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dcpv – é com você, lombardia.

número 417
12/05/2015

É com você, Lombardia.

“Os atrativos da região mais rica e desenvolvida da Itália vão muito além das famosas grifes e designers de Milão, admirados no mundo inteiro. A elegante e sofisticada Lombardia também dita a moda quando o assunto é gastronomia.”

É claro que dei mais uma apelada par minha Coleção Folha Cozinhas da Itália.

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E desta vez, optei pela Lombardia, já que é por lá, em Milão, que chegam todos os voos da TAM. O resultado? Mais uma vez, imperdível.

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Acompanhe todo este menu fantástico.

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Auguri.

Entrada – Polenta com Gorgonzola.

O gorgonzola é um queijo típico desta região. E dá um toque especial ao molho que acompanha a polenta.

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Para fazê-lo, basta derreter 120g dum bom gorgonzola (no caso, um italiano), junto com 120ml de leite …

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… e 120ml de creme de leite em fogo baixo. Adicione pimenta a gosto e reserve.

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Enquanto isso, ponha 1,5l de água para ferver (com sal a gosto).

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Adicione a farinha de polenta (uma caixinha) italiana aos poucos e vá mexendo em fogo brando até atingir o ponto desejado.

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Sirva a polenta coberta com o molho de gorgonzola bem quente.

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Ficou verdadeiramente delicioso e combinou muito com o friozinho reinante (não preciso nem dizer que a Dé adorou).

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Acompanhamos com um tinto libanês, o Oumsiyat Jaspe 2010, que foi “habib, polentoso, salim, apolentado“.

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Principal – Pizzoccheri

Este Pizzoccheri nada mais é do que uma massa rústica com batata e repolho. É o que podemos chamar dum representante legítimo da cozinha pobre desta região da Itália.

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Inicie fazendo a massa do macarrão no formato de sempre. A única grande diferença é que em vez de utilizar a máquina pra dar forma ao macarrão, você o corta com a faca, em tiras irregulares da espessura de um dedo.

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Ao mesmo tempo, leve 200g de batatas em rodelas de 1 cm de espessura ao fogo alto numa panela grande com bastante água.

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Quando a água da batata ferver, junte 1 colher de sopa de sal e 1/4 dum repolho branco cortado em tiras de 0,5 cm. Cozinhe por cerca de 15 minutos.

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Junte a massa ao cozido de batatas e repolho, misturando com um garfo e cozinhe até ficar al dente. Escorra.

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Para fazer o molho, derreta 100g de manteiga e refogue alho e sálvia a gosto.

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Finalize juntando a massa, as batatas e o repolho ao molho.

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Dê um toque final com tiras de fatias de queijo prato e parmesão ralado.

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Olha, também ficou uma verdadeira delícia.

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Tomamos um vinho tinto chileno, o Carmenere Gratia 2013, que foi “baunilhado, … a Deus, obrigado, cavaloso“.

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Sobremesa – Creme de Mascarpone  

Este é tão fácil de fazer, quanto é bom. Bata 3 gemas com 3 colheres de sopa de açúcar até ficar claro e fofo.

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Acrescente 200g de queijo mascarpone e misture delicadamente.

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Adicione 4 colheres de sopa de rum e incorpore 2 claras em neve, mexendo suavemente.

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Sirva gelado, polvilhado com cacau.

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Não precisa nem dizer que todo mundo achou esta sobremesa bem pequena.

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Eis a opinião do oriundi:
Como diria SS: é com você, Lombardia! Un spetacollo! (Edu)
Hours concours. (Mingão)
Devo de dizer que após tantos anos, as vezes a gente se surpreende! Na simplicidade a mágica aparece fulgurante, admirável! Tão 10 que após todos esses anos tem certamente um peso considerável! (Deo) 

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Esta coleção Folha Cozinhas da Itália é brincadeira.

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Nela se encontram receitas das mais variadas regiões da Itália e todas, eu disse todas, tem que ser reproduzidas porque são demais.

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Cá pra nós, a Itália é demais.

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Arrivederci.

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dcpv – um dia especial e ferrarista em milão.

29/11/14

Um dia especial e ferrarista em Milão.

Tudo começou, pra variar, através do dcpv.

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O Kleber Ricardo, um engenheiro (olha o corporativismo) brasileiro que mora em Milão com a esposa, a também brasileira, Vanessa, deu uma comentada informando que gostaria de entrar em contato com a Maria.

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Incrível como através deste post, muita gente confundiu a Maria como sendo uma guia brasileira na cidade.

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Depois que eu esclareci que na verdade ela é somente uma amiga, o Ricardo apresentou a empresa dele, a Scuderia Moro Milano.

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E veja só que coincidência!

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Eles montaram uma empresa e fazem tours pra você dar uma volta de Ferrari (o automóvel é deles).

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Daí até marcarmos um passeio no sábado que estaríamos em Milão foi um pulo.

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Portanto, dia 29/11/14 às 10:30 estávamos lá, no local indicado e a espera de ouvir os roncos que só o motor de uma Ferrari sabe proporcionar.

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Pra começar, o lugar marcado é bem bacana. Fica num café distante do centro de Milão (quase meia hora) o Caffé Le Delizie, mas convenientemente próximo duma autopista.

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A empatia entre todos foi imediata. É claro que ficamos sabendo toda história deles (que é bem bacana) e logo depois iniciei o que seria propriamente o test drive.

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O Ricardo começa explicando os princípios básicos pra se dirigir um bólido deste, uma Ferrari F430 …

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… e logo depois você se vê comandando esta máquina.

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Olha, é uma sensaçào única.

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E a melhor de todas é quando você está na autoestrada, dá uma tremenda arrancada e sente os cavalinhos rompantes.

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Taí uma outra Disney feita especialmente para adultos.

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O passeio é mais do que recomendado e não exite em mandar um email pra eles pra perguntar o que quiser e terminar marcando o tal tour.

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Você não se arrependerá.

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Mesmo porque, você está em Milão!

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PS – Fiz questão de pagar o tour, portanto, esta é uma opinião totalmente isenta. O passeio realmente vale a pena.

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Este foi o gran finale da nossa aventura piemontesa. Espero que todos tenham gostado, porque nós estamos marcando a próxima. 🙂
Arrivederci.

Veja os outros dias desta viagem:
dia uno – Chegando e reconhecendo o Piemonte
Dia due – Barolo, a cidade.
dia tre – Piemonte – Olha que nome legal de cidade: La Morra.
Dia cuatro – Uma trinca quase perfeita: Coppo, Piazza Duomo e Vietti.
dia cinque – Vendo as borbulhas de Asti e sexshopeando no Eataly.
Dia sei – Fomos pra Ne-i-ve.

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dcpv – undecimo giorno toscano – milão, despedida caseira.

09/06/2013

Undecimo giorno toscanoMilâo, despedida caseira.

Acordamos cedo, tomamos mais um café no Armani Caffè e fomos pra região do Duomo bater pernas.

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Como era no caminho, aproveitamos pra conhecer a Casa Necchi Campiglio.

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Ela é uma casa-museu milanesa e tem como característica manter toda a sua estrutura física original.

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Imagine a surpresa de ver tudo como foi criado por volta dos anos 30 e ainda ter a sensação de que se está vivendo naquela época?

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Pois é o que se sente ao fazer esta visita.

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Primeiro, por conhecer toda a infra da casa …

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… e saber que ela realmente está como foi criada.

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E depois, por conhecer o gênio criativo do arquiteto Piero Portaluppi.

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Ele foi contratado pelos donos pra deixar fluir a sua parte criativa …

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… e ela não decepciona.

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Vimos muitas coisas modernosas …

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…, incluindo armários embutidos que nada ficariam a dever em relação aos nossos de hoje em dia (lembrem-se, ele estava em 1930!).

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Saímos de lá extasiados e como era a hora do almoço, pensamos em continuar com a sensação.

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Pra que isso acontecesse, nada melhor do que ir comer novamente no Il Coriandolo.

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Sim, de novo nesta instituição e pedindo outra garrafa do bianchetto Rossj Bass do gênio Gaja.

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Chamamos uma Caprese com uma ótima mozzarella de búfala e começamos a adoração.

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A Dé inovou e escolheu um Gnochette com molho de pomodorini (ótimo) …

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… e eu não me acanhei e pedi mais um Spaghetti ao Vongole Veraci.

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O garçon (que era o mesmo de ontem a noite e lembrou-se de nós) ficou só ouvindo os “hum” e “oh” que nós pronunciávamos. Por incrível que pareça, o prato estava ainda melhor que das outras vezes.

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Esta é a Itália.

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Anda tivemos tempo de passar na área de alimentação da la Rinascente, comprar algumas coisas absolutamente necessárias (vinhos, molhos, arroz, feijões) …

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… e fazermos o último passeio (desta viagem) pela Galeria Vittorio Emanuele II,…

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… pela Piazza do Scala …

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…   e pela região próxima do hotel.

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O resto é pensar que (graças a Deus) estaremos de volta no ano que vem pra comemorar mais um níver da Dé.

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Não é a toa que ela está cada vez mais bonita e mais jovem.

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Viva a Itália.

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Arrivederci e até a próxima viagem.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Primo giorno toscano – De FV pra Toscana, ou melhor, Cortona.
Secondo giorno toscano – Voltando a Chianti e ao Castelo de Volpaia.
Terzo giorno toscano – Uma verdadeira puxada (curva) até Urbino.
Cuarto giorno – Sob o sol (e a chuva, e a tempestade e a cozinha) da Toscana.
Quinto giorno – Menu de cidades na Toscana.
Sesto giorno – Pitigliano, Bagno Vinoni, San Quirico, Buonconvento. Isto é Toscana?
Settimo giorno toscano – Happy birthday to you.
Ottavo giorno toscano – Castello di Ama, o piccolo Inhotim.
Nono giorno toscano-milanese: uma ponte imaginária.
Decimo giorno toscano – Milão – Scalando Da Vinci. E em 3D.

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dcpv – decimo giorno toscano – milão – scalando da vinci. e em 3D.

08/06/21013

Decimo giorno toscano – MilãoScalando Da Vinci. E em 3D.

Nada como estar numa cidade grande (e bacana).

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Milão é assim.

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Quer tomar café num lugar legal?

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Vá ao Emporio Armani Caffé.

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E foi o que fizemos.

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Logo após, umas comprinhas básicas pra Dé (La Perla e Wolford) …

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… e toca a andar pela cidade.

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Como estávamos perto, resolvemos dar uma entrada no famoso Museu do Teatro alla Scala.

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A visita é muito legal (as fotos são proibidas, mas …) …

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… e você fica por dentro de tudo o que já aconteceu no templo da Ópera, …

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… além de ter uma visão de como é assistir a um espetáculo por lá.

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Fizemos mais algumas comprinhas básicas (dvds de óperas, etc) …

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… e rumamos pra região do Duomo.

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Lá, sobre o piso da Galeria Vittorio Emanuele II, acontecia uma exposição muito legal sobre a vida do Leonardo Da Vinci.

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Dava pra ter uma visão em 3D de tudo o que este gênio conseguiu projetar (e algumas vezes executar) …

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… bem como, todo o seu legado artístico.

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Em suma, tudo muito interessante e instrutivo.

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Como a fome já estava batendo, resolvemos fazer um boquinha na área de alimentação da loja de deptos La Rinascente.

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Optamos por comer no Obikà, um restaurante-lanchonete especializado em muzzarellas de búfala.

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Leia (no original) o principio deles: “qui da Obikà abbiniamo la migliore Mozzarella di Búfala Campana DOP con prodotti selezionati provenienti da fattorie e aziende agricole artigianali, I cui produttori nel tempo sono diventati nostri amici”.

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Depois disto tudo, escolhemos pratos bem típicos.

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A Dé optou por uma mussarela cremosa acompanhada de pesto e pomodorini, …

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… e eu, duma bem suave com um prato de salumi.

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Ambos perfeitos e muito vem acompanhados por duas taças dum bianchetto, um Vermentino.

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Ainda passeamos (ufa, que calor) pela região. Compramos algumas coisas na MUJI e no sex shop Peck.

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Retornamos ao hotel pra descarregar a muamba, demos uma breve descansada e partimos pra 10 Corso Como, uma loja conceito, bem ao estilo da Colette, se é que você me entende.

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Andamos até que bastante (um pouco mais de meia hora) até chegarmos lá.

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E nos surpreendemos positivamente. Nem tanto pela loja (que é muito bacana, mas vende as coisas caras demais), …

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… mas, principalmente, pelo entorno.

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A rua, a Corso Como, é um boulevard,…

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… com muitas lojas diferentonas e bacanas, …

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… e barzinhos transados (é claro que fizemos uma happy hour por lá).

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Enfim, vale a visita!

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Retornamos andando pro hotel pensando em abrir o apetite.

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Afinal de contas, iríamos jantar no Il Coriandolo, um restaurante que faz parte das nossas lembranças milanesas (é a nossa terceira vez nele).

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É claro que ele continua a mesmíssima coisa (ainda bem).

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Tudo muito antigo e até o garçon que nos atendeu foi o mesmo das últimas vezes.

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Pra variar, escolhemos um vinho branco do Gaja, o Rossj Bass pra acompanhar a comida.

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Como entrada, optamos por Gamberetti (os famosos camarõezinhos) com gergelim e molho de soja. Perfeitos.

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Como principais, a Dé foi na oferta do produto do dia. Neste caso, um risoto de funghi fresquíssimos

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com trufas negras. Ouso dizer, que neste caso, nem eu faria melhor! 🙂

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Eu não ousei nada, e pedi o mesmo prato de sempre, um Spaghetti com Vongole Veraci.

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Olha, ouso dizer novamente que foi o melhor de todos os tempos.

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Tanto que prometemos voltar no almoço de amanhã, quem sabe pra comer e beber tudo igual a este jantar.

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É isto o que a Itália tem de bom. As mesmas coisas são, no mínimo, iguais ao que sempre foram, quando não, muito melhores.

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Resumindo, Milão é uma cidade a ser descoberta.

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Arrivederci.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Primo giorno toscano – De FV pra Toscana, ou melhor, Cortona.
Secondo giorno toscano – Voltando a Chianti e ao Castelo de Volpaia.
Terzo giorno toscano – Uma verdadeira puxada (curva) até Urbino.
Cuarto giorno – Sob o sol (e a chuva, e a tempestade e a cozinha) da Toscana.
Quinto giorno – Menu de cidades na Toscana.
Sesto giorno – Pitigliano, Bagno Vinoni, San Quirico, Buonconvento. Isto é Toscana?
Settimo giorno toscano – Happy birthday to you.
Ottavo giorno toscano – Castello di Ama, o piccolo Inhotim.
Nono giorno toscano-milanese: uma ponte imaginária.

dcpv – nono giorno toscano-milanese: uma ponte imaginária.

07/06/2013

Nono  giorno toscano-milanese: uma ponte imaginária. 

Hoje seria o dia do grande contraste.

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Passaríamos a manhã na Toscana, mais precisamente em Montalcino, …

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… e depois, nos deslocaríamos até Milão, onde ficaríamos até domingo (hoje é sexta).

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Começando do princípio, fomos pra Montalcino logo cedo.

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Pra dar uma boa olhada na cidade …

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… e pra curtir a feira livre.

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Nada melhor do que fazer umas comprinhas pra nos abastecer pra viagem milanesa.

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Ainda deu tempo de “babar” mais uma vez na Fortezza

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… e tomar uma taça de Poggio alla Mura.

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Por volta das 12:00hs, zarpamos pra Milâo.

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O caminho é longo e são quase 4 horas de carro; pior, numa auto-estrada.

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Sabe que mesmo assim foi divertido? (claro que a companhia ajudou muito).

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Demos somente uma parada num Auto Grill pra abastecer o carro (a comida ficou por conta dos mimos do Castiglion del Bosco) …

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… e por volta das 16:30 hs chegamos ao Armani Hotel.

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Falar que é bacana é constatar o óbvio.

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Os quartos são modernos, espaçosos …

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… e caso você sofra de sonambulismo, …

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… tem a opção de explorar a mega-loja com quatro andares que fica logo abaixo do hotel. Haja Euros !

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Tivemos um princípio de stress ao perceber que teríamos que entregar o carro alugado. Mas deu tudo certo.

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Na volta, passamos no famoso Panzerotti do Luini (as filas são imensas) …

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… e experimentamos um (maravilhoso) de queijo e presunto.

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Passamos também na superloja la Rinascente …

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… e subimos até o último andar, onde tomamos duas flutes de champanhe, …

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… aproveitamos a qualidade da happy hour …

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… e da vista da cobertura do esplêndido Duomo.

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Como estava no caminho, demos  uma volta no Quadrilátero da Moda, …

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… percebermos a beleza de tudo (somos fãs de Milão) …

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… e voltamos pra curtir o hotel.

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Devido ao cansaço, fizemos uma reserva no restaurante do próprio hotel.

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O Armani restaurante estava tomado por brasileiros. Nos sentimos na praia milanesa.

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É claro que o lugar é hyppado e extremamente bem decorado.

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O piso é iluminado internamente e te dá a sensação de estar flutuando.

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É, realmente, como você se sente ao experimentar a sua comida.

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Começamos recebendo um piccolo como presente, uma entrada de papa ao pomodoro e rocambole de Coelho.

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Pedimos um vinho branco, o Greco de Tufo Quintodecimo que funcionou perfeitamente com tudo.

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Como entrada, resolvemos dividir um tartar de caranguejo com maionese e ervas, tomate e azeitonas. Muito bom.

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E a noite seria de peixes. A Dé escolheu um Saint Peter empanado com abobrinhas

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… e eu, uma Perca com abobrinhas, maionese de água do mar e ratatouille.

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Tudo com muita qualidade.

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Tão bom que resolvemos experimentar uma sobremesa (no velho esquema 2×1). O Mil Folhas de limão siciliano com caramelo estava sensacional.

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E melhor com um cálice do Vin Santo Castelo di Ama (coincidentemente, a vinícola que visitamos ontem).

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Enfim foi realmente um jantar de gala, assim como toda coisa que sendo da grife Armani tem que ser.

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O negócio foi pegar o elevador, descer 3 andares e descansar, porque amanhã, Milano promete.

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Arrivederci.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Primo giorno toscano – De FV pra Toscana, ou melhor, Cortona.
Secondo giorno toscano – Voltando a Chianti e ao Castelo de Volpaia.
Terzo giorno toscano – Uma verdadeira puxada (curva) até Urbino.
Cuarto giorno – Sob o sol (e a chuva, e a tempestade e a cozinha) da Toscana.
Quinto giorno – Menu de cidades na Toscana.
Sesto giorno – Pitigliano, Bagno Vinoni, San Quirico, Buonconvento. Isto é Toscana?
Settimo giorno toscano – Happy birthday to you.
Ottavo giorno toscano – Castello di Ama, o piccolo Inhotim.

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dcpv – dias XII e XIII – milão – dormindo na galleria vittorio emanuele II

01 e 02/12/2012

Dias XII e XIII – MilãoDormindo na Galleria Vittorio Emanuele II.

Hoje era dia de reutilizar o trem como meio de transporte.

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Iríamos da bela Florença pra cosmopolita Milão.

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Por incrível que pareça, conseguimos ver o Astro Rei aqui na capital da Toscana.

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E confirmamos o óbvio: Florença fica ainda mais bonita com a presença dos raios solares.

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Sendo esta a situação, planejamos uma última passeada pela cidade.

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Antes tomamos um café reforçado no hotel.

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Logo após, compramos luvas

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… e fomos bisar o melhor sorvete de Firenze, segundo a família Luz (uma pena não poder importá-lo pra Re).

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Experimentamos muitos, mas o da Gelateria Santa Trinita é certamente o melhor (nota 11,0 no guia MicheLuz). Na verdade quase que não tomamos os sorvetes, pois a loja só abria as 11:00hs e eram 10:45 hs.

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Mas fizemos uma cara de coitadinhos, e a atendente se apiedou de nós. Abriu a sorveteria com um pouco de antecedência e aproveitamos muito.

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Creme, café, gergelim preto e pistache; estes foram os sabores. Que marravilha!

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Como aproveitamento do passeio, demos uma volta em torno do rio Arno com a possibilidade de termos …

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… excelentes vistas de todo o entorno.

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Retornamos ao hotel, pegamos as nossas coisas e rumamos pra estação de trem, a Santa Maria Novella.

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Aqui fica mais uma dica pra quem for usar este tipo de transporte: pode deixar pra chegar quase que em cima da hora (uma meia hora antes do embarque), porque além de não ter lugar pra sentar, a plataforma que você embarcará é sempre informada nos últimos momentos.

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A viagem foi muito tranqüila, com dois pequenos incidentes: o primeiro foi sobre os nossos lugares. Sem motivo algum, já que o trem estava vazio, eles nos venderam um de costas pro outro e no corredor; o outro foi a dificuldade de se encontrar lugar pra deixar as malas.

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É claro que o ideal é viajar bem leve, mas como fazer isso indo pra 4 cidades e no inverno? Portanto, com malas um pouco maiores e mais pesadas, foi difícil encontrar lugar para deixá-las sem ter que erguê-las.

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Fique ligado quanto a estes detalhes, senão a sua hérnia inguinal vai se manifestar! Ah! Aproveitamos também do excelente menu da primeira classe.

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Chegamos em Milão pra última noite e em grande estilo.

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Resolvemos ficar hospedados dentro dum monumento, mais precisamente, na Galleria Vittorio Emanuele II.

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É isto mesmo. O hotel SevenStars Galleria fica dentro da Galleria e todo os quartos tem vista pro seu belíssimo interior.

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O nosso não seria diferente. Olha, é emocionante estar hospedado quase no nível da cobertura desta maravilha arquitetônica.

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Ficamos um tempo olhando catatonicamente pra tudo e observando mais ainda todos os detalhes.

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Tivemos que sair rapidamente prum encontro com a nossa amigona, a Maria.

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E ainda bem que ela não precisou chegar até o lobby do hotel, que é bem escondido e fora de mão. Coincidentemente, nos encontramos bem no meio da Galleria.

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Aproveitamos a oportunidade pra conhecer o novo paraíso de compras, a Excelsior.

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É uma loja multimarcas que veio pra ser uma la Rinascente upgradeada e mais afrescalhada.

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Pelo que vimos, gostamos muito e vamos repetir amanhã cedo.

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Pois ela além de ter uma montão de coisas de modas feminina e masculina, …

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… ainda apresenta um sex shop de primeira linha.

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Tomamos um café e uma água com a Maria…

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… antes de nos despedirmos, pra variar, sobre a chuva e no meio duma multidão condizente com um sábado a noite.

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Arrumamos tempo pra dar uma passada (e comprar algumas coisa pra casa na la Rinascente) …

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… e fomos nos preparar pro jantar de gala e de despedida no restaurante Trussardi alla Scala.

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Que é exatamente o que o nome propõe: um restaurante dentro da loja da grife Trussardi e que tem vista pro Teatro Scala.

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Como a nossa mesa foi reservada, ela tinha uma vista privilegiada pro teatro e pra própria praça. Além da RAI estar transmitindo o jantar (brincadeirinha!).

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Se bem que ele merecia, já que foi um desfile de grandes pratos.

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Iniciamos tomando umas belas taças dum espumante nacional, pra comemorar a ótima viagem.

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E optamos por jogar o barco nas pedras. Pediríamos entradas do menu normal (fugimos das degustações que eram muito grandes) e pratos principais com trufas brancas. Ah! As trufas brancas.

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O início de tudo é com uma  demonstração dos mais variados tipos de chips de Polenta. Imaginem o que a Dé achou?

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É claro que enquanto escolhíamos, o coperto chegou. Uma mousse de camarõezinhos fantástica, um carpaccio de beterraba com sardinha escabeche e vários amuses.

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Começamos a vibrar. Como entrada, a Dé escolheu legumes, mais conhecidos com “multicolore do fruta e verdura d’autunno, transparenza de un consommé profumato alla rosa canina”. Parece uma obra de arte, né?

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Eu fui de peito de galinha,  também mais chamado por “petto de fagiano arrosto, arancia, alchermes e panne di Gênova alla barbabietola”. Parece outra obra de arte, né? E são!

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Enquanto isso, nos servíamos dos excelentes e diferentes pães.

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Os principais trufados brancamente estavam por vir. Antes decidimos, junto com o sommelier, pedir um vinho branco mais forte, um Verdicchio Villa Bucci 2006.

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E chegaram os pratos. Pra Dé, Gnocchi di patate Ratte al tomino di Melle, bottarga, spinacio, burro caramellato (calma que a Dé não radicalizou. Burro é… manteiga) e tartufo bianco

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… e pra mim, um arroz cozido no caldo de galinha e amantegado com parmesão jovem e trufas brancas.

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Ambos estavam simplesmente maravilhosos (o meu, modestamente, o máximos dos máximos), com as trufas exalando um tremendo odor e com raladas bastante parcimoniosas.

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Ficamos um bom tempo extasiados e obviamente optamos por pedir somente uma sobremesa no esquema 2×1. E ela era Sfoglia di late, marrons glacé e amarene al brandy.

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O chefe se apiedou da Dé (rs) e enviou um sorbet pra limpar o paladar, …

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… além de mignardises de fazer qualquer um cair o queixo (e abrir a boca).

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Ainda tomamos um corto e não sei se o chef, talvez influenciado pelos nossos “hummmmms” constantes durante o regabofes, nos enviou uma outra rodada de mignardises. Adivinhem qual gostamos mais?

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Pronto, jantar no Trussardi alla Scalla (um legítimo e verdadeiro 2 estrelas no Michelin) transformou a noite num verdadeiro concerto! Foi um legítimo Grand finale.

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É claro que ainda tínhamos a manhã de domingo e o almoço, mas podemos considerar este jantar como uma despedida em alto nível pruma viagem diretamente proporcional.

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Fomos à Excelsior no domingo de manhã só pra fazer a feira.

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Resultado? Tomatinhos, alho, erva-doce, pimenta e outras coisas foram devidamente importadas.

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Pra encerrar a brincadeira, fizemos o que se tornou uma tradição nas nossas viagens.

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Fazer o último almoço no restaurante Il Coriandolo (devemos esta ao Juscelino Piselli Pereira), que fica em Brera.

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Chegamos lá no horário e já fomos pedindo um entrada com “produtos da terra”. Só coisa boa.

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Como principais a Dé escolheu Ravioloni de ricota com molho de trufas negras.

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Eu fui pragmático e tendencioso optando pelo Spaghetti ao Vôngoli Veraci, …

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… uma maravilha da culinária milanesa, porque não dizer, mundial.

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É claro que pra acompanhar um ícone, somente outro. Então dá-lhe um branco do gênio Gaja. Escolhi o costumeiro Rossy Bass, mas tinha acabado (e sido reajustado depois dos Loguercio o pedirem na ultima  viagem deles).
Nos conformamos com o excelente Sauvignon Blanc Alteni di Brassica 2009, do mesmo Gaja.

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Pronto, dois expressos depois estávamos preparados pra nossa descompressão ítalo-ferrazense.

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Espero que a próxima viagem pra Itália não demore muito.

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Arrivederci e até breve.

Acompanhe os dias anteriores desta viagem:
Dia I – Verona – Itália – A terra da goiabada com queijo, ops, de Romeu e Julieta.
Dia II – Verona – Itália – Seguindo os passos dos amantes.
Dia III – Verona – Itália – Conhecendo o lago Garda.
Dia IV – Veneza – Itália – Quem vê o Canal Grande pela primeira vez e em grande estilo, jamais esquece.
Dia V – Veneza – Itália – O dia (e a noite) do misterioso fog.
Dia VI – Veneza – Itália – Tremenda dobradinha: Palácio dos Doges (e seu Itinerário Secreto) e passeio de gôndola.
Dia VII – Veneza – Itália – Aqui não tem nenhuma sonífera ilha (Murano, Burano e Torcello
Dia VII – Itália – Veneza/Florença – Uma luz no fim do túnel, ops, sobre viagem de trem
Dia IX – Itália – Florença – Piove, pananananananam, piove.
Dia X – Florença – Itália – Entrando na moda pela porta da frente.

Dia XI – Florença – Itália – Uma aula de culinária na capital toscana.

dcpv – piemonte – nonno giorno – o reencontro com velhos amigos (maria, franco e leonardo)

05/11/10

Piemonte – Nonno Giorno –  O reencontro com velhos amigos (Maria, Franco e Leonardo)

Estamos em Milão. E sem aquela “responsa” de acompanhar o grupo; horário pra isso e pra aquilo; ter que comer demais!

Acordamos cedo e fomos ao Cenacolo Vinciano ver e apreciar a A Última Ceia do Leonardo da Vinci.

É sempre um imenso prazer degustar um trabalho tão primoroso. (Aviso aos navegantes: não se esqueçam de reservar os ingressos pela internet, pois se deixarem pra última hora, provavelmente não conseguirão entrar).

A visita é curtíssima e os compulsórios 25 minutos passaram muito rapidamente.
Se bem que eu acredito que todo o charme está nisso!

Tínhamos marcado um encontro com a Maria (lembram da nossa outra reunião?) na Santa Maria delle Grazie, mas preferimos caminhar até o belíssimo Castello Sforzesco e nos encontrarmos lá.

Não sabíamos exatamente o que estava acontecendo (desfile cívico, memórias de alguma guerra Mundial, etc), mas tinha um montão de gente das Forças Armadas Italianas ali.

Fanfarras, gente armada, agentes secretos e camuflados (muito bem camuflados. 🙂 )…

Nos divertimos muito vendo a pretensa organização de tudo e quando a Maria e o Franco, o esposo dela chegaram, resolvemos dar uma volta.

Rumamos pro Centro, caminhando pelo Quadrilátero da Moda e adjacências. Vimos vitrines espetaculares (e saborosas)…

… e fomos comer umas coisinhas no Bar do Peck. Comidinha ligeira e em pouca quantidade pra felicidade da mulherada!
Salada caprese, …

… risoto, agnolotti, …

… spaghetti e polvo (adivinhem pra quem?).

Passamos também pelo sex shop, o Peck e achamos bom, mas bem mais fraquinho (se é que podemos falar isso) que o Eataly.

Tanto que optamos por comprar algumas coisinhas num mercatto pequeno ao lado dele que a Maria nos indicou. Castanhas (segredo de estado pra fazê-las e na medida daquelas que você compra assadas: dê um cortezinho e cozinhe no microondas!!. Tentei fazer e não deu muito certo! rs),  tupinambor (plantei aqui em casa e já estão brotando) e….

… aqueles famosos produtos que já conhecemos.

Nos despedimos duplamente. Uma vez da Maria e do Franco (foi o maior prazer conversar de novo com eles) e do nosso guru Juscelino que embarcaria pra São Paulo.

Voltamos ao centro (é, o dia está bem tranqüilo) e enfrentamos o tráfego pesado na la Rinascente.
Caramba, é igualzinho as Galeries Lafayette de Paris. Tem uma história bacana do Duto sobre uma brasileira que estava na Lafayette  em plena liquidação. De repente, ela subiu num espécie de banquinho e devido a multidão presente, gritou: Me acuuuuuuudam! E em português! 🙂

Tentamos e compramos algumas coisas, mas prevaleceu o bom senso e resolvemos comer umas mussarelas de búfala e …

… uma tábua de frios …

… no Obiká, um espetacular bar de mussarelas de origem. (eu não consigo escrever muçarelas! rs)

Voltamos ao hotel, pois  tínhamos que arrumar as malas e nos preparar pra despedida oficial da esbórnia gastronômica.

Também iríamos jantar no Gold, o restaurante dos estilistas Dolce&Gabbana.

A reserva era pras 20:30 hs e chegamos uns 10 minutos atrasados. Foi o suficiente pra termos que esperar um pouco tomando um belo espumante.

E foi muito bom. Ficamos como o Statler e o Waldorf, os velhinhos do Muppet Show, ou seja, observando toda a fauna por um tempão e comentando sobre todo mundo.

Cerca de 40 minutos depois fomos alojados na nossa mesa no salão principal. Rimos muito; o salão estava praticamente vazio!

O espaço todo fica no limite do kitsch, mas ao final você se convence de que é perfeito pra situação (é o mínimo que se espera dum estabelecimento dolcegabbaniesco).

Ainda mais com este banheiro! Certamente, o mais bonito que usamos na vida!

Os pedidos foram feitos. Eu fui de flor de abobrinha recheada com ricota.

O Eymard pediu uma burrata com uns tomates excepcionais e um vinho branco muito bom.

Para os principais, um Ravioli com molho e manjericão pra Dé, um  Spaghetonni (??) pra mim, …

… um Maltagliati com legumes pro Eymard e um Pasta feita em casa pra Lourdes (que arriou e não comeu praticamente nada),

É claro que não pedimos sobremesa, mas mesmo assim ainda ficamos um bom tempo apreciando o belo ambiente.

E quer saber duma coisa? O que aparentemente parecia ser uma mistura explosiva (restaurante de estilistas+gente jovem e bonita+lugar de moda), se mostrou um lugar competentíssimo e com um resultado altamente positivo.

Foi a melhor comida da viagem? Não.

Foi a pior? É claro que não (teve aquele risotto com nuggets da Sadia em Vercelli rs).

Que por sinal estava mais do que terminando e com um ótimo resultado final. Só faltava mais meio dia em Milão e em pleno domingo.

Arriverdeci.


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