um sabor diferente. Parecia alguma coisa como uma pimenta terrosa. A Dé ajudou (bem pouquinho) e a Re continuou no guacamole.

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Como principais, um molito de Cuitlacoche, laborioso y aterciopelado, se cobija con chile pasilla, mulato y chipotle meco. Ou seja, um mole de Cuitlacoche que finalmente consegui comer: pra quem não sabe, cuitlacoche é um grão de milho que foi atacado por um fungo. É conhecido como a trufa Mexicana ou o caviar Azteca.

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Comemos eu e a Dé. A Re experimentou um pouco mas continuou com o guacamole.

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O outro, puntas de filete em caldillo con jalapeño foi direto pras mãos (e boca) da Re. Carne cortada em tiras, servida com batatas e num caldo bem quentinho (nos dois sentidos). Ajudei a Re e a Dé passou longe (cccaaaaaaaaaarrnnee!).

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Resultado da dança: todos trocamos de parceiros constantemente (exceto o Carlinhos de Jesus aqui, que comeu tudo!). Guacamole, sopita, molito, mini-pozole, punta de filete, todos dançavam um belo bolero com os  bailarinos (eu, a Dé e a Re) que lhe convieram!

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Ainda tivemos 2 Dulce Capricho, doces surpresas que a própria Lourdes veio nos explicar. Um pudim de pão  com Bourbon e molho Jack Daniels

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… e outro, uma falsa maçã com creme de framboesas. Clássicos, como la Barca!

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É. Pra quem chegou, tocou o sino da entrada, foi recepcionado pelo Felipe e provou da comida confortável da Lourdes, dançar os tais boleros foi uma moleza (sem trocadilhos!).

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E como o the happiest end do domingo, o fominha obrigou as moçoilas a irem até a Douce France pra comer um simples Mil Folhas. Simples?

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Dicen que la distancia es el olvido
Pero yo no concibo esta razón
Porque yo seguiré siendo el cautivo
De los caprichos de tu corazon.”

Adiós !

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dcpv – da cachaça pro vinho – lourdes hernadez no dcpv x chefs – a casa dos cariris é aqui!

… paloma!
número 221  –  24/06/09

dcpv – lourdes hernandez no dcpv x chefs – A Casa dos Cariris é aqui !

Andale! Arriba!! Cucurucucu!!!

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Essas palavras chavões que identificam o México não serão usadas por aqui. E sabe por que?
Porque a Lourdes Hernandez, a criadora da famosa Casa dos Cariris está participando do dcpv x Chefs onde grandes artistas (Bel Celho, Tatiana Szeles, Ana Bueno, Claude Troisgros, Emanuel Bassoleil, Rodrigo Oliveira, Carla Pernambuco, Edinho Engel já disseram “presente!”) são convidados pra indicar as suas receitas que formam um menu ideal, segundo a própria preferência.

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Quem conhece a Casas dos Cariris (nós já fomos 3 vezes) sabe que lá, na casa da Lourdes e do Felipe, o esposo dela, é feita a verdadeira comida mexicana com ingredientes originais e com a própria Lourdes metendo (literalmente) a mão na massa.

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Tudo é bacana por lá. O ambiente (autenticamente mexicano), a comida (óbvio) e a aura do lugar já que dificilmente você sairá de lá sem ter conhecido pessoas interessantes.

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E já que o assunto é este, temos hoje, aqui na sede do dcpv, a presença de pessoas interessantíssimas: o mestre Joaquim , grande confrade da LBV e a Ana, vindos diretamente do Piauí.
O Joaquim é um participante ativo dos blogs gastronômicos e um ardoroso fã da boa comida, além de ser um devorador de livros.
Ele estava doido pra ir comer na Casa dos Cariris e como viria pra SP nesta semana, me perguntou se eu sabia como ir lá? Conversa vai e entrei em contato com a Lourdes pra saber se haveria algum encontro “caririano” no período. Ela me disse que não e aí surgiu a ideia de tentar reproduzir (ainda que minimamente) as delícias que ela faz na casa dela.

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Ah! Antes que eu me esqueça, todo este clima que a Lourdes proporciona é upgradeado pelos e-mails que ela envia junto aos convites e que são ótimos para se ler.
Afinal de contas, citar Humphrey Bogart (todo homem está sempre 3 doses abaixo do normal) e anunciar  um cardápio desta maneira …

segunda-feira
15 de junho
20:30 hs
22 pessoas
um cardápio só
para comer com as mãos
para respirar fundo
picantes sabores sustenidos
temperaturas altas

… não é pra qualquer um.

Entonces, vamos à noite em que a casa do dcpv se transformou na Casa dos Cariris, com o Joaquim como participante e porque não dizer, crítico (que responsa!).

Bebidas

Foi a noite dos vinhos.

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Arriscamos umas caipiroskas de kinkã, mas não agradaram muito, pois o Déo, o mão pesada, deu uma caprichada na Absolut.

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Entrada

uno – Salmão com habanero e sementes de mostarda

É um ceviche. Mas condimentado ao extremo e com habaneros (pimenta grau 10).
Pra fazer, basta picar salmão em pedaços e misturar com cebola roxa picada fina, pepino sem pele e sem sementes em quadrados, chile habanero à gosto e sementes de mostarda e gergelim negro.

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Num inox, misturar suco de limão galego, vinagre de arroz, mel, coentro fresco, sal e pimenta do reino.

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Juntar o salmão, cobrir e deixar gelar por 2 horas, mexendo algumas vezes.

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Prontíssimo! Aí é colocar em taças de martini e apreciar.
O prof Palaviccinni adoraria! E este prato tem um perfume inebriante!

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dos – Chilorio

Este é pra comer usando uma tostada como prato (nota da autor : tostadas são tortillas crocantes, previamente assadas no forno).
O Chilorio é uma carne moída de lombo de porco. Este lombo é cortado em cubos de 1 cm. Numa panela, cubra o lombo com água, tempere com sal e ferva até que o liquido tenha evaporado. Coloque banha até que a carne fique macia e moa.

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Faça também o seguinte molho: corte chilles (pimentas, não o país!) pela metade, tire as sementes, lave e escorra. Asse os chiles numa chapa  durante uns 15 min e processe com dentes de alho, sementes de coentro e cominho, orégano seco, vinagre de maçã, água, pimenta do reino e sal. Ainda usei um pouco de aji amarillo.

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Junte tudo: lombo moído e molho em banha aquecida.
Não foi a Lourdes que fez, mas ficou delicioso. Só faltou o Felipe por aqui contando as suas boas  histórias.

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Principal

Pollo en escabeche e madalenas de cenoura

Este pollo (frango) entrou diretamente pra lista de receitas da família Luz. É um espetáculo!

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Moa os ingredientes do recado (canela, cominho, orégano, cravo, pimenta e sal) e acrescente vinagre e suco de laranja. Ah, recado é um tipo de marinada.

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Já o frango em pedaços deve ser cozinhado com água até cobrir, 1 cebola cortada em 4, 8 dentes de alho assados, chilles loiros e habaneros, 4 cravos, 4 pimentas gordas e 4 galhos de orégano.

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Quando o frango estiver bem macio, tire-o e reserve o caldo. Banhe com o recado e azeite e asse no forno à 250º C durante 15 min até dourar.

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Monte, sirva e deleite-se!

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E com madalenas de cenoura que acabaram virando bolinhos de cenoura. Como a própria Lourdes escreveu num dos seus e-mails: “mais uma vez soube que não existem receitas que seguidas ao pé da letra dêem certo, sempre vai aparecer o X  da equação para ser resolvida particularmente. E que não tem receita mal contada que não possa ser entendida por quem quer ouvir“.

Cenouras são cozidas na água com sal e açúcar e liquidificadas com leite. Bata manteiga até virar um creme e acrescente açúcar até se transformar numa pasta.

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Misture farinha de trigo junto com fermento Royal e vá adicionando alternadamente, uma vez a cenoura e outra, a pasta. Finalmente adicione claras de ovo batidas. Coloque em formas e leve ao forno.
Praticamente um suflê de cenouras, extremamente macio e doce. Contrasta bem com a pimenta (quando colocada).

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O próprio Joaquim já queria mudar pra Cidade do México. Ou melhor, pra Casa dos Cariris.

Sobremesa

Flan de tamarindo

A Lourdes tinha esquecido de mandar esta receita e eu, pra variar, enchi um pouquinho até ela me enviar. E valeu à pena .

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É um flan com a seguinte receita original (8 porções):

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Junte 2 colheres de sopa de óleo e uma colher de chá de água. Unte as formas.
Misture 1 xícara de açúcar e 1/4 xícara de água e, leve ao fogo médio até o açúcar dissolver. Ferva até o xarope dourar. E divida nas formas.
Doure o coco ralado no forno por uns 10 min.
Ferva 360 ml de leite de coco e 1 xícara de leite, acrescente 1 fava de baunilha cortada em 2 e tire do fogo. Cubra e reserve por 10 min. Tire a baunilha (vou falar de novo: seque a baunilha, junte com açúcar num saquinho e deixe um tempo. Está feito um excelente açúcar de baunilha).
Na batedeira, bata 8 gemas de ovo com 3/4 de xícara de açúcar durante 4 min. Aos poucos misture o leite quente.
Coloque 3 colheres de triple sec e 3/4 dum xarope tamarindo feito de polpa, água e açúcar.
Divida nas formas e cozinhe em banho-maria durante 50 min. Deixe esfriar.
Desenforme e acompanhe com o molho de tamarindo e um pouco do coco ralado dourado .

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Muito bom mesmo! Uma sobremesa delicada, doce e com um leve toque thai.
Mexilândia ou Taílaxico?

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Tomamos os seguintes vinhos: um tinto português Ramos Pinto Reserva, um tinto espanhol Almara, dois brancos chilenos Tarapacá e um ice wine canadense, que eu não marquei o nome.

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O conjunto da obra obra foi descrito assim:  the beatles, aphrodite child, the monkeys, the faces, mammas and papas, titãs.
Eis o que os 4 seguidores do Ligeirinho disseram:

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México e Lourdes na ZL. É a nova Casa do Cambiri. (Edu)
The four fabs. (Mingão)
Noite perfeita! Pares com afinidades deliciosas! Compatibilidade linda. Indelével! (Déo)
Zapata e Pancho Villa sentiriam inveja dessa grande noite. Viva o México! (Joaquim e Ana)

Grato à lendária Lourdes Hernandez por esta participação e pela simpatia. Não é à toa que a Casa dos Cariris se tornou um sonho de consumo prum montão de gente.

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Grato também ao Joaquim e a Ana que viajaram do Piauí pra São Paulo e fizeram uma outra viagem mais longa ainda de Sampa pra Ferraz de Vasconcelos by Carlão.
O Joaquim, inclusive e como bom gourmand que é, ficou nos devendo um legítimo menu nordestino!

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Vamos terminar com mais um belo trecho do email da Lourdes: “Já cheguei a afirmar que o erotismo é para a sexualidade o que a gastronomia é para a alimentação: suplemento para nosso espírito. Puf!(Com certeza, estava cinco doses abaixo do normal).”

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Lourdes, pra nós foi o maior prazer. Espero que tenha sido pra você também!

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Adiós!

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dcpv – da cachaça pro vinho – nem suína, nem gripe. viva méxico!

sombrero
06/05/09

dcpv – Nem suína, nem gripe. Viva México!

Dia de retorno de Miami. 8 hs de voo cansam qualquer um, mas como era quarta-feira, fizemos um “sacrifício” e partimos pra mais uma noite de amigos!

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O que fazer? Pensei no momento de baixo astral que “nuestros hermanos” mexicanos estão vivendo com essa história de gripe suína.

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E pensei também no que eles já nos deram de prazer gastronômico: tortillas, burritos, guacamole, tamales (quem se lembra do Seinfeld?), chilles, moles, frijoles. Sem  contar a comida maravilhosa da Lourdes Hernandez, na Casa dos Cariris (aguardem pois ela topou participar do dcpv x Chef).
Portanto e utilizando o critério da predileção, fiz algumas comidinhas mexicanas ” manjadas”, mas que são extremamente reconfortantes.

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Vamos lá a noite do desagravo mexicano, a noite Viva o México no dcpv. Adelante!
Começamos os trabalhos com umas Margaritas. Umas de limão siciliano, outras de limão tahiti embas com muito gelo, Cointreau, tequila e sal na borda do copo, co manda o figurino!

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Como entrada, Guacamole com Doritos (sim, os de pacote!). Um abacate amassado, cebola picada bem fina, pimenta dedo-de-moça em rodelas , tomate maduro cortado em cubos, suco de limão, coentro e sal. Tudo misturado e formando uma pasta.

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Nós usamos Doritos, mas pode-se acompanhar com qualquer coisa: hortaliças, torradas, biscoitos, etc.

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Um vinho branco, o Chardonnay Jacobs Creek 2008 Aústrália nos disse, sou “azedo, cabeçudo, chardoniesco, competente” durante a noite toda como se fosse uma daquelas bandinhas tocando “ai, ai, aiai, tá chegando a hora”.

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Continuamos vendo o show do Ronaldo (Timão, êô!) e comendo uns tacos daqueles que vem em kits. Uma tremenda carne moída apimentada …

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… com alface, cebola e tomate cortados …

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… queijo prato ralado ..

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… e um belo molho apimentado.Tudo quentinho e “quentinho”! Reconfortante.

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Terminanos (enquanto o Ronaldo terminava com o Atlético. Não é possível! O homem fez um golaço de penalti!!) com uma sobremesa simples e diferentona. Uma gelatina de amêndoas que é quase um pudim.

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Uma junção de gelatina sem sabor, ovos, leite frio, gemas, amêndoas sem pele e açúcar, escoltada por uma calda de açúcar.

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Perfeita! Como perfeito foi o nosso retorno.
Leia a opinião dos muchachos :

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Arriba Méjico! Arriba Timón! (Edu)
O México é bom, mas o Ronaldo é the best! (Mingão)
Muy delicioso, muy saboroso! (Déo)

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Bom, fica aqui o nosso protesto pelo pré-julgamento idiota de uma população toda ( mais de 100 milhões) por causa de mais uma gripe (que deve ser pior do que as outras, mas é uma gripe !) que ocasionalmente caiu sobre o povo mexicano.
Nada melhor do que apresentar esta bela culinária pra exorcizar qualquer falta de informação.

Até!

PS – O Alessander Guerra do excelente  blog Cuecas na Cozinha vai lançar um livro. Portanto quem estiver em São Paulo nos dias  27 (quarta) ou no dia 30/05 (sábado) é só dar uma passada lá no Cuecas, ver os endereços, ir conhecer o Alessander em pessoa e dar uma força pra mais um foodie que transformou o seu  sonho em realidade. Nós (eu e a Dé) vamos!

dcpv – da cachaça pro vinho – casa dos cariris II, o retorno

segunda visita
22/06/08

dcpv – Casa dos Cariris II, o retorno

E-mail da Lourdes. Dia 19/06. E começava assim:
Domingo 22 de Junio
13:30 e 15:30
Casa dos Cariris
Cebiche em Cítricos
Costelinhas Palaviccini em recaudo negro, p/ molhar em salsa roja de habanero picante
Chupe de Camarones, uma cortesia da Carla Pernambuco que trouxe de Lima, miquerida Lima, ingredientes adorados
Chilaquiles bem picantes
Cordeiro no tomate verde e folha de abacate

Pensamos: ôba ! Vamos lá só que estávamos com reforço em casa: a Luma e a Bia (nossas sobrinhas já que os pais estavam “sofrendo” em Barcelona) e a Re (nossa filha) que já está de férias da ESPM (ô vidão!). A Dé entrou em contato com a Lourdes e ela “liberou” a nossa visita pras 15:30 hs, o segundo turno. Pronto, tudo resolvido e o negócio seria esperar pra comer (de novo!) a melhor comida mexicana de SP.

Agora, todo e-mail da Lourdes é uma verdadeira fonte de boa literatura com informações interessantes e contadas de uma maneira bastante particular. Neste caso, o personagem central, foi o Prof Palaviccini que segundo as palavras dela:
Quando eu o conheci, ele já era uma lenda. Várias vezes o seu nome tinha sido mencionado nas longas horas de conversa na mesa depois de uma refeição prazerosa (verdadeiro patrimônio invisível mexicano, as prolongadas e conversadas sobremesas nossas). Viajante, embaixador orgulhoso da cozinha mexicana, bebedor melancólico…. Mas era, sobretudo, grande cozinheiro, generoso e delirante “.

Maravilha, né? E tem muito mais mas, aí é entrar na lista e além de comer muito bem você ainda receberá estes e-mails muito bons onde, invariavelmente, estarão escritas algumas belas histórias sobre um belo tema.
Bom, começamos pedindo as nossas bebidas: Águas de Jamaica, Refresco de Mezcal, Batidita Pancho Villa e Margaritas Clássica e de Tamarindo.

E um belo guacamole  pra aquecer os motores (estava “fffrrrrrioooo”!). Note-se que o guacamole da Lourdes não tem tomate e nem coentro. Bom demais!

Sentamos numa mesa na varanda e resolvemos fazer, por nossa conta, um menu “degustacion”.

Vieram:
Cebiche de cítricos

Chupe de camarones, um prato gostoso e bem diferentão. Parecia uma lasanha de tortillas. Tava tão bom que pedimos 2.

Chilaquiles verdes, bastante picantes, mas não tinha problema. Todos gostamos de pimenta!

E um cordeirinho no tomate que serviu pra Luma chupar todo o osso!
Será que estava bom ?

 

Todos, eu disse todos os pratos no mesmo nível (excelente) com um tempero (diga-se pimenta) bastante acentuado e paladar asteca/peruano. Ainda tivemos a intervenção da Carla Pernambuco, pois ela tinha acabado de voltar de Lima e “importou” alguns ingredientes especialmente pra Lourdes.
Cite-se que não foi possível comer as costelinhas Palaviccini, pois elas acabaram (foram dois turnos e comemos no segundo!). Paciência, não faltarão próximas oportunidades!
Eu me senti um verdadeiro sheik já ques estava com o meu belíssimo harém:

Que o diga o Felipe, esposo da Lourdes, que além de nos atender super bem, ainda nos contou a estória muito interessante duma galinha que ele tinha e a proteção que ela dava aos seus pintinhos pra que um pássaro grande (adotado por ele) não os pegasse! Boa praça, o Felipe.
Bom, mais uma vez, o divertimento foi garantido e a comida correspondeu à todas as expectativas. Vamos continuar aguardando um novo e-mail da Lourdes pra que tenhamos novas experiências gastronômicas e sensoriais tão intensas.

 

E, pra terminar, fiquem com mais um trechinho do texto da Lourdes sobre o prof Palaviccini:
Os verdadeiros gastrônomos seguem os batimentos do seu coração. Agasalham lembranças e fazem da memória da cozinha uma conversa tocante de essências e nostalgias.
Estes gastrônomos pertencem a uma tribo só, a mesma dos corsários, dos visionários, desses chamados de doidos, loucos, inconformados. Palaviccini pertencia a esta raça
.”

Não precisa falar nada, né?
Até !

PS e atualização – A Lourdes está participando do festival de Antojitos e Tequilas do restaurante Obá até o dia 04/08. Deve ser muito bom!

.

dcpv – da cachaça pro vinho – mais do que extra – a casa dos cariris.

mais do que extra
10/05/2008

 dcpv – A Casa dos Cariris.

Corre por aí, de boca-em-boca, que existe um lugar em Pinheiros (bairro de SP) onde se come a melhor (e mais tradicional… e mais acolhedora … e mais espetacular …) comida mexicana de toda a Paulicéia!

E é verdade ! O negócio funciona da seguinte maneira:
Passo nº 1 – Você tem que conhecer alguém que já foi lá.
Passo nº 2 – Esse alguém tem que passar o e-mail da Lourdes (a maestra da cozinha mexicana).
Passo n° 3 – Você tem que mandar um e-mail pra ela dizendo que está interessado em ir a casa dela (e foi o que a Dé fez!).
Passo nº 4 – A Lourdes manda um e-mail pra você dizendo quando e sobre o que será a festa (porque todos os eventos na casa dela são verdadeiramente uma festa!).
Passo nº 5 – Você confirma (com muita alegria!) que vai.
Passo nº 6 – É só ir pro abraço ! (fraterno, mexicano e delicioso!).

Pronto ! Você (assim como nós) estará no seleto grupo que esperará e-mails te convidando pra ir comer lá na Casa dos Cariris.
(Obs – Eu não estou autorizado a dar o e-mail dela pra ninguém portanto, não adianta me pedir rsrsrsrs!)

Nós fomos lá no sábado passado (10/05). O tema era uma Noite de Tostadas.
O e-mail que ela mandou continha um belíssimo texto sobre a morte; a morte dos amigos. Segundo a Lourdes, um amigo dizia que “um morto a quem ninguém oferece nada, está  condenado a fome perpétua “. Lindo, né? E a partir daí, ela resolveu fazer esta noite em homenagem a este amigo com uma trilha musical incrível que continha músicas que o amigo dela gostava tais como boleros e muita música latina! Enfim, um bom ambiente pra “festejar” a morte!

Portanto, vamos as tostadas que são “tortillas torradas no forno. Redondas, crocantes, só de milho” e deliciosas!

Começamos bebendo uma batidinha Villa (frutas con limon y chile) e uma margarita, é claro!
E comendo quesadillas de masa de maíz azul, con queso Oaxaca, acompaña guacamole (son poquitas) e a primeira Tostada de mole con relleno de carnes, nueces e frutas. Espetáculo!

E aí chegou La sopa de nada … uma delicia calentita (que segundo a nossa especialista em sopas, a Dé, deveria se chamar “Tudo em Sopas” de tão boa que era!)

Mais uma Tostada de Longaniza de pollo con papas y chile guajillo

… e mais uma de tinga (não sei o que é mas foi muito bom).

Pra arrematar, uma água de jamaica (muito diferente, interessante e com um tanino bem definido) e uma margarita de tamarindo, pois ninguém é de ferro! (rsrsrs).

E como surpresa, uma sobremesa surpresa que foi uma gelatina de vinho tinto com um caldinho de coco que estava muito mas, muito boa !

Como estava frio, ainda tomamos um belo chocolate quente feito com água e saborizado com canela e um refresco de mezcal.

E aqui está a Lourdes, a mulher que é capaz de fazer você sonhar que realmente está no México pois a comida, o ambiente e a ambientação da casa deles (dela e do Felipe) são capazes de fazer o teletransporte imediato!
Viva  México!

Bom, esperamos a próxima oportunidade de degustar estas delícias mexicanas e aguardamos também o desfecho da história da galinha que o Felipe tinha e que chocou ovos de pintinho, perus, patos, etc já que a da sopa de pedra ele nos contou até o final.
Espero que você consiga entrar nesta lista e tenha o prazer de compartilhar sabores e companhias tão agradáveis!

Até !

PS – Desta vez eu não tomei o Mezcal com o verme (tinha acabado!) mas prometemos tomar na próxima oportunidade!
Agora, a frase do menu sobre o Mezcal é um espetáculo à parte : Para todo mal, Mezcal, para todo bien, también! 

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