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dcpv – dia tredicésimo – itália – milão – che bella cidade!

10/04/2021 (vivido em 22/1/2019)

Dia Tredicesimo – ItáliaMilão – Che bella cidade.

Dia de dizer até breve à nossa querida Itália.

E nada mais representativo do que fazer o Dolce Far Niente aqui em Milão.

Tudo bem que esta cidade, …

… contemporânea que é, …

… não seria bem um lugar pra não se fazer nada.

Mas optamos por fazer isso à nossa maneira.

Como cabe bem ao clima milanês, …

… estava chovendo.

Mas isto não nos abateu.

Tomamos o nosso café da manhã e …

… fomos bater pernas, …

… aproveitando pra fazer as últimas compras.

E seriam muito especiais.

Zarpamos direto pra Peck.

Pra quem não sabe, …

… ela é um super sex shop.

Lá você encontra o fino da gastronomia italiana, …

… que convenhamos, não é pouca coisa.

Extrapolamos um pouquinho e fizemos uma boa feira.

Tomates, cebola, alho, erva doce e …

… carne (pra fazer uma legítima carne cruda) foram providenciados.

Além da visita obrigatória à adega deles …

… que é um verdadeiro santuário.

Passamos também na Princi, …

… aquela padoca de respeito …

… onde compramos pães e …

… focaccias de primeira.

Também demos uma boa volta pelo famoso centro, …

… Duomo e Galleria incluídos.

Resolvemos beliscar no bar do próprio hotel.

Caprese pra Dé, …

… hambúrguer de fassona pra mim e …

… pinots pra nós (Grigio pra Dé e Noir pra mim).

Pronto!

Daí foi só dividir o peso de tudo o que compramos nas malas (trabalho árduo), …

… pegarmos o nosso transfer, …

… nos divertindo muito com a italianice do driver Marco e …

… Latam diretamente e sem escalas pra Nova Toscana.

É, esta viagem foi muito legal e …

… nos deixou muitas boas experiências.

1 – Passear pelo Piemonte com os olhos do chef Giuseppe Gerundino foi incrível.

Não imaginávamos, a esta altura do campeonato, que uma viagem em grupo seria tão legal.

Tudo bem que o grupo também ajudou muito, mas a liderança inconteste e o charme do GG uniram tudo.

2 – Estamos nos devendo um tour solo pelo Piemonte pra curtir mais as cidades e comer um pouco menos.

Acho que esta viagem deveria acontecer fora do período dos tartufos biancos. 🙂

3 – A Suíça é mesmo uma maravilha.

A parte italiana estava faltando no nosso currículo e não foi surpresa alguma descobrir que ela é incrível.

Ah, Lugano é uma cidade maravilhosa.

4 – Já marcamos uma viagem só pra região dos Lagos italianos (em tempo, mal sabíamos o que aconteceria).

Lagos Maggiore, d’Orta, Como e Garda merecem exclusividade.

5 – Milão é charmosa demais.

Arrivederci.

Veja os outros desta viagem espetacular:
Dia primo – Itália – Milao/Piemonte – Em busca da trufa branca,o fungo perfeita!
Dia secondo – Itália – Piemonte – O verdadeiro giro com Giuseppe.
Dia terzo – Itália – Piemonte – Barolo, a terra dos Barolos.
Dia quarto – Itália – Piemonte – Em busca da trufa perdida. Ou melhor, do tartufo achado.
Dia quinto – Itália – Piemonte – Visitando uma vinícola e uma grapperia piemontesas. Ah, já viu como se abre uma forma de parmigiano?
Dia sexto – Itália – Piemonte – Dá pra comer caracol, ops, escargots?
Dia settimo – Itália – Piemonte – Cerveja piemontesa. Tudo a ver.
Dia ottavo – Itália/Suíca – Piemonte/Lugano – Do primeiro pro primeiríssimo mundo.
Dia nono – Suíça – Lugano – Orta San Giulio, Stresa, Bellinzona: cidades ítalo-suíças ou seriam suíço-italianas?
Dia decimo – Suíça/Itália – Lugano – Onde, quando, como? Sim, o lago.
Dia undicesimo – Suíça/Itália – Lugano/Milão – Cidades maravilhosas com ugares tanto quanto (LAC, Parco Ciani, La Rinascente, Starbucks Reserve 
Dia dodicesimo – Itália – Milao – Seguindo os passos do leozinho, o Da Vinci.

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dcpv – dia undicesimo – suíça/itália – lugano/milão – cidades maravilhosas com lugares tanto quanto (lac, parco ciani, la rinascente, starbucks reserve).

20/03/2021 (vivido em 20/11/2019)

Dia undicesimo – Suíça/ Italia – Lugano/MilãoCidades maravilhosas com lugares tanto quanto(LAC, Parco Ciani, La Rinascente, Starbucks Reserve).

Vou fazer uma pergunta que nunca formulei.

Dia de troca de hotel é dia perdido? Hahaha

Pois acredito que não.

Iniciamos tudo com um lauto café da manhã com view nublada, …

… mas view no The View.

Depois pegamos o nosso Smart elétrico, ô carrinho bacana e …

… fomos conhecer Lugano pessoalmente.

Sem contar que hoje seria o dia, segundo a previsão, …

… que teríamos sol.

Optamos por parar no estacionamento do LAC por absoluta falta de opções.

Mas a decisão foi correta.

O prédio é bonitérrimo e …

… o entorno dele não fica atrás.

É a junção perfeita do lago Lugano, …

… com árvores em plena autumn fall e …

… muita arte.

Uau!

Deixamos o carro por lá e fomos bater pernas.

Passeamos pelo centro, …

… que é pequeno, …

… mas que tem um urbanismo bonito, …

… muitas lojas bacanas, …

… comércios de alimentos de primeiríssima linha …

… (vejam só: …

… chocolates incríveis, …

… (a Läderach é hours councours) e …

… chegamos à piazza Riforma.

Mais um lugar marcante da cidade.

Neste momento o sol estava a pleno vapor e …

… podíamos ver o resplandecer da natureza e do lago.

Como a expectativa era grande, …

… fomos andando pela borda do lago …

… até chegar ao Parco Ciani.

Ele é um tipo de Ibirapuera upgradeado, …

… quase um Stanley Park.

E toda a natureza de lá estava no auge da sua beleza.

Nada melhor do que deixar as fotos falarem (porque estas falam):

Depois deste banho de adoração, …

… retornamos pro LAC …

… pela borda do lago e …

… em vez de ir pro hotel, …

… pegamos o nosso piccolo Smart e …

… fomos até Morcote.

A cidade, não a mexerica.

Ela fica a uns 20 minutos de Lugano e …

… pra se chegar lá é necessário …

… margear o lago.

Ou seja, é maravilhoso.

E a cidadezinha não fica trás.

É muito graciosa e …

… infelizmente, não tivemos tempo de ficar muito por lá.

Retornamos pro hotel, fizemos o checkout, …

… (certamente retornaremos) e …

… tocamos pra Milão …

… pra curtirmos a última perna da viagem.

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Antes de irmos pro hotel que reservamos, …

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… resolvemos conhecer a Casa Milan, do time de futebol homônimo.

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E foi uma decisão acertada.

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Tudo é muito bacana e bastante rubro-negro pro meu gosto. 🙂

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Como estávamos com fome, optamos por comer uns lanches, …

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… por sinal, ótimos, …

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… no bistrô de lá.

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Depois, fomos conhecer propriamente o museu.

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Que é espetacular.

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Utiliza bastante holografia …

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… pra nos mostrar tudo o o que o Milan foi.

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Porque hoje em dia, o time italiano não mete mais medo em ninguém, …

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… mas no tempo do Berlusconi, o mandão, …

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… os caras ganhavam quase tudo.

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O museu é muito moderno e …

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… a sala de troféus é um dos pontos altos.

Ver a “oreiuda” ao vivo é demais!

Não esqueçamos a importância do Kaká na história mais recente dos milaneses.

Acho que ele não precisará pagar mais nenhuma pizza quando estiver por aqui. 🙂

Finalizamos na excelente lojinha …

… onde acabei comprando alguma coisinha!

E sempre fica a pergunta: …

… porque os times brasileiros (Timão incluso) não conseguem fazer alguma coisa parecida?

Chegamos no Hotel Armani e …

… confirmamos o óbvio: …

… ele também é o máximo.

Quartos imensos, …

… muita mordomia e …

… amenidades de fazer qualquer um chorar.

Demos um gás pra devolver o carro alugado em tempo …

… na Estação Central.

Aliás, a belíssima Estação Central.

Foi só o tempo de curtir um pouco o hotel e …

… irmos até a charmosa região da dupla de ouro, …

… Galleria Vittorio Emanuele/ …

… Duomo, …

… pra dar uma passada na La Rinascente.

Enquanto eu fiquei tomando um Aperol Spritz e …

… a Dé passeava pela loja toda em busca de algum presente pra mim (amanhã seria o meu niver).

Foi bem divertido, …

… fora a possibilidade de estar no mesmo nível do telhado do Duomo.

Lindo!

Dali, andamos mais um pouquinho e …

… fomos, finalmente, …

… conhecer a nossa queridinha de sempre.

Starbucks Reserve Roastery daqui é monumental.

O prédio é histórico (era o antigo Correio) e …

… a parte interna é deslumbrante.

O princípio das outras que conhecemos (Seattle e NY) é o mesmo.

A intenção é ter um lugar amplo, muito moderno, …

… com uma trilha sonora incrível e …

… uma torrefadora de cafés especiais …

… bem na sua frente.

Além disso, tomar uns bons drinks à base de café …

… num bar de cinema e …

… comer algumas coisinhas muito italianas, tais como focaccias e pão com mortadela.

É realmente viciante e certamente retornaremos.

Ufa, agora posso responder à pergunta lá de cima.

Se for um dia como hoje, certamente não é perdido.

E tenho dito!

Veja os outros desta viagem espetacular:
Dia primo – Itália – Milao/Piemonte – Em busca da trufa branca,o fungo perfeita!
Dia secondo – Itália – Piemonte – O verdadeiro giro com Giuseppe.
Dia terzo – Itália – Piemonte – Barolo, a terra dos Barolos.
Dia quarto – Itália – Piemonte – Em busca da trufa perdida. Ou melhor, do tartufo achado.
Dia quinto – Itália – Piemonte – Visitando uma vinícola e uma grapperia piemontesas. Ah, já viu como se abre uma forma de parmigiano?
Dia sexto – Itália – Piemonte – Dá pra comer caracol, ops, escargots?
Dia settimo – Itália – Piemonte – Cerveja piemontesa. Tudo a ver.
Dia ottavo – Itália/Suíca – Piemonte/Lugano – Do primeiro pro primeiríssimo mundo.
Dia nono – Suíça – Lugano – Orta San Giulio, Stresa, Bellinzona: cidades ítalo-suíças ou seriam suíço-italianas?
Dia decimo – Suíça/Itália – Lugano – Onde, quando, como? Sim, o lago.

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dcpv – dia secondo – itália – piemonte – o verdadeiro giro com giuseppe.

16/01/2020 (vivido em 11/11/2019)

Dia Secondo – Itália – PiemonteO verdadeiro giro com o Giuseppe.

A coisa toda prometia.

Hoje seria dia de encontrarmos com o chef Giuseppe Gerundino, sim,…

… aquele do ótimo programa Giro com Giuseppe que ainda está passando no GNT e …

… ver como são algumas das maiores atrações gastronômicas do Piemonte, …

… tartufo bianco incluso.

Acordamos cedo (o tempo estava broncolhaço em Milão), …

… tomamos o chiquérrimo café da manhã …

… no Hotel Armani e …

… fomos os quatro de van para estação central de Turim, …

… mais conhecida como Porta Nueva (estava na dúvida se seria lá ou no aeroporto? Hahaha).

O translado até lá (quase 2 horas) foi tranquilo.

Chegamos no horário definido …

… para encontrar com o Giuseppe e o restante da turma.

Pegamos o ônibus e zarpamos pra Pollenzo (quase uma hora).

Ficaríamos no Albergo Dell’Agenzia, …

… um hotel vinculado à Universidade de Ciências Gastronômicas e …

… que tem como inspiração o movimento Slow Food.

É claro que antes de entramos nos nossos quartos, fomos almoçar.

E foi muito interessante conhecer todo mundo do grupo (todos muito simpáticos), …

… ainda mais sabendo que ficaríamos juntos num passeio …

… de uma semana pelo Piemonte.

Giuseppe é bastante falador como convém a um bom italiano, …

… além do providencial acréscimo do jogo de cintura do brasileiro. Enfim, um boa-praça!

Sentamos todos numa mesa comunitária do restaurante e …

… iniciamos com um prato épico piemontês, a famosa carne cruda, uma Battuta di Fassona La Granda.

Tomamos um belo bianchetto da região, o Langhe Favorita 2018 Malvirà …

… então fomos pro secondo, que foi um Tonno di galletto all’acetto balsâmico, um frangão desfiado com uma vaga lembrança de atum.

Aproveitamos pra experimentar um Dolceto D’Alba 2018 Sérgio Grimaldi bastante ligeiro que caiu bem com este prato e com o terceiro, que foi uma genuína lasagna al forno (esquecemos de fotografar).

Finalizamos a conversa e o almoço com um Tiramisu al caffé de origem harmonizado com um vinho dolce Moscato d’Asti 2018 Saracco que achamos meia boca.

Pronto, a ideia seria descansar, mas teimosos que somos e …

… apesar do chuvisco, fomos conhecer Pollenzo.

Que é minúscula (tem menos de 800 habitantes) e …

… praticamente ligada ao hotel.

Na verdade, a Universidade de Gastronomia é quase que a cidade toda.

Demos uma volta inteira nela com pouco mais de 20 minutos, …

… vimos o contorno do que já foi um legitimo Coliseu e …

… retornamos pra explorar um pouco o espaço da escola.

Ela é muito bonita, parece muito organizada …

… inclusive, tem algumas salas de aula bem charmosas e …

… um espaço para vinhos, na verdade, uma adegaça que estava fechada (era uma segunda) …

… mas que certamente será um lugar que bateremos ponto todos os dias.

Como já estava escurecendo …

… (não se esqueça que em novembro anoitece às 17:00 por aqui) …

… retornamos pro hotel …

… pra conversar mais um pouco e tomar uma flutezinha dum Franciacorta (merecemos!).

Fomos nos arrumar porque já tínhamos uma atividade marcada.

Iríamos ver como se faz um dos pratos de resistência do Piemonte, o Ravioli al Plin.

E acabamos pondo a mão, literalmente, na massa.

O chef Giuseppe, o homônimo do restaurante do hotel …

… nos mostrou como se faz o tal ravioli e …

… também o Tajarin ai “40 Rossi” (mais conhecida como gemas de ovo).

Ficamos um tempão praticando e …

… conversando, até que chegou o horário do jantar.

Iniciamos com um divino Sformato di verdure com crema di Roccaverano acompanhado dum Langhe Barbera 2016 Cascina Corte.

Logo em seguida o Tajarin ai 40 Rossi tagliati a mano ai funghi porcini.

Sente só o tamanho das “crianças fungosas”! 🙂

Ainda experimentamos os Ravioli al plin e …

… (ufa) terminamos com um Teneroni di Fassona La Grande al forno com purê di patate.

Quer dizer, finalizamos mesmo com um Bonet, um tipo de pudim de amareto.

Resumo da ópera bufa: foi muita comida? Foi.

Estava muito bom? Estava.

A nossa primeira tarde/noite piemontesa foi em alto estilo.

E vamos lá que amanhã realmente iniciamos o tour propriamente dito.

Como diria o titio Silvio Santos, aguardem!

Arrivederci.

Veja o primeiro desta viagem glutona:
Dia primo – Itália – Milao/Piemonte – Em busca da trufa branca,o fungo perfeita!

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dcpv – dia primo – itália – milão/piemonte – em busca da trufa branca, o fungo, perfeita

12/01/2021 (vivido em 10/11/2109)

Dia Primo – Itália – Milão/PiemonteEm busca da trufa branca, o fungo, perfeita.

E lá estávamos nós, pela terceira vez, vindo pro Piemonte.

Pra quem não sabe, esta é uma região que fica no norte da Itália e …

… é notabilizada por produzir grandes vinhos, …

… refeições vigorosas e demoradas …

… (foi lá que surgiu o Slow Food) …

… utilizando ingredientes de primeiríssima linha …

… entre eles a trufa, mais conhecida por aqui como tartufo.

Mas vamos com calma.

Como nós quatro chegamos até aqui (a Lourdes e o Eymard também estavam conosco)?

Vocês conhecem o chef Giuseppe Gerundino?

Ele fez aquele ótimo programa sobre o Itália, o Giro com Giuseppe que ainda está passando no GNT.

E através dele, fomos fazer um curso na Accademia Gastronômica, a sua escola que fica em São Paulo.

Um dia, recebi um email deles onde informavam que o Giuseppe também fazia tours gastronômicos pelas regiões da Itália.

Daí a me interessar pelo do Piemonte e a Lourdes e o Eymard toparem foi uma moleza.

Portanto, estamos indo passar uma noite em Milão …

… pra nos encontrarmos com o grupo (são 12 pessoas no total) em Turim e …

… aí ficarmos uma semana com o Giuseppe (ele vai estrear um programa na Sony no final de janeiro) nos mostrando …

… o que que o Piemonte tem ,…

… inclusive trufas brancas.

O voo pela Latam foi super tranquilo.

Saímos a noite, …

… com direito a ver a esplendorosa Barcelona por cima e …

… chegamos em Milão às 16:00 do domingo.

Optamos pelo conhecido e maravilhoso: …

… nos hospedamos no Hotel Armani.

Super bem posicionado e …

… com aquele toque de modernidade necessário …

… quando se está numa cidade cosmopolita como esta.

Pausa: nós simplesmente adoramos Milão!

É uma cidade diferente daquele estereótipo que imaginamos quando pensamos na Itália.

A Lourdes e o Eymard (eles chegaram antes) estavam no Centro e descobriram que o Aimo e Nadia tem uma filial que se chama Vòce, bem do lado do Scala.

Ou seja, nem bem chegamos no hotel e já saímos, mas foi por uma boa causa.

Demos aquela passeada por Milão, certamente a São Paulo que deu certo.

O lugar é muito bacana e …

… selamos a nossa amizade com taças da velha conhecida Ferrari.

O clima era de happy hour; …

… como em toda boa, não poderiam faltar os Aperol Spritz.

Retornamos pro hotel …

… com tempo de tomar um bom banho, …

… (como são  ótimos os shampoos do Armani) e resolvemos jantar num lugar querido de todos nós.

Il Coriandolo é o nosso restô milanês preferido.

Chegamos sem muita fome, mas com alta expectativa.

O lugar continua o mesmo e graças a Deus, a comida também.

Mandamos ver num clássico bianchetto Rossj Bass do Gaja.

A Lourdes e a Dé pediram um tremendo risoto com flor de  abobrinha e bacon.

Eu e o Eymard fomos no que viemos fazer: dois pratos de spaghetti ao vongole verace. Que maravilha!

Choramos muito e ainda arriscamos algumas sobremesas, …

… mas só sobrou a certeza de que realmente este espaguete é inesquecível.

Voltamos pro hotel, …

… tomamos flutes de Champs …

… só pra dar uma última curtida antes do Piemonte.

Que venham as trufas e que seja em forma de muitas raladas.

Arrivederci.

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dcpv – giorno ventotto – itália – toscana – despedida: o castello di ama é imbatível.

15/06/2019 (vivido em 26/10/2017)

Giorno Ventotto – Itália – Toscana Despedida: o castello di Ama é imbatível.

Hoje seria dia retornar ao fantástico Castello di Ama.

Afinal de contas, é sempre um prazer visitar esta vinícola que tem um conceito sensacional.

Já tínhamos ido anteriormente duas vezes até lá, mas desta vez seria especial já que a Re estaria junto.

O dia amanheceu bem broncolhão e com cara de chuva, …

… coisa rara por aqui.

Rumamos pra região de Gaiole in Chianti.

O tour começaria às 10:30 e chegamos no horário.

Como novidade, ficamos sabendo que ele seria privativo.

Nós sete (Lourdes, Eymard, Marcia, Deo, Re, Dé e eu) tivemos o privilégio de sermos guiados pela Alice, que foi extremamente informativa.

Iniciamos vendo, literalmente, como se produz um vinho, …

… mesmo porque, estávamos em plena época pós colheita.

E pra quem não sabe, o Castello di Ama é quase que um pequeno Inhotim, …

… com várias obras de arte de famosos autores, tais como Daniel BurenAnish Kapoor e outros menos votados …

… sendo mostradas durante o tour.

Segue um foto blog com as fotos de várias destas instalações.

Terminamos o passeio com o famoso neon escrito Revolution ao contrário …

… e onde é frisada a palavra Love.

É muito bacana.

Ainda tivemos tempo pra ver a produção de azeite.

É sensacional ver aquele olio verde aparecer depois das azeitonas serem espremidas.

Melhor que isso, só degustá-lo, que foi o que fizemos quando da prova de 4 vinhos da vinícola.

Foram 4 rossos, iniciando com o Chianti, logo após o super Toscano Haiku, mais um Chianti de 10 anos e um reserva 2011 que estava espetacular.

Terminamos o tour muito felizes, não só pela quantidade de bons vinhos provados, mas especialmente, pela quantidade de ótimas e esclarecedoras informações que a Alice nos passou.

Aproveitamos pra almoçar por lá mesmo.

É incrível, como tudo é muito bem cuidado no Castello di Ama.

A ideia principal de misturar arte com a elaboração de bons vinhos é louvável.

E ela continua no restaurante onde tudo é pensado para a sua satisfação.

Pedimos algumas entradas para compartilhar.

Abobrinha em forma de lasanha, abóbora gratinada e erva doce frito …

… foram os escolhidos.

Como principais, gnocchi ao sugo,…

… tagliata di manzo, …

… batatas crocantes e perfumadas, …

… lasanha, …

… enfim, tudo muito bom e ainda mais, acompanhado duma garrafa do Haiku.

Olha, este passeio beirou a perfeição, apesar do tempo não estar colaborando.

Resolvemos ir embora e devido a proximidade, …

… conhecer a bela Radda in Chianti.

Olhamos por fora, gostamos muito do que vimos, mas resolvemos ir pra Firenze, já que a neblina e a garoa eram muito fortes.

E quando chegamos, o clima tinha melhorado o suficiente pra fazermos o nosso manjado circuito a pé.

Iniciamos pela rua Tornabueno, a de lojas luxuosas, cruzamos a ponte Santa Trinitá …

… pra ter uma visão mais dramática da Ponte Vecchio e …

… tomamos mais um ótimo e último gelato na Gelateria Santa Trinitá.

Passamos por trás do Arno, cruzamos a Ponte Vecchio …

… até chegarmos a Piazza della Signoria e …

… ao Duomo.

Então resolvemos dar uma parada no Eataly e …

… como ainda tínhamos tempo, …

… andamos até a Officina di Profumo Sta Maria Novella.

Esta farmácia é muito antiga e …

… mesmo que você não compre nada, o que eu duvido, …

… visitá-la é sempre um ótimo passeio.

Ainda tivemos tempo de comer algumas boas mozzarellas …

… no Obicà, um restô especializado nelas.

Resolvemos voltar pra nossa casa em Impruneta e …

… simplesmente curtir a nossa estante forrada com todas as rolhas dos vinhos que bebemos aqui com os nossos queridos amigos.

O restante foi curtir a última noite na Toscana e …

… ficar feliz por ter conseguido levar adiante um projeto tão bacana como este.

Afinal de contas, comemorar os seus quase 60 anos passando quase um mês numa villa na Toscana não é mole, não!

Ou melhor, é sim. 🙂

E certamente, é uma experiência que será repetida.

Arrivederci.

PS (e vai ser dos graaaaaaandes!)

Nos separamos na manhã seguinte (note a presença na foto do genial Ivan, o caseiro “invisible”).

A Marcia e o Deo foram passear pela Europa e …

… nós 5 (Lourdes, Eymard, Re, Dé e eu) ainda fomos curtir Milão.

No caminho, conhecemos o outro restô do Massimo Bottura, o Franceschetta.

Comida variada …

… moderna (em Modena!) e …

… muito boa, como esperado.

Já em Milão, fomos só nos Greatest Hits.

Aimo e Nadia, …

… sempre excelente e …

… muito elegante.

Museu Armani Silos, …

… outro espetáculo, …

… moderno e …

… muito exótico.

Uma bela passada por Navigli …

… pra abastecer.

Uma outra pela cobertura …

… da La Rinascente …

… onde vimos, o por do sol mais raiz de toda a viagem.

Passamos em mais um …

… daqueles museus modernos …

… interessantes (é a Fondazione Prada) e …

… finalizamos este devaneio …

… com chave de ouro (passamos no Peck), …

… degustando o vero Spaghetti ao Vongole do Il Coriandolo.

Agora, sim. Arrivederci, querida Itália!

Veja os outros dias desta epopéia:
giorno uno – itália – toscana, amore mio ou o inicio duma bela jornada!
giorno due – itália – toscana – um simples domingo.
giorno tre – itália – toscana – antinori, o visionário.
giorno quattro – itália – florença – lindíssima, como sempre!
giorno cinque – itália – san gimignano, a verdadeira manhattan toscana e porque não dizer, uma über model
 giorno sei – itália – toscana – siena e monteriggioni, a maior e menor, são belíssimas.
giorno sette – itália – toscana – eu prefiro as curvas das estradas de chianti.
Itália – Toscana – Giorno otto – Em Impruneta, como os imprunetanos!
Itália – Toscana – Giorno nove – Certaldo, uma cidade pra se conhecer em camadas.
giorno diece – Itália – Toscana – Comida pantragruélica com o maior açougueiro do mundo!
giorno undici – Itália – Toscana – Retornando à Florença, que continua mais bela do que nunca!
giorno dodici – itália – prada na toscana? e lucignano, você conhece?
giorno tredici – Itália – Toscana – My name is … (by Suzanne Vega)
giorno quattordici – Itália – Toscana – San Gimignano e Monteriggioni, a vingança!
giorno Quindici – Toscana – Impruneta – Nunca foi tão bom ficar em casa.
giorno Sedici – Itália – Toscana – Fiesole, vicino a Firenze.
giorno Diciotto – Itália – Toscana – Repetido mas bom demais.
giorno Diciannove – Italia – Toscana – Colle di Volterra.
giorno Venti – Itália – Toscana – Jogo de Siena.
giorno Ventuno – Itália – Toscana – Estas top models toscanas San Gmignano e Monterriggioni são demais.
giorno Ventidue – Italia – Firenze – É sempre um prazer revê-la.
giorno Ventiquattro – Italia – Toscana será que deveríamos retornar pra Pisa e Luca?
giorno Venticinque – Itália – Toscana – San Gimignano/Monteriggioni – Esta dobradinha é demais!
giorno Ventisei – Itália – Toscana – Pienza e Lucignano –  Duas pérolas toscanas.
giorno Ventisetti – Itália – Toscana – Greve, Castellina e Antinori: é  muito Chianti minha gente!

 

dcpv – da cachaça pro vinho – é com você, lombardia.

número 417
12/05/2015

dcpv – É com você, Lombardia.

“Os atrativos da região mais rica e desenvolvida da Itália vão muito além das famosas grifes e designers de Milão, admirados no mundo inteiro. A elegante e sofisticada Lombardia também dita a moda quando o assunto é gastronomia.”

É claro que dei mais uma apelada par minha Coleção Folha Cozinhas da Itália.

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E desta vez, optei pela Lombardia, já que é por lá, em Milão, que chegam todos os voos da TAM. O resultado? Mais uma vez, imperdível.

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Acompanhe todo este menu fantástico.

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Auguri.

Entrada – Polenta com Gorgonzola.

O gorgonzola é um queijo típico desta região. E dá um toque especial ao molho que acompanha a polenta.

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Para fazê-lo, basta derreter 120g dum bom gorgonzola (no caso, um italiano), junto com 120ml de leite …

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… e 120ml de creme de leite em fogo baixo. Adicione pimenta a gosto e reserve.

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Enquanto isso, ponha 1,5l de água para ferver (com sal a gosto).

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Adicione a farinha de polenta (uma caixinha) italiana aos poucos e vá mexendo em fogo brando até atingir o ponto desejado.

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Sirva a polenta coberta com o molho de gorgonzola bem quente.

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Ficou verdadeiramente delicioso e combinou muito com o friozinho reinante (não preciso nem dizer que a Dé adorou).

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Acompanhamos com um tinto libanês, o Oumsiyat Jaspe 2010, que foi “habib, polentoso, salim, apolentado“.

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Principal – Pizzoccheri

Este Pizzoccheri nada mais é do que uma massa rústica com batata e repolho. É o que podemos chamar dum representante legítimo da cozinha pobre desta região da Itália.

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Inicie fazendo a massa do macarrão no formato de sempre. A única grande diferença é que em vez de utilizar a máquina pra dar forma ao macarrão, você o corta com a faca, em tiras irregulares da espessura de um dedo.

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Ao mesmo tempo, leve 200g de batatas em rodelas de 1 cm de espessura ao fogo alto numa panela grande com bastante água.

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Quando a água da batata ferver, junte 1 colher de sopa de sal e 1/4 dum repolho branco cortado em tiras de 0,5 cm. Cozinhe por cerca de 15 minutos.

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Junte a massa ao cozido de batatas e repolho, misturando com um garfo e cozinhe até ficar al dente. Escorra.

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Para fazer o molho, derreta 100g de manteiga e refogue alho e sálvia a gosto.

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Finalize juntando a massa, as batatas e o repolho ao molho.

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Dê um toque final com tiras de fatias de queijo prato e parmesão ralado.

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Olha, também ficou uma verdadeira delícia.

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Tomamos um vinho tinto chileno, o Carmenere Gratia 2013, que foi “baunilhado, … a Deus, obrigado, cavaloso“.

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Sobremesa – Creme de Mascarpone  

Este é tão fácil de fazer, quanto é bom. Bata 3 gemas com 3 colheres de sopa de açúcar até ficar claro e fofo.

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Acrescente 200g de queijo mascarpone e misture delicadamente.

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Adicione 4 colheres de sopa de rum e incorpore 2 claras em neve, mexendo suavemente.

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Sirva gelado, polvilhado com cacau.

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Não precisa nem dizer que todo mundo achou esta sobremesa bem pequena.

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Eis a opinião do oriundi:
Como diria SS: é com você, Lombardia! Un spetacollo! (Edu)
Hours concours. (Mingão)
Devo de dizer que após tantos anos, as vezes a gente se surpreende! Na simplicidade a mágica aparece fulgurante, admirável! Tão 10 que após todos esses anos tem certamente um peso considerável! (Deo) 

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Esta coleção Folha Cozinhas da Itália é brincadeira.

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Nela se encontram receitas das mais variadas regiões da Itália e todas, eu disse todas, tem que ser reproduzidas porque são demais.

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Cá pra nós, a Itália é demais.

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Arrivederci.

.

 

 

dcpv – itália – um dia especial e ferrarista em milão.

29/11/14

Um dia especial e ferrarista em Milão.

Tudo começou, pra variar, através do dcpv.

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O Kleber Ricardo, um engenheiro (olha o corporativismo) brasileiro que mora em Milão com a esposa, a também brasileira, Vanessa, deu uma comentada informando que gostaria de entrar em contato com a Maria.

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Incrível como através deste post, muita gente confundiu a Maria como sendo uma guia brasileira na cidade.

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Depois que eu esclareci que na verdade ela é somente uma amiga, o Ricardo apresentou a empresa dele, a Scuderia Moro Milano.

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E veja só que coincidência!

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Eles montaram uma empresa e fazem tours pra você dar uma volta de Ferrari (o automóvel é deles).

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Daí até marcarmos um passeio no sábado que estaríamos em Milão foi um pulo.

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Portanto, dia 29/11/14 às 10:30 estávamos lá, no local indicado e a espera de ouvir os roncos que só o motor de uma Ferrari sabe proporcionar.

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Pra começar, o lugar marcado é bem bacana. Fica num café distante do centro de Milão (quase meia hora) o Caffé Le Delizie, mas convenientemente próximo duma autopista.

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A empatia entre todos foi imediata.
É claro que ficamos sabendo toda história deles (que é bem bacana) e logo depois iniciei o que seria propriamente o test drive.

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O Ricardo começa explicando os princípios básicos pra se dirigir um bólido deste, uma Ferrari F430 …

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… e logo depois você se vê comandando esta máquina.

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Olha, é uma sensação única.

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E a melhor de todas é quando você está na autoestrada, dá uma tremenda arrancada e sente os cavalinhos rompantes.

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Taí uma outra Disney feita especialmente para adultos.

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O passeio é mais do que recomendado e não existe em mandar um email pra eles pra perguntar o que quiser e terminar marcando o tal tour.

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Você não se arrependerá.

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Mesmo porque, você está em Milão!

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PS – Fiz questão de pagar o tour, portanto, esta é uma opinião totalmente isenta. O passeio realmente vale a pena.

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Este foi o gran finale da nossa aventura piemontesa. Espero que todos tenham gostado, porque nós estamos marcando a próxima. 🙂
Arrivederci.

Veja os outros dias desta viagem:
dia uno – Chegando e reconhecendo o Piemonte
Dia due – Barolo, a cidade.
dia tre – Piemonte – Olha que nome legal de cidade: La Morra.
Dia cuatro – Uma trinca quase perfeita: Coppo, Piazza Duomo e Vietti.
dia cinque – Vendo as borbulhas de Asti e sexshopeando no Eataly.
Dia sei – Fomos pra Ne-i-ve.

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dcpv – undecimo giorno toscano – milão, despedida caseira.

09/06/2013

Undecimo giorno toscanoMilão, despedida caseira.

Acordamos cedo, tomamos mais um café no Armani Caffè e fomos pra região do Duomo bater pernas.

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Como era no caminho, aproveitamos pra conhecer a Casa Necchi Campiglio.

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Ela é uma casa-museu milanesa e tem como característica manter toda a sua estrutura física original.

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Imagine a surpresa de ver tudo como foi criado por volta dos anos 30 e ainda ter a sensação de que se está vivendo naquela época?

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Pois é o que se sente ao fazer esta visita.

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Primeiro, por conhecer toda a infra da casa …

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… e saber que ela realmente está como foi criada.

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E depois, por conhecer o gênio criativo do arquiteto Piero Portaluppi.

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Ele foi contratado pelos donos pra deixar fluir a sua parte criativa …

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… e ela não decepciona.

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Vimos muitas coisas modernosas …

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…, incluindo armários embutidos que nada ficariam a dever em relação aos nossos de hoje em dia (lembrem-se, ele estava em 1930!).

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Saímos de lá extasiados e como era a hora do almoço, pensamos em continuar com a sensação.

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Pra que isso acontecesse, nada melhor do que ir comer novamente no Il Coriandolo.

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Sim, de novo nesta instituição e pedindo outra garrafa do bianchetto Rossj Bass do gênio Gaja.

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Chamamos uma Caprese com uma ótima mozzarella de búfala e começamos a adoração.

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A Dé inovou e escolheu um Gnochette com molho de pomodorini (ótimo) …

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… e eu não me acanhei e pedi mais um Spaghetti ao Vongole Veraci.

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O garçom (que era o mesmo de ontem a noite e lembrou-se de nós) ficou só ouvindo os “hum” e “oh” que nós pronunciávamos.
Por incrível que pareça, o prato estava ainda melhor que das outras vezes. Hahaha

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Esta é a Itália.

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Anda tivemos tempo de passar na área de alimentação da la Rinascente, comprar algumas coisas absolutamente necessárias (vinhos, molhos, arroz, feijões) …

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… e fazermos o último passeio (desta viagem) pela Galeria Vittorio Emanuele II,…

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… pela Piazza do Scala …

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…   e pela região próxima do hotel.

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O resto é pensar que (graças a Deus) estaremos de volta no ano que vem pra comemorar mais um níver da Dé.

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Não é a toa que ela está cada vez mais bonita e mais jovem.

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Viva a Itália.

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Arrivederci e até a próxima viagem.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Primo giorno toscano – De FV pra Toscana, ou melhor, Cortona.
Secondo giorno toscano – Voltando a Chianti e ao Castelo de Volpaia.
Terzo giorno toscano – Uma verdadeira puxada (curva) até Urbino.
Cuarto giorno – Sob o sol (e a chuva, e a tempestade e a cozinha) da Toscana.
Quinto giorno – Menu de cidades na Toscana.
Sesto giorno – Pitigliano, Bagno Vinoni, San Quirico, Buonconvento. Isto é Toscana?
Settimo giorno toscano – Happy birthday to you.
Ottavo giorno toscano – Castello di Ama, o piccolo Inhotim.
Nono giorno toscano-milanese: uma ponte imaginária.
Decimo giorno toscano – Milão – Scalando Da Vinci. E em 3D.

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dcpv – decimo giorno toscano – milão – scalando da vinci. e em 3D.

08/06/21013

Decimo giorno toscano – MilãoScalando Da Vinci. E em 3D.

Nada como estar numa cidade grande (e bacana).

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Milão é assim.

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Quer tomar café num lugar legal?

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Vá ao Emporio Armani Caffé.

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E foi o que fizemos.

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Logo após, umas comprinhas básicas pra Dé (La Perla e Wolford) …

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… e toca a andar pela cidade.

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Como estávamos perto, resolvemos dar uma entrada no famoso Museu do Teatro alla Scala.

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A visita é muito legal (as fotos são proibidas, mas …) …

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… e você fica por dentro de tudo o que já aconteceu no templo da Ópera, …

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… além de ter uma visão de como é assistir a um espetáculo por lá.

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Fizemos mais algumas comprinhas básicas (dvds de óperas, etc) …

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… e rumamos pra região do Duomo.

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Lá, sobre o piso da Galeria Vittorio Emanuele II, acontecia uma exposição muito legal sobre a vida do Leonardo Da Vinci.

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Dava pra ter uma visão em 3D de tudo o que este gênio conseguiu projetar (e algumas vezes executar) …

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… bem como de todo o seu legado artístico.

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Em suma, tudo muito interessante e instrutivo.

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Como a fome já estava batendo, resolvemos fazer um boquinha na área de alimentação da loja de deptos La Rinascente.

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Optamos por comer no Obikà, um restaurante-lanchonete especializado em muzzarellas de búfala.

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Leia (no original) o principio deles: “qui da Obikà abbiniamo la migliore Mozzarella di Búfala Campana DOP con prodotti selezionati provenienti da fattorie e aziende agricole artigianali, I cui produttori nel tempo sono diventati nostri amici”.

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Depois disto tudo, escolhemos pratos bem típicos.

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A Dé optou por uma mussarela cremosa acompanhada de pesto e pomodorini, …

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… e eu, duma bem suave com um prato de salumi.

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Ambos perfeitos e muito bem acompanhados por duas taças dum bianchetto, um Vermentino.

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Ainda passeamos (ufa, que calor) pela região.
Compramos algumas coisas na MUJI e no sex shop Peck.

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Retornamos ao hotel pra descarregar a muamba, demos uma breve descansada e partimos pra 10 Corso Como, uma loja conceito, bem ao estilo da Colette, se é que você me entende.

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Andamos até que bastante (um pouco mais de meia hora) até chegarmos lá.

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E nos surpreendemos positivamente. Nem tanto pela loja (que é muito bacana, mas vende as coisas caras demais), …

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… mas, principalmente, pelo entorno.

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A rua, a Corso Como, é um boulevard,…

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… com muitas lojas diferentonas e bacanas, …

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… e barzinhos transados (é claro que fizemos uma happy hour por lá).

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Enfim, vale a visita!

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Retornamos andando pro hotel pensando em abrir o apetite.

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Afinal de contas, iríamos jantar no Il Coriandolo, um restaurante que faz parte das nossas lembranças milanesas (é a nossa terceira vez nele).

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É claro que ele continua a mesmíssima coisa (ainda bem).

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Tudo muito antigo e até o garçom que nos atendeu foi o mesmo das últimas vezes.

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Pra variar, escolhemos um vinho branco do Gaja, o Rossj Bass pra acompanhar a comida.

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Como entrada, optamos por Gamberetti (os famosos camarõezinhos) com gergelim e molho de soja. Perfeitos.

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Como principais, a Dé foi na oferta do produto do dia. Neste caso, um risoto de funghi fresquíssimos

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com trufas negras. Ouso dizer, que neste caso, nem eu faria melhor! 🙂

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Eu não ousei nada, e pedi o mesmo prato de sempre, um Spaghetti com Vongole Veraci.

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Olha, ouso dizer novamente que foi o melhor de todos os tempos.

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Tanto que prometemos voltar no almoço de amanhã, quem sabe pra comer e beber tudo igual a este jantar.

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É isto o que a Itália tem de bom. As mesmas coisas são, no mínimo, iguais ao que sempre foram, quando não, muito melhores.

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Resumindo, Milão é uma cidade a ser descoberta.

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Arrivederci.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Primo giorno toscano – De FV pra Toscana, ou melhor, Cortona.
Secondo giorno toscano – Voltando a Chianti e ao Castelo de Volpaia.
Terzo giorno toscano – Uma verdadeira puxada (curva) até Urbino.
Cuarto giorno – Sob o sol (e a chuva, e a tempestade e a cozinha) da Toscana.
Quinto giorno – Menu de cidades na Toscana.
Sesto giorno – Pitigliano, Bagno Vinoni, San Quirico, Buonconvento. Isto é Toscana?
Settimo giorno toscano – Happy birthday to you.
Ottavo giorno toscano – Castello di Ama, o piccolo Inhotim.
Nono giorno toscano-milanese: uma ponte imaginária.

dcpv – nono giorno toscano-milanese: uma ponte imaginária.

07/06/2013

Nono  giorno toscano-milanese: uma ponte imaginária. 

Hoje seria o dia do grande contraste.

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Passaríamos a manhã na Toscana, mais precisamente em Montalcino, …

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… e depois, nos deslocaríamos até Milão, onde ficaríamos até domingo (hoje é sexta).

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Começando do princípio, fomos pra Montalcino logo cedo.

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Pra dar uma boa olhada na cidade …

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… e pra curtir a feira livre.

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Nada melhor do que fazer umas comprinhas pra nos abastecer pra viagem milanesa.

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Ainda deu tempo de “babar” mais uma vez na Fortezza

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… e tomar uma taça de Poggio alla Mura.

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Por volta das 12:00hs, zarpamos pra Milão.

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O caminho é longo e são quase 4 horas de carro; pior, numa auto-estrada.

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Sabe que mesmo assim foi divertido? (claro que a companhia ajudou muito).

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Demos somente uma parada num Auto Grill pra abastecer o carro (a comida ficou por conta dos mimos do Castiglion del Bosco) …

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… e por volta das 16:30 hs chegamos ao Armani Hotel.

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Falar que é bacana é constatar o óbvio.

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Os quartos são modernos, espaçosos …

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… e caso você sofra de sonambulismo, …

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… tem a opção de explorar a mega-loja com quatro andares que fica logo abaixo do hotel. Haja Euros !

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Tivemos um princípio de stress ao perceber que teríamos que entregar o carro alugado. Mas deu tudo certo.

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Na volta, passamos no famoso Panzerotti do Luini (as filas são imensas) …

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… e experimentamos um (maravilhoso) de queijo e presunto.

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Passamos também na superloja la Rinascente …

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… e subimos até o último andar, onde tomamos duas flutes de champanhe, …

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… aproveitamos a qualidade da happy hour …

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… e da vista da cobertura do esplêndido Duomo.

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Como estava no caminho, demos  uma volta no Quadrilátero da Moda, …

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… percebermos a beleza de tudo (somos fãs de Milão) …

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… e voltamos pra curtir o hotel.

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Devido ao cansaço, fizemos uma reserva no restaurante do próprio hotel.

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O Armani restaurante estava tomado por brasileiros. Nos sentimos na praia milanesa.

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É claro que o lugar é hyppado e extremamente bem decorado.

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O piso é iluminado internamente e te dá a sensação de estar flutuando.

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E realmente, é como você se sente ao experimentar a sua comida.

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Começamos recebendo um piccolo como presente, uma entrada de papa ao pomodoro e rocambole de Coelho.

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Pedimos um vinho branco, o Greco de Tufo Quintodecimo que funcionou perfeitamente com tudo.

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Como entrada, resolvemos dividir um tartar de caranguejo com maionese e ervas, tomate e azeitonas. Muito bom.

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E a noite seria de peixes. A Dé escolheu um Saint Peter empanado com abobrinhas

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… e eu, uma Perca com abobrinhas, maionese de água do mar e ratatouille.

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Tudo com muita qualidade.

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Tão bom que resolvemos experimentar uma sobremesa (no velho esquema 2×1). O Mil Folhas de limão siciliano com caramelo estava sensacional.

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E melhor com um cálice do Vin Santo Castelo di Ama (coincidentemente, a vinícola que visitamos ontem).

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Enfim foi realmente um jantar de gala, assim como toda coisa que sendo da grife Armani tem que ser.

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O negócio foi pegar o elevador, descer 3 andares e descansar, porque amanhã, Milano promete.

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Arrivederci.

Leia sobre os outros dias desta viagem:
Primo giorno toscano – De FV pra Toscana, ou melhor, Cortona.
Secondo giorno toscano – Voltando a Chianti e ao Castelo de Volpaia.
Terzo giorno toscano – Uma verdadeira puxada (curva) até Urbino.
Cuarto giorno – Sob o sol (e a chuva, e a tempestade e a cozinha) da Toscana.
Quinto giorno – Menu de cidades na Toscana.
Sesto giorno – Pitigliano, Bagno Vinoni, San Quirico, Buonconvento. Isto é Toscana?
Settimo giorno toscano – Happy birthday to you.
Ottavo giorno toscano – Castello di Ama, o piccolo Inhotim.

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