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dcpv – dia ocho – palm beach – flórida – fomos pra Jupiter.

11/07/2012

Dia ochoPalm BeachFlórida Fomos pra Jupiter.

Os planos foram feitos na noite anterior.

Acordaríamos cedo, pegaríamos as bicicletas, daríamos uma voltas pela região do hotel e iríamos passar pelo pier.

Voltaríamos, tomaríamos um café da manhã no próprio hotel e ficaríamos a manhã toda na praia.

Tudo no condicional. Perfeito, né?

Se não chovesse desde ontem a noite (lembram-se do jantar?). Acordamos com o tempo broncolhaço e o único programa decente foi ficar na cama (estava chovendo muito).

E do planejamento descrito acima, a única missão que cumprimos foi tomar o café.

Resolvemos sair do hotel de carro e dar um pulo no centro de Palm Beach.

E foi a coisa mais acertada que fizemos.

Além da chuva dar uma amainada (só parou de chover bastante), aproveitamos pra conhecer o eixo central de lojas chiques do lugar, a Worth Avenue.

Ela é toda organizada (tanto que bobeamos e tomamos uma multa por ficar estacionado por mais de 2 horas. Menos 50 doletas na conta), …

… limpa, …

… com muitas lojas de grife (melhor, todas que você puder imaginar), …

… e aquelas lojas de departamento chics que a Dé adora, a Neiman Marcus e a Saks Fifth Avenue.

Você já ouviu falar de BlahnikChooLouboutin e cia?

Pois são nestas lojas que todos eles estão concentrados e fazem com que a Dé pareça uma criança indo pela primeira vez na Disneyland.

Ficamos um tempão lá dentro (a Dé também visitou a seção de vestidos que estavam em promoção).

Além de que é muito legal ficar vendo aquelas velhinhas americanas saracoteando pelos lugares.

Resolvemos almoçar por lá mesmo, …

… e dentro duma passagem da Worth Avenue.

Estas passagens são famosas, pois parecem aquelas galerias parisienses (guardadas as devidas proporções). Merecem um fotoblog:

Retornamos pra mais uma loja de deptos (com o dia nubladíssimo) e enquanto fuçávamos nas coisas, o sol deu as caras.

Prepare-se pra esta situação quando estiverem por aqui. O clima muda constantemente.

Com o a aparecimento do astro-rei, voltei ao plano anterior.

Iríamos pra Jupiter.

Tudo bem que estamos perto do Cabo Canaveral, mas não é bem este Jupiter que você está pensando.

Esta Jupiter é uma cidadezinha ao norte de Palm Beach e que tem um estádio de baseball onde os Marlins e os Cardinals vem fazer o seu treinamento de verão.

Fomos ver um jogo da segunda divisão da Minor League Baseball (algo parecido como o clássico XV de Piracicaba x Noroeste de Bauru), com o time da casa, os Hammerheads (tradução livre = os cabeças de martelo) contra o quase vizinho Dunedin Blue Jays.

E foi uma aventura.

O estádio é pequenininho e bonitinho (quase uma Rua Javari upgradeada).

O público foi mediano em quantidade, mas muito interessante.

Imagine ver muitos velhinhos dando risadas, mesmo com o seu time perdendo por 4×0?

É, neste jogo o Jupiter Hammerheads estava mais pra Juventus da Mooca.

Por nosso lado, adoramos tudo.

A junkie food (nachos e um hotdog a italiana), …

… a lojinha, …

… e o conjunto da obra.

Continuo dizendo que assistir a um espetáculo esportivo quando estiver viajando é um ótimo meio de experimentar o cotidiano dos locais.

E cá pra nós, eles também se divertem muito, viu?

Hasta.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia uno – Orlando/Miami – Aqui não tem nada de Miami vice. Só Timão campeão.
Miami – Flórida – Dia dos – Vendo o Art Deco sobre duas rodas.
Dia tres – Miami – Wynwood, quando grafite é puro encantamento.
Dia cuatro – Miami – Florida – Casa minha, casa nossa, Casa Tua.
Dia cinco – Flórida – La Donna è mobile em Miami?
Dia seis – Miami – Flórida – Será que o estádio do Timão vai ser assim?
Dia siete – Miami – Flórida – Passeando com os velhinhos em Palm Beach. Del Boca Vistaaaa!

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dcpv – dia siete – miami – flórida – passeando com os velhinhos em palm beach. del boca vistaaaa!

10/07/12

Dia siete – Miami – FlóridaPasseando com os velhinhos em Palm Beach. Del Boca Vistaaaa!

Dia de ir pra outro hotel é sempre um pouco estressante.

Talvez seja o fato de trocar o conhecido pelo desconhecido.

Então, aproveitamos pra acordar cedo e dar aquela caminhada costumeira, acompanhada dum café num conhecido nosso, o Starbucks da Ocean Drive.

Retornamos, arrumamos as malas (que já estavam ficando pequenas) e rumamos pra Palm Beach.

E desta vez, fizemos do jeito que nós gostamos: colocamos a opção “se perca” na Mary, a nossa GPS americana.

E ela não nos decepcionou.

Saímos como o  Leão da Montanha, ou seja “pela direita” na Collins Ave.

A primeira parada seria na Veneza americana, mais conhecida como Fort Lauderdale.

Não sei se você sabe sabe, mas são mais de 400 km de canais navegáveis dentro da cidade.

E nós vimos vários deles, …

… além do Riverwalk, um calçadão ao longo do New River (um pouco mais de 2 km) que deixa a cidade muito agradável.

E eles são tão fissurados em navios, que até prédios com o formato eles construiram!

Seguimos dirigindo e nos perdendo junto com  a Mary.

A próxima parada seria no Butterfly World, que fica no meio do caminho pra Boca Raton, mais precisamente em Coconut Creek..

Como você já deve ter desconfiado, o lugar é um grande viveiro de borboletas.

Chegamos lá e nos assustamos com o preço da entrada: U$25 por cabeça, já que ficaríamos pouco tempo por lá..

Quase desistimos, mas o bom senso imperou e entramos.

Não precisa nem dizer que nos surpreendemos com a qualidade de tudo.

A visita começa com uma viagem lisérgica.

Veja se não é?

De repente, você está num recinto com zilhares de borboletas das mais variadas cores e tamanhos.

Este vale o fotoblog:

Continuamos, visitando outras instalações. Observamos belos insetos, …

… abacaxis (????), …

… passarinhos diferentes, …

… periquitos que vem comer na sua mão…

… e chegam a subir na sua cabeça! (não, não fizeram nada nela).

É um passeio muito interessante e mais do que recomendável.

Como a fome apertou, resolvemos parar no caminho e comer um sanduba num Subway, …

… dentro duma destas imensas lojas de descontos.

Mais um pouco de direção e estávamos perto de realizar um sonho.

Todo mundo sabe que somos fãs da série Seinfeld, né?

E um dos episódios mais engraçados (se bem que todos são) é justamente o que os pais, tanto do Jerry, quanto do George, resolvem se mudar prum condo em Boca Raton, chamado “Del Boca Vista“. Dá até pra imaginar o Frank Constanza gritando.

Procuramos o tal condomínio feito loucos mas, infelizmente, ele não existe. 🙂

Sobrou tirar fotos de alguns que são similares! rs

De qualquer forma, conhecemos a cidade e a praia e adoramos.

É mais um daqueles lugares que só os americanos sabem fazer, com ruas largas, …

… casas sem cercas …

… e quase ninguém a vista.

Mais uns kilometros e chegamos a Palm Beach.

Mais precisamente ao Four Seasons de lá.

É um hotelão de categoria, com muito granito nas áreas comuns …

… e quartos imensos, …

… além duma piscina de frente pro mar.

Aproveitamos o horário (18:00hs) e fomos pegar a nossa primeira genuína praia da viagem.

Eu digo, pegar do jeito correto, com roupas de banho, cadeiras de praia e sol, muito sol.

Ficamos um tempinho. Uma chuvinha caiu pra refrescar, mas com sol e até um tímido arco-iris surgiu.

Retornamos ao quarto, pois tínhamos uma reserva no Cafe Boulud (é ele mesmo, o Daniel, o chef francês).

Pegamos o carro e tentamos chegar ao restaurante no horário da reserva (feita pelo santo Open Table).

Não sei se eu falei sobre isso, mas aqui nos sentimos como adoslecentes. E excêntricos…

… pois temos pelo menos uns 30 anos a menos que a média dos frequentadores do balneário e ainda por cima, nos comunicamos em português! Incrível como nos confundem com italianos!!

Mas voltemos a aventura. Mesmo porque, foi uma. O hotel Four Seasons não fica no centro de Palm Beach.

Saímos no horário e depois de andarmos uns 10 minutos, surge o aviso de estrada interditada. Tivemos que fazer o retorno, passar de novo pela frente do hotel, atravessar uma ponte e após meia hora, chegar ao local. É claro que pra apimentar tudo, uma ameaça de temporal (com relâmpagos e tudo o mais) nos perseguiu.

Chegamos atrasados, mas a tempo de sermos atendidos.

O lugar é bem bacana. Ele fica no hotel The Brazilian Court (que coincidência!).

Como o tempo era curto (ainda tínhamos que voltar pelo mesmo caminho), optamos por tomar taças de champanhe Duval Leroy,  …

… de vinho branco californiano do próprio chef, …

… e experimentar somente os principais.

Gostamos do estilo multicultural do Cafe Boulud e pedimos, Morocan Spice Mahi Mahi, pra Dé …

… e, Swordfish a la plancha, pra mim.

A comida estava tão boa que não resistimos, e mesmo com a tempestade lá fora, pedimos sobremesas. Escolhi um simplório sorvete de baunilha …

… e a Dé, um delicioso e bonito Mint Chocolat Pavé.

Pronto!  Se um dia você estiver por estas plagas, venha visitar o Cafe Boulud e não se arrependerá.

Quanto a nós, fomos espertos e jogamos migalhas de pão no caminho da vinda.

Hasta.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
Dia uno – Orlando/Miami – Aqui não tem nada de Miami vice. Só Timão campeão.
Miami – Flórida – Dia dos – Vendo o Art Deco sobre duas rodas.
Dia tres – Miami – Wynwood, quando grafite é puro encantamento.
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Dia cinco – Flórida – La Donna è mobile em Miami?
Dia seis – Miami – Flórida – Será que o estádio do Timão vai ser assim?

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