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dcpv – dia catre – paris – tour de chocolate (e otras cositas más) por saint german de prés.

18/03/2016

Dia catre – Paris – Tour de chocolate (e otras cositas más) por Saint German de Prés.

Mais um dia frio e maravilhoso na cidade iluminada.

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Escolhemos fazer pela manhã o que melhor representa a capital francesa: flanar.

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E melhor ainda que seria pelo nosso bairro, o Marais.

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Tomamos um bom café da manhã e fomos passear.

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Descemos a rua des Rosiers, cruzamos a Vielle du Temple …

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… e chegamos num pet shop elegantérrimo.

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Compramos algumas coisinhas pro Barclay (o nosso cãozinho) …

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… algumas coisas pra nós (em outra loja, claro? 🙂 ). Que outro lugar você encontra roupas de frio exclusivas e camisas antigas de rugby …

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… além das fantásticas quinquilharias específicas da Muji?.

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Pra finalizar, nada como almoçar um legítimo falafel do L’As du Falafel!

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Um espetáculo.

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E estávamos prontos pra enfrentar um tour de chocolates e patisserries que encontrei no tio Google.

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Paguei antecipadamente para a Get your guide e as 14:00 estávamos na frente da La Maison du Chocolat, junto com duas americanas.

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O guia Davi estava a postos e fomos, logo de cara, experimentando eclairs espetaculares.

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Como o tour também era cultural, ele nos explicou rapidamente como Paris se transformou numa metrópole.

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Próxima parada?

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Numa padoca de luxo, a Poilâne, …

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… onde tudo é feito no formato old school.

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Escolhemos tipos diferentes de pães …

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… e rumamos para Saint Sulpice.

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O Davi nos deu uma aula completa sobre história francesa …

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… e aproveitamos pra conhecer o escultor de chocolates, o Patrick Roger.

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A sua loja é fenomenal e o primeiro andar é um pequeno museu de esculturas chocolatais.

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Continuamos a caminhada e chegamos ao óbvio.

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Macarons? Pierre Hermé.

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O rei dos reis.

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Next stop? Pierre Marcolini.

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O cara é belga, mas manja pra caramba!

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Os chocolates dele são de deixar qualquer um estupefato (e olha que não sou tão fã assim deles).

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Caminhamos mais um pouco e chegamos a uma praça altamente aprazível.

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Nela fica a La Maison du Chou, …

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… que nada mais é do que uma pequena eclair arredondada, recheada na hora.

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Simplesmente fantástica.

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O museu de Delacroix, grande pintor francês fica exatamente ao lado dela.

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Continuamos o nosso périplo (????) experimentando os caramelos do Henri Le Roux.

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Cara, caramba, cara, caramelo.

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Nos deliciamos com tudo o que experimentamos e tudo era muito bom.

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Próximo dali, o bar Procope nos foi indicado como um lugar onde a revolução francesa realmente foi inspirada.

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Última parada: Maison Georges Larnicol, ao lado da inspiradora imagem de Danton.

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Hoje fizemos a revolução dos chocolates.

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Ainda deu tempo de passar na Grand Epicierie e comprar mantimentos pro nosso jantar.

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Rapidamente pegamos um táxi e zarpamos pro extremo do Marais onde tínhamos um encontro marcado com a melhor millefeuille que comemos até hoje.

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E ela é servida no Jacques Genin.

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Por pouco perdemos a hora, mas a gerente se apiedou de nós e conseguimos experimentar esta maravilha que é montada na hora …

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… e é extremamente crocante.

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O restante foi caminharmos até o apê …

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… e encerrarmos este tour parisiense com um risoto de trufas …

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… regado a Chablis e a champagne Bollinger.

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Resumo do dia: uma lição de como a história e a gastronomia podem andar juntas.

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Isto é Paris.

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Au revoir.

Veja os outros dias desta viagem:

dcpv – dia trois – paris – tour gastronomico por montmartre.

17/03/2016

Dia trois – ParisTour gastronômico por Montmartre.

Mais um dia maravilhoso, na nossa cidade, a cidade Luz.

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A Dé acordou bem cedo, foi correr com a Re na Place des Vosges (chic, né?) e logo depois, tomamos café, com ingredientes locais no próprio apê.

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Saímos pro metrô, pois tínhamos um compromisso muito importante: fazer um tour gastronômico por Montmartre.

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Este eu descobri através do santo Google e é feito pela Secret Food Tours Paris.

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As 11:00 hs, estávamos nos três e mais dois casais de ingleses em frente a estação Anvers do metrô à espera do nosso guia.

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O PJ chegou no horário e logo foi nos explicando tudo sobre a história de Paris e do surgimento do bairro de Amélie Poulain.

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Daí pra frente foi um despertar de novas sensações …

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… e do reconhecimento que o francês tem de produtos com pedigree.

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Nossa primeira incursão foi na loja de chocolates Maison Georges Larnicol, …

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… um chocolatier renomado e onde experimentamos muitas variações sobre o mesmo bom tema.

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Andamos bastante por lá e tivemos ótimas visões da catedral de Sacre Coeur.

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Logo após, entramos na Christophe Roussel onde fizemos o test drive de vários tipos de macarons.

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A vitrine é muito bonita …

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… e você tem vontade de experimentar tudo.

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Logo depois foi a vez das baguetes.

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E no Boulanger Patissier D’Antan.

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Além de vermos a loja do vencedor de melhor baguete parisiense de 2011 …

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… ainda tivemos a oportunidade de participar do behind the scenes de todo o processo.

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Segue um mini fotoblog de tudo:

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Mais uma caminhada pelo bairro, …

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… uma passada pelo muro do amor …

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…e explicações sobre como este pedaço de Paris se desenvolveu, …

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… estávamos prontos pra conhecer uma casa de queijos, a Fromagerie La Butte

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… que é simplesmente maravilhosa.

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Ali você entende o porque dos franceses considerarem a existência de mais tipos de queijos do que a quantidade de dias do ano.

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Mais um ponto de visita magnifico, a Boucherie Jacky Gaudin

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… com suas carnes impecáveis …

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… e estávamos aptos a participar da aula que o PJ nos ministraria.

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E ela foi dada no Pétit Café de Montmartre.

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Ali degustamos vários tipos de queijos, …

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… de embutidos, …

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… com o devido acompanhamento de baguetes …

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… e de apropriados vinhos.

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Tudo regado a muita informação, …

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… bom humor …

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… e savoir fare.

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Taí um passeio imperdível pra quem gosta desta seara.

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Aproveitamos que estávamos por lá, …

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… e subimos as escadarias …

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… pra ter uma das vistas mais bacanas de Paris, …

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… a de Sacre Coeur.

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É ou não é espetacular?

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O roteiro maluco deste dia não menos, seria completado por uma programa turisticaço que nunca fizemos antes: subir na torre Eiffel.

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Só a visão com a ângulo do Trocadero já valeria tudo.

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Mas fizemos questão de realmente subir.

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E até que as reservas feitas pela internet funcionaram no primeiro estágio.

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Quando você tem que trocar de elevador, tudo se complica um pouco.

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A muvuca é grande …

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… mas a visão de Paris a partir do alto da torre ….

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… é sempre surpreendente …

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… e inspiradora.

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Louve-se que o dia ensolarado …

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… fazia tudo ficar mais bonito ainda.

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Como queríamos continuar em alto astral, …

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… aproveitamos pra dar uma passada no nosso queridinho, o Lenôtre, …

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… e degustar a nossa primeira millefeuille desta viagem.

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Pra terminar o dia com uma coerência bem diferentona, aproveitamos a dica de uma amiga da Re e fomos conhecer um speak easy.

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Pra quem não sabe, este tipo de bar fica num local só divulgado no boca a boca e até pra chegar lá tem a sua dificuldade. Neste caso, a taqueria Candelaria dá guarida ao bar.

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Pra encontrá-lo, você tem que ir ao fundo do estabelecimento e entrar por uma porta pequena, onde você se surpreenderá com a quantidade de pessoas que estão lá dentro.

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Tudo muito escuro e muito interessante.

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Tomamos uns bons drinques, comemos um ótimo guacamole, bebemos flutes de champagne …

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… e depois só nos restou caminhar, com segurança, até o apê e…

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… além de vermos o belíssimo luar, perguntarmos pra nós mesmos porque não temos esta liberdade de ir e vir que eles têm tão tranquilamente por aqui.

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Au revoir!

Veja o primeiro dia desta viagem:
Dia un – Paris, a cidade dos Luz.
dia deux – Paris – Frank Gehry e cidade luz, tudo a ver.

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dcpv – dia deux – paris – frank gehry e cidade luz, tudo a ver.

16/03/2016

Dia deux – ParisFrank Gehry e Cidade Luz, tudo a ver.

Está frio em Paris, mas tá gostoso.

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Acordamos um pouco mais tarde, resolvemos tomar café num destes bares bacanas…

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… e explorar museus que ainda não conhecemos na vizinhança.

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O primeiro foi o do Picasso, …

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… que além de ter a sua belíssima edificação totalmente reformada …

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… ainda apresenta uma coleção espetacular do mestre espanhol.

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Tão espetacular e diversificada que você fica com uma dúvida incrível: …

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… como este gênio tinha tempo pra tantos afazeres …

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…  e com resultados tão espetaculares?

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Afinal de contas, além de suas pinturas, …

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… suas esculturas são um deleite …

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… e aqui você fica sabendo das várias fases do trabalho dele, desde o planejamento até a execução final.

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Logo ali pertinho, fica o museu Carnavalet …

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… que além de ter a entrada franqueada, …

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… nos mostra toda a história de Paris.

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Taí um outro passeio imperdível.

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Como era hora do almoço, optamos por conhecer um restaurante tailandês, o Au Petit Thai, que também fica ao lado do apê.

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É uma comida mais do que correta e caiu como uma luva, pra nós que somos fãs dos temperos tailandeses.

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Experimentamos todos uma sopa de frango com leite de coco, …

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… outra sopa de frango com gengibre, …

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… carne de porco com molho de caramelo e frango com gengibre.

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Tudo bem spice e thai ao extremo.

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Como sobremesa, optamos por conhecer uma loja especializada em eclairs, a L’Eclair de Génie, que é excepcional.

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Taí um exemplo de franquia que seria bem sucedida na nossa praia.

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Demos uma passadinha rápida no apê e rumamos, via metrô, para o Bois de Bologne, …

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… um parque excepcional e que dificilmente as pessoas visitam quando estão em Paris.

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Quer dizer, visitavam, pois agora lá está o museu da Fundação Louis Vuitton.

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O prédio desta fundação é o verdadeiro espetáculo.

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Ele foi projetado pelo renomado arquiteto Frank Gehry e como toda obra dele (vide Guggenheim de Bilbao), sua atenção é voltada pelas suas curvas.

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O exterior dele é fabuloso …

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… e o interior não fica atrás.

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É claro que você deve dar um desconto por haver exposições de arte moderna, mas esta com artistas chineses até que é bem interessante.

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Segue um fotoblog com detalhes arquitetônicos do prédio e também da exposição.

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A vista do topo do prédio é plural.

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De um lado você tem o skyline de La Defense ..

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… e do outro, uma visão charmosa da Torre Eiffel.

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Pra terminar a visita com chave de ouro, tomamos umas flutes de champagne …

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… no impressionante bar do instituto.

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Enfim, quando estiver na cidade Luz, dê uma passada na Fundação.

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Retornamos num microônibus que faz o trajeto até a Champs Elysees, com direito à vista do Arco do Triunfo.

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Isto é Paris.

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Pegamos o metrô em pleno rush e só deu tempo de tomar um banho e jantar. E em grande estilo no bistrô A Mere.

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É lá que o chef brasileiro Maurício faz uma comida bem diferente da francesa tradicional.

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O lugar é diferentão e bastante despojado, com um menu que privilegia os produtos frescos e a criatividade da sua cozinha.

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Após conversarmos com o Maurício, decidimos por fazer uma pequena degustação com 2 entradas, um principal e uma sobremesa para todos da mesa. E eu vi o inimaginável, senhores!

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Ou seja, Renata e Débora comendo escargots, ….

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… ovos moles com frutos do mar, …

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… frango (até aí, tudo bem) com boudin (dê uma clicada aqui pra saber o que é isso?) …

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… um torrone de chocolate com, pasmém, couve frita!

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Tudo acompanhado dum ótimo vinho branco da casa, o Saint Aubin 2012.

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Olha, foi no mínimo, muito divertido.

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O restante foi muita conversa, muitas risadas e a promessa de que esta experiência terá que ser repetida.

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Au revoir!

Veja o primeiro dia desta viagem:
Dia un – Paris, a cidade dos Luz.

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dcpv – dia un – paris, a cidade dos luz.

15/03/2016

Dia unParis, a cidade dos Luz.

Este viagem prometia. Tudo bem que a executiva da Air France é muito esquisitona (as poltronas parecem casulos!).

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Mas, ainda bem, tem champagne Drappier!

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Graças a um cancelamento do nosso voo noturno original, chegaríamos 3 horas mais cedo na capital francesa.

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E isto é sempre um bônus.

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Pegamos o nosso transfer e chegamos novamente ao apê que ficamos no Marais na nossa outra viagem (daqui pra frente, vou chamar de nosso).

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Ele fica no primeiro andar dum prédio na esquina das rue des Rosiers e Pavée (alugamos através do Haven in Paris).

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Certamente, se você foi ao Marais, já passou por ele.

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E melhor de tudo, ele continua absolutamente igual.

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Chegamos por volta do meio dia e aproveitamos pra ir almoçar no Le Loir dans la théière, um lugarzinho charmoso e ao lado do apê.

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Comemos frugalmente.

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A Dé foi de omelete com molho de gorgonzola e salada, …

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… a Re, de frango com bacon e purê de batata-doce …

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… e eu, penne com molho de parmesão e raspas de laranja.

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Tudo acompanhando de taças de vinho branco e…

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… muito prazer da nossa parte de rever tudo o que nos maravilha nesta grandiosa cidade, inclusive, a sobremesa, uma ótima torta de limão.

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Sabe aquela sensação de deja vu, na melhor acepção da palavra?

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Pois foi isto mesmo.

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Incrível como Paris é inesgotável!

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Ainda passamos em outro vizinho famoso, a loja de óculos do Alain Mikli …

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… e resolvemos que iríamos aos grandes magazines.

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Primeiramente, curtimos tudo nas Galeries Lafayette com inclusive, direito a passada no centro gastronômico …

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… e depois, aproveitamos a Printemps que é logo ao lado, ali na Ópera.

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Andamos bastante e resolvemos conhecer também o novo Shopping Des Halles.

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É só um shopping a mais, mas, por sorte, encontramos o tênis de corrida que a Re tanto sonhava.

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Ainda tivemos tempo de ver um magnífico e a altura de Paris, por do sol …

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… e, para acompanhar, tomamos flutes de Ruinart pra comemorar num destes barzinhos charmosos.

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O programa noturno seria cozinhar no nosso apê.

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Passamos no mercado e compramos tudo pra fazer um super risotto.

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Inclusive, um vinho branco Pouilly-Fumé de fechar o mercado.

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O restante foi fazer um ótimo caldo com salsão, cebola e cenoura (a Dé que fez) …

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…. refogar o arroz , comprado na Lafayette, junto com cebolas roxas e salsão parisienses …

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… aproveitando pra tomar todo o vinho …

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… e abrir um Bordeaux que o dono do apê nos presenteou.

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Resultado?

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Esta maravilha em forma de comida que foi degustada pela família toda e que nos deixou extasiados com a qualidade de tudo o que se vê por aqui.

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Sobremesa? Macarons do Pierre Hermé, off course!

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Ainda bem que estávamos perto das nossas caminhas e ainda pudemos observar, em plenas 22:30, como um lugar fervilhante, como o Marais, fica bonito, intrigante e vazio a noite.

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É, isto é Paris.

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Au revoir.

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dcpv – dia dis – paris – um dia só é pouco!

18/10/14

Dia dis – Paris – Um dia só é pouco!

Acordamos cedo em Champillon.

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Tínhamos duas opções: uma seria ficar por aqui e partir pra Paris somente próximo a hora do almoço (e justamente no checkin do hotel).

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A outra seria ir pra Paris logo cedo e apostar que o hotel nos colocaria no quarto na hora em que chegássemos.

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É claro que contávamos com o bônus de aproveitar um pouco mais da nossa cidade, a cidade Luz.

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Apostamos na segunda opção, tomamos o nosso café da manhã e zarpamos.

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A viagem foi tranqüila, …

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… bonita …

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… e com um tremendo sol.

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Chegamos ao hotel Le Burgundy, …

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,.. um must que fica na região da Ópera e…

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… fomos instalados de imediato.

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Assim como de imediato saímos pra devolver o nosso carro alugado na Gare St Lazare.

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Sabe que é bem legal dirigir por aqui e passar de carro por vários pontos turísticos(tudo bem, é um sábado!)?

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Mas foi muito difícil encontrar o local do retorno.

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Na verdade, num golpe de sorte, a Dé viu uma plaquinha pequena na parte de trás da estação de trem e entramos num estacionamento.

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4 andares pra baixo e nos vimos deixando o carro, subindo pro escritório da Europcar e jogando a chave do carro num buraco da porta! rs

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Voltamos andando pro hotel e praticando o que é melhor de se fazer por aqui.

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Como é habitual, saímos pra dar uma volta pelo Marais e reencontrar os lugares que mais gostamos.

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E vimos todos.

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Comemos numa boulangerie, …

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… andamos por tudo o que foi lugar …

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… desde a Rue de Rosiers …

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… passando pelo apê que alugamos …

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… até finalizar na praça mais bonita de Paris, a des Vosgues.

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Quase terminamos pois o Grand finale mesmo foi quando comemos a famosa Millefeuille do Lenotre.

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Foram alguns minutos de puro prazer e você tem que ter um bom senso de equilíbrio pra degustar uma delas.

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Retornamos caminhando, a tempo de passar na Aux Desirs de Manon e encomendar duas baguetes para importação (diretamente para FV).

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Pronto! Estávamos voltando para o hotel, quando lembramos que faltava comprar algumas coisinhas. Portanto, fomos dar uma passeada até a região da Ópera.

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Agora sim, poderíamos pensar no jantar que seria no nosso queridinho, o L’Atelier Robuchon.

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Chegamos em Saint Germain no horário, mas não contávamos com o atraso da liberação dos nossos lugares no balcão. Uma hora mais tarde conseguimos sentar.

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E o show continua o mesmo.

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O profissionalismo dos garçons, …

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… a exuberância da decoração …

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… e a beleza da comida.

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Cada um de nós pediu 2 pratos. A Dé escolheu l’albergine …

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… e black cod.

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Eu fui de camarões enrolados no cabelo de anjo …

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… e vieiras com trufas.

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Todos absolutamente impecáveis e muito saborosos.

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Pra culminar tudo, tomamos um vinho corporativo, o Saint Veran que realmente mostrou a sua potência.

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Não poderíamos deixar de pedir a sobremesa. E aí veio um Le Mont Blanc com sorvete de baunilha e marrom glacê (mais uma homenagem, sócios!).

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Pulamos o café, nas mesmo assim ganhamos os docinhos.

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Enfim, foi um jantar irrepreensível (mesmo com o atraso deles). O L’Atelier Robuchon continua um lugar imperdível.

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Voltamos de taxi pro hotel, mas mesmo assim tivemos esta bela vista noturna da Pirâmide do Louvre. É, Paris é sempre Paris.

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Au revoir, que amanhã cedo pegamos o nosso vôo de volta pra nossa terrinha.

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Aí que saudade duma feijoada (brincadeirinha! rs).

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Até a próxima.

Veja os outros dias desta viagem:
Dia one – A caminho da Irlanda.
Dia two – Dublin – Bebedeira à vista: Guinness e Jameson.
Dia three – Passeio gastronômico em Dublin.
Dia four – Dublin – City tour free. É legal?
Dia set – Champagne – Dia de Veuve Cliquot. Ou melhor, de viuvinha
Dia ouit – Champagne – Visitando mais um ícone, a Ruinart.
Dia neuf – E viva Dom Perignom.

 

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dcpv – onzième et dernier jour – último dia (desta viagem) em paris

05/05/2012

Onzième et dernier jourÚltimo dia (desta viagem) em Paris.

Último dia da viagem. E normalmente, um tempo que não é muito bem aproveitado. Mas, não neste caso.

Nos divertimos muito e como o voo seria somente as 22:20hs, tava na cara que curtiríamos mais um pouco.

Acordamos cedo e fomos tomar café da manhã no Le Grand Café Capucines.

Foi uma refeição correta e sem grandes novidades. Ou seja, era tudo o que nós precisávamos.

Logo depois, rumamos (ops, andamos) pro Musée Les Arts Décoratifs.

Veríamos a exposição Louis Vuitton – Marc Jacobs.

É claro que a junção destes dois gênios resultaria maravilhosa. E foi o que nos foi mostrado.

O primeiro contato é com tudo o que Louis (e a família) Vuitton fizeram pra transformar o seu produto num ícone.
E aí somos informados de todo o processo de criação da malas mais famosas do mundo.

Já a segunda parte, a mais moderna, acontece quando Marc Jacobs assume a direção criativa do grupo, dando uma maior visibilidade e consistência a marca.

É incrível ver a parceria que foi formada entre uma empresa altamente tradicional (a LV) e um cara com um talento tão imenso.

As fotos eram proibidas, mas consegui tirar algumas, tamanha a necessidade delas pra explicar esta exposição.
Enfim, é imperdível.

Como era domingo (e de eleições. Pobre Sarkozy!), optamos por continuar no circuito cultural e ir também à exposição do Tim Burton na La Cinémathèque Française, que fica no Parc de Bercy.

Pegamos um taxi e quando chegamos lá, vimos uma fila imensa.

Resultado? Fomos conhecer o parque (que é bem mais ou menos) …

…e a ponte bem bacana que passa sobre o Sena.

É claro que as vistas sempre valem a pena.

Como a fome estava batendo, resolvemos almoçar no Marais.

Mais especificamente no Café les Philosophes, um lugar que já conhecíamos e que gostamos muito.

O bairro, pra variar, estava muito cheio. Não se esqueça que a única zona comercial em toda Paris que fica aberta aos domingos é o Marais.

De qualquer forma, encontramos uma mesa e fomos fazendo os pedidos de imediato.

E como todo mundo optou por carne (com exceção da Dé, que foi de frango, óbvio), escolhemos um vinho tinto de categoria, o Chateau Lascombes Margaux 2007.

E os pratos?

A Dé foi de salada thai, uma big salada com um montão de coisas.

A Lourdes, rainha dos agneaux, foi do próprio com batatas e tomates assados.

O Eymard não resistiu a especialidade da casa, um belo patinho. Na verdade, uma coxa confitada da ave.

Eu, dum bifão ao ponto com batatas fritas de verdade.

Tudo delicioso e pra fechar o nosso tour com chave de ouro.

Continuamos passeando pelo Marais,…

…compramos tomates que mais parecem abóboras …

… e é claro que passamos no Lenôtre

… pra iniciar o projeto de importação de millefeuilles e de eclairs de chocolate, além de comer mais algumas daquelas. Isto foi uma promessa que fizemos pra Re.

Adianto que o plano deu certo e que o resultado foi o seguinte: tomates e eclairs permaneceram muito bons após a viagem transcontinental.

Já as millefeuilles perderam bastante do seu frescor, mas mesmo assim, ainda resultaram bastantes atraentes.

Nos despedimos de Paris, com vários bordões, muitas risadas e a certeza de que nascemos pra viajar juntos, né sócios?

Até a próxima (e que seja breve)!

Leia sobre os demais dias desta viagem:
Premier journée – Borgonha – França – Visitamos o hospício de Beaune.
Borgonha – França – Deuxième jour – Pisando no solo do Romanée-Conti.
Troisième jour – Beaune – França – Cozinhando na Borgonha
Quatrième jour – Borgonha – França – Duvido que você conheça (ou tenha ouvido falar) de Quarré-les-Tombes?
Cinquième jour – Borgonha – França – Com minha besta, abati a Abadia de Fontenay
Sixième jour- Borgonha – França – Chablis, conexão pra Paris.
Paris – França – Septième Jour – Flanando pela cidade luz (especialmente por Saint Germain)
Huitième jour – Paris – França – Dois concertos na cidade: o da filarmônica de Berlim e o do Robuchon.
Adendo do Huitième Jour – Paris – França – O oceano na place de Ternes (by Dodô)
Paris – França – Neuvième jour – Reencontrar o Marais não tem preço. Ainda mais junto com o pato 1109555.
Paris – França – Dixième jour – Vendo a capital francesa sobre duas rodas.

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dcpv – paris – frança – dixième jour – vendo a capital francesa sobre duas rodas.

05/05/2012

Paris – França –  Dixième jour – Vendo a capital francesa sobre duas rodas.

Como já é de praxe, programamos um passeio de Segway pela cidade.

Queríamos flanar por Paris num formato diferente.

Marcamos cedo no ponto de encontro do tour (as 9:15hs) e optamos por tomar café da manhã no próprio hotel.

Pegamos um taxi e exatamente no horário, estávamos no escritório pra recebermos o treinamento necessário (quer dizer, o Eymard e a Lourdes já que a Dé e eu somos mais do que veteranos neste tipo de transporte).

O grupo era bastante equilibrado: nós quatro e mais quatro suecos.

Após as explicações iniciais e costumeiras, passamos pro passeio propriamente dito.

Saímos do escritório da City Segway Tours e após circularmos por um montão de ruas, chegamos aos prédios da École militaire.

Logo ali na frente, tivemos a nossa primeira visão da Torre, num ângulo em que a adição deste anexo de vidro, mais conhecido como o Muro da Paz prejudicou bastante (a maioria dos franceses não gostou e nós também).

Mais uma pequena rodada e os Invalides surgiram.

A nossa guia, a americana Cindy, nos explicou como o projeto foi incrível e como tudo era feito pra agradar ao “grande” Napoleão (inclusive formatar à sua pequena estatura)…

… além de alguns hábitos da época (tais como fortalecer a panturrilha pra parecer mais bonito).

Na sequência, Place de la Concorde, …

Jardin des Tuileries, …

… e o Museu do Louvre, …

… com a sua indefectível pirâmide.

.

Até os arcos alinhados nós vimos.

Voltamos quase tudo pelas margens do Sena, ..

… cruzamos uma das pontes dos cadeados …

… e que nos perdoem os puristas, mas claro que deixamos os nossos  por lá.

Continuamos nos aproximando da Tour, …

… que aparece de toda maneira …

… e em vários ângulos, …

… seja escondida, ..

… seja esquartejada, …

… seja fazendo parte da natureza.

Retornamos ao escritorio da Segway em Paris felizes e satisfeitos com esse formato totalmente diferente de ver as coisas conhecidas.

Como o tempo urgia, optamos por tomar um taxi e ir direto pra Igreja de la Madeleine.

Além de olhar (e comprar) algumas coisas, almoçaríamos no mega sex shop Fauchon.

Optamos por uma comida leve, regada a champagne Brut Louis Roederer.

A Lourdes e eu pedimos carpaccio de salmão,

…a Dé uma burrata, …

… e o Eymard, foie gras.

Tudo absolutamente frugal, fresco e delicioso.

Como estávamos na loja, vasculhamos tudo…

…e também demos uma entrada no sex shop vizinho, a Hediard.

Nos separamos brevemente (um momento de liberdade) …

… e retornamos ao hotel (ufa!), tomamos mais um champagne, desta vez uma Viúva, …

… e saímos pra cumprir a agenda noturna.

Tínhamos um encontro no Café Les Deux Magots, com o super boa-praça Jorge Fortunato, blogueiro, pitaqueiro e amante desta belíssima cidade.

Todos conversamos, especialmente o Presidente, sobre tudo e nos despedimos rapidamente, …

.. pois tínhamos um jantar reservado no Ze Kitchen Galerie.

Apesar da fraca chuva, fomos a pé (é pertinho, segundo o mineirinho Eymard) e finalmente nos sentamos pra apreciar tudo o que estaria por vir.
O lugar é pequeno, …

… charmoso e muito agradável.

O staff é atencioso e muito simpático (destaque pro Cris, um arquiteto francês milongueiro e adorador do Brasil).

E a comida? Bem, vocês verão a seguir.

O cardápio é conciso, mas contém pratos bastantes variados com uma mistura interessante de ingredientes, com todos no seu devido lugar e a devida participação marcante no sabor.

Como todos escolheríamos frutos do mar, escolhemos um alimonado vinho branco, o Puligny Montrachet De Montille 2008.

Tem mais: eles te dão a opção de escolher meio prato (com o proporcional preço), o que torna tudo mais interessante ainda.

Partindo deste princípio, todos escolhemos entradas, principais e sobremesas. Vamos lá: como entradas, pra Lourdes e pra Dé, um Minestrone e ravioli de boeuf, condiment artichaut, citronelle. Só que não era uma simples sopa e sim uma explosão de sabores, com um leve toque asiático.

Pro Eymard, um atum de St Jean de Luz, uma singela homenagem dele que é praticamente um sócio do ZK. Outra mistura saborosa com contrastes doces (geléia)/salgados(wasabi) e um toque final de hortelã.

Pra mim,o prato mais interessante utilizando ostras que eu comi até hoje, o Huitres, jus de pomme verte, coriandre, condiment, asperge blanche, raifort. É formado por elas, aspargos crocantes, quincã cortadas em rodelas e um molho bastante ácido. Tudo gelado e com uma harmonização impressionante com o vinho.

Certamente eles escreveram os seus nomes num cadeado, colocaram na ponte e jogaram a chave no rio!

Os principais foram escolhidos por um critério sentimental: eram massas (estes italianos!). Chiocciole, pistou thai, pecorino, condimento aspargue vert, galanga, pras mulheres. Uma verdadeira fusão da culinária italiana com a asiática, além do ponto perfeito do macarrão.

O nosso foi o Frégola, jus bouillabaisse, poulpe grillé, condimento kalamansi. Um passeio espetacular por sabores distintos; é isto o que este prato é. Além do mais, parece um macarrão ralado de frutos do mar.

As sobremesas não poderiam faltar. Chocolat “Gianduia”, caramel miso, pomelos confits pros Loguercio, …

Glace chocolat blanc, wasabi, condiment pistache, torrone, emulsion thé rouge, pra nós.

Olha não é toa que o Ze Kitchen Galerie é tido como um dos melhores restaurantes de Paris.

E ainda tivemos direito a conversar e tirar uma foto com o próprio chef, o William Ledeuil (é claro que o Cris estava junto!rs).

Que dia, que noite e que comida!
Passeamos em torno da Torre o tempo todo e a noite, chegamos ao ápice!

Au revoir.

Leia sobre os demais dias desta viagem:
Premier journée – Borgonha – França – Visitamos o hospício de Beaune.
Borgonha – França – Deuxième jour – Pisando no solo do Romanée-Conti.
Troisième jour – Beaune – França – Cozinhando na Borgonha
Quatrième jour – Borgonha – França – Duvido que você conheça (ou tenha ouvido falar) de Quarré-les-Tombes?
Cinquième jour – Borgonha – França – Com minha besta, abati a Abadia de Fontenay
Sixième jour- Borgonha – França – Chablis, conexão pra Paris.
Paris – França – Septième Jour – Flanando pela cidade luz (especialmente por Saint Germain)
Huitième jour – Paris – França – Dois concertos na cidade: o da filarmônica de Berlim e o do Robuchon.
Adendo do Huitième Jour – Paris – França – O oceano na place de Ternes (by Dodô)
Paris – França – Neuvième jour – Reencontrar o Marais não tem preço. Ainda mais junto com o pato 1109555.


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