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dcpv – dékati ékti e teleftaía iméra – grécia – atenas, uma pequena demonstração da histórica Acrópole.

10/10/2019

Dékati ékti e teleftaía iméra – GréciaAtenas, uma pequena demonstração da histórica Acrópole.

A única coisa que não fechou legal …

… neste espetacular giro grego …

… foi este finalzinho.

Por causa de um compromisso, tínhamos que voltar na quinta e …

… isto significava ficar somente uma noite em Atenas …

… e pior, menos que 24 horas.

Pelos nosso antecedentes, tinha certeza que gostaríamos, …

… ou melhor, amaríamos a cidade.

Ela tem tudo o que apreciamos.

É bem cosmopolita, …

… super histórica, charmosa …

… sem contar o temperamento dos gregos e o tempero da sua saborosa comida mediterrânea.

Se foi ruim ficar pouco, …

… por outro lado foi ótimo, …

… porque nos prometemos voltar o mais rápido possível …

… pra degustá-la como se deve.

Acordamos bem cedo, …

… tomamos o nosso ótimo café da manhã …

… by Irmãos Campana …

… tiramos algumas fotos …

… da rainha Acrópole …

… iluminada pelo sol e …

… fomos pro tour.

A grega, que aprendeu a falar português através de novelas brasileiras, a Mariana …

… nos proporcionou 4 horas de puro ensinamento …

… da história universal.

Encontramos com ela no lobby do New Hotel e …

… fomos andando até o Museu da Acrópole.

Passamos pelo bairro de Plaka e …

… apesar de estar tudo fechado, …

… deu pra sentir o clima alto astral desta vizinhança.

Chegamos no museu e …

… nos surpreendemos com o seu prédio.

Extremamente moderno, …

… didático e …

… com um conteúdo obviamente invejável.

Tudo nos foi explicado nos mínimos detalhes.

Desde os achados de utensílios que datam de 1500 AC …

… passando pelas estátuas originais …

… que foram protegidas no próprio museu …

… para que não se perdesse este registro histórico.

Também ficamos sabendo de onde surgiram …

… “n” palavras que usamos diuturnamente e …

… que se originaram ou na mitologia …

… ou através de atos heroicos dos grandes gregos.

A Mariana nos mostrou muito didaticamente e …

… com sabedoria …

… pois foi quase uma aula de preparação …

… para encararmos a subida até a real Acrópole …

… e sentir, ao vivo, …

… tudo o que ela nos explicou.

E confesso que é muito impactante …

… ver tudo na sua cara.

Começa que você vai subindo e …

… os monumentos vão surgindo.

O palácio da Nike, …

… o teatro de Dionísio e …

… outros menos votados.

A subida toda é incrível.

Passamos também no Odeão do Herodes Ático, anfiteatro de pedra onde …

… o Foo Fighters fez aquele show memorável (assista aqui,por favor!).

Aí quando se chega no topo é que a coisa pega de vez.

Uma multidão está andando por lá, …

… mas é quase como se estivéssemos sozinhos. Encantador! 

Passamos pelo Propileu.

É como entrar em outra dimensão.

Além de que as vistas de Atenas de lá de cima são impressionantes.

Logo no canto, está o Erecteu.

É lá que estão as cariátides, …

… as mulheres gregas que estão no lugar dos pilares (a Dé adorou!).

E pro Grand finale, está ele, o Paternon.

Soberbo, único e impressionante.

Esqueci de dizer que no Museu e com vista pro Paternon, …

… fica uma réplica dele com a mesma dimensão (escala 1×1) e …

… com o jeitão que ele teria se não tivesse sido destruído e …

… pilhado tantas e tantas vezes.

E quando se está lá em cima, na sua frente …

… não tem como não olhar pra baixo e …

… lembrar de tudo o que aprendemos.

É realmente incrível!

Descemos felizes …

… com tempo suficiente (olha o anfiteatro aí de novo) …

… pra dar uma última olhada em Plaka, …

… desta vez, lotada de turistas (mal sabíamos) e …

… comprarmos as penúltimas coisinhas deste tour helênico.

No resto foi pegar o transfer, …

… voar o primeiro trecho até Zurich …

… curtir a janelinha …

… com um derradeiro por do sol …

… daqueles …

… gregões da gema.

Chegamos na bela cidade suíça, …

… com mais um tempinho pra free shop e …

… embarcamos com destino à capital paulista, mais precisamente pra Nova Toscana..

Resumo da tragédia grega?

Gostamos muito de Atenas e já estamos planejando uma viagem turística-histórica Roma/Atenas (será inesquecível).

E também gostamos de todas as ilhas que visitamos.

Santorini é realmente um espetáculo, …

… com muitas atrações e …

… por do sol em Oia que é absurdamente lindo.

Mykonos é bem menos atrativa (pro nosso gosto) e salvou-se por causa da charmosa Chora, a Mykonos Town …

…e o hotel Bill&Coo, que gerou um samba enredo cujo início da letra é: …

ai que saudades do Bill&Coo.

Kefalonia valeu especialmente pela espetacular Melissani Caves …

… e pela charmosa Myrtos Beach.

Zakynthos nos surpreendeu pela vegetação, …

… especialmente pela enorme quantidade de oliveiras muito mais antigas que Jesus e …

… pela indescritível azulada praia de Navagio.

Enfim, foi uma “puta” viagem.

Ef’charistó, Grécia!

Opa!

Veja os outros dias desta admirável viagem:
Proti iméra – Grécia/Suíça – Vitznau – Que cachoeira e que hotel!
Defteri iméra – Grécia – Suíça – Lucerna e Lauterbrunnen, a dupla Lu-La perfeita.
Tríti iméra – Suíça/Grécia – Vitznau/Santorini – Do primeiro para o terceiro e maravilhoso mundo grego.
Tetarti iméra – Grécia – Santorini – Oia, Oia, Oia e acabamos “fondo”.
Pémpti iméra – Grécia – Santorini – Red Beach, Santo Wines e o legítimo poente em Oia.
Ékti iméra – Grécia – Santorini/Mykonos – A melhor estrada entre estes dois paraisos gregos.
Évdomi iméra – Grécia – Mykonos – A nossa balada foi histórica e em Delos.
Ogdoi iméra – Grécia – Mykonos – Pequenas cidades e a maravilhosa Chora.
Enati iméra – Grécia – Mykonos/Kefalonia – Direto da Grécia mauricinha pra raiz.
Dékati iméra – Grécia – Kefalonia – Depois da tempestade vem a bonança em forma de magnífica caverna.
Endékati iméra – Kefalonia – Praias paradisíacas. Meu nome é Kefa, Kefalonia.
Dodékati iméra – Grécia – Kefalonia – Zakynthos – Do paraíso para o paraíso.
Dékati triti iméra-grecia – Zakynthos – O lado B e chuvoso de Zante existe.
Dékati tétarti iméra – Grécia – Zakynthos – Ouros verde e azul: azeite e Navagi
Dékati pémpti iméra – Grécia – Zakynthos – Atenas – Repetindo as greguices que mais gostamos e melhor com sol. Ah, Acrópole!

dcpv – dékati tríti iméra – grécia – zakynthos – o lado b e chuvoso de zante existe!

12/12/2020 (curtido em 07/10/2019)

Dékati tríti iméra – Grécia – ZakynthosO lado B e chuvoso de Zante existe!

Hoje seria o dia de vermos a ilha de Zakynthos, …

… mais precisamente a praia de Navagio

… em todos os formatos.

Seja pelo ar, seja pelo mar.

O problema é que a tal previsão do tempo não indicava isso! Hahaha

O negócio foi, como sempre, …

… ter um bom plano B e …

… torcer pra que ocorra o esperado, …

… ou seja, a previsão não prever corretamente. 🙂

Inicialmente tomamos o nosso lautíssimo café da manhã, …

… num ambiente arquitetônico invejável e partimos para o nosso périplo.

Como tínhamos um tour de barco pra começar às 12:00hs, no norte da ilha, …

… optamos por ir primeiro pro viewpoint point de Navagio.

Só que na hora da saída o céu escureceu de vez e aconteceu o inesperado/esperado.

Os caras acertaram a previsão.

E de uma maneira que até o plano B foi pro vinagre.

Então, ficamos no quarto esperando a tempestade passar e pensando no que fazer?

Dei uma pesquisada no santo Google e pensei em porque não conhecer o lado B de Zakynthos?

Sim, cidadezinhas bacanas e não praias.

Fiz um roteiro rápido e pronto.

Saímos do hotel com chuva, direto pra Tragaki.

O caminho foi muito divertido, …

… pois nos permitiu ver a quantidade absurda de oliveiras antigas e retorcidas plantadas por aqui.

A cidade em si não tinha quase nada! 😀

Seguimos para Katastari, vendo muitas videiras e …

… a paisagem extremamente verde da ilha.

Esta já é bem bonitinha e …

… tem um pavimento de pedra muito interessante.

A chuva deu uma amainada, …

… conseguimos chegar em Exo Chora.

A maior atração do lugarejo …

… é uma maravilhosa oliveira de mais de dois mil anos …

… que fica na praça central (estas greguinhas são bem bonitas) …

… e que atrai o olhar de todos.

Ao lado dela tem uma lojinha com azeites e afins.

Conversamos muito com a vendedora e compramos algumas coisas pra levar pra Nova Toscana.

A próxima cidade seria Gyri.

Que é minúscula e …

… muito molhada! Rsrsrs

Como estava na hora do almoço, optamos por ir pra Port Limnionas.

Na verdade é uma praia …

… com uma enseada linda …

… que tem algo que se parece com piscinas naturais …

… com as consequentes águas em vários tons de verde.

Gostamos tanto, que certamente voltaremos amanhã …

… quando deve sair o sol.

E como tinha uma boa taverna, …

… resolvemos almoçar lá.

Pedimos queijo feta tostado, …

… mais uma salada grega (8,5 no MicheLuz) e …

… uma dourada frita com batatas fritas que estava dos deuses (gregos).

Arrematei com a indefectível Mythos (sem piadinhas, por favor) e …

… estávamos prontos pra voltar pro hotel, …

… porque a chuva estava apertando novamente.

Ah, ainda demos uma passada em Porto Roxa, só pra constatar que ela mais parece uma Bertioga piorada! 🙂

Retornamos pro hotel, …

… babando na energia que as …

… anciãs oliveiras passavam pra nós.

Um verdadeiro encanto!

Aproveitamos também pra dar …

… uma boa olhada na área da piscina do Olea …

… e ver como tudo é muito bonito, …

… mas também que nem sempre este projetos premiados …

… tem soluções práticas bacanas (quando chove, este caminho se torna um rio).

Demos uma descansada e …

… fomos jantar, …

… desta vez em Zakynthos Town.

Yard of Taste tem um nome bonito, uma filosofia também …

… já que propaga trabalhar só com produtos orgânicos e quetais; realmente sentimos os sabores.

Pedimos, pra dividir, um queijo feta com crosta de oatmeal que estava excelente.

A Dé inovou experimentando ravióli com molho de três queijos, comida tipicamente grega. Kkkk

Já eu, não inovei nada, ao degustar mais um polvo grelhado.

Tudo isto regado a duas taças dum ótimo Chardonnay grego, resultou num verdadeiro jardim dos sabores.

Só nos restou voltar pro hotel e dormir o sono dos troianos.

Caramba, prum dia de chuva, até que foi ótimo.

Sto spanidin. Opa!

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Endékati iméra – Kefalonia – Praias paradisíacas. Meu nome é Kefa, Kefalonia.
Dodékati iméra – Grécia – Kefalonia – Zakynthos – Do paraíso para o paraíso.

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dcpv – dodékati iméra – grécia – kefalonia/zakynthos – do paraíso para o paraíso.

05/12/2020 (muito bem vivido em 06/10/2019)  

Dodékati iméra – Grécia – Kefalonia/ZakynthosDo paraíso para o paraíso.

Hoje seria um dia bastante inusitado.

Sairíamos bem cedo do hotel Emelisse

… na ilha grega de Kefalonia …

… pra pegar um ferry …

… que nos levaria primeiramente para Killini, …

… que fica no continente grego e …

… depois, ir também de ferry, …

… para Zakynthos, o nosso destino.

Acabei fazendo esta triangulação justamente por ficar na dúvida sobre o funcionamento do ferry que vai direto de Kefalonia para Zakynthos.

E por causa do horário deles, a princípio, ficaríamos um pouco mais de 4 horas em Killini.

Mas vamos começar do começo.

Acordamos cedo pacas, …

… conseguimos tomar um café da manhã meia bomba (assim como é o hotel Emelisse), …

… ainda com o sol nascendo e …

… fomos pra Poros …

… que é onde fica o porto do ferry para Zakynthos.

Foram quase duas horas de puro prazer na direção, …

… com as estradas praticamente vazias, …

… além de mais uma passada no nosso queridinho, …

… o incrível viewpoint …

… de Myrtos e …

… a descoberta de uma parte coberta por pinheiros …

… que formaram um visual incrível (parecia a Suíça).

Que novidade!

Chegamos bem cedo no porto …

… com tempo pra dar um olhada no centrinho mixuruca de Poros e …

… resolvemos passar no balcão da Levante Ferries pra perguntar …

… se não conseguiríamos trocar o nosso trecho Killini/Zakynthos …

… por um que sairia às 13:00 hs, quatro horas mais cedo?

Conseguimos e ganhamos um prêmio: uma tarde inteira a mais em Zakynthos.

O primeiro trecho foi bem tranquilo.

O ferry é moderno, …

… as paisagens são maravilhosas, …

… as instalações são muito confortáveis, …

… enfim, um primor.

Praticamente saímos de um ferry pra entrar no outro.

Que foi muito tranquilo também (sente só a Kombi grega!).

Tão tranquilo que a Dé nem enjoou.

Deu até pra comer uma comida típica grega, pizza …

… e tomar mais uma Mythos (sem piadinhas, por favor). 🙂

Chegamos em Zante (nome carinhoso de Zakynthos) … 

… às 14:30 e como o hotel é muito perto do porto, …

… foi só ficar de boca aberta com a arquitetura premiada do …

… Olea All Suite, …

… bem como o conforto, …

… a modernidade, …

… a verdadeira mordomia do nosso quarto …

… e rumar pra Zakynthos Town …

… pra dar uma reconhecida na cidade.

Que por sinal, é bem legal.

Antes de passar lá e pela proximidade, …

… demos uma olhada e só uma olhada em Tsilivi.

É uma prainha normal.

Já Zakynthos Town tem vários atrativos, …

… tais como a Solomon Square, …

… onde fica também o Museu Bizantino.

De lá sai um calçadão …

… com muitos restaurantes, …

… muitas lojas e …

… um montão de gente se divertindo, …

… mesmo porque era um belo domingão.

Certamente retornaremos com mais calma, porque o lugar merece.

Ainda demos mais umas voltinhas, …

… mas como o tempo não estava muito católico e …

… o cansaço estava batendo, …

… decidimos retornar pro hotel.

Fomos nos preparar pro jantar …

… dando uma entrada na piscina de borda infinita …

… do nosso quarto.

Como sempre fazemos ultimamente nos dias de chegada, …

… decidimos jantar no restô gastronômico do Olea.

E foi uma sábia decisão.

O Flow & Dine é muito bom mesmo e …

… tem uma vista espetacular da ilha.

Pra melhorar, éramos só nos dois por lá.

Iniciamos com um agrado do chef e …

… escolhemos beber taças dum Sauvignon Blanc Neozelandês.

Dividimos uma divina Caprese como entrada.

A Dé pediu o peixe do dia e …

.. eu, um lombo de porco úmido e muito saboroso.

Olha, prum dia de altos deslocamentos …

… até que ele deu um bom caldo.

E que caldo.

Opa!

Veja os outros dias desta admirável viagem:
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Pémpti iméra – Grécia – Santorini – Red Beach, Santo Wines e o legítimo poente em Oia.
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Ogdoi iméra – Grécia – Mykonos – Pequenas cidades e a maravilhosa Chora.
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Endékati iméra – Kefalonia – Praias paradisíacas. Meu nome é Kefa, Kefalonia.

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dcpv – nono giorno – itália – puglia – enfim, conhecemos o mar jônico.

20/06/2020 – (viajado em 22/05/2019)

Nono Giorno – Itália – PugliaEnfim, conhecemos o mar Jônico.

O dia prometia muito.

Afinal de contas, não é toda hora que se passeia por dois mares e …

… num lugar tão bonito, quanto a Puglia.

E melhor ainda, o Eymard iria dirigir enquanto …

… eu passearia como passageiro, coisa rara em nossas viagens.

Bom, acordamos com um tremendo sol, …

… fomos tomar o nossa lautíssimo café da manhã particular …

… no hotel e …

… zarpamos na direção de Gallipoli.

A primeira parada foi em Portoselvaggio, …

… que é mesmo um porto e selvagem. Hahaha

Logo em seguida, …

… após curtir bastante o visual dramático do mar Jônico …

… chegamos em Gallipoli.

Faríamos um tour guiado (bendito seja o Get Your Guide) …

… com o Gianlucca.

No horário, às 11:00 hs, ele estava nos esperando.

E logo fomos conhecendo sobre a história da cidade.

Que por sinal é muito interessante.

Ela tem 20000 habitantes, …

… é dividida entre a cidade nova e …

… a insular cidade antiga …

… através duma ponte.

Logo no começo da cidade velha, existe o castelo que dá imponência a tudo.

Além do mais, neste caso não tivemos influências turcas, …

… mas sim de Veneza.

Todo o centro é muito interessante e …

… as vistas que se tem de todo o mar azul (verde?) …

… são incríveis.

Andamos bastante, …

… o Gianlucca, boa praça que é, nos contou muitas curiosidades …

… sendo uma delas, conhecer como era feito o óleo que era usado em iluminação.

Pra isso, entramos num museu/porão que era praticamente uma caverna …

… onde em condições sub humanas, …

… homens produziam todo este óleo (um processo similar ao do azeite).

Continuamos enveredando pela religião e …

… quando percebemos, as duas horas do tour tinham passado.

Nos dirigimos pro restaurante que eu tinha reservado, o La Puritate

… curtindo muito o caminho.

Ele é especializado em peixes fresquíssimos.

E foi o que comemos.

Pedimos um grande e assado …

… como entrada.

E como principais, dividimos um atum fresco e …

… camarões rosados que são a especialidade do mar de Gallipoli.

Eles são doces, muito saborosos e lindos (praticamente a Gisele dos camarões).

Tomamos um rosé pugliese e …

… fomos em direção…

… ao ponto mais extremo da Itália, …

… Santa Maria de Leuca, a pontinha do salto da Bota.

Só que antes passamos no que chamam de Maldivas do Salento.

E não é que são mesmo (apesar de não conhecer as tais Maldivas ainda)?

Pescoluse tem um quê daqueles lugares …

… que parecem com a Ilha de Caras.

Mesmo!

E Santa Maria de Leuca tem paisagens inesquecíveis.

Aquele mar verde (azul?) quebrando nas pedras …

… transforma tudo em encantador.

Continuamos no sentido norte e …

… chegamos ao santuário de Leuca.

Como ele fica bem no alto, …

… o visual é incrível.

Tomamos uns Aperol Spritz (e um Hugo) e …

… fomos pro que seria a última parada.

Ponte Ciolo é tida como o local onde se vê um …

… Fiordo tão bacana quanto o de Furore, na Costa Amalfitana..

E não é que é verdade?

Quase passamos batido por ele, …

… mas o meu sexto sentido …

… nos fez voltar …

… e descobrir a beleza do lugar.

Descemos a escada e vislumbramos …

… uma das paisagens mais bonitas …

… de toda a nossa viagem.

Realmente, estávamos embevecidos.

Só nos restou, voltar pro hotel e …

… sair pra jantar.

Iríamos a Tormaresca Vino i Cucina, uma cantina da vinícola Antinori.

Todos sabemos que quando o nome Antinori é usado, …

… coisas boas acontecerão.

Infelizmente, não foi o que aconteceu.

Chegamos lá, pedimos duas entradas,…

… um bianchetto Chardonnay do próprio titio Antinori e …

… pensamos em quanto seria divertido.

Como tudo era bem ruinzinho, resolvemos pagar a conta e procurar outro lugar pra jantar. Hahaha

Acabamos indo pruma vinoteca em frente ao hotel.

Pedimos uma excelente garrafa dum bianchetto Verdeca, …

… uma burrata, …

… almôndegas ao molho e …

… uma carne enrolada muito gostosa (estava bastante escuro, né?).

Só nos restou conversar bastante, atravessar a rua e …

…  deitar naquela cama gostosa com lençóis de n fios.

Isso sim é que é viver!

Arrivederci.

Acompanhe os outros dias desta maravilhosa viagem:
Primo giorno – Itália – Puglia – Um sonho.
Secondo giorno – Itália – Puglia – Fasano – Você sabe como se faz burrata? Já foi na Grotte di Castelana?
Terzo giorno – Itália – Puglia -Piacere, io sono polignano a mare!
Quarto giorno – Itália – Puglia – Locorotondo e Cisternino, que nomes bonitos de bonitas cidades.
Quinto giorno – Itália – Puglia – Ostun, o branco total radiante!
Sesto giorno – Itália – Puglia – Trullando por Alberobello e grottando pela Palazzese.
Settimo giorno – Itália – Puglia – É Lecce condensado!
Ottavo giorno – Itália – Puglia – M.A.M.A. Io sono tanto felice!

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dcpv – quarto giorno – itália – puglia – locorotondo e cisternino. que nomes bonitos de bonitas cidades.

03/06/2020 (ensolarado em 17/05/2019)

Quarto Giorno – Itália – PugliaLocorotondo e Cisternino. Que nomes bonitos de bonitas cidades!

Acordamos até que cedo, …

… tomamos o nosso ótimo café da manhã …

… e rumamos pra Locorotondo.

Tínhamos reservado um tour pra conhecer a cidade …

… e saber sobre a sua história.

Locorotondo significa o que parece.

É um lugar redondo, …

… ou seja, uma cidade circular, …

… toda branca …

… com ruazinhas irregulares e …

… muito bonitas.

Chegamos no horário, após nos deleitarmos com o trajeto cheio de trulli (aguarde os próximos capítulos) e …

… a nossa guia, a simpática e comedida Carmela, estava nos esperando.

Ultimamente tenho incluído o máximo possível de passeios guiados nas nossas viagens.

É um jeito de apoiar esta profissão tão bacana e …

… também de aumentar a nossa cultura.

E aprendemos muito.

Não preciso nem dizer que a cidade é uma gracinha (como diria Hebe).

Tem muitos cantinhos …

… fotogênicos e …

… aprazíveis.

Além de tudo isso, a Carmela acrescentou muito a esta beleza, …

… ao discorrer sobre como foi a evolução de Locorotondo desde a sua fundação, …

… que aconteceu próximo de 800DC.

Ficamos sabendo de todos as tramoias que ocorreram e …

… visitamos algumas igrejas, …

… locais onde acontecia tudo naquela época.

Pra sorte nossa, estava acontecendo uma feira livre e …

… das grandes, neste dia.

A mistura do tour com o mercado …

… tornou tudo mais legal ainda.

Demos uma volta por fora da cidade …

… pra ver a arquitetura das casinhas …

… e ter uma tremenda visão …

… de todo o Vale d’Itria.

Incrível, descobrimos que uma das famílias mais importantes da época, …

… era a dos Morelli, …

… justamente o sobrenome da minha mãe.

Vou pesquisar a nossa árvore genealógica e verificar se não temos direito a alguma herança por aqui? Hahaha

Podem me pagar em azeite e vinho que eu topo! Rsrs

Nos despedimos da Carmela e …

… aproveitamos pra passear pela feira.

Incrível a quantidade de bons ingredientes que vimos por aqui.

Segue o obrigatório maxifotoblog:

Como estávamos adiantados pro almoço, …

… optamos em dar uma passada no I Giardini di Pomona, …

… que é uma espécie de Jardim Botânico, mas daqueles bem roots.

Roots porque tudo o que você vê por lá …

… é um montão de árvores plantadas e convivendo …

…. harmoniosamente uma com a outra e todas com a mãe maior, a Natureza.

Retornamos pra Locorotondo porque era hora do almoço.

Escolhemos o restaurante U Curdunn, que é um dos melhores de toda a Puglia.

Demos uma pequena mancada, porque optamos por menus degustação e a comida acabou demorando um pouco.

Mas mesmo assim, foi muito bom.

A Dé pediu um menu vegetariano …

… e eu, um convencional.

Chegaram inicialmente vários tipos de entradinhas …

… saborosas e …

… o primo prato chegou: Spaghettoni Senatori Capelli …

… pra nós dois.

Eu continuei com um coelho muito bem feito, mas que, confesso, …

… foi um pouco a mais.

É claro que todos os ingredientes (veja o “orgogliosamente” do rótulo) …

… tinham a melhor procedência e …

… tomamos taças de vinho tinto e branco.

Continuamos o nosso tour.

A missão seria conhecer Cisternino, …

… outra daquelas cidades bacanas e brancas.

Tudo bem que tudo estava fechado (só reabrem as 5:00), …

…. mas ter uma cidade só pra você ajuda muito.

E foi o que fizemos.

Andamos de um lado pro outro …

… e gostamos muito do que vimos.

Foi super divertido e como estávamos com tempo sobrando, …

… optamos por dar uma esticada até Grottaglie …

… que é tida como a cidade da cerâmica.

O lugar até que é bacana, mas não tem quase nada lá que te atraia, ..

… a não ser as cerâmicas mesmo.

Compramos algumas bem legais e …

… aproevitamos pra conhecer a Forneria Lenti (dica do grande Luiz Horta) pra nos abastecermos de vários doces e biscoitos …

… e retornamos pro hotel.

Com direito a um fim de tarde daqueles especiais e multi coloridos.

É claro que o tremendo tramonto viria logo depois.

Segue o fotoblog multicolorido (percebam a idade e o formato das oliveiras):

Foi o tempo de tomar um relaxante banho e …

… irmos jantar.

Confesso que não esperava muito coisa, já que iríamos no restaurante gourmet do Borgo Egnazia, o Due Camini.

Mesmo porque, gourmet não combina muito com a Puglia.

Chegamos lá e o local além de requintado, …

… é muito bonito.

Optamos por pedir a la  carte …

… e foi uma sábia decisão.

A quantidade de pré pratos é impressionante, assim como a qualidade deles.

Iniciamos oficialmente com uma entrada com pratos típicos de cada uma das regiões da Puglia.

Detalhe, o prato entalhado em madeira formava o mapa da Puglia; sensacional.

Também vieram pães e focaccias feitas na casa, …

… assim como o azeite especial da Maison.

Ah, pra começar os trabalhos fomos de taças de espumante Ferrari.

Como principais, a Dé pediu um peixe do dia com diferentes molhos.

Eu, um spaghetti Senatore Cappelli com cebola e atum.

Tomamos um dos nossos bianchettos preferidos.

As sobremesas foram um capítulo a parte. Eles te levam caixinhas com ingredientes, onde você escolhe três e o chefe cria um doce com eles.

A Dé optou por frutas cítricas, morango e azeite; eu escolhi cereja, leite e ervas aromáticas.

Eis o resultado da Dé …

… e o meu.

Criativo, né?

Quando pensávamos que este devaneio estava terminando, fomos convidados pra tomar café dentro da cozinha.

E que cozinha! Parecia um laboratório da NASA italiana (seria o Naso?) …

… e lá dentro tinha dois banquinhos com uma mesa posta …

… pra tomarmos um café e conhecermos os chefes e os ajudantes que fizeram tudo.

Olha, foi uma das melhores experiências gastronômicas que tivemos nos últimos tempos. Simplesmente imperdível!

Voltamos felizes pra nossa masseria

… e pensando como alguém teve a ousadia de dar um upgrade numa refeição pugliese?

Arrivederci, com lua cheia e tudo o mais.

Acompanhe os outros dias desta maravilhosa viagem:
Primo giorno – Itália – Puglia – Um sonho.
Secondo giorno – Itália – Puglia – Fasano – Você sabe como se faz burrata? Já foi na Grotte di Castelana?
Terzo giorno – Itália – Puglia -Piacere, io sono polignano a mare!

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dcpv – terzo giorno – itália – puglia – piacere, io sono polignano a mare!

30/05/2020 (curtido em 06/05/2019)

Terzo Giorno – Itália – PugliaPiacere, Io sono Polignano a Mare!

Por enquanto, a Puglia não nos decepcionou (tem até 2 sóis).

Ela parece mesmo com uma Toscana roots, só que muito mais exótica.

A mistura bombástica de cidades bacanas com praia e campo, …

…transforma a região pugliesi numa atração sem comparação.

Hoje iniciaremos a parte aquática propriamente dita.

E com gala.

Antes disso, repetimos o café da manhã da Masseria Torre Maizza.

Excelente é uma palavra boa pra definí-lo.

Saímos correndo porque o passeio aquático pré-reservado seria em San Vito, …

… uma cidadezinha litorânea bem pequena (dá uma olhada nestas oliveiras milenares) …

… e próxima da atração maior da região, Polignano a Mare.

Na verdade sairíamos, pois o tempo estava bem ruim e o barqueiro nos avisou que o passeio não seria legal com estas condições climáticas.

Resolvemos transferir pra sábado …

… e fazer um percurso diferente, o famoso plano B.

De carro, óbvio! 😀

Saímos do hotel com uma chuva de pequena intensidade …

… e passamos por perto das ruínas romanas de Egnazia.

São legaizinhas, mas a paisagem de tudo é que encanta.

Fizemos um trecho bem slow e …

… claro que vimos lugares estonteantes.

Seguimos pelo litoral …

… até chegar perto de Monopoli e …

… retornamos ao roteiro original, …

… só que sem o passeio de barco.

Acabamos indo até San Vito.

É um lugar bem pequeno …

… e que tem como atrações, …

… a abadia do proprio San Vito e …

… a Torre Anticorsara.

Com um tempo livre, optamos pro conhecer melhor a …

… maravilhosa Polignano a Mare.

Tudo muito bonito e encantador.

Passamos mais uma vez pela Ponte Monachile, …

… fomos até a estátua do …

… cantor Domenico Modugno, …

… um ídolo por aqui.

Siom, é aquele do Volare, oô (mãozinhas pra cima)!

Descemos até a praia e …

… conseguimos tirar fotos dela …

… e de todo a turistada que se aboletava por lá.

Passamos também pelas ruínas gregas e …

… estávamos prontos pra retornar pra Ponte pra ter aquela visão especial da praia.

E olha que vimos cada um dos belvederes existentes no Centro Storico.

Todos eles apresentavam ângulos totalmente diferentes desta maravilhosa praia.

Demos uma boa passeada pelo centro …

… e nos perdemos a valer (presta atenção no Neruda no espelho da escada).

É assim que se conhece de verdade estes lugares.

Resolvemos voltar pro carro, …

… pois a chuva ameaçava cair.

Ainda tivemos tempo de ver um outro ângulo da cidade (esta é a do famoso restaurante Grotta Palazzese) …

… antes de irmos almoçar …

… no Da Tuccino.

Este restô é tido como um dos melhores quando se fala em frutos do mar.

E é.

Optamos por começar com um delicioso pulpito frito.

A Dé escolheu um gnocchete com sálvia e vôngole…

… e eu, um spaghetti ao vongole veraci.

O da Dé estava bom, mas o meu estava ótimo.

Deu vontade de chorar! Hahaha

Acompanhamos com um biancheto local e com taralli espetaculares.

O resto foi praticar o esporte que os italianos adoram: …

… comer e conversar.

Como o tempo estava meio estranho, optamos por retornar ao hotel …

… e na Itália como os italianos, …

… dar uma descansadinha após o almoço.

Não precisa nem dizer …

… que o tempo abriu completamente e …

… deu pra curtir mais um pouco todo o visual da Masseria.

Demos uma geral e voltamos pra conhecer Monopoli, …

… que é considerada a prima pobre de Polignano.

Ah, se toda prima pobre fosse assim!

Fizemos o mesmo caminho que de manhã.

Tentamos visitar uma atração lado B, o castelo Santo Stefano, que mostrou mesmo ser lado B.

Depois passamos nas praias Porto Rosso, Bianco, Nero e Verde.

E finalmente, chegamos em Monopoli.

Que é mesmo muito bonita.

Tem um centro histórico interessante e …

… vistas do mar de impressionar.

Não são tão dramáticas como as de Polignano a Mare, …

… mas tem muita personalidade.

Ainda mais com o tremendo tramonto que aconteceu.

São estes pores do sol que transmitem aquela sensação de que a viagem realmente está funcionando.

Aproveitamos também pra fazer aquilo que é primordial aqui na Itália.

Escolher um lugar legal pra comer sem compromisso.

E melhor, só porque fomos com a cara dele.

Sentamos, pedimos dois Aperol Spritz …

… e uma tábua de frios e queijos.

Pronto!

O resto foi conversar bastante, dar um monte de risadas, …

… curtir o anoitecer, …

… se embasbacar com o luar …

… e dormir o sono dos justos.

Arrivederci!

Acompanhe os outros dias desta maravilhosa viagem:
Primo giorno – Itália – Puglia – Um sonho.
Secondo giorno – Itália – Puglia – Fasano – Você sabe como se faz burrata? Já foi na Grotte di Castelana?

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dcpv – tenth day – usa – califórnia – san luiz obispo – querida, encolhi literalmente los olivos.

04/04/2020 (caramba, um ano certinho. Foi em 04/04/2019)

Tenth day – USA – Califórnia – San Luiz ObispoQuerida, encolhi literalmente Los Olivos.

Hoje seria dia de visitar cidades curiosas …

… aqui na região de São Luís Obispo.

Primeiro, passaríamos em Solvang

… uma lugar tipicamente dinamarquês, …

… tudo a ver com a região vinícola do Vale de Santa Inez. Hahaha

Depois, passearíamos na grande metrópole de Los Olivos, …

… uma outra cidade imensa de 4 quarteirões com 1000 habitantes.

Aguardem que será muito interessante.

Iniciamos tomando um café da manhã numa cafeteria ao lado do hotel.

Tudo muito bom, especialmente a trilha sonora.

Como elas são boas aqui na Califórnia. (entre no clima e coloque Hootie&The Blowfish pra tocar)

Zarpamos rapidamente pra Solvang.