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dcpv – eighth day – usa – califórnia – los angeles – until the sun comes up over santa monica boulevard/michael, the bublé.

28/03/2020 (cantado em 02/04/2019)

Eighth day – USA – Califórnia – Los AngelesUntil the sun comes up over Santa Monica Boulevard/Michael, the Bublé.

Nota do editor (euzinho): recomendo colocar Sherryl e Bublé na vitrola e ler o texto abaixo!

Hoje seria dia de curtir a praia de LA.

Parece normal, mas não é.

Pra quem está hospedado em West Hollywood como nós, …

… não é fácil ir até o mar.

Tudo em LA é muito longe.

E a praia não fica fora disso.

Por isto resolvi fazer um roteiro litorâneo pra este dia.

Iniciamos o próprio, tomando o nosso “lauto” café da manhã …

… e passando pela Santa Monica Boulevard (claro que ouvindo a música da Sherryl Crow).

Tudo é muito extravagante por lá.

A primeira coisa que vimos é muito curiosa.

O final da rota 66.

É lá mesmo e existe.

Demos uma olhada no icônico píer …

… com o parque de diversões mais fotografado do mundo (ele é meio sem graça).

O tempo parecia broncolhão …

… mas estava quente, bem quente.

Ali pertinho fica o Tongva Park.

Fomos rodando de patinete, bem moderninhos.

O parque é pequeno, mas com vários pontos pitorescos.

Vimos um parque infantil muito bacana, …

… jardins diferentões …

… e vistas bacanas pra praia …

… com muita interação com a natureza.

Em seguida, fomos conhecer a Third Street Promenade, …

… uma rua fechada com …

… muitas lojas bacanas …

… e até um shopping bem legal.

Perto dali …

… e também de Venice, …

… fica a Abbot Kinney Boulevard, …

… considerada a rua mais cool dos USA.

Não sei se é bem isso …

… mas ela é muito interessante.

Lá você encontra lojas muito descoladas, …

… flagships diferentonas, como esta da Adidas, …

… obras de arte bacanas, …

… mais lojas malucas como esta de design escandinavo, …

… sorveterias excêntricas e muito boas, …

… lojas de maconha (xiiii) …

… enfim, …

… é um bom lugar pra passear californiamente.

Perto dali, fica a icônica Venice.

Sim, é aquela praia com um grande calçadão, …

… com gente bombada …

… uma pista de skate espetacular …

…. com skatistas tanto quanto …

… e que pelo próprio nome (Veneza) …

… tem próximo dali, …

… vários canais entre as residências, …

… que realmente, …

… lembram a belíssima cidade italiana.

Bacana demais!

Estava na hora do almoço e eu tinha feito uma reserva: …

… fomos conhecer o Farmshop, …

… que fica em Brentwood …

… e que tem fama de utilizar muitos produtos orgânicos …

… além de ter uma lojinha muito “diferentona”.

O lugar é realmente muito bonito e estava lotado.

Pedimos batatas assadas pra petiscar …

… e dividimos um Pici bem apimentado com caranguejo …

… e brócolis no vapor.

Tudo ótimo e combinando com um ótimo rosé do Sonoma.

Ainda demos uma boa olhada …

… nas lojas próximas, por sinal, muito interessantes …

… e aproveitamos pra conhecer a primeira casa que o mestre Frank Gehry projetou.

Achamos bem esquisitona.

Ainda bem que ele melhorou muito e criou um estilo próprio. Hahaha

No retorno pro hotel, passamos na loja da Oficina de Profumo da Santa Maria Novella, …

… pra comprar uns sabonetes, pois sou fissurado neles.

Pronto!

Estávamos na espera pro evento que foi o motivo da nossa viagem: …

… o show do Michael Bublé.

Como eu já falei, tudo começou com uma ideia da Dé.

Por que não comprar ingressos prum show dum artista que gostamos …

… e depois, bolarmos uma viagem em torno disso?

Foi o que fizemos.

E olha, foi espetacular.

Incrível como tudo funciona perfeitamente.

Chegamos bem cedo, …

… quase uma hora e meia antes do início.

Tivemos tempo de aproveitar o por do sol, …

… tomar umas taças de vinho branco, …

… acompanhado de batatas fritas do Mac …

… e fomos sentar no nosso lugar.

Tudo tranquilamente.

Quando o show começou, …

… o nosso queixo caiu.

Que coisa mais maravilhosa!

O cenário é sensacional.

O telão te faz imaginar que está conversando com o Michael Bublé.

Não preciso nem dizer que os músicos são excepcionais.

Contei e eram 34 talentos tocando muito bem e harmoniosamente.

A aura era maravilhosa.

Mas tudo isto não valeria nada, …

… se o Michael Bublé não fosse o virtuoso que é.

O cara tem uma presença de palco marcante …

… e canta demais.

Canta muito!

Foram duas horas de puro prazer …

… e aquela máxima, que quando você está se divertindo, …

… o tempo passa rápido, ….

… nunca foi tão verdadeira.

O set list foi especial (feito pra nós), …

… só grandes hits …

… e quando percebemos, já tinha acabado.

Voltamos pro hotel em estado de graça …

… e agradecendo pela viagem não ter terminado hoje.

Afinal de contas, este show merece ser curtido viajando bem.

E é o que faremos.

All I wanna do/ Everything!

Veja como foram os outros dias desta road trip californiana:
First day – USA – Los Angeles – Garota eu vou pra Califórnia, ver o papai Lebron
Second day – USA – Califórnia – San Diego de la Vega. 
Third  day – USA – Califórnia – San – Diego – Passeando num porta aviões.
Fourth day – USA – Califórnia – San Diego – Cruzeiro e show em igreja?
Fifth day – USA – Califórnia – San Diego – Fomos ver os Padres, Marcelo.
Sixth day – USA – Califórnia – San Diego/LA – Spring bloom, estão chegando as flores!
Seventh day – USA – Califórnia- Los Angeles – Friends pra sempre, dando um pulo nos irmãos Warner.

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dcpv – fourth day – usa – califórnia – san diego – cruzeiro e show em igreja?

13/03/2020 (vivido em 29/03/2019)

Fourth day – USA – Califórnia – San DiegoCruzeiro e show em igreja?

O dia se apresentava como super aproveitável.

Estava cheio de lugares bacanas pra conhecer e um show que seria uma surpresa pra nós.

Iniciamos tomando um ótimo café da manhã no hotel.

Logo depois, zarpamos (literalmente) …

… pra embarcar num cruzeiro pela baía de San Diego.

Optamos por fazer o tour completo.

Ou seja, inicialmente se dá uma volta pelo lado direito, beirando a orla de San Diego …

… e depois, retorna pela Ilha de Coronado.

Saímos pela direita (como diria o Leão da Montanha) …

… e fomos nos deslumbrando …

… com o skyline da cidade.

Vimos também um monte de lugares bacanas e exclusivos.

Este vale o mini fotoblog.

Já o outro lado começou meio morno …

… com a exceção da Ponte Coronado.

Que obra maravilhosa!

Sem contar que ela é muito fotogênica.

Vimos vários ângulos possíveis e imagináveis.

Todos belos!

Ah, deste lado também existe um estaleiro de navios da Marinha que necessitam de reparos, …

…e que são feitos ali mesmo.

Eis outro detalhe muito interessante.

E pra não deixar ninguém insatisfeito, lá vai outro minifotoblog explicando o porquê deste passeio ser tão bacana.

Chegamos em terra firme …

… e fomos pro estacionamento pra acelerar o nosso tour.

Estava quase na hora do almoço.

Fizemos uma reserva no George’s at the Cove.

É um lugar muito bacana …

…e com uma vista incrível de La Jolla Cove.

Fomos acomodados numa mesa espetacular.

Pedimos um ceviche como entrada, …

… gnocchi pra Dé …

… e um espaguete ao vôngole pra mim.

Tudo muito bom e melhor ainda acompanhado de duas taças dum Sauvignon Blanc da casa.

Aproveitamos a proximidade pra tentar conhecer a tal Cove.

Mas foi impossível, pois simplesmente não tinha lugar pra estacionar.

O jeito foi ir pra La Jolla.

A praia é muito bacana, mas crowdeada ao extremo.

E a achamos uma praia bastante comum, meio, …

… guardadas as devidas proporções, parecida com as praias paulistas.

Andamos mais um pouquinho pra chegar em Mission Beach.

Mais uma super crowdeada.

Seguimos em frente pra conhecer o Mission Bay Park.

Muito bonito, com muitos lagos de água salgada, mas bem rústico também.

Não é à toa que os americanos gostam tanto dele.

Mais um pouquinho e chegamos ao Fashion Valley Mall, …

… um shopping enorme …

… e com todas as grifes que você possa imaginar.

Curtimos pouco, pois estávamos esperando a hora de ir pruma igreja.

Igreja? Isto mesmo.

The Irenic é uma igreja onde são feitos shows de música.

Como gostamos de ver novos talentos, tive a ideia de comprar ingressos prum show quase que alternativo dum grupo chamado Against The Current, doravante denominado ATC.

Estranhei que não existia um ingresso físico, somente uma lista de presença, mas confiei no sistema. Hahaha

E que o show começaria às 18:30.

Tudo ótimo, chegamos no horário, o lugar era realmente uma igreja bem pequena e ficamos numa fila que tinha umas 50 pessoas.

Liberaram a entrada, os gatos pingados começaram a andar (os nossos nomes estavam numa lista. O sistema funcionou!) e entramos.

Cara, tudo foi muito estranho e demorou muuuuuito pra começar.

As 7:30, um garoto começou a cantar umas músicas bem iguais num ritmo meio rap, meio r&b, mas não muito legal, sabe?

Depois de uma hora, entrou um outro cara, já meio fora de forma, gritando uma música meio estranha também. Festa estranha, gente esquisita…

Mais uma hora hora depois, começaram a montar o palco pro que seria a “apresentação” principal.

É claro que o saco estava cheio, mas nos prometemos ouvir pelo menos algumas músicas, já que estávamos familiarizados (graças, santo Spotify).

Entrou o ATC (a cantora se chama Constanza. Será que é filha do George? Hahaha) e uma música foi o suficiente pra eu olhar pra Dé, …

… levantarmos (estávamos sentados no único banco da igreja. Cortesia pra idosos?) e irmos embora.

A tempo de comer uma pizza no Il Fornaio, …

… um italiano bacana que fica na Ilha de Coronado.

Atravessamos a magnífica ponte que vimos de barco pela manhã …

… chegamos lá e mandamos ver em bruschettas de tomate, …

… pizza ao basílico …

… duas taças dum super toscano e cama.

Uau!

Que dia maluco! 🙂

See U.

Veja como foram os outros dias desta road trip californiana:
First day – USA – Los Angeles – Garota eu vou pra Califórnia, ver o papai Lebron
Second day – USA – Califórnia – San Diego de la Vega. 
Third  day – USA – Califórnia – San – Diego – Passeando num porta aviões.

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dcpv – third day – usa – califórnia – san diego – passeando num porta-aviões.

11/03/2020 (vivido em 28/03/2019)

Third day – USA – Califórnia San Diego – Passeando num porta aviões .

Instalados maravilhosamente no hotel, …

… descansamos bem …

… e fomos tomar o nosso café da manhã independente no próprio.

Ultimamente temos escolhido não incluir café no hotel, …

… pois além de não enjoarmos…

… ainda temos a chance de conhecer melhor a cidade.

Logo depois, resolvemos dar uma andada pela região …

… a fim de reconhecer o terreno …

… e ao mesmo tempo, visitar uma das grandes atrações de San Diego.

USS Midway é um porta aviões que simplesmente chama a atenção.

Resolvemos ir até lá andando.

Foi um passeio muito bacana, …

… pois descemos até a baía …

… passamos pelo Villagge Seaport, …

… aproveitamos muito …

… toda a vista que o bom tempo nos proporcionava.

Enfim, chegamos ao USS Midway.

Não gosto muito de unanimidades , …

… mas todas as informações que busquei sobre o navio-museu, …

… indicavam que era um passeio imperdível.

Especialmente pra quem gosta de história …

… e de belas paisagens.

E agora podemos dizer que é realmente imperdível.

Você chega lá (compramos os ingressos pelo Get Your Guide), …

… evita as filas …

… e de repente, se vê no imenso interior dum verdadeiro ícone.

Incrível a proporção descomunal de tudo.

E a realidade que lhe é mostrada, …

… realmente te transporta pra época …

… em que o porta-aviões era utilizado estrategicamente (ops).

Simplesmente sensacional!

Esta visita vale realmente o mini fotoblog.

Depois de conhecer todo o seu interior, …

… chega a hora de subir pra pista.

E aí, por incrível que pareça, a coisa toda consegue melhorar.

Ver todos aqueles modelos de aviões …

… e helicópteros …

… à sua disposição, …

… inclusive com a possibilidade de se entrar neles …

… é realmente instigante.

Sem contar a quantidade de veteranos que se dispõe a contar as suas experiências …

… que deixam tudo mais empolgante ainda!

Ah, todo o processo de visita com o áudio guide (incluso no preço) é muito simples e didática.

Ainda assistimos a palestras sobre como era todo o processo de decolagem dos aviões …

… e visitamos as salas…

… onde os pilotos ficavam …

…aguardando a sua vez de combater.

A emoção chegou ao seu auge (toca a musiquinha do Top Gun).

A visita é muito legal mesmo.

Pra variar, a lojinha também é um espetáculo …

… como a maioria das coisas que os americanos fazem.

Ah, a vista da famosa estátua Unconditional Surrender, aquela famosa em que o soldado beija a mulher …

… quando anunciado o final da segunda guerra, de cima do porta aviões também é maravilhosa.

Enfim, adoramos o tour.

Aproveitamos quando saímos de lá pra ver a estátua mais de perto.

E ela realmente é icônica …

… e magnetizadora.

Você fica olhando …

… e inventando ângulos …

… pra eternizar este momento.

Tínhamos reservado pra almoçar no Top of Market, …

… o restô no segundo andar do Fish Market …

… e bem ao lado do monumento.

O lugar é muito bonito …

… e fica literalmente dentro do mar.

Pedimos um Champagne Taittinger pra comemorar …

… e polvo como entrada.

A Dé escolheu surpreendentemente Fish and Chips …

… e eu, Vieiras.

Tudo perfeito.

Resolvemos retornar pro hotel de patinetes, …

… que é a nova onda nos transportes por aqui.

E foi muito legal (infelizmente não tenho fotos pois acabou a bateria do celular).

Pegamos o carro e fomos direto pra Old Town.

Taí outro programa que parecia meio brega.

Mas, mais uma vez, não foi.

Além de ser tudo absolutamente grátis, …

… o interesse foi total.

O lugar todo simula um bairro antigo tipicamente mexicano, …

… origem de San Diego …

… e você fica mesmo imerso nesta atmosfera.

O Museu de Carruagens, …

… a casa original …

… de Estudillo, …

… as memorabilias dos antigos bancos …

… do Wells Fargo, …

… a antiga Corte …

… e até uma escola “old school”.

Tudo se encaixa e você se sente transportado pras priscas eras (né, Dé?).

Sensacional.

Tínhamos mais um programão em mente.

Conhecer Point Loma.

E o nosso amigo Waze nos auxiliou muito ao nos levar pruma base da Marinha americana.

Resultado? Um policial pegou o meu documento na entrada, só me liberou quando dei a meia volta e saí de lá.

Foi bem engraçado.

De qualquer forma, continuamos até o Monumento Nacional de Cabrillo, …

… um local situado num morro …

… e com vistas tanto do mar …

… como da baía de San Diego, …

… estonteantes.

Chegamos próximo do fechamento, …

… mas conseguimos aproveitar bastante das suas belezas.

Na volta, esticamos pra ver a geografia recortada do mar de Sunset Cliffs.

Uau! Que lugar!

Tudo é muito dramático …

… e em todos os ângulos …

… ficamos de boca aberta …

… com tantos lugares espetaculares.

Foi uma verdadeira aula de geologia e de arrebatamento.

A Dé até deu uma meditada …

… tamanha a aura que pairava sobre tudo.

Enfim, foi de agradecer de joelhos por estarmos participando deste momento.

Retornamos pro hotel …

… e fomos brindados com mais um daqueles …

… pores do sol sensacionais.

Desculpem a quantidade de adjetivos, mas eles são mais do que necessários.

Pra terminar esta dia maravilhoso (ops) …

… fomos jantar no Bali Hai.

O restaurante é especializado em comida Polinésia …

… e tem uma das vistas mais bacanas da baía de San Diego.

Veja se não?

Agora, a comida foi apenas razoável.

A Dé pediu um Halibuth que estava ligeiramente passado, mais com cara de peito de frango.

Eu fui num atum que estava uma delícia, mas o molho super-mega-hiper-blaster apimentado. 🙂

Tomamos duas taças dum Chardonnay do Sonoma Valley que, sim, estava muito bom.

De qualquer forma, retornamos felizes pro hotel, …

… porque o dia foi memorável.

See U!

Veja como foram os outros dias desta road trip californiana:
First day – USA – Los Angeles – Garota eu vou pra Califórnia, ver o papai Lebron
Second day – USA – Califórnia – San Diego de la Vega.

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32º IB – saborizando o dcpv com rosmarino e outros temperos

número 266/a
18/09/10

32 º IB Saborizando o DCPV com Rosmarino e outros temperos.

Maio, 25, 2009

Oi, Luciana. Tudo bom?
Como funciona? …
Aí eu reproduzo aqui no DCPV, faço um post (e você fica famosa! rsrsrs) e também participa do livro que publicarei com um capítulo pra cada um dos participantes. Você aceita?

Foi nesta data e com estes termos que eu entrei em contato com a Lu Betenson.
Naquele tempo ela escrevia o Rosmarino e Prezzemolo junto com a Adriana Haddad.

“Tem que ser receitas inéditas? Você quer texto também? Quer que siga um tema? Eu já conheço o Inter Blogs,…” (LB)

Bom, dois encontros depois (a Dé, eu, a Lu e o Mike, o esposo dela tivemos um blind date no Le Marais bistrot e outro no sonho de restaurante que é o Chou), várias viagens dos casais e até uma separação amigável da Adriana com o surgimento do blog Rosmarino e outros temperos, nos encontramos aqui em plena praia e ao vivo, pra reproduzirmos conjuntamente o “Menu Fusion Fun Praias”.

“Quis colocar neste menu que tem como inspiração as melhores praias do mundo, algumas das receitas mais queridas que faço em casa e que agradam todo mundo!” (LB)

Lu, é isso!
Praia (como a que estamos) e ainda mais com as comidinhas que agradam a todos é a nossa … praia.

Ao 32º IB (quer saber como funciona?) com as ilustres presenças da Lu, do Mike, da Marcie (do excelente blog sobre as novidades de NY, abrindoobico) , do grande Ciro Pellicano, da Regina e do Mingão além da Re, da Dé (que desta vez, gostou da produção) e de euzinho, claro!

Vamos lá!

Bebidinhas – Praia lembra caipirinhas, né não? 
Desta vez foram feitas de caju com Absolut Vanilia, de lima da pérsia com  Absolut Vanilia e de morcoti com canela .

E como alguns não tomavam (ou não podiam  tomar) caipirinha, abrimos uns espumantes italianos.

Aperitivo – Guacamole com Tortilhas (México e Caribe)

Tanto faz se em Cancun ou St Marteen, se na Riviera Maia ou em St Barth, todo mundo adora guacamole.
Amasse 4 avocados. Adicione 1 cebola bem picada, 1 dente de alho amassado e 2 tomates sem pele e sementes bem picados.

Tempere com suco de limão, 2 colheres de sopa de azeite e 1 colher de chá de sal.
Finalize com coentro e pimenta dedo-de-moça sem sementes e bem-picada. Sirva com Doritos.

Ficou bem bom e se serve como base, o próprio Mike elogiou!

Sei que guacamole é manjado, mas como gosto muito deste prato, passei anos testando o mix ideal de ingredientes até chegar nesta receita. Valeu a pena, pois não tem um que não elogia quando experimenta. É o aperitivo ‘de resistência’ aqui em casa. O segredo dele é usar avocados, de consistência um pouco mais firme do que o abacate normal, e não amassá-los demais, para manter a textura. Nada pior que guacamole com textura líquida ou muito cremosa. O ideal é ‘granuloso’ mesmo! Outra coisa importante é picar tudo na hora, misturar e servir imediatamente, pois outro segredo de um bom guacamole é o seu frescor. (LB)

Entrada 1 Quiabos fritos recheados (Brasil)

Esta certamente faria um tremendo sucesso nas prais de MG. Ou de Goiás! rsrs
Faça um ragu com carne moída de vaca e de porco; tomates, cenoura, salsão e cebolas bem picadas; sal, canela e pimenta a gosto.  .

Corte cirugicamente (grato Regina e Mingão) os quiabos de um lado só, retire as sementes e rechei-os com o ragu.

Empane com uma mistura de farinha, ovo e água …

… e frite.

Fritei na hora e ficou muito bom (e também fiz uma sujeira danada na cozinha! rs)

Mas como boa aquariana que sou, gosto de uma novidade, então resolvi incluir uma receita totalmente nova no menu Fusion Fun Praias, representando o Brasil! No início havia escolhido o cuscuz paulista, depois pensei em acarajés, mas achei o cuscuz muito ‘carne de vaca’, e o acarajé definitivamente não faz parte da minha cozinha de todo dia. Então resolvi homenagear um chef de cozinha aqui de Ribeirão Preto, onde moro, que é o André Ferreira. O André tem um serviço de catering e buffett na cidade e faz coisas deliciosas, como um cuscuz marroquino com legumes, de comer de joelhos. Optei por estes quiabos recheados com ragu de carne, ingredientes queridos aqui em casa, embora a receita seja nova. Quiabo é bem brasileiro não é? E, como tudo feito pelo André, delicioso! (LB)

Entrada 2 – Horiatiki Salada (Grécia)

Mykonos? Santorini? Oia?
Tanto faz. Estamos todos na Grécia e comendo uma salada grega de pepino com hortelã.
Corte pepinos em cubos (com casca). Salgue e deixe escorrer.

Faça um molho com l copo de iogurte natural, 1 colher de sopa de maionese, suco de l limão, 1 colher de chá de sal e 2 colheres de sopa de hortelã picada.

Junte azeitonas pretas, tomatinhos-cereja, queijo de cabra esfarelado e sirva.
Ficou muito boa. Na verdade, um pouquinho salgada e depois a Lu descobriu que não tinha iogurte na receita dela.
Como dizem que as grandes invenções acontecem deste jeito, considero esta um sucesso. 🙂

Servimos tanto o quiabo como esta salada juntos como entrada.

E bebemos um vinho rosé Guigal Cotes du Rhone 2006 que foi “fresco, neutro, beirando o licoroso, corinthians, vitoria, ki-suco, coca-cola, iarlei, blefe, granadine fajuta” segundo os farofeiros-chics, nós mesmos.

A salada grega também é muito querida aqui em casa. É deliciosa na sua simplicidade de ingredientes de qualidade e pouquíssimos temperos. Desenvolvi esta receita depois de experimentar a legítima horiatiki em um restaurante grego em Nova York, o Molyvos. O segredo dela é usar mesmo ingredientes de boa qualidade: tomates-cereja bem vermelhinhos e doces, nada ácidos; um bom queijo feta, azeitonas pretas kalamata gregas e um bom azeite extra-virgem.

Principal – Camarão ao molho picante (Seychelles e Maurício)

Seychelles? Maldivas? Maurício? (a Emília e o Arnaldo conhecem tudo de lá!).
Todos são lugares lindos e caros.
E cá pra nós, gostoso+caro=camarão!

Derreta 1 colher de sopa de manteiga e frite 2 cebolas bem picadas até ficarem transparentes.

Junte 4 tomates sem pele e sem sementes bem picados, 1 colher de café de garam masala, 1 colher de café de curry, 1/4 colher de café de pimenta chilli vermelha em pó e 2 colheres de café de sal.

            

Misture e deixe cozinhar até encorpar.

                      

Esprema 1/2 limão e deixe cozinhar em fogo médio por exatos 15 minutos (precisão britânica. Como em Barbados!)
Apague o fogo, junte 150 ml de creme de leite e salpique uma colher de sopa de coentro fresco picado.

Sirva imediatamente com arroz basmati simples (cozido em água fervente).

E foi o que fizemos.
A montagem foi rápida …

              

… e o prato ficou com uma cara muito boa..

Um vinho branco Verdicchio dei Castello di Jesu 2008 Umani Ronchi nos acompanhou. Ele foi “sabor da Provence, distinto, verde não frisante, inesquecível (mesmo porque não tomei!), clássico, quando eu tomar eu te conto, freno queimado, personalidade, quiabo de capri, spetacollo”, segundo os viciados em picolés Rochinha, nós mesmos.

A receita do camarão picante foi criada depois de uma fase de amor puro e verdadeiro com a comida indiana. Comprei um livro chamado “Curries made simple”, que explica muito didaticamente sobre temperos e receitas indianas, e a partir daí forrei a despensa com os temperos indianos básicos e comecei as experimentações. Esta foi especialmente feliz. Também daquelas muito elogiadas por quem passou por aqui. É muito tempero junto, mas juro que dá tudo certo!

 Sobremesa 1 – Pudim de abóbora com coco (Indonésia e Polinésia)

Taí um petisquinho bom pra se degustar em Moorea, Bora-Bora ou Bali.

Bata no liquidificador 300 g de abóbora cabotchã cozida no vapor com 1 copo de leite. (grato, Cristina). As medidas são refrentes a um copo de requeijão).

Misture na batedeira 1 colher de sopa de manteiga com 1 copo de açúcar até ficar branquinho. Acrescente a abóbora batida, 1/2 colher de café de canela em pó e 1 pitada de cravo moído.
Desligue a batedeira e adicione delicadamente 3 claras batidas em neve. Coloque a mistura numa forma de pudim untada com manteiga . Asse em banho-maria a 180º  por ~1 hora.

Enquanto isso, faça um creme de coco batendo 1 xícara de chá de creme de leite fresco, 1 xícara de chá de leite de coco e 1/3 de xícara de chá de açúcar (este foi a Dé que fez). 
Desenforme o pudim, enfeite com creme de coco por cima e sirva.

Todos gostaram muito deste doce!

O pudim de abóbora foi outra receita adaptada por mim e testada muitas vezes, já que adoro a combinação da abóbora cabotchã com especiarias. Acho que esta ficou ideal, suave mas marcante. Todo mundo ama! E a apresentação dela é um toque de glamour a mais: assar o pudim nas pequenas abóboras, colocando por cima uma ‘noz’ do creme de coco, a deixa ainda mais gostosa. (LB)
Ôpa. Esta apresentação eu fiquei devendo!! rs

Sobremesa 2 – Aloha (Havaí)

Já que estamos na praia, vamos surfar. Ou melhor, pegar altos tubos nas praias de Waikiki e Waimea. De preferência, tubos de marshmallow.

Descasque e corte laranjas de um jeito que não fique nenhuma parte branca. Deu pra perceber que usamos morcotis.

Faça uma calda levando 1 e 1/2 xícaras de água ao fogo, 2 colheres de sopa de mel Karo e 3 xícaras de açúcar .

 Espere ferver até obter o ponto de calda de fio.

Bata 2 claras em neve. Com a batedeira ligada, acrescente aos poucos a calda ainda quente e em seguida, 1 colher de chá de essência de baunilha. O marshmallow está pronto.
Monte a sobremesa em taças e em camadas.

 Uma de morcoti, outra de marshmallow e a última de coco ralado fresco.

Esta é praiana mesmo.

Encerramos o expediente com um Late Harvets Santa Carolina.
Era hora de levantar da cadeira e bater palmas pois o por-do-sol estava lindo.

A sobremesa Aloha não poderia ficar de fora quando pensei no menu. Pelo nome, pelos ingredientes e pelo colorido dela. Esta sobremesa era um clássico de um restaurante antigo, mas delicioso em São Paulo, o Salad’s. Quem frequentava lembra da combinação de doce, azedo e crocante, inesquecível. Quem refez a receita original foi a Adriana Haddad, minha antiga sócia no blog, que inclusive incluiu esta sobremesa em uma das suas aulas de culinária em Araraquara. (LB)

Olha, a noite toda foi como se estivéssemos na orla. São receitas não muito complicadas e com um jeitão bem familiar.
E mesmo assim, todos nos sentimos como se estivéssemos passeando por estas belas praias ao redor do mundo.

Imaginem um RTW que começou no Brasil, passou pelo México, Hawaí, Polinésia, Grécia, Seychelles e terminou aqui no Brooklin?
Portanto, grato Lu pela participação e mais ainda por ter vindo aqui (junto com o Mike) dividir estas experiências conosco. E também a Marcie e ao Ciro por darem o ar da graça  e nos divertirem bastante com aquele bom papo que já conhecemos. 

Já que o princípio dos IB é tentar transformar as coisas virtuais em reais e prazerosas, creio que atingimos completamente o objetivo. 
Seguem as nossas flores reais,que estão se tranformando em ex-virtuais.

Eis a opinião dos surfistas de garfos:

Adorei, mas as sobremesas estavam especialmente gostosas. (Lu)
Comida alegre e divertida, com sabor. (Mike)
Surpreendente o quiabo. Uma delícia o camarão. Ótima a sobremesa. (Ciro)
Sobremesas incríveis; vinhos espetaculares; comida saborosíssima – mas o melhor mesmo foi a companhia. (Marcie)
Primeiro quiabo que comi na vida. Porque demorei tanto tempo? Adorável. (Regina)
Que Kiabon! (Mingão)
Jantar re-construído incrível. (Re)
A primeira vez você nunca esquece. (Dé)
Estou pensando numa frase pra definir esta noite!! (Edu)

Continuamos a nossa saga, a dos IB, no próximo mês com a realização do 33º , com a participação da estudante de gastronomia, Isabela Tibo do blog homônimo. O que virá?

Abs a todos.

.


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