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dcpv – jamie’s italian (e ferrazense).

14/04/2015
número 414

Jamie’s Italian (e ferrazense).

E não é que o porquinho do Jamie Oliver abriu um restaurante lá na praia (mais conhecida como capital paulistana)?

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Juro que tentamos conhecer, mas por motivos técnicos, não conseguimos (em tempo, já fomos lá várias vezes e gostamos muito).

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Acontece que tenho um livro dele, o Jamie Viaja, que é muito legal e tem receitas bacanas.

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Pra homenagear a abertura do Jamie’s Italian em SP, resolvi fazer um menu só com receitas deste jovem (hoje, nem tanto) e famoso chef inglês.

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Vamos lá, então!

Entrada – A melhor salada de tomates do mundo.

O nome da receita é bem modesto, né? E será que esta simples salada é mesmo a melhor do mundo?

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Para fazê-la basta colocar numa saladeira grande, 3 tomates italianos cortados em pedaços irregulares, …

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… um punhado de tomates-cereja cortados ao meio, …

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… cebolinha verde cortada, salsinha a vontade e temperar com vinagre de sherez e azeite.

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Enquanto isso, frite um chouriço (espanhol, por favor) num pouco de azeite.

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Quando ele tiver frito, junto uns dentes de alho fatiados e doure-os.

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Misture o chouriço ainda quente com a salada e sirva.

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Ele indicava como opcionais, um pouco de presunto ibérico e queijo de cabra.

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É claro que eu servi (comprei tudo no sex shop) …

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… e junto, fatias de pão italiano, pra aproveitar bem o molho que se formou no fundo da certamente, a melhor salada de tomates do mundo!

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Acompanhamos esta maravilha com um vinho branco francês, o Vendanges Nocturnes Classic Laurent Miquel 2013 que foi “estiloso, pret-a-porter, vice-versa, bugiardo“.

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Principal – Risoto de tomate cereja.

Esta é mais uma invenção do Jamie. Ele diz que pra incrementar um risotto, basta você fazer uma receita básica e acrescentar os ingredientes que você gostar no final de tudo.
E, mais uma vez, foi o que eu fiz.

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Pela ordem, você faz um risoto básico, usando um caldo de legumes (feito em casa) no procedimento usual.

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Enquanto isso, pegue tomates-cereja, corte-os ao meio e frite-os no azeite, juntamente com 3 dentes de alho fatiados e um punhado de folhas de manjericão.

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Quando o risoto estiver pronto (com o arroz al dente e finalizado com manteiga e queijo parmesão) adicione os tomates fritos, misture bem e sirva.

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Ficou muito bom mesmo e dá pra imaginar na quantidade de misturas que são possíveis de usar.

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Tomamos um bom tinto, o francês Fleur de Thénac 2009 que achamos “sem filtro, mistura fina, Solange, pretender“.

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Sobremesa – Sorbet de tinto de verano.

Somos fãs de tinto de verano aqui em casa. Quando vi esta receita, vibrei. Afinal de contas, tomar um sorbet deste nectar deve ser muito bom.

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Para fazê-lo, faça uma mistura com 300ml de água e 300g de açúcar. Coloque no fogo até formar uma calda rala e deixe esfriar.

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Misture esta calda com 300ml dum vinho espanhol e 300ml de H2O limão, além de suco de um limão.

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Leve à sorveteira e assim que tiver batido, deixe no freezer.

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E o sorvete realmente ficou muito bom.

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Eis a opinião dos Jamie’s Ferrazenses:
Jamie. Bem-vindo a SP. E a Ferraz. (Edu)
Grande Jamie, Viva Orlando Alvarado! (Mingão)
Oliver, you’re so good! (Deo)

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Olha, espero que a comida do Jamie’s Italian tenha alguns dos fundamentos desta que apareceu por aqui.

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Porque esta estava muito bem condimentada, saborosa, bonita e gostosa.

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E olha que eu lavei as mãos pra fazê-la!! 🙂

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Arrivederci.

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dcpv – sabores da sicília nos jardins

16/11/2012

Sabores da Sicília nos Jardins.

“Como é possível verificar pela pequena amostra que representa minha família, os sicilianos sempre foram grandes gourmet. O segredo dessa particularidade parece residir no fato de que a família siciliana tem prazer de cozinhar para amigos e parentes”

Foi através dos nossos amigos Clau e Gil (nós fizemos a aula de panificação no Friccó com eles) que soubemos qua a D Maria Montanarini, autora do livro que contém este trecho acima, o Sabores da Sicília promove algumas aulas de culinária em seu apartamento nos Jardins, aqui na praia.

Basta você combinar um menu, e pronto. Foi o que nós fizemos.

Marcamos tudo prum sábado, 16/12 e no horário, estávamos os quatro, lá.
Cada um levou um vinho (eles um excelente espumante Pinot Chardonnay Batasiolo e nós, um vero branco siciliano Regaleali Tasca d’Almerita 2011).

Só de conhecer pessoalmente a D Maria, já valeria a pena. Mas eis que ela é uma figuraça e daquelas carimbadas.

E o que seria uma aula de culinária siciliana, se transformou num verdadeiro happening.

Até o jeito dela ministrar a tal aula ê um tanto quanto não ortodoxo.

Imaginem que uma boa parte de tudo já estava pronto (santa praticidade, Batman) e que tivemos o trabalho de conversar muito e dar mais risadas ainda.

Voltemos ao menu (e vejam se eu não tenho razão?): o petisco inicial, as Azeitonas à Siciliana, as Alivi Scacciati ,tinha que estar pronto já que é um prato que necessita de tempo na geladeira pra apurar.

Ele é uma mistura de azeitonas, alcaparras, salsão, erva doce, azeite, pimenta vermelha, vinagre, sal e pimenta do reino.

Isto com um pãozinho, vai que é uma beleza!!!

Aproveitamos pra tomar o espumante Batasiolo neste momento.

Logo após, foi servido o primo piatto, o Talharim à Conca D’Oro, o Tagghiarini a Conca d’Oru, uma belíssima pasta composta …

… dum molho tipicamente siciliano (cebola, alho, alcaparra, tomate, salsão, azeitonas, pecorino).

Olha, o macarrão al dente com aquele molho tornou o prato inesquecível.

Na verdade, “inesquecibile. Cche meraviglia“, né, Gil?

Enquanto conversávamos mais um pouco (grato Clau e Gil pelas dicas venezianas), a D Maria aprontava mais uma obra-prima, Lulas Recheadas, Calamari Chini.

E esta nós acompanhamos o passo- a-passo, com inclusive, direito de aprender como limpar o molusco corretamente (a Clau colocou a mão na massa).

Depois de limpas, você as recheia com uma farofinha composta de tentáculos de lulas fritos, cebola, alho, alcaparra, vinho branco, pão amanhecido, aliche…

… e fecha tudo com um palito de dente.

Aí é só fritar as lulas em azeite com cebolas e alho cortados, um pouco de vinho branco e de molho de tomate concentrado.

A D Maria serviu esta “bellezza” junto com um cremoso purê de batatas.

E dá-lhe “vino bianco” Regaliali.

Chegou a hora da sobremesa (do dolci).

E nada mais siciliano do que um canoli … siciliano, mais conhecidos por lá, como Cannoli ccà Ricotta.

As casquinhas recheadas de ricota (farinha, chocolate, café, clara, açúcar,margarina, vinho Marsala e canela) já estavam prontas.

O recheio (ricota, açúcar, frutas cristalizadas, licor de laranja, uvas passas, cerejas, casca de laranja cristalizada) também.

Faltou o Marsala para bebermos, mas de verdade, ele não fez falta alguma. Os canoli estavam sensacionais e saborosíssimos.

Foi o happy end (grand finale?) duma tarde espetacular (spettacolare) que esperamos repetir brevemente.

Afinal de contas, aprender como viver alegre, saborosa e divertidamente com a D Maria foi um tremendo prazer (piacere).

Sem contar que a Dé teve a oportunidade de experimentar uma rara iguaria: doce de alcachofra (esqueci de dizer que a D Maria é uma especialista neste legume).

“É claro que as receitas já estão ganhando transformações. A cozinha está mais leve. Substitui-se a frigideira pelo forno. Já pode-se falar de cozinha siciliana moderna, com cruzamentos culturais, sensualidade, influências. É o fermento ativo dessa nova cozinha, que está pronta pra reinventar e substituir. Mas aqui o leitor poderá conhecer as receitas tradicionais. E, a medida que lê as receitas, vai também conhecendo um pouquinho a origem de algumas delas, em fatos que se misturam com a própria história da ilha”.

Isto tudo é a mais pura verdade.

Tchau (Ciao ou arrivederci).

PS – De quebra, obtivemos um autógrafo no meu mais do que usado livro.

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dcpv – reunião extraordinária no girarrosto

10/06/12

Reunião extraordinária no Girarrosto

Girarrosto =  Congegno atto a far girare lo spiedo su cui è infilata la carne da arrostire.

Fazendo uma tradução no meu modesto e castiço italiano, girarrosto significa o ato de fazer girar um espeto onde é enfiada a carne pra tostar. Pois é justamente a atração do novo restaurante Girarrosto que se localiza exatamente onde era antes o famoso Bar “Caju Amigo” Pandoro.

Lá existem vários deles que fazem porquetas, paletas de cordeiro, frango de leite, codorna recheada com legumes, costela Angus ao Barolo e por aí vai.
Como os sócios, Lourdes e Eymard, estavam por São Paulo e nós não conseguimos obter os nossos vistos americanos graças ao trabalho “maravilhoso” que uma tal de DHL “dita” Express não fez  e consequentemente, não pudemos ir pra Flórida; daí resolvermos passar a vistoria em algumas novidades gastronômicas da praia.

No sábado a noite, fomos tapear no Venga (por sinal, muito bom) e por um pequeno detalhe, vou ficar devendo o relato, já que levei a máquina fotográfica, mas esqueci o chip em casa. É claro que este incidente continuou no domingo, mas o Girarrosto é tão bacana que  resolvemos utilizar o celular pra tirar as fotos. Vamos lá!
O lugar é muito bonito. Super-charmoso, com vários ambientes e um cardápio extenso. Louve-se o formato dele. É uma folha de jornal, denominada Gazeta Pandoro  (trouxemos o nosso pra casa!) e de um lado tem notícias e curiosidades; do outro estão os pratos oferecidos.

Estávamos com um pouco de pressa (o Gustavo também e eles iriam pra Brasília) e optamos por experimentar massas.
O couvert foi servido. Pãezinhos quentes, azeite e uma tremenda sardela (outro bom sinal; a água é gratis).

A Lourdes escolheu Ravioli de espinafre recheado com brie e compota de figo na manteiga, sálvia e amêndoas.

A Dé foi minimalista e pediu um Pici com ragu de linguiça.

O Gustavo experimentou Ravioli de búfala ao molho de tomate fresco, presunto Parma e rúcula.

O Eymard de Ravioli de alcachofra fresca com fonduta de queijo de cabra e crispy de pancetta.

Eu, escolhi um Gnocchi de batata 3 sabores (tomate e manjericão, gorgonzola e funghi trufado).

Todas as massas, sem exceção, estavam excepcionais. Al dente, saborosas, quentinhas como mandava o frio vigente.

Aproveitamos pra tomar um vinho tinto Toscano, o Brancaia IGT 2009 que tinha bastante SanGiovese; também muito bom.

Ainda pedimos 3 sobremesas. Um Tiramisu

… e 2 Petit gateau de doce de leite com sorvete de baunilha. Os doces acompanharam as massas, ou seja, estavam perfeitos.

Resumo de tudo: o Girarrosto é um lugar pra vir sempre. O ambiente é acolhedor e pra cima; a clientela é bem diversificada e o melhor de tudo, a comida é um espetáculo.

O chef Paulo Barroso de Barros (ex-Due Cuochi Cucina) e seus sócio, o Paulo Kress investiram uma fortuna (dizem que gastaram 10 milhões de reais em dois anos de obras) pra transformar este lugar e acredito que ele veio pra ficar. (Atualização – Ainda mais agora que o Salvatore Loi, ex-Fasano, irá tomar conta das panelas).

Nós, pelo menos, voltaremos sempre.

Hasta.

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dcpv – tudo certo como um e um são dois (cozinha contemporânea)

dois é pouco
28/02/10

Tudo certo como um e um são dois (cozinha contemporânea).

Adoro coisas simples. E bacanas. É o caso do restaurante dois cozinha contemporânea.

A casa (mesmo porque é uma casa) dos chefs/proprietários Felipe Ribenboim e Gabriel Broide tem uma simplicidade (tudo a ver com a onda bistronomique que assola a cidade) e uma categoria que impressionam.

Agora, imaginem passar um fim de semana com pizza na Bráz ( tudo bem que estava tão cheia que resolvemos pedir e levar pra casa), almoço no  sábado no Ping Pong, show ( na faixa) do Zeca Baleiro no Ibirapuera, cinema no Cinemark Prime do Cidade Jardim ( filme Simplesmente Complicado, bem meia-boca) e culminar com um belíssimo almoço no Dois??

Primeira boa notícia: eles fazem reservas. E pra qualquer horário. Portanto, liguei no domingo de manhã e marquei prás 13:30 hs.

Segunda boa notícia: o lugar é muito bonito e extremamente bem cuidado. Obras de arte às pencas,…

… árvores frutíferas e orquídeas (veja que belo exemplo criativo dum orquidário),…

… e louças de primeira.

Enfim, tudo muito bacana. Mas estamos num restaurante, né mesmo?

Terceira excelente notícia: a comida é boa de doer!

Começamos com um couvert singelo: pãezinhos quentinhos com uma coalhada, azeite e flor de sal. Como a Dé afirmou, “simples e delicioso“.

O próprio Felipe veio trazer um amuse, um chips de batata doce que além de ser extremamente fotogênico, tinha uma crocância surpreendente.

Pulamos (a contragosto) as entradas e pedimos os nossos pratos principais. Antes disso, uma garrafa dum vinho tinto Shiraz Penfolds muito bom.

A Dé foi de Nhoque de Cará, Ragu de Galinha D`Angola, Quiabo Frito e Redução de Galinha. Molho extremamente denso com o quiabo super crocante e o nhoque levíssimo. Nem parecia cará!

Eu fui de rabada.

Mas não era uma rabada qualquer. Era uma Rabada desfiada, Cogumelos, Brotos de Agrião e Azeite texturizado de zimbro. (Emília e Arnaldo , vocês precisam experimentar !)

Na verdade é um tremendo ragu de rabada . Ao se mistura o líquido da rabada com o pó do azeite, surge um molho daqueles de “rabada” mesmo. Grossão!!

Acrescente os agriões precoces e já dá pra imaginar a resultado!!

Sobremesa? Sim, senhor e no esquema 2 (colheres) pra uma (sobremesa).
Uma Tartelette de Frutas de Verão, Caramelo Fondant de Lavanda e Sorvete de Brioche (sorry, Caco Antibes).

Leve, saboroso, bonito e o fechamentio de ouro duma grande refeição.

Olha, o dois cozinha contemporânea é um lugar pra se voltar sempre e de preferência, chegar lá e perguntar pro Felipe/Gabriel o que é que está mais fresco naquele dia.

Certamente, faremos isto. E tem mais.
Tem coisa mais simples, prática e inventiva do que denominar um restaurante com dois chefs de dois?

Hasta !

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dcpv – fim de semana na verdadeira praia. E com feriado.

capital paulista
22 a 25/01/10

Fim de semana na  verdadeira praia. E com feriado.

Fomos pra São Paulo no final de semana do feriado dela. A verdadeira praia: nada de água salgada, nem areia e muito menos filas de carros.

E aproveitamos pra conhecer alguns lugares novos além de reencontrar algumas figurinhas carimbadas.

     

Começamos já na noite de sexta, indo comer um hamburguer genuinamente americano no P.J Clarke’s.

Dizem que ele é igualzinho ao de NY. Eu não posso dizer nada pois não conheço o americano.

Mas pra nós ele pareceu ser um lugar bem confortável e divertido além de servir o que imaginamos ser uma comida realmente americana: com razoável qualidade e quantidade acima do normal.
Começamos com bolinhos de arroz que estavam bem crocantes e com bastante queijo. Bons.

A Dé pediu uma (imensa) torta de frango e …

… e eu, um bom e imenso hamburguer, além duma boa quantidade de fritas. Corretos!

Já no sábado, aproveitamos pra experimentar (finalmente) a  e cozinha da Adega Santiago

“Ela” é um bar/restaurante (ou seria um restaurante/bar?) com uma bela cozinha a vista e muito bem decorada.

Optamos  por tapear a vontade já que a cozinha por lá tem um acentuado sotaque peninsular pra não dizer espanhol.
Enquanto escolhíamos, pedimos um lerrítmo clericquot.

Logo depois fomos aos tapas. Ou melhor, às tapas.
Bolinhos de bacalhau crocantes e saborosíssimos, …

… batatas bravas bem temperadas e apimentadas, …

… e pimentão assado que a Dé simplesmente adora. 

.

Eu, em compensação e pra variar, pedi um arroz de polvo (de novo!!) que estava sensacional. Perfeito.

O octopussy estava al dente e com o arroz bomba espanhol fazendo uma dupla infernal.
Taí, o Adega Santiago é um lugar pra retornar e experimentar  as muitas outras coisas interessantes que constam do menu. 

A noite, fomos à verdadeira praia paulista, o shopping e aproveitamos pra comer alguma coisinha no La Table.

 

Dividimos um prato de frios e queijos ( destaque pra tremenda burratta) e …

… um ravioli de ricota com molho branco. Levinho e gostoso como muitas coisas no La Table.

Encerramos a noite paulistana, tranquilos e zens como a própria vaca da CowParade São Paulo 2010, a Woooodstock.
Repare como ela está tranquilex e sossegada com seu cabelo black power, seus óculos vermelhos e seu colar peace and love. Muuuuu!!!

Faltou o almoço de segunda?  Não faltou, não.

Eu cozinhei em casa (na grande Ferraz de Vasconcelos não era feriado). Fiz um orzo com molho frio de tomates, manjericões diversos, muito azeite e flor de sal. 

Modéstia à parte, uma verdadeira obra-prima. E não fui eu quem disse. Foi uma pessoa totalmente isenta: a Dé!! rs

Até a próxima incursão praiana.

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dcpv : fim de semana na praia – parte I – juquehy, badauê e gulero

vamos a la playa!
15 a 18/01/10

Fim de semana na praia: Parte I – Juquehy, Badauê e Gulero.

É, desta vez fomos à praia mesmo.

Aquela que tem areia, mar, cadeiras, gente pra caramba, sol. Ou seja, fomos pro litoral.

Mais precisamente pra Juquehy (litoral norte paulista). Mais precisamente ainda, pra Pousada chez Louise et Louis.

Que é muito bem localizada (super pé-na-areia), charmosa, com um bom atendimento, mas que fica a dever em algumas coisinhas.

É incrível como os donos dos negócios não tem olho clínico (ou visão) pra perceber que eles tem uma mina de ouro nas mãos e devem olhar pra todos os cantos com mais capricho. Esta pousada seria perfeita se alguém tivesse feito uma decoração mais adequada; uma boa ergonomia; se tivesse serviços mais legais e até a própria infra-estrutura melhorada  (o estacionamento é horroroso).
Se precisar de uma ajudinha, estamos por aqui!

E esta região, o litoral Norte de SP, também é muito boa, gastronomicamente falando (vide a Pannacota que comemos no Framboesa).

Iniciamos a nossa expedição, jantando na sexta a noite no Badauê, em Juquehy mesmo e pertíssimo do hotel. Lugar badalado, bem bicho-grilo e com uma comida muito boa.

  

A Dé pediu algumas robattas  (de abobrinha, queijo de coalho e frango) e…

 

… eu, um espaguete com camarões que estava excelente.

No outro dia, no sábado (e com um tremendo sol apesar das Josélias Pegorins da vida insistirem que ia chover demais) fomos jantar no Gulero (também em Juquehy, mas no Centro) após passarmos o dia todo na praia a base de guloseimas (de sorvetes Rochinha a biscoitos de polvilho de Caçapava).

O lugar é lindo. Uma casona antiga cheia de bonitos detalhes decorativos.

E a comida não ficou atrás. Também era excelente.

A Dé pediu um espaguete com camarão e rúcula (buoníssimo) …

.. e eu, uma Moqueca de Lagostim. Muito boa e com um caldinho que casava muito bem com o arroz branco.

Finalizou um grande dia duma maneira melhor ainda. Muito sol, muita areia, muito calor!

Ou seja, nem tudo foi tão perfeito assim!
 Quando é que vão inventar uma praia com ar condicionado, sem areia, com pouco sol e água doce? Se bem que tem gente que se diverte muito com estas condições climáticas. 

Cá pra nós, nós também!! rsrs

PS – Continuamos este passeio com uma grande visita ao grande Manacá do simpático Edinho Engel. Aguarde o próximo post.

 

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miami beach – Mi casa, Casa Tua !

Belíssimo
05/05/09

 Mi casa,  Casa Tua !

 Último dia em Miami.

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Acordamos bem cedo e fomos caminhar por Miami Beach, a praia. 

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E que bela praia!

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Água azulzinha, belo serviço e muita gente bonita.

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Casinhas de salva-vidas que são uma referência mundial. E que parecem que vão sair personagens de séries de tv de dentro delas!

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Até as algas marinhas de lá são fotogênicas (esses americanos!).

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Na verdade, falando claramente, toda vez que vemos praias neste nível, ficamos envergonhados pois poderíamos muto bem ter essa estrutura e essa civilidade por aqui. Tudo muito limpinho e organizado!

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Um belo café no Jerry’s Famous Deli e fomos dar umas voltinhas na região das Collins e Washington Ave com direito a lojas Art Deco e uma bela passda pela Macy´s.

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Ali pertinho da muvucada Lincoln Road, fica o restaurante italiano Casa Tua,  uma dica do Diogão ( vocês conhecem bem este garoto Destemperado!), corroborada pela presidenta da LBV, a Ale Forbes  e  que reservei pelo OpenTable .

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Só o ambiente criado pelos donos já valeria a visita pois além de um excelente restaurante, o Casa Tua também é um hotel e um clube super-exclusivo . Uma casona  toda cercada por vegetação e com características de uma belíssima “pensione” toscana.

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Optamos por ficar outside ( tremendo sol e calor!) se bem que a o interior  da Casa também era muito bonito e aconchegante.

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Além da cozinha que tem uma mesa especial pra fazer a sua refeição lá mesmo! Imagine, você e seus amigos jantando aquela comida deliciosa e vendo o próprio chefe trabalhar? Deve ser incrível!! 

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Focaccias e grissinis constavam do couvert.

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 Escolhemos um prato de salumeria  (Mix Italian Salumi) pra entrarmos mais ainda no clima caseiro.  Presunto crudo, salami, copa. Tudo igualzinho aqueles frios da Toscana.

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A Dé foi de Penne ao Molho de Tomate Fresco e Burratta. Fresco mesmo e parecendo a pasta da mamma !

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Eu, de Spaghettoni de Ricota ao Pesto com Camarão. Uma mistura muito interessante e com um resultado surpreendente já que o macarrão parece um grande nhoque.

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Pra acompanhar essa viagem dentro da viagem,  taças de um vinho branco italiano, um Trebbiano d’Abruzzo 2002 que foi servida numa bela embalagem personalizada, uma jarrinha de vidro muito bonita.

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Finalizando a nossa visita à casa dos Grendene, um legítimo representante da cozinha italiana. Um Casa Tua Tiramisu, levíssimo e saboroso.

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Cafezinho, doces e ciao!!

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Repare que não existe o nome do restaurante na sua entrada. E nem precisa, mesmo. Lá é como se fosse a sua casa !

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E bye-bye que a big city Ferraz de Vasconcelos nos espera.

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