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dcpv – paris – dia six – vinhoteando pela cidade luz.

26/07/2016

Dia six – ParisVinhoteando pela cidade Luz.

Hoje seria dia de aumentar os nossos conhecimentos.

E na área de vinhos, coisa que apreciamos muito.

Como ontem foi muito atribulado, resolvemos acordar um pouco mais tarde …

… tomar um bom café da manhã no hotel …

… e ir andando até o local onde faríamos o curso, a lindíssima Galerie Vivienne, onde fica a loja de vinhos da Legrand.

É claro que cruzamos todo o bairro de St German de Pres, …

… passamos pelo Louvre …

… e pelo Jardin Royal, …

… onde aproveitamos pra dar uma de parisienses, …

… ou seja, ficar não fazendo nada e vendo o tempo passar.

Galerie Vivienne é logo ao lado, …

… portanto, chegamos no horário.

Lá, a Ana estava nos esperando pra ampliar os nossos conhecimentos do mundo de Bacco.

E todo o conteúdo do curso é muito bacana.

Ela nos levou por uma viagem pelo mundo vitivinicultor francês com todas as nuances sobre particularidades de cada região produtora …

… e ao mesmo tempo, nos explicou numa linguagem simplificada várias coisas que gostaríamos de saber.

Experimentamos um champanhe Bollinger rosé safrada …

… e 5 vinhos tintos, sendo um de cada região importante da França.

É claro que os comeretes não poderiam faltar.

Legumes, salames, frios, foie gras, …

… queijos, pães; a boa comida acompanhou tudo.

Depois de três horas, estávamos aptos a entender melhor este universo que as vezes, parece tão complicado.

Caso você esteja interessado, faça a sua reserva e você não se arrependerá.

Ainda aproveitamos pra tomar mais um vinho branco na própria loja …

… e comprar algumas coisinhas, pois não somos de ferro. Rs

Depois disso tudo, resolvemos voltar a pé, flanando pela cidade Luz. Não deu tempo pra muita coisa, pois tínhamos uma reserva pra jantar no Le Chateaubriand, um restaurante que já foi o 18º do mundo, segundo o ranking da revista Restaurant.

E o jantar foi bem decepcionante.

O menu degustação de 10 pratos é muito pretensioso e com alguns pratos beirando o ridículo. Vejam se não?

Iniciamos com gougères. Eram boas, mas gougères.

Logo depois, vieram ceviches sem peixe e com abacate no seu lugar. Meio sem graça.

A seguir, camarõezinhos fritos. Simplesmente isso!

Como complemento um do outro, serviram pão com tomate …

… e mariscos sem nenhum tempero. Oi?

Já estávamos desanimando quando uma sopinha japonesa (parecia um missô) com 4 miniraviolis foi servida. Parece simples, mas foi o melhor prato da noite!

Peixe com ervas que não conhecemos, …

… outro peixe com pepino e amêndoas cruas (pedi sal porque não estava temperado) , …

… e pra piorar, uma glândula frita com vagens refogadas complementaram o desastre.

Pensam que acabou? Nananinaná.

Como sobremesas um sorvete de cereja com, pasmem, alcaparras , …

… um pseudo toucinho do céu servido com uma gema crua (oi again) …

… e o grand finale, um pedaço de melão com especiarias indianas, que segundo o garçom, seria digestivo. Uma verdadeira balela!

Resumo da ópera bufa: não foi à toa que chef Iñake perdeu todas as suas posições no ranking. Foi merecido!

Au revoir.

Acompanhe os outros dias desta viagem:
dia un – Vale do Loire – Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.
dia deux – Vale do Loire – Chateau de Villandry, este lugar é um espetáculo!
 jour troix – França – Vale do Loire – A mulherada fazendo a diferença em Chenonceau.
dia catre – França – Vale do Loire/Paris – Esta rota é um espetáculo.
Dia cinq – Paris – O dia de turistas serem turistas.

 

 

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dcpv – dia cinq – paris – o dia de turistas serem turistas.

25/07/2016

Dia cinq- Paris O dia de turistas serem turistas.

O dia prometia ser muito louco e intenso.

Afinal de contas, a ideia seria seguir o trajeto a pé que o guia da Insight Guides – Paris a Pé indicava pra região das ilhas.

E foi o que fizemos.

Primeiramente tomamos o ótimo café da manhã do Hotel Bel Ami, o preferido dos Loguercio.

Depois saímos andando de St Germain de Prés até a extremidade  da Île Saint-Louis pra iniciarmos o tal roteiro. E ele é muito interessante.

Demos uma pequena transgredida e resolvemos fazer o caminho inverso.

Então, o primeiro ponto curioso foi justamente o Hotel Lauzun, construído em 1640, que abrigou alguns poetas famosos, entre eles, Charles Baudelaire e que ….

… no segundo andar, era mantido o Clube dos Consumidores de Haxixe. Imagine daonde vinha a inspiração destes grandes autores? 🙂

Logo após, ainda na Île Saint-Louis, passamos na igreja barroca de Saint-Louis-en-l’Île, construída em 1660. Bem bacana.

Seguimos em frente já entrando na Île de la Cité e passando pela catedral mais famosa da cidade Luz, a Notre Dame.

As filas eram imensas e nos furtamos de entrar num lugar que já conhecíamos.

Logo após, passamos no Marché aux fleurs e vimos bastantes coisas curiosas, apesar de algumas lojas estarem fechadas.

Continuamos passando pela Conciergerie e pela igreja de Sainte-Chapelle …

… e então fizemos a descoberta do tour.

Place Dauphine.

É um lugar ao lado do Palácio da Justiça …

… que foi idealizado como um mercado, …

… mas que parece mais um pedaço da paraíso.

É tão bacana que não resistimos e resolvemos tomar um champagne num dos restaurantes bacanas do local só pra comemorar.

Ou seja, foi simplesmente perfeito!

Terminamos o tour na Pont Neuf …

… e seguimos para o L’Atelier de Joël Robuchon onde tínhamos uma reserva para o almoço.

E como sempre, o queridinho de 10 entre 10 gourmands, não decepcionou.

Pedimos um montão de coisas (segue o fotoblog) …

… e tudo estava perfeito. Sintam esta sobremesa:

Ou seja, o Robuchon continua impecável e imperdível.

Aproveitamos o pós-almoço pra ver algumas lojas de design, …

… passear por Saint-Germain-des-Prés …

… e dar aquela passada na La Grande Epicerie.

Ô lugarzinho bacana!

Vimos um montão de ingredientes de primeira …

… além de tomarmos mais um champagne.

Voltamos rapidamente pro hotel, pois tínhamos um jantar reservado no David Toutain.

A coisa toda prometia e mais uma vez, a promessa foi cumprida. Acontece que chegamos lá e eles separaram uma sala especial para a nossa degustação.

A Dé e a Lourdes estranharam um pouco (a degustação, não a sala!), mas bravos que somos, fomos até o fim.

E foram mais de dez pratos.

Passeamos por verdadeiras maravilhas, …

… com entradas com tomates frescos, …

… vagens picadinhas frescas e al dente, como se fossem um risoto …,

… passamos por peixes …

… dos mais variados sabores , …

… lagosta …

… e colombe, mais conhecida como pombo, …

… além de várias sobremesas diferentes e …

… uma melhor do que a outra.

Tomamos dois vinhos, um branco da Borgonha, um tinto da mesma região …

… e saímos satisfeitos, após verificarmos que o chef David não só estava “on the house”, como veio nos cumprimentar e assinar o seu livro.

Enfim, foi uma noite perfeita …

… e só nos restou caminhar por Paris até chegar no hotel e dormir aquele famoso sonho dos justos.

Au revoir!

Acompanhe os outros dias desta viagem:
dia un – Vale do Loire – Não há, ó gente, ó não, Loire como este, do sertão … francês.
dia deux – Vale do Loire – Chateau de Villandry, este lugar é um espetáculo!
 jour troix – França – Vale do Loire – A mulherada fazendo a diferença em Chenonceau.
dia catre – França – Vale do Loire/Paris – Esta rota é um espetáculo.

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dcpv – dia catre – frança – vale do loire/paris – esta rota é um espetáculo.

24/07/2016

Dia catre – França – Vale do Loire/ParisEsta rota é um espetáculo.

Dia de mudança de cidade/hotel numa viagem é dia perdido, certo?

Errado!

Começamos tomando um café na manhã no hotel e zarpando pra conhecer os últimos castelos do Loire que constavam da nossa programação.

Andamos um pouquinho pelas belas estradas locais até chegar em Cheverny.

A ideia era dar apenas uma olhada e continuar.

Mas ficamos tão fascinados com tudo que resolvemos entrar. E não nos arrependemos.

O castelo é muito bonito e toda a história dele é muito interessante. O melhor é que ficamos sabendo que a Diane de Poiters (ela, de novo!), a amante do rei Henrique II, ficou neste castelo até que o seu novo estivesse pronto.

Enjoada esta mulher! 🙂

De qualquer forma, toda a visita vale a pena.

A parte histórica e as salas interiores são muito interessantes.

Saímos correndo de lá com a intenção de visitar o castelo de Chambord.

E não deu tempo.

Primeiro que o estacionamento é muito longe do castelo.

E segundo, que ele é imenso.

Resolvemos dar uma boa olhada, meio que por cima, em tudo e zarpar rapidamente, pois tínhamos uma reserva num restaurante indicado pelo excelente site Conexão Paris.

Era o restaurante gastronômico do hotel La Maison d’à Côté, o Côté Bistrô.

É lá que o chef Chistophe Hay pratica uma cozinha de primeiríssimo nível.

O lugar é super moderno e a comida dele é incrível.

Iniciamos os trabalhos com belos amuses que ele nos enviou.

A Dé escolheu como entrada Loire ell caramelized, artichokes and black sésamo e seed, Vadouvan spice. É isso mesmo, alcachofras no ápice da sua utilização.

Eu, como entrada, fui de Red mullet from erquy, ricota goat milk, zuchinni, shelf fish.

Praticamente um belo e florido carpaccio de peixe.

Acompanhamos tudo com duas flutes de Taitanger.

Já nos principais, a Dé escolheu Loire Pike, carrots, kale cabbage and Melissa.

Uma beleza em forma de prato.

Eu apelei e fui de Wagyu beef from monsieur Roussel with potatoes, iodizeds condiments.

Tomamos vinhos branco e tinto da região e …

… não pudemos deixar de experimentar a sobremesa.

Que veio em forma de cerejas com uma tulhe de amêndoas e sorvete das mesmas.

Olha, foi um verdadeiro espetáculo e podemos dizer que estamos vendo nascer uma estrela na gastronomia, o Christophe.

Certamente ouviremos falar dele e do seu restaurante brevemente.

Saímos de lá mais do que satisfeitos e pegamos o carro pra voltarmos pra Paris.

São mais de duas horas em estradas perfeitas e foram cumpridas com muita tranquilidade.

Chegamos ao hotel Bel Ami (preferido dos nossos sócios Lourdes e Eymard), verificamos o nosso espaçoso, aconchegante e moderno quarto …

… e fomos devolver o nosso auto (é sempre um prazer dirigir por Paris).

Logo depois, encontramos com a Lourdes e com o Eymard e fizemos os nossos planos pro restante do tour, que incluirá um show do Bocelli na Toscana.

Decidimos jantar no Champeaux, um restaurante/ brassseria by Alain Ducasse que fica no novo complexo do Des Halles.

Cá pra nós, é um lugar bacaninha, mas que não encanta muito.

Tomamos um Cremant pra iniciar, …

… escolhemos pratos pra dividir, tais como variados tomates, …

… queijos, charcuterie, foie gras …

… mas nada saltou aos nosso olhos como normalmente ficamos encantados em Paris.

Ainda tomamos um vinho St Veran (olha o corporativismo) e certamente, a noite foi salva pela excelente companhia.

Resolvemos voltar a pé para o hotel (ele fica em St Germain des Prés) …

… e todos contemplamos o charme que a Paris noturna tem, …

… ainda mais com o verão a pleno vapor e a possibilidade de termos luz solar até as 22:30 hs.

Até um sorvetinho rolou!

É um verdadeiro espetáculo.

Au revoir!

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dcpv – dia catre – paris – tour de chocolate (e otras cositas más) por saint german de prés.

18/03/2016

Dia catre – Paris – Tour de chocolate (e otras cositas más) por Saint German de Prés.

Mais um dia frio e maravilhoso na cidade iluminada.

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Escolhemos fazer pela manhã o que melhor representa a capital francesa: flanar.

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E melhor ainda que seria pelo nosso bairro, o Marais.

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Tomamos um bom café da manhã e fomos passear.

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Descemos a rua des Rosiers, cruzamos a Vielle du Temple …

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… e chegamos num pet shop elegantérrimo.

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Compramos algumas coisinhas pro Barclay (o nosso cãozinho) …

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… algumas coisas pra nós (em outra loja, claro? 🙂 ). Que outro lugar você encontra roupas de frio exclusivas e camisas antigas de rugby …

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… além das fantásticas quinquilharias específicas da Muji?.

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Pra finalizar, nada como almoçar um legítimo falafel do L’As du Falafel!

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Um espetáculo.

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E estávamos prontos pra enfrentar um tour de chocolates e patisserries que encontrei no tio Google.

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Paguei antecipadamente para a Get your guide e as 14:00 estávamos na frente da La Maison du Chocolat, junto com duas americanas.

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O guia Davi estava a postos e fomos, logo de cara, experimentando eclairs espetaculares.

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Como o tour também era cultural, ele nos explicou rapidamente como Paris se transformou numa metrópole.

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Próxima parada?

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Numa padoca de luxo, a Poilâne, …

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… onde tudo é feito no formato old school.

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Escolhemos tipos diferentes de pães …

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… e rumamos para Saint Sulpice.

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O Davi nos deu uma aula completa sobre história francesa …

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… e aproveitamos pra conhecer o escultor de chocolates, o Patrick Roger.

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A sua loja é fenomenal e o primeiro andar é um pequeno museu de esculturas chocolatais.

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Continuamos a caminhada e chegamos ao óbvio.

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Macarons? Pierre Hermé.

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O rei dos reis.

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Next stop? Pierre Marcolini.

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O cara é belga, mas manja pra caramba!

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Os chocolates dele são de deixar qualquer um estupefato (e olha que não sou tão fã assim deles).

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Caminhamos mais um pouco e chegamos a uma praça altamente aprazível.

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Nela fica a La Maison du Chou, …

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… que nada mais é do que uma pequena eclair arredondada, recheada na hora.

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Simplesmente fantástica.

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O museu de Delacroix, grande pintor francês fica exatamente ao lado dela.

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Continuamos o nosso périplo (????) experimentando os caramelos do Henri Le Roux.

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Cara, caramba, cara, caramelo.

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Nos deliciamos com tudo o que experimentamos e tudo era muito bom.

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Próximo dali, o bar Procope nos foi indicado como um lugar onde a revolução francesa realmente foi inspirada.

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Última parada: Maison Georges Larnicol, ao lado da inspiradora imagem de Danton.

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Hoje fizemos a revolução dos chocolates.

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Ainda deu tempo de passar na Grand Epicierie e comprar mantimentos pro nosso jantar.

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Rapidamente pegamos um táxi e zarpamos pro extremo do Marais onde tínhamos um encontro marcado com a melhor millefeuille que comemos até hoje.

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E ela é servida no Jacques Genin.

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Por pouco perdemos a hora, mas a gerente se apiedou de nós e conseguimos experimentar esta maravilha que é montada na hora …

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… e é extremamente crocante.

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O restante foi caminharmos até o apê …

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… e encerrarmos este tour parisiense com um risoto de trufas …

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… regado a Chablis e a champagne Bollinger.

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Resumo do dia: uma lição de como a história e a gastronomia podem andar juntas.

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Isto é Paris.

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Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:

dcpv – dia trois – paris – tour gastronomico por montmartre.

17/03/2016

Dia trois – ParisTour gastronômico por Montmartre.

Mais um dia maravilhoso, na nossa cidade, a cidade Luz.

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A Dé acordou bem cedo, foi correr com a Re na Place des Vosges (chic, né?) e logo depois, tomamos café, com ingredientes locais no próprio apê.

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Saímos pro metrô, pois tínhamos um compromisso muito importante: fazer um tour gastronômico por Montmartre.

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Este eu descobri através do santo Google e é feito pela Secret Food Tours Paris.

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As 11:00 hs, estávamos nos três e mais dois casais de ingleses em frente a estação Anvers do metrô à espera do nosso guia.

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O PJ chegou no horário e logo foi nos explicando tudo sobre a história de Paris e do surgimento do bairro de Amélie Poulain.

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Daí pra frente foi um despertar de novas sensações …

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… e do reconhecimento que o francês tem de produtos com pedigree.

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Nossa primeira incursão foi na loja de chocolates Maison Georges Larnicol, …

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… um chocolatier renomado e onde experimentamos muitas variações sobre o mesmo bom tema.

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Andamos bastante por lá e tivemos ótimas visões da catedral de Sacre Coeur.

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Logo após, entramos na Christophe Roussel onde fizemos o test drive de vários tipos de macarons.

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A vitrine é muito bonita …

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… e você tem vontade de experimentar tudo.

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Logo depois foi a vez das baguetes.

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E no Boulanger Patissier D’Antan.

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Além de vermos a loja do vencedor de melhor baguete parisiense de 2011 …

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… ainda tivemos a oportunidade de participar do behind the scenes de todo o processo.

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Segue um mini fotoblog de tudo:

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Mais uma caminhada pelo bairro, …

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… uma passada pelo muro do amor …

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…e explicações sobre como este pedaço de Paris se desenvolveu, …

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… estávamos prontos pra conhecer uma casa de queijos, a Fromagerie La Butte

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… que é simplesmente maravilhosa.

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Ali você entende o porque dos franceses considerarem a existência de mais tipos de queijos do que a quantidade de dias do ano.

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Mais um ponto de visita magnifico, a Boucherie Jacky Gaudin

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… com suas carnes impecáveis …

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… e estávamos aptos a participar da aula que o PJ nos ministraria.

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E ela foi dada no Pétit Café de Montmartre.

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Ali degustamos vários tipos de queijos, …

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… de embutidos, …

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… com o devido acompanhamento de baguetes …

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… e de apropriados vinhos.

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Tudo regado a muita informação, …

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… bom humor …

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… e savoir fare.

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Taí um passeio imperdível pra quem gosta desta seara.

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Aproveitamos que estávamos por lá, …

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… e subimos as escadarias …

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… pra ter uma das vistas mais bacanas de Paris, …

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… a de Sacre Coeur.

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É ou não é espetacular?

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O roteiro maluco deste dia não menos, seria completado por uma programa turisticaço que nunca fizemos antes: subir na torre Eiffel.

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Só a visão com a ângulo do Trocadero já valeria tudo.

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Mas fizemos questão de realmente subir.

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E até que as reservas feitas pela internet funcionaram no primeiro estágio.

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Quando você tem que trocar de elevador, tudo se complica um pouco.

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A muvuca é grande …

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… mas a visão de Paris a partir do alto da torre ….

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… é sempre surpreendente …

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… e inspiradora.

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Louve-se que o dia ensolarado …

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… fazia tudo ficar mais bonito ainda.

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Como queríamos continuar em alto astral, …

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… aproveitamos pra dar uma passada no nosso queridinho, o Lenôtre, …

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… e degustar a nossa primeira millefeuille desta viagem.

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Pra terminar o dia com uma coerência bem diferentona, aproveitamos a dica de uma amiga da Re e fomos conhecer um speak easy.

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Pra quem não sabe, este tipo de bar fica num local só divulgado no boca a boca e até pra chegar lá tem a sua dificuldade. Neste caso, a taqueria Candelaria dá guarida ao bar.

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Pra encontrá-lo, você tem que ir ao fundo do estabelecimento e entrar por uma porta pequena, onde você se surpreenderá com a quantidade de pessoas que estão lá dentro.

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Tudo muito escuro e muito interessante.

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Tomamos uns bons drinques, comemos um ótimo guacamole, bebemos flutes de champagne …

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… e depois só nos restou caminhar, com segurança, até o apê e…

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… além de vermos o belíssimo luar, perguntarmos pra nós mesmos porque não temos esta liberdade de ir e vir que eles têm tão tranquilamente por aqui.

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Au revoir!

Veja o primeiro dia desta viagem:
Dia un – Paris, a cidade dos Luz.
dia deux – Paris – Frank Gehry e cidade luz, tudo a ver.

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dcpv – dia deux – paris – frank gehry e cidade luz, tudo a ver.

16/03/2016

Dia deux – ParisFrank Gehry e Cidade Luz, tudo a ver.

Está frio em Paris, mas tá gostoso.

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Acordamos um pouco mais tarde, resolvemos tomar café num destes bares bacanas…

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… e explorar museus que ainda não conhecemos na vizinhança.

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O primeiro foi o do Picasso, …

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… que além de ter a sua belíssima edificação totalmente reformada …

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… ainda apresenta uma coleção espetacular do mestre espanhol.

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Tão espetacular e diversificada que você fica com uma dúvida incrível: …

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… como este gênio tinha tempo pra tantos afazeres …

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…  e com resultados tão espetaculares?

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Afinal de contas, além de suas pinturas, …

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… suas esculturas são um deleite …

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… e aqui você fica sabendo das várias fases do trabalho dele, desde o planejamento até a execução final.

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Logo ali pertinho, fica o museu Carnavalet …

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… que além de ter a entrada franqueada, …

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… nos mostra toda a história de Paris.

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Taí um outro passeio imperdível.

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Como era hora do almoço, optamos por conhecer um restaurante tailandês, o Au Petit Thai, que também fica ao lado do apê.

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É uma comida mais do que correta e caiu como uma luva, pra nós que somos fãs dos temperos tailandeses.

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Experimentamos todos uma sopa de frango com leite de coco, …

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… outra sopa de frango com gengibre, …

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… carne de porco com molho de caramelo e frango com gengibre.

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Tudo bem spice e thai ao extremo.

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Como sobremesa, optamos por conhecer uma loja especializada em eclairs, a L’Eclair de Génie, que é excepcional.

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Taí um exemplo de franquia que seria bem sucedida na nossa praia.

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Demos uma passadinha rápida no apê e rumamos, via metrô, para o Bois de Bologne, …

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… um parque excepcional e que dificilmente as pessoas visitam quando estão em Paris.

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Quer dizer, visitavam, pois agora lá está o museu da Fundação Louis Vuitton.

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O prédio desta fundação é o verdadeiro espetáculo.

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Ele foi projetado pelo renomado arquiteto Frank Gehry e como toda obra dele (vide Guggenheim de Bilbao), sua atenção é voltada pelas suas curvas.

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O exterior dele é fabuloso …

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… e o interior não fica atrás.

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É claro que você deve dar um desconto por haver exposições de arte moderna, mas esta com artistas chineses até que é bem interessante.

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Segue um fotoblog com detalhes arquitetônicos do prédio e também da exposição.

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A vista do topo do prédio é plural.

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De um lado você tem o skyline de La Defense ..

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… e do outro, uma visão charmosa da Torre Eiffel.

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Pra terminar a visita com chave de ouro, tomamos umas flutes de champagne …

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… no impressionante bar do instituto.

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Enfim, quando estiver na cidade Luz, dê uma passada na Fundação.

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Retornamos num microônibus que faz o trajeto até a Champs Elysees, com direito à vista do Arco do Triunfo.

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Isto é Paris.

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Pegamos o metrô em pleno rush e só deu tempo de tomar um banho e jantar. E em grande estilo no bistrô A Mere.

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É lá que o chef brasileiro Maurício faz uma comida bem diferente da francesa tradicional.

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O lugar é diferentão e bastante despojado, com um menu que privilegia os produtos frescos e a criatividade da sua cozinha.

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Após conversarmos com o Maurício, decidimos por fazer uma pequena degustação com 2 entradas, um principal e uma sobremesa para todos da mesa. E eu vi o inimaginável, senhores!

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Ou seja, Renata e Débora comendo escargots, ….

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… ovos moles com frutos do mar, …

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… frango (até aí, tudo bem) com boudin (dê uma clicada aqui pra saber o que é isso?) …

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… um torrone de chocolate com, pasmém, couve frita!

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Tudo acompanhado dum ótimo vinho branco da casa, o Saint Aubin 2012.

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Olha, foi no mínimo, muito divertido.

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O restante foi muita conversa, muitas risadas e a promessa de que esta experiência terá que ser repetida.

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Au revoir!

Veja o primeiro dia desta viagem:
Dia un – Paris, a cidade dos Luz.

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dcpv – dia un – paris, a cidade dos luz.

15/03/2016

Dia unParis, a cidade dos Luz.

Este viagem prometia. Tudo bem que a executiva da Air France é muito esquisitona (as poltronas parecem casulos!).

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Mas, ainda bem, tem champagne Drappier!

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Graças a um cancelamento do nosso voo noturno original, chegaríamos 3 horas mais cedo na capital francesa.

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E isto é sempre um bônus.

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Pegamos o nosso transfer e chegamos novamente ao apê que ficamos no Marais na nossa outra viagem (daqui pra frente, vou chamar de nosso).

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Ele fica no primeiro andar dum prédio na esquina das rue des Rosiers e Pavée (alugamos através do Haven in Paris).

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Certamente, se você foi ao Marais, já passou por ele.

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E melhor de tudo, ele continua absolutamente igual.

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Chegamos por volta do meio dia e aproveitamos pra ir almoçar no Le Loir dans la théière, um lugarzinho charmoso e ao lado do apê.

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Comemos frugalmente.

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A Dé foi de omelete com molho de gorgonzola e salada, …

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… a Re, de frango com bacon e purê de batata-doce …

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… e eu, penne com molho de parmesão e raspas de laranja.

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Tudo acompanhando de taças de vinho branco e…

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… muito prazer da nossa parte de rever tudo o que nos maravilha nesta grandiosa cidade, inclusive, a sobremesa, uma ótima torta de limão.

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Sabe aquela sensação de deja vu, na melhor acepção da palavra?

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Pois foi isto mesmo.

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Incrível como Paris é inesgotável!

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Ainda passamos em outro vizinho famoso, a loja de óculos do Alain Mikli …

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… e resolvemos que iríamos aos grandes magazines.

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Primeiramente, curtimos tudo nas Galeries Lafayette com inclusive, direito a passada no centro gastronômico …

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… e depois, aproveitamos a Printemps que é logo ao lado, ali na Ópera.

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Andamos bastante e resolvemos conhecer também o novo Shopping Des Halles.

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É só um shopping a mais, mas, por sorte, encontramos o tênis de corrida que a Re tanto sonhava.

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Ainda tivemos tempo de ver um magnífico e a altura de Paris, por do sol …

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… e, para acompanhar, tomamos flutes de Ruinart pra comemorar num destes barzinhos charmosos.

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O programa noturno seria cozinhar no nosso apê.

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Passamos no mercado e compramos tudo pra fazer um super risotto.

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Inclusive, um vinho branco Pouilly-Fumé de fechar o mercado.

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O restante foi fazer um ótimo caldo com salsão, cebola e cenoura (a Dé que fez) …

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…. refogar o arroz , comprado na Lafayette, junto com cebolas roxas e salsão parisienses …

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… aproveitando pra tomar todo o vinho …

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… e abrir um Bordeaux que o dono do apê nos presenteou.

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Resultado?

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Esta maravilha em forma de comida que foi degustada pela família toda e que nos deixou extasiados com a qualidade de tudo o que se vê por aqui.

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Sobremesa? Macarons do Pierre Hermé, off course!

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Ainda bem que estávamos perto das nossas caminhas e ainda pudemos observar, em plenas 22:30, como um lugar fervilhante, como o Marais, fica bonito, intrigante e vazio a noite.

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É, isto é Paris.

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Au revoir.

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