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dcpv – dia once – orlando – flórida – rtw de segway no epcot.

14/07/2012

Dia once Orlando FlóridaRTW de Segway no Epcot.

Este dia prometia ser punk e divertido.

E cumpriu com a promessa.

Como a Re estava livre do trabalho, ela programou um montão de coisas pra fazermos.

Tudo começou muito cedo (e após irmos dormir muito tarde).

O programa todo iniciava com uma volta ao mundo (a tal RTW) de Segway.

Eu sei que isto pode parecer absurdo, mas há uma maneira de se fazer com tranquilidade.

E é participando do tour que existe no Epcot Center.

Chegamos no horário marcado (as 8:15hs) e fomos apresentados ao nosso instrutor da máquina, um velhinho engraçado, o Mike.

Ele nos deu um curso de como pilotar a trapizomba com segurança total.

Louve-se, mais uma vez, a organização da Disney que mostrou mesmo como tudo funciona com direito a audiovisual e todos os outros detalhes (olha que já podemos nos considerar especialistas).
Daí pra frente, foi pegar as máquinas e passear pelos 11 países que compõe o parque.

Esqueci de informar um detalhe que é primordial: como a abertura era só as 11:00, estávamos praticamente sozinhos por lá.

E isto dá muito mais peso pro passeio; como o pessoal da Disney incluiu muitos detalhes nos cenários, você consegue visualizar tudo muito bem.
Iniciamos circulando por entre os países (3 guias nos acompanharam, sendo um brasileiro).

Passamos pelo México (com as suas pirâmides), pela China (com as suas tradições), …

… pelo Japão (com os seus pagodes), pela “bella Itália”, …

… pela França, enfeitada pra comemorar o 14 de Julho, pelo incrível Marrocos, ….

… que nos fez viajar imediatamente pra lá, …

… tamanha a veracidade do cenário.

Até o cheiro dos temperos nos conseguimos sentir.

Terminamos com o Canadá (e seus jardins) e a Inglaterra, com os seus pubs.
Este é um passeio a ser feito, mesmo porque escapar daquela quantidade enorme de pessoas já é um grande prazer.

Voltamos, entregamos as máquinas e fomos dar uma volta no parque, a espera do segundo passeio.

Você (que foi à Disney) já passeou naquele barquinho que leva pra ver os formatos inovadores de plantações de frutas, legumes e verduras, mais conhecido como Living with the Land?

Pois iríamos conhecer justamente os bastidores deste espaço.

E melhor, caminhando.

A guia America (este é mesmo o nome da menina) nos acompanhou em todos os lugares.

Nos mostrou todos os formatos de plantação.

O hidropônico, …

… com vários estilos diferentes, …

… o que utiliza um solo arenoso irrigado, …

… além de várias frutas (tive que segurar a Dé pra não pegar uns figos) …

… e plantas exóticas.

Este programa vale um pequeno fotoblog:

Retornamos (o passeio dura cerca de uma hora) e …

… a única saida seria almoçar por lá mesmo.

Fizemos isto (junto com a Aline e o Rafa, amigos da Re) …

… no bom restaurante do pavilhão chinês.

Pedimos coisas chinesas (oh!).

Frango, o Kung Pao Chicken pra Dé e pra Re, …

… carne, o Canton Pepper Beef pro Rafa …

… e arroz, o Nine Dragons Fried Rice pra Aline e pra mim.

Tudo muito bom, bem temperado e com um agravante, a quantidade! Coisas de americanos.

Aproveitamos a influência do pessoal que a Re conhece e conseguimos FastPass pra qualquer brinquedo do Hollywood Studios, …

… já que iriamos lá a noite pra ver o Fantasmic!, o espetáculo de encerramento do dia (também conseguimos lugares vips com a turma da Re).

Como não ia rolar mais nada no crowdeado Epcot (louve-se a falta de educação da grande maioria dos grupos brasileiros/argentinos/paraguaios), …

… resolvemos dar um pulo em Downtown Disney pras derradeiras compras.

Se você quiser se envolver com o mundo Di$ney, lá é o lugar.

Lojas incríveis, …

… com decorações atrativas e atraentes, …

… enfim, tudo te remete ao consumo e ao encantamento.

Retornamos ao hotel na correria, pra tentar fazer caber tudo nas malas (quase uma missão impossível) e fomos pro Hollywood Studios, que é, com a confirmação da especialista Re, o parque mais bonito do complexo.

Chegamos ao anoitecer e com a beleza das luzes se acendendo.

Aproveitamos os fast pass pra ir duas vezes num brinquedo 3D e de tiros, o Toy Story Mania!, …

… talvez, o mais interessante e divertido de todos.

Comemos junkie food da melhor (ops) qualidade. Cachorro quente pra Re, Salada com Frijoles pra Dé e Sanduíche de porco pra mim.

Era hora do espetáculo de luzes e fogos de artificio, o Fantasmic!.

Os lugares vip eram muito bons.

E sentados confortavelmente, vimos todo o profissionalismo…

… e o encantamento que este lugar proporciona.

Você não gosta de Orlando e da DW?

Tente se despojar dos preconceitos e vá lá pra perceber como é bom conviver (mesmo que por algum tempo) com um clima bacana e de alto astral.

Não é mais ou menos pra isso que viajamos?

Acordamos cedo no outro dia, o suficiente pra pegarmos o voo diurno pra SP e cairmos na real (não, não tivemos um último ataque consumista!! rs) .

Afinal de contas, amanhã seria segunda-feira, né?
E na grande FV!!

See U.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia uno – Orlando/Miami – Aqui não tem nada de Miami vice. Só Timão campeão.
Miami – Flórida – Dia dos – Vendo o Art Deco sobre duas rodas.
Dia tres – Miami – Wynwood, quando grafite é puro encantamento.
Dia cuatro – Miami – Florida – Casa minha, casa nossa, Casa Tua.
Dia cinco – Flórida – La Donna è mobile em Miami?
Dia seis – Miami – Flórida – Será que o estádio do Timão vai ser assim?
Dia siete – Miami – Flórida – Passeando com os velhinhos em Palm Beach. Del Boca Vistaaaa!
Dia ocho – Palm Beach – Flórida – Fomos pra Jupiter.
Dia nueve – Flórida – Palm Beach/Orlando – O dia Seinfeld da viagem.
Dia diez – Flórida – Parabéns pra você e um dia gourmet em Orlando. Em Orlando?

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dcpv – dia diez – florida – parabéns pra você e um dia gourmet em orlando. em orlando?

13/07/12

Dia diez – FlóridaParabéns pra você e um dia gourmet em Orlando. Em Orlando?

O dia seria de muita correria (que novidade!).

Tomamos um café da manhã no próprio hotel (correto e incluído na diária) e corremos pra fazer as compras quase que finais.

Bed, Bath & Beyond, …

… malas novas (e necessárias) e Best Buy (mais do que necessária).

Pronto! Lá se foi a manhã.

Aproveitamos o dia praticamente dedicado ao esporte que consagrou (e consagra) os brasileiros, pra dar um toque gastronômico a este pedaço da viagem. Dizem que Orlando não tem restaurante legal; que “se prepare pra comer junkie food“.

Pode ser que seja isso mesmo, mas procurando bem, você sempre encontrará lugares diferenciados. Tudo bem que tecnicamente, estes lugares, na maioria das vezes, podem não estar na localidade de Orlando.
Por exemplo, este do nosso almoço fica em Winter Park , uma cidade muito bonita e onde os turistas deveriam dar um tempo na maluquice das opções compras/parques.

O The Ravenous Pig (algo como porco esfomeado) dos chefs James e Jules Petrakis é um gastropub com bastante identidade.

Com decoração despojada e ambiente agradável, ele oferece, obviamente, muitos pratos com fundamentos porquísticos.

Chegamos no horário da reserva (feita pelo Open Table), fomos sentando e percebendo que a frequencia é basicamente de americanos. Optamos por pedir 2 entradas, 2 saladas e 1 prato principal.

Estava muito calor (e que calor! Quase 35ºC.) e o jeito foi nos refrescarmos com bastante água, chás e cervejas (talvez o unico defeito do lugar seja oferecer opções muito caras de vinhos em taças).

Pra iniciar, pedimos ótimos pretzels servidos com mostarda e molho , …

… um prato de charcuteria feito pelos próprios chefs, …

… uma salada de orgânicos da fazenda pra Re, …

… uma outra de pato com frutas pra Dé …

… e uma lombo ao ponto (praticamente churrasqueado) acompanhado dum curioso copo de excelentes batatas fritas.

Pra extrapolar um pouco, sobremesa. Gostosos e macios churros com uma calda de chocolate queimado.

Olha, não se esqueça do nome deste restaurante. Ele é um oasis (literalmente) e tem uma qualidade a mais: você dificilmente encontrará uma daquelas crianças aceleradas querendo ver o Mickey.

Voltamos à realidade e aproveitamos o caminho da volta pra dar uma olhada no Mall at Millenia, …

… um shopping modernoso e, ao menos por enquanto, fora do circuito dos “shopaholic” brazucas de plantão.

Lá tem lojas bacanas, um visual poderoso e melhor, um ar condicionado eficiente.

Voltamos pra região do hotel, deixamos a Re no trabalho e fomos nos preparar pro jantar de aniversário da Dé.

Deixa eu explicar melhor: esta viagem seria originalmente iniciada na data da cumpleaños da Dé. Só que devido a grande DHL, os nossos passaportes não chegaram a tempo e tivemos que adiar tudo.

Preferi manter a mesma programação e acabamos indo jantar no lugar pré-determinado, o The Chef’s Table at the Edgewater.

Até a esperada entrega de flores com um cartão especial aconteceu.

A região toda do restaurante é linda. Ele fica na cidade de Winter Garden (mais uma que quem vai pra Orlando tem que conhecer), numa rua toda arborizada e encantadora (estou parecendo a Dé).

Fomos pra lá (são aprox 40 km) apreciando um lindo por-do-sol.

E a tal mesa do chef é praticamente uma mesmo. Já que o lugar é metade um gastropub e metade, um restaurante com menu a preço fixo com a escolha entre 4 possibildades pra cada movimento (entrada, principal e sobremesa), além da chance de se harmonizar vários vinhos.

Toda a comida e o lugar tem uma estrutura bastante familiar.

O garçon que nos atendeu é casado com uma recifense (como se fala português em Orlando!) e aproveitou pra praticar conosco.

E nós escolhemos pratos excelentes.

A Dé, hipernaturalista, foi de salada de tomates e melancia com queijo de cabra.

Eu de tomate verde assado com milho.

Vinhos brancos foram servidos: um Marsanne Roussanne 2009; o outro um Tariquet Classic 2009, ambos bons e franceses.

Como principais, pra Dé um peixe do dia, um halibut com vôngoles e legumes 

… e pra mim, um costelão “derrrrretendo” com um purê rústico de batatas .

A Dé continuou no vinho branco, o Torrontés Santa Julia 2010 Chile e eu, estreei os tintos, o Shiraz Farway Farm 2008 South Africa.

Note que pelo tamanho dos pratos (apesar de estarem excelentes), normalmente não pediríamos sobremesas.

Mas como estavam incluídas …
A Dé pediu, e não se arrependeu, uma tremenda Millefeuilles de blueberries 

… enquanto eu me refresquei com um  sorbet de papaia!

Finalizamos com vinhos de sobremesa. Um Late Harvest chileno pra mim e  um  italiano de pedigree pra Dé, o espumante Zonin.

E pra arrematar, como o pessoal entendeu que realmente seria o aniversário da De, ainda recebemos um cartão simpático com velinha e tudo o mais.

Foi o que podemos chamar de “desaniversário” perfeito.

Portanto, quando você estiver em Orlando naquela fissura de compras/parques, dê uma parada, troque de dupla e vá conhecer a comida de Kevin e Laurie Tarter.

Você não se arrependerá.

See U.

.

PS – Antes de dormirmos demos uma passeada pelo BoardWalk e aproveitamos pra conhecer a Jellyrolls, …

… um bar onde dois caras tocam piano e cantam as músicas pedidas pelos frequentadores.

Experimente! É muito bacana.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia uno – Orlando/Miami – Aqui não tem nada de Miami vice. Só Timão campeão.
Miami – Flórida – Dia dos – Vendo o Art Deco sobre duas rodas.
Dia tres – Miami – Wynwood, quando grafite é puro encantamento.
Dia cuatro – Miami – Florida – Casa minha, casa nossa, Casa Tua.
Dia cinco – Flórida – La Donna è mobile em Miami?
Dia seis – Miami – Flórida – Será que o estádio do Timão vai ser assim?
Dia siete – Miami – Flórida – Passeando com os velhinhos em Palm Beach. Del Boca Vistaaaa!
Dia ocho – Palm Beach – Flórida – Fomos pra Jupiter.
Dia nueve – Flórida – Palm Beach/Orlando – O dia Seinfeld da viagem.

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dcpv – dia uno – orlando/miami – aqui não tem nada de miami vice. só timão campeão.

04/07/2012

Dia uno – Orlando/Miami Aqui não tem nada de Miami Vice. Só Timão Campeão.

Primeiro dia de viagem. E ele prometia.

Afinal de contas, passaríamos por Orlando pra matar as saudades da Re (puxa, já faz um mês!) e depois, iríamos pra Miami de carro (quase 3,5 hs).

O voo da TAM foi noturno, tranquilo e rápido.

As 9:00 hs da matina estávamos na terra do Mickey.

Pegamos o carros na Hertz (desta vez o modelo combinado estava reservado) e rumamos pro Vista Way, o local onde os “trabalhadores” da Disney “descansam”.

Vimos a Re (ela está bonita como sempre e mais magra, além de usar este belíssimo uniforme) e fomos a Best Buy pra comprar algumas coisinhas.

Como ela só entraria no trabalho as 15:30hs, tivemos tempo de conversar bastante e até almoçar.

Fomos ao Brio, um bom e pretenso restaurante toscano no Mall at Millenia.

Como o tempo estava virando (ameaçava cair o mundo), resolvemos levar a Re no trabalho …

… e zarpamos pra Miami.

Até choveu um pouco pelo caminho, mas não foi nada assustador.

Chegamos em Miami por volta das 19:30 hs e o grande dilema foi encontrar onde assistir ao jogo da final da Libertadores.

É claro que o hotel W South Beach (excelente como sempre, diferente do de Paris) tinha inúmeras opções de canais esportivos de tv, mas nenhum que transmitisse o jogo.

Com uma hora de atraso no fuso, a peleja começaria as 21:00 hs.

Até nos arrumarmos, tomamos banho e tais; o primeiro tempo começou. Assistimos (se é que podemos dizer isso) através do minuto a minuto do UOL. Ô sofrimento, sô!

Decidimos descer até a recepção e descobrir se existia algum bar que estivesse passando o jogo.

Após uma consulta, o concierge (gratíssimo) nos indicou um pub irlandês, o The Playwright, na Washington Ave, 1265. Foi o tempo de pegar o carro (a cidade estava comemorando o 4 de Julho) …

… arrumar um lugar pra estacionar e quando menos esperávamos, estávamos sentados no bar, tomando umas cervejas e vendo o Timão pleonasticamente jogar certinho e ser campeão.

Surpreendentemente, das 8 tvs no local, apenas 3 estavam transmitindo o jogo. O restante, passava um jogo de rugby!!!

Mas e pra variar, os corinthianos eram a maioria absoluta (na verdade, 4 e conosco!).

E foi uma emoção só.

Ver os gols do grande Emerson Sheik (ô, Mano, vê se convoca o homem! rs) e comemorar em pleno Estados Unidos foi inesquecível. Ainda mais com a quantidade de fogos de artifício que foram soltos que mais nos davam a impressão de que toda a torcida corinthiana estava por aqui.

O Japão que nos aguarde.

PS – Sabe que é muito bom ver jogos deste jeito? Você pode falar alto e até soltar alguns palavrões que ninguém fala  nada. Nós recomendamos.

PS2 – E não é que tivemos a premonição desta final e do resultado quando da nossa última viagem pra Buenos Aires?

Hasta Tóquio (é claro que vamos!).

See U e amanhã começa a viagem real (porque ganhar a Libertadores invicto foi surreal)

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dcpv – day four – florida – lançando um foguete no casa tua

11/02/11

Day Four – Florida – Lançando um foguete no Casa Tua.

Dia de saída de Orlando e do hotel.

E da consequente despedida da nossa guia que termina a sua missão plutística na semana que vem e vai dar uma “descansada” em NY. Nada mal, né não?

Foi mais um dia de chuva e das pesadas. Além do frio. O que não impediu de darmos uma passada no KSC, mais conhecido com Kennedy Space Center e intimamente chamado pro alguns desavisados de Cabo Canaveral.

Que é o célebre lugar de lançamento dos foguetes americanos.

Olha, esta visita é mais do que válida. É interessante demais!

Só conhecer o pátio de foguetes já valeria a pena.

Mas ainda tem o passeio guiado de ônibus por todo o complexo (ele é bem grande), a lojinha muito bacana (dá pra comprar a caneta espacial do Jerry!) e especialmente o cinema IMAX Space Films 3D que mostra toda a saga do frustrado lançamento do super telescópio Hubble e todo o trabalho que foi consertá-lo em pleno ar.
É claro que comemos lá na lanchonete, com direito a junkie food e astronáutico sorvete desidratado de côco (sabe que é bom!).

Todo o lugar é uma amostra do patriotismo que o americano tem (ah, se tivéssemos um pouquinho disso!) além da clara demonstração da tecnologia que surgiu a partir da conquista do espaço.

Daí pra frente foram quase 300 km de belas estradas da Flórida no caminho pra Miami, com direito a ver como uma ponte se comporta quando um barco vai atravessá-la.

Chegamos em Miami por volta das 18:30 com direito a conhecer o hotel  W South Beach.

O lugar é de encantar qualquer um.

Pra melhorar, conseguimos um upgrade que nos permitiu ver o belo mar de Miami mais de cima ainda.

O quarto é lindo e todo decorado com peças artísticas e lúdicas. Além do glamour de vermos o grande Tony Bennet a cada saída do elevador (e olha que foram muuuuitas!).

Não ficamos muito tempo por lá, pois tínhamos feito uma reserva (na verdade, o Eymard a fez pessoalmente) num nosso velho conhecido, o restaurante Casa Tua.

Ficamos com uma ótima impressão da última vez que fomos lá. Foi um almoço memorável.

Este jantar não ficou atrás.
O único inconveniente foi a escuridão já que optamos por ficar na parte externa só pra experimentar a sensação que o lugar te proporciona: estar pertíssimo da Lincoln Road, o buxixo miamiense e ao mesmo tempo, sentir-se num lugar campestre, bucólico e italiano ao extremo.

Sentamos, pedimos um ótimo vinho branco Gavi de Gavi e o chefe nos enviou um pequeno agrado: um consommé de legumes muito bem temperado e apropriado pra temperatura baixa reinante.
O couvert é simples. Pães e grissini acompanhados de ótimos azeite e aceto. (Time Outluz pros grissini – 17,5).
Estávamos com muita  fome (vocês viram o nosso almoço com sorvete de astronauta 🙂 ).
A Dé pediu como entrada uma típica polenta com cogumelos e trufas negras (eu juro que o que esta abaixo é uma delas).

Eu, um sensacional tartar de polvo com favas.

Como principais, duas ótimas pastas. A Dé foi de involtini de ricota com molho vermelho

… e eu, de spaghetti com um ragu de cordeiro. Todos absolutamente perfeitos.

Como sobremesa, um tiramisu levíssimo (que comemos da outra vez também) e saboroso pra dividirmos e estávamos prontos pra dormir na nossa efetiva primeira noite em Miami. Veja a comparação das fotos do tiramisu nas duas ocasiões em que fomos lá:

Amanhã começa o nosso tour comprístico com alguns passeios bem legais. Quer alguns exemplos? Assistir a um jogo de hockey no gelo, ao Monster Jam, finalmente conhecer o Joe’s Stone Crab, fazer um passeio gastronômico por Little Havana. Tudo isto recheado por grandes restaurantes.
Enfim, aguardem.

See U.

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dcpv – florida – day three – orlando – rtw no epcot

10/02/11

Flórida – Day Three Orlando –  RTW no Epcot.

O dia amanheceu broncolhão. Ou melhor, broncolhaço!

Chuva, muita chuva. Mas não esmorecemos.

Afinal de contas, a nossa guia, a Re (assessorada pelo namorado, o Hugo) não queria saber de nada. A programação teria que ser cumprida, “custe o que custar”.

Depois do café da manhã tomado no próprio hotel, rumamos pro Disney’s Hollywood Studios.

Lá veríamos algumas novidades duma parte inaugurada há pouco.

Pegamos um fastpass pro Toy Story Mania! e fomos passear (a chuva deu uma amainada). Passamos por vários lugares conhecidos e consequentemente, habitantes do nosso imaginário.

Até aprendemos a desenhar …

… no The Magic of Disney Animation.

Vimos como exatamente funciona uma seletiva do The American Idol Experience …

… com direito a transmissão ao vivo, …

… votação da platéia e banca de jurados. Sensacional. Só não nos inscrevemos pra participar porque não teríamos tempo de disputar a final! rs

Não resistimos a assistir novamente ao Muppet Vision 3-D.

Ainda mais com a Miss Piggy (que a Dé adora) dando o ar da graça.

Fomos duas vezes no Toy Story Mania!, um brinquedo em que além de ser em 3D, ainda te dá a oportunidade de treinar a sua (no meu caso, parca) pontaria. Fantástico!

Conhecemos mais um montão de lojinhas bacanas (sem trocadilhos, é chover no molhado falar da capacidade dos americanos de te fazer comprar tudo o que se vê por lá) e …

… também tomamos um ótimo café num ótimo Café.

Correria! Fomos pro Epcot pois a Re tinha marcado uma viagem de volta ao mundo (além de eu ter reservado pra almoçarmos num italiano).

Interessante como o Epcot não é tão valorizado como parque e, com o passar do tempo, você entende plenamente o que o sr Walter pretendeu passar pra todos com este espaço.

Você se sente fazendo uma RTW (Round The World Ticket ou melhor dizendo, um bilhete aéreo duma viagem ao redor do mundo) e em poucas horas. Além de, no nosso caso, ter a possibilidade de comprar um montão de excelentes coisas procedentes dos países visitados com um desconto de 40% (coisas de cast members!).

Fomos direto pro Via Napoli, um italiano da gema. Note que todos os restaurantes do Epcot  só utilizam mão-de-obra de origem comprovada. Portanto, lá só tinha italianos de verdade.

Pedi um vinho branco Gavi de Gavi e iniciamos o nosso tour carcamano com arancini e …

… um aperitivo de salame e provolone,

O lugar é uma belezura e os 3 fornos com nomes de vulcão dão o toque especial.

O Hugo pediu uma pizza especial (molho com tomates San Marzano e presunto de Parma),

A Re foi de fusilli com piselli e pinolli (isto parece um hai kai toscano).

A Dé aproveitou pra matar as saudades da boa comida (é, comer em Orlando ainda é dose pra leão, ou melhor, rato) e tascou uma lasanha canelônica à bolonhesa.

Eu fui simples e direto: espaguete com porpettas (as onas!).

Tudo ao dente e com a o sabor e a simpatia que os italianos emanam.
Saímos de lá e aproveitando tudo o que a Itália possui. Aí incluem-se belas paisagens e ótimos ingredientes.

Seguimos pela China (essa falsificação foi perfeita), …

.. pela Noruega (vimos tudo o que é tipo de chifres),…

…pelos Estados Unidos (e seu patriotismo), …

… pelo Japão (a Re comprou uma ostra que estava dentro da pérola), …

… pelo Marrocos (e seus inconfundíveis sabores), …

… pelo Canadá (e seus jardins vitorianos), …

…  pelo Reino Unido (e sua maravilhosa batata frita) …

… e só poderíamos finalizar pela França por razões óbvias.

Enfim, uma verdadeira volta ao mundo que só a Disney pode te proporcionar (rtw no wdw?).

Além da belíssima visão que a esfera padrão do Epcot te proporciona especialmente quando acesa.

Voltamos rapidinho ao hotel pois queríamos assistir ao Wishes, o espetáculo dos fogos de artifício do Magic Kingdon num ângulo totalmente inusitado.

O da sacada do nosso quarto.

E foi mesmo!

Apesar da chuva e da pouca dispersão da fumaça, foi emocionante ver aquele espetáculo e que de alguma maneira, parecia ter sido feito só pra nós.

Ainda tivemos tempo de passar mais uma vez em Dowtown Disney e sermos apresentados a mais algumas lojinhas muito legais …

… com produtos mais ainda (compramos um Mickey pintado pelo Romero Britto).

Pra finalizar este ótimo dia, nada como junkie food na veia.

E no Planet Hollywood, onde ao que parece , ainda vale a pena ir somente pra ver as memorabilias cinematográficas.

No mais foi descansar e dormir o sono dos justos com uma vista destas:

See U.

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dcpv – florida – day one – orlando – entrando no mundo mágico.

08/02/11

Flórida – Day One  –  Orlando – Entrando  no Mundo Mágico.

Eu sei que é redundância, mas tivemos mais uma vez  um vôo super-tranquilo pela TAM pra Miami.

Tudo absolutamente no horário. Check-in, decolagem, entretantos, aterrissagem, etc.

Passamos, inclusive e com visibilidade  por Cuba e Bahamas.

Complicou um pouquinho na alfândega americana (muita gente) e um pouquinho mais quando fomos pegar o carro alugado na Hertz e fila era imensa (aviso aos navegantes, ops, aos motoristas: construíram um aeroporto (carroporto?) de locadoras, próximo ao aeroporto de Miami. Agora, todas estão juntinhas e num mesmo uber-prédio).

Resultado: rumamos pra Orlando com mais de uma hora de atraso (eram 17:30 hs) e pegamos alguns congestionamentos. Este fato me obrigou a dirigir a noite, mas mesmo assim chegamos tranquilamente e encontramos a Re (ufa, que saudades!) por volta das 21:30 hs.

Check-in feito no Grand Floridian, um resort dentro da Disney, com tarifas mais do que amistosas (quase U$200, se bem que neste caso, pesou bastante o fato de ter sido feita pelo Pluto!) e com uma vista diurna do castelo da Cinderela de tirar o fôlego.

E noturna também.

Como imprevisto na programação da guia Renata, tivemos que transferir o jantar no Victoria&Albert’s, o restaurante estrelado do hotel  pra quinta a noite. Paciência, aguardaremos!

De qualquer forma, descemos pra dar uma olhadinha no lobby e aproveitamos pra entrar no clima do lugar: junkie food na lanchonete do próprio hotel.

Hamburguer, …

…, fried chicken, …

… batatas fritas, …

… vinho rosé ruinzinho e …

… caminha. Merecemos, a família toda, uma bela noite de sono.

Amanhã iniciamos a maratona. A intenção é saber das novidades de Orlando (Harry Potter incluso) e fuçarmos um pouco mais (com a expertise da Re) em lugares que teoricamente deveríamos ter conhecido melhor nas outras vezes.

Nos aguarde, Mickey.

.


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