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dcpv – isbsb – a torre eiffel de brasília

24/06/2012

ISBSB – A Torre Eiffel de Brasília.

Continuando o último post e após toda aquela comilança, resolvemos jantar mais lightmente no SOHO, um restaurante com influências nipônicas, mas estranhamente com alguns pratos ocidentais no seu menu.

Seriam coisas de Brasília? Ou da tal influência fusion?

O lugar é muito bonito, bem na beira do lago e com um ambiente bastante amistoso.

Chegamos (a Lourdes e o Eymard foram nos pegar) e a Sueli e o Jorge já estavam lá (esta foi uma tônica neste nosso final de semana. Não vou falar nada, mas invariavelmente a culpa era do Eymard! rs).
É claro que não iríamos comer e muito menos, beber muito.

Pedimos salmão com cream cheese e cebolinha, devidamente maçaricado. Muito bom.

Acompanhamos com o único arroubo etílico, um espumante brazuca Cave Geisse brazuca.

Enquanto a Sueli, a Lourdes e a Dé pediam Yakissoba, …

… a Drix emendava um prato infantil, o frango com batatas e “aloz“, …

… o Jorge e eu fomos de polvo grelhado com batatas; …

… todos experimentavam os pratos. Chegaram os acompanhamentos: jilós (parecem quiabos, né?)

…. e berinjela grelhados, …

… e queijo de coalho de búfala com cubos de abacaxi e melaço .

Tudo muito correto, mas não muito entusiasmante (seria por causa da quantidade de comida do almoço? rs).

Como já era meia-noite (resolvemos dormir cedo), pedimos a conta e programamos o tour de domingo de manhã (veja a quantidade de pessoas que vieram nos visitar).

As 11:00hs (após a nossa habitual andada), os nossos anfitriões estavam na porta do hotel.

Fechamos a conta e rumamos os cinco (a Sueli e o Jorge forfaitaram) pra conhecer a Torre Digital, um projeto do Niemeyer (que novidade!), também conhecida como a Flor do Serrado.

Ela é vista de qualquer ponto da capital e parece bastante com uma tulipa (usando um pouco de imaginação, óbvio!).

Andamos quase meia hora de carro e, finalmente, chegamos ao local.

Ela impressiona bastante.

Pela arquitetura, …

… pela vista da cidade …

… e pela área no entorno.

Infelizmente, o elevador estava quebrado (a construção tem 180m de altura) e tivemos que nos contentar com a vista desde o solo.

De qualquer forma, é um passeio imperdível.

Voltamos pra cidade, porque tínhamos uma reserva pro almoço no Oliver, um restaurante que fica dentro do Clube de  Golfe de Brasília.

Chegamos no horário (mesmo porque, tínhamos o voo marcado pra dali a pouco) e notamos a simpatia do lugar.

O Eymard reservou uma sala separada e que fica praticamente dentro da adega.

Era dia da famosa paella.

Enquanto esperávamos a Sueli e o Jorge (a nora dela, a Karina e o filho, o Gustavo também viriam), fomos escolhendo as opções do menu. Pedimos umas bruschettas de tomate, …

… , um carpaccio de carne

… e optamos por um vinho branco português, o Alvarinho Deu La Deu (uma homenagem ao Jorge), já que todos comeriam frutos do mar.

Com o pessoal todo presente, os pratos chegaram.

A paella foi a opção da Karina, do Gustavo, da Sueli, do Jorge e da Lourdes.

A Drix e o Eymard experimentaram o Bacalhau a Zé do Pipo (lombo de bacalhau no azeite extravirgem, com purê de batata, brócolis com alho, cebolas e gratinado com queijo parmesão) …

… e eu e a Dé, resolvemos fazer uma mescla duma Caprese

… com o prato da Boa Lembrança, o interessante Bacalhau Thai (uma posta cozida sobre purê com molho de tomate e manjericão frito). Inclusive, esquecemos o prato no restaurante, mas a Lourdes se incumbiu de trazer pra nós aqui em SP. Gratíssimo!

Olha, tudo esteve muito bom e bem temperado. Ainda foram pedidas algumas sobremesas; uma pra Drix que eu não lembro o que era (parece uma simples bola de sorvete, né) …

… e duas iguais, uma pra Karina e outra pro Eymard, intitulada massa folhada com doce de leite, chantilly e raspas de limão.

O tempo estava se esgotando e tinhamos que ir pro aeroporto.

Nos despedimos do pessoal da Sueli, já marcando o próximo ISôB (ou seria ISBuai?) que obviamente será em Minas Gerais, onde degustaremos (e aprenderemos a fazer) a mais legítima comida típica mineirim e de botequim!

E depois que tudo isso passa, fica sempre a sensação de que, certamente, nascemos pra formar uma turma daquelas bem legais, onde, apesar e por causa das diferenças, todos se completam.

Viva o ISB!

Você quer saber como foi esse encontro?
Primeiro dia – ISBSB – Lá vamos nós pra Brasília.
Segundo dia  – Um almoço ecumênico e miscelânico.

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