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dcpv – mais uma dobradinha: Santinho e Carlitos. grandes diminutivos.

23/10/08
que belezinha

Mais uma dobradinha: Santinho e Carlitos. Grandes diminutivos.

Ao reunir raro material diretamente do acervo da família, esta exposição de Charles Chaplin conduz o espectador ao fascinante universo criativo do ator, cineasta – e bailarino -, como certa vez havia comentado Nijinsky sobre Carlitos. Por meio de filmes, projeções, fotografias, cartazes, manuscritos, o curador Sam Stourdzé coloca uma lente sobre a vida e a produção deste criador de imagens que iluminaram a cena da sociedade moderna e se mantêm atemporais ao denunciarem questões latentes na humanidade“.

Pois é: fizemos mais uma dobradinha. E desta vez foi no Instituto Tomie Ohtake.
Aproveitaríamos pra fazer o verdadeiro e inédito dois em um. Conheceríamos o novo restaurante do Instituto, o Santinho que é uma filial do Capim Santo e comandado brilhantemente pela chef Morena Leite.

De quebra, veríamos uma exposição muito interessante sobre o Charles Spencer Chaplin, o Carlitos. São fotos, filmes e memorabílias, a maioria inéditos e que levam a nossa imaginação e memória a Tempos Modernos, ops, antigos.

Chegamos e fomos direto pro Santinho. Não quis ser um Grande Ditador, mas como ainda tinham mesas vagas, aproveitamos pro almoçar.

Pausa pra explicar o ambiente do restaurante e que acompanha o do próprio Instituto:

… é muito moderno, contemporâneo, …

… elegante e esportivo ao mesmo tempo, além de ter aquela aura cultural (frequentadores inclusos) que certamente melhoram a qualidade da comida.

Ele funciona no formato de buffet. Mas como? Achamos bom um buffet?

Sim, achamos pois a Morena conseguiu equilibrar e qualificar a comida toda. São estações que, na maioria das vezes, mantém o sabor e a temperatura exata dos pratos.

Iniciamos a Busca do Ouro pelas saladas.
Antes, pedimos os sucos (é, estou muito bem comportado). De Capim Santo pra Dé, de Luz (ô corporativismo), bem que podia ser de Luzes da Ribalta  pra Re e de Melancia com Gengibre pra mim. Com direito a brinde sustentável e tudo o mais !

Quanto as saladas e guarnições, a variedade é imensa: cogumelos salteados, frango empanado com gergelim, chips de batata doce, guacamole, …

… brotos de feijão, lulas ultra-temperadas, mussarelas de búfala e mais um montão de coisas.

Voltamos pra escolher os principais. A estação de grãos é muito boa (arroz de tudo o que é tipo), a de carnes também e tem até uma de massas feitas na hora, que passamos devido a quantidade de coisas que tínhamos escolhido.

Eu, inclusive, montei uma feijoda estillizada bem bacana com feijão preto, arroz com ervas, carne seca com abóbora, farofa e brocolis no vapor.

Mais um interregno e partimos pro sacrifício; sobremesas. Escolhemos brigadeiro de pistache, doce de côco (quase um quebra-queicho. Alguém lembra?) e queijo de Minas.

Conta paga. fomos diretamente ver o Carlitos, o Garoto,  já que a exposição é no térreo e ao lado do Santinho.

Ela é toda visual (como deveria ser alguma coisa baseada no cinema-mudo). É proibido tirar fotos, mas com jeitinho, conseguimos algumas.

Uma coisa é certa: o divertimento é total, pois existem muitos audio-visuais com trechos dos filmes do Charles Chaplin.

Além de informações de ciclo total do personagem: nascimento, crescimento e morte, quando da chegada do cinema sonoro.

Enfim, é imperdível. A exposição vai até 27/11/2011 e aproveite pra ver as outras que estão sendo exibidas no mesmo local (é tudo gratis, com a óbvia exceção do Santinho), …

… agregando a provável visita às excelentes lojinhas.

Eu sei que muita gente diz que o prédio do Instituto é uma trapizomba, mas nós gostamos. Especialmente das cores, ..

… das curvas …

… e do contraste com o cinzento da praia.

Aproveite, pegue a família e vá se iluminar mais uma vez com o Carlitos. Nós nos transformamos em verdadeiras Luzes na Cidade.

The end.

.

dcpv – dia siete – espanha – país basco – guggen … heim?

27/06/2011

Dia siete – Espanha – País Basco – Guggen … heim?

Hoje era o dia de conhecer a obra-prima do arquiteto canadense Frank Gehry .

Por incrível que pareça, foi também o primeiro dia com tempo ruim da viagem.

O céu estava muito nublado e tivemos um decréscimo de 18 graus na temperatura.

Mas mesmo assim os planos iniciais se mantiveram.

Acordamos cedinho, tomamos um ótimo café da manhã no hotel e rumamos pra Bilbao (ou Bilbo, em Euskera, a língua basca) que fica a 80 km de Donostia (a popular San Sebastian).

E fomos direto pra tentar dar uma olhada no Guggenheim antes do nosso almoço, marcado pro restaurante do próprio museu.

Pegamos um chuvisco no caminho (optamos pela auto-estrada pedagiada) e chegamos em Bilbao por volta das 12:00 hs.

Tivemos um pequeno stress pra achar um lugar pra estacionar. Acabamos num shopping próximo ao museu e foi uma boa estratégia, já que aproveitamos tanto a ida …

… como a volta pra curtirmos a visão desta maravilha da arquitetura mundial.

Chegamos, …

… admiramos a obra do nosso queridinho  Anish Kapoor, …

… a aranha da Louise Bourgeois (ops), …

… e subimos pra curtirmos o famoso cachorrinho (cachorrão?) florido, o Puppy do Jeff Koons.

E ele é demais mesmo.

Como tínhamos quase uma hora pro almoço, resolvemos conhecer o acervo do museu.

Tudo bem que todo mundo diz que o Guggenheim é mais bacana visto como uma construção fora-de-série, do que um museu interessante.

E é claro que discordamos.

Existem obras de arte moderna muito bem boladas por lá como o labirinto (as fotos são proibidas, mas …), …

… as plásticas bexigonas …

… além do prédio ser internamente tão interessante quanto a sua parte exterior (placas de titânio à parte).

Quando você está lá dentro, tem a exata noção do quanto deve ter sido legal transformar este projeto em realidade (foram 5 anos de construção).

Esta uma hora passou bem rápido e tínhamos que nos alimentar fisicamente, depois da alma estar abastecida.

Ainda bem que reservamos antecipadamente uma mesa no restaurante do museu (a espera é imensa. Mande um email que eles respondem no outro dia).

A nossa mesa estava lá no espaço frankghérico, com suas divisórias onduladas vermelhas, …

… cadeiras assinadas …

… e um cardápio de madeira e curvo (e em Euskera ou Euskara).

Tudo isso pra te oferecer uma refeição bastante requintada e pros padrões daqui, muito barata. Vejam bem: são 28,50 Euros por pessoa com entrada, principal, sobremesa, água, uma garrafa de vinho (branco ou tinto) e cafezinho.

É uma pechincha, ainda mais pela qualidade de tudo. Todas as opções são tentadoras.

A Dé escolheu cebolietas glaseadas en su sugo, tomillo e musse de idiazabal. Uma tremenda espuma de queijo com cebolas muito macias.

Eu, uma ensalada de anchovas com pralinê de sementes e várias lechugas ou seja, uma salada com alfaces crocantes, não esquecendo das anchovas frescas (do tamanho de manjubinhas) e muito bem temperadas.

O vinho branco era da casa e um bom Verdejo Viña 65 2010.

Como principais uma Merluza ao horno, berenjena, tomate e albahaca com mojado de aceitunas negras pra Dé. Uma pintura!

Eu fui de chipirones a la antigua, crema de garbanzas y caldo de su coccion.

Melhor falando, lulas em su tinta com um purê de grão de bico.

Todos absolutamente perfeitos.
Como a sobremesa estava incluída, fomos pro sacrifício.

Um melocoton assado com tomillo oreado, crema de almendras y gelado de queso (pêssego, amêndoas e sorvete de queijo) pra mim …

… e leche, cacao, avellanas y … pra Dé.

A sobremesa era descrita assim mesmo com reticências. E elas eram, segundo a Dé, um ótimo sorvete de chocolate.

Dois cafés depois, a conta paga (inacreditáveis 58 Euros) e continuamos o tour pelo Guggenheim.

Primeiro, uma visita consumista à excelente lojinha. E depois mais um passeio ao redor do prédio mais vistoso que já vimos.

Ele mais parece uma destas modelos famosas fazendo poses …

…  e caras diferentes (inclusive, aproveitamos o clima).

Logo após, fomos dar umas voltinhas por Bilbao que tem cada vez mais projetos arquitetônicos diferentões e …

… modernosos.

Ainda sobrou tempo pra darmos uma breve passada na cidade de Gernika, …

… aquela mesma onde Picasso se inspirou pra pintar uma de suas obras mais famosas.

Chegamos ao hotel, nos arrumamos pra irmos jantar no Mugaritz do chef Andoni Luis Aduriz (e do brasileiro Rafa Costa).

Bom, este merece um post especial.

Não percam porque foi sensacional (18. Sim, 18 pratos).

Agur.

Acompanhe os dias anteriores da viagem:
Dia Uno – Espanha – La Rioja – Marques de Riscal, o hotel.
Dia Dos – Espanha – La Rioja – Museu do Vinho e cidadezinhas bacanas
Dia Tres – Espanha – La Rioja – Bodegas maravilhosas e arquitetura não menos
Dia Cuatro – Espanha e França – La Rioja e Bordeaux – Final de semana em Martillac
Jour Cinc – France – Bordeaux – Passeando e entrando no mundo dos Premieres Grands Crus
Dia Sei – França e Espanha – País Basco – Você sabe o que é euskera? Pintxo você sabe, né?

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centro histórico de lima, museu larco e café do museu

city tour?
11/10/09

Centro Histórico de Lima, Museu Larco e Café do Museu.

Começo do pacote.
Sim, uma parte da viagem ao Peru, a que inclui uma noite em Lima e 5 na região de Cusco,  será feita num pacote pela super-agência Teresa Perez (inclusive com a presença ilustre da D. Teresa na parte machupicchiana).E como todo bom pacote, temos um city tour incluído.

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Na verdade não é um city tour propriamente dito. Iríamos passar pela Plaza das Armas e conhecer também o Mosteiro de São Francisco.

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Acontece que o cantor das multidões peruanas, o Arturo Zambo Cavero, uma espécie de Tim Maia da música criolla, morreu e acabamos assistindo a um funeral típico peruano com direito a procissões e um montão de gente dançando com os seus trajes típicos. Mais peruano, impossível…

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Muito interessante !

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Depois fomos ao Museu Larco Herrera, onde tivemos a oportunidade de conhecer uma das maiores coleções de cerâmicas do mundo( mais de 40000 peças) que contam toda a história peruana ( que é interessantíssima) com uma tremenda precisão cronológica. 

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A nossa guia, a Soledad ( aqui estan mis credenciales!! rs) nos contou com muita competência todos os detalhes desta história e de como o Peru pode ser considerado o Egito da América do Sul, tamanha  a quantidade de informações que confirmam esta realidade.

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Alma alimentada, fomos pro corpo. Almoçamos por ali mesmo, já que o Museu além de ser bastante moderno…

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 e bonito…

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… tem  também um belo restaurante, o Cafe del Museo que, segundo dizem , tem a participação societária do onipresente Gaston Acurio.

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Começamos tomando dois piscos, um Sour pra Dé e um de Coca ( as folhas dela, não a Cola!) pra mim.

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Uma entrada, a limenha formada por tamales verdes, causas de batata amarela com frango, batata yuca com molho à huancaina, brochete de carne e bolo de milho peruano, iniciou a nossa viagem inca.

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Aproveite e radicalizei: pedi uma Inka Cola, o guaraná Jesus amarelo deles. Cá pra nós, é dooooce demais e parece (literalmente) um Cebion.

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Como principais, fomos de : Ravioli recheado de galinha e aji amarelo, uma das especialidades do lugar, pra Dé …

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… e pra mim, um  lomo saltado que são fatias de carne, cebolas e tomates, salteadas na wok servidas com batatas fritas e arroz de milho. Praticamente um PF peruano com a qualidade de satisfazer tanto quanto.

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Dispensamos a sobremesa pois ainda veríamos a seção de artigos eróticos cerâmicos, uma seção do museu muito bem visitada! Vocês entendem o porque, né?

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Assim, com a qualidade tanto do Museu quanto da comida do seu Cafe, só nos resta indicar este lugar pruma próxima visita, já que Lima é uma ( literalmente) praia que nem se parece como tal!

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Hasta!

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dcpv : mume – museu do futebol e mestiço

tabelinha
07/06/09

MuMeMuseu  do Futebol e Mestiço

Fomos conhecer o Museu do Futebol.
Ele fica lá no Pacaembu. No estádio Paulo Machado de Carvalho, a casa do Coringão.

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Como o prospecto do museu informa “visitar o Museu do Futebol é visitar a história do Brasil no sec XX e descobrir porque somos habitados pelo futebol“.

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E é imperdível mesmo. Se você ainda não foi ( e mesmo não gostando de futebol), vá !
Você gastará umas duas horas passeando, se entretendo, se informando, aprendendo a história contemporânea brasileira e se perguntando a toda hora : Puxa, é verdade que este museu é aqui em São Paulo?
Salas mostrando as origens do futebol; salas com os heróis brasileiros; iteratividade com diversão garantida; curiosidades e até a possibilidade de medir a potência do seu chute (isto se você não der um vexame  e errar a bola !!). E de quebra uma vista totalmente diferente da praça Charles Miller.
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Infelizmente ( e talvez este seja o seu único defeito) fotos são proibidas.  Mas só o fato de ver  os lances geniais do Pelé já valeria sair e pagar um outro ingresso ( como naqueles gols de placa que Sua Majestade fazia!)

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E pra melhorar, ao sair de lá, dê uma pequena esticada e almoce no restaurante Mestiço.

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É incrível como ele não perde o estilo. Já fomos tantas vezes e em todas, saímos satisfeitíssimos.

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Também, com estes pratos no menu é covardia :

Krathong-thong (fala-se cratom-tom), as cestinhas crocantes recheadas com carne moída temperada que são o cartão de visitas do Mestiço. Impossível comê-las aos montes e sem colocar um pimentinha!

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Guanabara (a Re pediu) , um arroz com feijão preto, bifão de miolo de alcatra e empadinhas de alho poró. Parece o Museu do Futebol. É imperdível.

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Casablanca (eu pedi), um lombo de cordeiro grelhado e acompanhado de belas batatas sauté e tomates grelhados. Saboroso ao extremo!

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Paad Thai (a Dé pediu), um tremendo talharim tailandês com frango, broto de feijão, amendoim, camarão seco e especiarias. Thai, thai, thai e thai.

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Bolinhos de Estudante, feito de goma de tapioca e coco, são os acompanhantes ideais pra quem gosta dum cafezinho ( e pra quem não gosta também!). Todo mundo quer pegar um rapidamente!!

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Brownie com calda de Chocolate, uma sobremesa indecente.

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Sorvete de Coco com Calda de Gengibre, supert tropical e refrescante. Estava frio, mas e daí?

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As fotos falam por si só.

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A dobradinha Mu-Me, Museu do FutebolMestiço é igual a dupla Pelé-Coutinho. Ou seja : é bola no barbante!

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Goooooolllllll!

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