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dcpv – nono giorno – itália – puglia – enfim, conhecemos o mar jônico.

20/06/2020 – (viajado em 22/05/2019)

Nono Giorno – Itália – PugliaEnfim, conhecemos o mar Jônico.

O dia prometia muito.

Afinal de contas, não é toda hora que se passeia por dois mares e …

… num lugar tão bonito, quanto a Puglia.

E melhor ainda, o Eymard iria dirigir enquanto …

… eu passearia como passageiro, coisa rara em nossas viagens.

Bom, acordamos com um tremendo sol, …

… fomos tomar o nossa lautíssimo café da manhã particular …

… no hotel e …

… zarpamos na direção de Gallipoli.

A primeira parada foi em Portoselvaggio, …

… que é mesmo um porto e selvagem. Hahaha

Logo em seguida, …

… após curtir bastante o visual dramático do mar Jônico …

… chegamos em Gallipoli.

Faríamos um tour guiado (bendito seja o Get Your Guide) …

… com o Gianlucca.

No horário, às 11:00 hs, ele estava nos esperando.

E logo fomos conhecendo sobre a história da cidade.

Que por sinal é muito interessante.

Ela tem 20000 habitantes, …

… é dividida entre a cidade nova e …

… a insular cidade antiga …

… através duma ponte.

Logo no começo da cidade velha, existe o castelo que dá imponência a tudo.

Além do mais, neste caso não tivemos influências turcas, …

… mas sim de Veneza.

Todo o centro é muito interessante e …

… as vistas que se tem de todo o mar azul (verde?) …

… são incríveis.

Andamos bastante, …

… o Gianlucca, boa praça que é, nos contou muitas curiosidades …

… sendo uma delas, conhecer como era feito o óleo que era usado em iluminação.

Pra isso, entramos num museu/porão que era praticamente uma caverna …

… onde em condições sub humanas, …

… homens produziam todo este óleo (um processo similar ao do azeite).

Continuamos enveredando pela religião e …

… quando percebemos, as duas horas do tour tinham passado.

Nos dirigimos pro restaurante que eu tinha reservado, o La Puritate

… curtindo muito o caminho.

Ele é especializado em peixes fresquíssimos.

E foi o que comemos.

Pedimos um grande e assado …

… como entrada.

E como principais, dividimos um atum fresco e …

… camarões rosados que são a especialidade do mar de Gallipoli.

Eles são doces, muito saborosos e lindos (praticamente a Gisele dos camarões).

Tomamos um rosé pugliese e …

… fomos em direção…

… ao ponto mais extremo da Itália, …

… Santa Maria de Leuca, a pontinha do salto da Bota.

Só que antes passamos no que chamam de Maldivas do Salento.

E não é que são mesmo (apesar de não conhecer as tais Maldivas ainda)?

Pescoluse tem um quê daqueles lugares …

… que parecem com a Ilha de Caras.

Mesmo!

E Santa Maria de Leuca tem paisagens inesquecíveis.

Aquele mar verde (azul?) quebrando nas pedras …

… transforma tudo em encantador.

Continuamos no sentido norte e …

… chegamos ao santuário de Leuca.

Como ele fica bem no alto, …

… o visual é incrível.

Tomamos uns Aperol Spritz (e um Hugo) e …

… fomos pro que seria a última parada.

Ponte Ciolo é tida como o local onde se vê um …

… Fiordo tão bacana quanto o de Furore, na Costa Amalfitana..

E não é que é verdade?

Quase passamos batido por ele, …

… mas o meu sexto sentido …

… nos fez voltar …

… e descobrir a beleza do lugar.

Descemos a escada e vislumbramos …

… uma das paisagens mais bonitas …

… de toda a nossa viagem.

Realmente, estávamos embevecidos.

Só nos restou, voltar pro hotel e …

… sair pra jantar.

Iríamos a Tormaresca Vino i Cucina, uma cantina da vinícola Antinori.

Todos sabemos que quando o nome Antinori é usado, …

… coisas boas acontecerão.

Infelizmente, não foi o que aconteceu.

Chegamos lá, pedimos duas entradas,…

… um bianchetto Chardonnay do próprio titio Antinori e …

… pensamos em quanto seria divertido.

Como tudo era bem ruinzinho, resolvemos pagar a conta e procurar outro lugar pra jantar. Hahaha

Acabamos indo pruma vinoteca em frente ao hotel.

Pedimos uma excelente garrafa dum bianchetto Verdeca, …

… uma burrata, …

… almôndegas ao molho e …

… uma carne enrolada muito gostosa (estava bastante escuro, né?).

Só nos restou conversar bastante, atravessar a rua e …

…  deitar naquela cama gostosa com lençóis de n fios.

Isso sim é que é viver!

Arrivederci.

Acompanhe os outros dias desta maravilhosa viagem:
Primo giorno – Itália – Puglia – Um sonho.
Secondo giorno – Itália – Puglia – Fasano – Você sabe como se faz burrata? Já foi na Grotte di Castelana?
Terzo giorno – Itália – Puglia -Piacere, io sono polignano a mare!
Quarto giorno – Itália – Puglia – Locorotondo e Cisternino, que nomes bonitos de bonitas cidades.
Quinto giorno – Itália – Puglia – Ostun, o branco total radiante!
Sesto giorno – Itália – Puglia – Trullando por Alberobello e grottando pela Palazzese.
Settimo giorno – Itália – Puglia – É Lecce condensado!
Ottavo giorno – Itália – Puglia – M.A.M.A. Io sono tanto felice!

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dcpv – quarto giorno – itália – puglia – locorotondo e cisternino. que nomes bonitos de bonitas cidades.

03/06/2020 (ensolarado em 17/05/2019)

Quarto Giorno – Itália – PugliaLocorotondo e Cisternino. Que nomes bonitos de bonitas cidades!

Acordamos até que cedo, …

… tomamos o nosso ótimo café da manhã …

… e rumamos pra Locorotondo.

Tínhamos reservado um tour pra conhecer a cidade …

… e saber sobre a sua história.

Locorotondo significa o que parece.

É um lugar redondo, …

… ou seja, uma cidade circular, …

… toda branca …

… com ruazinhas irregulares e …

… muito bonitas.

Chegamos no horário, após nos deleitarmos com o trajeto cheio de trulli (aguarde os próximos capítulos) e …

… a nossa guia, a simpática e comedida Carmela, estava nos esperando.

Ultimamente tenho incluído o máximo possível de passeios guiados nas nossas viagens.

É um jeito de apoiar esta profissão tão bacana e …

… também de aumentar a nossa cultura.

E aprendemos muito.

Não preciso nem dizer que a cidade é uma gracinha (como diria Hebe).

Tem muitos cantinhos …

… fotogênicos e …

… aprazíveis.

Além de tudo isso, a Carmela acrescentou muito a esta beleza, …

… ao discorrer sobre como foi a evolução de Locorotondo desde a sua fundação, …

… que aconteceu próximo de 800DC.

Ficamos sabendo de todos as tramoias que ocorreram e …

… visitamos algumas igrejas, …

… locais onde acontecia tudo naquela época.

Pra sorte nossa, estava acontecendo uma feira livre e …

… das grandes, neste dia.

A mistura do tour com o mercado …

… tornou tudo mais legal ainda.

Demos uma volta por fora da cidade …

… pra ver a arquitetura das casinhas …

… e ter uma tremenda visão …

… de todo o Vale d’Itria.

Incrível, descobrimos que uma das famílias mais importantes da época, …

… era a dos Morelli, …

… justamente o sobrenome da minha mãe.

Vou pesquisar a nossa árvore genealógica e verificar se não temos direito a alguma herança por aqui? Hahaha

Podem me pagar em azeite e vinho que eu topo! Rsrs

Nos despedimos da Carmela e …

… aproveitamos pra passear pela feira.

Incrível a quantidade de bons ingredientes que vimos por aqui.

Segue o obrigatório maxifotoblog:

Como estávamos adiantados pro almoço, …

… optamos em dar uma passada no I Giardini di Pomona, …

… que é uma espécie de Jardim Botânico, mas daqueles bem roots.

Roots porque tudo o que você vê por lá …

… é um montão de árvores plantadas e convivendo …

…. harmoniosamente uma com a outra e todas com a mãe maior, a Natureza.

Retornamos pra Locorotondo porque era hora do almoço.

Escolhemos o restaurante U Curdunn, que é um dos melhores de toda a Puglia.

Demos uma pequena mancada, porque optamos por menus degustação e a comida acabou demorando um pouco.

Mas mesmo assim, foi muito bom.

A Dé pediu um menu vegetariano …

… e eu, um convencional.

Chegaram inicialmente vários tipos de entradinhas …

… saborosas e …

… o primo prato chegou: Spaghettoni Senatori Capelli …

… pra nós dois.

Eu continuei com um coelho muito bem feito, mas que, confesso, …

… foi um pouco a mais.

É claro que todos os ingredientes (veja o “orgogliosamente” do rótulo) …

… tinham a melhor procedência e …

… tomamos taças de vinho tinto e branco.

Continuamos o nosso tour.

A missão seria conhecer Cisternino, …

… outra daquelas cidades bacanas e brancas.

Tudo bem que tudo estava fechado (só reabrem as 5:00), …

…. mas ter uma cidade só pra você ajuda muito.

E foi o que fizemos.

Andamos de um lado pro outro …

… e gostamos muito do que vimos.

Foi super divertido e como estávamos com tempo sobrando, …

… optamos por dar uma esticada até Grottaglie …

… que é tida como a cidade da cerâmica.

O lugar até que é bacana, mas não tem quase nada lá que te atraia, ..

… a não ser as cerâmicas mesmo.

Compramos algumas bem legais e …

… aproevitamos pra conhecer a Forneria Lenti (dica do grande Luiz Horta) pra nos abastecermos de vários doces e biscoitos …

… e retornamos pro hotel.

Com direito a um fim de tarde daqueles especiais e multi coloridos.

É claro que o tremendo tramonto viria logo depois.

Segue o fotoblog multicolorido (percebam a idade e o formato das oliveiras):

Foi o tempo de tomar um relaxante banho e …

… irmos jantar.

Confesso que não esperava muito coisa, já que iríamos no restaurante gourmet do Borgo Egnazia, o Due Camini.

Mesmo porque, gourmet não combina muito com a Puglia.

Chegamos lá e o local além de requintado, …

… é muito bonito.

Optamos por pedir a la  carte …

… e foi uma sábia decisão.

A quantidade de pré pratos é impressionante, assim como a qualidade deles.

Iniciamos oficialmente com uma entrada com pratos típicos de cada uma das regiões da Puglia.

Detalhe, o prato entalhado em madeira formava o mapa da Puglia; sensacional.

Também vieram pães e focaccias feitas na casa, …

… assim como o azeite especial da Maison.

Ah, pra começar os trabalhos fomos de taças de espumante Ferrari.

Como principais, a Dé pediu um peixe do dia com diferentes molhos.

Eu, um spaghetti Senatore Cappelli com cebola e atum.

Tomamos um dos nossos bianchettos preferidos.

As sobremesas foram um capítulo a parte. Eles te levam caixinhas com ingredientes, onde você escolhe três e o chefe cria um doce com eles.

A Dé optou por frutas cítricas, morango e azeite; eu escolhi cereja, leite e ervas aromáticas.

Eis o resultado da Dé …

… e o meu.

Criativo, né?

Quando pensávamos que este devaneio estava terminando, fomos convidados pra tomar café dentro da cozinha.

E que cozinha! Parecia um laboratório da NASA italiana (seria o Naso?) …

… e lá dentro tinha dois banquinhos com uma mesa posta …

… pra tomarmos um café e conhecermos os chefes e os ajudantes que fizeram tudo.

Olha, foi uma das melhores experiências gastronômicas que tivemos nos últimos tempos. Simplesmente imperdível!

Voltamos felizes pra nossa masseria

… e pensando como alguém teve a ousadia de dar um upgrade numa refeição pugliese?

Arrivederci, com lua cheia e tudo o mais.

Acompanhe os outros dias desta maravilhosa viagem:
Primo giorno – Itália – Puglia – Um sonho.
Secondo giorno – Itália – Puglia – Fasano – Você sabe como se faz burrata? Já foi na Grotte di Castelana?
Terzo giorno – Itália – Puglia -Piacere, io sono polignano a mare!

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dcpv – terzo giorno – itália – puglia – piacere, io sono polignano a mare!

30/05/2020 (curtido em 06/05/2019)

Terzo Giorno – Itália – PugliaPiacere, Io sono Polignano a Mare!

Por enquanto, a Puglia não nos decepcionou (tem até 2 sóis).

Ela parece mesmo com uma Toscana roots, só que muito mais exótica.

A mistura bombástica de cidades bacanas com praia e campo, …

…transforma a região pugliesi numa atração sem comparação.

Hoje iniciaremos a parte aquática propriamente dita.

E com gala.

Antes disso, repetimos o café da manhã da Masseria Torre Maizza.

Excelente é uma palavra boa pra definí-lo.

Saímos correndo porque o passeio aquático pré-reservado seria em San Vito, …

… uma cidadezinha litorânea bem pequena (dá uma olhada nestas oliveiras milenares) …

… e próxima da atração maior da região, Polignano a Mare.

Na verdade sairíamos, pois o tempo estava bem ruim e o barqueiro nos avisou que o passeio não seria legal com estas condições climáticas.

Resolvemos transferir pra sábado …

… e fazer um percurso diferente, o famoso plano B.

De carro, óbvio! 😀

Saímos do hotel com uma chuva de pequena intensidade …

… e passamos por perto das ruínas romanas de Egnazia.

São legaizinhas, mas a paisagem de tudo é que encanta.

Fizemos um trecho bem slow e …

… claro que vimos lugares estonteantes.

Seguimos pelo litoral …

… até chegar perto de Monopoli e …

… retornamos ao roteiro original, …

… só que sem o passeio de barco.

Acabamos indo até San Vito.

É um lugar bem pequeno …

… e que tem como atrações, …

… a abadia do proprio San Vito e …

… a Torre Anticorsara.

Com um tempo livre, optamos pro conhecer melhor a …

… maravilhosa Polignano a Mare.

Tudo muito bonito e encantador.

Passamos mais uma vez pela Ponte Monachile, …

… fomos até a estátua do …

… cantor Domenico Modugno, …

… um ídolo por aqui.

Siom, é aquele do Volare, oô (mãozinhas pra cima)!

Descemos até a praia e …

… conseguimos tirar fotos dela …

… e de todo a turistada que se aboletava por lá.

Passamos também pelas ruínas gregas e …

… estávamos prontos pra retornar pra Ponte pra ter aquela visão especial da praia.

E olha que vimos cada um dos belvederes existentes no Centro Storico.

Todos eles apresentavam ângulos totalmente diferentes desta maravilhosa praia.

Demos uma boa passeada pelo centro …

… e nos perdemos a valer (presta atenção no Neruda no espelho da escada).

É assim que se conhece de verdade estes lugares.

Resolvemos voltar pro carro, …

… pois a chuva ameaçava cair.

Ainda tivemos tempo de ver um outro ângulo da cidade (esta é a do famoso restaurante Grotta Palazzese) …

… antes de irmos almoçar …

… no Da Tuccino.

Este restô é tido como um dos melhores quando se fala em frutos do mar.

E é.

Optamos por começar com um delicioso pulpito frito.

A Dé escolheu um gnocchete com sálvia e vôngole…

… e eu, um spaghetti ao vongole veraci.

O da Dé estava bom, mas o meu estava ótimo.

Deu vontade de chorar! Hahaha

Acompanhamos com um biancheto local e com taralli espetaculares.

O resto foi praticar o esporte que os italianos adoram: …

… comer e conversar.

Como o tempo estava meio estranho, optamos por retornar ao hotel …

… e na Itália como os italianos, …

… dar uma descansadinha após o almoço.

Não precisa nem dizer …

… que o tempo abriu completamente e …

… deu pra curtir mais um pouco todo o visual da Masseria.

Demos uma geral e voltamos pra conhecer Monopoli, …

… que é considerada a prima pobre de Polignano.

Ah, se toda prima pobre fosse assim!

Fizemos o mesmo caminho que de manhã.

Tentamos visitar uma atração lado B, o castelo Santo Stefano, que mostrou mesmo ser lado B.

Depois passamos nas praias Porto Rosso, Bianco, Nero e Verde.

E finalmente, chegamos em Monopoli.

Que é mesmo muito bonita.

Tem um centro histórico interessante e …

… vistas do mar de impressionar.

Não são tão dramáticas como as de Polignano a Mare, …

… mas tem muita personalidade.

Ainda mais com o tremendo tramonto que aconteceu.

São estes pores do sol que transmitem aquela sensação de que a viagem realmente está funcionando.

Aproveitamos também pra fazer aquilo que é primordial aqui na Itália.

Escolher um lugar legal pra comer sem compromisso.

E melhor, só porque fomos com a cara dele.

Sentamos, pedimos dois Aperol Spritz …

… e uma tábua de frios e queijos.

Pronto!

O resto foi conversar bastante, dar um monte de risadas, …

… curtir o anoitecer, …

… se embasbacar com o luar …

… e dormir o sono dos justos.

Arrivederci!

Acompanhe os outros dias desta maravilhosa viagem:
Primo giorno – Itália – Puglia – Um sonho.
Secondo giorno – Itália – Puglia – Fasano – Você sabe como se faz burrata? Já foi na Grotte di Castelana?

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dcpv – tenth day – usa – califórnia – san luiz obispo – querida, encolhi literalmente los olivos.

04/04/2020 (caramba, um ano certinho. Foi em 04/04/2019)

Tenth day – USA – Califórnia – San Luiz ObispoQuerida, encolhi literalmente Los Olivos.

Hoje seria dia de visitar cidades curiosas …

… aqui na região de São Luís Obispo.

Primeiro, passaríamos em Solvang

… uma lugar tipicamente dinamarquês, …

… tudo a ver com a região vinícola do Vale de Santa Inez. Hahaha

Depois, passearíamos na grande metrópole de Los Olivos, …

… uma outra cidade imensa de 4 quarteirões com 1000 habitantes.

Aguardem que será muito interessante.

Iniciamos tomando um café da manhã numa cafeteria ao lado do hotel.

Tudo muito bom, especialmente a trilha sonora.

Como elas são boas aqui na Califórnia. (entre no clima e coloque Hootie&The Blowfish pra tocar)

Zarpamos rapidamente pra Solvang.

Ele fica a quase uma hora de SLO.

E é dinamarquesa ao extremo.

Sim, danesa mesmo.

Com direito a moinhos …

… e estátuas de Hans Christian Andersen.

Ou seja, é curiosa demais.

Ver casinhas típicas …

… com lojas no mesmo estilo …

… te deixam com a cabeça confusa …

… mas ao mesmo tempo, feliz …

… por ver alguma coisa bem disneyniana …

… em plena região produtora de vinhos.

Logo em seguida, rumamos pra conhecer a vinícola Seasmoke.

Andamos bastante de carro, curtindo muito a paisagem, …

… (note que hoje o tempo esteve bem broncolhão) e chegamos num lugar onde não tinha nada.

Assim como buscamos também uma fazenda de framboesas e chegamos num portão fechado. Hahaha (coisas do Waze).

Resolvemos passar em Ballard, …

… passar mesmo, pois a cidade é minúscula …

… e ir pra Los Olivos.

Já disse que ela é pequena, mas é muito charmosa também.

Foi lá que foi filmado uma boa parte do filme Sideways.

Como chegamos um pouco cedo pro almoço, fomos fazer uma degustação na vinícola Tercero.

A sala deles é uma beleza.

E os vinhos também.

Experimentamos 5.

Resolvemos comprar um rosé, dois tintos, um Garnache e um Syrah.

Estávamos no horário pra almoçar.

Reservei, em mais uma referência ao Sideways, …

… o Los Olivos Wine Merchant Cafe.

E sentamos bem ao lado da adega onde aconteceu a filmagem.

Cool!

Pedimos duas taças de tintos californianos.

A Dé escolheu uma massa com frango …

…e eu um filé com fritas.

Parecem simples, mas estavam deliciosos.

Olhamos mais um pouco o ambiente …

… e fomos conhecer a Artiste Winery.

Uau! Que lugar.

Eles misturam obras de arte …

… com vinhos que produzem cuidadosamente …

…e o resultado, só poderia ser maravilhoso.

Experimentamos 3 indicações da vendedora e acabamos levando um Chardonnay sem madeira, além de dois tintos de respeito (um Pinot  Noir e um Cabernet Sauvignon).

Todos os vinhos muito bons e com um cuidado nos rótulos e na apresentação que nos deixou surpresos.

Fomos embora completamente satisfeitos, …

… mas ainda deu tempo de passar no centro de Los Alamos …

… pra ver uma cidade totalmente country …

… e com um jeitão de velho Oeste.

Pegamos mais uma hora de estrada pra voltar pra SLO.

E aproveitamos pra dar uma relaxada, tomar um banho …

… e praticar o esporte que consagrou os brazucas: comprar!

É isto mesmo, fomos dar uma olhada no centro de SLO.

E encontramos lojas que a Dé gosta tais como Black &White, Bath Body Works e Sephora.

Diversão completa.

Aproveitamos ainda, pra dar uma passeada pelo Farmers Market.

Ele acontece todas as quintas a noite …

… onde são vendidos …

… produtos orgânicos …

… de procedência, …

… com destaque pra altíssima temporada …

… dos morangos mais deliciosos que já comemos nas nossas vidas.

Incrível a quantidade de pessoas que vem se divertir …

… comprando ingredientes saudáveis …

… e ao mesmo tempo, …

… comendo as maiores porcarias. 🙂

Ah, os shows também são imperdíveis.

Apesar do tempo não estar muito bom, …

… surgiu uma certa claridade no céu …

… e aproveitamos pra dar um pulo em Pismo Beach, uma praia próxima e muito bonita.

Qual não foi a nossa surpresa ao presenciar um daqueles …

… pores do sol marcantes …

… e inesquecíveis?

Foi demais …

… e resolvemos voltar pro hotel margeando a praia …

… e tendo visões espetaculares do poente.

Chegamos …

… a tempo de passar na feira novamente …

… e comprar mais alguns morangos e berries.

Só nos restou jantar, ou melhor, beliscar no restô do hotel.

Comemos uma burrata …

… e um prato de queijos e salames …

… que estavam muito bons …

… com duas taças dum tinto da Costa Central.

Caramba, que dia!

See U.

Veja como foram os outros dias desta road trip californiana:
First day – USA – Los Angeles – Garota eu vou pra Califórnia, ver o papai Lebron
Second day – USA – Califórnia – San Diego de la Vega. 
Third  day – USA – Califórnia – San – Diego – Passeando num porta aviões.
Fourth day – USA – Califórnia – San Diego – Cruzeiro e show em igreja?
Fifth day – USA – Califórnia – San Diego – Fomos ver os Padres, Marcelo.
Sixth day – USA – Califórnia – San Diego/LA – Spring bloom, estão chegando as flores!
Seventh day – USA – Califórnia- Los Angeles – Friends pra sempre, dando um pulo nos irmãos Warner.
Eighth day – USA — Califórnia – Los Ageles – Until the sun comes up over Santa Monica boulevard/Michael, the Bublé.
Ninth day – USA – Califórnia – Eu quero falar com o San Luiz Obispo.

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dcpv – eighth day – usa – califórnia – los angeles – until the sun comes up over santa monica boulevard/michael, the bublé.

28/03/2020 (cantado em 02/04/2019)

Eighth day – USA – Califórnia – Los AngelesUntil the sun comes up over Santa Monica Boulevard/Michael, the Bublé.

Nota do editor (euzinho): recomendo colocar Sherryl e Bublé na vitrola e ler o texto abaixo!

Hoje seria dia de curtir a praia de LA.

Parece normal, mas não é.

Pra quem está hospedado em West Hollywood como nós, …

… não é fácil ir até o mar.

Tudo em LA é muito longe.

E a praia não fica fora disso.

Por isto resolvi fazer um roteiro litorâneo pra este dia.

Iniciamos o próprio, tomando o nosso “lauto” café da manhã …

… e passando pela Santa Monica Boulevard (claro que ouvindo a música da Sherryl Crow).

Tudo é muito extravagante por lá.

A primeira coisa que vimos é muito curiosa.

O final da rota 66.

É lá mesmo e existe.

Demos uma olhada no icônico píer …

… com o parque de diversões mais fotografado do mundo (ele é meio sem graça).

O tempo parecia broncolhão …

… mas estava quente, bem quente.

Ali pertinho fica o Tongva Park.

Fomos rodando de patinete, bem moderninhos.

O parque é pequeno, mas com vários pontos pitorescos.

Vimos um parque infantil muito bacana, …

… jardins diferentões …

… e vistas bacanas pra praia …

… com muita interação com a natureza.

Em seguida, fomos conhecer a Third Street Promenade, …

… uma rua fechada com …

… muitas lojas bacanas …

… e até um shopping bem legal.

Perto dali …

… e também de Venice, …

… fica a Abbot Kinney Boulevard, …

… considerada a rua mais cool dos USA.

Não sei se é bem isso …

… mas ela é muito interessante.

Lá você encontra lojas muito descoladas, …

… flagships diferentonas, como esta da Adidas, …

… obras de arte bacanas, …

… mais lojas malucas como esta de design escandinavo, …

… sorveterias excêntricas e muito boas, …

… lojas de maconha (xiiii) …

… enfim, …

… é um bom lugar pra passear californiamente.

Perto dali, fica a icônica Venice.

Sim, é aquela praia com um grande calçadão, …

… com gente bombada …

… uma pista de skate espetacular …

…. com skatistas tanto quanto …

… e que pelo próprio nome (Veneza) …

… tem próximo dali, …

… vários canais entre as residências, …

… que realmente, …

… lembram a belíssima cidade italiana.

Bacana demais!

Estava na hora do almoço e eu tinha feito uma reserva: …

… fomos conhecer o Farmshop, …

… que fica em Brentwood …

… e que tem fama de utilizar muitos produtos orgânicos …

… além de ter uma lojinha muito “diferentona”.

O lugar é realmente muito bonito e estava lotado.

Pedimos batatas assadas pra petiscar …

… e dividimos um Pici bem apimentado com caranguejo …

… e brócolis no vapor.

Tudo ótimo e combinando com um ótimo rosé do Sonoma.

Ainda demos uma boa olhada …

… nas lojas próximas, por sinal, muito interessantes …

… e aproveitamos pra conhecer a primeira casa que o mestre Frank Gehry projetou.

Achamos bem esquisitona.

Ainda bem que ele melhorou muito e criou um estilo próprio. Hahaha

No retorno pro hotel, passamos na loja da Oficina de Profumo da Santa Maria Novella, …

… pra comprar uns sabonetes, pois sou fissurado neles.

Pronto!

Estávamos na espera pro evento que foi o motivo da nossa viagem: …

… o show do Michael Bublé.

Como eu já falei, tudo começou com uma ideia da Dé.

Por que não comprar ingressos prum show dum artista que gostamos …

… e depois, bolarmos uma viagem em torno disso?

Foi o que fizemos.

E olha, foi espetacular.

Incrível como tudo funciona perfeitamente.

Chegamos bem cedo, …

… quase uma hora e meia antes do início.

Tivemos tempo de aproveitar o por do sol, …

… tomar umas taças de vinho branco, …

… acompanhado de batatas fritas do Mac …

… e fomos sentar no nosso lugar.

Tudo tranquilamente.

Quando o show começou, …

… o nosso queixo caiu.

Que coisa mais maravilhosa!

O cenário é sensacional.

O telão te faz imaginar que está conversando com o Michael Bublé.

Não preciso nem dizer que os músicos são excepcionais.

Contei e eram 34 talentos tocando muito bem e harmoniosamente.

A aura era maravilhosa.

Mas tudo isto não valeria nada, …

… se o Michael Bublé não fosse o virtuoso que é.

O cara tem uma presença de palco marcante …

… e canta demais.

Canta muito!

Foram duas horas de puro prazer …

… e aquela máxima, que quando você está se divertindo, …

… o tempo passa rápido, ….

… nunca foi tão verdadeira.

O set list foi especial (feito pra nós), …

… só grandes hits …

… e quando percebemos, já tinha acabado.

Voltamos pro hotel em estado de graça …

… e agradecendo pela viagem não ter terminado hoje.

Afinal de contas, este show merece ser curtido viajando bem.

E é o que faremos.

All I wanna do/ Everything!

Veja como foram os outros dias desta road trip californiana:
First day – USA – Los Angeles – Garota eu vou pra Califórnia, ver o papai Lebron
Second day – USA – Califórnia – San Diego de la Vega. 
Third  day – USA – Califórnia – San – Diego – Passeando num porta aviões.
Fourth day – USA – Califórnia – San Diego – Cruzeiro e show em igreja?
Fifth day – USA – Califórnia – San Diego – Fomos ver os Padres, Marcelo.
Sixth day – USA – Califórnia – San Diego/LA – Spring bloom, estão chegando as flores!
Seventh day – USA – Califórnia- Los Angeles – Friends pra sempre, dando um pulo nos irmãos Warner.

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dcpv – fourth day – usa – califórnia – san diego – cruzeiro e show em igreja?

13/03/2020 (vivido em 29/03/2019)

Fourth day – USA – Califórnia – San DiegoCruzeiro e show em igreja?

O dia se apresentava como super aproveitável.

Estava cheio de lugares bacanas pra conhecer e um show que seria uma surpresa pra nós.

Iniciamos tomando um ótimo café da manhã no hotel.

Logo depois, zarpamos (literalmente) …

… pra embarcar num cruzeiro pela baía de San Diego.

Optamos por fazer o tour completo.

Ou seja, inicialmente se dá uma volta pelo lado direito, beirando a orla de San Diego …

… e depois, retorna pela Ilha de Coronado.

Saímos pela direita (como diria o Leão da Montanha) …

… e fomos nos deslumbrando …

… com o skyline da cidade.

Vimos também um monte de lugares bacanas e exclusivos.

Este vale o mini fotoblog.

Já o outro lado começou meio morno …

… com a exceção da Ponte Coronado.

Que obra maravilhosa!

Sem contar que ela é muito fotogênica.

Vimos vários ângulos possíveis e imagináveis.

Todos belos!

Ah, deste lado também existe um estaleiro de navios da Marinha que necessitam de reparos, …

…e que são feitos ali mesmo.

Eis outro detalhe muito interessante.

E pra não deixar ninguém insatisfeito, lá vai outro minifotoblog explicando o porquê deste passeio ser tão bacana.

Chegamos em terra firme …

… e fomos pro estacionamento pra acelerar o nosso tour.

Estava quase na hora do almoço.

Fizemos uma reserva no George’s at the Cove.

É um lugar muito bacana …

…e com uma vista incrível de La Jolla Cove.

Fomos acomodados numa mesa espetacular.

Pedimos um ceviche como entrada, …

… gnocchi pra Dé …

… e um espaguete ao vôngole pra mim.

Tudo muito bom e melhor ainda acompanhado de duas taças dum Sauvignon Blanc da casa.

Aproveitamos a proximidade pra tentar conhecer a tal Cove.

Mas foi impossível, pois simplesmente não tinha lugar pra estacionar.

O jeito foi ir pra La Jolla.

A praia é muito bacana, mas crowdeada ao extremo.

E a achamos uma praia bastante comum, meio, …

… guardadas as devidas proporções, parecida com as praias paulistas.

Andamos mais um pouquinho pra chegar em Mission Beach.

Mais uma super crowdeada.

Seguimos em frente pra conhecer o Mission Bay Park.

Muito bonito, com muitos lagos de água salgada, mas bem rústico também.

Não é à toa que os americanos gostam tanto dele.

Mais um pouquinho e chegamos ao Fashion Valley Mall, …

… um shopping enorme …

… e com todas as grifes que você possa imaginar.

Curtimos pouco, pois estávamos esperando a hora de ir pruma igreja.

Igreja? Isto mesmo.

The Irenic é uma igreja onde são feitos shows de música.

Como gostamos de ver novos talentos, tive a ideia de comprar ingressos prum show quase que alternativo dum grupo chamado Against The Current, doravante denominado ATC.

Estranhei que não existia um ingresso físico, somente uma lista de presença, mas confiei no sistema. Hahaha

E que o show começaria às 18:30.

Tudo ótimo, chegamos no horário, o lugar era realmente uma igreja bem pequena e ficamos numa fila que tinha umas 50 pessoas.

Liberaram a entrada, os gatos pingados começaram a andar (os nossos nomes estavam numa lista. O sistema funcionou!) e entramos.